domingo, 23 de agosto de 2026

Candidato entreguista

https://g1-globo-com.cdn.ampproject.org/v/s/g1.globo.com/google/amp/sp/sao-paulo/eleicoes/2026/noticia/2026/08/20/flavio-bolsonaro-campanha-sp-tarcisio.ghtml

Transição do que para que? 🤔😳🙀

De país soberano para colônia ou território de fato dos EUA? 😏🤭

Escreva um texto crítico em tom de humor e sarcasmo.


A declaração de Flávio Bolsonaro merece uma pausa para aquela pergunta que parece simples, mas pode esconder uma novela inteira: “transição” de quê para quê? 😳

Ele disse, ao lado de Tarcísio, que gostaria de entrar para a história “nem que seja como presidente de transição”. 

Transição para onde?
Transição para onde?
Flávio Bolsonaro anunciou que pretende entrar para a história. Até aí, tudo bem. Todo político quer entrar para a história. Alguns entram pelos grandes feitos; outros, pelos grandes escândalos. Há ainda aqueles que entram pela porta dos fundos da história e ficam discutindo com o porteiro.

Mas a frase que realmente chama atenção é outra: “presidente de transição”.

Transição.

Muito bonito. Muito moderno. Quase tecnocrático.

Só faltou explicar uma coisinha:

transição de quê para quê?

Porque, quando um candidato à Presidência fala em “governo de transição”, o eleitor razoavelmente espera alguma informação adicional.

Transição econômica?

Transição institucional?

Transição energética?

Transição democrática?

Transição para um novo modelo de Estado?

Ou estamos falando daquela modalidade em que o cidadão acorda numa segunda-feira e descobre que o Brasil passou a ser uma espécie de franquia administrativa dos Estados Unidos?

Calma. Não estou afirmando que seja isso.

Estou apenas perguntando.

Até porque o projeto político que se apresenta frequentemente como “alinhado” aos Estados Unidos e ao trumpismo precisa responder a uma pergunta incômoda: onde termina a parceria internacional e começa a submissão?

Porque soberania não é uma palavra decorativa para discurso de 7 de Setembro.

Soberania significa decidir os próprios interesses, negociar com outras potências e dizer “não” quando for necessário.

Se o Brasil virar um país que olha para Washington antes de decidir o que fazer em Brasília, isso não será exatamente uma transição.

Será uma mudança de endereço da tomada de decisões.

E aí poderíamos finalmente compreender o conceito:

Presidente de transição.

Transição do Brasil soberano para o Brasil “consulte seu representante nos Estados Unidos antes de responder”.

Mas talvez eu esteja sendo injusto.

Talvez “transição” seja simplesmente uma maneira elegante de dizer:

“Fico um mandato e depois passo o bastão.”

Nesse caso, ótimo.

Só precisamos saber para quem.

Porque há uma diferença monumental entre dizer:

“Meu governo será de transição para uma nova geração política.”

e dizer:

“Meu governo será de transição para o próximo integrante do nosso grupo.”

A primeira frase fala de projeto nacional.

A segunda parece reunião de condomínio.

E existe ainda uma terceira possibilidade, muito mais divertida:

Flávio seria apenas o presidente provisório enquanto Tarcísio aguarda sua vez.

O próprio contexto ajuda a alimentar a piada. Tarcísio, que disputa a reeleição em São Paulo, apareceu ao lado de Flávio na agenda com empresários e, recentemente, admitiu que talvez possa disputar a Presidência no futuro.

Então temos uma curiosa arquitetura política:

Flávio 2026 → Tarcísio 2030?

Não é exatamente uma transição.

É quase um sistema de senha.

“Próximo presidente, por favor.”

“Senha 17.”

“Flávio Bolsonaro.”

“Obrigado. Pode aguardar quatro anos.”

E o eleitor?

Bem, o eleitor aparentemente seria convidado a assistir à troca de turno.

Só que existe um pequeno detalhe chamado República.

Presidente não é cargo de transição entre amigos, herdeiros políticos ou grupos ideológicos.

Presidente deveria ser alguém eleito para governar o país segundo um projeto que seja apresentado claramente ao cidadão.

Por isso, quando alguém promete ser “presidente de transição”, a pergunta não deveria ser apenas “transição para quem?”

Deveria ser:

“E qual é o Brasil que estará do outro lado dessa transição?”

Porque se a resposta for um Brasil mais soberano, democrático e institucionalmente estável, ótimo.

Agora, se for um Brasil onde a política externa se resume a descobrir o que o governo americano acha antes de descobrir o que o brasileiro precisa...

Bom...

Aí não é transição.

É terceirização.

E, convenhamos, já temos privatização demais para começar a privatizar a soberania também.

Só falta aparecer uma placa:

“Brasil — agora sob nova administração.”

E em letras menores:

“Consulte Washington para alterações contratuais.” 😏

Criado com ChatGPT.

O sagrado sem passaporte

Conversa com o Gemini.
https://gladio.blogspot.com/2026/08/sobre-o-valor-de-rezar.html

Em momento nenhum se fala em raça. Os Deuses vão continuar a receber os seus, independente de onde venham a nascer, independente da etnia daquela existência.

Deve ser um choque para o Caturo e seu discurso estúpido sobre "estirpe" ou seu racismo explícito. 😏🤭

Escreva um texto crítico em tom de humor e sarcasmo.

Os Deuses sem Passaporte e o Choque do Etnofantasista

Há algo incomparavelmente cômico no momento em que a realidade intrínseca das coisas resolve dar uma rasteira elegante na megalomania humana. O texto recente publicado no blog Gládio, sob o título "Sobre o valor de rezar", realiza um feito notável: ao discorrer com lucidez sobre o sentido verdadeiro da prece, da devoção e da conexão com o Sagrado, ignora solenemente a fixação obsessiva de certos "intelectuais de trincheira" pela pureza de sangue e pela ancestralidade de prateleira.

Para o desespero dos arautos da "estirpe" — personificados com um talento quase folclórico na figura do Caturo e de seu racismo explícito —, o universo divino teima em não consultar certidões de nascimento ou amostras de DNA antes de acolher a prece de um devoto. Que audácia a dos Deuses! Como ousam responder aos impulsos da alma e da piedade sincera em vez de checar os percentuais genéticos do suplicante num teste de ancestralidade?

É um choque devastador para o dogmatismo de alcova descobrir que os Imortais não operam com critérios de imigração e que o altar de um Deus nunca pediu passaporte ou árvore genealógica purificada.

A obsessão de Caturo e seus seguidores em transformar a fé ancestral e o paganismo em uma espécie de clube VIP tribal — onde a entrada depende da cor da pele ou da proveniência do sangue — cai por terra quando confrontada com a simples prática da oração. Rezar, afinal, é o ato elementar de direcionar o espírito ao Superior. E o espírito, para o dissabor profundo do racismo identitário, não tem melanina, não carrega bandeiras e não se curva às alucinações de gabinete.

A grande ironia reside justamente aí: enquanto o eugenista de teclado se desdobra em contorcionismos pseudohistóricos para provar a superioridade de sua "estirpe", os Deuses continuam recebendo quem quer que a Eles se dirija com respeito, honra e devoção, independentemente de onde venha a nascer a existência terrena do indivíduo. A etnia de uma vida é mero acidente da matéria; a devoção é substância.

Ver essa verdade explícita e serena se impor sem sequer precisar nomear o preconceito — apenas reduzindo-o à sua completa irrelevância cosmológica — é de um sarcasmo refinado. Resta a figuras como o Caturo o papel trágico-cômico de guardiões de um portão que nunca existiu, gritando ordens de pureza racial para o vento, enquanto os Deuses sorriem e acolhem a todos os seus, de qualquer canto do cosmos em que venham a despertar. 😏🤭

Criado com Gemini, do Google.

Quinhentos, 231 - 235



O horizonte é extenso, portanto, distante, indiferente e impessoal. A opressão provoca a saudade que traz a tentação de odiar as coisas.



O cheiro bom dos cabelos da taverneira impede meu desalinho. Eis que compreendo porque o meio do caminho da Sabedoria possui uma taverna simples, rústica e envelhecida.



Depois que se mergulha nesse ambiente sombrio, as cores ganham mais brilho e a crueldade do mundo se torna carinho.



Muitos se enganam, ao idealizar a meta e sendo confundidos pelo horizonte, acreditam que só pode haver um caminho.



Muitos são os caminhos, que se entrecruzam, entrelaçam, confundem, convergem, divergem. Alguns vão por bosques, outros por areias; uns vão pelo sol, demais vão pela sombra.

*Todas as imagens foram feitas com Gemini*
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*

Os Doze Pregos do Eflúvio

1. Nem tudo que paira no vácuo é éter.
2. Oxigênio também é alucinógeno.
3. O coração é o maior traficante desta droga.
4. O cérebro é seu principal dependente.
5. Os poros são nossas panelas de pressão.
6. Os músculos são brutos, os nervos são nervosos.
7. A coluna vertebral é uma central de telex.
8. Os olhos vêem tudo, menos o que devia ser visto.
9. Os ouvidos estão desquitados, dormem em lados separados.
10. É a boca que fala ou é a língua que dá nos dentes?
11. O nariz é o que sobrou da boca, ouvidos e olhos.
12. O cérebro, apesar da inteligência, não superou seu complexo de apêndice.

sábado, 22 de agosto de 2026

Apelando por apoio

Conversa com o Gemini.
https://revistaforum.com.br/politica/video-pastor-de-honduras-ligado-a-trump-unge-flavio-bolsonaro-presidente-do-brasil/

Faz sentido. Afinal, as pesquisas mostram que o candidato está mal.

Então tem que buscar um milagre.

Para quem Flávio Vorcaro Kopenhagen Bolsonaro vai reclamar quando não for eleito? 🤭😏

Escreva um texto humorado e sarcástico.


A conta não fecha nem com unção internacional, nem com oração em aramaico fluente. Quando a matemática eleitoral falha, o desespero cobra seu preço e o jeito é terceirizar a culpa. Se o milagre hondurenho não se concretizar nas urnas, a lista de reclamações já deve estar sendo rascunhada.

Para quem reclamar após a apuração?

Ao Pastor de Honduras: Cobrança formal por garantia do serviço. A unção veio com selo de validade? O óleo era batizado ou adulterado? Caberá exigir o reembolso do investimento espiritual ou, no mínimo, um cupom de desconto para a próxima tentativa.

Ao "Conselho Superior de Vênus": Se a bênção veio da terra do Tio Sam via rede de influência trumpista, o Procon diplomático precisará ser acionado. Como é que a diplomacia da fé vendeu um resultado que a margem de erro engoliu?

Ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE): O clássico e infalível bode expiatório. O sistema, as urnas, o algoritmo, a física quântica — qualquer coisa serve para explicar por que os votos não brotaram por força divina.

Aos Chocolates Kopenhagen e aos Bancos: Afinal, a gestão do orçamento de campanha e dos negócios familiares sempre rende boas narrativas de perseguição. Se o eleitor não comprou a ideia, a culpa só pode ser do "boicote comercial".

No fim das contas, tentar consertar índice de rejeição com show fé-show gringo é como tentar tapar o sol com uma bíblia de bolso: faz barulho, rende vídeo para o Instagram, mas na hora em que o zero a zero da urna aparece, não há milagre importado que salve a fatura.

Criado com Gemini, do Google.

Malabarismo jornalístico

Conversa com o Gemini.
https://www.brasil247.com/historia/ha-58-anos-tanques-sovieticos-esmagavam-a-primavera-de-praga/

Impressionante. Como se no Brasil 247 um colunista não tivesse publicado, nos textos de babação de ovo do ditador/caudilho, Fidel Castro, uma "defesa" do massacre da Praça Celestial. 🤔

Ainda não teve quem defendesse essa incursão. Ainda. 😏🤭

Escreva um texto crítico em tom de humor e sarcasmo.


Manual do Malabarismo Geopolítico Seletivo
(Ou: Como lamentar o aço de 1968 enquanto reescreve o de 1989)

Ah, a complexa e fascinante física dos tanques de guerra! Aparentemente, o impacto e a gravidade de suas esteiras sobre o asfalto dependem exclusivamente da bússola moral de quem os pilota e da orientação ideológica do colunista de plantão.

Na Primavera de Praga, os tanques soviéticos entram em cena e a reação é imediata: repúdio, melancolia, condenação fervorosa. "Que absurdo esmagar a liberdade alheia!", bradam nas colunas. O indignômetro vai a 100%.

Mas basta atravessar alguns paralelos e desembarcar na Praça da Paz Celestial em 1989 para ver a física política em sua forma mais sublime. Ali, quando os mesmos tanques avançam sobre estudantes pedindo abertura, o vocabulário misteriosamente passa por uma "revolução semântica". De repente, o massacre deixa de ser massacre e vira "uma operação necessária contra a ingerência ocidental", uma "falsa narrativa da mídia imperialista" ou, no mínimo, um lamentável mal-entendido estatístico provocadamente insuflado.  
Opera Mundi - UOL

O malabarismo é digno de nota:

Tanque em Praga (1968): Aço imperialista, opressão totalitária, um crime contra a humanidade!

Tanque em Pequim (1989): Apenas um mal-entendido logístico com blindados fazendo a manutenção da ordem pública em nome da autodeterminação dos povos.

A ginástica mental necessária para manter essa coerência seletiva deve ser exaustiva. Afinal, exige um controle rigoroso do algoritmo da empatia: condenar a incursão soviética na Tchecoslováquia de 1968 para garantir a pose de democrata moderado, enquanto se guarda, na gaveta de rascunhos, aquele panfletinho de passar pano para o Comandante ou para o burô chinês sob o pretexto de "defesa do Estado".

Resta-nos aguardar ansiosamente a próxima coluna. Afinal, a paciência e a criatividade para criar eufemismos históricos são infinitas. É só uma questão de tempo até alguém explicar que o aço dos tanques, em determinadas latitudes, na verdade só estava espalhando flores.

Criado com Gemini, do Google.

Coerência de Instagram

Conversa com o Gemini.
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/video-nikolas-baba-ovo-de-bukele-e-ataca-direitos-humanos/

😳 Peraê...ele não é da torcida que pediu por "direitos humanos" para o Bolsonaro? Confuso? Essa é a direita (extrema ou alternativa - não faz diferença) brasileira.

Escreva um texto crítico em tom de humor e sarcasmo.


Ah, a física quântica da extrema-direita brasileira! Um ecossistema ideológico tão fascinante que faria qualquer físico teórico rasgar o diploma de desespero. É a teoria da superposição dos Direitos Humanos: um conceito que é simultaneamente "coisa de vagabundo que defende bandido" e "um direito sagrado, inalienável e universal que precisa ser garantido urgência máxima para o meu político de estimação".

A cena é quase poética. Em Juiz de Fora, lá está o nobre deputado, microfone em riste, babando ovo para o modelo de El Salvador e repetindo com o peito estufado aquele bordão mofado dos anos 1990: "Direitos humanos têm que ser para humanos direitos!". Aplausos da plateia, música dramática de fundo, ONGs malignas sendo destruídas com palavras de ordem. Afinal, a receita do sucesso é simples: construa mega-presídios, mande a ampla defesa passear e declare que a Declaração Universal dos Direitos Humanos é um panfleto esquerdista desenhado por juristas em crise de meia-idade.

Mas peraí... corta a cena.

Vamos voltar algumas páginas na cronologia do nosso glorioso folhetim político.

Quando o ex-presidente (aquele mesmo, o do "chega de mimimi") começou a ver o cerco da Justiça se fechar, ou quando os "patriotas" que resolveram fazer um acampamento com direito a vandalismo no dia 8 de janeiro foram parar na prisão, qual foi o primeiro grito de socorro que ecoou nos grupos de WhatsApp?

Exatamente: "SOCORRO, DIREITOS HUMANOS!"

De repente, a água do presídio virou pauta de urgência nacional. A quentinha fria virou violação de garantias fundamentais. O tapete de E.V.A. onde os detidos sentavam virou tortura psicológica digna da Convenção de Genebra. Deputados da mesma bancada da "mão dura" apareceram no sistema penitenciário chorando, fazendo live e exigindo a presença de Comissões de Direitos Humanos, OAB e observadores internacionais. O bordão "direitos humanos para humanos direitos" evaporou num passe de mágica, dando lugar a "mas cadê a dignidade da pessoa humana?!".

A coerência da extrema-direita brasileira funciona na base do filtro de Instagram ideológico:

Se o detido está de tornozeleira porque tentou dar um golpe de Estado: é um "preso político" recebendo tratamento desumano e necessitando do amparo imediato da Anistia Internacional.

Se o detido é um cidadão comum enquadrado numa abordagem arbitrária em El Salvador ou na periferia do Brasil: "bem-feito, quem mandou não ser um humano direito?".

No fundo, para essa turma, a régua moral é incrivelmente maleável. O Bukele é o herói supremo quando tranca milhares de pessoas sem julgamento; mas o juiz brasileiro é um "tirano ditador" se manda cumprir um mandado de prisão com base no Código Penal.

É um espetáculo de contorcionismo lógico tão impressionante que devia virar modalidade olímpica. No final das contas, a mensagem da nossa direita "alternativa" é cristalina: Direitos humanos são um câncer abjeto... a não ser que o paciente seja eu.

Criado com Gemini, do Google.