Esta foi sempre a natureza humana, planejada: vivendo no limite, desafiando os extremos, para com o impulso chegar a novas realidades. Este não é o cerne das cartas de amor?
Por tempos, vivemos de coleta, estivemos por ordens femininas. Outros tempos, começamos a plantar, o senso de propriedade veio junto com o domínio masculino. Acaso não teríamos sensibilidade em perceber que vem tempos melhores?
Novamente, procuramos pelo nosso lado divino; novamente, despertamos nossa natureza dual; novamente, estamos prontos para aceitar a Lei, tal como vem da natureza.
O futuro não é uma ficção futurista tecnológica, cientificista, previsível. Nem vai voltar a ser as eras douradas de comunhão plena com Gaia.
Teremos muito para caminhar, mas chegaremos ao inevitável: maturidade e responsabilidade. Aceitação de nossa natureza e convivência com as diferenças.
*Todas as imagens foram feitas com Gemini*
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*





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