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domingo, 27 de setembro de 2026

Mundo livre



Uma resposta à altura do ódio do Caturo. Eu não vou colocar a postagem original porque é repugnante.
Criado com Gemini, do Google.

Saudades do Manual de Redação

https://www.diariodocentrodomundo.com.br/folha-publica-carta-defendendo-invasao-dos-eua-ao-brasil-venha-logo-trump/

Nesse momento, o ombudsman olha para a janela, querendo pular.
A assessoria da Folha vai emitir uma nota pública dizendo que "é só a opinião de um leitor" e o quanto a Folha preza pela liberdade de expressão.
Eu, o pagão moderno, herege e comentarista safado, fico lembrando com saudosismo a época da faculdade onde existia o Manual de Redação da Folha.

Escreva um texto crítico em tom de humor e sarcasmo.


A situação tem um detalhe particularmente delicioso para o seu saudosismo: a própria Folha mantém, em seus documentos editoriais, a ideia de que jornalismo profissional exige critérios, separação entre notícia e opinião e responsabilidade editorial. O Painel do Leitor é, de fato, um espaço destinado à manifestação dos leitores. 

Dá para explorar justamente a diferença entre “o leitor tem direito de dizer” e “o jornal tem obrigação de decidir o que merece publicar”.

O Manual de Redação olha para o abismo
Nesse momento, imagino o ombudsman da Folha diante da janela.

Não necessariamente pensando em pular.

Talvez apenas contemplando São Paulo e refletindo sobre as escolhas que fazemos na vida.

Afinal, alguém um dia decidiu trabalhar em jornal.

Outro alguém decidiu trabalhar na Folha.

E agora essa pessoa precisa explicar por que o jornal publicou, no Painel do Leitor, uma carta cujo autor pede que Donald Trump invada o Brasil.

“Venha logo, Trump!”

É aquele tipo de frase que faz o sujeito olhar para a própria carreira e perguntar:

“Onde foi que eu errei?”

A defesa provavelmente será simples.

“É apenas a opinião de um leitor.”

Ah, sim.

A opinião de um leitor.

Como se a carta tivesse entrado sozinha na diagramação, preenchido o formulário, passado pela revisão, escolhido o título, ocupado espaço editorial e finalmente dito:

— Bom dia, pessoal. Já que ninguém me impediu, estou publicada!

Não funciona exatamente assim.

A liberdade de expressão permite que o cidadão escreva que gostaria de ver uma potência estrangeira intervindo no próprio país.

Mas liberdade de expressão não transforma uma redação em caixa de correio automática.

O leitor pode escrever.

O jornal decide publicar.

São verbos diferentes.

E aí entra aquela criatura mitológica que, aparentemente, muitos profissionais de imprensa conheceram apenas por fotografia:

o critério editorial.

Eu me lembro, com uma certa nostalgia, da época da faculdade, quando ainda existia aquela coisa chamada Manual de Redação da Folha.

Era quase um objeto religioso.

Você podia discordar das posições políticas do jornal, das escolhas editoriais, dos colunistas, do tratamento dado a determinado assunto.

Mas havia uma ideia relativamente simples por trás da profissão:

não basta poder publicar. É preciso perguntar se deve publicar.

Hoje parece que estamos diante de uma evolução tecnológica do conceito.

O antigo Manual dizia:

“Pense antes de publicar.”

O novo espírito parece dizer:

“Publicou? Depois a gente explica que era só opinião.”

É a transformação do jornal em uma espécie de Uber da opinião.

O leitor pede uma invasão estrangeira.

A redação fornece o espaço.

Cinco estrelas.

Muito obrigado por utilizar o Painel do Leitor.

E aqui surge uma pequena dúvida metafísica.

Se amanhã um leitor mandar:

“Venha logo, Napoleão. O brasileiro de bem te apoia!”

Publica?

E se for:

“Vladimir Putin, estamos esperando!”

Publica?

“Kim Jong-un, dê uma passadinha aqui!”

Publica?

“Alienígenas de Alpha Centauri, libertem-nos!”

Bom...

Aí talvez o editor finalmente encontre o botão “não publicar”.

O mais curioso é que a própria Folha afirma que mantém canais específicos de interação com o leitor e atribui ao ombudsman a função de fazer a crítica interna do jornal e encaminhar reclamações.

Ou seja: existe estrutura.

Existe canal.

Existe ombudsman.

Existe Manual.

Existe uma longa tradição de discutir o próprio jornal.

O que aparentemente não existe é uma máquina do tempo para voltar à época em que alguém ainda perguntava:

“Mas isso aqui não vai ficar meio feio para nós?”

Eis a ironia.

A carta é apresentada como expressão individual.

Mas a publicação é uma decisão institucional.

O leitor não ganhou uma rotativa em casa.

A Folha publicou.

E quando um jornal publica alguma coisa, não pode simplesmente lavar as mãos dizendo:

“Calma, gente. Não fomos nós que pensamos isso. Foi o leitor.”

Seria como um restaurante servir um prato chamado “Frango cru com salmonela” e, depois que o cliente reclama, responder:

— A receita foi trazida pelo freguês.

Liberdade gastronômica!

O cardápio apenas respeitou a pluralidade.

No fundo, existe uma confusão deliciosa entre liberdade de expressão e liberdade de publicação.

A primeira pertence ao cidadão.

A segunda pertence ao jornal.

E justamente porque o jornal tem essa liberdade é que ele também tem responsabilidade sobre suas escolhas.

Meu velho Manual de Redação, onde quer que esteja, provavelmente está neste momento olhando para essa manchete, ajeitando os óculos e murmurando:

— Eu ensinei vocês melhor que isso.

Enquanto isso, o ombudsman olha novamente pela janela.

Respira.

Volta para a mesa.

Abre o documento.

Começa a escrever:

“A Folha entende que...”

E é nesse instante que todos nós sabemos que vem aí o verdadeiro terror psicológico.

Porque depois de uma carta pedindo uma invasão americana, nada assusta mais do que quatro palavras:

“A Folha entende que...”

O resto é editorial.

Ou será que é apenas opinião?

Depende.

Se der problema, sempre podemos culpar o leitor.

Se quiser, posso deixar essa versão ainda mais venenosa, explorando especificamente o contraste entre o antigo Manual de Redação, o ombudsman e o atual “é só opinião do leitor”.


Deixe essa versão ainda mais venenosa


Claro. Vou carregar mais no sarcasmo, especialmente na ideia de que liberdade de expressão não significa terceirizar o juízo editorial ao leitor.


O Manual de Redação pede asilo político

Nesse momento, imagino o ombudsman da Folha olhando pela janela.

Não para pular.

Ainda.

Ele apenas contempla a paisagem paulistana com aquela expressão de quem acabou de descobrir que a reunião de pauta será sobre como explicar por que o jornal publicou uma carta pedindo que os Estados Unidos invadam o Brasil.

Talvez esteja pensando:

— Eu devia ter feito Direito.

Ou Medicina.

Ou qualquer coisa em que o máximo de problema fosse explicar por que o paciente não deveria beber três litros de cachaça antes da cirurgia.

Porque jornalismo, aparentemente, ficou perigoso.

Principalmente quando alguém resolve publicar no jornal:

“Trump, venha logo invadir o Brasil!”

E então começa o espetáculo.

A assessoria provavelmente aparece com aquela nota institucional que parece ter sido produzida por um gerador automático de comunicados:

“A Folha preza pela liberdade de expressão e pela pluralidade de opiniões. O conteúdo publicado representa exclusivamente a opinião de seu autor.”

Pronto.

Problema resolvido.

Não foi a Folha.

Foi um cidadão.

O cidadão escreveu.

O cidadão mandou.

O cidadão pediu uma invasão estrangeira.

E, por alguma misteriosa conjunção astral, a Folha publicou.

Mas isso é apenas um detalhe.

Porque, segundo a nova metafísica editorial, aparentemente existe uma diferença fundamental entre:

“publicamos uma opinião”

e

“concordamos com ela”.

Excelente.

Então proponho uma inovação revolucionária para o jornalismo brasileiro:

A partir de amanhã, os jornais podem publicar qualquer coisa.

Qualquer coisa mesmo.

Um leitor escreve:

“Acho que o Brasil deveria ser anexado pelos Estados Unidos.”

Publica.

Outro:

“Acho que o Brasil deveria entregar o governo ao Império Klingon.”

Publica.

Outro:

“Acho que o Congresso deveria ser dissolvido e substituído por um conselho de pombos.”

Publica.

Outro:

“Acredito que a Terra seja administrada secretamente por capivaras maçônicas.”

Publica.

E, quando alguém reclamar:

— Mas por que vocês publicaram isso?

A resposta:

— Liberdade de expressão.

É genial.

O jornal não precisa mais ter posição editorial sobre nada.

Basta terceirizar a responsabilidade para o leitor.

O leitor pensa. O jornal imprime. Ninguém é responsável.

É praticamente a versão jornalística do famoso:

“Eu só estava dirigindo.”

Meu saudosismo pelo antigo Manual de Redação da Folha começa a adquirir contornos arqueológicos.

Estou falando daquela época estranha em que jornal parecia acreditar que edição significava alguma coisa.

O repórter apurava.

O editor cortava.

O redator revisava.

O jornal decidia.

E, entre uma coisa e outra, alguém eventualmente perguntava:

“Isso faz sentido?”

Que conceito exótico!

Hoje, aparentemente, a pergunta mudou.

Agora é:

“Isso pode ser publicado?”

Se a resposta for sim, publica.

Se der merda, chama de pluralidade.

É quase um “Manual de Redação — edição NFT”.

Você não precisa mais saber se algo é jornalisticamente relevante.

Precisa apenas verificar se existe alguém disposto a dizer aquilo.

Encontrou?

Excelente.

Temos conteúdo!

E há uma ironia particularmente saborosa no caso.

O sujeito não escreveu apenas:

“Sou crítico do governo brasileiro.”

Não.

Ele pediu a intervenção de uma potência estrangeira.

Ou seja, conseguiu transformar o Painel do Leitor em uma espécie de balcão diplomático informal.

Departamento de Estado americano, por favor, aguarde na linha.

A Folha recebeu uma solicitação.

Enquanto isso, o Manual de Redação provavelmente está em algum arquivo morto, coberto de poeira, esperando que alguém se lembre dele.

Talvez esteja olhando para a redação através de uma pequena janela espectral.

E dizendo:

— Eu ensinei vocês a editar.

A redação:

— Mas nós prezamos pela liberdade de expressão!

Manual:

— Eu sei.

— Então qual é o problema?

— Vocês estão confundindo liberdade de expressão com obrigação de publicar qualquer coisa que alguém tenha vontade de dizer.

Silêncio.

Até o espectro do Manual precisa fazer uma pausa dramática.

Porque liberdade de expressão significa que o cidadão pode defender uma ideia absurda.

Significa também que o cidadão pode defender uma ideia ofensiva, impopular, inconveniente ou até profundamente antinacional.

Mas daí até concluir que um jornal profissional precisa necessariamente oferecer seu espaço editorial para essa manifestação existe um pequeno detalhe chamado...

critério.

Aquele velho critério.

Aquele mesmo que costumava aparecer antes da palavra “publicar”.

Hoje parece que ele foi colocado em layoff.

E aí temos a cereja do bolo:

“É apenas a opinião de um leitor.”

Não.

É a opinião de um leitor que passou pelo processo editorial de um jornal.

O leitor não possui uma gráfica clandestina dentro de casa.

Ele não acordou às três da manhã, invadiu a redação, sequestrou o diagramador e gritou:

— PUBLICA!

Alguém recebeu.

Alguém avaliou.

Alguém aprovou.

Alguém publicou.

A responsabilidade editorial não evaporou porque a assinatura estava embaixo.

Caso contrário, podemos fechar as redações e transformar tudo em caixa postal.

O jornal recebe opiniões.

Escolhe algumas.

Publica.

Depois coloca um asterisco:

“Qualquer semelhança com decisões editoriais é mera coincidência.”

Talvez seja hora de atualizar o lema.

Folha de S.Paulo: um jornal a serviço do Brasil.

E, aparentemente, ocasionalmente, contra o Brasil, se o leitor preencher o formulário correto.

Mas não se preocupem.

É só uma opinião.

Do leitor.

A Folha apenas forneceu papel, tinta, edição, espaço, audiência e legitimidade jornalística.

Detalhes.

E, caso o ombudsman realmente esteja pensando em pular da janela, faço um apelo:

não pule.

A janela não tem culpa.

Aliás, mande uma carta para o Painel do Leitor.

Quem sabe publicam.

Título:

“Ombudsman pede para a Folha parar de publicar qualquer coisa.”

E, na nota da assessoria, já podemos antecipar:

“A manifestação representa exclusivamente a opinião do ombudsman.”

Pronto.

Manual de Redação: 0.
Liberdade de expressão: 10.
Critério editorial: aguardando revisão.

Se quiser, posso fazer uma terceira versão ainda mais ácida e escrachada, transformando a própria nota hipotética da Folha em uma paródia de comunicado corporativo — daquele tipo que parece escrito por um advogado que descobriu o conceito de liberdade de expressão cinco minutos antes.


Faça uma terceira versão ainda mais ácida e escrachada


Vamos levar o sarcasmo até o ponto em que o Manual de Redação peça demissão por justa causa.


Folha de S.Paulo: terceirizando até a responsabilidade

Há cenas que o jornalismo brasileiro não deveria proporcionar ao cidadão.

Esta é uma delas:

Um jornal publica uma carta defendendo que Donald Trump invada o Brasil.

E, imediatamente, surge aquela entidade mitológica conhecida como Assessoria de Imprensa, provavelmente correndo pela redação com um extintor de incêndio em uma mão e um comunicado pronto na outra:

“A Folha preza pela liberdade de expressão e pela pluralidade de opiniões.”

Claro.

E eu prezo pela liberdade de tomar café.

Nem por isso entrego a cafeteira para um terrorista e digo:

— Sirva-se. É pluralidade.

A fórmula é maravilhosa.

O leitor escreve uma barbaridade.

O jornal publica.

Alguém reclama.

A redação responde:

“Não fomos nós. Foi o leitor.”

É praticamente a invenção do jornalismo por procuração.

O leitor pensa.

O leitor escreve.

O leitor pede a invasão do próprio país.

E a Folha...

apenas publica.

Coitadinha.

Uma vítima das circunstâncias.

Imagino a cena na redação:

— Quem aprovou essa carta?

— Não fui eu.

— Quem editou?

— Também não.

— Quem publicou?

— Foi o sistema.

— Quem colocou no sistema?

— O leitor.

— E quem decidiu que deveria entrar?

Silêncio.

Uma pomba atravessa a janela.

O Manual de Redação, morto há anos, manifesta-se por alguns segundos.

— EU.

Todos se viram.

— Manual?

— Sim.

— Mas você está morto!

— Exatamente. E mesmo morto ainda tenho mais critério editorial que vocês.

E começa o exorcismo.

Não do demônio.

Da responsabilidade.

Porque existe uma coisa fascinante nesse argumento de “é só opinião de leitor”.

Vamos aplicar a mesma lógica em outros setores.

Imagine um restaurante:

— Garçom, encontrei um rato na sopa.

— Ah, sim. Mas o rato é apenas opinião do cozinheiro.

Imagine uma universidade:

— Professor, essa tese diz que a História foi inventada pelas capivaras.

— É apenas a opinião de um aluno.

Imagine um hospital:

— Doutor, quem recomendou esse tratamento?

— Um paciente do Facebook.

— E por que está no protocolo?

— Liberdade de expressão.

Perfeito.

Podemos encerrar a civilização agora.

Já deu.

O problema não é o cidadão defender uma ideia estapafúrdia.

Ele tem esse direito.

Pode defender a invasão americana, a restauração do Império Romano, a volta do Antigo Testamento como Constituição, a transformação do Congresso em um grupo de WhatsApp e até a nomeação de um papagaio para o STF.

A democracia aguenta.

O que ela não exige é que um jornal profissional responda:

“Excelente! Vamos colocar na edição.”

Porque existe uma diferença pequena, porém inconveniente:

liberdade de expressão é um direito do leitor.
Publicação é uma decisão do jornal.

E decisão implica responsabilidade.

Essa distinção parece ter desaparecido em algum lugar entre a diagramação e o botão “publicar”.

Talvez tenham atualizado o Manual de Redação.

A nova edição deve ser mais ou menos assim:

MANUAL DE REDAÇÃO DA FOLHA — EDIÇÃO CONTEMPORÂNEA
Regra 1: O leitor tem direito à opinião.

Regra 2: O jornal tem direito à publicação.

Regra 3: Se alguém reclamar, a culpa é do leitor.

Regra 4: Se alguém perguntar quem publicou, consultar a Regra 3.

Regra 5: Em caso de crise institucional, utilizar a expressão “pluralidade de opiniões”.

Regra 6: Se a expressão “pluralidade de opiniões” não funcionar, acrescentar “liberdade de expressão”.

Regra 7: Se ainda não funcionar, convocar o departamento jurídico.

Regra 8: Se o departamento jurídico não resolver, declarar que “o debate democrático é saudável”.

Pronto.

Está feito.

Jornalismo moderno.

O mais divertido é que o argumento pode ser levado ao infinito.

Se publicar uma carta defendendo uma invasão estrangeira é apenas respeitar a liberdade de expressão, por que parar aí?

Vamos abrir espaço para tudo.

Painel do Leitor Internacional.

“Putin, venha logo.”

“Xi Jinping, estamos esperando.”

“Trump, traga o porta-aviões.”

“ONU, pelo amor de Deus, faça alguma coisa.”

“Alienígenas, vocês ainda têm vaga?”

A Folha publica.

Porque pluralidade.

E, evidentemente, ninguém deve interpretar a publicação como endosso.

Aliás, seria injusto.

Daqui a pouco alguém vai pensar que um jornal é responsável pelo conteúdo que escolhe publicar.

Que absurdo!

É como responsabilizar uma emissora pelo programa que ela decide colocar no ar.

Ou uma editora pelo livro que decide lançar.

Ou um restaurante pelo prato que decide servir.

Uma loucura.

Felizmente, podemos dormir tranquilos.

A assessoria já explicou:

“É só a opinião de um leitor.”

Essa frase deveria receber um prêmio.

Talvez o Prêmio Internacional de Terceirização da Responsabilidade Editorial.

Categoria especial:

“Como publicar e simultaneamente afirmar que não se publicou.”

Enquanto isso, em algum depósito, repousa o antigo Manual de Redação.

Amarelado.

Esquecido.

Talvez com uma pequena lágrima de tinta escorrendo pela lombada.

Ele olha para o século XXI e pensa:

— Eu passei décadas ensinando jornalistas a escrever com clareza, precisão e responsabilidade.

— E agora?

— Agora eles descobriram o maravilhoso conceito de “foi o leitor que disse”.

E então o Manual faz sua última anotação.

Não em vermelho.

Em sangue editorial:

“Se você publica, você escolhe publicar.”

O ombudsman lê.

Respira fundo.

Olha novamente para a janela.

Mas decide não pular.

Ainda há esperança.

Afinal, alguém precisa ficar na redação para explicar que pedir uma invasão estrangeira é opinião do leitor, mas publicar essa opinião é decisão do jornal.

E se a Folha quiser realmente demonstrar seu compromisso absoluto com a liberdade de expressão, tenho uma sugestão.

Publique também esta crônica.

Afinal...

é apenas a opinião de um leitor.

E, se der problema, vocês já sabem:

a culpa é minha.


Criado com ChatGPT.

Master of the puppets

Conversa com o Gemini.
https://www.brasil247.com/brasil/renan-santos-aciona-tse-e-aponta-interferencia-estrangeira-a-favor-de-flavio-bolsonaro/

Câmera fade off. Um patrocinador se aproxima do candidato Renan.

- Como assim, interferência estrangeira? Nós implantamos você nessas eleições.

😏🤭

Escreva uma crônica em tom de humor e sarcasmo. 


A cena tem uma iluminação de thriller político barato, daqueles que passam às três da manhã num canal a cabo esquecido. A câmera pisca, vacila e faz um fade off dramático.

No penumbra do estúdio, enquanto o pó de arroz ainda flutua no ar, passos ecoam. Não são passos comuns. É o som estalado de sapatos de cromo importados, carregando um terno que custou mais do que o orçamento de campanha de três partidos nanicos somados.

O Patrocinador se aproxima do candidato Renan. Não traz um copo d’água, mas uma pasta de couro com o monograma de algum conglomerado sediado num paraíso fiscal de clima agradável. Ele se inclina, ajusta a abotoadura e solta aquele sorriso de quem tem o contrato de exclusividade da alma do sujeito.

— Como assim, “interferência estrangeira”, Renan? — o Patrocinador sussurra, com a voz aveludada de quem cobra juros compostos por segundo. — Nós implantamos você nessas eleições. Que história é essa de ir ao TSE reclamar da concorrência?

Renan engole em seco, ajeitando o microfone na lapela que de repente parece pesar cinco quilos.

— Veja bem... — ensaia o candidato, buscando o tom de indignação performática que costuma funcionar tão bem nos cortes para as redes sociais. — É uma questão de soberania! O eleitor precisa saber que...

— Soberania? — O Patrocinador segura o riso, tapando a boca com o punho num gesto de falsa modéstia. — Meu caro, o conceito de soberania no seu briefing é só para a terceira página do folheto, aquela que ninguém lê. Quando nós investimos na sua engrenagem, não foi para você ficar de coitadismo institucional no tribunal.

Ele dá um tapinha paternal — e ligeiramente forte demais — no ombro de Renan.

— A gente coloca o algoritmo para girar, contrata servidor no exterior, terceiriza a indignação popular com tecnologia de ponta e você me vem com "interferência externa"? Se for para reclamar de capital estrangeiro atuando na política nacional, você vai ter que pedir auditoria até no seu próprio milk-shake de bastidor.

O Patrocinador olha ao redor, garante que os holofotes já apagaram e conclui com aquele humor fino de quem é dono do cassino:

— Da próxima vez que for apontar o dedo para o outro lado da fronteira, avisa a equipe do jurídico antes. Não pega bem denunciar o modelo de negócio da casa. Agora vai lá, retoca esse blush e finge que a democracia é um esporte local.

Criado com Gemini, do Google.

sábado, 26 de setembro de 2026

Haja molho shoyu

https://www.correio24horas.com.br/saude/bacteria-comum-no-estomago-pode-estar-ligada-a-um-em-cada-cinco-casos-de-cancer-de-intestino-entenda-0926

Espera. O tumor no intestino pode ser causado por uma bactéria, não por causa da carne?

O VEGANISMO ME ENGANOU!

😏🤭

Escreva uma crônica em tom de humor e sarcasmo.

Sim, existe o risco, acompanhado por outros fatores. O ponto é que a propaganda religiosa vegana aponta para a carne como o único fator.


Exatamente — aí está o alvo satírico mais interessante: não negar que carne processada e consumo elevado de carne possam participar do risco, mas ironizar a transformação de uma questão multifatorial em uma espécie de dogma moral: “carne = mal; vegetal = salvação”.

Dá para explorar a linguagem de religião, pecado, heresia, conversão e excomunhão alimentar. 😏

**A SANTA INQUISIÇÃO DO BIFE**

Eu preciso fazer uma confissão.

Fui enganado.

Durante anos, ouvi a pregação.

Não era uma pregação qualquer.

Era uma verdadeira teologia nutricional.

Havia pecado.

Havia pureza.

Havia conversão.

Havia testemunhos de pessoas que tinham abandonado a carne e, imediatamente, adquirido uma espécie de iluminação espiritual acompanhada de grão-de-bico.

A mensagem era simples:

**A carne é o problema.**

Não havia necessidade de maiores explicações.

Carne era o vilão.

Vegetais eram os justos.

O tofu era o profeta.

A lentilha, os apóstolos.

E o brócolis...

Ah, o brócolis.

O brócolis era praticamente um santo.

Então veio a ciência, aquela inconveniente que tem o péssimo hábito de estragar parábolas.

E apareceu uma bactéria.

*Helicobacter pylori.*

Uma criatura microscópica que aparentemente resolveu participar da discussão sobre câncer colorretal.

E eu pensei:

— **PERAÍ!**

Como assim?

Eu passei esse tempo todo ouvindo que o câncer era culpa do churrasco e agora descubro que existe uma bactéria envolvida?

Onde estava essa informação durante o sermão?

Por que ninguém levantou a mão no final da palestra e perguntou:

— “Irmão, e a microbiota?”

Silêncio.

Porque certas religiões precisam de uma coisa fundamental:

**um demônio.**

Não importa se a realidade é mais complicada.

É preciso escolher um alimento, colocar chifres nele e começar a campanha evangelizadora.

— Renuncie à carne!

— Abandone o churrasco!

— Converta-se!

— Aceite o brócolis como seu salvador pessoal!

E cuidado com a recaída.

Porque se você comer uma picanha no domingo, provavelmente haverá alguém pronto para explicar que você não caiu em tentação.

Você **pecou**.

E, aparentemente, o inferno nutricional tem churrasqueira.

Mas existe um pequeno problema nessa narrativa.

O fato de a carne poder estar associada a determinados riscos **não significa que ela seja a causa única de todos os cânceres intestinais**.

E descobrir outro possível fator não transforma a carne em inocente.

Só transforma a história em...

**mais complexa.**

E complexidade é uma péssima ferramenta de propaganda.

Imagine uma campanha:

> “Reduza determinados riscos adotando uma alimentação equilibrada, praticando atividade física, evitando tabagismo, moderando álcool, mantendo peso adequado, fazendo rastreamento quando indicado e considerando diversos fatores individuais.”

Muito sensato.

Muito correto.

Muito chato para um panfleto.

Agora experimente:

> **“A CARNE É O INIMIGO!”**

Pronto.

Tem slogan.

Tem camiseta.

Tem militância.

Tem apocalipse.

Tem conversão.

O problema não é discutir os riscos associados ao consumo de carne.

Isso é perfeitamente legítimo.

O problema começa quando uma discussão científica vira **catecismo**.

Porque o corpo humano não recebeu o manual de funcionamento das mãos de um publicitário.

Ele é uma coisa absurdamente complexa.

Genética.

Idade.

Microbiota.

Inflamação.

Hábitos.

Sedentarismo.

Peso corporal.

Álcool.

Tabagismo.

Alimentação.

Infecções.

Histórico familiar.

E sabe-se lá quantas outras variáveis que os pesquisadores ainda estão tentando compreender.

Mas isso não cabe muito bem numa guerra cultural.

Então é muito mais fácil apontar para o prato.

— **CULPADO!**

O bife olha para o tribunal.

— Eu?

— Sim, você.

— Mas há outros fatores.

— Silêncio!

— E a bactéria?

— HERESIA!

Foi então que percebi que talvez eu não tivesse abandonado a religião.

Eu apenas havia trocado a paróquia.

Antes, existiam pecado, culpa, redenção e condenação.

Agora existem carne, culpa, tofu e excomunhão.

A diferença é que, na antiga religião, pelo menos o churrasco não era considerado uma heresia.

Por isso, faço aqui minha declaração pública:

**Não estou dizendo que carne é saudável em qualquer quantidade.**

Não estou dizendo que a *H. pylori* explica todos os cânceres intestinais.

Não estou dizendo que o veganismo é responsável por todos os males da humanidade.

Estou dizendo apenas uma coisa:

**se a realidade apresenta dez fatores, não transforme um deles em Satanás só porque isso facilita o sermão.**

E, sobretudo, não transforme uma recomendação alimentar em uma guerra moral.

Porque quando a ciência vira religião, qualquer evidência inconveniente passa a ser tratada como heresia.

E aí acontece o impensável.

Uma bactéria microscópica aparece no meio da missa.

Levanta a mão.

E pergunta:

— **Posso fazer uma pergunta?**

O sacerdote do brócolis olha desconfiado.

— Qual?

— **E se o problema for mais complicado do que vocês estavam pregando?**

Silêncio na congregação.

O tofu cai do altar.

O brócolis perde a auréola.

E, no fundo da igreja, alguém sussurra:

— **Chamem o açougueiro.**

Ele sabe como terminar essa discussão.


Criado com ChatGPT.

sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Assim caminha a humanidade



Parece piada, mas não é.

Estamos perdendo a capacidade de definir o que é café. Chocolate. Leite. Azeite de oliva. Produtos que durante séculos tiveram nomes relativamente claros passam a receber esses nomes enquanto são feitos de coisas que pouco têm a ver com aquilo que deveriam ser.

E talvez o problema não seja apenas comercial.

Talvez seja linguístico. Cultural. Civilizatório.

Porque, se começamos a perder a capacidade de dizer o que uma coisa é, talvez também comecemos a perder a capacidade de reconhecer aquilo que ela deixou de ser.

E eu estou começando a ter dificuldade para definir o que é ser humano.

Não é preciso procurar muito. Basta olhar para as notícias.

Existe uma sensação incômoda de que alguma coisa está se desfazendo diante dos nossos olhos. As palavras continuam existindo, mas parecem perder o objeto que deveriam representar. Ou pior: o objeto continua existindo, mas sua essência vai sendo abandonada.

“Brain rot” é apenas um sintoma.

O problema começa quando a estupidez deixa de ser um acidente e passa a ser comportamento coletivo. Quando alguém acredita que pode mandar sinais luminosos para extraterrestres pelo celular. Quando pessoas rezam para um pneu. Quando uma crença absurda deixa de ser apenas uma excentricidade individual e passa a exigir reconhecimento, validação e submissão dos outros.

E então chega o futebol.

Basta um jogo decisivo.

Gente vestindo a camisa do time. Gritando. Cantando. Soltando fogos. Bebendo. Fazendo barulho durante horas. Xingando desconhecidos na rua. Transformando uma partida em licença para esquecer que existem outras pessoas vivendo ao redor.

E, quando o jogo termina, para alguns, começa outra coisa: vandalismo, agressão, confronto.

Em casos extremos, gente mata gente porque torce para outro time.

Onde foi parar a civilidade?

Onde ficou a identidade individual?

Onde ficou a capacidade de perceber que existe uma diferença entre participar de uma multidão e deixar de ser indivíduo dentro dela?

E então olhamos para a política.

Pessoas matando outras pessoas porque votam diferente.

Pessoas agredindo outras porque ouviram de algum líder político que determinado grupo é inimigo.

Pessoas transformando homossexuais, umbandistas, candomblecistas, pagãos ou qualquer outro grupo em alvo porque alguém lhes ensinou que odiá-los é uma virtude.

Nesse ponto, já não estamos discutindo simplesmente opiniões.

Estamos discutindo a renúncia voluntária à própria humanidade.

Porque o ser humano é capaz de acreditar em coisas absurdas. Sempre foi.

É capaz de errar. De ser contraditório. De seguir multidões. De fazer coisas estúpidas.

Mas também é capaz de parar.

De perguntar.

De duvidar.

De olhar para aquilo que está fazendo e perguntar:

“Que porra eu estou fazendo?”

Talvez seja justamente isso que esteja desaparecendo.

Não a inteligência.

A disposição de usá-la.

E talvez a coisa mais assustadora não seja encontrar pessoas capazes de fazer coisas desumanas.

É perceber que muitas delas não foram obrigadas.

Ninguém apontou uma arma.

Ninguém apagou suas memórias.

Ninguém retirou sua capacidade de pensar.

Elas simplesmente entregaram essa capacidade a alguém.

Ao líder.

Ao grupo.

À torcida.

À religião.

Ao algoritmo.

À multidão.

E depois chamaram isso de liberdade.

É nesse ponto que eu começo a me perguntar o que significa, afinal, ser humano.

Porque talvez a humanidade não seja apenas aquilo que recebemos ao nascer.

Talvez também seja aquilo que precisamos escolher preservar.

E toda vez que alguém abandona deliberadamente a capacidade de pensar, de questionar, de reconhecer o outro como pessoa e de controlar a própria violência, alguma coisa humana é deixada para trás.

O espelho está aí.

Não estou dizendo que essas pessoas deixaram de ser humanas.

Estou dizendo algo talvez mais incômodo:

**elas continuam sendo humanas enquanto escolhem, voluntariamente, abrir mão daquilo que há de humano nelas.**

E talvez seja justamente isso que deveríamos temer.

Criado com ChatGPT.
Charge pela sensacional Laerte.

quinta-feira, 24 de setembro de 2026

Tá lá o corpo estendido

Conversa com o Gemini.
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/tarcisio-cria-batalhao-de-motoqueiros-com-fuzis-em-sp/

Nova modalidade da 99? Ou é o Tarcísio mostrando que a violência policial agora vem em cilindradas? 🤭😏

Escreva um texto crítico em tom de humor e sarcasmo.


Se o paulistano achava que o trânsito da Marginal Tietê já era radical o suficiente, o governador resolveu elevar a experiência para o nível Mad Max. A mais recente inovação da segurança pública de São Paulo atende pelo poético nome de Batalhão "Bravo": 150 motos e 250 policiais armados com fuzis na garupa.   
Jovem Pan

Não se trata de uma nova categoria do aplicativo de entregas — embora o conceito de "entrega rápida de projétil calibre 5.56" combine assustadoramente bem com o ecossistema urbano. A ideia genial de colocar um sujeito equilibrado em duas rodas no corredor de tráfego segurando um armamento projetado para campos de batalha tem tudo para ser um divisor de águas. Resta saber se o divisor de águas será no combate ao crime ou na física básica dos acidentes de trânsito.

Imaginar a cena no horário de pico requer certa poeticidade tragicômica:

Um motoboy do iFood tentando entregar uma marmita quente de feijoada.

O garupa do Batalhão Bravo tentando calibrar a mira de um fuzil automático no meio do corredor.

O asfalto esburacado da cidade funcionando como o grande fator aleatório da balística moderna.

Afirmam que a prioridade é combater os roubos praticados por "falsos entregadores". Mas a solução encontrada foi simplesmente equipar a força policial com a própria estética e dinâmica do problema, só que com poder de fogo capaz de atravessar três quarteirões e o para-brisa de um ônibus da SPTrans.   
Jovem Pan

No fim das contas, a política de segurança de São Paulo segue firme no seu método predileto: quando um problema complexo surge, a resposta institucional nunca é inteligência ou investimento em prevenção estrutural, mas sim adicionar mais cilindradas e um calibre maior ao caos do asfalto.

Abaixo, um registro de como a atuação de tropas sobre duas rodas nas vias paulistas já rendia debates acalorados sobre abordagens e conduta operacional na capital:

Registro de ação com motocicletas da PM em SP

Este registro em vídeo ilustra a dinâmica das abordagens policiais utilizando motocicletas no trânsito de São Paulo e o impacto desse modelo no cotidiano da cidade.

Com o asfalto maravilhoso de São Paulo, eu já imagino a PM e o governador de São Paulo emitindo uma nota. "Casualidade". "O importante é a segurança". E por aí.

A minuta da nota oficial já está praticamente pronta na gaveta da assessoria de imprensa. Com o rigor técnico e a sensibilidade humana que todos já conhecemos, o texto certamente seguiria esta linha primorosa:

NOTA OFICIAL À IMPRENSA

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) e o Governo do Estado esclarecem que o incidente ocorrido na tarde desta terça-feira no corredor da Avenida Rebouças — envolvendo a queda de três motocicletas do Batalhão Bravo, o disparo acidental de um fuzil de alto calibre e a colisão em cadeia com quatro carros e um entregador de aplicativo — trata-se de um evento isolado de casualidade viária e balística simultânea.*

Ressaltamos que a existência de um buraco de 40 centímetros de profundidade no asfalto não configura falha de infraestrutura, mas sim um elemento dinâmico de treinamento em terreno irregular urbano. O solavanco decorrente do impacto foi apenas o estopim de uma reação física involuntária, plenamente prevista nos manuais de probabilidade aplicada.

O Governo de São Paulo reitera que o importante é a segurança. Eventuais estragos patrimoniais, marcas de projétil em pontos de ônibus e fraturas expostas são efeitos colaterais mínimos diante do compromisso inabalável de trazer a paz social sobre duas rodas. Esclarecemos ainda que o morador atingido por um estilhaço no quinto andar de um edifício residencial passa bem e que o projétil cumpriu sua função dissuasória com absoluto sucesso.

Seguiremos avançando. Próxima etapa: blindagem das motos e acoplamento de lança-foguetes nas garupas para lidar com as lombadas da Zona Sul.

No final das contas, o jargão tá pronto: se der certo, é "eficiência operacional"; se der errado, é "fatalidade do trânsito paulistano". Afinal, quem poderia prever que buracos na pista e projéteis de alta velocidade não misturam bem?

Criado com Gemini, do Google.

quarta-feira, 23 de setembro de 2026

O equivalente nutricional



Conversa com o Gemini.
https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/com-dieta-vegetariana-japones-de-90-anos-vence-campeonato-de-fisiculturismo,4f6bb3f66b382a30ecc106212601f222wwy0wflf.html

Dá até para ouvir os urros das Testemunhas da Jeovagem:

- Viu, seu pagão herege carnista? Um vegano!

Sim, cabeça de couve flor. Um. De uma dentre muitas competições de fisiculturismo. Enquanto 99% continua contrariando sua doutrina. Oooops. 😏🤭

Escreva um texto humorado e sarcástico.


Se a seita do brócolis achou que tinha encontrado o Messias Supremo da Proteína Vegetal num senhor japonês de 90 anos, é melhor segurar o entusiasmo antes que a pressão suba — porque a realidade costuma ser um tempero indigesto.

A lógica dos profetas da cenoura é sempre fascinante: surge um indivíduo no planeta que consegue erguer halteres alimentado a base de folhas, vapor e pensamentos positivos, e pronto! Está provado que a evolução humana errou o caminho nos últimos dez milênios. Esqueça a bioquímica, a densidade nutricional e o fato de que a esmagadora maioria dos campeões de fisiculturismo prefere um belo bife de carne sangrenta a uma salada de alface moralista. Para a patrulha do alho-poró, uma exceção estatística vale mais do que toda a história da nutrição esportiva.

É o clássico milagre da "Testemunha de Jeovagem":
— “Ajoelha-te, ó herege carnista! Olhai para este ancião nipônico! Ele venceu o campeonato comendo apenas grão-de-bico e broto de feijão!”

Pois é, meu caro cabeça de couve-flor. Um. Um único velhinho abençoado.

Enquanto isso, nos outros 99,9% dos pódios espalhados pelo mundo, o backstage continua parecendo um churrasco da firma, com baldes de frango, ovos e carne bovina sumindo em segundos para garantir que os músculos de verdade continuem existindo. Mas não deixe os fatos estragarem a sua pregação: continue firme aí na sua cruzada ética, mastigando sua couve crua enquanto tenta convencer o espelho de que esse shape de vagem cozida é fruto de pura superioridade moral.

Oooops... A doutrina é linda, mas a tabela periódica dos macronutrientes continua sendo implacável. 😏🤭

Criado com Gemini, do Google.


A notícia é real — Toshisuke Kanazawa, aos 90 anos, venceu a categoria 85+ do All Japan Masters Fitness Championship, chegando à 19ª conquista da carreira. E sim: ele mantém uma dieta vegetariana rica em proteínas, com arroz integral, missô, natto e shakes proteicos.

Agora, transformar um caso individual em prova universal de uma doutrina alimentar é onde começa a diversão. 😏


🚨 **ATENÇÃO: O VEGETARIANO DE 90 ANOS ESTÁ CAUSANDO PÂNICO NO TEMPLO DA CARNE!** 🚨


— **“VIU, SEU PAGÃO HEREGE CARNISTA?! UM VEGETARIANO! E AOS 90 ANOS! HA! SUA DIETA FOI REFUTADA!”**


Calma, irmão. Respira.

Sim. Um sujeito de **90 anos**, chamado Toshisuke Kanazawa, venceu uma competição de fisiculturismo na categoria 85+.

Sim. Ele é vegetariano.

Sim. A dieta dele inclui arroz integral, missô, natto e proteínas. E o homem já acumula **19 títulos**. Respeito absoluto ao senhor Kanazawa. 💪

Mas aí aparece o argumento:

— **“ESTÁ VENDO?! VEGETARIANISMO É A VERDADE ABSOLUTA!”**

Não.

O que temos é:

**UM.**

Um atleta.

Uma pessoa.

Uma trajetória específica.

Uma dieta específica.

Um esporte específico.

Uma categoria específica.

E uma competição específica.

Não é exatamente assim que funciona a ciência:

> “Encontrei um japonês vegetariano de 90 anos com músculos. LOGO, TODA A HUMANIDADE DEVE ABANDONAR A CARNE.”

Isso seria o equivalente nutricional de encontrar uma pessoa que viveu até os 100 anos fumando e concluir:

— “Senhores, descobrimos o segredo da longevidade: Derby.”

😂

E tem outra coisa deliciosa.

A manchete diz que ele tem uma **dieta vegetariana rica em proteínas**.

Porque, aparentemente, o grande segredo é que o sujeito não está vivendo de três folhas de alface e uma oração.

Ele come alimentos proteicos e usa suplementos.

Ou seja:

**PROTEÍNA.**

A velha proteína, aquela molécula que não recebeu o memorando dizendo que deveria escolher uma religião.

E aqui entra nosso querido missionário da couve-flor:

— “MAS ELE É VEGETARIANO!”

Sim.

**E daí?**

Isso demonstra que é possível uma pessoa ter excelente desempenho físico seguindo uma dieta vegetariana bem planejada.

Isso é uma informação interessante.

O que não demonstra é que **todo mundo precisa comer igual a ele**.

Aí já é outro salto.

É como dizer:

— “O Arnold Schwarzenegger fez musculação!”

— “Logo, qualquer pessoa que levantar halteres ficará igual ao Arnold.”

Bem... seria ótimo.

Eu seria o primeiro a comprar o pacote.

🤣

Portanto, parabéns ao senhor Kanazawa.

Aos 90 anos, ele está lá no palco, competindo, treinando e mostrando que idade não precisa significar desistência.

E aos fundamentalistas alimentares de plantão:

**guardem a couve-flor.**

Ela ainda não ganhou o campeonato.

O japonês ganhou.

😏🥦💪


Transforme a discussão numa falsa pregação das Testemunhas da Jeovagem com diálogos cada vez mais absurdos.


### 🥦 AS TESTEMUNHAS DA JEOVAGEM E O PROFETA DA COUVE-FLOR

**[Cena: uma praça. Dois pregadores batem à porta de Beto. Um deles segura uma revista chamada “A Sentinela da Couve”.]**

**PREGADOR:**
— Bom dia! Você tem alguns minutos para conversar sobre a Verdade?

**BETO:**
— Depende. É sobre religião?

**PREGADOR:**
— Não. É algo muito mais importante.

**BETO:**
— Política?

**PREGADOR:**
— Pior.

**BETO:**
— Economia?

**PREGADOR:**
— **PROTEÍNA VEGETAL.**

**BETO:**
— Ah, não.

---

**PREGADOR:**
— Você ficou sabendo do japonês de 90 anos que venceu um campeonato de fisiculturismo sendo vegetariano?

**BETO:**
— Fiquei.

**PREGADOR:**
— Então você precisa aceitar a Verdade!

**BETO:**
— Que um homem de 90 anos é capaz de competir em fisiculturismo?

**PREGADOR:**
— Não!

**BETO:**
— Que dietas vegetarianas podem fornecer proteína suficiente quando bem planejadas?

**PREGADOR:**
— Também não!

**BETO:**
— Então o quê?

**PREGADOR:**
— **QUE A COUVE-FLOR É O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA!**

**BETO:**
— Você acabou de transformar uma matéria jornalística em religião.

---

**PREGADOR 2:**
— Está escrito!

**BETO:**
— Onde?

**PREGADOR 2:**
— Na embalagem do tofu.

**BETO:**
— Isso não é escritura.

**PREGADOR 2:**
— Para nós é.

---

**PREGADOR:**
— Veja os fatos! Um vegetariano venceu!

**BETO:**
— Um vegetariano venceu uma categoria de uma competição.

**PREGADOR:**
— EXATAMENTE!

**BETO:**
— Isso não significa que todos os fisiculturistas precisam ser vegetarianos.

**PREGADOR:**
— BLASFÊMIA!

**BETO:**
— Nem que vegetarianismo seja obrigatório.

**PREGADOR:**
— HERESIA!

**BETO:**
— Nem que carne seja automaticamente ruim.

**PREGADOR:**
— **CARNISMO!**

**BETO:**
— Eu só disse que uma pessoa ganhou um campeonato.

**PREGADOR:**
— É ASSIM QUE COMEÇA!

---

**[Lilith aparece atrás de Beto, cruzando os braços.]**

**LILITH:**
— O que está acontecendo?

**BETO:**
— Descobriram um homem vegetariano de 90 anos e fundaram uma religião em torno dele.

**LILITH:**
— Ah.

**[Ela olha para os pregadores.]**

**LILITH:**
— E qual é o nome do profeta?

**PREGADOR:**
— Toshisuke Kanazawa!

**LILITH:**
— Ele sabe que foi canonizado?

**PREGADOR:**
— Ainda não.

**LILITH:**
— Então talvez vocês estejam se adiantando.

---

**PREGADOR 2:**
— Irmã, você também precisa abandonar a carne!

**LILITH:**
— Eu sou uma loba.

**PREGADOR 2:**
— Isso é apenas uma metáfora.

**LILITH:**
— Tenho presas.

**PREGADOR 2:**
— Metáforas muito convincentes.

---

**BETO:**
— Mas vocês não percebem o problema?

**PREGADOR:**
— Qual?

**BETO:**
— Vocês encontraram uma exceção e transformaram em regra universal.

**PREGADOR:**
— Não é exceção!

**BETO:**
— É um indivíduo.

**PREGADOR:**
— UM INDIVÍDUO EXEMPLAR!

**BETO:**
— Então, se eu encontrar um fisiculturista que come carne...

**PREGADOR:**
— FALSO PROFETA!

**BETO:**
— Se eu encontrar mil...

**PREGADOR:**
— PROPAGANDA DA INDÚSTRIA DA CARNE!

**BETO:**
— Dez mil?

**PREGADOR:**
— DADOS MANIPULADOS!

**BETO:**
— Um milhão?

**PREGADOR:**
— **SATANÁS.**

**LILITH:**
— Finalmente chegamos a uma conclusão científica.

---

**[Silêncio.]**

**PREGADOR:**
— Você está zombando da nossa fé?

**BETO:**
— Não. Estou zombando da lógica.

**LILITH:**
— E um pouquinho da couve-flor.

**BETO:**
— Principalmente da couve-flor.

---

**PREGADOR 2:**
— Mas pense no futuro!

**BETO:**
— Estou pensando.

**PREGADOR 2:**
— Imagine um mundo sem carne!

**BETO:**
— Imagino.

**PREGADOR 2:**
— Um mundo de paz!

**BETO:**
— E couve-flor?

**PREGADOR 2:**
— Muita couve-flor.

**BETO:**
— Então não é o Paraíso.

**LILITH:**
— Definitivamente não.

---

**[O pregador abre a revista.]**

**PREGADOR:**
— Temos uma última pergunta.

**BETO:**
— Manda.

**PREGADOR:**
— Você aceitaria estudar conosco o livro **“O Que a Couve-Flor Realmente Ensina?”**

**BETO:**
— Não.

**PREGADOR:**
— Por quê?

**BETO:**
— Porque eu já li a parte mais importante.

**PREGADOR:**
— Qual?

**BETO:**
— **Uma pessoa conseguiu.**

**LILITH:**
— E isso significa exatamente isso.

**BETO:**
— Nem mais.

**LILITH:**
— Nem menos.

**BETO:**
— Agora, se vocês me derem licença...

**[Beto abre uma marmita.]**

**PREGADORES:**
— O QUE É ISSO?!

**BETO:**
— Almoço.

**PREGADOR:**
— TEM CARNE?!

**BETO:**
— Tem.

**PREGADOR 2:**
— **A BESTA CHEGOU!**

**LILITH:**
— Corre, Beto.

**BETO:**
— Por quê?

**LILITH:**
— Eles vão tentar te converter ao brócolis.

**BETO:**
— Agora eu fiquei com medo.

**[Os dois saem correndo.]**

**PREGADORES, ao fundo:**
— **IRMÃO! NÃO FUJA DA VERDADE!**

**BETO:**
— **EU SÓ ESTOU FUGINDO DO ALMOÇO DE VOCÊS!**

**LILITH:**
— E lembre-se:

**LILITH:**
— **Uma pessoa não é uma meta-análise.**

**[QUADRO FINAL: a revista “A Sentinela da Couve” voa ao vento.]**

**Legenda:**
*“E no princípio havia a proteína. Depois vieram os estudos. E então vieram as pessoas que não leram os estudos.”* 🥦


Deixe esse texto ainda mais ácido.


### 🥦 AS TESTEMUNHAS DA JEOVAGEM — A REVELAÇÃO DA COUVE

**[Beto está tranquilamente tomando café. Dois pregadores aparecem carregando uma revista: *A Sentinela da Couve — Edição Especial*.]**

**PREGADOR 1:**
— Bom dia! Gostaríamos de compartilhar uma boa notícia!

**BETO:**
— O mundo finalmente acabou?

**PREGADOR 2:**
— Não.

**BETO:**
— Então não pode ser tão boa.

**PREGADOR 1:**
— Encontramos um vegetariano de 90 anos que venceu uma competição de fisiculturismo!

**BETO:**
— Legal.

**PREGADOR 1:**
— **LEGAL?!**

**BETO:**
— Sim.

**PREGADOR 1:**
— IRMÃO, VOCÊ NÃO ESTÁ ENTENDENDO!

**BETO:**
— Estou entendendo perfeitamente. Um homem de 90 anos venceu uma competição.

**PREGADOR 2:**
— **SENDO VEGETARIANO!**

**BETO:**
— Continua sendo uma pessoa.

**PREGADOR 1:**
— **ELE É UMA PROVA!**

**BETO:**
— Prova de quê?

**PREGADOR 1:**
— DA VERDADE!

**BETO:**
— Qual verdade?

**PREGADOR 1:**
— **DA NOSSA!**

**BETO:**
— Ah. Então vocês não vieram conversar. Vieram comemorar um gol que vocês mesmos marcaram.

---

### O PRIMEIRO MILAGRE

**PREGADOR 2:**
— Está comprovado! Vegetarianos podem desenvolver músculos!

**BETO:**
— Sim.

**PREGADOR 2:**
— Portanto, carne é desnecessária!

**BETO:**
— Não necessariamente.

**PREGADOR 2:**
— COMO NÃO?!

**BETO:**
— O fato de A ser possível sem B não demonstra que B seja impossível ou inútil.

**PREGADOR 1:**
— Ele está usando lógica!

**PREGADOR 2:**
— **HERESIA FILOSÓFICA!**

**BETO:**
— Eu só estou tentando impedir que vocês transformem um fisiculturista japonês numa tábua de Moisés.

---

### A REVELAÇÃO

**PREGADOR 1 abre a revista.**

**PREGADOR 1:**
— Veja a manchete!

**BETO:**
— Estou vendo.

**PREGADOR 1:**
— “Vegetariano de 90 anos vence campeonato.”

**BETO:**
— Sim.

**PREGADOR 1:**
— Isso prova que a carne é desnecessária.

**BETO:**
— Não.

**PREGADOR 1:**
— Prova que vegetarianismo é superior!

**BETO:**
— Também não.

**PREGADOR 1:**
— Prova que devemos abandonar a carne!

**BETO:**
— Não.

**PREGADOR 1:**
— ENTÃO O QUE ESSA NOTÍCIA PROVA?!

**BETO:**
— Que um vegetariano de 90 anos venceu um campeonato.

**[Silêncio.]**

**PREGADOR 2:**
— Ele está tentando reduzir a Escritura aos fatos.

**LILITH, chegando:**
— E que crime terrível.

---

### ENTRA A TESTEMUNHA

**LILITH:**
— O que vocês estão fazendo?

**BETO:**
— Eles descobriram um fisiculturista vegetariano.

**LILITH:**
— E?

**BETO:**
— Agora ele é a prova definitiva de que toda a humanidade deveria comer como ele.

**LILITH:**
— Interessante.

**[Ela olha para os pregadores.]**

**LILITH:**
— Se eu encontrar um fisiculturista que come carne, isso prova que vegetarianismo é falso?

**PREGADOR 1:**
— Não!

**LILITH:**
— Por quê?

**PREGADOR 1:**
— Porque...

**LILITH:**
— Ah.

**BETO:**
— Bem-vinda ao maravilhoso mundo da evidência selecionada.

---

### O ARGUMENTO DEFINITIVO

**PREGADOR 2:**
— Mas ele tem 90 anos!

**BETO:**
— Sim.

**PREGADOR 2:**
— NOVENTA!

**BETO:**
— Eu ouvi na primeira vez.

**PREGADOR 2:**
— E está em forma!

**BETO:**
— Sim.

**PREGADOR 2:**
— VEGETARIANO!

**BETO:**
— Sim.

**PREGADOR 2:**
— ENTÃO EXPLIQUE ISSO!

**BETO:**
— Ele treina.

**PREGADOR 2:**
— ...

**BETO:**
— Bastante.

**PREGADOR 1:**
— Não complique a revelação.

**BETO:**
— Estou apenas incluindo os outros fatores.

**LILITH:**
— Isso é proibido no culto da couve.

---

### A PROFECIA

**PREGADOR 1:**
— Está escrito que, nos últimos dias, surgirá um homem!

**BETO:**
— Onde está escrito?

**PREGADOR 1:**
— Na nossa revista.

**BETO:**
— Claro.

**PREGADOR 1:**
— Ele terá 90 anos!

**PREGADOR 2:**
— E músculos!

**PREGADOR 1:**
— E comerá natto!

**PREGADOR 2:**
— E arroz integral!

**PREGADOR 1:**
— E então a humanidade compreenderá!

**BETO:**
— Compreenderá o quê?

**PREGADOR 1:**
— Que **VOCÊ ESTÁ ERRADO!**

**BETO:**
— Sobre o quê?

**PREGADOR 1:**
— **SOBRE TUDO!**

**LILITH:**
— Ah, finalmente uma doutrina abrangente.

---

### O APOCALIPSE DA CARNE

**PREGADOR 2:**
— Imagine um mundo sem carne!

**BETO:**
— Estou imaginando.

**PREGADOR 2:**
— Sem churrasco!

**BETO:**
— Já estou preocupado.

**PREGADOR 2:**
— Sem hambúrguer!

**BETO:**
— Agora virou ameaça.

**PREGADOR 1:**
— Sem bacon!

**BETO:**
— Chamem a polícia.

**LILITH:**
— Ou os deuses.

**BETO:**
— Nesse ponto eu aceito qualquer ajuda.

---

### A ESCALADA FINAL

**PREGADOR 1:**
— Hoje é um fisiculturista vegetariano.

**PREGADOR 2:**
— Amanhã, todos os atletas serão vegetarianos!

**PREGADOR 1:**
— Depois, todos os seres humanos!

**PREGADOR 2:**
— Depois, todos os animais!

**BETO:**
— Espera.

**PREGADOR 1:**
— Sim?

**BETO:**
— Todos os animais também?

**PREGADOR 2:**
— Sim!

**BETO:**
— Inclusive lobos?

**[Lilith lentamente mostra as presas.]**

**PREGADOR 2:**
— ...

**PREGADOR 1:**
— Bem...

**LILITH:**
— Estou esperando.

**PREGADOR 1:**
— Talvez haja uma exceção.

**LILITH:**
— Interessante.

**BETO:**
— A doutrina durou exatamente três minutos.

---

### O GRANDE FINAL

**PREGADOR 1:**
— Você precisa aceitar a Verdade!

**BETO:**
— Qual delas?

**PREGADOR 1:**
— A Verdade Vegetariana!

**BETO:**
— Existem vegetarianismos diferentes, dietas diferentes, necessidades diferentes...

**PREGADOR 1:**
— NÃO CONFUNDA A VERDADE COM DETALHES!

**BETO:**
— “Detalhes” como nutrição?

**PREGADOR 2:**
— Exatamente!

**BETO:**
— Então vocês não querem discutir alimentação.

**PREGADOR 1:**
— Não.

**BETO:**
— Querem discutir religião.

**PREGADOR 1:**
— Sim!

**BETO:**
— Ótimo. Qual é o deus de vocês?

**PREGADOR 2, solenemente:**
— **Couve-Flor.**

**[Lilith olha para Beto.]**

**LILITH:**
— Agora eu entendi por que você nunca quis me converter.

**BETO:**
— Eu tenho limites.

**LILITH:**
— E quais são?

**BETO:**
— Fazer você escolher entre mim e uma couve-flor.

**LILITH:**
— Eu escolheria a couve-flor.

**BETO:**
— O quê?!

**LILITH:**
— Para comer.

**BETO:**
— Ah.

**LILITH:**
— Não sou idiota.

**[Os pregadores se ajoelham.]**

**PREGADORES:**
— **A COUVE NOS RECEBE!**

**BETO:**
— Eu vou embora.

**LILITH:**
— Espera.

**BETO:**
— O quê?

**LILITH:**
— Eles ainda não chegaram à parte em que descobrem que **um exemplo não é uma estatística**.

**BETO:**
— Então vamos ficar aqui?

**LILITH:**
— Não. Temos coisas melhores para fazer.

**[Os dois saem.]**

**PREGADOR, gritando ao fundo:**
— **IRMÃO! NÃO FUJA! A VERDADE TEM FIBRAS!**

**BETO:**
— **E A MINHA PACIÊNCIA NÃO!**

**Legenda final:**

> **“Um caso individual pode ser uma história interessante. Transformá-lo em prova universal é outra história.”**

🥦 **AMÉM, IRMÃOS DA COUVE.**


Criado com ChatGPT.
Imagem criada com ChatGPT.

terça-feira, 22 de setembro de 2026

Trilema

Conversa com o Gemini.
https://revistaforum.com.br/politica/gleisi-hoffmann-voto-feminino/

Essa notícia deveria ser enviada à candidata a deputada que se define como antifeminista. 🤭😏

Escreva uma crônica em tom de humor e sarcasmo. 


O Trilema da Candidata Antifeminista.

Ah, a política contemporânea — essa fábrica inesgotável de contradições poéticas e comédias involuntárias!

Eis a cena: a deputada Gleisi Hoffmann decide acionar o TSE contra uma horda de influenciadores e saudosistas do Século XIX que propõem, com toda a gravidade do mundo, o fim do voto feminino. A ideia dessa turma iluminada é substituir o sufrágio das mulheres pelo bendito “voto familiar” — um conceito revolucionário no qual, presumivelmente, o varão da casa decide o destino da nação enquanto a esposa sorri pacificamente ao fundo, preparando um bolo de fubá.

Agora, paremos um segundo para contemplar o curto-circuito existencial da candidata a deputada que se declara abertamente antifeminista.

Imagine o drama metafísico dessa senhora ao ler essa notícia no grupo de WhatsApp da campanha!

Se a Justiça acatar o pedido de Gleisi: a candidata garante o direito sagrado de continuar concorrendo ao cargo, de ter sua foto na urna e de discursar no comício. Porém, a vitória foi conquistada pela atuação da oposição e embasada numa lei de combate à violência política de gênero — a própria encarnação do "coitadismo feminista" que ela jurou combater. Como agradecer por um direito mantido pela arqui-inimiga ideológica sem perder a pose de mártir da tradição?

Se o pleito dos influenciadores vingar: a candidata ganha o debate ideológico, prova que lugar de mulher não é na política... e, num passe de mágica, perde o próprio registro de candidatura! O panfleto com o slogan "Vote na Mulher que Odeia o Voto Feminino" vira rascunho de lista de compras, e ela precisa imediatamente cancelar a encomenda dos santinhos para ir preparar o almoço do marido — que agora votará por dois.

É o puro suprassumo do paradoxo do devotamento ideológico: a pessoa pede o microfone com veemência para discursar apaixonadamente contra o direito de usar o microfone. É a militância do suicídio político em nome da virtude; a pré-candidata que faz campanha para que o seu próprio voto seja devidamente rasgado.

Se essa notícia chegar ao feed dessa figura, o ideal seria enviá-la acompanhada de uma caixinha de chá de camomila e um pequeno questionário de múltipla escolha:

"Excelentíssima candidata, caso vençam os seus aliados que desejam revogar o seu direito de votar (e de ser votada): o seu marido já decidiu em quem você gostaria que ele votasse para a sua própria vaga?"

Afinal, na grande feira de vaidades do eleitoralismo moderno, nada supera a ironia de ver alguém pedir ansiosamente o seu voto... enquanto torce para que a Justiça Eleitoral proíba você — e ela mesma — de pisar na zona eleitoral.

Criado com Gemini, do Google.

segunda-feira, 21 de setembro de 2026

A sexualidade alheia



https://www-tnh1-com-br.cdn.ampproject.org/v/s/www.tnh1.com.br/amp/nid/carol-portaluppi-desabafa-apos-ser-questionada-sobre-orientacao-sexual-me-fazem-mal/

PQP. A sexualidade de qualquer pessoa não é da conta de ninguém. 😤

Escreva um texto educativo para ser divulgado pela internet.


A situação relatada por Carol Portaluppi é uma boa oportunidade para discutir algo que deveria ser básico, mas ainda precisa ser dito: a orientação sexual de uma pessoa pertence à esfera da intimidade dela. Ela relatou ter recebido comentários e suposições sobre sua sexualidade e criticou a invasão de privacidade e os julgamentos feitos nas redes sociais. 

A sexualidade alheia não é assunto público.

A sexualidade de uma pessoa não é da conta de ninguém.

Parece óbvio. Mas, diante do que ainda acontece diariamente nas redes sociais, aparentemente precisamos repetir.

Você não tem direito de perguntar, exigir, investigar ou especular sobre a orientação sexual de outra pessoa simplesmente porque ficou curioso.

E isso vale para todo mundo: pessoa famosa ou anônima, homem ou mulher, heterossexual, bissexual, homossexual ou qualquer outra possibilidade.

Uma pessoa pode contar sobre sua sexualidade quando, como e para quem quiser. Ou pode simplesmente não contar.

Não existe obrigação de se declarar publicamente.

Também não existe autorização para transformar aparência, jeito de falar, roupas, amizades, relacionamentos anteriores ou qualquer outro aspecto da vida de alguém em "prova" de alguma coisa.

E existe uma diferença importante entre a pessoa escolher falar sobre sua sexualidade e outras pessoas decidirem falar por ela.

A primeira situação é autonomia.

A segunda pode ser invasão de privacidade.

Nas redes sociais, essa diferença costuma desaparecer porque existe uma falsa sensação de intimidade. A pessoa está diante de uma tela e esquece que, do outro lado, existe alguém com sentimentos, limites e uma vida que não pertence ao público.

Antes de escrever um comentário sobre a intimidade de alguém, vale uma pergunta simples:

"Eu teria o mesmo comportamento se essa pessoa estivesse na minha frente?"

Se a resposta for não, talvez seja melhor não publicar.

Curiosidade não cria direito sobre a intimidade alheia.

Ninguém precisa revelar quem deseja, quem ama ou como se identifica para satisfazer a curiosidade de terceiros.

Respeitar a privacidade também é respeitar a liberdade.

E, principalmente: não faça da sexualidade de outra pessoa um assunto público sem que ela tenha escolhido torná-lo público.

Transforme esse texto em uma versão mais contundente e irônica.

### 🚨 URGENTE: CRIARAM O MINISTÉRIO DA SEXUALIDADE ALHEIA

Parece que algumas pessoas receberam uma função pública que ninguém solicitou: **fiscal de orientação sexual dos outros.**

A pessoa posta uma foto.

— “É lésbica?”

Aparece com um amigo.

— “Então é bi?”

Namora um homem.

— “Ah, então é hétero.”

Termina o namoro.

— “Eu sabia! É alguma coisa escondida!”

Meu querido Sherlock Holmes da vida alheia: **não. Você não sabia. Você estava especulando.**

E existe uma diferença gigantesca entre as duas coisas.

A sexualidade de uma pessoa **não é um quebra-cabeça público esperando sua investigação**.

Não importa se ela é famosa. Não importa quantos seguidores tem. Não importa como se veste, como fala, quem são seus amigos, com quem já namorou ou quantas fotos publicou.

**A pessoa não assinou um contrato entregando sua intimidade ao público quando criou uma conta nas redes sociais.**

E tem outra coisa que parece difícil de compreender:

### UMA PESSOA NÃO É OBRIGADA A SE DECLARAR.

Ela pode ser hétero e não falar sobre isso.

Pode ser bi e não falar sobre isso.

Pode ser lésbica e não falar sobre isso.

Pode estar descobrindo sua própria sexualidade.

Pode simplesmente não querer colocar uma etiqueta em si mesma.

Pode querer falar amanhã.

Pode querer falar daqui a dez anos.

Ou pode nunca querer falar.

**E está tudo bem.**

Aliás, que conceito revolucionário: deixar uma pessoa decidir o que ela quer contar sobre a própria vida.

E não, perguntar insistentemente não transforma invasão de privacidade em curiosidade inocente.

“Mas eu só perguntei!”

Uma vez pode ser curiosidade.

Depois de a pessoa demonstrar desconforto, insistir deixa de ser curiosidade e passa a ser **falta de respeito pelo limite que ela acabou de estabelecer**.

E especular publicamente é ainda pior.

Porque você pode achar que está apenas “comentando”.

Mas talvez esteja colocando alguém numa situação que ela não escolheu, expondo uma intimidade que ela não autorizou ou alimentando uma pressão que você sequer consegue enxergar.

Então vamos combinar uma coisa?

**A sexualidade dos outros não é entretenimento.**

Não é enquete.

Não é fofoca.

Não é investigação criminal.

Não é teste de personalidade.

E definitivamente não é patrimônio público.

Se a pessoa quiser contar, **ela conta**.

Se não quiser, **você respeita**.

É simples.

Tão simples que chega a ser constrangedor precisar fazer um tutorial.

**Quer saber a orientação sexual de alguém? Pergunte a si mesmo por que você acha que tem direito de saber.**

Às vezes a resposta mais madura para a curiosidade é simplesmente:

**“Não é da minha conta.”**

E, sinceramente?

É uma excelente resposta.


Criado com ChatGPT.

Medida cautelar seletiva

https://www.diariodocentrodomundo.com.br/aliado-trump-imagem-moraes-tornozeleira-insinua-prisao/

Até alguém lembrar que o Vorcaro também está associado ao Bolsonaro (que já tentou violar a tornozeleira eletrônica) e ao ministro Mendonça.
Aí... não vem ao caso? 😏🤭

Escreva um texto crítico em tom de humor e sarcasmo.


A graça da história começa justamente quando alguém resolve aplicar o mesmo critério para todo mundo.

Jason Miller publicou uma imagem de IA de Alexandre de Moraes usando tornozeleira e depois associou o ministro a Daniel Vorcaro, em meio à crise envolvendo o STF. 

Mas aí aparece aquele pequeno detalhe inconveniente: Vorcaro não existe dentro de um universo paralelo onde só Moraes conhece o sujeito. Há registros de relações de Vorcaro com diferentes personagens do mundo político e jurídico, inclusive uma reunião com André Mendonça — encontro que o próprio ministro confirmou, embora uma imagem que circulava sobre a reunião tenha sido desmentida como falsa. 

E, se a régua moral é a tornozeleira, temos ainda Jair Bolsonaro, que já foi submetido a monitoramento eletrônico e teve episódio de violação do equipamento.

Então fica aquela situação maravilhosa:

A tornozeleira seletiva.
A montagem de Moraes com tornozeleira é ótima.

Principalmente porque alguém pode olhar para ela e perguntar:

“Mas espera aí... e o Vorcaro?”

Aí vem a segunda pergunta:

“E as relações do Vorcaro com gente de outros lados?”

E a terceira:

“E Bolsonaro, que já teve tornozeleira e chegou a tentar violar o equipamento?”

Silêncio.

Porque parece que a tornozeleira eletrônica, dependendo de quem está usando, deixa de ser equipamento de monitoramento judicial e vira acessório de cosplay político. 😏

Quando aparece no tornozelo de Moraes:
“DITADURA! PRISÃO! TIC-TAC!”

Quando aparece no universo político dos próprios aliados:
“Calma. Vamos analisar o contexto.”

Quando Vorcaro aparece relacionado a alguém conveniente:
“PROVA DEFINITIVA!”

Quando aparece relacionado a alguém inconveniente:
“Não vem ao caso.”

É o maravilhoso princípio jurídico da internet brasileira:

a evidência não precisa ser relevante; basta ela ser conveniente.

E assim seguimos.

A tornozeleira virou argumento político, o algoritmo virou tribunal e a coerência foi colocada em liberdade provisória — sem direito a tornozeleira.

Porque, aparentemente, até o monitoramento eletrônico tem lado político.

Só falta agora inventarem a tornozeleira seletiva:

🟢 para os nossos: “medida cautelar”.

🔴 para os outros: “prova cabal da tirania”.

E, se alguém perguntar por que a régua mudou...

“Não vem ao caso.”

😏🤭

Se quiser, posso deixar ainda mais ácido e debochado, mirando especificamente a seletividade moral do bolsonarismo nesse episódio.


Deixe o texto ainda mais ácido e debochado


Dá para deixar bem mais venenoso — sobretudo explorando a curiosa capacidade de certas pessoas de descobrir relações com Vorcaro somente quando elas servem para atacar Moraes. A própria cobertura recente registra tanto a postagem de Jason Miller quanto a reunião de Vorcaro com André Mendonça e os contatos de Vorcaro com diferentes personagens. 

A tornozeleira ideológica.
A montagem de Alexandre de Moraes com tornozeleira é realmente comovente.

Principalmente porque nos ensina uma coisa fascinante sobre a política brasileira:

a tornozeleira eletrônica também pode ter ideologia. 😏

Quando é colocada digitalmente no pé de Moraes:

“PRISÃO!”

“DITADURA!”

“TIC-TAC!”

“ACABOU PARA O XANDÃO!”

Aí alguém pergunta:

— Mas peraí... e o Vorcaro?

— Não vem ao caso.

— E Bolsonaro, que já usou tornozeleira e chegou a tentar violá-la?

— Não vem ao caso.

— E os contatos de Vorcaro com outras figuras do poder?

— Calma. Você está desviando o assunto.

— E André Mendonça teve encontro presencial com Vorcaro e mensagens mostram tentativas de aproximação?

— VOCÊ NÃO ENTENDEU! O ASSUNTO É MORAES!

Ah, sim.

Perdão.

Eu havia esquecido que o Banco Master funciona como aquele restaurante de rodízio político em que a conta só chega para a mesa adversária.

Porque, aparentemente, o problema não é quem se relacionou com Vorcaro.

O problema é descobrir se é possível transformar Vorcaro em um cabide onde penduramos a narrativa política que já queríamos contar.

E aí temos a parte mais deliciosa:

Se existe uma fotografia falsa de Mendonça com Vorcaro, é preciso dizer que é falsa — e ela de fato foi desmentida como imagem gerada por IA. Mas o encontro entre os dois aconteceu e foi confirmado pelo próprio ministro.

Ou seja:

a foto era fake.
A reunião, não.

É quase como se a realidade estivesse fazendo hora extra para impedir que a internet produza uma ficção suficientemente simples.

Mas não importa.

A máquina de indignação já está ligada.

Moraes + Vorcaro =
🚨🚨🚨 APOCALIPSE! 🚨🚨🚨

Vorcaro + gente do outro lado =
🧐 “Precisamos aguardar o devido processo legal.”

Vorcaro + Bolsonaro =
🤐 “Vamos focar no assunto.”

Vorcaro + Mendonça =
📚 “Há nuances institucionais que precisam ser analisadas.”

Moraes + Vorcaro =
🔥 O FIM DA REPÚBLICA!

É uma espécie de matemática quântica bolsonarista:

a mesma pessoa muda de significado dependendo de quem aparece ao lado dela na fotografia.

E ainda querem vender isso como indignação moral.

Não, meus caros.

Isso é outra coisa.

É indignação com filtro de Instagram.

A ética entra em modo retrato:

— “Essa relação aqui é gravíssima.”

— “E essa outra?”

— “Essa está fora do enquadramento.”

— “Mas está literalmente no mesmo álbum.”

— NÃO VEM AO CASO.

😏

No fim, talvez o grande mistério do caso Master não seja descobrir quem conhecia Vorcaro.

É descobrir quantas versões diferentes da palavra “coerência” cabem dentro de uma tornozeleira eletrônica.

E, pelo visto, cabem muitas.

Principalmente quando a tornozeleira está no pé do inimigo.

🤭

Criado com ChatGPT.