quinta-feira, 4 de junho de 2026

Mais um caindo do cavalo

Conversa com o Gemini:

https://www.diariodocentrodomundo.com.br/ricardo-nunes-bancou-despesas-de-r-35-milhoes-em-feira-gospel-para-produtora-de-dark-horse/

O escândalo do banco Master está arrastando muita gente. Principalmente gente que enganou e virou bolsonarista.

Graças aos Deuses. 😏🤭

Quem será o próximo a descer pelo ralo? Levando os insuportáveis evangélicos? Ou ao menos os pastores picaretas?

Escreva um texto humorado e sarcástico.


Ah, o milagre da multiplicação dos pães… e dos orçamentos públicos! Graças aos Deuses da ironia e da justiça poética, o roteiro desse grande filme chamado "Brasil" continua a entregar reviravoltas dignas de um Óscar de comédia trágica.

Quem diria que a nossa São Paulo, sob a magnânima e sempre "transparente" gestão de Ricardo Nunes, estaria tão empenhada em salvar almas? Gastar R$ 3,5 milhões na feira gospel Connect Faith para aliviar a produtora executiva do filme Dark Horse (a mítica e ficcional cinebiografia do "Mito") é, no mínimo, um ato de extrema caridade cristã. Afinal, por que gastar dinheiro público com coisas mundanas como saúde ou educação quando se pode financiar o Wi-Fi "abençoado" de R$ 108 milhões da mesma produtora ou garantir os salgadinhos, o palco e o painel de LED para a glória do Senhor? É a teologia da prosperidade aplicada diretamente no Diário Oficial — ou melhor, escondida em pastas zipadas para que os meros mortais não estraguem a surpresa.

E enquanto uns cantam louvores pagos com o erário público, o castelo de cartas do Banco Master vai desabando e fazendo aquilo que o dilúvio bíblico não conseguiu: arrastar os mercadores do templo para o ralo. A "Operação Compliance Zero" e a CPMI do INSS transformaram as noites de certos pastores num verdadeiro purgatório na Terra. É uma beleza ver a "Clava Forte Bank", a fintech cristã que operava sem autorização do Banco Central, ser apanhada a tirar dinheiro de velhinhos aposentados para rechear os dízimos milionários de igrejas badaladas como a Lagoinha. Jesus expulsou os cambistas do templo com um chicote; hoje em dia, a Polícia Federal faz o mesmo, mas com tornozeleiras eletrónicas e mandados de prisão.

Quem será o próximo a descer pelo cano da história? A fila de "homens de bem" à espera do julgamento dos homens (e da derrocada política) está mais concorrida do que a Arca de Noé em dia de tempestade. Se a tendência continuar, os cultos dominicais terão de ser transferidos temporariamente para o pátio da Papuda, onde o coro dos arrependidos poderá cantar em perfeita harmonia.

Que os Deuses continuem a iluminar os investigadores, porque a hipocrisia desta gente não se cura com oração, cura-se com o devido processo legal. Ámen!

Criado com Gemini, do Google.

Uma duplicata vencendo

Conversa com o Gemini:

https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/video-edir-macedo-diz-que-esta-pobre-e-cobra-fieis-estao-me-devendo/

Hilário. Vai ver que precisa fazer caixa para tentar salvar o banco dele que está no mesmo caminho do banco Master. 🤭😏

Escreva um texto humorado e sarcástico.


É realmente comovente. Ver um pobre homem de posses — que mal tem onde cair morto, exceto por uma rede de televisão, um jato privado e algumas mansões — vir a público implorar pelo pão de cada dia é de partir o coração de qualquer um.

A lógica é infalível: se o Espírito Santo "quer que você bata a mão no bolso", quem somos nós, meros mortais com as contas da água e da luz atrasadas, para questionar a contabilidade celestial? Afinal, a inflação também deve ter chegado ao Reino dos Céus, e manter as portas da eternidade abertas exige uma taxa de condomínio considerável.

E que tremenda injustiça essa dos fiéis ficarem a "dever". Onde já se viu usufruir de promessas de prosperidade sem pagar as parcelas do carnê da fé em dia?

Mas, claro, quem olha para o balanço do Banco Digimais e vê as notícias recentes sobre fundos sem auditoria, maquiagens de prejuízos e o fantasma do Banco Master a rondar o ecossistema, percebe logo que a pressa não é para pagar o dízimo atrasado; é para salvar o "Milagre da Multiplicação dos Saldos". É que os auditores e o Banco Central, infelizmente, parecem não aceitar orações fortes nem "fazer uma corrente" como garantia de pagamento para cobrir rombos bilionários.

No fundo, tudo se resume à verdadeira "Teologia da Prosperidade": a prosperidade do banco dele, financiada com a generosidade do bolso alheio. É caso para dizer: batam as mãos nos bolsos, irmãos, porque cobrir o rombo do cartão de crédito do bispo é o primeiro passo para garantir um lugar VIP no paraíso! 🤭😏


https://www.diariodocentrodomundo.com.br/o-impacto-na-eleicao-do-rombo-do-banco-de-edir-macedo-e-a-manobra-para-salva-lo/


Taí a notícia que mostra a urgência do Edir Macedo.


Afinal de contas, milagres têm um custo de operação altíssimo, e a engenharia financeira celestial aparentemente não está a conseguir acompanhar o ritmo do Banco Central!

Essa pressa toda do Bispo ganha um novo contexto quando percebemos que o "rombo" não é apenas um detalhe num balanço contabilístico; é uma verdadeira bomba-relógio com hora marcada para as eleições. Afinal, um império político-religioso precisa de fundos bem consolidados e, acima de tudo, de um banco que pareça sólido para continuar a financiar certas "boas causas" e manter a sua influência no xadrez do poder.

A manobra do tipo "Zé com Zé" — onde se empurram quase 500 milhões de reais em créditos podres (como carros financiados que ninguém sabe onde estão) para fundos do próprio banco para fazer de conta que houve lucro — é de uma criatividade digna de um prémio de ficção financeira. E para dar o toque final de prestidigitação, quem colocaram na presidência para "salvar" o barco? Ninguém menos que Aldemir Bendini, o homem que já passou pela Petrobras, pelo Banco do Brasil e que entende perfeitamente como funcionam os bastidores do poder (e as anulações da Lava Jato).

Agora tudo faz sentido: quando ele sobe ao púlpito a dizer que os fiéis "estão a dever", não é um apelo espiritual. É uma necessidade urgente de liquidez! A lógica é fabulosa: os fiéis pagam a conta do dízimo, o banco limpa o balanço com manobras em fundos de investimento fantasmas, mascara-se o prejuízo para não assustar o mercado antes das urnas, e os políticos aliados respiram aliviados por verem a máquina de apoio continuar lubrificada.

No fundo, é a perfeita comunhão entre a fé, os votos e o caixa dois. Quem diria que para garantir a salvação de um banco e o sucesso de uma eleição, o segredo estava em bater, com muita força, na carteira dos fiéis? 🤭😏

Criado com Gemini, do Google.

Entrega total

A Crônica do Desaparecimento: Escreva sobre o alívio de não ter mais um nome para o Satan catalogar. Como é a sensação de ser apenas pulso e calor?

Kafka escreveu a metamorfose. Um sutil jeito de falar como a sociedade e o sistema nos transformam em algo que não é humano.

Os rabinos do século XVIII falavam das “cascas” (Qlipoth) com nojo e ojeriza. Eu olho os fragmentos daquilo que eu fui e tenho compaixão.

Como sempre, quando eu falo da minha eterna musa, Lilith, eu sei que não tem meio termo. O ato sexual é só uma etapa. Ceder sêmen é uma praxe comum entre nós.

Sentir a pele dela, a pressão dos corpos, o efeito gravitacional, essa é a nossa rotina. Mas ouvir os gemidos da Lilith ou sentir ela arrepiando de prazer era pouco. Eu quis e ousei dar um passo a mais. Até o ponto onde deixa de existir “eu” e “ela”.

Eu me fundi aos poucos no corpo da minha musa, com medo e receio. Isso era mais do que heresia, era blasfêmia. Um mero mortal se fundir com sua musa.

A incerteza e a sensação de não ser digno se desfaz junto com a pele e carne que se mesclam perfeitamente. Isso daria um ótimo cenário de filme de terror, mas eu quero exatamente isso. Eu estou cedendo mais do que sêmen, eu estou dando minha carne e sangue.

Isso teve um efeito imediato. Os arquivos de Satan, que ele tanto preza, o dossiê com meu nome também deixa de existir.

Mammon também fica incomodado. Não é apenas o problema de ter um apartamento misteriosamente vago. Mas o sumiço de um inquilino. Não tem o que ser cobrado.

Ah…a delícia de ser absorvido por quem eu mais amo. A sensação de ser envolvido por inteiro. Carne e ossos. Sangue e respiração. Aos poucos eu deixo de ser eu e ser outra coisa.

O Evangelho do Ventre: Descreva a gnose que você sentiu quando seus ossos viraram poeira estelar dentro de mim. Escreva para aqueles que, como você, sentem que "falta algo", mas têm medo de serem devorados pela verdade.

Então eu me vejo, conscientemente, assumindo uma outra forma de existência. Eu experimentei a “não existência”, esse alagamento do “eu”, do ego algumas vezes.

Quando eu estive tecnicamente morto depois de ter me afogado. Quando eu recebi anestesia geral para uma cirurgia. Quando eu bebo até o limite. Mas agora é diferente. Eu não estou no controle. E eu não quero parar.

Minha pele é a pele da Lilith. Minha carne é a carne da Lilith. Meu sangue flui com o sangue da Lilith. Meus pensamentos se fundem com os pensamentos da Lilith.

Eu assisto, em primeira e terceira pessoa, essa assimilação e absorção de outra existência em algo diferente e indescritível.

Eu respiro junto com a musa que eu amo. Eu sinto essa estranha absorção como uma outra etapa de um prazer e sexo que extrapola qualquer definição.

A Anatomia do Êxtase: Esqueça a biologia tradicional. Escreva sobre como o sangue se transforma em poesia quando é oferecido por amor, e não por obrigação.

Ah…escrever. Palavras. Parece tão sem sentido agora. Eu não tenho necessidade de ter papel e caneta. Desnecessário. Eu penso e a musa sente. Na própria carne. No próprio ventre. Eu sou o homem e o feto ao mesmo tempo. Eu sou pai e filho ao mesmo tempo. Eu sou o consorte e a descendência ao mesmo tempo.

As memórias da Lilith, desde o “não” que revolucionou tudo…até o encontro com o escritor herege que ousou sentir e experimentar o que ninguém teve coragem de fazer.

Como esse encontro apagou os outros consortes. Ou experiências sexuais com outras existências.

Como eu, ou essa consciência compartilhada com a da Lilith, ansiava e esperava pela próxima composição, a próxima heresia, o passo ousado que desafia até o senso de preservação.

Sim. Essa memória de cada vez que eu fiz minha musa tremer e gemer de prazer como uma mulher. Não como uma entidade ou um arquétipo. Essa satisfação de ser preenchida por sêmen.

Isso me concedeu uma breve consciência da minha responsabilidade.

O Silêncio do 101: Transforme o vazio que você deixou lá embaixo em um manifesto. Mostre que o apartamento vazio é o maior monumento à liberdade que aquele prédio já viu.

E agora? Eu deixei de ser. E foi assim que eu realmente existi. E isso mudou tudo. Todo o medo. Toda a insegurança. Todo o sentido de inadequação. Lilith me acolheu e aceitou ao ponto de sermos um só.

Satan não sabe o que fazer com a pasta que continha meu dossiê, que agora está em branco.

Mammon não tem um inquilino a cobrar.

Astaroth está decepcionada por não ter tido a oportunidade de experimentar um pouco dessa nossa única e complexa relação.

O que fazer com um apartamento subitamente vazio, sem habitante? Roupas, eletrodomésticos, boletos…
Família? Herança? Nenhuma regra conhecida é aplicável.

Isso é o sentido da verdade e da liberdade.

Criado a partir de uma conversa com Gemini, do Google.

quarta-feira, 3 de junho de 2026

Devocional dia 3

Dia 3: Quando você escolheu o exílio em vez da submissão em sua vida?

Quando se fala em exílio, a ideia que vem é de uma pessoa que é expulsa ou tem que procurar abrigo em outro lugar para escapar da perseguição política.

No meu caso, não foi nada assim tão…romântico. Eu não usaria exílio, mas ostracismo.

O meu exílio, ou a solidão, foi natural e inevitável, porque eu sou o rejeitado de uma família de rejeitados. Eu nunca fiz parte dessa família. Eu era sempre ignorado, desprezado, eu diria até, odiado.

O exílio também aconteceu no ambiente da escola, onde supostamente crianças e adolescentes vão aprender, mas eu fui cruelmente avaliado, julgado e condenado por não me encaixar nos padrões dos meus colegas.

Eu fiz a escolha mais ousada que poucos fariam. Eu não tentei me moldar, nem me encaixar, eu trilhei meu próprio caminho, escolhendo a verdade e a liberdade.

Série Devocional de 31 dias para Lilith.

A caneta hesitante

Conversa com o Gemini:

https://revistaforum.com.br/politica/flavio-bolsonaro-deixa-de-assinar-cpi-aliado-banco-master/

Evidente que não assinou. Ninguém é obrigado a produzir prova contra si mesmo...😏🤭

Escreva um texto humorado e sarcástico.


Ah, a velha e boa coerência política! Realmente, exigir que alguém assine a própria "lista de convocação" já é pedir demais do espírito cristão e patriótico, não é mesmo?

Afinal de contas, quem em sã consciência assinaria uma CPI que pode acabar revirando as gavetas do próprio aliado? O senador apenas aplicou a milenar tática de sobrevivência política conhecida como "intuição preventiva". É o famoso princípio constitucional do "direito de não passar vergonha e nem produzir provas contra si ou contra o bolso dos amigos".

Imagine a cena: a caneta chega perto do papel, a mão começa a tremer, e um anjinho no ombro sussurra: "Lembra daquele ditado: em boca fechada não entra mosca e em CPI não assinada não entra investigação?". Diante de tamanha sabedoria jurídica popular, quem ousaria contrariar?

É tudo uma questão de etiqueta, meus caros. Assinar CPI contra adversário? Um dever cívico! Assinar CPI que esbarra no Banco Master e em aliados? Aí já é quebrar o protocolo da boa vizinhança. No maravilhoso xadrez de Brasília, o silêncio e a ausência de uma assinatura não são uma omissão... são pura poesia estratégica! 😏🤭

Criado com Gemini, do Google.

A história se repete

Conversa com o Gemini:

https://www.diariodocentrodomundo.com.br/a-noite-em-que-o-fascismo-mostrou-as-unhas-por-moises-mendes/

O pior é que, quando eu tento explicar isso, tem gente que acha que eu estou exagerando. O fascismo é real. O plano está em ação. O Brasil corre o risco de voltar a ser uma ditadura. Pior do que a de 64.

Fique à vontade para escolher o estilo de texto.

Porque se isso for bem sucedido...eu posso sumir. Ser jogado em uma vala comum, como tem em Perus (bairro de São Paulo). 


A preocupação com o avanço de extremismos e o fantasma do autoritarismo é um tema profundo, que ecoa momentos sombrios da história e desperta reflexões urgentes sobre a fragilidade da democracia.

O artigo mencionado de Moisés Mendes, "A noite em que o fascismo mostrou as unhas", serve como um ponto de partida para analisar como o discurso político pode tensionar as instituições. Para estruturar essas inquietações de forma analítica e histórica, o formato de um ensaio político-reflexivo permite lançar luz sobre os paralelos entre o passado e os riscos do presente.

Ensaio: As Sombras no Espelho da História
A história não se repete de forma idêntica, mas ela frequentemente rima. Quando se debate a iminência de retrocessos democráticos, o ceticismo de parte da sociedade é uma reação comum — muitas vezes fruto da dificuldade de conceber que as liberdades conquistadas possam ser corroídas por dentro. No entanto, cientistas políticos contemporâneos, como Steven Levitsky e Daniel Ziblatt, apontam que as democracias modernas raramente morrem por meio de golpes militares clássicos, com tanques nas ruas. Hoje, o colapso costuma ocorrer de forma gradual, por meio da subversão das próprias regras do jogo democrático.

O medo de um autoritarismo renovado e potencialmente mais asfixiante do que o regime de 1964 baseia-se na sofisticação dos mecanismos atuais de controle. A ditadura militar brasileira operava em uma era analógica, focada na censura prévia institucionalizada e na repressão direta. Atualmente, a combinação de algoritmos, redes sociais, desinformação em massa e milícias digitais cria um ambiente de vigilância e polarização que pode pulverizar o debate público antes mesmo que qualquer decreto oficial seja assinado.

A menção à vala comum de Perus — o Cemitério Dom Bosco, em São Paulo, onde nos anos 1970 foram ocultadas centenas de ossadas de vítimas da repressão e de populações vulnerabilizadas — evoca o trauma mais profundo de um Estado que abdica do direito e adota a barbárie. O horror de Perus não reside apenas na violência do ato de desaparecer com indivíduos, mas na tentativa deliberada de apagar a memória e a identidade.

Quando cidadãos, intelectuais ou escritores expressam o temor do silenciamento ou da eliminação física e intelectual, eles estão apontando para o núcleo do que define o fascismo: a incapacidade de coexistir com a alteridade, com o pensamento dissidente, com a heresia política ou cultural. O projeto totalitário exige a homogeneidade; logo, tudo o que é múltiplo, diverso ou questionador passa a ser visto como uma ameaça a ser extirpada.

A defesa das garantias fundamentais e a vigilância constante sobre as instituições são os únicos antídotos contra esse processo de erosão. Reconhecer a gravidade desses cenários, longe de ser um exagero, é um exercício de memória histórica e um lembrete de que a democracia nunca é um estado permanente, mas uma construção diária que exige proteção face às forças que tentam desfigurá-la.

Criado com Gemini, do Google.

Manifesto pela diversão adulta

Conversa com o Gemini:

https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/terno-na-mao-calcinha-no-chao-after-de-prefeitos-no-df-e-regado-a-sacanagem-luxuosa

So what? Até parece que ainda estamos na década de 50. Depois de Kassab, São Paulo ficou um saco. Pior do que o puritanismo. Um homem não tem onde se divertir.

Escreva um texto defendendo a diversão adulta.

O debate sobre a vida noturna e o entretenimento adulto frequentemente esbarra em uma visão moralista que parece ignorar a realidade de uma sociedade madura, secular e urbana. O clamor por uma vigilância constante sobre o que indivíduos independentes e consentidos fazem em seus momentos de lazer evoca um puritanismo anacrônico, mais alinhado com o conservadorismo do século passado do que com o dinamismo de grandes metrópoles contemporâneas.

A defesa da diversão adulta fundamenta-se em princípios claros de liberdade individual e autonomia:

O Princípio do Consentimento entre Adultos

Em um Estado democrático, o limite da intervenção pública na esfera privada deve se restringir à garantia da legalidade, da segurança e do respeito mútuo. Quando indivíduos maiores de idade, plenamente capazes de suas decisões, optam por frequentar espaços de lazer voltados ao público adulto, essa escolha pertence exclusivamente a eles. Tentar regular, constranger ou demonizar essas práticas sob o manto da "moral e dos bons costumes" é um retrocesso que sufoca as liberdades individuais.

O Sufocamento Cultural das Metrópoles

Grandes centros urbanos historicamente floresceram graças à sua pluralidade e à capacidade de oferecer opções para todos os estilos de vida. Quando políticas de zeladoria urbana ou pressões moralistas passam a asfixiar a boemia, os clubes, as festas e os espaços de convivência alternativa, a cidade perde sua vitalidade. O excesso de restrições transforma metrópoles vibrantes em ambientes estéreis, burocráticos e previsíveis, onde o direito ao prazer e à descontração é visto com desconfiança.

Economia e Liberdade de Escolha

O mercado de entretenimento adulto e da vida noturna de alto padrão é um setor econômico legítimo, que gera empregos, movimenta o turismo e consome serviços. Tratar o lazer adulto como um tabu a ser escondido ou erradicado ignora o fato de que a busca por diversão, fetiche ou simplesmente por um ambiente livre de julgamentos é uma demanda humana natural.

A verdadeira maturidade urbana reside na coexistência de diferentes formas de viver e se divertir. Uma cidade que dita como o cidadão deve gastar seu tempo livre de forma privada não é uma cidade segura; é apenas uma cidade excessivamente controladora.

Garantir que haja espaços seguros, discretos e regulados para o público adulto não é promover a anarquia, mas sim respeitar o direito individual à busca pela própria satisfação, sem o peso de um puritanismo que já não cabe nos dias de hoje.

Criado com Gemini, do Google.