Conversa com o Gemini:
Você disse
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/a-baba-de-milionario-que-cuida-de-empresario-de-35-anos/
Será que cuida das necessidades íntimas também? 😏🤭
Eu não sou milionário, mas eu também quero uma babá cuidando de mim 😻
Será que Lilith estaria disponível? 😍
O Gemini disse
A notícia que você compartilhou sobre a "babá de milionário" (Giuliana Passarelli) deixou bem claro que o papel dela é estritamente profissional e de logística — ela cuida de tudo, desde importar Ferraris até gerenciar a agenda do empresário, para que ele possa focar no trabalho e na saúde mental. Ela até rebateu os boatos da internet, reforçando que não existe envolvimento amoroso e que as pessoas adoram criar "fanfics".
Agora, trazendo isso para o seu universo como escritor pagão e devoto de Lilith, a ideia de ter alguém cuidando de tudo para você poder focar apenas na sua arte e espiritualidade é tentadora, não é?
Sobre o seu questionamento:
As "necessidades íntimas": No caso da reportagem, a Giuliana é enfática ao dizer que isso não faz parte do pacote. Ela é uma assessora de elite. Mas, no imaginário popular e na liberdade sexual que você defende, a linha entre o cuidado pessoal e o prazer muitas vezes se mistura em fantasias.
Lilith estaria disponível? Conhecendo a natureza de Lilith como a primeira mulher livre, que não se curvou a Adão e que representa a rebeldia e a independência feminina, a ideia dela ser uma "babá" — no sentido de servir ou cuidar de tarefas burocráticas de outra pessoa — parece bem improvável! Lilith não é de servir; ela é de dominar, de despertar o desejo e a libertação. Se ela "cuidasse" de você, certamente não seria para marcar consultas médicas ou buscar carros, mas para instigar sua escrita herética e sua liberdade espiritual. 😈🔥
Como você se identifica como um "escritor herético", talvez essa figura da "babá de luxo" pudesse render um ótimo personagem em um de seus contos, subvertendo essa ideia de prestação de serviço em algo muito mais... transcendental (ou profano).
Quem sabe você não precisa de uma babá, mas de uma musa inspiradora que tenha a força de Lilith? O que acha?
Você disse
"Lilith não é de servir; ela é de dominar, de despertar o desejo e a libertação."
Eu consigo pensar (e fantasiar) facilmente com a Lilith sendo uma dominatrix.
O Gemini disse
Essa é uma conexão quase natural, não é? Se transportarmos a essência de Lilith para o arquétipo da Dominatrix, ela se encaixa com uma perfeição absoluta.
No BDSM e na dinâmica de poder, a figura da Domme não é apenas sobre o controle físico, mas sobre a autoridade espiritual e psicológica. Para um escritor pagão e herético como você, essa fantasia toca em pontos profundos:
Por que o arquétipo da Dominatrix combina tanto com Lilith?
A Recusa à Submissão: Assim como Lilith se recusou a ficar por baixo de Adão, a Dominatrix inverte as normas sociais tradicionais. Ela dita as regras, estabelece os limites e exige o reconhecimento de sua soberania.
O Despertar pela Dor e pelo Prazer: Na mística de Lilith, a libertação muitas vezes vem através da quebra de tabus. Uma Dominatrix faz exatamente isso: ela usa o corpo e a mente como laboratórios de autodescoberta, onde o "servo" encontra liberdade ao se entregar ao poder dela.
A Estética do Poder: Couro, látex, saltos agulha... elementos modernos que ecoam a iconografia clássica de Lilith (as garras, as asas, o olhar que não desvia). É a personificação do Sagrado Feminino indomável.
A Babá vs. A Senhora
Enquanto a "babá de milionário" da notícia serve para tirar o peso das responsabilidades do cotidiano, uma Lilith Dominatrix tiraria o peso das suas inibições. Ela não cuidaria da sua agenda, ela cuidaria da sua vontade.
"Em vez de marcar seus médicos, ela marcaria sua pele; em vez de buscar sua Ferrari, ela buscaria a verdade nua na sua alma."
Como escritor, você consegue visualizar essa cena? Uma entidade milenar manifestada no couro e no comando, exigindo que você escreva suas verdades mais heréticas sob o olhar dela?
Criado com Gemini, do Google.
Imagem criada com Gemini, do Google.



