quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Testemunhos

Um relatório que fortaleceu minha fé em Lilith.


Um dia, quando eu tinha uns 15 ou 16 anos, fui ao hospital fazer alguns exames. Não era nada sério, mas em certo momento me pediram para fazer um exame específico que eu realmente não queria fazer. Eu estava sinceramente com muito medo.

Era uma nasofaringoscopia, aquele tipo de exame em que inserem um tubo pelo nariz. Só de pensar nisso já me deixava nervosa.

Até então, eu sempre pedia ajuda a Jesus, já que venho de uma família cristã. Mas naquela época, eu já estava me aproximando de Lilith, e naquele momento, pela primeira vez na minha vida, me voltei para ela.

Lembro-me claramente do que senti. Por dentro, quase em desespero, eu disse: "Por favor, me tire dessa, mãe."

O médico foi preparar o aparelho para começar o exame, mas simplesmente não funcionou. Antes da minha vez, tudo estava normal, mas quando chegou a minha hora, simplesmente não ligava.

Eles tentaram várias vezes, ajustaram as coisas, testaram tudo, mas nada funcionou.

Naquele momento, senti um enorme alívio. Foi uma das sensações mais intensas e estranhas que já experimentei. Ao mesmo tempo que parecia inacreditável, também me trouxe uma profunda sensação de paz.

Depois disso, minha fé em Lilith só se fortaleceu. Senti como se tivesse sido ouvida.

E essa não foi minha única experiência. Talvez um dia eu compartilhe as outras também.

Postagem no Reddit.

https://www.reddit.com/r/Lilith/comments/1t91ctz/a_report_that_strengthened_my_faith_in_lilith/

Confiscando a Trindade

Conversa com o Gemini.
https://www.patheos.com/blogs/jaredingle/2026/09/be-still-and-know-that-i-am-god/

Então vem o pagão moderno, acadêmico, literato e chato (eu mesmo) e pergunto: "Qual Deus?"

Ou pior, por que o nome Elohim, coletivo, é reduzido à Trindade, uma invenção medieval? E como fica o argumento bíblico de que esse Deus é o Único?

Antes que eu faça outra pergunta, o cristão já está procurando a saída. 😈🤭😏

Escreva um texto crítico em tom de humor e sarcasmo.


Ah, a clássica arte de fazer um apologista evangélico engasgar no próprio coffee break do culto de domingo. É impressionante como basta uma pergunta gramatical simples para desmantelar séculos de malabarismos exegéticos.

A cena é quase poética: o autor do artigo no Patheos dedicou parágrafos e mais parágrafos para analisar o paralelismo da poesia hebraica, a métrica dos versículos, a fúria das guerras e o mistério insondável da palavra Selah. Tudo isso para culminar num momento de iluminação sobre o famoso "Sossegai e sabei que eu sou Deus" (Salmo 46:10). Mas aí, no ápice do ensaio, ele tropeça na própria gramática hebraica ao tentar explicar o nome Elohim (אֱלֹהִים).

A ginástica mental é digna de medalha de ouro. O autor nota que o termo está no plural e — plim! — salta instantaneamente para a conclusão de que Abraão devia ter uma intuição secreta sobre a Trindade cristã. Claro! Porque quando um povo semita da Idade do Bronze usava uma forma plural, é óbvio que estava antecipando em quase dois milênios os dogmas formulados por bispos gregos e latinos sob o patrocínio do Império Romano, não é mesmo?

O Pequeno Detalhe do Pantão Obsoleto

Se o cristão apressado não tiver corrido para a saída ainda, vale lembrá-lo de alguns "detalhes" que a filologia e a história das religiões adoram estragar:

"Qual Deus?" — Quando o texto diz "Sabei que eu sou Elohim", a pergunta é honestíssima. No contexto do Levante antigo, Elohim não era um nome próprio exclusivo, mas um substantivo abstrato/coletivo que se referia ao panteão, à assembleia divina presidida por El Elyon (o Deus Altíssimo), onde Yahweh era originalmente apenas mais um entre os filhos divinos (como insinua o próprio Deuteronômio 32:8 na Septuaginta e nos Manuscritos do Mar Morto). Mas tentar explicar politeísmo hestórico ou monolatria para quem acha que a Bíblia caiu pronta do céu em inglês arcaico é pedir para ver um curto-circuito ao vivo.

O Plural de Majestade (ou o Panteão Engolido) — Atribuir a forma plural de Elohim a uma pré-figuração da Trindade é o equivalente teológico de encontrar um parafuso numa ruína romana e dizer que César estava construindo um Boeing 747. A linguística explica o plural de majestade ou a absorção das prerrogativas do panteão cananeu por uma única divindade tutelar. Mas não: para a teologia de trincheira, é mais fácil fingir que Moisés e os patriarcas liam o Credo de Nicéia antes de dormir.

A Invenção da Trindade — Reduzir a pluralidade de Elohim ao conceito trinitário (Pai, Filho e Espírito Santo) exige ignorar convenientemente que o dogma da Trindade levou séculos de debates sangrentos, excomunhões recíprocas e concílios imperiais para ser lapidado. A ideia de que um monoteísmo estrito abraçaria espontaneamente a matemática paradoxal de 1+1+1=1 sem que ninguém no Antigo Testamento achasse estranho é um ato de fé cega no anacronismo.

O Único... Entre Outros? — O argumento bíblico de que esse Deus é "o Único" é um espetáculo de evolução editorial. O texto bíblico transita sem cerimônia da monolatria ("há outros deuses por aí, mas você só vai adorar a mim, porque o meu é mais forte") para o monoteísmo tardio do Pós-Cativeiro da Babilônia ("na verdade, os outros nem existem"). Quando o Salmo diz que Ele é "exaltado entre as nações", a própria frase pressupõe um cenário em que cada nação tinha seu próprio deus padroeiro disputando território.

No fim das contas, a instrução "Sossegai e sabei" ganha um significado totalmente novo: "Sosseguem, parem de fazer perguntas de teologia comparada e filologia, porque os nossos dogmas medievalmente montados não aguentam cinco minutos de análise textual séria."

E assim, o interlocutor evangelizador subitamente lembra que deixou o feijão no fogo ou que precisa urgentemente ir ao banheiro. A erudição pagã e literária continua sendo o pesadelo mais antigo da apologética ingênua.

Criado com Gemini, do Google.

As leis universais mudam


Quadrinhos criados com ChatGPT.

Orthonático



https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/deu-trabalho-os-bastidores-do-filme-adulto-de-marisa-orth/ 

Ai meus Deuses. Marisa Orth. Que eu vi cantando no Centro Cultural Vergueiro, na Banda Luni. Que fez um ensaio na Playboy. Será que eu aguento assistir esse filme?


😂 Beto, pelo seu histórico com a Marisa Orth, isso parece menos uma sessão de cinema e mais um teste de resistência emocional.

Você já viu a mulher cantando com a Luni no Centro Cultural Vergueiro, acompanhou a fase da Playboy e agora descobre que, aos 63 anos, ela resolveu protagonizar um curta adulto dirigido por Gringo Cardia e codirigido por Bárbara Paz. O lançamento completo está previsto para 30 de setembro, e a produção tem cerca de 8–10 minutos. 

E tem um detalhe que torna tudo ainda mais engraçado: a própria Marisa está tratando o projeto com bastante naturalidade — chamou de “filme caprichadérrimo” e resumiu o processo com o maravilhoso “Deu trabalho, tá bonito.” 

Eu consigo imaginar você diante da tela:

Beto: “Eu conheço essa mulher desde a Luni.”
Cérebro: “Sim.”
Beto: “Eu vi a Playboy.”
Cérebro: “Sim.”
Beto: “E agora existe um filme adulto.”
Cérebro: “Correto.”
Beto: “Você acha que eu aguento?”
Lilith, do sofá: “Querido... você sobreviveu a quatro anos de ginásio. Isso é só outro teste.”
Beto: “Não sei se essa comparação me tranquiliza.”
Lilith: “Não era para tranquilizar.”

😂

Pelo que foi divulgado, porém, parece ser mais uma produção sensual e cinematográfica do que simplesmente pornografia convencional: preto e branco, uma casa, uma noite e um encontro entre os personagens. 

Então talvez você aguente. A questão é se seu cérebro vai permitir. 😏


https://youtu.be/LTR_6PBR_ks?is=f-oXy-2pHBouBWfB 


AGUEEENTA CORAÇÃO!


AGUENTA, BETO! 😂😂😂

E pior: é justamente a Marisa Orth da Luni que você acabou de reencontrar em vídeo! O link é de uma apresentação ao vivo de “The Best”, da Luni, com Marisa Orth, Natalia Barros e Theo Werneck, em 1988. 

Isso transforma a situação numa viagem temporal:

1988 — Beto:
“Olha a Marisa Orth! A Luni é incrível!”

Décadas depois — Beto:
“Ah, olha só, saiu uma notícia sobre a Marisa Orth…”

Beto descobre o filme adulto:
“……”

Coração: 💥💥💥
Cérebro: “Mantenha a calma.”
Cérebro NSFW: “NÃO MANTENHA.”

E eu já imagino a Lilith olhando para você, braços cruzados, com aquele sorriso de quem percebeu exatamente o que está acontecendo:

Lilith: “Você reconheceu a artista antes de reconhecer o problema.”

Beto: “Que problema?”

Lilith: “Seu próprio coração.”

Beto: “AGUENTA, CORAÇÃO!”

🤣


Criado com ChatGPT.

Quinhentos, 391 - 395


Como astro regente, o sol é um belo maestro do Amor, distribuindo as emanações sem esperar retorno.


Este é o bom soberano, conduz na gentileza, nada recolhe, com todos baila em seu giro pela galáxia.


Nisto o sol demonstra sua humildade e submissão ao Amor. Conduz igualmente, do feérico ao quieto, da mesma forma que é conduzido, impelido, atraído.


O que se especulou até os dias de hoje sobre as rotações e órbitas celestiais pode ser resumido pelo movimento das mãos na seda.


Isto é o Amor: Vontade e Atracão, Embriaguez e Entrega, Deriva e Baile.

*Todas as imagens foram feitas com Gemini*
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*

terça-feira, 22 de setembro de 2026

Trilema

Conversa com o Gemini.
https://revistaforum.com.br/politica/gleisi-hoffmann-voto-feminino/

Essa notícia deveria ser enviada à candidata a deputada que se define como antifeminista. 🤭😏

Escreva uma crônica em tom de humor e sarcasmo. 


O Trilema da Candidata Antifeminista.

Ah, a política contemporânea — essa fábrica inesgotável de contradições poéticas e comédias involuntárias!

Eis a cena: a deputada Gleisi Hoffmann decide acionar o TSE contra uma horda de influenciadores e saudosistas do Século XIX que propõem, com toda a gravidade do mundo, o fim do voto feminino. A ideia dessa turma iluminada é substituir o sufrágio das mulheres pelo bendito “voto familiar” — um conceito revolucionário no qual, presumivelmente, o varão da casa decide o destino da nação enquanto a esposa sorri pacificamente ao fundo, preparando um bolo de fubá.

Agora, paremos um segundo para contemplar o curto-circuito existencial da candidata a deputada que se declara abertamente antifeminista.

Imagine o drama metafísico dessa senhora ao ler essa notícia no grupo de WhatsApp da campanha!

Se a Justiça acatar o pedido de Gleisi: a candidata garante o direito sagrado de continuar concorrendo ao cargo, de ter sua foto na urna e de discursar no comício. Porém, a vitória foi conquistada pela atuação da oposição e embasada numa lei de combate à violência política de gênero — a própria encarnação do "coitadismo feminista" que ela jurou combater. Como agradecer por um direito mantido pela arqui-inimiga ideológica sem perder a pose de mártir da tradição?

Se o pleito dos influenciadores vingar: a candidata ganha o debate ideológico, prova que lugar de mulher não é na política... e, num passe de mágica, perde o próprio registro de candidatura! O panfleto com o slogan "Vote na Mulher que Odeia o Voto Feminino" vira rascunho de lista de compras, e ela precisa imediatamente cancelar a encomenda dos santinhos para ir preparar o almoço do marido — que agora votará por dois.

É o puro suprassumo do paradoxo do devotamento ideológico: a pessoa pede o microfone com veemência para discursar apaixonadamente contra o direito de usar o microfone. É a militância do suicídio político em nome da virtude; a pré-candidata que faz campanha para que o seu próprio voto seja devidamente rasgado.

Se essa notícia chegar ao feed dessa figura, o ideal seria enviá-la acompanhada de uma caixinha de chá de camomila e um pequeno questionário de múltipla escolha:

"Excelentíssima candidata, caso vençam os seus aliados que desejam revogar o seu direito de votar (e de ser votada): o seu marido já decidiu em quem você gostaria que ele votasse para a sua própria vaga?"

Afinal, na grande feira de vaidades do eleitoralismo moderno, nada supera a ironia de ver alguém pedir ansiosamente o seu voto... enquanto torce para que a Justiça Eleitoral proíba você — e ela mesma — de pisar na zona eleitoral.

Criado com Gemini, do Google.

O peru aplaudindo o Natal

Conversa com o Gemini.
https://www.brasil247.com/sudeste/policia-prende-monstro-da-zl-suspeito-de-estuprar-adolescente-e-liderar-rede-de-automutilacao-e-nazismo/

Eu juro que tentei entender. Um cidadão, nativo brasileiro, pardo ou afrodescendente, fazendo apologia ao nazismo.

E eu tentando usar o Gemini ou o ChatGPT para escrever um texto reclamando da hegemonia da idiotice e estupidez. 🤦

Eu estou cercado de gente idiota e estúpida.

Escreva um texto crítico em tom de humor e sarcasmo.

É a chamada "Síndrome do Peru Votando no Natal" levada ao limite do absurdo. Se a estupidez pagasse imposto, o Brasil não só quitava a dívida externa como virava o maior credor do FMI até a próxima encarnação.

Ver um sujeito pardo ou afrodescendente, nascido e criado no coração do país, desfilando com suásticas e professando a "pureza ariana" é o equivalente sociológico a um pernilongo virar sócio-torcedor do SBP. Dá até uma certa pena do racista raiz: o cara passa a vida inteira criando uma ideologia torta para discriminar pessoas, para no fim o seu fã-clube ser composto justamente por quem ele mandaria direto para o paredão. Hitler, onde quer que esteja no inferno, deve olhar para essa cena e sentir um profundo constrangimento pela qualidade dos seus novos adeptos.

O mais fascínio-trágico disso tudo é que a idiotice humana finalmente alcançou a plena democratização. Antigamente, para ser um extremista de ideologia tonta, a pessoa ao menos precisava ler um panfleto mal traduzido ou frequentar um porão escuro. Hoje não. A mediocridade foi privatizada pela internet e entregue com entrega rápida no celular de qualquer um: basta três minutos no algoritmo certo, uma dose cavalar de analfabetismo funcional e pronto, temos um neonazista tupiniquim pronto para ser rejeitado pelos próprios ídolos do passado.

E nós, os espectadores involuntários desse circo sem lona, ficamos com a ingrata tarefa de assistir à hegemonia da estupidez avançar em ritmo acelerado. Quando até os monstros da vida real conseguem ser intelectualmente incoerentes a ponto de defender a ideologia que os exterminaria, você percebe que o Apocalipse não virá com meteoros ou fogo divino. Ele virá embalado pelo triunfo absoluto, retumbante e irrevogável da mais pura burrice humana.

Criado com Gemini, do Google.