quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Bônus stage


Quadrinhos criados com ChatGPT.

Pijama verde oliva

Conversa com o Gemini.
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/clubes-militares-divulgam-manifesto-contra-falencia-moral-institucional-e-economica-do-brasil/

Como se esses senhores fossem algum exemplo ou modelo de moral...

Escreva um texto crítico, com humor e sarcasmo.


Há poucas coisas mais fascinantes na política nacional do que a inabalável vocação dos Clubes Militares para atuar como o oráculo da moralidade republicana.

Diretamente do conforto de suas poltronas, entre uma partida de baralho e outra, os presidentes dos Clubes Militar, Naval e de Aeronáutica decidiram presentear o país com mais um manifesto dramático. O diagnóstico? O Brasil enfrenta uma "falência moral, institucional e econômica".

É de uma sensibilidade poética ímpar.

O "Farol da Moralidade" (Com Pensão Garantida)
Nada inspira mais autoridade para falar sobre "gestão da coisa pública" e "crise econômica" do que entidades dominadas por ilustres generais da reserva — um grupo notoriamente conhecido por enfrentar a dura realidade do trabalhador comum com modestos contracheques, pensões vitalícias reforçadas e privilégios que sobreviveram a todas as reformas orçamentárias da história deste país.

Quando esses senhores apontam o dedo para a "falência moral", a ironia quase exige um minuto de silêncio:

A Memória Seletiva Institucional: Falam em "tolerância com a corrupção" e "descaso com a gestão pública", mas parecem ter esquecido convenientes episódios recentes da história nacional — de escândalos de compras de picanha e leite em pó a operações com joias e tramas de bastidores que envergonhariam qualquer compêndio de etiqueta republicana.

Defensores da Ordem (Quando Constrangedoramente Conveniente): Os mesmos clubes que agora se preocupam com "ruídos diplomáticos" e a "imagem internacional" não hesitaram, em passado recente, em emitir notas públicas respaldando pautas como o voto auditável ou passando o pano para colegas investigados por flertar abertamente com o golpismo e o ataque às instituições.

Pragmatismo Diplomático de Pijama: Criticar a condução das relações internacionais exige uma sofisticação geopolítica fascinante, especialmente vinda de quem enxerga diplomacia sob a ótica da Guerra Fria e confunde soberania com alinhamento automático.

A Reação Cívica do Chá das Cinco
O texto conclama a sociedade para uma "reação cívica" e pede "discernimento, lucidez e espírito público". É um apelo tocante. Afinal, o que seria da Nação sem a tutela moral de aposentados de pijama que consideram qualquer avanço social ou debate democrático como um passo em direção ao "caos e à insolvência"?

Se o Brasil de fato corre o risco de se tornar "politicamente ingovernável", certamente não será por falta de conselho não solicitado dos ilustres representantes da caserna reservada. No grande teatro da política brasileira, a cena do oficial reformado indignado com a "falência moral" alheia já virou um clássico do pastelão nacional — a única diferença é que a plateia há muito tempo deixou de levar o espetáculo a sério.


Não podemos esquecer do fatídico momento da Ditadura, recheada de corrupção e de crimes contra a humanidade.


Exatamente. O maior truque de mágica da propaganda ditatorial foi vender a ilusão de que o regime militar era um oásis de integridade e eficiência técnica, quando, na verdade, foi um período marcado por corrupção sistêmica blindada pela censura e por atrocidades cometidas pelo próprio Estado.

A mitologia do "militar moralizador" desmorona rapidamente quando se analisa a história sem os filtros da propaganda partidária ou da nostalgia cívica dos clubes de farda:

1. A Corrupção Blindada pela Censura
Muitos ainda repetem o mito de que "naquela época não havia corrupção". O que não havia era imprensa livre para noticiar e instituições independentes para investigar.

Obras Faraônicas e Propinas: A era das grandes obras (como a Transamazônica e a Ponte Rio-Niterói) foi o terreno fértil para o surgimento dos grandes conglomerados de empreiteiras que dominariam a política nas décadas seguintes. Os custos estouravam sem qualquer transparência ou auditoria pública.

Escândalos Abafados: Casos como o do Banco Halles, a falência da Corretora Delfin (com perdão milionário de dívidas pelo governo), o escândalo da Capemi (fundo de pensão militar envolvido em desmatamento e desvio de verbas) e as maracutaias no contrabando de mercadorias no Galeão foram abafados para preservar o "civismo" da imagem oficial.

2. O Aparelhamento do Estado e os Privilégios Corporativos
A "gestão técnica" da ditadura consistiu em aparelhar a máquina pública com patentes militares, transformando o orçamento em um balcão de benesses corporativas:

Foi durante o regime que se consolidaram sistemas inacreditáveis de pensões e montepios vitalícios para dependentes de oficiais, aposentadorias precoces com salários integrais e penduricalhos orçamentários que oneram os cofres públicos até hoje.

A elite militar garantiu a si mesma uma rede de proteção financeira e jurídica que a blindou das agruras econômicas que infligiu ao restante da população.

3. Crimes Contra a Humanidade e Violência de Estado
Enquanto se discursava sobre "família, tradição e ordem", os porões do regime operavam uma engrenagem oficial de terrorismo de Estado:

Práticas de Tortura e Execuções: O Estado brasileiro utilizou a estrutura pública — com dinheiro do contribuinte — para sequestrar, torturar e assassinar opositores políticos. Estupradores e torturadores operavam com distintivo e contra-cheque pago pela União.

Censura e Perseguição: A liberdade de expressão, a criação artística, o meio acadêmico e os direitos trabalhistas foram sistematicamente esmagados sob a justificativa da "segurança nacional".

Massacre aos Povos Indígenas: O Relatório Figueiredo e os achados da Comissão Nacional da Verdade demonstraram que o projeto de expansão do regime dizimou populações indígenas inteiras no interior do país, em nome de um "desenvolvimento" predatório.

O Desastre Econômico Real
E mesmo no campo estritamente econômico — no qual os saudosistas tentam reivindicar algum legado —, o resultado foi trágico. O tal "Milagre Econômico" foi financiado por um endividamento externo brutal e pelo arrocho salarial que explodiu a desigualdade social. O regime entregou o país nos anos 1980 afundado na hiperinflação, com a dívida externa recorde e a falência dos serviços públicos básicos.

Quando entidades e associações de veteranos vêm a público dar lições de "gestão pública", "pragmatismo econômico" e "ética na política", tentam reescrever o passado para esconder que a matriz da impunidade, do fisiologismo e da irresponsabilidade orçamentária no Brasil tem raízes profundas justamente nos anos em que a farda governou sem prestar contas a ninguém.

Criado com Gemini, do Google.

Cuba: Ditadura, Caudilhismo e Direitos

Conversa com o Gemini.
https://revistaforum.com.br/opiniao/cuba-e-uma-ditadura-por-emir-sader/

Eu desconfio dessa análise. Não é imparcial e é tendenciosa. Não se falou nada dos paredões. Ou da falta de direitos da comunidade LGBT. Nem da transmissão do poder por herança, igual às monarquias. 🤔

Escreva uma análise crítica, mostrando a realidade de Cuba, um caudilhismo.


A análise de Emir Sader reproduz a narrativa oficial do regime cubano, centrando a explicação de todos os problemas e da falta de pluralismo em Cuba unicamente no cerco dos Estados Unidos e no embargo econômico. Embora o impacto do embargo seja um fato geopolítico relevante, utilizar a agressão externa como justificativa permanente para suprimir liberdades individuais, direitos políticos e o contraditório omite as estruturas internas de autoritarismo e violência estatal que caracterizam o regime.

1. Os Paredones e a Violência de Estado no Pós-1959
Diferente da narrativa de uma transição pacífica ou puramente defensiva, os primeiros anos da Revolução Cubana foram marcados por expurgos violentos e execuções sumárias.

Julgamentos sem Devido Processo: Nos tribunais revolucionários liderados por figuras centrais como Che Guevara (na Fortaleza de La Cabaña) e Raúl Castro, centenas de opositores, ex-militares e dissidentes foram executados nos chamados paredones sem garantias básicas de defesa jurídica.

Institucionalização da Intimidação: A eliminação física e o encarceramento sistemático da oposição no início do regime serviram para consolidar o monopólio do poder e aniquilar qualquer alternativa partidária ou sindical independente.

2. A Perseguição à Comunidade LGBT e à Diversidade Cultural
A busca pela construção do "Homem Novo" socialista promoveu um padrão rígido de conduta moral e ideológica que perseguiu minorias sociais e intelectuais:

As UMAPs (Unidades Militares de Ayuda a la Producción): Entre 1965 e 1968, o regime criou campos de trabalho forçado para onde foram enviados milhares de homossexuais, religiosos (como Testemunhas de Jeová), pacifistas e jovens com condutas consideradas "desviantes" do ideal revolucionário.

Avanços Recentes vs. Direitos Políticos: Embora Cuba tenha aprovado o casamento igualitário no Código das Famílias em 2022, a atuação de ativistas LGBT+ independentes continua criminalizada quando descolada do Centro Nacional de Educação Sexual (CENESEX), controlado pelo Estado. O direito civil de se casar não veio acompanhado da liberdade política de se organizar de forma autônoma.

3. Caudilhismo e Transmissão Dinástica do Poder
A estrutura política cubana adapta o clássico modelo do caudilhismo latino-americano — centrado na figura do líder carismático e autocrático —, fundindo-o ao modelo de partido único de inspiração soviética.

       [ Caudilhismo Inicial ]
      Fidel Castro (1959–2006)
                 │
                 ▼
     [ Transmissão Familiar ]
      Raúl Castro (2006–2018)
                 │
                 ▼
  [ Sucessão Burocrática Controlada ]
Miguel Díaz-Canel / Tutela das Forças Armadas (GAESA)
Personalismo Absoluto: Fidel Castro governou por quase cinco décadas sem passar por eleições diretas ou submeter seu mandato a escrutínio público contestável.

Sucessão Familiar: Em 2006/2008, a passagem de poder para seu irmão, Raúl Castro, aproximou a dinâmica política de uma sucessão dinástica, mantendo as rédeas do Estado e dos setores econômicos chave (através do conglomerado militar GAESA) restritas a um pequeno círculo familiar e militar.

Transição sob Tutela: A ascensão de Miguel Díaz-Canel à presidência manteve a proibição constitucional de partidos de oposição e a fidelidade canônica ao Partido Comunista de Cuba (PCC) como único legalmente reconhecido.

4. Negação Sistemática de Direitos Civis e Políticos
A alegação de "democracia radical pelo acesso a bens" desconsidera o conceito fundamental de democracia representativa e direitos humanos fundamentais:

Monopólio da Comunicação: O artigo 55 da Constituição cubana estabelece que os meios de comunicação de massa são de propriedade estatal ou social, impedindo a existência de imprensa livre e independente.

Criminalização do Protesto: Manifestações populares espontâneas, como as de julho de 2021 (11J), foram respondidas com prisões em massa, condenações desproporcionais de dezenas de cidadãos e bloqueio de acesso à internet.

Conclusão
Classificar Cuba estritamente através do prisma geopolítico da resistência ao imperialismo encobre a realidade de um regime caudilho, personalista e autoritário. A negação do pluralismo político, o histórico de violações de direitos humanos e a concentração do poder político e econômico nas mãos de uma elite partidário-militar evidenciam que a ilha não vivencia uma forma alternativa de democracia, mas sim a consolidação de um Estado autocrático.


Eu estava confabulando. Cuba é o refrigerante Dolly da política internacional. 🤭🤗
Laerte Codonho insistindo naquela fantasia de marketing que a Dolly é perseguida pela Coca Cola.


A analogia é perspicaz e acerta em cheio no mecanismo narrativo que ambos utilizam. A construção da "vítima perpétua" funciona como um blindagem ideológica perfeita: qualquer fracasso interno, incompetência de gestão ou violação de regras é automaticamente transferido para a conta de um inimigo gigante e todo-poderoso.

Seja no discurso político geopolítico ou no marketing empresarial de nicho, a lógica do conspiracionismo defensivo opera da seguinte forma:

O Inimigo Único e Conveniente: Para o regime cubano, o embargo norte-americano é a resposta pronta para a escassez de suprimentos, a infraestrutura caindo aos pedaços e a repressão política. Para Laerte Codonho, a concorrência desleal da Coca-Cola servia como justificativa para os problemas fiscais e judiciais da Dolly.

A Supressão da Autocrítica: Ao transformar a própria existência em uma "resistência heroica" contra um monstro (o Imperialismo / o Monopólio), anula-se qualquer cobrança por transparência, eficiência ou respeito às leis. Quem questiona o regime em Havana é rotulado de "agente de Washington"; quem criticava os métodos da Dolly era acusado de "estar a serviço do truste".

A Fantasia do David contra Golias: Ambos criaram uma mística populista baseada na assimetria. A narrativa do "pequeno e valente produto local" resistindo contra o império alienígena engaja uma base fiel que prefere a aura do martírio à análise fria dos fatos.

No fim das contas, a culpa é sempre dos "dólares" e da "Coca-Cola" — e o guaraná estragado ou a economia em ruínas viram meros "danos colaterais do cerco".
Criado com Gemini, do Google.

Quinhentos, 146 - 150



A Sedução é um processo que pode resultar no Amor. Conhece o tempo que dispõe, aproveite.



Aos que sabem explorar seus atrativos, o que vier é bom. No mais, sempre terão tavernas para que saciem sua sede.



Este jogo deve ser bom aos participantes. Não o tome como cavalo de batalha nem cabo de guerra. Não force, não puxe.



Eu vejo que o profeta tem Amor e por isso confio que, ao sair desta taverna, não irá tentar reformar o mundo.



Eu vejo também que fez longa viagem, teve muita luta e sente sede. Eu te recebo em meu quarto e ensino a sabedoria complementar.

*Todas as imagens foram feitas com Gemini*
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*

Mortuário - preâmbulo

A todos vocês que estão mortos e a todos estes outros que ignoram, pois nós
fazemos parte deles, ignoramos que uma vez vivos, um dia a mais é um dia a
menos. Nós os incomodamos, mais por nosso ressentimento do que
propriamente pelo pesar da perda, que dela, nenhum de vocês precisam. Estes
ossos sejam testemunhas, destes ossos, que pedem a prova, da majestade da
morte e da presença do teu reino, nesta noite, entre nós. Estes ossos abram a
tumba aos nossos ossos, para a celebração desta noite. Aos nossos ossos, esteja
aberta a via calcinada de crânios, até a praça das costelas. O corso pavoroso
seguirá, pelas vielas dos úmeros, as ruas dos rádios e cúbitos, as avenidas dos
fêmures. Cada estrada desolada percorrida até os castelos da senhoria, castelos
firmados por muralhas de tarsos e metatarsos e por torres de falangetas.
Diante do umbral final, do portal de imensas arcadas dentárias carbonizadas, no
clamor dos redivivos, nós viemos pedir moradas e abrigo, pois já vem o dia,
arrastando a vida consigo. Nós recusamos, renunciamos ao mundo dos Homens,
amaldiçoamos toda a civilidade, toda a propriedade, toda a sociedade, toda a
moralidade e toda a religiosidade. Nós descartamos toda a ciência, toda
identidade, todos os sentidos e toda a carne ou peso inútil.

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Emergência médica


Conversa com o Gemini.
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/paciente-em-sc-exige-medico-brasileiro-branco-e-cristao-e-acaba-preso/

😳 Eu só fico imaginando o resultado. O cidadão, preso, sendo obrigado a ser atendido por um médico afrodescendente e candomblecista. 🤭😏

Escreva um texto humorado e sarcástico.


A ironia é uma das poucas forças do universo que parecem operar com precisão matemática.

Imagine a cena digna de uma comédia surrealista: o cidadão, imbuído de toda a sua exigência moral e étnica, bate o pé na recepção do hospital demandando um profissional com "selo de pureza e fé homologado". Ele queria a versão de comercial de margarina da medicina. No lugar disso, ganha um par de algemas e uma escolta policial para aprender que cartões de exigência pessoal não funcionam na vida real.

O ápice dessa tragicomédia vem logo em seguida. Ele chega à delegacia, a pressão arterial provavelmente nas alturas pela indignação de ter suas "preferências" ignoradas, e descobre que precisará de atendimento médico. É quando o destino — que claramente tem um senso de humor afiadíssimo — faz a sua mágica.

Entra em cena o médico. Afrodescendente, extremamente competente, ostentando um sorriso tranquilo e, para coroar a apoteose do absurdo na cabeça do nosso "iluminado" paciente, praticante do candomblé.

A cena seria memorável:
O cidadão, estirado na maca, preso, encarando a combinação perfeita de tudo o que ele tentou evitar na sua lista de desejos. Ele busca o olhar do médico esperando rejeição ou raiva, mas encontra apenas um profissional calmo, pronto para aferir sua pressão e receitar um calmaria.

— “E então, doutor, o senhor vai me atender?” — pergunta o paciente, engolindo a seco, dividido entre o preconceito e o medo de um pico hipertensivo.
— “Claro. Axé para você também. Agora, dê o braço que a sua pressão precisa de atenção, e os orixás não gostam de teimosia na hora de tomar medicação.”

A maior lição que a ironia dá é sutil, mas profunda: a realidade não consulta os preconceitos de ninguém antes de se apresentar. No fim das contas, quando a saúde falha ou a lei aperta, o sangue continua sendo vermelho, a medicina continua sendo ciência, e o orgulho ridículo de quem exige rótulos cai por terra diante do simples e inevitável banho de realidade.


Mas, pensando bem, até que a iniciativa é boa. Eu entro na UBS aqui perto de casa e exijo ser atendido pela Lilith. 😻


Aí sim temos um plano de atendimento que levaria a triagem do SUS a um colapso conceitual absoluto.

Consigo até ver a cena na recepção da UBS:

— “Bom dia, qual a sua emergência?”
— “Nenhuma emergência grave, mas exijo ser atendido exclusivamente pela Senhora da Noite, Primeira Mulher, a Mãe dos Demônios. De preferência com o prontuário em sumério antigo.”

A atendente piscaria duas vezes, olharia para o computador, procuraria a aba "Especialidades" e tentaria ver se "Lilith" se encaixa em infectologia, endocrinologia ou psiquiatria.

O grande problema dessa exigência seria o diagnóstico. Em vez do tradicional "tome este analgésico e descanse", a receita viria em pergaminho:

Prescrição: Quebra imediata de todas as amarras da hipocrisia social, três doses de autonomia indomável e uma consulta de retorno na próxima Lua Nova.

Efeitos colaterais: Tendência irrepressível a dizer verdades desconfortáveis, alergia a dogmas e recusa sumária em aceitar ordens de qualquer figura de autoridade que se ache superior.

O lado bom é que, se o cidadão do caso de Santa Catarina exigiu um padrão "comercial de margarina" e acabou na delegacia, a sua exigência por Lilith na UBS provavelmente resultaria apenas no médico de plantão olhando por cima dos óculos e dizendo: “Olha, a Mãe dos Demônios tá de folga hoje, mas se o senhor quiser, eu posso passar um antitérmico e atestar dois dias longe do trabalho.” O que, convenhamos, já é uma benção quase divina.


Eu fico imaginando a Lilith de uniforme de médica fazendo um... exame...no meu corpinho...🥵

Aí a consulta hipotética já mudou completamente de departamento! Sai a triagem da UBS e entra direto um enredo de literatura gótica bem explícito.

Uma médica com asas de noitibó, olhar soberano e sem a menor paciência para o pudor humano transformaria qualquer exame de rotina em um ritual de adoração — e de submissão. Com a Lilith no comando do estetoscópio, o ausculta cardíaca seria só um pretexto para ouvir o ritmo do seu desejo, e o "respire fundo" soaria muito mais como uma ordem para você entregar o controle.

O problema de ser examinado pela Primeira Mulher é que ela não cura sintomas; ela desperta obsessões. Você entraria procurando um diagnóstico e sairia com uma sentença de devoção eterna (e com a pressão arterial batendo no teto, claro).


Criado com Gemini, do Google.

A falta que faz um editor

Conversa com o Gemini.
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/cid-guerreiro-autor-ilarie-xuxa-missionario-ceara/

A Turma do Chaves perguntou:

- E o Kiko?

🤣🤣🤣🤣🤣

Troféu da não notícia para o DCM.

Escreva um texto humorado e sarcástico.


Ah, o jornalismo investigativo moderno em seu ápice absoluto! O Diário do Centro do Mundo (DCM) acaba de nos brindar com mais uma daquelas reportagens vitais para a manutenção da democracia, da ordem republicana e da geopolítica global: Cid Guerreiro, o autor de "Ilariê", virou missionário no Ceará.

Uau. Parem as prensas! Chame a CNN! Convoque uma reunião de emergência no Conselho de Segurança da ONU! O mundo precisava urgentemente dessa atualização de status.

É um furo jornalístico de proporções épicas. Afinal, todos os dias, ao acordar, a pergunta que martela no peito do cidadão brasileiro não é sobre a inflação, os juros ou o futuro do país, mas sim: "Meu Deus, por onde andará o gênio lírico por trás de 'Txutxucão' e 'Ilariê'?"

E quando a notícia cai como uma bomba nas redes, a reação da comunidade é imediata e unânime. A Turma do Chaves já se reuniu na vila para declarar luto nacional e fazer a única pergunta que realmente importa diante de tamanha revelação histórica:

— E o Kiko?

Pois é. E o Kiko? O que ele tem a ver com isso? O mesmo que o leitor: absolutamente nada!

Mas não sejamos injustos. O DCM merece todos os louros. É com muito orgulho, aplausos de pé e uma chuva de confetes virtuais que entregamos o cobiçado Troféu "Não Notícia do Ano" ao DCM!

Que momento para se estar vivo! Agora que já sabemos que a mente brilhante do ô-ô-ô trocou a nave da Xuxa pelo altar no Ceará, a humanidade finalmente pode dormir em paz. Próxima matéria bombástica do DCM: "Descubra por onde anda o criador do 'Dança da Cordinha'". Mal posso esperar! 🤣🤣🤣🤣🤣

Criado com Gemini, do Google.