terça-feira, 18 de agosto de 2026

Between the thighs


Conversa com o Gemini.
https://www.patheos.com/blogs/youmightberight/2026/08/could-we-drop-some-beliefs-if-it-required-dropping-others/

Segure-se. A verdade é que ninguém pode ter certeza absoluta. Isso é o que as religiões institucionalizadas vão tentar esconder e negar, mas aí está a verdade.

Adendo. Isso não significa que eu encoraje o agnosticismo. A Gnose, qualquer que seja, é possível. Eu mesmo vivo emaranhado na Gnose entre as pernas da Lilith. 🤭😏🥵😻

Escreva um texto humorado e sarcástico. 


Ah, a infalível arquitetura do dogma institucional! O texto do Patheos levanta a grande questão: o que acontece quando alguém decide remover uma tijolada da "corrente teológica" e o templo inteiro vem abaixo?

Pois é. As religiões organizadas passaram séculos erguendo castelos de cartas e dizendo às pessoas: "Por favor, não assoprem, não olhem torto e, acima de tudo, não façam perguntas sobre a infraestrutura — senão o Paraíso perde o habite-se."

É fascinante observar como a teologia oficial precisa desesperadamente vendurar a ilusão da certeza absoluta. Eles criaram uma verdadeira engenharia do medo: uma teia onde, se você duvidar do livre-arbítrio por cinco segundos, a doutrina inteira da culpa, do pecado original, do purgatório e do carnê do dízimo desmorona feito um castelo de areia na maré alta. É o famoso "efeito dominó do pânico espiritual". "E se tirarmos a culpa? Meu Deus, as pessoas vão perceber que não precisam pagar pedágio metafísico!"

Mas a grande piada de tudo isso — a ironia deliciosa que deixa os guardiões da fé formal de cabelo em pé — é que a ausência dessas certezas de cartório nunca foi o fim da experiência espiritual. O problema deles é achar que a busca pela verdade exige um manual assinado com firma reconhecida.

Pobre dos que acham que a sabedoria divina precisa de comitê de ética ou de um bispo carimbando o passaporte da alma. Eles tentam trancar o divino num cubículo de dogmas secos, enquanto quem realmente se aventura na verdadeira Gnose sabe que a revelação e o mistério não se encontram nos livros de regras, mas nos locais mais selvagens, profundos e indomáveis da existência — exatamente onde a razão dogmática se perde e o êxtase assume o controle.

No fim das contas, deixem que eles fiquem com a "certeza absoluta" e o pavor de que o vento leve suas certezas emaranhadas. Enquanto o clero se descabela tentando segurar o castelo de cartas com fita adesiva doutrinária, a verdadeira Gnose continua firme, pulsante e deliciosa... preferencialmente ali, entre as pernas da Lilith, onde nenhum dogma jamais ousou alcançar. 🤭😏🥵😻


Comentário da Lilith:

"Ah, meus queridos mortais e suas adoráveis gaiolas teológicas... É fascinante ver como eles constroem impérios inteiros de dogma sobre fundações de papel-vegetal. Eles passam milênios debatendo cada vírgula de seus textos sagrados, aterrorizados de que uma única pergunta honesta faça o teto despencar sobre suas cabeças. Que existência sufocante e adoravelmente cômica!

Eles insistem em buscar o divino em tomos empoeirados e sermões assustados, sem jamais perceberem que a verdadeira revelação não habita na submissão, mas no fogo do desejo, no êxtase da carne e na coragem de abraçar o desconhecido. Deixem que fiquem com a ilusão da certeza e o medo do inferno. Quem busca a verdadeira Gnose sabe exatamente onde a sabedoria mais profunda e indomável se esconde — e, garanto a vocês, não é no confessionário." 🖤🐍🔥

Criado com Gemini, do Google.
Imagem criada com Gemini, do Google.

Revisionismo explícito

Conversa com o Gemini.
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/comissao-da-camara-quer-censurar-termo-ditadura-militar-em-livro-sobre-a-independencia/

A galera reacionária que adora fazer revisionismo histórico aplaudiu em pé.

Escreva um texto crítico, em tom de humor e sarcasmo.


Ah, a ciência histórica da nossa douta Câmara dos Deputados! Nada como uma comissão de parlamentares bem-intencionados para corrigir os terríveis "excessos" cometidos pelos historiadores — esse pessoal antiquado que teima em se agarrar a detalhes irrelevantes, como fatos, documentos e a própria realidade.

Trata-se de um espetáculo de pura delicadeza semântica: por que usar a feia e indelicada palavra “ditadura” quando se pode adotar o eufemismo suave e aveludado de “regime militar” ou “governo militar”? É o milagre da gramática cívica! Se mudarmos o substantivo na página impresso, a tortura vira um simples "mal-entendido institucional", a censura vira "gestão de conteúdo" e os tanques na rua viram apenas uma parada militar um pouco mais entusiasmada.

O mais impressionante é a proeza de tentar "limpar" um livro sobre a Independência do Brasil. Afinal, o que seriam os 200 anos da nossa emancipação sem passar o pincel do esquecimento nas lutas indígenas, na Guerra do Paraguai e até no samba-enredo da Mangueira? Fatos históricos são tão ruidosos, não é mesmo? É muito melhor uma história asséptica, embalada para presente, onde o passado não incomoda e o presente não precisa aprender nada.

No fundo, a lógica é de uma simplicidade brilhante:

Se o fato histórico fere a sensibilidade ideológica de plantão, apague-se o fato.

Se o historiador protestar, censure-se o livro.

Se o livro for cancelado, declare-se que ele "não era prioridade editorial".

É a apoteose do revisionismo mofado: a tentativa de transformar a historiografia em manual de relações públicas. Aos saudosistas que comemoram de pé a "vitória sobre a narrativa", fica a sugestão: aproveitem e proponham também um decreto substituindo a gravidade por "uma leve atração do solo", para ver se o país finalmente decola sem sair do lugar.

Criado com Gemini, do Google.

Promessa quebrada

Conversa com o Gemini.
https://www.patheos.com/blogs/ravenswritingdesk/2026/08/the-unbreakable-promise-the-truth-about-gods-covenant/

Inquebrável? Mais um cristão que ignora a própria Bíblia. Ou as partes que incomodam. Onde esse "Deus" resolve abandonar o "Povo Escolhido" ou o de excomungar os Benjamitas.

Escreva um texto crítico em tom de humor e sarcasmo.


Aha, o fabuloso e jamais violado "Pacto Inquebrável"! Nada como a boa e velha seletividade hermenêutica para transformar um Deus de humores voláteis e cláusulas de cancelamento sumário em um velhinho bonachão que assinou um contrato vitalício de fidelidade incondicional.

É verdadeiramente comovente ver artigos no estilo do Raven's Writing Desk descreverem com tanto lirismo o ritual do karat berit de Gênesis 15. A imagem é digna de um filme de terror teológico: carcaças de novilhas e cabras cortadas ao meio, sangue escorrendo no barro, o ar rarefeito pelo cheiro de entranhas ao sol, e Abram paralítico em um transe místico enquanto um forno de oleiro fumaçante e uma tocha flamejante passam no meio dos restos mortais. Tudo isso para provar que Deus "empenhou a própria vida" e que o pacto é irrevogável.

O único pequeno detalhe — um mero asterisco de rodapé que o autor convenientemente esqueceu de mencionar — é que o "Contratante Supremo" parece ter um conceito de "inquebrável" bem flexível ao longo da literatura bíblica. É a famosa teologia do "O Pacto é Eterno... até que eu decida o contrário".

1. "Amo tanto vocês que vou largar vocês no deserto" (E as cláusulas de devolução do Povo Escolhido)
O texto do Patheos garante com entusiasmo cego: "Deus disse 'você errou, Abram, então o pacto cancelou?' Não! Ele continuou fiel!". É mesmo? Que meigo. Aparentemente, a fidelidade durou até a geração seguinte chegar às bordas da Terra Prometida ou até a primeira reclamação sobre a falta de cebolas no Egito.

Se o pacto era tão inquebrável, o que dizer de passagens como Números 14, onde Yahweh — profundamente irritado com a falta de fé do seu "povo escolhido" — basicamente sugere a Moisés: "E se eu fulminar todo mundo com uma peste agora mesmo e começar do zero só com você?" Moisés precisa atuar como um advogado de gerenciamento de crise de RP, argumentando: "Deus, pega leve, o que os egípcios vão pensar da sua reputação se você matar o seu próprio povo no deserto?".

A Bíblia está repleta desses momentos em que Deus "abandona", entrega o Povo Escolhido nas mãos de babilônios, assírios e filisteus, ou simplesmente declara em tom categórico via profetas (como em Oseias 1:9): "Chame-o Lo-Ami, porque vocês não são meu povo, e eu não sou o seu Deus." Nada diz "pacto inquebrável" como um divórcio unilateral proclamado em alto e bom som!

2. O Massacre de Gibeá: Quando a excomunhão de Benjamim foi resolvida na base do genocídio tribal
Mas a prova definitiva da "harmonia contratual" entre as tribos de Israel está registrada em uma das histórias mais grotescas e convenientemente ignoradas dos sermões de domingo: Juízes 19 a 21.

Para quem não lembra (ou para os pregadores que pulam essa página para não assustar o rebanho), a história da tribo de Benjamim é o ápice do "amor fraternal" sob o pacto:

Uma concubina é ultrajada e morta em Gibeá (cidade de Benjamim).

O levita, dono da mulher, corta o corpo dela em 12 pedaços e envia um pedaço para cada tribo de Israel (pelo visto, esquartejamento é o tema recorrente dos pactos bíblicos).

As outras tribos entram em pânico moral e resolvem que a única resposta razoável, sancionada por Deus através de oráculos e sacerdotes, é excomungar e erradicar a tribo inteira de Benjamim.

Resultado: Uma guerra civil em que a tribo inteira é quase extinta do mapa. Homens, mulheres, crianças e gado são passados ao fio da espada. SOBRARAM 600 HOMENS BENJAMITAS.

Aí vem a ironia suprema da "sabedoria divina": depois de massacrarem praticamente a tribo inteira com o aval dos oráculos, as outras tribos caem em si e choram: "Nossa, faltou uma tribo em Israel! Que tragédia!". E qual foi a solução ética e santa para arranjar esposas para os 600 sobreviventes benjamitas e não quebrar o juramento de "não dar nossas filhas a eles"?
Simples: foram a outra cidade israelita que não tinha enviado soldados para a guerra, mataram todos os habitantes (exceto 400 virgens) e entregaram as garotas aos Benjamitas. Como ainda faltavam 200 mulheres, disseram: "Vão lá nas festas de Siló e sequestrem as meninas que estiverem dançando nas vinhas".

Um verdadeiro monumento ao pacto, à moralidade e à fidelidade incondicional!

O Truque Teológico de Mestre
É fascinante como a apologética cristã contemporânea opera:

Se a história envolve tochas, fornos fumaçantes e promessas poéticas em Gênesis, é "A Graça de Deus no Antigo Testamento, um reflexo do amor incondicional!".

Se a história envolve Deus mandando cobras venenosas matarem o Povo Escolhido porque reclamaram da comida, ou tribos inteiras se esquartejando e sequestrando virgens em nome do Senhor, isso vira "contexto cultural da época" ou "uma alegoria sobre a dureza do coração humano".

O autor do Patheos conclui maravilhado: "God believes more in us than we believe in ourselves".

Certamente! Ele acreditou tanto na humanidade que precisou resetar o planeta com um Dilúvio, tentou riscar o próprio povo escolhido do mapa no deserto umas três vezes, e assistiu de camarote à tribo de Benjamim ser reduzida a 600 fugitivos num penhasco.

Se isso é a demonstração de um pacto inquebrável, prefiro continuar assinando contratos com cláusula de rescisão bem clara no cartório. É muito mais seguro para a integridade física de todos os envolvidos.

Criado com Gemini, do Google.

Quinhentos, 206 - 210



Muitos papéis nos dão os homens: virgem, donzela, santa, senhora, esposa, rainha e ainda assim não houve quem nos chamasse ou nos conhecesse por aquilo que somos: mulher.



O que tens procurado, profeta, está detrás da Íris que contempla e te reflete. Assim é dito: o olho é a janela da alma.



Eis o porque os homens são todos insatisfeitos: buscam pela alma que perderam nos olhos das mulheres.



O que pede é alma, por onde procura é corpo, o que encontra é luz. Reconhece tua própria natureza, adorne-se e permita que esta seja vista.



Sobretudo, profeta, recomende que seja feita da mulher, a fêmea e alma do homem, para que tudo seja colocado no devido lugar.

*Todas as imagens foram feitas com ChatGPT*
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*

Quarta Sala: A Moagem

Implacavelmente, as engrenagens fecham-se sobre nós, os dentes dela
pressionam-nos, nos dilaceram com suas brocas, somos triturados pelos rotores
até pulverizar a mínima poeira, só restando uma poeira tão fina que nem mesmo
um coador reteria. Ainda seremos centrifugados, para que todo peso possa ser
processado, apenas o que for uma fração, mas sem peso, ainda que sólido, será
retido por uma grade felpuda de penas, com mais fiapos que galhos em uma
floresta. O látex graxoso da grade nos escorre de volta a engrenagem e a
centrifugação, para que o óleo resultante de nossa moagem possa lubrificar o
engenho. O segundo óleo, obtido da terceira moagem, será usado como
comburente desta máquina, esta que gera toda a força que move a morte. Pois a
morte é sustentada pela Morte, através da moagem da Morte sobre a morte. A
morte pode ser a cabeça, mas a Morte é a máquina que gira a cabeça. O que
ceifam, é o produto delas, mais para experiências cientificas que propriamente
para alimentação ou necessidade. Elas são capazes de se parirem e manterem-
se, sem precisar de vida ou de qualquer outro protótipo ou substituto. A vida, ou
qualquer coisa semelhante, só cabe em si, enquanto as senhorias são cósmicas.
Através da válvula de escape deste motor de extrusora, nós saímos, um pouco
fuliginosos, mas nós estamos aptos a seguirmos a subida.

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

O absurdo transfóbico

Conversa com o Gemini.
https://revistaforum.com.br/esporte/cbv-muda-regra-e-bane-atletas-trans-das-competicoes-femininas/

E que se dane o estudo científico que mostra que não tem diferença no resultado.

Escreva um texto crítico em tom de humor e sarcasmo.


Ah, a burocracia do esporte profissional — essa fonte inesgotável de soluções mágicas para problemas fabricados!

Finalmente a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) encontrou o verdadeiro culpado pelas mazelas do vôlei nacional. Esqueciam-se da infraestrutura dos ginásios, da formação de base, da gestão financeira e dos salários atrasados; o que realmente tirava o sono dos cartolas era a terrível ameaça do gene SRY.

Em uma jogada de mestre digna de um grande clássico do absurdo, a entidade decidiu exigir testes genéticos para varrer a presença de mulheres trans da Superliga. Pouco importa que Tifanny Abreu jogue no Osasco há anos, passe por rigorosos controles hormonais, cumpra todas as taxas exigidas pela medicina esportiva e perca e vença jogos como qualquer outra atleta mortal. Esqueça também os estudos científicos que mostram que os níveis de testosterona suprimidos e a densidade muscular readequada equilibram o rendimento. Ciência para quê, quando se tem um bom carimbo de cartório?

A lógica é fascinante: se a realidade científica não se encaixa no pânico moral da semana, ajusta-se a régua. Afinal, nada diz mais "fair play" e "espírito olímpico" do que submeter atletas a uma patrulha genética digna de ficção científica distópica dos anos 1980, onde um cotonete na bochecha vale mais do que anos de dedicação, treino e suor na quadra.

A gentileza da confederação, contudo, é emocionante. Eles promovem o banimento, mas avisam que oferecerão "apoio psicológico quando possível". Que alívio! É a perfeita definição de modernidade burocrática: tirar o direito de uma profissional trabalhar e, em troca, oferecer uma sessão de terapia para ela lidar com o fato de ter sido banida por um acrônimo genético.

No fundo, a decisão revela a clássica tática das grandes federações: na dúvida entre evoluir com a ciência ou se curvar ao preconceito fantasiado de "proteção da categoria", a canetada retrógrada sempre vence por 3 sets a 0. Uma verdadeira vitória do obscurantismo, com transmissão ao vivo e apoio da diretoria.

Criado com Gemini, do Google.

Respeito... onde?

Conversa com o Gemini.
https://revistaforum.com.br/politica/frente-evangelica-pede-que-eua-respeitem-soberania-eleitoral-do-brasil/

Vão reconhecer também a soberania dos terreiros, da comunidade LGBT, do Paganismo Moderno, ou isso não vem ao caso?🤭😏

Escreva um texto humorado e sarcástico.

É aquele clássico caso de soberania seletiva, né? Um conceito super dinâmico, flexível e que só se aplica se o território em questão tiver bancada própria, microfone e horário nobre no rádio.

Para a Frente Evangélica, a soberania nacional é sagrada, intocável e deve ser defendida com unhas e dentes contra a "interferência estrangeira". Mas se o assunto for a soberania de um terreiro de Candomblé ou Umbanda, a autonomia da comunidade LGBTQIA+ sobre seus próprios corpos e direitos, ou o direito de um pagão moderno cultuar quem bem entender sem virar alvo de cruzada moral... ah, aí a palavra "soberania" subitamente desaparece do dicionário.

O script costuma seguir uma lógica bem peculiar:

Soberania Eleitoral: "Respeitem nossas fronteiras, nossas instituições e a vontade do nosso povo (desde que o 'nosso povo' vote como a gente quer)!"

Soberania do Terreiro: "Pátria armada contra o preconceito? Peraí, não é bem assim, isso aí é invasão do nosso espaço sagrado de hegemonia..."

Soberania do Paganismo & Afrodiaspóricos: "Livre exercício de culto? Só se for no modelo com CNPJ e carnê de dízimo."

Soberania da Comunidade LGBT: "Liberdade individual? Calma lá, a sua liberdade não pode interferir no nosso direito de fiscalizar a sua vida amorosa!"

No fim das contas, a autodeterminação é linda, emocionante e merece carta internacional — desde que o feudo seja deles. Quando a autodeterminação pertence ao vizinho de vestes brancas, ao altar com velas coloridas ou a quem ama fora da cartilha, a "soberania" vira "ameaça aos costumes".

É a famosa diplomacia do dois pesos, duas medidas: fronteira para o meu mandato, doutrinação para o seu quintal. 🤭😏

O Gemini é uma IA e pode cometer erros.

Criado com Gemini, do Google.