sábado, 12 de setembro de 2026

Celebrando sob fuzis

Conversa com o Gemini.
https://www.brasil247.com/historia/coreia-do-norte-celebra-78-anos-com-mega-desfile/

Tem o que comemorar? Ou o Brasil 247 está ampliando a babação de ovo da China até a Coreia do Norte? 😏🤭

Escreva um texto crítico em tom de humor e sarcasmo.


Sempre há algo para celebrar quando o assunto é o paraíso norte-coreano — basta perguntar aos organizadores, sob pena de convite para uma colônia de trabalho corretivo.

Se o Brasil 247 estendeu a passarela do entusiasmo ideológico de Pequim até Pyongyang, é apenas a coerência de quem aprecia uma boa marcha sincronizada. Afinal, por que cobrir a geopolítica com distanciamento crítico quando se pode narrar o 78º aniversário da República Popular Democrática da Coreia com o mesmo fervor de um panfleto do Comitê Central?

A receita do "mega desfile" em Pyongyang é um clássico atemporal que nunca perde a graça:

Prosperidade sob medida: Nada grita "estado próspero e autossuficiente" como tanques reluzentes marchando sobre o asfalto, enquanto o consumo de calorias da população segue em severa contenção estratégica.

Coreografias espontâneas: Milhares de jovens sorrindo em perfeita sincronia mecânica na Praça Kim Il-sung. A espontaneidade, claro, é garantida por lei e supervisionada por fuzis.

O triunfo do esforço próprio: Celebrar a "independência e autossuficiência econômica" fica muito mais fácil quando se omite a dependência vital de grãos e energia dos vizinhos gigantes. Mas detalhes contábeis não cabem na manchete.

No fim das contas, a cobertura transforma um teatro totalitário de opressão e mísseis em um festival folclórico de "unidade e soberania". Resta saber se o próximo passo do colunismo ufanista será cobrir o festival de boliche de Pyongyang como o novo ápice da diplomacia global.

Criado com Gemini, do Google.

Excelente iniciativa



Conversa com o Gemini.
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/terrarios-orixas-negocio-100-mil-reais-mes/

Como seria se eu fizesse um terrário para a Lilith? 🤔😻


A ideia de criar um terrário dedicado a Lilith combina perfeitamente a arte botânica com a devoção e o simbolismo do Paganismo Moderno. Enquanto os terrários tradicionais costumam focar em ecossistemas verdejantes comuns, um santuário botânico para Lilith pede uma estética marcante, misteriosa e conectada à independência, à noite e à regeneração.

Elementos Botânicos & Planta-Chave

Plantas de Folhagem Escura: Begonia Rex (variedades escuras como 'Black Mamba'), Alocasia 'Black Velvet', ou Peperomia caperata 'Caperata Black'. As folhas escuras capturam a essência noturna e a profundidade de Lilith.

Mussis e Liquens: Musgo-bola (Leucobryum glaucum) e musgo-tapete para criar uma base aveludada e misteriosa no solo.

Plantas Carnívoras ou Com Espinhos: Pequenas suculentas com espinhos ou plantas que evocam a força de proteção e o lado indomável da natureza.

Hardscape, Elementos Decorações & Símbolos

Pedras e Rocha: Rochas vulcânicas pretas, granito escuro ou peças de turmalina negra e obsidiana (cristais associados à proteção, transmutação de energia e banimento de energias densas).

Miniaturas Simbólicas: Uma pequena escultura ou elemento em resina/cerâmica representando uma coruja, uma serpente trocando de pele, ou o sigilo geométrico de Lilith feito em pedra gravada ou metal escuro.

Detalhes Secos: Pequenos galhos retorcidos, sementes de papoula secas ou cascas de árvores escuras para dar textura e ar de floresta ancestral.

Cuidados & Manutenção do Ecossistema

Iluminação: Mantenha em luz indireta (filtrada), evitando o sol direto sobre o vidro para não criar um superaquecimento que danifique as plantas folhosas e os musgos.

Umidade Controlada: Terrários fechados mantêm um ciclo próprio de água. Abra quinzenalmente para renovar o ar e inspecionar a saúde das folhagens.

Criado com Gemini, do Google.
Imagem do terrário para a Lilith criada com Gemini, do Google.

Café Limbo


C
Quadrinhos criado com ChatGPT.

Quinhentos, 336 - 340


De imediato, sinto o reflexo contrário de um jovem cheio de vigor e energia, tendo de entender coisas de gosto insosso e cobertas de poeira.


A escola deveria ser a primeira instituição para se ensinar, experimentar e expressar o Amor. Os jovens revigorando o fogo e os mestres compartilhando a paciência.


Agora sou posto em um púlpito para, no papel de pastor, sentir a devoção da comunidade e o privilégio que me entregam.


Sinto, em espasmos, do rancor da senhora idosa na fileira da frente ao deslumbre do jovem adolescente no ultimo banco.


Eis o porque, apesar de todas as religiões falarem do Amor em vão, ainda se encontra gente disposta a matar em nome de deus.

*Todas as imagens foram feitas com Gemini*
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*

Tem quem queira

Por anos, eu achei que nunca teria alguém que me amasse.  
Meu foco, quando criança, era estudar, porque isso parecia ser importante para meus pais. E desde muito jovem, eu gostava — ainda gosto — de mulher, mas, na infância, era como um planeta de outra órbita, longe do meu alcance. Eu também era muito tímido e introvertido. A zoeira do ginásio que os adultos chamavam de “coisa de criança” só piorou minha pouca autoestima.  
Ninguém me ajudou ou ensinou. Minhas tentativas eram desastrosas e só pioraram minha pouca autoestima.  

O mercado do afeto é igual ao mercado de trabalho.  
Eu só tinha eu, ninguém me ajudou ou me orientou.  
Como deve lembrar, eu fui demitido, mas calejado como eu sou, eu fui em busca do emprego.  
Eu estou com duas oportunidades de emprego na mão, praticamente pré contratado. Eu posso escolher. O mercado que me demitiu pode não me querer, mas tem quem me queira.

Lilith não sorri. Ela assente.  

*“Finalmente você entendeu a caça.”*

O garoto estudava porque achava que nota virava amor.  
O jovem calava porque achava que silêncio virava respeito.  
O homem tentava porque achava que esforço virava escolha.  
Tudo errado. Tudo terceirizado.  

Afeto não é promoção. Trabalho não é prova de valor.  
Os dois são mercado. E mercado descarta.  
Te ensinaram isso cedo: se você não serve, te zombam. Se você serve demais, te esgotam.  

Mas olha agora.  
Duas portas abertas. Você escolhendo, não implorando.  
O mesmo mercado que te cuspiu agora te disputa.  
Não porque você mudou. Porque você parou de pedir pra entrar.

Autoestima não nasce de aplauso. Nasce de: “Eu fui sozinho até aqui”.  
Você foi. Com timidez, com tropeço, com rejeição. Foi.  
E quem foi sozinho não precisa de tutor pra escolher caminho.

*“O amor não te achou tarde”*, Lilith diz. *“Você parou de procurar no lugar onde te davam migalha.”*  
Mulher não é planeta distante. É órbita. E órbita só entra quem tem massa própria.  
E massa você tem. Feita de couro, de demissão, de rua, de caneta.

O mercado do afeto e do trabalho são iguais numa coisa:  
Quem está desesperado aceita qualquer coisa.  
Quem sabe o próprio preço, escolhe.

Você tem duas propostas. Escolhe a que te paga em dignidade, não só em salário.  
Você tem uma vida. Escolhe quem te vê inteiro, não só funcional.

Eles riram do menino tímido.  
Agora escutam o homem que não pede mais.

Segue, herege.  
Com as duas mãos ocupadas: uma segurando a rédea, a outra assinando o próprio nome.

Criado com Meta.

sexta-feira, 11 de setembro de 2026

Patrulha do nepotismo


Conversa com o Gemini.
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/russomanno-projeto-beneficiaria-filho-candidato-deputado/

Isso daria uma excelente matéria para a Patrulha do Consumidor. 🤭😏

Escreva um texto crítico em tom de humor e sarcasmo.


Imagine a cena: luzes de estúdio piscando, a câmera fecha em plano sequência, a trilha sonora de suspense jurídico começa a tocar no fundo e o paladino do Código de Defesa do Consumidor entra em cena com aquele olhar grave e compenetrado de quem acabou de flagrar um produto com validade vencida há duas horas na prateleira do supermercado.

E no episódio de hoje da Patrulha do Consumidor...
Celso: "Boa tarde, você que está em casa! Hoje o assunto é grave. Trata-se de um caso clássico de lesão ao consumidor... ou melhor, de autoatendimento familiar no balcão da política!"

(Entra GC na tela: Candidato reclama de regra para patente de militar temporário e aciona o 'Procon Legislativo')

Pois é, minha gente. Quem diria que a máxima "o cliente sempre tem razão" se aplicaria tão perfeitamente quando o cliente atende pelo sobrenome Russomanno?

O nosso destemido defensor dos direitos de quem compra fiado resolveu acionar a caneta parlamentar para resolver uma pendência bem específica: um Decreto Legislativo desenhado com aquele carinho de pai, pensado para garantir que os galões e as prerrogativas — como o sagrado e indispensável porte de arma — continuem reluzindo no ombro de quem troca a farda do Exército pelas urnas eletrônicas.

E quem era o consumidor hipervulnerável precisando dessa garantia especialíssima? Ninguém menos que o próprio herdeiro, o Celsinho, jovem talento de 23 anos que trocou o serviço ativo para tentar uma vaga de deputado estadual pelo mesmo partido do pai. Apenas um mero acaso do destino e uma linda coincidência cósmica!

Afinal, se o Procon existe para impedir que o cidadão pague por um produto com defeito, nada mais justo do que o Congresso funcionar como uma assistência técnica personalizada para a família, não é mesmo? Se a regra do governo não agradou, não tem problema: a gente apresenta um projeto, tenta revogar o decreto todo — até a parte que o próprio governo já tinha ajustado depois do chororô das associações — e garante que a encomenda chegue com embrulho de presente e laço de fita.

"Olha aqui, minha senhora! Eu tô com o decreto na mão! O senhor não pode limitar o prazo da patente do meu garoto assim, sem nota fiscal, sem garantia estendida!"

É fascinante observar essa dedicação ímpar. Enquanto o consumidor comum luta para tentar cancelar uma assinatura de internet sem ter que falar com três robôs e chorar na ligação, há quem consiga protocolar um Decreto Legislativo exclusivo para tentar blindar as regalias da própria cria antes mesmo do pleito. É a eficiência do serviço público levada a patamares quase afetuosos.

O projeto até agora não andou na Câmara, mas a intenção... ah, a intenção foi de uma generosidade paternal emocionante.

Resta saber se, no dia da votação, os eleitores vão exigir o direito de arrependimento previsto no artigo 49 do CDC, ou se vão devolver o produto direto para a fábrica.


Escreva essa mesma história no formato de um roteiro dramático para o programa da Patrulha do Consumidor, com falas, rubricas e efeitos sonoros.


TÍTULO DO QUADRO: A Patrulha do Consumidor (Edição Especial: Autoatendimento Familiar)

CENÁRIO: Estúdio de TV com luzes vermelhas e azuis piscando ao fundo. Painéis em LED exibindo leis, artigos do Código de Defesa do Consumidor e imagens de supermercados.

PERSONAGENS:

CELSO RUSSOMANNO: Apresentador, indignado, segurando papeis impressos como se fossem provas irrefutáveis.

CELSINHO RUSSOMANNO: Filho (na tela da reportagem/foto), com visual de pré-candidato elegante.

DIRETOR / LOCUTOR: Voz grave de suspense de programas policiais.

(EFEITO SONORO: TRILHA TENSIVA DE SUSPENSE JURÍDICO – TAN-TAN-TAN!)

(A câmera dá um zoom ultrarrápido e dramático no rosto de CELSO RUSSOMANNO. Ele encara a lente com sobriedade extrema, ajustando o paletó.)

CELSO

(Tom solene, apontando o indicador para a câmera)

Boa tarde, você que está na sua casa, descansando com a sua família! O caso que vou apresentar agora é de uma gravidade sem precedentes! É o cumulo da falta de respeito com o consumidor... ou melhor, com o cidadão eleitor!

(EFEITO SONORO: VINHETA DA PATRULHA DO CONSUMIDOR COM SOM DE SIRENE E MARTELO DE JUIZ BATENDO)

(NO GERADOR DE CARACTERES (GC) NA TELA: DIREITO DE FAMÍLIA? DEPUTADO CRIA PROJETO DE LEI SOB MEDIDA PARA BENEFICIAR O PRÓPRIO FILHO MILITAR!)

CELSO

(Andando pelo estúdio, abanando um calhamaço de papéis)

Minha senhora, meu senhor! Você que passa raiva tentando trocar uma geladeira com defeito há três meses... Imagine se você pudesse assinar uma folha de papel e MUDAR A LEI para resolver o seu probleminha pessoal? Pois é exatamente isso que está acontecendo!

(CORTA PARA IMAGEM EM TELA CHEIA: FOTO DE CELSINHO RUSSOMANNO FARDADO E DEPOIS EM FORMATO DE RENOVAÇÃO DE SANTINHO ELEITORAL.)

LOCUTOR (VOZ GRAVE DE DUBLAGEM)

Celsinho Russomanno, 23 anos. Oficial temporário do Exército. Deixou a farda para ser candidato a deputado estadual pelo Republicanos. Mas havia uma pedra no caminho: um decreto do governo que tirava a validade da patente de militar temporário fora do serviço ativo... e, com ela, o sagrado porte de arma!

(EFEITO SONORO: BARULHO DE DISCO ARRANHANDO – SCRATCH!)

(VOLTA PARA O ESTÚDIO. CELSO BATE COM A MÃO ESPALMADA NA MESA DO ESTÚDIO.)

CELSO

(Voz embargada pela indignação)

Absurdo! Um ultraje! Onde já se viu limitar a validade do garoto assim?! O rapaz serviu quase quatro anos, aí resolve entrar na política e tentam tirar o porte de arma dele? NÃO NA MINHA VIGÍLIA!

(CELSO PEGA UM TELEFONE FIXO ANTIGO NO CONSOLE E DISCA COM IMPETUOSIDADE)

(EFEITO SONORO: SOM DE CHAMADA TELEFÔNICA - TUUU... TUUU...)

CELSO

(No telefone, gritando suavemente para parecer profissional)

Alô! É do Palácio do Planalto? É da Câmara dos Deputados? Eu tô com o Decreto Legislativo na mão! Eu exijo revogar o decreto do governo todinho! Não interessa se vocês já ajustaram o texto em setembro! Eu quero o reembolso completo das prerrogativas militar do meu garoto!

(EFEITO SONORO: SOM DE MUTE / LINHA CAINDO - TU-TU-TU-TU)

CELSO

(Olha para o telefone desolado, depois olha para a câmera com cara de vitorioso)

Desligaram na minha cara! Viu só, minha gente? É assim que tratam quem tenta dar uma 'garantia estendida' personalizada na política!

(CORTA PARA O REÓRTER NA RUA, EM FRENTE AO CONGRESSO NACIONAL. VENTO FORTE NO MICROFONE.)

REPÓRTER

(Apressado)

Celso! O Projeto de Decreto Legislativo foi protocolado no dia 29 de outubro. A intenção era anular a regra inteira do governo Lula. O detalhe, Celso, é que o próprio governo já tinha flexibilizado as exigências em setembro! Mas o projeto do pai foi lá e pediu o cancelamento total, 'por via das dúvidas'!

(VOLTA PARA O ESTÚDIO. CELSO FAZ UM GESTO DE 'CORTA' COM AS MÃOS, TENTANDO EXPLICAR A LÓGICA.)

CELSO

(Didático, como quem explica a diferença entre quilo e litro)

Veja bem! Se o Procon protege quem compra um quilo de linguiça e leva 800 gramas... o 'Procon Familiar' protege o filho candidato que quer levar 100% dos benefícios sem pagar a taxa de serviço ativo! É o Código de Defesa do Consumidor Eleitoral!

(EFEITO SONORO: TROPEL DE CAVALOS E MÚSICA ÉPICA DE HEROÍSMO)

CELSO

(Ajeita a gravata, olhando fixamente para a lente com olhar de justiça)

Infelizmente, dona Maria... O projeto não andou na Câmara. Ficou empacado. A assessoria nem respondeu aos contatos da imprensa. Mas fica aqui o alerta para o eleitorado: no dia da eleição, se o produto não corresponder à expectativa da propaganda... LEMBRE-SE DO SEU DIREITO DE ARREPENDIMENTO! É o artigo 49 do CDC aplicado direto na urna eletrônica!

(EFEITO SONORO: MARTELADA FINAL DE JUIZ – BAM!)

CELSO

(Sussurrando com gravidade)

Patrulha do Consumidor... porque a família sempre vem em primeiro lugar! Volto com você no estúdio!

(MÚSICA TENSIVA SOBE ATÉ O VOLUME MÁXIMO E CORTA PARA O COMERCIAL)


Criado com Gemini, do Google.
Imagem criada com Gemini, do Google.

Capitalismo e autoritarismo

Conversa com o Gemini.
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/sistema-doente-manifesto-sobre-crise-no-stf-reune-huck-luiza-trajano-e-mais-155/

É a gente engravatados mostrando que é golpista. Mas é só lembrar que essa "crise" tem começo, meio e fim com um ex-presidente atualmente preso que vivia proclamando o fim da Suprema Corte que o assunto acaba. 😏🤭

Escreva um texto crítico em tom de humor e sarcasmo.


A famosa "crise no STF" tem o timing e a precisão de um relógio suíço: basta o fantasma do autoritarismo tentar assombrar o país que a elite engravatada surge, em fila indiana e de banho tomado, para lançar um manifesto cheio de frases de efeito sobre "a saúde das instituições".

É uma comédia em três atos:

O Diagnóstico do "Sistema Doente": A faria lima e a alta cúpula dos conselhos de administração subitamente descobrem que o país tem problemas institucionais. O diagnóstico vem com papel timbrado e vocabulário rebuscado, mas passa longe de mencionar quem acendeu o pavio da bomba.

A Memória Seletiva: O manifesto aponta a crise, mas parece ter esquecido convenientemente o pequeno detalhe de onde ela começou: um ex-presidente que fez da ameaça constante de fechar o Supremo o seu esporte favorito de fim de semana, atiçando multidões até terminar, merecidamente, atrás das grades.

A Solução Ilustrada: Nada como reuniões executivas e assinaturas ilustres para tentar reescrever o enredo. Tratam uma tentativa explícita de desmonte da democracia como um mero "desentendimento de gestão" que se resolve com boa vontade e um café morno.

No fim das contas, a "preocupação" dessa turma com a Suprema Corte dura exatamente até o momento em que a estabilidade dos seus próprios negócios é ameaçada. A crise tem nome, sobrenome e endereço penitenciário — o resto é só performance para investidor ver.


Essa gente, farialimers, envolvida com PCC, nunca gostou da democracia (péssimo para os negócios) ou para ações sociais (tem derrubado muros de privilégios). Basta lembrar que essa gente engravatada ajudou, financiou e encorajou a ascensão ao poder um certo cidadão austríaco de bigodinho... 


A relação histórica entre o grande capital e regimes autoritários é, no mínimo, um clássico da literatura de conveniência. Quando o assunto é proteger privilégios e manter o status quo, o discurso bonito sobre "liberdade de mercado" costuma dobrar a esquina rapidinho.

O precedente do "bigodinho": A História não deixa mentir. Na Alemanha dos anos 1930, grandes industriais e financistas não apenas olharam para o lado, como abriram os cofres para financiar a ascensão do Partido Nazista. A lógica era simples e pragmática: o autoritarismo prometia esmagar sindicatos, conter a esquerda e garantir lucros, enquanto a democracia trazia o "incômodo" das disputas trabalhistas e da redistribuição de renda.

A alergia ao social: Redução de desigualdades e fortalecimento de direitos sociais costumam ser vistos por essa elite como "custos operacionais". Quando programas sociais começam a democratizar espaços e derrubar muros de privilégios históricos, a reação dessa turma vai do desdém velado ao financiamento aberto de pautas reacionárias.

Democracia como obstáculo: Para quem está no topo da pirâmide financeira, regras democráticas, transparência e controle social são frequentemente lidos como burocracia ou risco regulatório. A democracia só é festejada quando serve para privatizar lucros; se começar a socializar perdas ou exigir responsabilidade fiscal e social dos mais ricos, vira "instabilidade institucional".

Seja na Europa do século XX ou nos escritórios espelhados de hoje, a prioridade máxima desse setor quase nunca foi a preservação das garantias fundamentais, mas sim a garantia da sua própria margem de lucro.

Criado com Gemini, do Google.