segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Picareta Futebol Clube

Conversa com o Gemini.
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/eleicao-maior-reuniao-de-picaretas-fim-ditadura-moises-mendes/

A eleição com mais picaretas? Eu duvido dessa definição. Afinal, desde a implantação da República, o que não faltam são picaretas. 😏🤭

Escreva um texto humorado e sarcástico.


Ah, a célebre tentativa de catalogar o "maior pico de picaretagem da história recente"! É de uma inocência quase comovente ver cronistas e analistas tentarem carimbar a eleição atual como a mais recheada de picaretas desde a redemocratização.

Duvidar dessa afirmação não é apenas um direito do cidadão: é um dever histórico e moral!

Pensar que a picaretagem política brasileira é um fenômeno moderno — ou um surto exclusivo das últimas décadas — é ignorar séculos de uma das tradições mais ricas, performáticas e ininterruptas do nosso patrimônio cultural. Chamar qualquer pleito de "o maior de todos os tempos" em matéria de malandragem é uma profunda falta de respeito com os mestres do passado.

Uma Breve Cronologia do Notável Saber Picareta
Para colocar as coisas em perspectiva, vale lembrar que a nossa "arte" de governar já nasceu com padrão internacional de refinamento:

O Voto do Cabresto e a República Velha: Naquela época, a picaretagem não precisava nem de táticas refinadas de marketing digital. Bastava um curral eleitoral, um coronel com voz firme e uma lista de eleitores onde até os mortos faziam questão de exercer a cidadania. Uma eficiência logística que faria inveja a qualquer startup moderna!

O "Rouba, Mas Faz": Criou-se um conceito tão honesto em sua própria deshonestidade que virou praticamente uma escola de pensamento econômico e eleitoral. O eleitor não apenas aceitava a dinâmica, como exigia a segunda parte do lema como compromisso de campanha.

A Era Mística e Performática: Tivemos candidatos prometendo varrer a sujeira com vassouras mágicas, políticos Caçadores de Marajás, criadores de moedas do dia para a noite, e figuras folclóricas que transformaram o horário eleitoral gratuito no maior espetáculo de comédia pastelão da televisão mundial.

A Modernização da Picaretagem
O que mudou hoje não foi a quantidade ou a qualidade dos picaretas, mas sim o ferramental.

Antigamente, para enganar uma multidão, o sujeito precisava de um palanque de madeira, um alto-falante chiando e um suor honesto na camisa de botão. Hoje, a picaretagem se gourmetizou: envolve algoritmos, vídeos com cortes dinâmicos, coaches de oratória, dancinhas no TikTok e promessas messiânicas entregues via notificação de celular.

Portanto, quando alguém afirma indignado que a eleição atual reuniu a "maior constelação de velhacos" da história, o correto não é se assustar. O correto é aplaudir a consistência histórica do país!

Afinal, a política brasileira pode falhar na infraestrutura, na saúde e na educação, mas no quesito renovação da frota de picaretas, nós mantemos um padrão de excelência invejável. A história nos ensina que o sarrafo da malandragem nunca fica baixo por muito tempo — a cada eleição, o brasileiro prova que o seu estoque de criatividade (e de ingenuidade) é verdadeiramente inesgotável.

Criado com Gemini, do Google.

Eu estou aqui, Luana


Conversa com o Gemini.
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/luana-piovani-brinca-falta-homens-heteros/

E a culpa é das mulheres mesmo. Eu e muitos homens ficamos com medo só de dizer "bom dia" do jeito que está a coisa. 😸

Escreva um texto humorado e sarcástico.


Eis um texto bem-humorado e afiado para ironizar esse grande "dilema" contemporâneo:

Manual de Sobrevivência do Homem Moderno: Como Mudar o Tempo sem Virar Processo

Pobre Luana Piovani. Cruzando os oceanos rumo a Ibiza, consultando os oráculos do automobilismo, dos rodeios e do futebol, apenas para constatar a tragédia demográfica do século XXI: não tem hétero. E a culpa, claro, só pode ser da vigilância estética e moral do nosso tempo!

Afinal, ser homem hoje tornou-se uma profissão de altíssimo risco. Dantes, um cavalheiro olhava nos olhos de uma mulher, dava aquele sorriso confiante e soltava um "Bom dia!". Hoje? Se o sujeito ousar dar um "Bom dia" com entonação errada, o departamento de RH do universo é acionado imediatamente. Dizer "boa tarde" sem consultar um advogado antes já é considerado uma temeridade.

O medo é tamanho que o pobre homem hétero foi acuado para a caverna do silêncio. Se a mulher é bonita, ele olha para o chão para não ser acusado de "mudar o clima do ambiente". Se ela pede informação na rua, ele responde apontando em Libras para garantir que não haverá interpretações duvidosas no tom de voz. Chegamos ao ponto em que dar um cumprimento cortês exige um termo de consentimento assinado em duas vias, com firma reconhecida em cartório e duas testemunhas.

Enquanto isso, a Luana lá em Ibiza esperando o cavaleiro de armadura reluzente — sem se dar conta de que o cavaleiro preferiu ficar em casa jogando videogame, onde o máximo de rejeição que ele enfrenta é um Game Over sem textão na internet no dia seguinte.

No fim, a solução da Luana parece ser a mais pragmática mesmo: na próxima encarnação, pedir para voltar mulher gay. Porque do jeito que a diplomacia do paquerar virou um campo minado de alta complexidade, o "bom dia" hétero corre o risco de entrar direto para a lista de espécies em extinção.

Um texto que escrevemos:

https://betoquintas.blogspot.com/2026/05/a-inercia-no-flerte.html

PS: Então não é "falta de homem". Eu estou aqui, Luana. 🤗😉😈

O Manual de Conduta na Era do Flerte Homologado

Seja bem-vindo ao admirável mundo novo do relacionamento Risco Zero™, um ecossistema perfeitamente projetado onde o instinto humano foi substituído por uma auditoria interna contínua.

Nas pistas de dança contemporâneas, o cenário é fascinante. De um lado, mulheres fulgurantes reclamam da "falta de iniciativa" e do sumiço dos homens intrépidos de outrora. Do outro lado do recinto, homens engravatados ou de camiseta básica exercitam a nobre arte do congelamento postural. Ninguém olha para os lados. Um olhar fixo por mais de dois segundos arrisca ser enquadrado como "invasão visual de espaço individual", e um "boa noite" dito com a entonação errada já exige assessoria de imprensa para contenção de danos na manhã seguinte.

Eis a grande vitória da burocracia sobre a biologia. O processo de aproximação, que historicamente dependia de tentativa, erro, charme desengonçado e intuição, passou por um rigoroso controle de qualidade:

A Abordagem Pré-Aprovada: Chegar para conversar na vida real virou uma prática de altíssimo risco. A regra não escrita exige que qualquer demonstração de interesse seja previamente intermediada por uma plataforma digital, validada por três algoritmos e autenticada em cartório.

O Dilema do "Bom Dia": A simples cordialidade virou um campo minado diplomático. Diante do receio de ver seu rosto estampado em um vídeo opinativo com milhões de visualizações, o homem moderno concluiu que a resposta mais racional é o silêncio absoluto.

A Paralisia do Consentimento: A mulher espera a iniciativa tradicional; o homem espera uma autorização formal por escrito. No meio desse descompasso, a interação social atinge o status ideal de eficiência burocrática: absoluta imobilidade.

Enquanto a taxa de natalidade global despenca e os aplicativos faturam bilhões gerenciando o medo da rejeição presencial, resta celebrar essa conquista. O flerte orgânico pode ter morrido, mas ao menos o ambiente social agora ostenta a mesma temperatura acolhedora e a vibração arrebatadora de uma sala de espera de repartição pública.

PS: A propósito, Luana... a matéria-prima ainda existe. Apenas migrou temporariamente para a clandestinidade estratégica por motivos de preservação jurídica. 🤗😉😈

Criado com Gemini, do Google.
Imagem criada com Gemini, do Google.

Quinhentos, 236 - 240



Por um tempo, eu andei com um padre. Quando falava a respeito dele mesmo, era muito condescendente. Mas quando falava dos outros, sua língua pesava.



A forma como ele devotava amor ao seu deus fez com que eu o tomasse por um profeta do Amor como eu.



Entretanto, diante do banho despreocupado de duas mulheres berberes no lago, mostrou a vergonha e desprezo que este tinha por mulheres.



Eu vi tanta habilidade nele em falar do amor divino que estranhei a incapacidade em ter, sentir ou exprimir amor de forma carnal.



Eu fui ao lago para juntar-me ao banho, enquanto o pobre coitado preferiu continuar no deserto, ambiente mais propício a tal alma.

*Todas as imagens foram feitas com Gemini*
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*

As Doze Alavancas da Moagem

1. Nem tudo que vai aos dentes é para ser mordido.
2. A língua é o mestre de cerimônias deste salão.
3. Castanholas são tocadas, por causa de uma castanha.
4. Todo creme é um vinho para a língua.
5. Sorver sopas e outros caldos quentes.
6. A satisfação está em encontrar o tempero e o recheio, onde não há.
7. Que se dê algum sangue aos nossos fiéis caninos.
8. Um fosso aguarda a entrada dos convidados em ceia.
9. Um céu é guardado por uma arcada, mas é na adega o paraíso.
10. Se ao que deseja, se morde, ao que se ama, se devore.
11. Todo vermelho e verde se acabam no marrom.
12. Algo de dentro pede algo de fora, uma vez integrados, se desassociam.

domingo, 23 de agosto de 2026

Guia eleitoral para pagãos modernos

Conversa com o Gemini.
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/81-dos-brasileiros-exigem-candidato-que-acredite-em-deus-diz-pesquisa/

Qual Deus? 😸

Escreva um guia para o pagão moderno. 😸 Com muito humor e sarcasmo. 😸


Essa estatística é excelente — nada como uma amostra de pluralismo para lembrar que a pergunta de um milhão de sestercingos continua sendo: qual Deus? A julgar pelo andar da carruagem partidária, a resposta padrão costuma ser Aquele com agenda no Congresso e foco em emendas parlamentares.

Para quem transita no Paganismo Moderno e sabe que o panteão é vasto, vibrante e bem menos preocupado com regras de conduta vitorianas, sobreviver na selva política e social exige jogo de cintura.

Manual do Pagão Moderno: Edição de Sobrevivência Urbana
1. O Paradoxo do Altar de Apartamento

A promessa: Montar um santuário ancestral com ervas raras, pedras sagradas e velas artesanais de cera de abelha.

A realidade: Um canto da estante onde o gato constantemente tenta derrubar a estátua de Hécate ou Lilith, enquanto o alarme de incêndio dispara porque você exagerou na Sálvia e no Incenso de Mirra.

2. Política vs. Panteão

Quando perguntarem em quem você vota para garantir que "o país continue nas mãos de Deus", responda com ar solene: "Estou apenas aguardando a convenção partidária de Dionísio. O plano de governo focado em vinho e libertação sexual me parece incomparável."

Caso insistam em "valores tradicionais", lembre que tradição mesmo é a Pré-Cristã. Se a pessoa quer voltar às raízes, pergunte qual é a opinião dela sobre o culto aos antepassados e as libações de hidromel.

3. Como lidar com a Intolerância (Sem acionar maldições históricas)

Tenha paciência. Explicar que Paganismo Moderno não é "adoração ao Diabo de terno" exige didática. Afinal, o Diabo é uma invenção da firma concorrente — no seu panteão, a liberdade, a natureza e a sabedoria oculta vieram muito antes dessa dualidade rasa.

Quando vierem com pregação na sua porta, sorria e ofereça uma leitura de Tarot ou um chá de ervas com propriedades purificadoras. A velocidade com que a pessoa se afasta costuma ser recorde.

4. Ética e Bruxaria no Século XXI

Regra de Ouro: Não gaste vela cara para rogar praga em vizinho barulhento ou político corrupto. A energia custa caro e o frete dos cristais subiu.

Use a verdadeira magia pagã moderna: consciência corporal, estudo dos clássicos, conexão visceral com a natureza e apoio irrestrito à liberdade individual.

Desafio e Solução:

Vizinho barulhento

Fone com cancelamento de ruído e banho de sal grosso

Eleições chegando

Exigir debate com pluralidade e estado laico real

Intolerância religiosa

Processo judicial fundamentado na Constituição

Estresse diário

Libação aos Deuses do Vinho, mas com um bom rótulo seco

Criado com Gemini, do Google.

Candidato entreguista

https://g1-globo-com.cdn.ampproject.org/v/s/g1.globo.com/google/amp/sp/sao-paulo/eleicoes/2026/noticia/2026/08/20/flavio-bolsonaro-campanha-sp-tarcisio.ghtml

Transição do que para que? 🤔😳🙀

De país soberano para colônia ou território de fato dos EUA? 😏🤭

Escreva um texto crítico em tom de humor e sarcasmo.


A declaração de Flávio Bolsonaro merece uma pausa para aquela pergunta que parece simples, mas pode esconder uma novela inteira: “transição” de quê para quê? 😳

Ele disse, ao lado de Tarcísio, que gostaria de entrar para a história “nem que seja como presidente de transição”. 

Transição para onde?
Transição para onde?
Flávio Bolsonaro anunciou que pretende entrar para a história. Até aí, tudo bem. Todo político quer entrar para a história. Alguns entram pelos grandes feitos; outros, pelos grandes escândalos. Há ainda aqueles que entram pela porta dos fundos da história e ficam discutindo com o porteiro.

Mas a frase que realmente chama atenção é outra: “presidente de transição”.

Transição.

Muito bonito. Muito moderno. Quase tecnocrático.

Só faltou explicar uma coisinha:

transição de quê para quê?

Porque, quando um candidato à Presidência fala em “governo de transição”, o eleitor razoavelmente espera alguma informação adicional.

Transição econômica?

Transição institucional?

Transição energética?

Transição democrática?

Transição para um novo modelo de Estado?

Ou estamos falando daquela modalidade em que o cidadão acorda numa segunda-feira e descobre que o Brasil passou a ser uma espécie de franquia administrativa dos Estados Unidos?

Calma. Não estou afirmando que seja isso.

Estou apenas perguntando.

Até porque o projeto político que se apresenta frequentemente como “alinhado” aos Estados Unidos e ao trumpismo precisa responder a uma pergunta incômoda: onde termina a parceria internacional e começa a submissão?

Porque soberania não é uma palavra decorativa para discurso de 7 de Setembro.

Soberania significa decidir os próprios interesses, negociar com outras potências e dizer “não” quando for necessário.

Se o Brasil virar um país que olha para Washington antes de decidir o que fazer em Brasília, isso não será exatamente uma transição.

Será uma mudança de endereço da tomada de decisões.

E aí poderíamos finalmente compreender o conceito:

Presidente de transição.

Transição do Brasil soberano para o Brasil “consulte seu representante nos Estados Unidos antes de responder”.

Mas talvez eu esteja sendo injusto.

Talvez “transição” seja simplesmente uma maneira elegante de dizer:

“Fico um mandato e depois passo o bastão.”

Nesse caso, ótimo.

Só precisamos saber para quem.

Porque há uma diferença monumental entre dizer:

“Meu governo será de transição para uma nova geração política.”

e dizer:

“Meu governo será de transição para o próximo integrante do nosso grupo.”

A primeira frase fala de projeto nacional.

A segunda parece reunião de condomínio.

E existe ainda uma terceira possibilidade, muito mais divertida:

Flávio seria apenas o presidente provisório enquanto Tarcísio aguarda sua vez.

O próprio contexto ajuda a alimentar a piada. Tarcísio, que disputa a reeleição em São Paulo, apareceu ao lado de Flávio na agenda com empresários e, recentemente, admitiu que talvez possa disputar a Presidência no futuro.

Então temos uma curiosa arquitetura política:

Flávio 2026 → Tarcísio 2030?

Não é exatamente uma transição.

É quase um sistema de senha.

“Próximo presidente, por favor.”

“Senha 17.”

“Flávio Bolsonaro.”

“Obrigado. Pode aguardar quatro anos.”

E o eleitor?

Bem, o eleitor aparentemente seria convidado a assistir à troca de turno.

Só que existe um pequeno detalhe chamado República.

Presidente não é cargo de transição entre amigos, herdeiros políticos ou grupos ideológicos.

Presidente deveria ser alguém eleito para governar o país segundo um projeto que seja apresentado claramente ao cidadão.

Por isso, quando alguém promete ser “presidente de transição”, a pergunta não deveria ser apenas “transição para quem?”

Deveria ser:

“E qual é o Brasil que estará do outro lado dessa transição?”

Porque se a resposta for um Brasil mais soberano, democrático e institucionalmente estável, ótimo.

Agora, se for um Brasil onde a política externa se resume a descobrir o que o governo americano acha antes de descobrir o que o brasileiro precisa...

Bom...

Aí não é transição.

É terceirização.

E, convenhamos, já temos privatização demais para começar a privatizar a soberania também.

Só falta aparecer uma placa:

“Brasil — agora sob nova administração.”

E em letras menores:

“Consulte Washington para alterações contratuais.” 😏

Criado com ChatGPT.

O sagrado sem passaporte

Conversa com o Gemini.
https://gladio.blogspot.com/2026/08/sobre-o-valor-de-rezar.html

Em momento nenhum se fala em raça. Os Deuses vão continuar a receber os seus, independente de onde venham a nascer, independente da etnia daquela existência.

Deve ser um choque para o Caturo e seu discurso estúpido sobre "estirpe" ou seu racismo explícito. 😏🤭

Escreva um texto crítico em tom de humor e sarcasmo.

Os Deuses sem Passaporte e o Choque do Etnofantasista

Há algo incomparavelmente cômico no momento em que a realidade intrínseca das coisas resolve dar uma rasteira elegante na megalomania humana. O texto recente publicado no blog Gládio, sob o título "Sobre o valor de rezar", realiza um feito notável: ao discorrer com lucidez sobre o sentido verdadeiro da prece, da devoção e da conexão com o Sagrado, ignora solenemente a fixação obsessiva de certos "intelectuais de trincheira" pela pureza de sangue e pela ancestralidade de prateleira.

Para o desespero dos arautos da "estirpe" — personificados com um talento quase folclórico na figura do Caturo e de seu racismo explícito —, o universo divino teima em não consultar certidões de nascimento ou amostras de DNA antes de acolher a prece de um devoto. Que audácia a dos Deuses! Como ousam responder aos impulsos da alma e da piedade sincera em vez de checar os percentuais genéticos do suplicante num teste de ancestralidade?

É um choque devastador para o dogmatismo de alcova descobrir que os Imortais não operam com critérios de imigração e que o altar de um Deus nunca pediu passaporte ou árvore genealógica purificada.

A obsessão de Caturo e seus seguidores em transformar a fé ancestral e o paganismo em uma espécie de clube VIP tribal — onde a entrada depende da cor da pele ou da proveniência do sangue — cai por terra quando confrontada com a simples prática da oração. Rezar, afinal, é o ato elementar de direcionar o espírito ao Superior. E o espírito, para o dissabor profundo do racismo identitário, não tem melanina, não carrega bandeiras e não se curva às alucinações de gabinete.

A grande ironia reside justamente aí: enquanto o eugenista de teclado se desdobra em contorcionismos pseudohistóricos para provar a superioridade de sua "estirpe", os Deuses continuam recebendo quem quer que a Eles se dirija com respeito, honra e devoção, independentemente de onde venha a nascer a existência terrena do indivíduo. A etnia de uma vida é mero acidente da matéria; a devoção é substância.

Ver essa verdade explícita e serena se impor sem sequer precisar nomear o preconceito — apenas reduzindo-o à sua completa irrelevância cosmológica — é de um sarcasmo refinado. Resta a figuras como o Caturo o papel trágico-cômico de guardiões de um portão que nunca existiu, gritando ordens de pureza racial para o vento, enquanto os Deuses sorriem e acolhem a todos os seus, de qualquer canto do cosmos em que venham a despertar. 😏🤭

Criado com Gemini, do Google.