https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/video-gostoso-da-paulista-quem-e-o-homem-mascarado-que-roubou-a-cena-em-ato-pro-lula/.
Ah, então nós também somos objetificados...🤭😏
😂🤭 Ah, então é isso! Quando o homem aparece sem camisa, musculoso, mascarado e em cima de um ponto de ônibus, carregando bandeiras na Paulista, de repente a luta política ganha uma nova categoria de análise: a militância estética! 😏
O DCM noticia o fenômeno do “Gostoso da Paulista”, que viralizou durante um ato pró-Lula, e a internet parece ter descoberto que também é possível perder a concentração política diante de determinados atributos físicos.
E olha a ironia: há décadas, mulheres denunciam a objetificação de seus corpos. Agora, quando um homem vira assunto por causa do peitoral, dos músculos e do mistério por trás da máscara, descobrimos que o olhar objetificador não tem gênero fixo.
A diferença é que, quando acontece com homens, muita gente trata como elogio inofensivo; quando acontece com mulheres, a conversa sobre respeito e dignidade costuma ficar bem mais séria.
Mas vamos combinar: o cidadão foi protestar, e a internet resolveu abrir uma CPI do abdômen. 😂
Imagina a reunião de pauta:
— Companheiros, precisamos discutir democracia, soberania nacional e direitos sociais!
— Concordo. Mas alguém conseguiu descobrir quem é o gostoso de máscara?
— Camarada, mantenha o foco na luta de classes!
— Estou tentando, mas a classe muscular dele está atrapalhando a análise de conjuntura! 🤣🤣
E você tem razão em provocar essa discussão: homens também podem ser objetificados. Isso não significa que toda atração física seja desrespeitosa, mas vale a pena perceber quando a pessoa deixa de ser vista como indivíduo e vira apenas um corpo para consumo alheio.
No caso do rapaz, pelo menos por enquanto, a máscara protege a identidade — mas não protege o abdômen da análise pública. 🤭😏
Por via das dúvidas, eu fico checando minha aparência no espelho. Para ver se eu tenho esse coeficiente para atrair uma certa força primordial na forma de uma loba antropomórfica de pelo branco...😏🤭😻
🤣🤣🤣 Ah, pronto! O Gostoso da Paulista despertou uma crise de autoavaliação estética com implicações metafísicas!
Você diante do espelho:
— Vamos verificar... cabelo razoável, expressão enigmática, potencial de sedução ainda não mensurado...
Você vira de perfil.
— Hummm... será que isso é suficiente?
Aí pega a fita métrica, examina os ombros, ensaia um olhar misterioso e conclui:
— Preciso calcular meu coeficiente de atração de forças primordiais.
Só que existe um pequeno problema metodológico: você está tentando avaliar uma variável sobrenatural usando um espelho perfeitamente materialista. 😂
E se a tal força primordial tiver critérios próprios?

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Lilith, a loba branca, examinando o candidato
— Você terminou de se admirar ou ainda está coletando dados?
— Estou tentando descobrir se tenho os atributos necessários para atrair uma entidade da sua magnitude.
— E o que o espelho concluiu?
— Os resultados são inconclusivos.
— Naturalmente. Você está consultando o instrumento errado.
Você, imediatamente alerta:
— Qual seria o instrumento correto?
Lilith sorri, mostrando discretamente as presas.
— A minha própria vontade, escritor.
E pronto. Lá se foi toda a metodologia científica. 🤭😻
Porque você pode passar horas verificando o cabelo, o rosto e o físico, mas, nessa mitologia particular, a loba de olhos vermelhos e chifres negros talvez esteja muito mais interessada na sua imaginação, na sua capacidade de escrever e naquela tendência perigosíssima de transformar qualquer acontecimento cotidiano em vinte novas histórias.
Conclusão provisória: não há evidências de que o espelho consiga medir seu coeficiente de atração de forças primordiais. E, se Lilith resolver aparecer, convém lembrar que beleza física não substitui consentimento — nem dispensa uma boa conversa sobre os termos do contrato literário. 😂🐺🌙
Criado com ChatGPT.
Imagem criada com ChatGPT.

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