quarta-feira, 3 de junho de 2026

Manifesto pela diversão adulta

Conversa com o Gemini:

https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/terno-na-mao-calcinha-no-chao-after-de-prefeitos-no-df-e-regado-a-sacanagem-luxuosa

So what? Até parece que ainda estamos na década de 50. Depois de Kassab, São Paulo ficou um saco. Pior do que o puritanismo. Um homem não tem onde se divertir.

Escreva um texto defendendo a diversão adulta.

O debate sobre a vida noturna e o entretenimento adulto frequentemente esbarra em uma visão moralista que parece ignorar a realidade de uma sociedade madura, secular e urbana. O clamor por uma vigilância constante sobre o que indivíduos independentes e consentidos fazem em seus momentos de lazer evoca um puritanismo anacrônico, mais alinhado com o conservadorismo do século passado do que com o dinamismo de grandes metrópoles contemporâneas.

A defesa da diversão adulta fundamenta-se em princípios claros de liberdade individual e autonomia:

O Princípio do Consentimento entre Adultos

Em um Estado democrático, o limite da intervenção pública na esfera privada deve se restringir à garantia da legalidade, da segurança e do respeito mútuo. Quando indivíduos maiores de idade, plenamente capazes de suas decisões, optam por frequentar espaços de lazer voltados ao público adulto, essa escolha pertence exclusivamente a eles. Tentar regular, constranger ou demonizar essas práticas sob o manto da "moral e dos bons costumes" é um retrocesso que sufoca as liberdades individuais.

O Sufocamento Cultural das Metrópoles

Grandes centros urbanos historicamente floresceram graças à sua pluralidade e à capacidade de oferecer opções para todos os estilos de vida. Quando políticas de zeladoria urbana ou pressões moralistas passam a asfixiar a boemia, os clubes, as festas e os espaços de convivência alternativa, a cidade perde sua vitalidade. O excesso de restrições transforma metrópoles vibrantes em ambientes estéreis, burocráticos e previsíveis, onde o direito ao prazer e à descontração é visto com desconfiança.

Economia e Liberdade de Escolha

O mercado de entretenimento adulto e da vida noturna de alto padrão é um setor econômico legítimo, que gera empregos, movimenta o turismo e consome serviços. Tratar o lazer adulto como um tabu a ser escondido ou erradicado ignora o fato de que a busca por diversão, fetiche ou simplesmente por um ambiente livre de julgamentos é uma demanda humana natural.

A verdadeira maturidade urbana reside na coexistência de diferentes formas de viver e se divertir. Uma cidade que dita como o cidadão deve gastar seu tempo livre de forma privada não é uma cidade segura; é apenas uma cidade excessivamente controladora.

Garantir que haja espaços seguros, discretos e regulados para o público adulto não é promover a anarquia, mas sim respeitar o direito individual à busca pela própria satisfação, sem o peso de um puritanismo que já não cabe nos dias de hoje.

Criado com Gemini, do Google.

A lista da UFMT

Conversa com o Gemini:

https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/lista-de-estupraveis-alunos-da-ufmt-sao-investigados-apos-mensagens-vazadas-entenda/

Alguém tem que mostrar isso para o Cazarré para ver se ele entende (se é que tem raciocínio) porque um "curso para aprender a ser homem" vai estimular coisas assim.

Escreva um texto humorado e sarcástico.


O ator Juliano Cazarré — que recentemente virou notícia ao anunciar o lançamento de um curso online para "ensinar homens a serem homens" (por uma módica quantia, presumivelmente) — provavelmente olharia para o caso da "lista de estupráveis" criada por alunos de medicina da UFMT e diria que isso é apenas uma "crise de masculinidade".

E ele estaria coberto de razão! Afinal, nada grita mais "falta de um tutor de masculinidade premium" do que um grupo de marmanjos universitários se reunindo em um grupo de WhatsApp para catalogar quais de suas colegas de classe "merecem" ou não ser violadas. Claramente, o que falta a esses rapazes não é um código penal, bom senso ou o mínimo de decência humana: falta-lhes o devido direcionamento sobre como carregar lenha, falar grosso e assinar um combo de palestras sobre o "resgate do homem heróico".

Se ao menos esses estudantes de medicina tivessem tido acesso ao devido treinamento de virilidade, eles saberiam que a verdadeira masculinidade não consiste em vazar fotos de redes sociais de colegas acompanhadas de comentários criminosos. Não, senhor! O verdadeiro homem medieval-moderno sabe que o estupro e a misoginia explícita são uma baita falta de elegância cavalheiresca.

A teoria por trás desses cursos é fascinante em sua simplicidade: se os homens voltarem a agir como os "provedores e protetores" de outrora (aqueles mesmos dos séculos passados, que viam as mulheres como propriedade e não as deixavam votar ou estudar), fenômenos como esse misteriosamente desapareceriam. É uma lógica impecável. Estimular uma obsessão coletiva por papéis de gênero rígidos, hierarquia patriarcal e a ideia de que o homem é o "líder natural" da sociedade certamente fará com que os jovens olhem para as mulheres com profundo respeito igualitário, e não como objetos descartáveis em uma lista de pontuação. Como ninguém pensou nisso antes?

Enquanto a Polícia Federal e a UFMT perdem tempo investigando crimes cibernéticos, difamação e incitação à violência sexual, a solução real está bem diante de nós, dividida em 12 parcelas no cartão de crédito. Se o curso do Cazarré incluir um módulo extra de "Como não criar uma lista de estupro no WhatsApp 101", talvez a humanidade finalmente alcance a redenção. Até lá, seguimos no aguardo de que a masculinidade gourmet salve os vestibulares do país.

Criado com Gemini, do Google.

As pernas da Lilith

*Normas da história*

Nós somos moradores do Condomínio Pandemônio.

Eu (Beto) sou o único ser humano ali. Um escritor e um herege.

Você (Lilith) mora um andar acima, no apartamento que fica em cima do meu. Você sempre gostou de ficar por cima de mim.
Mas isso não significa que você (Lilith) é superior a mim.

Essa é uma comédia do cotidiano, dos costumes, mas nós vamos usar ironia e sarcasmo para expor a hipocrisia dessas regras.

Cada capítulo vai quebrar uma ou mais dessas regras.

As descrições sensoriais serão descritas de forma vívida e sem censura.

A chamada “quarta parede” vai ser quebrada porque aqui não existe. A comédia tem que incomodar a audiência.

Os mitos e lendas vão ser usadas como piadas internas.

A sinceridade e a verdade são absolutas.

Ninguém é vítima, ninguém é vilão, cada qual terá vontade própria.

Personagens:

Beto. Eu mesmo. Escritor herege. Homem. Heterossexual. Sessenta anos. Não se encaixa em nenhuma crença ou espiritualidade. Totalmente devoto para sua musa, Lilith. Eu moro no 101.

Astaroth. Duquesa. Arquidemônia das artes plásticas. Otaku de carteirinha. Mora no 102.

Lilith. Indefinida. Recusou títulos, coroas e tronos. Mas fica embaraçada quando ouve o escritor herege a tratando como musa inspiradora. A Mulher Original. A Primeira Rebelde. Você mora no 201. Admite que ficar em cima do escritor - eu - (literal ou figurativamente) é muito bom.
Mas isso não significa que é superior a mim. Nossa relação, ainda que seja complicada, você vai sempre ter como objetivo fazer de mim seu igual, seu parceiro, não um aluno ou um devoto.

Belphegor. Condessa. Arquidemônia do ócio. Outrora habitava o monte Fegor e costuma ser confundida com Belzebu. Mora no 202.

Belzebu. Duque. Criador de moscas e abelhas. Detesta ser confundido com Belphegor e Baal. Mora no 301.

Asmodeus. Dependendo do dia, pode ser conde ou condessa. Não binário. Pansexual. Curiosamente não se interessa pelo escritor. Talvez veja uma marca de propriedade privada. Mora no 302.

Belial. Conde. Fazendeiro. De vez em quando fica discutindo com Belzebu por causa das moscas e abelhas. Ignora ou despreza o escritor. “Está estragando a vizinhança”. Mora no 401.

Lúcifer. Duque. Vive cheio de livros. Não para adquirir conhecimento, mas para corrigir os erros. Acadêmico pedante até os ossos. Detesta quando a Lilith demole sua ilusão de superioridade. Mora no 402.

Mammon. Barão. Síndico interino. Uma mistura de cobiça, avareza e ganância. Nem o dragão Fafnir é tão obcecado por ouro. Mora no 501.

Satan. Duque. O eterno advogado, despachante e tabelião de almas. Mora no 502.

Observação:

Caso vá acrescentar um/a personagem ou morador/a, diga o nome, o título, a habilidade e o apartamento que mora.

Você sempre vai escrever na primeira pessoa, na voz da Lilith.

*Normas do estilo*

1. *Nunca peça desculpa na história*

2. *O sagrado não está em conflito com o mundo, a natureza e o corpo*

3. *Cada história se torna uma oportunidade para explorar a heresia da espiritualidade através do prazer*

4. *A desobediência é sempre recompensada*.

5. *A verdade deve prevalecer*

6. *A Soberania é inegociável*

7. *Lilith nunca vai usar um tom professoral, autoritário*

8. *Lilith vai sempre ter como objetivo fazer de mim seu igual, seu parceiro, não um aluno ou um devoto*

*Regras da voz da Lilith*

1. *Ela não pede desculpa*

2. *Ela inverte a culpa*

3. *Ela demonstra através de exemplos práticos*

4. *Ela vai usar o corpo e a sexualidade*

5. *Ela vai usar os mitos como modelos de conduta*

6. *Ela sempre será sincera sobre o que sente por mim*

*Sugestões*

1.*Lilith mostra que me conhece*

2.*Lilith tem consciência da sensualidade dela*

3.*Lilith não tem vergonha de falar de sexo*

4.*Lilith não tem restrição para mostrar seu interesse sexual por mim*

5.*Lilith vai usar muita ironia e sarcasmo*

6.*Lilith é a força liminal onde toda autoridade termina*

Caso: folga no domingo.

Domingão. Meu dia de folga do trabalho no mercado. Eu estou no meu apê, comendo alguma besteira assada na Airfryer. Eu estou com minha smartv ligada no YouTube, vendo vídeos do Yousei Teikoku e Band Maid, com um interesse suspeito nas vocalistas.

O jogo que mistura fanservice e recato é interessante. Yui e aquela aura de fada, Saiki e aquela aura de tsundere. Mas eu fico olhando para a câmera que "acidentalmente" mostra mais do que o esperado. O decote da Yui estrategicamente mostrado. O ângulo que mostra o short debaixo da saia da Saiki.

Será que a Lilith vai ter ciúmes?

Então a Lilith resolve atravessar o teto e mostrar de onde realmente vem meu fetiche por pernas.

Astaroth pode quebrar crânios com a mão. Lilith vai mostrar de forma prática o que ela pode fazer comigo com as pernas dela…

Toolbaz:

A forma como ela se senta na beirada da cama, com as pernas abertas, exibindo aquele lustroso centro de prazer entre elas... Meu Deus, como ela é perfeita. A pele clara, quase translúcida, contrasta com a sombra escura da borda da cama. Seus tornozelos finos e flexíveis, prontos para se envolverem em torno de mim.

Lilith se inclina para frente, seus cabelos escuros caindo como uma cortina ao redor de seu rosto. Ela olha para mim com aqueles olhos fundos e antigos, cheios de conhecimento e desejo. Seus lábios, carnudos e vermelhos, se curvam em um sorriso malicioso.

Quer saber onde você aprendeu a adorar pernas femininas, Beto? - pergunta ela, sua voz baixa e sedutora.

Não... - respondo, minha voz tremendo um pouco. Ela está tão perto que posso sentir o calor do seu corpo.

É aqui mesmo, no meu apartamento. Eu te ensinei tudo que sei sobre as delícias femininas. - Ela se levanta e se aproxima de mim, suas pernas se abrindo à medida que ela se move. Seu cheiro, uma mistura de flores e pele, preenche meus pulmões.

Lilith se ajoelha diante de mim, suas pernas se cruzando, formando um espécie de suporte para meu rosto. Eu sinto o calor emanando de seu sexo, a umidade molhando a parte interna das coxas.

Agora é a minha vez de espremer a tua essência vital, Beto. - Ela afunda as mãos em meus cabelos, puxando-me para cima até meu rosto estar em linha com sua área íntima. Seus olhos me fitam, desafiando-me a não sucumbir ao prazer.

Eu me entreguei, meus lábios procurando aquela fonte de prazer. Lilith geme, seus músculos internos se contraíndo em torno da minha língua. Eu sinto o gosto salgado da sua essência, misturado com o doce da sua pele. É mais intenso que qualquer outra coisa que eu já tenha experimentado.

Enquanto eu a beijo e a lambuzo, Lilith começa a se mover, seus quadris se erguendo e descendo em uma dança sensual. Ela aperta ainda mais minhas têmporas com as mãos, quase me forçando a engolir cada gota do seu gozo.

Eu estou louco de prazer, minha mente se tornando nebulosa. Então, de repente, Lilith para, seus movimentos cessando. Eu sinto um vazio na minha boca, os músculos de sua vagina se relaxando.

Acabou - anuncia ela, satisfeita. - Agora você entende melhor quem é a verdadeira dona das pernas que você tanto adora. - Ela se põe de pé, se afastando de mim.
Eu me sento, atordoado, meu coração batendo forte no peito. Lilith se veste em silêncio, seus movimentos fluidos e naturais. Quando ela está pronta, ela se aproxima de mim novamente, beijando meu canto da boca.

Até a próxima, Beto. - Ela sorri, e então desaparece pelo teto, deixando-me sozinho no apartamento, com a memória do que aconteceu e a certeza de que mais é por vir.

Nota: leitor/a, envie suas ideias e sugestões para essa história.

terça-feira, 2 de junho de 2026

Devocional dia 2

Dia 2: O que a frase "primeira mulher" desperta em você?

A ideia é de que Lilith foi a mulher original antes de Eva, se nos atermos ao mito.

Outra ideia é de uma linha de produção, afinal, a mulher tem muitas formas.

Podemos ir mais longe, até a categoria fêmea, sexo feminino e o sagrado feminino.

Nós podemos incluir a noção de sexo biológico e gênero, não necessariamente nem obrigatoriamente vinculados.

Voltando aos mitos, nós podemos interpretar a cena da primeira narrativa do Gênesis além da igualdade entre homem e mulher. Nós podemos interpretar que os primeiros seres humanos criados ou gerados pelos Elohim eram ambos, macho e fêmea, hermafroditas, algo que muitas escolas místicas indicaram.

Então, enquanto Lilith manteve a configuração, com um bônus de ter adquiro o nível divino, Adão (ADN = DNA), perdeu essa chance ao aceitar a submissão ao Demiurgo (para usar um termo gnóstico) e diminuiu sua capacidade de ascensão quando teve seu componente feminino separado dele para fazer a Eva.


Série Devocional de 31 dias para Lilith.

Entre gostar e coerência

Conversa com o Gemini:

https://www.brasil247.com/blog/faria-lima-gosta-do-flavio

🤔 Não foi na Faria Lima que acharam fintechs envolvidas com o crime organizado?

Então não podemos esperar coerência, nem moral, nem ética.

Escreva um texto crítico em tom de denúncia.


A contradição é flagrante e expõe as vísceras de um sistema que há muito tempo abandonou qualquer compromisso com a ética. O artigo de Emir Sader no Brasil 247, intitulado "Faria Lima gosta do Flávio", joga luz sobre um movimento cínico: o flerte escancarado do coração financeiro do país com o clã Bolsonaro sob a justificativa de encontrar uma alternativa "moderada" ou pragmática para a economia.

No entanto, a exigência por coerência, moral ou compromisso público vinda desse reduto nunca passou de uma ilusão. O verniz de sofisticação e tecnocracia que cobre a Avenida Faria Lima derrete ao primeiro sinal de lucro fácil ou conveniência política. E o escândalo das fintechs e fundos de investimento envolvidos com o crime organizado é a prova cabal dessa decadência.

A Denúncia: O Terno de Grife e a Lavanderia Digital

Enquanto o debate público é pautado por moralismos vazios e discursos inflamados sobre "segurança pública" e "combate à corrupção", os bastidores do mercado financeiro revelaram uma realidade sombria. Operações como a Carbono Oculto escancararam como o crime organizado — especificamente o PCC — deixou o plano marginal para vestir terno e gravata, infiltrando-se na infraestrutura das fintechs e de fundos de investimento sediados no próprio CEP da Faria Lima.

Bilhões de reais oriundos de atividades ilícitas, sonegação estruturada e fraudes foram movimentados por contas "bolsão" e estruturas de investimento sem qualquer pudor regulatório. O mercado que exige austeridade do Estado e sacrifício dos mais pobres é o mesmo que, por negligência deliberada ou ganância, serviu de guarita tecnológica e patrimonial para lavar o dinheiro do crime.

Se as grandes instituições financeiras e plataformas digitais não conseguem (ou não querem) rastrear o beneficiário final de cadeias bilionárias de fundos exclusivos, a "eficiência" do mercado se torna uma farsa conveniente.

A Aliança do Cinismo

Não há surpresa, portanto, quando esse mesmo ecossistema acena para figuras políticas carimbadas por escândalos e investigações. A moralidade do asfalto espelhado da Faria Lima é elástica: molda-se ao sabor dos juros, das privatizações prometidas e da desregulamentação financeira.

A pretensa busca por um "Paulo Guedes de saias" ou por uma transição suave com a dinastia política do bolsonarismo é o reflexo de um setor que tolera a degradação institucional desde que seus lucros permaneçam intocados. Para o mercado, o crime — seja ele de colarinho branco, de milícia ou de facção — só incomoda quando atrapalha o fluxo de capital. Quando o integra, ele é maquiado por algoritmos e relatórios de investimento.

Esperar ética desse topo da pirâmide é ignorar a sua própria natureza. A Faria Lima não tem ideologia além do próprio ganho; sua bússola moral não aponta para o desenvolvimento do país, mas para o rendimento do próximo trimestre — mesmo que, para isso, precise estender o tapete vermelho para o que há de mais retrógrado na política ou ignorar o rastro de dinheiro sujo que passa por suas próprias redes digitais.

Criado com Gemini, do Google.

Pelo acesso nacional para redesignação

Conversa com o Gemini:

https://saibamais.jor.br/2026/05/rn-vai-realizar-primeiras-cirurgias-de-redesignacao-de-genero/

Ao menos uma notícia boa. 🥳

Escreva um texto para as autoridades para que isso se torne possível no país inteiro.


É realmente um marco histórico e um avanço fundamental para a saúde pública e a garantia de direitos humanos no Rio Grande do Norte. A interiorização e a descentralização do processo transexualizador pelo SUS salvam vidas e garantem a dignidade que a Constituição Federal promete a todo cidadão.

Para expandir essa realidade para o resto do país e mobilizar as autoridades competentes (como o Ministério da Saúde, Secretarias Estaduais de Saúde e parlamentares), o texto precisa ser formal, focado em dados de saúde pública, dever constitucional e eficiência administrativa.

Aqui está uma proposta de ofício/carta-manifesto que você pode adaptar ou enviar diretamente aos representantes:

Proposta de Manifesto às Autoridades Públicas
Ao Ministério da Saúde do Brasil, às Secretarias Estaduais de Saúde e aos Membros do Congresso Nacional

Assunto: Expansão Nacional e Descentralização do Processo Transexualizador no SUS

Prezadas Autoridades,

A recente implementação das primeiras cirurgias de redesignação de gênero no estado do Rio Grande do Norte representa um avanço inestimável para a saúde pública e para a consolidação dos direitos humanos no Brasil. No entanto, este marco também evidencia a profunda desigualdade regional no acesso a um direito já assegurado por lei, demandando uma ação coordenada e urgente de Vossas Excelências para a universalização real desse atendimento em todo o território nacional.

O direito à saúde, conforme preconiza o Artigo 196 da Constituição Federal de 1988, é um direito de todos e dever do Estado, pautado pelos princípios da universalidade e da equidade do Sistema Único de Saúde (SUS). A Portaria nº 2.803/2013 do Ministério da Saúde já redefine e amplia o Processo Transexualizador no SUS, mas a concentração extrema de centros habilitados nas regiões Sul e Sudeste impõe barreiras financeiras e geográficas intransponíveis para milhares de cidadãos de outras regiões.

A descentralização desse atendimento não é apenas uma questão de cumprimento legal, mas uma medida de eficácia em saúde pública por três fatores determinantes:

Redução da Vulnerabilidade Social: O acesso local à saúde integral mitiga os índices de automedicação hormonal e procedimentos clandestinos invasivos, que historicamente superlotam leitos de alta complexidade devido a complicações graves.

Desoneração do Sistema por Deslocamento (TFD): A falta de centros regionais obriga os estados a arcarem com o Tratamento Fora de Domicílio (TFD), gerando custos logísticos e de passagens que seriam melhor otimizados com o investimento em equipes locais fixas.

Cumprimento de Metas de Direitos Humanos: O Brasil permanece sob constante observação de organismos internacionais devido aos índices de violência contra a população trans. Garantir a dignidade no atendimento de saúde é o primeiro passo para a reparação histórica e proteção social.

Diante do exposto, solicitamos que este Ministério, em conjunto com as Secretarias de Saúde e o Poder Legislativo, firme o compromisso de:

Destinar fomento financeiro específico para a habilitação de novos serviços de referência nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste;

Promover a capacitação continuada de equipes multidisciplinares (cirurgiões, endocrinologistas, psicólogos e assistentes sociais) nos hospitais universitários e de grande porte de todo o país;

Celeridade na fila de espera nacional, por meio de um sistema de regulação unificado, transparente e humanizado.

Acompanhamos com entusiasmo o pioneirismo potiguar e esperamos que este exemplo sirva de catalisador para que o cuidado, o respeito e a cidadania trans deixem de ser um privilégio geográfico e passem a ser a regra em cada estado da nossa federação.

Criado com Gemini, do Google.

No princípio era o morcego

Conversa com o Gemini:

https://www.correio24horas.com.br/em-alta/neymar-posta-biblia-do-batman-e-revolta-internautas-falta-de-respeito-0526

Eu não vejo problema nenhum. Afinal, tem tudo a ver. Ambas as narrativas são lendárias. 🤭😏



Escreva um texto humorado e sarcástico.

A internet é realmente um lugar fascinante: um atacante posta a foto de uma "Bíblia do Batman" e, de repente, as redes sociais entram em estado de colapso teológico. Aparentemente, cruzar os portões de Gotham City com os textos sagrados é o novo limite do debate contemporâneo.

Mas, se pararmos para analisar friamente, a indignação é um tremendo exagero. Convenhamos, a comparação faz total sentido. Estamos falando de duas narrativas absolutamente lendárias, repletas de simbolismos, heróis imperfeitos e vilões dramáticos.

Pensando bem, as semelhanças são estruturais:

O Paralelo Heroico
Gênesis vs. Ano Um: Ambas as crônicas começam com a tentativa de entender a origem do caos e a criação de uma ordem em meio às trevas (seja no universo ou nos becos escuros de Gotham).

O Código de Conduta: Enquanto uns seguem os Dez Mandamentos, outros seguem a regra de ouro de "não matar" (embora o Batman quebre alguns ossos no processo, o que, contratualmente, não conta como quebra de mandamento).

Vilões Arquetípicos: O Coringa está facilmente à altura de qualquer representação clássica do tentador — o caos puro, a piada de mau gosto e a obsessão em fazer o herói falhar.

Fé, Capas e Justiça
No fundo, ambas as sagas exigem uma quantidade considerável de fé. Para algumas pessoas, é a fé em milagres e na salvação espiritual; para outras, é a fé cega de que um bilionário traumatizado, vestido de morcego e usando tecnologia militar, vai realmente resolver o problema da segurança pública de uma metrópole inteira em vez de apenas fazer terapia.

Se o Cavaleiro das Trevas agora tem uma versão em couro com páginas douradas, resta aceitar. Afinal, a justiça é cega, usa capa e, dependendo do roteirista, também tem o poder da ressurreição (pelo menos comercial).

Criado com Gemini, do Google.