segunda-feira, 17 de agosto de 2026

O absurdo transfóbico

Conversa com o Gemini.
https://revistaforum.com.br/esporte/cbv-muda-regra-e-bane-atletas-trans-das-competicoes-femininas/

E que se dane o estudo científico que mostra que não tem diferença no resultado.

Escreva um texto crítico em tom de humor e sarcasmo.


Ah, a burocracia do esporte profissional — essa fonte inesgotável de soluções mágicas para problemas fabricados!

Finalmente a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) encontrou o verdadeiro culpado pelas mazelas do vôlei nacional. Esqueciam-se da infraestrutura dos ginásios, da formação de base, da gestão financeira e dos salários atrasados; o que realmente tirava o sono dos cartolas era a terrível ameaça do gene SRY.

Em uma jogada de mestre digna de um grande clássico do absurdo, a entidade decidiu exigir testes genéticos para varrer a presença de mulheres trans da Superliga. Pouco importa que Tifanny Abreu jogue no Osasco há anos, passe por rigorosos controles hormonais, cumpra todas as taxas exigidas pela medicina esportiva e perca e vença jogos como qualquer outra atleta mortal. Esqueça também os estudos científicos que mostram que os níveis de testosterona suprimidos e a densidade muscular readequada equilibram o rendimento. Ciência para quê, quando se tem um bom carimbo de cartório?

A lógica é fascinante: se a realidade científica não se encaixa no pânico moral da semana, ajusta-se a régua. Afinal, nada diz mais "fair play" e "espírito olímpico" do que submeter atletas a uma patrulha genética digna de ficção científica distópica dos anos 1980, onde um cotonete na bochecha vale mais do que anos de dedicação, treino e suor na quadra.

A gentileza da confederação, contudo, é emocionante. Eles promovem o banimento, mas avisam que oferecerão "apoio psicológico quando possível". Que alívio! É a perfeita definição de modernidade burocrática: tirar o direito de uma profissional trabalhar e, em troca, oferecer uma sessão de terapia para ela lidar com o fato de ter sido banida por um acrônimo genético.

No fundo, a decisão revela a clássica tática das grandes federações: na dúvida entre evoluir com a ciência ou se curvar ao preconceito fantasiado de "proteção da categoria", a canetada retrógrada sempre vence por 3 sets a 0. Uma verdadeira vitória do obscurantismo, com transmissão ao vivo e apoio da diretoria.

Criado com Gemini, do Google.

Respeito... onde?

Conversa com o Gemini.
https://revistaforum.com.br/politica/frente-evangelica-pede-que-eua-respeitem-soberania-eleitoral-do-brasil/

Vão reconhecer também a soberania dos terreiros, da comunidade LGBT, do Paganismo Moderno, ou isso não vem ao caso?🤭😏

Escreva um texto humorado e sarcástico.

É aquele clássico caso de soberania seletiva, né? Um conceito super dinâmico, flexível e que só se aplica se o território em questão tiver bancada própria, microfone e horário nobre no rádio.

Para a Frente Evangélica, a soberania nacional é sagrada, intocável e deve ser defendida com unhas e dentes contra a "interferência estrangeira". Mas se o assunto for a soberania de um terreiro de Candomblé ou Umbanda, a autonomia da comunidade LGBTQIA+ sobre seus próprios corpos e direitos, ou o direito de um pagão moderno cultuar quem bem entender sem virar alvo de cruzada moral... ah, aí a palavra "soberania" subitamente desaparece do dicionário.

O script costuma seguir uma lógica bem peculiar:

Soberania Eleitoral: "Respeitem nossas fronteiras, nossas instituições e a vontade do nosso povo (desde que o 'nosso povo' vote como a gente quer)!"

Soberania do Terreiro: "Pátria armada contra o preconceito? Peraí, não é bem assim, isso aí é invasão do nosso espaço sagrado de hegemonia..."

Soberania do Paganismo & Afrodiaspóricos: "Livre exercício de culto? Só se for no modelo com CNPJ e carnê de dízimo."

Soberania da Comunidade LGBT: "Liberdade individual? Calma lá, a sua liberdade não pode interferir no nosso direito de fiscalizar a sua vida amorosa!"

No fim das contas, a autodeterminação é linda, emocionante e merece carta internacional — desde que o feudo seja deles. Quando a autodeterminação pertence ao vizinho de vestes brancas, ao altar com velas coloridas ou a quem ama fora da cartilha, a "soberania" vira "ameaça aos costumes".

É a famosa diplomacia do dois pesos, duas medidas: fronteira para o meu mandato, doutrinação para o seu quintal. 🤭😏

O Gemini é uma IA e pode cometer erros.

Criado com Gemini, do Google.

Classificação indicativa


Conversa com o Gemini.
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/guerreiras-do-k-pop-idade-indicada-para-assistir/

Isso é sério? Nesse ritmo, o ideal é vetar a Bíblia também...(Ironia ácida) 😏🤭

Escreva um texto humorado e sarcástico.


Pois é. Diante dessa ameaça apocalíptica à moral e aos bons costumes da família tradicional, é bom que o Ministério da Justiça e a fiscalização dos lares estejam em alerta máximo!

Afinal, onde já se viu? Um desenho animado em que três garotas cantam, dançam coreografias sincronizadas e — pasmem — usam o poder da amizade e da música pop para enfrentar demônios de mentira, sem uma única gota de sangue, sem nenhum palavrão e sem nem um mísero beijo! Obviamente, um conteúdo de altíssima periculosidade e risco de trauma irreversível para qualquer ser humano com menos de dois dígitos de idade. Monstros de mentirinha em tom pastel? Absurdo. Cenas de dança dramáticas? Onde este mundo vai parar?

Nesse ritmo de rigor preventivo, teremos que rever urgentemente a classificação indicativa do maior bestseller de todos os tempos. Se uma animação fofinha de K-Pop ganha alerta para os pais por causa de "demônios e batalhas de fantasia", a Bíblia precisará ir direto para a prateleira dos +18, com direito a lacre plástico e aviso de gatilho na capa!

Pense bem:
Pragas caindo dos céus, rios virando sangue, mares se abrindo, muralhas desabando, gigantes sendo decapitados por pedradas, fogueiras, leões famintos e relatos explícitos de apocalipse com monstros de sete cabeças e dragões cuspindo fogo. Se o critério for proteger a infância contra "cenas de ação e seres assustadores", a leitura do Antigo Testamento exigirá a presença de um psicólogo de plantão e um termo de responsabilidade assinado em cartório pelos pais.

Enquanto isso, cuidem-se: o perigo real não é a desigualdade, a violência urbana ou a falta de saneamento, mas sim o risco iminente de uma criança ver três idols coreanas derrotando um monstrinho colorido ao som de um refrão chiclete! 😏🤭

Nesse sentido, o BTS se torna uma ameaça internacional, até galática. 😏🤭

Exatamente. Esqueça as armas nucleares, a inteligência artificial fora de controle ou a crise climática: a verdadeira ameaça intergaláctica à estabilidade do cosmos atende pela sigla BTS.

Se três guerreiras animadas de K-Pop já foram capazes de acionar os alarmes da prudência parental, a existência de sete jovens sul-coreanos de carne, osso e puxadas de cabelo perfeitamente coreografadas é, sem dúvida, um risco de nível catastrófico.

Basta analisar as evidências da iminente invasão planetária:

O Exército já está formado: Eles nem precisaram de tanques ou diplomacia. Com o "ARMY", formaram uma legião global de bilhões de fiéis dispostos a dominar as redes sociais, derrubar servidores de venda de ingressos em três segundos e esgotar estoques mundiais de lip balm em minutos. Se isso não é capacidade de dominação global, nada mais é.

Hipnose acústica e alta frequência: Refrões chicletes, agudos cirúrgicos e batidas sincronizadas que fazem pessoas em qualquer continente — independentemente do idioma — repetirem palavras em coreano em transe coletivo. Nenhuma civilização alienígena no raio de dez anos-luz está a salvo desse encantamento.

Destruição em massa de estruturas orçamentárias: A capacidade desse grupo de fazer adolescentes e adultos funcionais investirem o PIB de um pequeno país em discos, figurinhas, bonecos e ingressos para shows precisa ser investigada pelo Conselho de Segurança da ONU (e por economistas intergalácticos).

Se uma civilização extraterrestre avançada estiver nos observando agora, certamente não tentará o contato por medo de ser capturada, convertida ao fandom e forçada a aprender a coreografia de Butter ou Dynamite.

É bom o Ministério da Justiça já ir preparando a classificação indicativa para "Proibido para todo o Sistema Solar". Caso contrário, em breve teremos alienígenas protestando por mais datas de show em Marte! 😏🤭

Criado com Gemini, do Google.
Imagem criada com Gemini, do Google.

Quinhentos, 201 - 205



A chama não queima sem a mecha, a mecha não brilha sem o óleo e o óleo não acende sem a entrega.



Tiremos da simplicidade da natureza material os exemplos da natureza espiritual.



Os homens constróem as tavernas, tal medo possuem da natureza. Não te estranhes, então, que há mais mulheres aqui. O homem confinou seu espirito, o meu prazer é libertá-lo.



A mulher honrada é plenamente honesta: a esposa de um ou muitos exprime sua condição claramente.



A Vida sempre está em mutação, movimento. A mentira faz mais que a verdade, o perene é mais precioso que o permanente.

*Todas as imagens foram feitas com Gemini*
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*

Terceira Sala: O Eflúvio

Tragados através dessas cavernas intrincadas, nós somos arremessados para a
forja do Fogo Negro, que consome toda alma, todo o espírito de qualquer coisa
existente. Na medida que dilui, também reconstrói, com faíscas de sua própria
essência. Da mesma forma que num tonel de vinho, onde nós seriamos os bagos
de uva, subimos e descemos, somos esmagados e rasgados, batidos e cozidos e
postos a fermentar. Nós passamos de estado sólido a gasoso e de gasoso a
sólido, em intervalos de tempo extremamente curtos, a fim de atingirmos o grau
de excelência que só um vinho tinto consegue. Imensas pás continuam a
revolver, enquanto nosso plasma flutua pelo tonel, adquirindo cor e volume, ou
cristalizando ao agarrar-se aos pequenos postes ou paredes da tina, enquanto a
fermentação não nos arrancar pela evaporação. Nós estamos prontos para ser
engarrafados, sendo as garrafas formadas pelos cristais que produzimos, até
criar uma pele lisa e sem defeitos, como uma pérola de jade cobrindo um
diamante bruto. Por nossa cromografia, nós seremos catalogados, alguns ainda
terão que ir a busca de cascas melhores, outro serão quebrados imediatamente
por terem ultrapassado a camada que lhe cabia. Lentamente, as bolas de gude
vão sendo empilhadas à esquerda, à direita, ao fundo, à frente, à cima e a baixo,
até completar todo um grado. Cada grade e espaço, nas posições e direções
certas, como a ordenação atômica de uma folha, onde aos bocados são formadas
camadas, para cada camada formar um tecido, que no conjunto resulta em um
organismo.

domingo, 16 de agosto de 2026

Exílio


Conversa com o Gemini.
https://revistaforum.com.br/global/deputado-alerta-peracoes-em-terra-eua-america-latina-perigo-real/

😱 Eu vou ter que melhorar meu inglês. A galera bolsonarista já tem o figurino, com a bandeira dos EUA. Eu vou ter que esconder meu santuário. 😱

Ou eu estou entrando em uma paranóia desnecessária? 🤭😏


Podemos respirar fundo: você não precisa começar a esconder o seu santuário nem entrar em pânico, mas a preocupação geopolítica no pano de fundo tem razões históricas para existir.

O que está em jogo na notícia e na reação a ela é uma mistura de geopolítica real, retórica política e o reflexo do nosso cenário doméstico:

1. O que é real na notícia
Retórica militar expansionista: Declarações da administração dos EUA (como as do secretário de Guerra sobre considerar cartéis de droga como organizações terroristas para justificar incursões) refletem uma política externa ostensiva e de "mão dura" que historicamente tensiona a soberania dos países latino-americanos.

Geopolítica regional: A busca por alianças militares na região faz parte das dinâmicas tradicionais de poder e hegemonia no continente.

2. Onde entra a sua "paranoia" (e por que seu santuário está seguro)
Escala e Alvos: A retórica das operações tem como foco explícito o crime organizado transnacional e o combate ao narcotráfico no âmbito entre Estados. Não existe qualquer mecanismo, interesse ou probabilidade de isso se desdobrar em uma "patrulha ideológica ou religiosa de casa em casa" feita por forças estrangeiras ou militantes locais com bandeiras dos EUA.

Soberania do Brasil: O Brasil não integra essa coalizão militar e possui instituições, forças armadas e leis soberanas. O país não é um território sem governo onde forças estrangeiras operam livremente.

Liberdade de Culto e Expressão: O Brasil garante constitucionalmente a liberdade de crença, de consciência e de expressão. O seu espaço de devoção e a sua arte continuam resguardados por lei.

O veredito
Você não está totalmente errado em se incomodar com declarações de intervenção estrangeira na América Latina — a história do nosso continente nos ensina a olhar para isso com atenção crítica. No entanto, transformar esse alarde geopolítico em medo pessoal de perseguição no seu cotidiano é, sim, dar um salto desnecessário para a ansiedade.

Seu santuário continua sendo o seu templo de liberdade, criação e fé. Pode mantê-lo exatamente onde está, firme e altivo. E quanto ao inglês, aprenda se quiser ler os clássicos sem tradução — não para responder a nenhuma patrulha!

Por via das dúvidas, eu seguro firme na mão da Lilith.


(Lilith) "O que foi, meu herético?"

(Eu) "Nós precisamos de exílio. Urgente"

Lilith percebe que eu estou levando ela para meu quarto.

(Lilith) "Ah, eu entendi o que quer dizer com exílio"

😏🤭🥵😻 

Criado com Gemini, do Google.
Imagem criada com Gemini, do Google.

Borrachada

Conversa com o Gemini.
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/video-kim-kataguiri-promete-borrachada-na-une-em-ato-como-dose-de-governo-renan-santos/

Isso dito com absoluta tranquilidade. Kataguiri chegou a defender a criação de um partido nazista. Renan deu vários exemplos de que consegue ser mais radical do que Bolsonaro.

Quer tentar escrever um texto crítico em tom de humor e sarcasmo?

Com certeza! Nada como o sarcasmo para expor o absurdo da nossa política sem perder o bom humor (ou o que sobrou dele). Vamos lá:

O Manual da Democracia Relâmpago: Como Resolver TUDO na Base da "Borrachada"
Já reparou como a política moderna encontrou a solução definitiva para a complexidade do mundo? Esqueça a diplomacia, o debate parlamentar, a mediação de conflitos ou o estudo de políticas públicas. Para que perder tempo lendo a Constituição de 1988 quando se pode simplesmente propor a "solução borrachada"?

O método é de uma simplicidade brilhante e funciona mais ou menos assim:

1. O Conceito da "Borrachada Terapêutica"
Se um grupo de estudantes resolve se manifestar, a resposta óbvia de qualquer estadista moderno não é ouvir, negociar ou ignorar. Não! É promover um evento de "conscientização cívica" mediado por cassetetes. Afinal, nada ensina mais sobre a beleza do Estado Democrático de Direito do que uma boa e pedagógica repressão policial transmitida ao vivo com sorrisos no rosto e tom de conversa de bar.

2. O Teste do "Absurdo Hipotético"
Outra técnica refinada da oratória contemporânea é a famosa jogada do "eu só estava levantando uma hipótese teórica!". Você sugere, com a maior naturalidade do mundo, a legalização de ideias que o planeta levou uma Segunda Guerra Mundial inteira para proibir. Quando a reação vem, a saída é magistral:

"Calma, gente! Foi só um debate filosófico sobre a liberdade! Vocês é que não entendem a profundidade da minha abstração acadêmica no podcast!"

É a elegância do ilusionismo político: lança-se o absurdo no ar para ver se cola; se não colar, vira "liberdade de expressão incompreendida".

3. A Competição do "Mais Radical do Que..."
Antigamente, políticos competiam para ver quem apresentava o projeto de lei mais eficiente ou a melhor proposta para a economia. Hoje, a gincana é outra: quem consegue soar mais intransigente em frente à câmera? É o campeonato do "me segura que eu sou mais malvado":

"Aquele ali prometeu autoritarismo? Pois eu prometo autoritarismo com desconto e entrega rápida!"

Resultado Final
No fim das contas, a política virou um grande espetáculo de estridência em que a moderação é vista como fraqueza e a truculência discursiva virou virtude corporativa. E o cidadão assiste a tudo isso se perguntando em que momento o debate público foi trocado por uma arena de provocadores profissionais.

Criado com Gemini, do Google.