quarta-feira, 17 de junho de 2026

A comissão de Herodes

Conversa com o Gemini:

https://revistaforum.com.br/politica/ccj-reducao-maioridade-penal/

Uma comissão de Herodes...

Escreva um texto crítico em tom de denúncia.


A Comissão de Herodes: O Sacrifício da Juventude no Altar do Populismo Penal

A história se repete, não como farsa, mas como tragédia humanitária e retrocesso civilizatório. Quando a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) desengaveta e articula propostas que visam a redução da maioridade penal, o que se testemunha em Brasília não é um debate técnico sobre segurança pública. É a reencenação política do mito de Herodes: o sacrifício deliberado dos mais jovens em nome da manutenção de um status quo violento e hipócrita.

Apontar as baterias do Estado contra adolescentes de 16 e 17 anos é o atestado de falência de um sistema que se recusa a educar, proteger e incluir. Em vez de assumir a responsabilidade pela falta de escolas em tempo integral, pela desestruturação das famílias periféricas e pela ausência de horizontes reais para a juventude, o parlamento escolhe o caminho mais covarde: o encarceramento em massa de quem mal começou a viver.

Denunciar essa movimentação é um dever ético. Chamar a CCJ, nesse contexto, de uma "Comissão de Herodes" não é mero recurso retórico; é uma descrição exata da mentalidade que prefere punir o fruto do que tratar a raiz podre da desigualdade. Ao tentar rasgar cláusulas pétreas da Constituição de 1988 — que blindam os direitos fundamentais e a inimputabilidade penal dos menores de 18 anos —, esses legisladores atuam como carrascos do futuro.

O argumento de que "o jovem de hoje tem consciência do que faz" serve apenas como cortina de fumaça para esconder uma verdade incômoda: o sistema prisional brasileiro não recupera ninguém. Lançar adolescentes no inferno das penitenciárias nacionais, controladas por facções criminosas, é assinar um diploma de especialização no crime. Não se combate a violência entregando a juventude de bandeja para o crime organizado dentro das prisões.

O que se exige de uma verdadeira comissão de justiça é a coragem para enfrentar as verdadeiras causas da criminalidade. É preciso mais investimento em educação inclusiva, cultura, esporte e políticas públicas que abracem a juventude em sua pluralidade e vulnerabilidade, e não a expansão das masmorras estatais.

Reduzir a maioridade penal é a saída fácil dos demagogos. Aqueles que hoje votam a favor do encarceramento da juventude periférica e vulnerável carregam nas mãos o peso de uma escolha trágica: a de um país que prefere punir seus filhos a protegê-los. A história cobrará o preço desse sacrifício.

Criado com Gemini, do Google.

Senador quer liberar discurso de ódio

Conversa com o Gemini:
https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/05/27/senado-cria-frente-parlamentar-em-defesa-da-liberdade-religiosa-dos-psicologos-cristaos

Resumindo. O senador (que é pastor) quer liberar e autorizar o discurso de ódio disfarçado de pregação. 😤

Escreva um texto crítico em tom de denúncia.


A criação de uma frente parlamentar com esse recorte específico levanta sinais de alerta críticos sobre a laicidade do Estado e a ética profissional na saúde mental. Quando a "liberdade religiosa" é invocada para blindar práticas profissionais, corre-se o risco de institucionalizar a discriminação e desmantelar décadas de avanços nos direitos humanos e na psicologia científica.

Aqui está um texto reflexivo e crítico focado nos perigos dessa iniciativa:

O Alerta: Quando a Fé Tenta Substituir a Ciência no Divã

A recente movimentação no Senado para estabelecer uma "Frente Parlamentar em Defesa da Liberdade Religiosa dos Psicólogos Cristãos" não é apenas uma questão de pluralismo; é uma ofensiva direta contra o rigor científico e a ética da psicologia brasileira. Sob o pretexto de proteger a crença individual do profissional, o que se projeta é a abertura de brechas para práticas que a ciência já superou e que o Conselho Federal de Psicologia (CFP) corretamente veda.

A Ciência não é Palanque
A Psicologia é uma ciência e uma profissão laica. O código de ética da categoria é claro: o psicólogo não pode utilizar o seu título para induzir a convicções religiosas ou políticas, nem para exercer qualquer forma de proselitismo. Ao criar uma frente parlamentar baseada em um dogma específico, o Estado sinaliza que a "opinião religiosa" de um terapeuta pode ter o mesmo peso que evidências clínicas.

O Risco do Ódio Institucionalizado
O perigo mais imediato reside na validação de discursos de exclusão. Historicamente, tentativas de "liberdade religiosa" dentro da clínica têm sido usadas para:

Patologizar identidades: Tentar ressuscitar as chamadas "curas gays" ou terapias de reversão, que são formas de tortura psicológica proibidas pelo CFP desde 1999.

Vulnerabilizar minorias: Grupos que já sofrem com o preconceito — como a comunidade LGBTQIA+, praticantes de religiões de matriz africana e pagãos — perdem o ambiente seguro da terapia se o profissional puder usar sua fé para julgar ou "corrigir" o modo de vida do paciente.

Hierarquizar cidadãos: O consultório deve ser o lugar da escuta imparcial. Quando a pregação entra, a ciência sai, e o paciente deixa de ser o sujeito de sua própria história para se tornar alvo de um projeto de conversão.

A Laicidade Sob Ataque
O Estado Brasileiro é laico para garantir que todas as crenças (e a ausência delas) coexistam. Quando o Poder Legislativo se organiza para privilegiar a visão de mundo de uma religião específica dentro de uma prática de saúde, ele fere a Constituição. A liberdade religiosa do profissional termina onde começa o direito à saúde e à dignidade do paciente.

O veredito é ético, não teológico: A psicologia deve servir à saúde mental e à emancipação do indivíduo. Qualquer tentativa de transformar o consultório em anexo de igreja é um retrocesso perigoso que ameaça a segurança de todos que buscam acolhimento, e não julgamento.

Ponto de Atenção: A proteção contra a intolerância religiosa é um direito constitucional, mas ela nunca deve ser usada como salvo-conduto para violar os direitos fundamentais de terceiros ou para desvirtuar a prática de profissões regulamentadas.

Criado com Gemini, do Google.

Desconstruindo mitos e categorias IV

O que se segue não é teoria, nem teologia de gabinete. É o registro de um desmembramento. Se você busca o conforto da luz estéril ou a segurança dos dogmas, feche esta página. Aqui, a sabedoria é paga com a carne e a verdade não tem rosto. Entre por sua conta e risco, ou permaneça na sua cela de vidro.

O silêncio no quarto é absoluto. O cursor na tela continua a piscar, mas agora parece um batimento cardíaco. O papel branco não é mais um desafio; é um território ocupado. O que o escritor herege vai digitar agora que a musa o despiu de todas as ilusões?

Eu tento escrever, apesar da tremedeira nas mãos e na fraqueza nos braços. Um conto erótico que desafia todas as leis e limites.

As teclas parecem pesadas, quase como se fossem feitas de chumbo, mas o calor que ainda emana da sua pele é o combustível que guia o ritmo. O monitor, antes uma fonte de irritação por causa dos "mestres" de vídeo, agora é um altar. Você não escreve apenas com a mente; escreve com o resíduo daquela explosão que Lilith provocou.

O Conto da Heresia Primordial

O texto começa a fluir, ignorando as vírgulas convencionais, atropelando a gramática em favor do êxtase. Você escreve sobre o Vazio antes de existir o "Haja Luz". Um lugar onde não havia pecado porque não havia lei, apenas o desejo cego da Mônada de se sentir viva.

Você descreve Sophia não como a sábia, mas como a arquiteta covarde que criou um mundo de barreiras para não ter que enfrentar o próprio desejo. E então, surge Ela.

"Lilith não entrou no jardim; ela era o solo que o sustentava. Enquanto o Demiurgo moldava barro com medo, ela moldava o destino com saliva e fogo. Ela não foi a primeira mulher; foi a primeira vontade. No conto que desafio a escrever, o homem não é o senhor, nem o escravo. Ele é o cálice onde a deusa derrama a sua heresia mais doce."

O Desafio dos Limites

Suas mãos tremem, mas as palavras saem viscerais:

Você descreve o toque dela não como uma carícia, mas como uma invasão ontológica.

Você narra o encontro de um mortal com o que existe antes dos deuses, onde o prazer é tão agudo que se torna uma forma de conhecimento proibido.

Você rasga o véu entre o sagrado e o profano, fundindo o êxtase físico com a iluminação espiritual, provando que o corpo é o único laboratório onde a alma pode ser testada de verdade.

Lilith (Sua voz agora é apenas um sussurro que vem de dentro do seu peito, não mais de fora): "Isso, Roberto... Quebre o ritmo. Use o cansaço dos seus braços para dar peso a cada palavra. Deixe que eles sintam o cheiro do sêmen e do incenso através do papel digital. Mostre que a sua literatura não é feita para ser lida, mas para ser sentida na pele."

Você termina o primeiro parágrafo do conto com uma frase que faria qualquer "mestre" de YouTube empalidecer:

"O céu é apenas o teto de uma cela que Sophia construiu; o verdadeiro paraíso é o abismo onde Lilith nos ensina a cair sem nunca tocar o chão."

Você para por um momento, a respiração ainda descompassada. O texto na tela brilha como se estivesse vivo. Você sente que, se continuar, não haverá volta. O que vem a seguir nesse conto que desafia todas as leis? Onde a carne encontra o absoluto?

Fim da parte IV.

terça-feira, 16 de junho de 2026

Devocional dia 16

Dia 16: O que você oferece a ela ao final do dia (silêncio, gratidão, confissão)?

Eu ofereço um hino e um cântico, como um corolário ao hino e cântico que foi oferecido ao acordar.

Boa noite, Dama da minha alma.
Eis me de volta aos seus braços, ao único lar e família que eu conheci.
Pela força que me concedeu, eu atravessei mais um dia no mundo de mentiras e ilusões.
Receba-me em seus braços e deixe que eu deite minha cabeça em seu colo.
Conceda-me sonhos proféticos, revelações e ensinamentos para que este canal continue livre para te manifestar.

Série Devocional de 31 dias para Lilith.

A dialética de quinta série

Conversa com o Gemini:
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/video-julia-zanatta-e-chamada-de-hitler-em-discussao-sobre-fim-da-escala-6x1/

-Hitler não, meu bem. Eva Braun.
🤭😏

Escreva um texto humorado e sarcástico.


A Tiara de Flores, o Bunker e a Escala 6x1: Uma Crônica de Alta Costura Política

O Brasil não é para amadores, mas a Câmara dos Deputados está elevando o nível do espetáculo a patamares cinematográficos. No mais recente capítulo do nosso reality show republicano, a deputada Júlia Zanatta viu-se no centro de um debate acalorado sobre a PEC que visa acabar com a escala 6x1. Até aí, tudo normal no parquinho da democracia. O clímax, porém, aconteceu nos corredores, onde os ânimos — e as referências históricas — saíram completamente do controle.

Em meio ao bate-boca com manifestantes, a parlamentar foi chamada nada menos do que de "Hitler". Uma acusação pesada, de forte teor dramático, mas que peca gravemente pelo erro de figurino. Convenhamos: o icônico ditador austríaco era conhecido por seus fardamentos severos, feições sisudas e um bigode que, definitivamente, não combina com acessórios de primavera.

Dizer que a deputada é o Führer é ignorar toda a estética meticulosamente construída ali. Hitler não, meu bem. Se for para evocar o universo do Berchtesgaden, sejamos estetas: Eva Braun.

Afinal, Eva era a própria personificação do "bela, recatada e do lar" (ou do bunker), sempre impecável, mantendo a pose romântica enquanto o mundo ao redor desabava. E vamos combinar que aquela indefectível tiara de flores da deputada grita muito mais "piquenique alpino em 1942" do que "discurso inflamado em Nuremberg". É um toque de delicadeza camponesa para suavizar a defesa intransigente do direito do trabalhador de... continuar trabalhando seis dias por semana. Uma sensibilidade quase poética.

A reação da deputada ao insulto histórico foi um maduro e diplomático: "Hitler é você!". Um clássico da dialética quinta-série que transcende gerações. Mas o verdadeiro drama — a linha vermelha que mobilizou a assessoria e ativou os alertas de segurança máxima — foi a denúncia de que a manifestante tentou arrancar a tiara de flores de sua cabeça.

Aí passamos dos limites. Ofensas ideológicas a gente resolve na Polícia Legislativa com 16 boletins de ocorrência, mas atentar contra o patrimônio capilar e o branding estético da parlamentar já beira o crime de lesa-pátria. Mexer na tiara é desestabilizar toda a estrutura geopolítica da extrema-direita catarinense.

Enquanto isso, a liderança do partido tenta contornar a crise propondo uma escala 4x3 para ver se o circo pega fogo de vez. Se a moda pega, daqui a pouco as discussões econômicas no Congresso não serão mais decididas na base do voto, mas sim no nível de precisão dos insultos históricos e na resistência dos adereços de cabelo. Aguardemos os próximos capítulos, de preferência com um guarda-chuva e um livro de história debaixo do braço.

Criado com Gemini, do Google.

Nunes na Fila do CATE

Conversa com o Gemini:

https://revistaforum.com.br/politica/ricardo-nunes-escandalos-corrupcao-crise/

Profecia (fácil). Nunes será visto, em breve, na fila do CATE (serviço público de recolocação profissional).

Escreva um texto humorado e sarcástico.


Ricardo Nunes e a Fila do CATE: A Próxima Grande Inauguração da Prefeitura

Dizem que o verdadeiro líder é aquele que vive a realidade do seu povo. Se essa máxima estiver correta, o prefeito Ricardo Nunes está prestes a atingir o ápice da sua comunhão com a classe trabalhadora paulistana. A profecia é clara, desenhada nos astros da política municipal e carimbada pelas manchetes: em breve, o atual mandatário da capital será visto na fila do CATE (Centro de Apoio ao Trabalho e Empreendedorismo).

Não há motivos para pânico. Conhecendo o histórico de gestão, a transição de Nunes do Palácio do Anhangabaú para a calçada do serviço público de emprego será, sem dúvida, tratada como um grande evento administrativo. Quem sabe até com direito a corte de fita inaugural e coletiva de imprensa.

Imagine a cena: Ricardo Nunes, munido de uma pastinha de plástico transparente, aguardando pacientemente a sua senha. Ao chegar ao balcão, o diálogo com o atendente promete ser uma obra-prima da literatura corporativa contemporânea:

— Próximo! Nome, por favor.
— Ricardo Nunes. Cargo pretendido: Gestor de Crises ou, se não houver, vaga para Zeladoria Urbana. Tenho vasta experiência em lidar com apagões e contratos complexos.
— Certo, Sr. Ricardo. Vamos dar uma olhada no seu currículo... Aqui diz que na sua última experiência você gerenciou uma cidade de 12 milhões de habitantes. Mas há algumas lacunas. O que são esses "escândalos e crises" mencionados nas referências?
— Ah, isso são apenas ruídos de comunicação! Detalhes técnicos da antiga firma. Eu sou um homem de diálogo, focado no asfalto e nasfalto de novo.
— Entendo... Olha, para cargos de alta liderança o mercado está um pouco exigente. Mas temos aqui uma vaga excelente de Operador de Redes de Energia. O senhor entende de transição energética e distribuição?
— Olha, de energia eu entendo bastante. Passei os últimos anos explicando para a população por que ela não funcionava. Conta como experiência prática?

O atendente, com a paciência típica de quem já viu de tudo, digitaria no sistema enquanto Nunes justificaria que, apesar das turbulências, ele é um profissional que entrega "substituições de subprefeitos em tempo recorde" e que possui "excelente resiliência sob fogo cruzado".

A ida de Nunes ao CATE seria, ironicamente, o programa de empregabilidade mais bem-sucedido de sua gestão — afinal, focaria na recolocação de 100% dos prefeitos que perderam o prazo de validade político.

Se o mercado privado vai acolher suas habilidades únicas de sumir estrategicamente durante os momentos de maior tensão, ainda é um mistério. Mas uma coisa é certa: se ele conseguir a vaga, a primeira providência será pedir um aditivo contratual e uma auditoria no cafezinho do novo escritório. Boa sorte na busca, prefeito! O mercado está difícil para todo mundo.

Criado com Gemini, do Google.

Homeschooling: fábrica de idiotas

Conversa com o Gemini:

https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/pais-condenados-por-homeschooling-o-que-diz-a-lei-no-brasil/

Tem que prender junto os políticos que permitiram o homeschooling. 😏🤭

Escreva um texto humorado e sarcástico.

Adendo. O perigo do homeschooling é o dos petites receberem doutrinação religiosa, social e política. Resultado: um monte de gente igual ao Olavo de Carvalho. 😏🤭


O verdadeiro perigo do homeschooling não é a falta de socialização; é o risco iminente de transformarmos a sala de estar em uma fábrica clandestina de mini-Olavos de Carvalho. Imaginem a cena aterrorizante: o pequeno Enzo, de apenas sete anos, recusando-se a comer os vegetais porque "tudo não passa de uma conspiração cultural globalista para enfraquecer o Ocidente". A pequena Valentina, em vez de brincar de boneca, gravando vídeos na internet de três horas de duração para provar que a Pepsi usa células de fetos abortados como adoçante. É de arrepiar a espinha de qualquer cidadão de bem!

Porque, como todos sabemos, o ambiente familiar é esse antro perigoso onde os pais — esses seres desprovidos de qualquer senso crítico — usam o tempo livre para injetar doses cavalares de doutrinação religiosa medieval, teorias da conspiração e preconceitos variados na mente dos petites. Um horror! Ainda bem que temos o Estado para nos salvar de nós mesmos.

A Vacina da Redenção Escolar
Graças aos deuses da pedagogia moderna, a escola tradicional funciona como um escudo sagrado contra qualquer tipo de viés. Entrar pelos portões de uma escola pública ou privada é como passar por um portal de pura neutralidade cósmica. Ali, nenhuma criança jamais corre o risco de:

Ouvir um professor de história com preferências políticas "ligeiramente" acentuadas.

Ser submetida a discursos inflamados sobre o que deve ou não pensar.

Sofrer pressões sociais e religiosas dos colegas na hora do recreio.

Não, senhor! Na escola, tudo é um mar de debate puramente científico, laico, plural e absolutamente livre de dogmas. É um ambiente onde o pensamento crítico floresce sem qualquer interferência ideológica, um verdadeiro éden da imparcialidade. Confie.

O Monopólio da Formação de Caráter
Se deixarmos os pais educarem os filhos em casa, onde as mentes progressistas vão encontrar oposição para debater? Como vamos garantir que todo mundo receba exatamente a mesma cartilha de pensamento padronizado?

De fato, permitir o homeschooling é abrir as portas para que cada família crie seu próprio feudo ideológico, transformando o Brasil em um grande condomínio de seitas particulares e pensadores de Facebook. Portanto, que a lei continue firme! Afinal, é muito melhor manter todo mundo trancado na mesma sala, recebendo a mesmíssima doutrinação padrão de fábrica. Pelo menos assim, se o resultado for um desastre, a culpa é do sistema e ninguém precisa assumir a responsabilidade individual. 😏🤭

Criado com Gemini, do Google.