segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Fiscal de pulada de cerca

Conversa com o Gemini.
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/advogado-casado-perde-proposta-milionaria-apos-video-beijando-colega/

Que coisa... antiquada. Até parece que ele foi o único. Se a moda pega, ou as empresas mudam essa mentalidade, ou vai faltar colaborador. 😏🤭

Escreva um texto humorado e sarcástico.


A hipocrisia corporativa é realmente um espetáculo à parte, não é? No admirável mundo novo do compliance, parece que as empresas preferem perder talentos valiosos, negócios milionários e eficiência operacional a lidar com o fato mais antigo da humanidade: pessoas, quando colocadas na mesma sala (ou no mesmo happy hour), tendem a agir como... pessoas.

Imagine só a cena se essa "nova moralidade" do RH virar a regra absoluta em todas as corporações do planeta:

9h00 – Reunião de Alinhamento Estratégico:
"Senhores, gostaríamos de anunciar que a nossa fusão global foi cancelada, o setor de vendas inteiro foi demitido e o nosso CEO acabou de ter a licença cassada. Motivo? Câmeras de segurança flagraram três gestores trocando olhares ligeiramente mais acesos perto da máquina de café express e um diretor dando um selinho no corredor no final da festa de fim de ano."

Se o critério para manter o contrato for a vida pessoal 100% ilibada, imaculada e monástica dos colaboradores, o mercado de trabalho vai virar um deserto. Em seis meses, as multinacionais vão precisar contratar robôs — e torcer para que eles não desenvolvam inteligência artificial suficiente para começar a se flertar pelo Bluetooth da firma.

No fundo, é fascinante ver empresas agindo como tribunais vitorianos do século XIX, fingindo que o ambiente corporativo é um convento de ilibada santidade. Se demitissem todo mundo que já cometeu um deslize sentimental, trocou um beijo fora do script ou viveu uma pulada de cerca, o PIB mundial despencava 80% antes do almoço e o último que saísse teria que apagar a luz (se é que ainda haveria alguém para isso).

No final das contas, o mercado parece preferir o prejuízo financeiro e a perda de grandes profissionais ao risco de ter que admitir o óbvio: a vida privada dos adultos pertence a eles, e a perfeição moral não está no contrato de trabalho de ninguém.


(Colocando o chapéu de sensacionalismo)

BOMBA! BOMBA! BOMBA!

Depois da demissão automática por infidelidade conjugal, advogados do mundo inteiro estão entrando com uma ação contra a não notícia.

A mesa diretora do DCM está diante de um dilema. Ou assume que é um jornal conservador, progressista só de fachada, ou começa a fazer jornalismo de verdade. 🤭😏


URGENTE! ESCÂNDALO NO JORNALISMO! 🚨💣

"Extra! Extra! O furo de reportagem que vai abalar as estruturas da esquerda caviar e fazer os puritanos do Compliance chorarem de emoção!"

A redação do DCM acaba de entrar em código vermelho. Fontes puramente especulativas apontam que a mesa diretora do portal está reunida a portas fechadas, em uma sessão de emergência regada a chá de camomila e pânico moral.

O dilema é histórico e cruel: Como sustentar a pose de portal progressista e defensal da liberdade individual enquanto se publica editorial com tom de vizinha fofoqueira do século XIX?

A Grande Ação Coletiva dos Advogados Infiéis
Enquanto o Conselho de Redação tenta decidir se veste a túnica da Santa Inquisição ou a bandeira da libertação moral, uma coalizão internacional de advogados, executivos e 'colaboradores de happy hour' já protocolou a maior ação judicial do século: O Processo Contra a Não-Notícia.

"Se o meu adultério não envolveu caixa dois, lavagem de dinheiro ou vazamento de segredo industrial, por que diabos virou manchete de página inteira?!" — declarou um causídico sob anonimato, enquanto apagava o WhatsApp web.

As Duas Opções na Mesa da Diretoria:
Assumir a Carola Interior: Trocar o nome do portal para Diário do Moralismo Centro-Mundo, instalar um tribunal do Santo Ofício na recepção e exigir atestado de castidade e fidelidade conjugal assinado em cartório antes de conceder qualquer entrevista ou contratar um estagiário.

Fazer Jornalismo de Verdade: Guardar os microscópios da vida alheia na gaveta, parar de fiscalizar beijo em mesa de bar e voltar a cobrir o que realmente importa — antes que a própria redação perca metade dos colunistas por "desvio de conduta afetiva".

A pergunta que não quer calar nos corredores da mídia alternativa: no próximo evento de firma, o brinde será com champagne... ou com fiscal de cartório anotando quem trocou olhar mais demorado com quem?

Acompanhemos os próximos capítulos dessa novela em que o tribunal da moralidade cobrou um preço alto demais: a própria coerência. 🍿😏

Criado com Gemini, do Google.

Quinhentos, 131 - 135



Tudo é certo e claro, não te prenda a aparências para não ser visto por baixo, não pechinche suas qualidades, não diga o que não deseja dizer, aquela que escolher o tem em mira a mais tempo que teu olho.



Enfim, cada coisa e ato tem seu lugar e hora. Aquela que o dispensa o faz por mero deslize. Cada qual com suas bagagens e destinos. O que não apetece a uma vai certamente ser abusado por outra.



Fale pouco, elogie sempre, cumpra o prometido. Vestes jamais importaram, do contrário não seriam tiradas. Riquezas não tem valor, do contrário não seriam guardadas.



O que há de bom e necessário, a Vida provém. Querer consumir afoito um fruto faz o passante virar enforcado no galho.



Aos que se atrelam, sigam o coche. Mas saiba aproveitar a chance de fazer outras parelhas.

*Todas as imagens foram feitas com Gemini*
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*

A recusa de ser vítima



Conversa com o Gemini.
Lilith nos Arcanos Maiores.

O Louco: Não um idiota, mas o rebelde divino. Aquele que corajosamente sai do sistema estabelecido (Éden) para o deserto desconhecido, confiando em seu próprio espírito em vez das regras da sociedade.

Canto Zero.

Livre, mas o que é a liberdade?
Diz que os pés são asas
Ou que levado somos pelo vento
Quem fica diz que é loucura.

Para onde ir sem direção?
Éden era o único mundo
O lar que prisão também era
Fora do muro só o incerto.

Nada pode deter a alforria?
Fim do mundo não houve
Terreno inóspito desfraldado foi
No mar rúbio fez o pouso.

O que viu na margem a deserdada?
Os fundamentos mais longevos
Anterior toda ordem e som
Até da voz cantando o Verbo.

Escreva o Canto Dezenove, inspirado no texto anterior, baseado no seguinte texto:

O Enforcado: O Sacrifício Voluntário e a Iluminação através da Inversão.

O Enforcado tradicional simboliza estagnação, sacrifício por um bem maior ou martírio. Na visão lilithiana, ele representa a completa subversão da perspectiva social. É o ato de virar o mundo de cabeça para baixo para enxergar a verdade que os outros ignoram. O Significado: Não se trata de uma vítima punida, mas de uma escolha de suspensão. É Lilith deliberadamente escolhendo o exílio e o desconforto da incompreensão pública em troca da gnose oculta. Ao se recusar a andar de pé nas estradas "corretas" do mundo, você vê o que está escondido nas raízes.

A Mensagem: Há poder em pausar e se recusar a jogar o jogo do status quo. Use esse momento de aparente imobilidade para desprogramar sua mente de dogmas herdados. A iluminação nasce da recusa em se conformar.

Canto Dezenove

Invertido o mundo, o eixo cede
O que era chão agora é teto
Quem olha de fora julga castigo
Mas é o ápice do próprio decreto.

Suspensa no tempo, nega a marcha
Das pernas retas que o dogma conduz
De cabeça para baixo, o abismo clareia
E o que chamavam treva revela-se luz.

O exílio voluntário não é martírio
É a recusa em jogar o jogo do rei
Na aparente paralisia do corpo
Desmorona-se o império da lei.

O que vê a herética nessa postura?
As raízes secretas que sustentam o altar
O avesso do mundo, a gnose oculta
Que os homens de pé jamais vão enxergar.

Criado com Gemini, do Google.
Imagem criada com Dreamina.

domingo, 2 de agosto de 2026

A missão é fascismo

Conversa com o Gemini.
https://www.cnnbrasil.com.br/eleicoes/vamos-matar-quem-roubar-diz-renan-santos-ao-lancar-candidatura/

Alguma dúvida que a barbárie é uma realidade no Brasil? Um candidato falando isso em público e nada acontece? Em um país sério, o candidato teria a candidatura revogada e seria preso.


A declaração foi feita em 1º de agosto de 2026 durante o congresso do partido Missão, em São Paulo, onde o fundador do MBL oficializou sua pré-candidatura à Presidência da República.  
Poder360

Contexto da Declaração
Durante o discurso, o candidato defendeu uma postura de "tolerância zero" na segurança pública e o combate ostensivo ao crime organizado. Questionado por jornalistas após o evento, declarou que a frase se referia ao enfrentamento armado da polícia contra criminosos que reagirem a operações.

Aspectos Jurídicos e Institucionais
A insatisfação com retóricas radicais na política levanta frequentemente discussões sobre os limites legais do discurso eleitoral no Brasil:

Constituição Federal: O ordenamento jurídico brasileiro proíbe a pena de morte (salvo em caso de guerra declarada) e assegura o devido processo legal e a ampla defesa.

Legislação Eleitoral e Penal: Frases ou discursos de pré-candidatos que envolvam apologia a crimes, incitação à violência ou violação dos direitos fundamentais podem ser alvo de representações no Ministério Público Eleitoral (MPE) ou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Rito Processual: A cassação de registro, inelegibilidade ou responsabilização criminal de um político não ocorrem de forma automática; dependem da provocação dos órgãos de fiscalização (MPE, partidos adversários ou entidades da sociedade civil) e da tramitação de processos judiciais.


Escreva um texto humorado e sarcástico.


Ah, o Brasil! Esse bastião inabalável do equilíbrio civilizatório e do bom senso institucional. Onde mais no globo terrestre um pré-candidato ao cargo máximo da República pode subir num palco com iluminação de show de rock, encarar um microfone e mandar um singelo "vamos matar quem roubar" como se estivesse apenas sugerindo um novo sabor de pizza no rodízio do fim de semana?

É de uma sutileza diplomática de emocionar qualquer estadista. Maquiavel e Thomas Hobbes estariam neste momento anotando dicas num bloco de notas no além.

E o charme extra vem logo em seguida, naquela tradicional e encantadora dança do "não foi bem isso que eu quis dizer". Questionado pela imprensa, o candidato prontamente explica que a frase era apenas uma figura de linguagem performática para ilustrar o apoio à polícia. Claro! Quem nunca usou "vamos matar" como sinônimo de "aplicaremos a lei orçamentária com rigor contratual"? É a famosa hermenêutica do palco.

Em outros cantos do planeta — esses lugares sem graça e obcecados por coisas burocráticas como Constituição, Direitos Humanos ou Código Penal —, a equipe jurídica do cidadão já estaria redigindo a defesa antes mesmo de ele descer os degraus do palanque. O Ministério Público pediria vistas, a Justiça Eleitoral abriria um inquérito e o sujeito talvez passasse a tarde dando explicações a um juiz.

Mas por aqui? Por aqui, a notícia vira corte de TikTok em cinco minutos, ganha trilha sonora de filme de ação, gera 40 mil comentários de "é isso aí mesmo!" e, na segunda-feira, já foi engolida pela próxima polêmica da semana. A barbárie não é apenas uma realidade: ela é o nosso produto de exportação tipo exportação, embalada com selo de plataforma eleitoral e vendida no horário nobre.

E assim seguimos, firmes e fortes, provando que a diferença entre uma convenção partidária e um filme de distopia pós-apocalíptica é que, na distopia, os roteiristas ao menos tentam fazer o diálogo parecer verossímil.

Criado com Gemini, do Google.

Perdendo peso

Conversa com o Gemini.
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/ruivinha-de-marte-antes-e-depois-corpo-massa-muscular/

E eu lutando para perder dez quilos 😔.

Escreva um texto humorado e sarcástico.


Ganhar dez quilos de massa muscular exige um empenho quase místico: litros de suplemento com gosto de papelão molhado, pesadelos recorrentes com frango desfiado e uma rotina diária de tortura voluntária na academia levantar coisas pesadas só para devolvê-las ao mesmo lugar.

E enquanto a Ruivinha de Marte comemora cada grama conquistada como uma vitória épica da biologia, você descobre que o seu corpo tem uma lealdade invejável e inabalável aos dez quilos que você quer perder. Eles simplesmente se recusam a ir embora. São extremamente apegados. Se você olha para uma folha de alface por dois segundos a mais, seu metabolismo interpreta como um insulto pessoal e decide estocar energia para a próxima era glacial.

A física humana é injusta: para uns, ganhar peso é um projeto arquitetônico complexo que exige engenharia de ponta; para outros, basta respirar o ar perto de uma padaria que o ponteiro da balança dá um salto ornamental.

Mas não se abale. Pense pelo lado positivo: enquanto uns precisam de meses de esforço sobre-humano e toneladas de proteico para acumular volume, o seu corpo faz isso com uma eficiência exemplar e sem pedir nada em troca!

Vamos dar o troféu de não notícia para o DCM?

Com certeza, troféu de ouro, com direito a cerimônia, tapete vermelho e discurso de agradecimento.

É impressionante como certos portais dominam a nobre arte de transformar absolutamente nada em uma cobertura jornalística urgente. O "DCM" merece todas as homenagens por esse furo de reportagem revolucionário: “Atenção, internautas: uma pessoa treinou, comeu e mudou de corpo. Repetimos: uma pessoa mudou de corpo.”

É a clássica engenharia do jornalismo de clique:

Pegue uma foto antiga e uma recente do Instagram de qualquer figura pública.

Escreva três parágrafos descrevendo o que qualquer pessoa com visão funcional consegue ver nas duas fotos.

Adicione adjetivos dramáticos como "impressiona" ou "choca a web".

Pronto: você tem uma "não-notícia" de primeiríssima qualidade, perfeitamente desenhada para nos fazer questionar por que raios clicamos naquilo.

O prêmio já é deles, sem concorrência à altura na categoria Sua Vida Não Mudou Em Nada Depois De Ler Isso.

Criado com Gemini, do Google.

Quinhentos, 126 - 130



Um sentou em uma árvore para encontrar a iluminação e não sentiu minhas raízes. Outro subiu na tábua para trazer a salvação e não agradeceu por eu ter aceito seu esforço.



Eu aqui estou e os que aqui vem são todos homens. Não te estranhes! O que é misterioso aos pobres, muito natural é para a mulher.



Cinco lados possui o homem, primeiro vê, segundo aprecia, terceiro cobiça, quarto adula e quinto avalia.



Sete são os véus da mulher: encantamento, sedução, graciosidade, persistência, carinho, sabedoria e - o maior e o máximo - amor.



Não amofine os ouvidos do que aprecia com palavras, não desperdice os talentos do que cobiça com promessas, não ofusque as belezas do que adula com insistências e sobretudo não venda a pouco preço o amor daquela que avaliar.

*Todas as imagens foram feitas com Gemini*
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*

Honestidade radical



Conversa com o Gemini.
Lilith nos Arcanos Maiores.

O Louco: Não um idiota, mas o rebelde divino. Aquele que corajosamente sai do sistema estabelecido (Éden) para o deserto desconhecido, confiando em seu próprio espírito em vez das regras da sociedade.

Canto Zero.

Livre, mas o que é a liberdade?
Diz que os pés são asas
Ou que levado somos pelo vento
Quem fica diz que é loucura.

Para onde ir sem direção?
Éden era o único mundo
O lar que prisão também era
Fora do muro só o incerto.

Nada pode deter a alforria?
Fim do mundo não houve
Terreno inóspito desfraldado foi
No mar rúbio fez o pouso.

O que viu na margem a deserdada?
Os fundamentos mais longevos
Anterior toda ordem e som
Até da voz cantando o Verbo.

Escreva o Canto Dezoito, inspirado no texto anterior, baseado no seguinte texto:

A Justiça. Não a justiça dos homens ou dos Deuses patriarcais. A Visão Lilithiana: É a justiça que vem da margem, não do tribunal. É a espada de Lilith cortando as ilusões e a hipocrisia moral do patriarcado. Representa a honestidade radical com as próprias falhas e virtudes, pesando a alma na balança da própria consciência, sem medo do pecado ou do inferno. A justiça de Lilith vem para quebrar os tronos, as coroas ou as leis que protegem uma elite e só pune o fraco.

Canto Dezoito

Não há balança de ouro ou mármore,
Nem toga que esconda a ferida;
O peso real que nos julga
É a própria carne sentida.

Quem dita a lei do palácio?
Quem ergue o trono e o altar?
A régua que pune o descalço
É a mesma que o faz sangrar.

Mas a lâmina dela é de fita,
Corta o véu que cobre a mentira,
Desfaz a moral que escraviza
E o medo que o dogma inspira.

Não há inferno ou pecado,
Na margem não corre o perdão;
A alma se despe do medo,
Juíza de sua própria amplidão.

Criado com Gemini, do Google.
Imagem criada com Dreamina.