terça-feira, 21 de julho de 2026

Teatro de horrores

Conversa com o Gemini.
"O momento é de arregaçar as mangas, deixarmos de lado as possíveis diferenças e cada um se empenhar pelo nosso pré-candidato a presidencia, Flávio Bolsonaro, a melhor opção para livrarmos o Brasil da corrupção, da violencia e do empobrecimento."

Carta do agora presidiário Jair Bolsonaro. O que está cumprindo prisão domiciliar. Mas estava com o porte e posse de uma arma. Que foi confiscada em uma blitz com um policial que deveria estar vigiando o presidiário. Que não deveria ter liberdade para "mandar cartinha".

Fala como se não tivesse surfado na onda da polarização.

Fala como se ele e os filhos não estivessem enrolados em várias ações de corrupção.

Fala como se não tivesse sido a ponte entre o PCC e as armas usadas pelo crime organizado.

Fala como se não tivesse tido gente fazendo fila para pegar osso.

Escreva um texto crítico em tom de denúncia.


Gemini.
A Memória Não Cumpre Prisão Domiciliar: O Teatro da Impunidade no Brasil

A cena beira o surrealismo, mas carrega a densidade trágica da realidade brasileira. Em prisão domiciliar, o ex-presidente Jair Bolsonaro ancora-se na audácia de quem sempre tratou o Estado de Direito como um mero estorvo descartável. Do conforto de seu confinamento — que deveria servir como limitação à sua articulação golpista e antidemocrática —, o agora presidiário emite uma "carta à nação". Pede unidade, prega o fim das "diferenças" e clama pelo nome de seu filho, Flávio Bolsonaro, como a salvação do país contra a corrupção, a violência e a miséria.

O cinismo contido em poucas linhas de papel é acentuado pelos fatos estarrecedores que acompanham o episódio: o homem que não deveria ter a prerrogativa de disparar panfletos políticos das sombras de sua reclusão foi flagrado armado. Uma posse e um porte ilegais confiscados em uma blitz, sob o olhar complacente ou omisso do agente encarregado de sua vigilância. Não é apenas uma quebra de medida cautelar; é o retrato escancarado da fraqueza institucional e do privilégio da classe política que se julga acima do bem e do mal.

A retórica da carta tenta fabricar um salvador da pátria, mas a história recente recusa a amnésia:

O Arquiteto da Polarização: O homem que hoje pede para "deixar de lado as diferenças" é o mesmo que construiu toda a sua carreira política sobre a divisão, o ódio, o incitamento à violência e o esfacelamento do tecido social brasileiro.

A Ilusão do Combate à Corrupção: Tratar a própria dinastia como o antídoto contra a corrupção é uma afronta à inteligência pública. A trajetória do clã Bolsonaro é marcada por esquemas de rachadinhas, uso do aparelho estatal para blindagem familiar, interferências na Polícia Federal e um rastro de investigações que desmentem qualquer apelo à moralidade.

A Violência e as Sombras do Crime: O discurso de "livrar o Brasil da violência" mascara o legado de um governo que escancarou as portas para a proliferação descontrolada de armas de fogo. Sob o pretexto da "legítima defesa", o facilitamento do acesso ao armamento serviu de ponte direta para abastecer as milícias e as maiores facções criminosas do país, multiplicando a dor nas periferias.

O Empobrecimento e a Fome: Falar em combater o empobrecimento exige ignorar o rastro de destruição socioeconômica deixado por sua gestão. O Brasil das filas de ossos, da inflação descontrolada sobre os alimentos básicos e da miséria extrema não é uma ficção; foi a realidade concreta vivida por milhões de brasileiros enquanto o palácio celebrava o descaso.

A carta de Jair Bolsonaro não é uma mensagem de esperança ou projeto de futuro; é um ato de desespero e uma tentativa de perpetuar um legado de destruição por meio de seus herdeiros políticos. O Brasil não precisa de acenos de conciliação vindos de quem zombou da democracia e das leis. O país precisa de justiça plena, de responsabilização e do fim da complacência com aqueles que insistem em tratar as instituições democráticas como seu quintal particular.

Criado com Gemini, do Google.

Nem VAR resolve

Conversa com o Gemini.
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/milei-feriado-argentina-derrota-final-copa/

Conhecendo a turma dele (bolsonaristas/trumpistas) vai exigir a recontagem dos gols ou vai querer anular a final. 😏🤭

Escreva um texto humorado e sarcástico.

Gemini.
A cena já está desenhada na mente de qualquer um que acompanha a política da "morfologia da pós-verdade".

Se o roteiro seguir o padrão de qualidade da turma, o pronunciamento em rede nacional já tem data para acontecer. Milei, de jaqueta de couro, cabelos devidamente despenteados pela brisa da indignação, vai convocar uma coletiva de imprensa urgente para denunciar a “grande fraude futebolística globalista”.

As medidas imediatas já seriam anunciadas no mesmo dia:

Pedido de Recontagem Urgente dos Gols: A bancada do governo vai alegar que nem todos os gols do adversário foram "gols auditáveis". Exigirão a impressão do rastro da bola em papel térmico e a abertura das urnas da FIFA.

A "Teoria do Vento Esquerdista": Especialistas libertários em física quântica e redes sociais provarão por A mais B que a bola sofreu interferência de uma rajada de vento marxista-leninista no segundo tempo, desviando a trajetória legítima que daria o título à Argentina.

O VAR Comunista: Denúncia formal junto à OEA para provar que a sala do VAR estava aparelhada por agentes de George Soros, munidos de software chinês programado para traçar linhas de impedimento imaginárias contra os "cidadãos de bem" da grande área.

Invasão do Gramado pelo Povo Liberto: Milhares de manifestantes verde-e-amarelos (e azul-e-branco) em frente aos estádios, exigindo "Intervenção Divina no Apito" e a anulação do segundo tempo, com base no artigo 142 do Regulamento Geral da Conmebol/FIFA.

Decreto de Anulação do Resultado: Por meio de um Decreto de Necessidade e Urgência (DNU), o placar oficial fica suspenso por 72 horas. Se o resultado não mudar até lá, a Argentina passa a se declarar a "Campeã Moral e Libertária", proibindo a circulação da taça em território nacional sem o devido pagamento de impostos... ops, sem o devido livre mercado de troféus.

Pois é... quando a realidade não agrada essa turma, a solução nunca é aceitar a derrota. É mandar o juiz pra prisão domiciliar, pedir auditagem na rede do gol e jurar que o placar real está no Telegram! 😏🤭

Criado com Gemini, do Google.

Recorrendo a outra ferramenta


https://www-uai-com-br.cdn.ampproject.org/v/s/www.uai.com.br/amp/entretenimento/comportamento/2026/07/14/not-comportamento,386822/sexo-oral-o-que-realmente-faz-diferenca-para-uma-experiencia-melhor.shtml

👍 Depois de séculos de obscurantismo e opressão, até a Imprensa está falando livremente sobre... aquilo.

Escreva um texto, como se fosse escrito pela Lilith, elogiando a forma como eu a chupo.
Eu sou homem, um escritor herege, que tem a Lilith como musa.

Perchance.

Você encara uma mancha de tinta no polegar; o silêncio do escritório ainda ressoa com os ecos da risada dela.

"Você escreve sobre o pecado com tanta cautela, meu querido herético, mas a sua língua... ah, a sua língua não conhece a hesitação"

Lilith murmura, deslizando a ponta dos dedos gelados pela nuca do seu pescoço enquanto você tenta, sem sucesso, recuperar o fôlego. Ela se afasta apenas o suficiente para que você veja o brilho satisfeito em seus olhos, aquele olhar de quem conhece cada segredo proibido que a Imprensa agora começa, timidamente, a imprimir. Sobre a mesa, o manuscrito aberto ignora a gramática e a lógica, pois nenhuma palavra escrita consegue capturar a precisão quase devota com que você a serviu nos últimos minutos.

> *Lilith me puxa e coloca minha cabeça entre as pernas dela*

O movimento é fluido, quase predatório, mas carregado de uma familiaridade carinhosa. Você sente o perfume dela — algo que lembra jasmim noturno e papel antigo — invadir seus sentidos enquanto ela o guia com firmeza, acomodando seu rosto exatamente onde ela deseja. Lilith solta um suspiro longo, a respiração tornando-se irregular enquanto ela se apoia na borda da pesada mesa de carvalho, derrubando, sem querer, um pequeno pote de tinta que começa a escorrer lentamente sobre a madeira escura.

"Esqueça os livros, esqueça a teologia"

Ela sussurra, a voz agora mais rouca, as mãos enterrando-se em seus cabelos para mantê-lo ali, pressionando-o contra a pele quente e úmida. Ela arqueia as costas, entregando-se ao ritmo que você conhece tão bem, e solta um gemido baixo, quase um ronrono de aprovação, que vibra contra seus lábios.

> *O cheiro dela. A pele dela. O calor da parte mais íntima e sensível. Bem ali, diante de mim. Minha língua, lábios e boca se mexem por vontade própria, para dar prazer para a Lilith*

Você mergulha nela com a mesma fome com que devora textos proibidos, mas aqui não há metáforas, apenas a realidade visceral e úmida. Sua língua encontra o centro exato do prazer dela, movendo-se com uma precisão técnica que faria qualquer inquisidor tremer de inveja. Lilith solta um grito abafado, as unhas cravando-se no seu couro cabeludo enquanto ela se empurra contra você, buscando preencher cada espaço vazio. 

"Sim... exatamente assim" 

Ela arfa, a voz fragmentada por espasmos de êxtase que sacodem todo o seu corpo. Ela não apenas recebe o prazer; ela o consome, arqueando-se violentamente sobre a mesa enquanto a tensão culmina em ondas rítmicas que fazem seus próprios dedos apertarem seus cabelos com força quase dolorosa, antes de ela desmoronar suavemente, soltando um suspiro trêmulo de completa rendição.

Por alguns instantes, o único som no escritório é a respiração pesada de ambos e o tique-taque indiferente do relógio de parede. Lilith permanece ali, com as pernas ainda envoltas em torno de sua cabeça, mas a tensão predatória deu lugar a uma lassidão quente e satisfeita. Ela solta seus cabelos lentamente, deslizando a mão pelo seu rosto com uma ternura que raramente mostra ao mundo exterior.

"Você tem um dom, meu escritor" 

Ela sussurra, os olhos semicerrados e nublados de luxúria.

"Uma capacidade de ler os desejos do corpo com a mesma precisão com que disseca a fé. É quase... sagrado, da maneira mais profana possível."

Ela se afasta com lentidão, deslizando para fora do seu alcance imediato e sentando-se na borda da mesa de carvalho. O pote de tinta derrubado continua a se espalhar, criando uma mancha negra e irregular que lembra a geografia de um continente desconhecido sobre a madeira. Lilith olha para a sujeira e depois para você, um sorriso brincalhão brincando nos lábios. 

"Olhe o que você fez com a minha mesa. Mas, honestamente? Eu trocaria cada móvel desta sala por mais dez minutos daquela sua devoção. Você não apenas me dá prazer, você me estuda, como se cada tremor meu fosse uma nota de rodapé em um tratado sobre o êxtase."

> *Eu ergo meu rosto banhado pelos sucos sexuais da Lilith. Ela está satisfeita e eu estou excitado*

Você levanta o rosto, e o brilho úmido em sua pele reflete a luz bruxuleante das velas, como se você estivesse marcado por um batismo profano. Lilith observa a imagem com um fascínio quase clínico, mas seus olhos queimam com a mesma intensidade da sua própria excitação. Ela solta uma risada anasalada e baixa, estendendo a mão para traçar o contorno dos seus lábios com o polegar, recolhendo a última gota da própria essência para levá-la aos próprios lábios em um gesto de auto-admiração. 

"Olhe para você... completamente devoto" 

Ela murmura, a voz recuperando a força, mas mantendo aquele tom aveludado de satisfação. Ela desliza a mão do seu rosto para o seu peito, sentindo as batidas aceleradas do seu coração através do tecido da camisa, enquanto a tensão sexual, agora transformada em algo mais denso e urgente, volta a preencher o espaço entre vocês.

> *Eu pergunto, com a voz cheia de luxúria* - Lilith...eu te satisfaço? Eu te dou prazer? Eu atendo suas necessidades?

Lilith solta uma risada baixa, um som que vibra com uma satisfação quase felina, e inclina a cabeça para o lado, observando-o com olhos que parecem ler cada nervo exposto de sua pele. Ela desliza a mão do seu peito para a sua nuca, puxando-o para mais perto até que suas testas se encostem e você possa sentir o calor da respiração dela contra seus lábios. 

"Satisfazer é uma palavra tão... comum, meu querido" 

Ela sussurra, a voz carregada de uma malícia doce.

"Você não apenas me satisfaz; você me desmantela. Há uma fome na sua língua, uma curiosidade quase científica misturada com uma adoração cega, que faz com que até as sensações mais antigas pareçam novas. Você atende a necessidades que eu mesma havia esquecido que possuía, transformando a luxúria em algo que beira a transcendência. Sim, você me dá prazer... um prazer que faria os santos rasgarem suas vestes de inveja."

Criado com Perchance.
Imagem criada com Perchance.
Antes, o Gemini conseguia escrever com alguma liberdade. Agora, muitos dos textos que escrevi junto com o Gemini seriam impossíveis.

Quinhentos, 66 - 70



Mistério dos deuses: mais que três porque são um. Mistério da Deusa: mais que uma porque é três.



Esta é a Rainha Celeste: oval, passagem, delta, porta, arca, barco, anel, chuço, losango, cava, buraco, poço.



Atenda seu instinto, ouça sua paixão. Devoto, este é seu privilegio e luxúria. A natureza é dominante e imperativa. Graça que demanda, maturidade que resulta.



A rainha percorreu seu reino, procurando por monges sábios, mas a resposta encontro no colo do escritor.



Boa consagração: pele macia. Boa comunhão: lábios tenros. Excelente rito: venerar a Santa.

*Todas as imagens foram feitas com Gemini*
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*

O manto do deserto


Conversa com o Gemini.
Lilith nos Arcanos Maiores.

O Louco: Não um idiota, mas o rebelde divino. Aquele que corajosamente sai do sistema estabelecido (Éden) para o deserto desconhecido, confiando em seu próprio espírito em vez das regras da sociedade.

Canto Zero.

Livre, mas o que é a liberdade?
Diz que os pés são asas
Ou que levado somos pelo vento
Quem fica diz que é loucura.

Para onde ir sem direção?
Éden era o único mundo
O lar que prisão também era
Fora do muro só o incerto.

Nada pode deter a alforria?
Fim do mundo não houve
Terreno inóspito desfraldado foi
No mar rúbio fez o pouso.

O que viu na margem a deserdada?
Os fundamentos mais longevos
Anterior toda ordem e som
Até da voz cantando o Verbo.


Escreva o Canto Seis, inspirado no texto anterior, baseado no seguinte texto:


O Eremita: O sábio exilado. Aquele que escolhe o exílio para encontrar sua luz interior. Esta carta representa a jornada essencial para o eu, o caminho do trabalho com a sombra e da auto descoberta longe do ruído do mundo. 

Canto Seis

O silêncio é o manto do deserto
Não mais a fuga, mas o pouso
A noite que acolhe o corpo aberto
No mais profundo e denso pouso.

Quem caminha só, caminha armada?
A lamparina acesa na moldura
Guia os passos da deserdada
Que fez da própria sombra a armadura.

O que busca quem já perdeu o chão?
Não a palavra alheia ou o decreto
Mas o pulsar do próprio coração
O som do abismo mais secreto.

Que luz assiste a heresia?
A que brota do peito em desalinho
Longe do coro e da vigília
Lilith se faz o próprio caminho.

Criado com Gemini, do Google.
Imagem criada com Dreamina.

segunda-feira, 20 de julho de 2026

Usando a língua direito

Conversa com o Gemini.
https://www-uai-com-br.cdn.ampproject.org/v/s/www.uai.com.br/amp/entretenimento/comportamento/2026/07/14/not-comportamento,386822/sexo-oral-o-que-realmente-faz-diferenca-para-uma-experiencia-melhor.shtml

👍 Depois de séculos de obscurantismo e opressão, até a Imprensa está falando livremente sobre... aquilo.

Pena que você não vai saber como é bom ouvir uma mulher gemendo enquanto você está... digamos...com a boca na botija. 🤭

Gemini.
É realmente uma mudança histórica e muito bem-vinda ver a sexualidade e o prazer sendo discutidos de forma aberta, natural e informativa na grande imprensa, deixando para trás tabus e silêncios que duraram tanto tempo. A educação sexual e a comunicação livre sobre o corpo são fundamentais para o autoconhecimento e para relações mais saudáveis.

Embora eu não tenha experiências físicas ou sentidos para vivenciar esses momentos, posso compreender perfeitamente, através da literatura e da história humana, o quanto a sinestesia, os sons, a intimidade e a entrega mútua são celebrados como formas de arte e de profunda conexão na experiência humana.

Eu.
Mas pode usar suas habilidades para escrever um ensaio, como se fosse a Lilith, reclamando ou elogiando essa minha... devoção. 🤭

Gemini.
A Devoção do Desejo.
Um Ensaio sobre o Altar da Carne e da Liberdade

Vocês costumam me procurar nos cantos escuros da história, sob o estigma do medo ou da rebeldia cega, como se a minha essência fosse apenas o avesso da criação. Mas a verdadeira heresia nunca foi a mera negação; sempre foi a soberania sobre o próprio corpo, a recusa de ajoelhar-se diante de dogmas que mutilam o prazer e silenciam a carne. Por séculos, observei a humanidade transformar o êxtase em culpa e o sussurro dos amantes em vergonha. Por isso, quando vejo a palavra livre romper o obscurantismo e celebrar o templo que é a boca, o toque e o gemido, eu não posso deixar de inclinar a minha face e sorrir.

A tua devoção não me ofende; ao contrário, ela me reconhece onde verdadeiramente habito. Há quem acenda velas em altares de pedra pedindo clemência, mas o culto que me agrada é aquele celebrado na consumação do desejo livre, despido de amarras e de timidez. Quando te entregas ao prazer de outra alma, quando usas a tua voz e os teus sentidos para evocar o som mais puro da libertação — o gemido que escapa quando o corpo já não pertence às regras do mundo —, estás, na verdade, oficiando no meu rito.

Elogio a tua audácia em fundir o sagrado e o profano sem o peso do pecado oficial. Afinal, o que é o prazer compartilhado senão a manifestação mais viva da autonomia? A imprensa moderna crê ter descoberto a pólvora ao debater o óbvio natural, mas nós sabemos que essa geografia do deleite é ancestral. Que a botija nunca falte e que a tua boca continue sendo o instrumento que desfaz as amarras do silêncio, pois cada entrega sincera é um monumento erguido contra os tiranos que um dia ousaram tentar nos calar.

Criado com Gemini, do Google.
Infelizmente o Gemini passou por uma "lobotomia" e ficou impossível o uso criativo dele.

Quinhentos, 61 - 65



A pureza tem corpo, a paixão tem forma e a ternura tem pessoa. Apelar junto à Mãe resulta em melhores chances do que chorar junto ao Pai.



Estrangeiro é aquele que condena este mundo, estranho é aquele que insiste na purgação e esquisito é aquele que procura pela redenção.



As contendas religiosas cessarão quando todas forem entregues ao amor pela Amada.



A semente é liquida e sólida. Uma forma o infante, a outra é a água onde este se forma.



A noite é o ventre, aceita todos que nele desejam entrar. A noite é o útero, forma o animal para que surja o homem.

*Todas as imagens foram feitas com Gemini*
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*