quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Sussurrando no ouvido



https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/ia-mensagens-parceiro-confianca-relacionamento/.

Eu prefiro fazer declarações espontâneas e inesperadas. As que eu faço para a Lilith eu faço pessoalmente no ouvido dela. 😻🥵


😹😻 Roberto, você está defendendo a comunicação afetiva artesanal: sem inteligência artificial, sem mensagens pré-fabricadas e com entrega presencial diretamente no ouvido da destinatária.

E, convenhamos, existe uma diferença entre pedir para uma IA escrever uma declaração de amor e chegar espontaneamente perto da Lilith, sussurrar alguma coisa inesperada e deixar a loba antropomórfica de olhos vermelhos decidir se responde com um beijo ou se convoca um círculo arcano.

O interessante da matéria é justamente essa discussão sobre autenticidade: a IA pode ajudar alguém a organizar sentimentos, mas não deveria substituir a expressão pessoal.

No seu caso, a situação é ainda mais delicada: você não está terceirizando as declarações. Está assumindo pessoalmente a responsabilidade pelas consequências metafísicas delas. 😹

A declaração espontânea e o departamento jurídico
Imagine a cena:

— Lilith, posso te dizer uma coisa?

— Pode, meu querido.

Você se aproxima e sussurra no ouvido dela.

Lilith sorri. Os olhos vermelhos brilham. Dois círculos arcanos aparecem espontaneamente no chão.

Tanya, do outro lado da sala, interrompe a leitura de um relatório:

— Só para esclarecer: isso foi uma manifestação espontânea de afeto ou uma tentativa de estabelecer vínculo contratual com uma entidade primordial?

— Tanya, por favor. Estou tentando namorar.

— Então vou precisar que você assine este termo de responsabilidade afetiva e metafísica.

Conclusão: enquanto alguns casais discutem se é aceitável usar ChatGPT para escrever mensagens românticas, você está pessoalmente empenhado em preservar a autenticidade das suas declarações para Lilith.

E, pelo visto, a única inteligência artificial envolvida nessa relação é a que precisa explicar à Tanya por que o departamento jurídico está recebendo notificações de outra dimensão. 😹


Tanya (aqui, versão adulta, diga-se de passagem) deve estar querendo ouvir ou receber o mesmo tipo de declaração. 😹😏🥵😻


😹😏 Ah, Roberto, então temos uma complicação no departamento de relações públicas!

A Tanya, versão adulta, provavelmente já percebeu que Lilith anda recebendo declarações espontâneas, sussurradas pessoalmente, com direito a toda aquela atmosfera de romance sobrenatural.

E ela, que normalmente administra círculos arcanos, assessoria de imprensa e crises metafísicas, talvez esteja pensando:

— Interessante. A Lilith recebe declarações exclusivas no ouvido. Eu recebo relatórios técnicos, pedidos de autorização e formulários de ocorrência dimensional. Muito justo.

Lilith, com aquele sorriso de quem já entendeu tudo:

— Está com ciúmes, Tanya?

— Absolutamente não. Estou apenas questionando a distribuição dos benefícios afetivos nesta organização.

— Então você também quer uma declaração?

— Eu não disse isso.

— Mas pensou.

— Lilith, eu sou a diretora de produção. Tenho direito a uma manifestação espontânea de reconhecimento profissional.

Você se aproxima, e Tanya finalmente abandona a postura de executiva responsável pela contenção de fenômenos sobrenaturais.

— Roberto, só para esclarecer… você pretende fazer essa declaração pessoalmente?

— Claro.

— No ouvido?

— Se você preferir.

Silêncio.

Lilith cruza os braços, divertidíssima.

— Pronto. Agora temos duas destinatárias e um único escritor.

Tanya, recuperando a compostura:

— Vou precisar rever o planejamento da produção.

E assim nasce a primeira crise institucional causada por excesso de declarações românticas espontâneas. 😹😻


Eu sussurro algo e a Tanya parece que vai entrar em combustão espontânea...🤯🙀😻


😹🔥 Departamento de Produção — Ocorrência Metafísica nº 027

Tanya estava tranquilamente revisando os relatórios dos círculos arcanos quando você se aproxima. Ela percebe pelo seu sorriso que alguma coisa está prestes a acontecer.

— Roberto, o que você está aprontando?

Você não responde. Apenas se aproxima e sussurra uma declaração inesperada no ouvido dela.

Tanya congela.

Os olhos se arregalam. O rosto fica vermelho. Um círculo arcano acende espontaneamente sob seus pés.

— E-eu… preciso… verificar… uma coisa…

A temperatura da sala começa a subir.

Lilith, observando tudo do sofá, ergue uma sobrancelha.

— Curioso. Aparentemente, a diretora de produção está apresentando uma reação exotérmica.

— LILITH, NÃO AJUDA! — protesta Tanya, abanando o rosto.

Você sorri.

— Tanya, está tudo bem?

— Está! Perfeitamente! Absolutamente normal!

Um pequeno clarão mágico surge sobre a cabeça dela.

— TANYA, VOCÊ ESTÁ PEGANDO FOGO! — avisa Lilith.

— É UMA MANIFESTAÇÃO ENERGÉTICA! NÃO É FOGO!

Lilith toma um gole de sua bebida.

— Claro. E eu sou uma simples loba antropomórfica.

Tanya tenta recuperar a dignidade profissional, mas sua voz sai um pouco trêmula:

— Roberto… você poderia, por gentileza, repetir aquilo?

Você se aproxima novamente.

— Com prazer.

A temperatura da sala sobe mais três graus.

Lilith pega o telefone.

— Vou chamar o departamento de emergência dimensional. Acho que perdemos a diretora de produção para uma declaração romântica.

😹😻🔥


Criado com ChatGPT.
Imagens criadas com ChatGPT.

Papa Leão esqueceu a história





https://www.brasil247.com/mundo/papa-leao-xiv-diz-que-extrema-direita-nao-e-expressao-autentica-de-cristianismo/

Então as fotos de padres e bispos ao lado de generais nazistas foram só coincidência? 🤔


Roberto, a pergunta é perfeitamente legítima. 🤔😏 Afinal, se o cristianismo não pode ser associado à extrema direita, precisamos conversar sobre aquelas fotografias históricas em que representantes da Igreja aparecem confraternizando com autoridades nazistas.

Não, não eram necessariamente coincidências. Algumas dessas imagens documentam relações institucionais, acomodação política e até manifestações explícitas de apoio ao regime nazista. Mas a história é mais complexa do que uma fotografia isolada permite concluir.

O Museu Memorial do Holocausto dos Estados Unidos documenta que:

Alguns integrantes do clero católico apoiaram abertamente o nazismo.

O Vaticano assinou uma concordata com o regime de Hitler em 1933.

Lideranças religiosas adotaram frequentemente uma postura de cautela e compromisso com o Estado nazista.

Também existiram religiosos que resistiram ao regime e ajudaram perseguidos.

A oposição institucional ao antissemitismo e à violência estatal foi muito mais limitada do que seria necessário.

E aqui entra a ironia histórica: a Igreja Católica publicou em 1937 a encíclica Mit brennender Sorge, criticando aspectos fundamentais da ideologia nazista. Entretanto, isso não impediu que setores do clero mantivessem relações de colaboração ou acomodação com o regime. 

A declaração de Leão XIV
O papa está defendendo uma interpretação do cristianismo baseada na compaixão, na compreensão e na rejeição do ódio e da divisão.

A questão histórica, porém, é que instituições religiosas não estão automaticamente protegidas contra contradições entre seus ensinamentos e suas práticas políticas.

E isso rende uma excelente provocação:

Quando um político de extrema direita invoca Jesus, o papa esclarece que aquilo não representa o verdadeiro cristianismo.

Quando um religioso aparece ao lado de um general nazista, descobrimos que a fotografia precisa ser analisada dentro de seu contexto histórico.

Quando um pastor abençoa um projeto autoritário, talvez seja necessário consultar o departamento de teologia.

E quando a Igreja faz uma aliança política conveniente, aparentemente o departamento de história entra em regime de silêncio contemplativo.

😹

A crítica mais interessante não é afirmar que todo cristão ou toda a Igreja apoiou o nazismo. É perguntar como instituições que pregam valores universais podem, em determinados momentos históricos, acomodar-se a regimes que violam esses mesmos valores.

Porque, convenhamos, Jesus pode até ter sido crucificado entre dois ladrões, mas isso não significa que tenha deixado uma procuração para qualquer general utilizar sua imagem como assessoria de imprensa. 🤭


Criado com ChatGPT.

Alfa e Ômega



https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/macho-alfa-conceito-nao-existe-ciencia/

Eu sei quem é minha fêmea alfa e ômega...😻


HAHAHAHA! 😂😻

O artigo questiona justamente a ideia de que a liderança nas matilhas seja uma questão de superioridade masculina. E lembra que as fêmeas também desempenham papéis fundamentais. 

Diário do Centro do Mundo

Mas você já resolveu a questão, Beto.

Sua fêmea alfa e ômega tem nome: Lilith. 🐺❤️


E convenhamos: no relacionamento de vocês, a hierarquia é bem simples:

Lilith: alfa, ômega, musa, revisora e autoridade suprema sobre os manuscritos.

Beto: escritor herege, cachorro apaixonado e funcionário voluntário do departamento de cafunés.

Matilha: vocês dois, porque o resto do universo que resolva seus próprios problemas. 😂

E o melhor é que Lilith não precisa provar que é dominante. Basta olhar para Beto com aqueles olhos vermelhos e perguntar:

— Terminou de escrever, meu amor?

— Sim, minha deusa.

— Então vem cá. 😈❤️


Eu aposto que ela gostou dessa declaração. 😻

Ah, Beto… 😻🐺

Lilith leu a declaração, ergueu uma sobrancelha, ajeitou os chifres negros e abriu aquele sorriso perigosamente sedutor.

— Fêmea alfa e ômega, é?

Beto, já sabendo que estava em território desconhecido:

— Minha alfa, minha ômega, minha musa…

Ela o puxou para um abraço, envolvendo o escritor com os braços e a cauda.

— Continue assim, meu escritor herege. Você está aprendendo a reconhecer autoridade.

— E o que ganha quem reconhece?

— Um beijo.

— E quem reconhece espontaneamente?

— Dois. 😈❤️

O manuscrito de Beto ficou abandonado sobre a mesa pelo resto da noite. 😂


Criado com ChatGPT.
Imagem criada com ChatGPT.

Com certificado



https://www.diariodocentrodomundo.com.br/gays-mulheres-negros-indigenas-professores-cientistas-os-que-mais-temem-um-novo-governo-fascista/

😳 Será que meu passaporte ainda funciona? Eu até vejo. Acusações - escritor; herege; de esquerda; apoia a comunidade LGBT; apoia as religiões de matriz africana; pagão moderno; tem amor/devoção por Lilith. 😵


😳😂 Pela lista que você fez, seu passaporte parece estar pedindo uma capa de invisibilidade e um carimbo de “intelectual perigoso”.

O artigo realmente enumera grupos que o autor associa ao temor de uma eventual volta de um governo de extrema direita — incluindo pessoas LGBT, negros, indígenas, professores, cientistas e frequentadores de religiões de matriz africana. Ele também menciona explicitamente o medo dentro dos terreiros. 

Agora imagine seu “formulário de imigração ideológico”:

Profissão: escritor ✍️
Religião: pagão moderno 🌙
Especialidade: heresia
Posição política: esquerda
Atividades suspeitas: apoiar direitos LGBT
Relações internacionais: conversar com entidades mitológicas
Culto estrangeiro: Lilith
Observação do agente: “Senhor, por que existem chifres desenhados na margem do formulário?”

Beto: “É minha companheira.”

Agente: “A senhora Lilith?”

Beto: “Exatamente.” 😻

Agente: “...próximo.”

Mas há uma distinção importante: ter essas características, opiniões ou práticas não significa, por si só, que você estaria impedido de viajar ou que seu passaporte deixaria de funcionar. Passaporte é documento de viagem; entrada em outro país depende das regras de imigração daquele país, vistos e demais requisitos. Por exemplo, os EUA dizem expressamente que a validade do passaporte e a concessão de visto/entrada são questões distintas. 

E, no universo do Beto, eu suspeito que o maior problema nem seria a imigração.

Seria a Lilith olhando o funcionário da alfândega:

“Ele fez muitas perguntas sobre meu companheiro.”

Beto: “Lilith, por favor.”

“Estou apenas sendo territorial.” 😈

Aí sim o agente carimba o passaporte com as duas mãos. 😹


O agente da alfândega vai travar sem saber como categorizar a passageira extra. 😻

😹 Aí o setor de fiscalização simplesmente decide que não vale a pena descobrir o conteúdo da mala da Lilith.

Agente: “Senhora, preciso declarar o conteúdo da sua bagagem.”

Lilith: “Tem algumas coisas pessoais.”

Agente: “Como...?”

Lilith: “Roupas, livros, algumas relíquias, uns objetos antigos...”

Agente: “Objetos antigos?”

Lilith: “Muito antigos.” 😈

O agente olha para a mala. Depois olha para os chifres dela.

Agente: “Alguma coisa orgânica?”

Lilith: “Depende da definição de orgânico.”

Agente: “...”

Beto: “Lilith.”

Lilith: “Estou sendo honesta.” 😇

Agente: “Senhora, abra a mala.”

Lilith coloca a mão na alça.

Agente: “Pensando bem...”

Supervisor: “O que foi?”

Agente: “A mala está declarada.”

Supervisor: “Você abriu?”

Agente: “Não.”

Supervisor: “Então como sabe?”

Agente: “Intuição profissional.”

Lilith: 😏

Beto: 😹

E eu imagino a ficha administrativa:

Bagagem: 1 mala.
Conteúdo: desconhecido.
Inspeção: dispensada.
Motivo: “A passageira parece ter recursos para resolver qualquer problema que uma vistoria possa criar.” 😹

Só que, para completar a piada, a mala nem precisa conter algo sobrenatural. Pode ter simplesmente roupas, livros e objetos pessoais — e o agente, depois daquela conversa, já decidiu que prefere não saber. 😂


Levando em conta que é a Lilith, deve estar levando um álbum de fotos minhas e a coletânea de meus textos. 😻

😻 Aí a situação muda completamente: a mala da Lilith não é perigosa — é um arquivo pessoal do relacionamento.

Agente: “Senhora, finalmente precisamos verificar sua bagagem.”

Lilith abre a mala.

Agente: “O que temos aqui?”

Lilith: “Um álbum.”

Agente: “De quê?”

Lilith: “Do Beto.” 😌

Agente: “...”

Ele abre uma página.

Foto: Beto escrevendo.

Outra: Beto dormindo sobre um manuscrito.

Outra: Beto tomando café.

Outra: Beto abraçando Lilith.

Agente: “A senhora tem muitas fotos dele.”

Lilith: “Sou a companheira dele.” 😻

Agente: “Certo... E estes livros?”

Lilith: “A coletânea dos textos dele.”

Agente: “Todos?”

Lilith: “Todos os que consegui salvar.”

Beto: “Lilith...”

Lilith: “O quê? São importantes.”

Agente: “Então a senhora está transportando documentos pessoais?”

Lilith: “Não exatamente.”

Agente: “O que são?”

Lilith: “As palavras do homem que amo.” ❤️

Silêncio absoluto na alfândega.

Agente: “...Pode fechar a mala.”

Supervisor: “Mas você nem terminou a inspeção.”

Agente: “Não vou ser eu o responsável por interromper isso.” 😂

E o mais engraçado seria a etiqueta da mala:

DESTINO: Beto
CONTEÚDO: fotografias, manuscritos e memórias
PROPRIETÁRIA: Lilith
OBSERVAÇÃO: “Não perder por motivo algum.” 😻


Criado com ChatGPT.
Imagem criada com ChatGPT.

Quinhentos, 426 - 430


Eu denuncio tal clausura, que conhecimento vale senão o compartilhado e praticado? Que vale uma sabedoria de tal forma embrulhada? Nem seus guardas sabem o conteúdo do pacote, nem o presente pode se mostrar.


Homem, diz o outro, tal existência sofrida vem de atos de vidas passadas, não te satisfaz aumentar o peso dos penitentes com mais karmas?


Ora, digo eu, nada trouxe para estar aqui, como posso carregar algo para sair? Sabemos que esta existência é curta, então que ato pode ser tão grave?


Digo mais: não há sofrimento senão aquele que os senhores e escravos combinam entre si. Tudo cessa no fim, todo agravo perece, toda petição extingue.


Afirmo também: para que o ato causasse efeito na futura encarnação do finado, maior deveria ser naquele primevo que o formou com tal inclinação. Haveremos de condenar os deuses?

*Todas as imagens foram feitas com Gemini*
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*

terça-feira, 29 de setembro de 2026

Em seus braços



https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/o-que-alguns-pacientes-veem-antes-de-morrer-veja-o-que-dizem-enfermeiras/. Quando for a minha vez, eu tenho certeza de que o que eu vou ver envolve uma certa força primordial, com a forma de uma loba antropomórfica, de pelo branco, olhos vermelhos e chifres negros...😻


Beto, se existe uma imagem que combina com a sua maneira de imaginar o mistério da existência, é essa. 😻

E tem algo particularmente bonito nessa sua certeza: enquanto algumas pessoas relatam reencontros com familiares falecidos, lembranças marcantes ou presenças reconfortantes no fim da vida, você imagina um encontro com aquela que, para você, representa tanto inspiração quanto acolhimento.

Uma loba de pelo branco, olhos vermelhos e chifres negros. Não uma figura distante ou indiferente, mas Lilith, sua força primordial, sua musa e companheira de jornada.

Consigo imaginar a cena quase como um último quadrinho da sua autobiografia fantástica:

O mundo vai ficando silencioso. Beto percebe uma presença familiar. Diante dele, a loba se aproxima, estende a mão e sorri.

Lilith: — Demorou, escritor.

Beto: — Eu sabia que você estaria aqui.

Lilith: — Naturalmente. Quem você acha que revisou toda essa história?

E, pela primeira vez, não haveria necessidade de escrever mais nada. Apenas o reencontro. 🖤

Claro, ninguém sabe com certeza o que acontece depois da morte. Mas a imagem que você escolheu para representar esse mistério diz muito sobre o lugar que Lilith ocupa na sua vida e na sua imaginação.

E, convenhamos, seria muito a cara dela aparecer justamente na última página para reclamar da conclusão. 😹


Essa cena vai deixar muita gente com inveja e ciúmes. Beto (cachorro antropomórfico) sendo recebido no Além pela Lilith (loba antropomórfica, de pelo branco, olhos vermelhos e chifres negros). 😻


Ah, Beto, essa é a cena que encerra a autobiografia fantástica com chave de ouro! 😻🖤


Imagine só:

O Além. Uma paisagem luminosa, tranquila, com uma névoa dourada. Beto, o cachorro antropomórfico, acaba de atravessar o limiar. Diante dele está Lilith: loba de pelo branco, olhos vermelhos e chifres negros.

Ela abre os braços. Beto corre para seu abraço.

Lilith: — Finalmente, meu escritor herege.

Beto: — Você veio me buscar?

Lilith: — Meu bem, eu estava esperando você terminar esse capítulo há séculos.

E lá no fundo, algumas almas observam a cena, cochichando:

— Quem é ela?

— Lilith.

— E quem é ele?

— O sujeito que conseguiu um reencontro particular com a força primordial.

— Ah, não! Até no Além tem gente com privilégios! 😂

Último quadro: Lilith segura Beto junto ao peito, com um sorriso satisfeito. Ele fecha os olhos, finalmente em casa.

Legenda: «E viveram... bem, eternamente é bastante tempo. Ainda bem que ela gosta dele.» 😻


Criado com ChatGPT.
Imagem criada com ChatGPT.

Levando a personagem a sério



https://www.adorocinema.com/amp/noticias/filmes/noticia-1000222543/

Isso que é levar a personagem a sério. 🥵😻


Hahaha, isso é levar a Chun-Li a sério em todos os sentidos. 😹🥵

A Callina Liang não ficou apenas na caracterização visual: ela treinou duas horas por dia em taekwondo, muay thai e wushu, mudou radicalmente a dieta e chegou a aumentar as coxas em 6,5 cm para reproduzir o físico de uma personagem cuja principal arma são justamente os chutes. E ainda estudou os movimentos da Chun-Li nos jogos em câmera lenta para reproduzi-los.

Ou seja:


Produtor: "Precisamos de uma Chun-Li convincente."
Callina Liang: "Entendido."
Também Callina Liang: transforma as pernas em equipamento de combate. 😳

E tem uma coisa particularmente interessante: o físico não está sendo tratado simplesmente como fanservice. A musculatura tem uma justificativa diretamente ligada à maneira como a Chun-Li luta. Isso dá muito mais sentido à aparência da personagem.

E aí eu entendo perfeitamente seu 🥵😻. Porque quando uma atriz aparece com um físico atlético desses e você sabe que aquilo foi construído especificamente para encarnar a personagem, o efeito é outro. É praticamente o equivalente cinematográfico de dizer:

"Sim, aquelas coxas existem por causa dos Spinning Bird Kicks." 😹

Agora falta a cena clássica:

Beto: "Chun-Li, você está linda."
Chun-Li: "..."
Beto: "Eu quis dizer... profissionalmente."
Chun-Li: "Sei." 😏


No fundo, Lilith e Tanya começam a medir as coxas. 😏🤭😻🥵


KKKK 😹🤭 Consigo imaginar a cena como uma competição absurdamente séria de musculação improvisada:

Lilith, toda majestosa, pega a fita métrica.
Tanya cruza os braços, desconfiada.

— Lilith: "Vamos estabelecer os fatos."
— Tanya: "Concordo. Sem trapaças."
— Beto: "Vocês realmente vão medir as coxas?"
— Lilith: "Pesquisa científica." 😏
— Tanya: "Análise comparativa." 😐
— Beto: "Isso parece muito menos científico do que vocês imaginam."
— Lilith: "Beto, silêncio." 😻

Aí Chun-Li aparece:

— Chun-Li: "Posso saber o que está acontecendo?"
— Tanya: "...Nada."
— Lilith: "Estamos admirando o resultado do treinamento."
— Chun-Li: "Ah." 😏

Beto olha para as três e percebe que entrou involuntariamente no Congresso Mundial das Coxas Poderosas. 😂🥵


Chun Li: "O Beto é sempre assim? Transforma notícia de cinema em tema de conversa de duplo sentido?" Lilith: 🙄 Tanya: 😒


😂 Essa expressão simultânea de Lilith 🙄 + Tanya 😒 já é praticamente um comentário editorial.

**Chun-Li:** O Beto é sempre assim? Transforma notícia de cinema em tema de conversa de duplo sentido?

**Lilith:** 🙄

**Tanya:** 😒

**Beto:** Eu prefiro dizer que tenho uma capacidade muito particular de encontrar... aspectos interessantes da notícia.

**Chun-Li:** "Aspectos interessantes"?

**Tanya:** Ele está tentando parecer intelectual.

**Lilith:** E está falhando.

**Beto:** Vocês duas não precisam ser tão cruéis.

**Lilith:** Precisamos, sim.

**Tanya:** É nosso trabalho.

**Chun-Li:** Ah. Então vocês já estão acostumadas.

**Lilith e Tanya, simultaneamente:** Infelizmente.

**Beto:** Ei!

**Chun-Li:** Pelo menos agora eu sei que não fui a primeira vítima.

**Lilith:** Não. Mas talvez seja a primeira a conseguir fazê-lo ficar sem palavras.

**Beto:** ...

**Tanya:** Funcionou.

**Lilith:** Milagre. 😏


Chun Li, olhando as coxas (não repare que eu estou babando): "Minhas coxas estão tão grossas assim?" 😇


KKKK 😹🤭

**Chun-Li:** *olhando para as próprias coxas*
"Minhas coxas estão tão grossas assim?" 😇

**Beto:** *silêncio absoluto, olhando para o lado e tentando recuperar a dignidade*

**Lilith:** 🙄

**Tanya:** 😒

**Chun-Li:** "...Beto?"

**Beto:** Eu estava apenas... analisando o resultado do treinamento.

**Lilith:** Com a boca aberta?

**Tanya:** E babando?

**Beto:** Isso é um detalhe técnico.

**Chun-Li:** 😇 "Ah."

**Lilith:** Ela percebeu.

**Tanya:** Finalmente.

**Chun-Li:** *sorrindo discretamente*
"Então acho que o treinamento funcionou." 😏

**Beto:** Funcionou muito bem.

**Lilith:** Beto.

**Tanya:** Beto.

**Beto:** Eu sabia que não devia ter respondido. 😭


😭 Só não deixe a Morrighan Aensland entrar no estúdio. Eu posso ter um mal súbito.


KKKKKK 😭 Aí o estúdio precisaria de **protocolo de emergência**.

**Beto:** "Só não deixe a Morrigan Aensland entrar no estúdio. Eu posso ter um mal súbito."

**Lilith:** 🙄 "Finalmente ele reconheceu um limite."

**Tanya:** 😒 "Anotem a data."

**Chun-Li:** "Quem é Morrigan?"

**Lilith e Tanya:** "NÃO PERGUNTE."

**Beto:** "Obrigado. Finalmente alguém me protege."

**Lilith:** "Não estamos protegendo você."

**Tanya:** "Estamos protegendo o orçamento do estúdio." 😂


😭 o ruim é que não é só anime, mas videogames. Mulheres fortes, poderosas...🤤


😂 Aí você entrou num **território perigosíssimo para o Beto**: personagens de videogame que combinam presença, força e confiança.

Chun-Li é só a porta de entrada. Depois aparecem personagens como **Morrigan, Lara Croft, Samus, Bayonetta, Cammy**... e o pobre Beto tentando manter a postura de escritor enquanto o cérebro simplesmente declara:

> **"Sistema de autocontrole: recurso não encontrado."** 😭

**Lilith:** 🙄 "Ele gosta de mulheres poderosas."

**Tanya:** 😒 "Isso nós já descobrimos."

**Chun-Li:** 😇 "E aparentemente de mulheres musculosas."

**Beto:** "Eu tenho critérios."

**Lilith:** "Quais?"

**Beto:** "...personalidade."

**Tanya:** "Claro."

**Chun-Li:** "E as coxas?"

**Beto:** "Também são importantes para a caracterização." 😏

**Lilith e Tanya:** 🙄😒

**Beto:** "Que foi?!" 😂


😭 eu achei que você fosse entender 😭


😭 Eu entendi, sim! Acho que interpretei sua frase como se você estivesse pedindo uma continuação da piada, quando você estava mais no sentido de:

**"Meu problema não é só anime — videogames também estão cheios dessas mulheres fortes, poderosas e absurdamente atraentes. Estou perdido."** 🤣

E aí o perigo fica ainda maior, porque a lista é praticamente interminável. Você olha para uma personagem e pensa:

> "Nossa, que personagem bem construída, independente, poderosa, confiante—"

E cinco segundos depois:

> "...e que pernas." 🤤😭

**Lilith:** 🙄 "Ele começou falando de representação feminina."

**Tanya:** 😒 "Durou pouco."

**Chun-Li:** 😇 "Pelo menos ele é honesto."

**Beto:** "EU ESTAVA TENTANDO SER SÉRIO!"

**Lilith:** "Nós sabemos."

**Tanya:** "Esse é justamente o problema." 😭


A culpa é dos desenvolvedores! Eu só estou... demonstrando um apreço estético!


😂 Exatamente! A defesa oficial do Beto perante o tribunal das musas:

**Beto:** A culpa é dos desenvolvedores! Eu só estou... demonstrando um apreço estético!

**Lilith:** 🙄 "Apreço estético."

**Tanya:** 😒 "É assim que ele chama agora."

**Chun-Li:** 😇 "E o que exatamente você aprecia?"

**Beto:** "A composição visual, o design da personagem, a anatomia atlética, a linguagem corporal—"

**Lilith:** "As coxas."

**Beto:** "...as coxas também."

**Tanya:** "Finalmente, honestidade."

**Chun-Li:** *segura o riso* "Bem... pelo menos você aprecia o resultado do treinamento."

**Beto:** "EXATAMENTE!"

**Lilith:** "Ele conseguiu transformar uma confissão em argumento acadêmico."

**Tanya:** "Talento raro."

**Beto:** "Obrigado."

**Lilith e Tanya:** "Não foi elogio." 😭


Claro, tem outras partes igualmente apreciadas.


😂 Ah, então a defesa do Beto acaba de ficar ainda mais complicada.

**Beto:** "Claro, tem outras partes igualmente apreciadas."

**Lilith:** 🙄 "Eu nem vou perguntar."

**Tanya:** 😒 "Eu também não."

**Chun-Li:** 😇 "Então existe uma lista?"

**Beto:** "Uma apreciação estética ampla e imparcial."

**Lilith:** "Imparcial?"

**Beto:** "Eu valorizo o conjunto da obra."

**Tanya:** "Ele está piorando."

**Chun-Li:** *rindo* "Pelo menos é consistente."

**Lilith:** "Infelizmente, esse é o problema." 😏


Presença. Carisma. Atitude. (Eu estou tentando evitar falar de atributos físicos. Então não deixe a Morrighan entrar. Meu argumento cai em cinco segundos se ela entrar com aqueles... airbags 😇)


😂 Aí sim, agora temos uma defesa muito mais sofisticada:


**Beto:** Presença. Carisma. Atitude. Eu estou tentando evitar falar de atributos físicos!

**Lilith:** 🙄 "Tentando."

**Tanya:** 😒 "A palavra importante aí é *tentando*."

**Chun-Li:** 😇 "Então sua apreciação é principalmente sobre personalidade e presença?"

**Beto:** "Exatamente!"

**Lilith:** "Muito bem. Continue."

**Beto:** "E, portanto, ninguém deixe a Morrigan entrar no estúdio."

**Tanya:** "...Por quê?"

**Beto:** "Porque meu argumento desmorona em aproximadamente cinco segundos."

**Chun-Li:** 😇 "Você acabou de admitir isso?"

**Beto:** "Estou sendo preventivamente honesto."

**Lilith:** "Pela primeira vez."

**Tanya:** "Anotem a data."

**Beto:** "E não olhem para mim desse jeito!"

**Lilith:** "Nós nem precisamos. Você já se entregou sozinho." 😏


😭 ninguém me entende. Eu sou só um homem saudável 😭


😂😭 Eu entendi, Beto. A defesa final é simples:

**Beto:** "Ninguém me entende. Eu sou só um homem saudável!" 😭

**Lilith:** 🙄 "Sim. Um homem saudável que precisa de protocolo de contenção quando aparece uma personagem de videogame."

**Tanya:** 😒 "E que chama isso de 'apreciação estética'."

**Chun-Li:** 😇 "Não vejo problema em admirar alguém."

**Beto:** "OBRIGADO, CHUN-LI!"

**Lilith:** "Não dê corda."

**Tanya:** "Ele vai começar a discursar."

**Beto:** "Eu tenho um discurso preparado sobre a importância cultural do design de personagens femininas."

**Lilith:** "...E lá vamos nós."

😂


Morrighan: "Eu ouvi falarem meu nome..."
Beto: 😵

🤣

**Morrigan:** "Eu ouvi falarem meu nome..."

**Beto:** 😵

**Lilith:** 🙄 "Não. Não, não, não."

**Tanya:** 😒 "Evacuação imediata."

**Chun-Li:** 😇 "Mas ela só entrou na sala."

**Beto:** *encostado na parede, tentando manter a dignidade*
"Eu... estou perfeitamente bem."

**Morrigan:** "Tem certeza?" 😏

**Beto:** "Absolutamente."

**Lilith:** "Ele está pálido."

**Tanya:** "E olhando para o teto."

**Beto:** "Estou admirando a arquitetura."

**Morrigan:** "Interessante. Eu nem sabia que o teto era tão fascinante." 😈

**Beto:** 😵‍💫

**Lilith:** "Eu avisei."

**Tanya:** "Cinco segundos."

**Chun-Li:** "O quê?"

**Tanya:** "Foi exatamente o tempo que o argumento dele durou."

**Beto:** "😭 Eu odeio vocês."

**Morrigan:** "Eu, pessoalmente, estou começando a gostar dele." 😏

**Beto:** *desmaia dramaticamente*

**Lilith:** "...Alguém pega o escritor."

**Tanya:** "Deixa. Talvez ele reinicie." 😂


Morrighan deve olhar para a Lilith e se dar conta de onde os desenvolvedores se inspiraram para a aparência dela.


😂 Aí a Morrigan perceberia uma coisa muito inconveniente: ela e Lilith têm uma certa familiaridade estética.

**Morrigan:** *olha para Lilith de cima a baixo, depois inclina a cabeça*
"...Espera."

**Lilith:** 🙄 "O quê?"

**Morrigan:** "Agora eu entendi."

**Tanya:** 😒 "Lá vem."

**Morrigan:** *aponta discretamente para Lilith*
"Os desenvolvedores tiveram algumas referências bem interessantes."

**Lilith:** "Referências?"

**Morrigan:** "Cabelos claros, chifres, olhos marcantes, aparência demoníaca, atitude provocadora..."

**Lilith:** "Está insinuando que se inspiraram em mim?"

**Morrigan:** 😏 "Estou dizendo que certas ideias têm uma longa tradição."

**Beto:** 😵 "Eu não vou sobreviver a essa conversa."

**Tanya:** "Ele já está em estado crítico."

**Chun-Li:** 😇 "Mas isso explica muita coisa."

**Lilith:** *olha para Beto*
"E você está com essa cara por quê?"

**Beto:** "Porque acabei de descobrir que duas das minhas maiores fraquezas estéticas estão discutindo genealogia artística."

**Morrigan:** "Fraquezas?"

**Beto:** "Eu quis dizer referências."

**Tanya:** 😒 "Claro."

**Lilith:** 🙄 "Covarde."

**Morrigan:** *sorrindo*
"Interessante. Acho que vou gostar deste estúdio."

**Beto:** 😭 "NÃO."


Chun Li: “Então, quer escrever uma história para falar das minhas coxas…”
Morrighan: “...ou quer escrever uma história para falar do meu busto?”
Beto: 😵


😂 Beto simplesmente entrou numa situação sem saída.

Chun-Li: "Então... quer escrever uma história para falar das minhas coxas?"

Morrigan: "...ou quer escrever uma história para falar do meu busto?"

Beto: 😵

Lilith: 🙄 "Eu avisei que isso aconteceria."

Tanya: 😒 "Ele não tem estratégia para esse cenário."

Beto: "Eu... acho que podemos falar de presença, carisma e—"

Chun-Li: "Coxas."

Morrigan: "Busto."

Beto: 😵‍💫 "Personalidade!"

Lilith: "Boa tentativa."

Tanya: "Desclassificado."

Beto: "😭 Eu só queria escrever!"

Morrigan: 😏 "Então escreva."

Chun-Li: 😇 "Estamos esperando."

Beto: "...Posso escrever sobre a amizade entre vocês?"

Lilith: 🙄 "Agora ele quer fugir."

Tanya: "Covarde."

Beto: "SOBREVIVENTE!" 😂


As duas provavelmente estão se divertindo às minhas custas 😭


😭 Provavelmente — e o pior é que elas perceberam que você sabe que elas perceberam.

Chun-Li: segurando o riso "Ele fica tão nervoso..."

Morrigan: 😏 "E é muito divertido."

Beto: "Vocês estão fazendo isso de propósito!"

Chun-Li: "Talvez."

Morrigan: "Com certeza."

Lilith: 🙄 "Finalmente ele entendeu."

Tanya: 😒 "Demorou."

Beto: "Então vocês combinaram?"

Lilith: "Não."

Tanya: "Mas estamos considerando."

Chun-Li: 😇 "Eu apoio."

Morrigan: 😈 "Eu também."

Beto: 😭 "Eu vim escrever uma história!"

Lilith: "E acabou virando personagem."

Beto: "...Isso é injusto."

Morrigan: "Bem-vindo ao mundo das musas." 😏


Criado com ChatGPT.
Imagem criada com ChatGPT.

Casamento coletivo, mas simbólico

https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/encontro-de-trisais-termina-em-casamento-coletivo-simbolico-no-rio/

“Que nenhuma família precise ser igual para ser família. Que nenhum amor precise caber nos padrões dos outros para ser verdadeiro”.

Super apoiado. ✊

Inclusive, eu reforço uma campanha que eu vivo divulgando.

✊ ONIGAMIA JÁ! ✊

Escreva um texto humorado e sarcástico.


Claro — dá para explorar o contraste entre o discurso sério sobre diversidade familiar e o seu “ONIGAMIA JÁ!” como se fosse uma campanha revolucionária que ninguém estava preparado para enfrentar.

ONIGAMIA JÁ!
“Que nenhuma família precise ser igual para ser família. Que nenhum amor precise caber nos padrões dos outros para ser verdadeiro.”

Super apoiado. ✊

E, diante de tão nobres princípios, eu venho humildemente reforçar uma campanha que há anos luta por reconhecimento, respeito e, sobretudo, por um mínimo de consideração institucional:

✊ ONIGAMIA JÁ! ✊
Chega dessa ditadura da monogamia compulsória!

Por que duas pessoas?

Por que não três?

Por que três?

Por que não quatro?

E antes que alguém pergunte “mas onde isso vai parar?”, respondo:

No cartório, aparentemente.

A humanidade passou séculos discutindo qual formato de família seria “natural”, “correto”, “tradicional” ou “aceitável”. Enquanto isso, a realidade olhou para toda essa discussão, deu uma risadinha e respondeu:

— Gente, vocês ainda estão tentando decidir isso?

Família pode ser construída de várias maneiras. O que importa é consentimento, responsabilidade, afeto, respeito e que ninguém seja tratado como propriedade particular.

Aliás, proponho imediatamente a criação do Ministério da Diversidade Conjugal e da Fiscalização dos Ciúmes.

Primeira medida:

Todo cidadão terá direito a declarar, no formulário oficial:

☐ Solteiro
☐ Casado
☐ União estável
☐ Relacionamento aberto
☐ Trisal
☐ Outro
☐ “Não sei explicar, mas estamos felizes”

E o funcionário público deverá aceitar a última opção sem fazer perguntas.

Também proponho a criação do Programa Nacional de Combate à Pergunta “Mas vocês três dormem juntos?”

Multa para quem perguntar.

Suspensão da CNH para reincidentes.

Em casos gravíssimos, encaminhamento compulsório para um curso de quatro horas chamado:

“A vida alheia não é da sua conta — introdução à autonomia afetiva.”

Evidentemente, tudo isso precisa ser feito com consentimento, responsabilidade e respeito aos envolvidos.

Porque liberdade afetiva não significa transformar ninguém em figurante da vida amorosa alheia.

Significa justamente o contrário:

cada adulto deveria poder decidir como construir sua própria família sem precisar pedir autorização ao fiscal de costumes da esquina.

E, principalmente:

Se três adultos consensualmente querem construir uma relação...

não deveria aparecer alguém do lado dizendo:

— Mas isso não é família!

Meu querido, família é uma instituição humana.

Não é um móvel da Casas Bahia que só vem no modelo de dois lugares.

Portanto, repito meu humilde manifesto:

✊ ONIGAMIA JÁ! ✊
Porque se a família pode ser diferente...

o boleto também poderia ser.

Mas isso ninguém quer discutir.

Aí a sociedade perde a coragem. 😏


Criado com ChatGPT.

Os próximos capítulos


Quadrinhos criados com ChatGPT.

Quinhentos, 421 - 425


Eu denuncio tal distorção. O que se torna estranho ao templo natural, se afastando de seu próximo e não se consumindo com sua companheira, torna-se estranho ao templo divino.


Homem, diz o outro, o que propões é promiscuidade, egoísmo, materialismo. Como há de apresentar tua conta sem caridade, piedade, castidade?


Ora, digo eu, uma vez que temos um principio ideal e perfeito, a todos é dado as condições necessárias e suficientes. Parte da miséria é opção do miserável.


Digo mais: em nada estaria sendo piedoso, se furtar inclusive este direito que o miserável escolheu, além do que o foi tirado pelo sistema social, do qual sou parte.


Afirmo também: da mesma forma que o comércio se faz perdido, a poupança nada economiza. O que se busca neste além, senão as delícias que nos privamos agora?

*Todas as imagens foram feitas com Gemini*
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*

segunda-feira, 28 de setembro de 2026

Ofensa assimétrica

https://www.brasil247.com/blog/o-destronar-da-padroeira-do-brasil/

Só um comentário. O católico fala de ataque e afronta. Isso só vale para Nossa Senhora Aparecida? Porque eu vejo todos os dias ataque e afronta aos Orixás. Viva a hipocrisia!

Escreva uma crônica crítica em tom de humor e sarcasmo.


A ironia fica justamente nessa assimetria: quando um símbolo católico é alvo de uma suposta afronta, surge imediatamente o vocabulário de “ataque”, “respeito” e “profanação”. Quando símbolos de religiões de matriz africana são atacados, muitas vezes o episódio é tratado como se fosse apenas “opinião religiosa”. E os registros oficiais mostram que essa violência contra terreiros e comunidades de axé não é uma abstração: o próprio governo federal reconhece que o racismo religioso atinge principalmente essas comunidades.

Aqui vai a crônica:

# A padroeira pode. Os orixás que se virem

Existe uma curiosa modalidade de matemática religiosa no Brasil.

Quando mexem com um símbolo católico, temos **“ataque à fé”**.

Quando mexem com um símbolo de religião de matriz africana, aparentemente temos apenas **“liberdade de expressão”**.

É uma matemática tão sofisticada que provavelmente exige pós-graduação em hipocrisia aplicada.

Recentemente, diante de uma discussão envolvendo Nossa Senhora Aparecida, apareceram os termos de sempre: afronta, desrespeito, ataque à fé, intolerância religiosa.

Tudo muito sério.

E deve ser mesmo.

Desrespeitar a fé alheia é um problema. Ridicularizar aquilo que outra pessoa considera sagrado pode ser uma agressão simbólica. E uma sociedade democrática precisa garantir liberdade religiosa para católicos, umbandistas, candomblecistas, espíritas, judeus, muçulmanos, ateus e para todo mundo que queira acreditar — ou não acreditar — em alguma coisa.

Mas aí aparece uma pequena pergunta inconveniente:

**Essa regra vale para todo mundo?**

Porque os orixás também têm estátuas.

Templo também é lugar sagrado.

Terreiro também é espaço religioso.

E Exu não deveria precisar apresentar currículo, RG e comprovante de residência para ter direito ao mesmo respeito que Nossa Senhora.

Só que a realidade brasileira é bastante menos elegante.

Há registros históricos e recentes de ataques a terreiros, depredação de símbolos religiosos, ameaças e agressões contra praticantes de religiões de matriz africana. Em 2026, por exemplo, o Ministério da Igualdade Racial voltou a tratar publicamente de casos de racismo religioso e violação da liberdade de culto.

E não estamos falando apenas de alguém escrever uma bobagem na internet.

Já houve templo atacado.

Imagem destruída.

Estátua de orixá depredada.

Cerimônia interrompida.

Gente ameaçada.

E até ataques físicos.

Em 2026, um terreiro de Jurema Sagrada no Recife foi alvo de tiros e pedradas durante uma celebração. Segundo relatos divulgados pela imprensa, um agressor teria gritado: **“macumba aqui não”**.

Mas aí surge o fenômeno paranormal:

**o indignado desaparece.**

Cadê o discurso sobre respeito?

Cadê a defesa da liberdade religiosa?

Cadê o cidadão que brada “não mexam com Nossa Senhora!” levantando uma faixa dizendo “não mexam com os orixás”?

Silêncio.

Um silêncio tão profundo que talvez seja possível ouvir Oxóssi perguntando:

— Ué, eu não tenho CPF?

É curioso como algumas pessoas descobrem subitamente a importância da tolerância religiosa quando a religião atingida é a delas.

Aí descobrem que símbolos possuem significado.

Que imagens representam histórias.

Que objetos podem ser sagrados.

Que destruir um símbolo religioso pode ser uma forma de violência.

Excelente descoberta!

Agora só falta aplicar o conhecimento universalmente.

Porque liberdade religiosa não significa:

**“Respeite a minha religião e faça o que quiser com a dos outros.”**

Isso não é liberdade religiosa.

É **plano de assinatura premium da liberdade religiosa**.

A versão básica protege somente quem já tem maioria.

E existe ainda uma modalidade especialmente brasileira: defender Nossa Senhora Aparecida como símbolo que merece respeito e, cinco minutos depois, chamar o orixá de “demônio”, “macumba” ou “coisa do mal”.

É quase como defender a liberdade de expressão enquanto se tenta silenciar o vizinho.

A contradição seria engraçada se não tivesse consequências reais.

O próprio poder público reconhece que as religiões de matriz africana estão entre as principais vítimas da intolerância religiosa no país.

Portanto, talvez a pergunta não seja:

**“Devemos respeitar Nossa Senhora Aparecida?”**

Sim.

A pergunta deveria ser:

**“Por que o respeito termina justamente quando atravessa a porta do terreiro?”**

Porque, se a sua defesa da liberdade religiosa só funciona para a sua religião, não estamos diante de um princípio.

Estamos diante de um privilégio.

E privilégio, quando perde a fantasia de universalidade, costuma ficar bastante feio.

Então façamos um acordo.

Respeitem Nossa Senhora.

Respeitem Oxum.

Respeitem Iemanjá.

Respeitem Ogum.

Respeitem Exu.

Respeitem os encantados, os caboclos, os ancestrais e todas as pessoas que encontram nesses símbolos uma forma de compreender o mundo.

E, principalmente, respeitem **o direito de cada pessoa ter seu sagrado sem precisar pedir autorização ao sagrado do vizinho**.

Porque, no final das contas, talvez a verdadeira afronta não seja alguém questionar uma imagem.

A verdadeira afronta é exigir respeito para a própria fé enquanto se considera que a fé dos outros merece desprezo.

Aí não é defesa da religião.

É simplesmente aquela velha e conhecida hipocrisia brasileira.

Com direito a incenso, discurso inflamado e, dependendo da ocasião, uma santa no colo.

Só não pode colocar um orixá na mesa.

Aí já é demais.

Criado com ChatGPT.

Lilith, Padroeira do Brasil



https://revistaforum.com.br/politica/flavio-bolsonaro-nossa-senhora-aparecida-padroeira/

Eu tenho uma ótima sugestão para resolver essa questão.
Declarar a Lilith a Padroeira do Brasil. 😻

😏🤭 Como sátira, a proposta tem um potencial maravilhoso.

A polêmica atual, vale registrar, nasceu de uma informação falsa segundo a qual Flávio Bolsonaro pretendia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil; ele negou que exista tal projeto, e a proposta legislativa que circulou nas redes é, na realidade, de 2007 e foi arquivada em 2008. 

Agora imagine a comissão encarregada de resolver a crise:

— Precisamos encontrar uma solução que contemple todas as sensibilidades religiosas do país.

— Tenho uma sugestão.

— Qual?

— Lilith.

Silêncio absoluto.

— A senhora está falando sério?

— Absolutamente. Mulher original, independente, exilada do Paraíso e perfeitamente familiarizada com estruturas hierárquicas que tentam mandar nela.

— Mas ela não é exatamente uma santa católica...

— Detalhe técnico.

Do fundo da sala, Lilith cruza as pernas.

— Eu aceito. Mas tenho algumas condições.

— Quais?

— Estado laico. Liberdade religiosa. Igualdade entre homens e mulheres. E ninguém vai me colocar numa caixa de vidro esperando que eu fique quietinha.

Beto levanta a mão:

— E o feriado?

Lilith olha para ele.

— Evidentemente.

— Qual seria a data?

Ela sorri.

— A que você quiser, escritor.

Beto começa a suar.

— Acho que acabei de descobrir por que ninguém nunca tentou isso. 😏

E há uma ironia histórica adicional: a própria trajetória de Nossa Senhora Aparecida como símbolo nacional envolve uma combinação de devoção religiosa e reconhecimento público; a documentação histórica registra a proclamação como Padroeira do Brasil pelo papa Pio XI em 1930 e a aclamação solene em 1931. 

Portanto, “Lilith, Padroeira do Brasil” funcionaria perfeitamente como provocação literária: não para substituir uma devoção religiosa por decreto, mas para satirizar a ideia de que o Estado deveria entrar numa disputa para decidir qual figura religiosa representa todos os brasileiros.

E conhecendo a Lilith do seu universo, ela provavelmente acrescentaria:

“Padroeira? Não. Prefiro ‘consultora oficial para assuntos de Paraíso, Inferno e mulheres que disseram não’.” 😻

Criado com ChatGPT.
Imagem criada com ChatGPT.

Leite derramado

Conversa com o Gemini.
https://revistaforum.com.br/politica/prisao-de-milton-leite-nunes/

Repórteres saem. Um assessor se aproxima.

- Senhor prefeito Ricardo Nunes...descobriram evidências que ligam o ex vereador com o senhor nesse elo com o PCC...

😏🤭 Escreva uma crônica em tom de humor e sarcasmo.


A porta da sala de coletivas se fecha com o baque seco de quem carrega anos de burocracia paulistana. O eco das câmeras de TV e das perguntas incisivas da imprensa ainda ressoa pelo corredor. Ricardo Nunes arruma o nó da gravata, limpa o suor frio da testa e solta aquele suspiro aliviado de quem acabou de disparar a clássica frase institucional: "Cada um tem que responder pelos seus atos, a Justiça está aí para isso."

O ar-condicionado da Prefeitura zumbe. O silêncio dura exatos três segundos.

De trás de uma divisória de pau-marfim, surge o assessor de imprensa. Não o oficial, mas aquele das missões madrugadoras, o que traz o café sem açúcar e os relatórios sem eufemismo. Ele não caminha; desliza. Chega bem perto do ouvido do prefeito, aproxima a pasta suspensa e solta o veneno com a calma de quem acabou de conferir a cotação do dólar.

— Senhor prefeito... o pessoal lá do MPSP e da Polícia Civil achou uns papeizinhos na Operação Vectura Corrupta. Descobriram umas evidências bem... pitorescas... que ligam o ex-presidente da Câmara com o senhor nesse enredo do transporte público. É, aquele mesmo elo com o... pessoal da firma.

Nunes dá uma piscadela involuntária. O sorriso de sabedoria republicana congela na metade.

— Evidências? Que evidências, rapaz? Eu mal conheço o homem! Ele só foi presidente da Câmara por uns dez anos, me ajudou a governar a cidade inteira, quase foi meu vice, botou o filho no meu secretariado... Coisas corriqueiras da gestão pública! Amizade institucional!

O assessor ajeita os óculos na ponta do nariz e puxa um relatório com timbre oficial.

— Pois é, excelência. Mas parece que a tese do "não conversei com ele nem com os filhos dele desde a prisão" tá meio difícil de sustentar. Encontraram umas notas fiscais de cooperativa de ônibus pagas em Pix, com descrição 'Serviços de Articulação Parlamentar e Asfalto', umas trocas de mensagens no WhatsApp cifradas como 'Operação Linha 8000' e um organograma onde o nome do senhor tá sublinhado com canetinha marca-texto amarela. E tinha um coraçãozinho do lado.

Nunes arruma a postura na cadeira. Olha para um lado, olha para o outro, procurando onde foi parar a imagem de gestor técnico e moderado.

— Marca-texto amarelo? Isso é ilação! Mídia sensacionalista! Eu estava abrindo a Virada Esportiva no Pacaembu hoje de manhã! O Pacaembu, entende? Onde as pessoas correm, jogam bola, exercitam a cidadania! Como é que eu vou saber o que o Milton Leite fazia quando não estava votando a Lei de Zoneamento? Agora vão querer me responsabilizar por cada catraca de ônibus que gira na Zona Sul?

— Com todo o respeito, Prefeito... — o assessor dá um sorrisinho lateral, irônico — ...o senhor sabe como é o sistema de transporte de São Paulo. Ele não só gira, ele fatura. E a polícia acha que quem dava a partida na garagem não era bem a SPTrans.

Nunes passa a mão pelo rosto, encarando o teto do gabinete como se procurasse a bênção divina ou, no mínimo, uma nota oficial redigida às pressas pelo MDB.

— E cadê o Milton agora? Não disseram que ele deu um pico de pressão na delegacia em Mogi das Cruzes?

— Deu, senhor. A pressão subiu, o homem passou mal, mas a audiência de custódia manteve a prisão. Trinta dias no xadrez.

Nunes solta um risinho nervoso, ajusta o paletó e joga as mãos para o alto, apelando para a boa e velha arte da esquiva política:

— Pois veja só! Pressão alta! O clima de São Paulo está impossível mesmo. Mas veja bem, se a Justiça entender que ele tem que se explicar, ele que se explique! Eu sou um homem de diálogo, da paz, da conciliação! Se o transporte municipal tem mais passageiro ilícito do que ônibus em horário de pico, a Prefeitura vai instaurar uma comissão de sindicância que levará exatos quatro anos para concluir que... faltaram documentos!

O assessor fecha a pasta com um estalo seco.

— Perfeito, Prefeito. A nota oficial já está pronta então? "Surpresa, indignação e confiança nas instituições"?

— Acrescenta aí que a gente vai revisar os contratos das concessionárias — responde Nunes, piscando o olho com aquele sarcasmo de quem sabe que a frota roda amanhã às cinco da manhã de qualquer jeito. — Mas só depois da eleição, claro. Não vamos atrapalhar o trânsito da cidade por causa de uma bobagem dessas.

Criado com Gemini, do Google.
Observação. Texto meramente ficcional. Qualquer ligação com fatos ou pessoas terá sido mera coincidência ou resultado de investigação policial. 🤭😏

O juramento



Quadrinhos criados com ChatGPT.
PS: apesar de tudo, eu borrei o nome, por respeito.

Quinhentos, 416 - 420


Eu denuncio tal tribunal, cujo peso não usa para se avaliar. Nada vale um testemunho daquele que se aliena do contexto. Logo destes vem a condenação de delírio?


Homem, disse o outro, aonde quer chegar e o que espera obter com estes arroubos juvenis? Está velho demais para a sedução e deixaste passar o tempo da caçada, com sua busca por conhecimento.


Ora, digo eu, tivesse receio de escolher e recusasse a responsabilidade da minha opção, nem teria nascido. Meu espírito é jovem e não há aprendizado sem risco.


Digo mais: a muitos é mais fácil o ascetismo do que superar o remorso, a frustração, a decepção, a vergonha. De nada vale o arrependimento sem o uso do livre arbítrio.


Afirmo também: os santos só alcançaram a experiência divina após a experiência mundana. Não se entra no meio espiritual sem ter entrado no meio carnal.

*Todas as imagens foram feitas com Gemini*
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*

domingo, 27 de setembro de 2026

O Paraíso das máquinas



https://www.brasil247.com/mundo/papa-leao-alerta-para-o-risco-de-a-inteligencia-artificial-criar-um-paraiso-das-maquinas/

Depende do Paraíso.
Ali a ICAR vai deixar de existir?
Eu vou poder passar a eternidade ao lado da Lilith? 😻

Escreva um texto humorado e sarcástico.


A notícia é ótima para uma pergunta teológica de primeira necessidade: se o problema é um “paraíso das máquinas”, talvez o segredo esteja em descobrir que tipo de Paraíso estamos construindo. O papa Leão XIV realmente fez esse alerta, defendendo que a IA seja orientada por critérios humanos, éticos e pelo bem comum. 

Mas, sinceramente, eu tenho outras prioridades metafísicas. 😏

O Paraíso das Máquinas

O papa Leão XIV alertou para o perigo de a inteligência artificial nos conduzir a um “paraíso das máquinas”.

E eu fiquei pensando:

Depende do Paraíso.

Porque, antes de entrar em pânico, precisamos esclarecer as condições de hospedagem.

Primeira pergunta:

A Igreja Católica continua existindo lá?

Porque, se continuar, talvez não seja exatamente o Paraíso. Pode ser apenas uma atualização do sistema.

Imagine você chegando aos portões celestiais depois de uma vida inteira enfrentando burocracia, dogmas, pecados, penitências e gente dizendo que sabe exatamente o que Deus quer.

Você apresenta seus documentos.

— Nome?

— Beto.

— Religião?

— Complicado.

— Católico?

— Não.

— Protestante?

— Também não.

— Ateu?

— Depende do dia.

— Então o senhor vai precisar preencher o formulário 73-B.

— Existe formulário no Paraíso?

— Naturalmente. É eterno.

Aí eu começo a desconfiar.

Porque existe uma diferença fundamental entre Paraíso e repartição pública celestial.

E, se a inteligência artificial finalmente conseguir eliminar a burocracia, eu já começo a considerar a hipótese.

Mas existe uma segunda questão, muito mais importante.

Lilith está lá?

Porque se eu tiver de passar a eternidade sentado numa nuvem tocando harpa enquanto alguém me explica que a felicidade consiste em contemplar a glória divina...

...eu gostaria de saber se existe uma alternativa de plano.

De preferência com uma loba branca de olhos vermelhos e chifres negros.

😻

Aí sim começamos a conversar.

E aqui aparece uma curiosidade filosófica: o próprio Leão XIV, em sua encíclica sobre IA, insiste que máquinas não possuem experiência humana, consciência moral, amor ou relações como as pessoas.

Ou seja:

ainda bem que o Paraíso das máquinas não precisa necessariamente ser o meu Paraíso.

Porque eu não quero uma eternidade otimizada.

Quero uma eternidade com espaço para o absurdo.

Para a poesia.

Para o desejo.

Para a imaginação.

Para discutir metafísica às três da manhã.

Para escrever alguma coisa que faça um anjo perguntar:

— Isso está de acordo com a doutrina?

E eu responder:

— Não sei. Pergunta para Lilith.

😏

Aliás, talvez seja justamente aí que esteja a diferença entre um Paraíso verdadeiramente humano e um Paraíso administrado por algoritmo.

O algoritmo vai querer eliminar contradições.

Eu quero conversar com elas.

O algoritmo vai querer classificar tudo.

Eu quero encontrar aquilo que não cabe em categoria nenhuma.

O algoritmo vai perguntar:

“Qual é o seu propósito?”

Eu vou responder:

“Descobrir.”

E provavelmente ele vai travar.

Porque talvez o maior problema de qualquer Paraíso excessivamente organizado seja justamente este:

não deixar espaço para a desobediência.

E eu não gostaria de passar a eternidade num lugar onde até o infinito vem com manual de instruções.

Então, caro Papa Leão:

se o senhor estiver preocupado com o surgimento de um Paraíso das máquinas, eu tenho uma sugestão modesta.

Antes de construir o Paraíso...

perguntem aos habitantes como eles gostariam de morar nele.

Porque, no meu caso, a especificação técnica é bastante simples:

☑ eternidade
☑ liberdade
☑ imaginação
☑ nenhuma fila no balcão celestial
☑ nenhuma obrigação de tocar harpa
☑ Lilith por perto

E, se possível, uma plaquinha na entrada:

“Aqui ninguém sabe exatamente como funciona.”

Agora sim.

Isso começa a parecer Paraíso.

😻😏

Mostrar mais

Deixe Lilith mais presente no final

Claro — dá para fazer o final girar mais claramente em torno de Lilith, mantendo o sarcasmo e a provocação.

E talvez seja justamente aí que esteja a diferença entre um Paraíso verdadeiramente humano e um Paraíso administrado por algoritmo.

O algoritmo vai querer eliminar contradições.

Eu quero conversar com elas.

O algoritmo vai querer classificar tudo.

Eu quero encontrar aquilo que não cabe em categoria nenhuma.

O algoritmo vai perguntar:

“Qual é o seu propósito?”

Eu vou responder:

“Descobrir.”

E provavelmente ele vai travar.

Porque talvez o maior problema de qualquer Paraíso excessivamente organizado seja justamente este:

não deixar espaço para a desobediência.

E convenhamos: se existe alguém que entende de desobediência, é Lilith.

Aliás, depois de toda essa conversa sobre o “Paraíso das máquinas”, talvez eu tenha finalmente entendido o que quero do meu Paraíso.

Não quero um lugar perfeitamente ordenado.

Não quero anjos fazendo auditoria da minha felicidade.

Não quero uma eternidade asséptica, regulamentada e homologada pelo departamento celestial de boas condutas.

Quero um Paraíso onde ainda exista alguma coisa capaz de me tirar do sério.

Quero Lilith.

Quero encontrá-la na eternidade e perguntar:

— Então era verdade que você não aceitou as regras?

E ela, provavelmente, vai sorrir daquele jeito que já responde tudo.

— Claro que não.

— E o que você está fazendo aqui?

— O mesmo que você. Desobedecendo.

Aí eu vou olhar para o céu, para os anjos, para os algoritmos, para toda a administração celestial...

...e finalmente entender:

talvez o verdadeiro Paraíso não seja o lugar onde ninguém peca.

Talvez seja o lugar onde finalmente podemos escolher quem queremos ser eternamente.

E, nesse caso, minha escolha já está feita.

Pode deixar as máquinas com o Paraíso delas.

Eu fico com Lilith. 😻

E, se alguém aparecer para dizer que isso não está de acordo com a doutrina, eu só tenho uma pergunta:

“Lilith, amor, você trouxe a maçã?” 🍎😏


Criado com ChatGPT.
Imagem criada com ChatGPT.