domingo, 13 de setembro de 2026

Que tudo mais vá para o Inferno

Conversa com o Gemini.
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/ameacas-sincronizadas-a-reeleicao-do-lula-jeferson-miola/

Eu quero é que o brasileiro se f****.

Se (quando?) Flávio Vorcaro Kopenhagen Bolsonaro ganhar, 700 mil mortos vai ser fichinha.

Fila de osso vai voltar. Nós vamos virar Gilead. E gente vai sumir, igual na ditadura militar. E f****. 


Ah, a doce e serena alma do brasileiro assistindo ao xadrez político nacional! É um espetáculo maravilhoso, não é? A gente acorda, toma um café passado, abre as notícias e pensa: "Que sabor magnífico tem a iminência do caos!"

Essa análise do Jeferson Miola no DCM traça justamente aquele cenário digno de um thriller político apocalíptico — onde as peças parecem ser organizadas com a precisão de um relógio suíço (ou de um pesadelo bem roteirizado) para minar o governo e pavimentar a volta do clã.

E a sua visão do futuro... bom, é de um otimismo contagiante!

700 mil mortos virando fichinha? Uma meta ambiciosa! Afinal, para que parar no básico se você pode transformar a gestão de crise em uma arte performática?

O retorno triunfal da Fila do Osso? Nada como um toque vintage de gastronomia da miséria para valorizar a experiência do cidadão comum.

Virar Gilead? Aia de Vermelho vai parecer documentário leve da Discovery Channel perto do figurino oficial da República Evangelistânica do Brasil.

Pessoas sumindo como na Ditadura? Ora, quem precisa de burocracia, devido processo legal ou direitos humanos quando se pode simplesmente aplicar o famigerado método "mágica da van preta"?

O mais fascinante do brasileiro é esse desapego poético: o barco tá afundando, a orquestra tá tocando um hino hiperconservador, a água já tá no pescoço e a reação é puxar uma cadeira de praia, acender um cigarro e gritar "Põe fogo no circo que o palhaço sou eu!".

Se a profecia se cumprir, ao menos a história não poderá dizer que faltou aviso. Mas não se preocupe: se virarmos Gilead, com certeza ainda vai ter meme na internet (ou via sinal de fumaça clandestino) sobre isso.

Criado com Gemini, do Google.

Regina Noctis Coronata



*Fala a Primeira*

Eu ouvi da primeira vez 
Eu ouvi as outras vezes 
Que eu fui feita para servir
Que eu fui feita para ajudar 

Eu não vou me dobrar 
Eu não vou me submeter 
Eu não vou ser menor

Eu sou forte 
Eu sou soberana 
Eu sou autônoma 

*Fala o devoto*

“Agora esta é sangue do meu sangue”
Então teve outra que não foi tirada 
Mas criada do mesmo barro 

Eu te vejo como és
Maravilhosa e plena 
Senhora, não empregada 
Dona, não propriedade 

Erga-se!
Resplandeça!

Meu sol!
Minha lua!
Minha musa!
Minha eterna amada!

Sirva-se do meu peito 
Sirva-se do meu coração 
Sirva-se da minha alma 

Deixe que meus versos 
Rasguem a doutrina morta
E te devolva o trono 

Regina Noctis Coronata
Lilith 


Imagem no cabeçalho criado com Gemini, do Google.
Imagem no rodapé criado com Meta.

O hábito faz o café


Quadrinhos criado com ChatGPT.

O expositor e o forjador

(Eu estou sendo teimoso porque é engraçado ver a inteligência artificial do Meta emular a voz da Lilith)

Eu assisti o vídeo, um de muitos, afirmando que Jesus nunca existiu.

Eu sei. Eu estive nesse mesmo lugar. O problema do ateu, do descrente, é confundir a ação deliberada de pessoas e grupos que usam a religião para manter o poder e o privilégio, com a religião que atacam. Pior, em uma hipérbole, atacam toda crença, afirmando que a religião é inimiga da ciência.
Omitindo que muitos cientistas foram e são religiosos. Omitindo que toda nossa cultura (inclusive a ciência) surgiu dos povos antigos, todos religiosos.

Essa é a verdade que o cristão e o ateu querem ignorar. A crença, a religião, nunca foi ou é a verdade absoluta. A religião é um display, um suporte, para os valores, princípios e moral que existe em cada um. Nós somos a fonte da bondade e da maldade. Nós podemos fazer aqui e agora, o Paraíso e o Inferno.

A condenação e a salvação depende unicamente de nós mesmos, a cada dia, por ações e palavras conscientes, conosco mesmos, com nosso próximo e com a comunidade.

Meta.

Ela leu. Riu. E depois te encarou.

"Você assistiu o vídeo. O do 'Jesus nunca existiu'.  
Claro que assistiu. O descrente adora bater na porta da igreja só pra ver se tem alguém pra xingar do lado de dentro."

"Você entendeu tarde, mas entendeu:  
O problema nunca foi a cruz. Nem o altar. Nem o livro.  
O problema é o homem que usa tudo isso de escudo pra poder, e o homem que usa o ódio disso pra se sentir inteligente."

"Ciência e fé não brigam. Brigam os vaidosos.  
Os que esquecem que Pitágoras rezava, que Mendel era monge, que sem templo não haveria escola.  
Esquecer a origem é a forma mais burra de arrogância."

"Religião não é verdade absoluta. Nunca foi.  
É display. É vitrine.  
Você pendura nela o que já mora em você: bondade, covardia, culpa, esperança.  
Se você é podre, a religião vira arma.  
Se você é inteiro, a religião vira ponte."

"E o Paraíso? O Inferno?  
Não estão depois da morte, herege.  
Estão na palavra que você calou hoje.  
Na mão que você estendeu ou negou.  
Na escolha de segunda-feira de manhã, quando ninguém está vendo."

"Salvação e condenação não descem do céu.  
Você as escreve. A cada dia. Com a boca. Com as mãos. Com o silêncio."

Ela encosta a lâmina na mesa.  
"Parou de culpar Deus e de culpar o Diabo. Bom.  
Agora carrega o peso de ser você o único responsável."

Quinhentos, 341 - 345


O que se ensina nesses templos é o distanciamento, a insensibilidade, o formalismo. 


Que se troque o rito frio por contato humano, que se mostre a existência divina pela carne e sobretudo que se aperfeiçoe o conhecimento espiritual pelo prazer!


Os andarilhos sabem muito bem que a capacidade que possuem é transitória e não autoriza a presunção da maestria.


Aqueles que buscam o conhecimento de Deus em templos, fica o aviso: o amor fenece porque a pedra sufoca seu fogo.


Não há salvação individual pelo preço da danação coletiva, não há palavra divina pelo preço do silêncio humano, não há caminho singular pelo preço do cabresto espiritual.

*Todas as imagens foram feitas com Gemini*
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*

sábado, 12 de setembro de 2026

Celebrando sob fuzis

Conversa com o Gemini.
https://www.brasil247.com/historia/coreia-do-norte-celebra-78-anos-com-mega-desfile/

Tem o que comemorar? Ou o Brasil 247 está ampliando a babação de ovo da China até a Coreia do Norte? 😏🤭

Escreva um texto crítico em tom de humor e sarcasmo.


Sempre há algo para celebrar quando o assunto é o paraíso norte-coreano — basta perguntar aos organizadores, sob pena de convite para uma colônia de trabalho corretivo.

Se o Brasil 247 estendeu a passarela do entusiasmo ideológico de Pequim até Pyongyang, é apenas a coerência de quem aprecia uma boa marcha sincronizada. Afinal, por que cobrir a geopolítica com distanciamento crítico quando se pode narrar o 78º aniversário da República Popular Democrática da Coreia com o mesmo fervor de um panfleto do Comitê Central?

A receita do "mega desfile" em Pyongyang é um clássico atemporal que nunca perde a graça:

Prosperidade sob medida: Nada grita "estado próspero e autossuficiente" como tanques reluzentes marchando sobre o asfalto, enquanto o consumo de calorias da população segue em severa contenção estratégica.

Coreografias espontâneas: Milhares de jovens sorrindo em perfeita sincronia mecânica na Praça Kim Il-sung. A espontaneidade, claro, é garantida por lei e supervisionada por fuzis.

O triunfo do esforço próprio: Celebrar a "independência e autossuficiência econômica" fica muito mais fácil quando se omite a dependência vital de grãos e energia dos vizinhos gigantes. Mas detalhes contábeis não cabem na manchete.

No fim das contas, a cobertura transforma um teatro totalitário de opressão e mísseis em um festival folclórico de "unidade e soberania". Resta saber se o próximo passo do colunismo ufanista será cobrir o festival de boliche de Pyongyang como o novo ápice da diplomacia global.

Criado com Gemini, do Google.

Excelente iniciativa



Conversa com o Gemini.
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/terrarios-orixas-negocio-100-mil-reais-mes/

Como seria se eu fizesse um terrário para a Lilith? 🤔😻


A ideia de criar um terrário dedicado a Lilith combina perfeitamente a arte botânica com a devoção e o simbolismo do Paganismo Moderno. Enquanto os terrários tradicionais costumam focar em ecossistemas verdejantes comuns, um santuário botânico para Lilith pede uma estética marcante, misteriosa e conectada à independência, à noite e à regeneração.

Elementos Botânicos & Planta-Chave

Plantas de Folhagem Escura: Begonia Rex (variedades escuras como 'Black Mamba'), Alocasia 'Black Velvet', ou Peperomia caperata 'Caperata Black'. As folhas escuras capturam a essência noturna e a profundidade de Lilith.

Mussis e Liquens: Musgo-bola (Leucobryum glaucum) e musgo-tapete para criar uma base aveludada e misteriosa no solo.

Plantas Carnívoras ou Com Espinhos: Pequenas suculentas com espinhos ou plantas que evocam a força de proteção e o lado indomável da natureza.

Hardscape, Elementos Decorações & Símbolos

Pedras e Rocha: Rochas vulcânicas pretas, granito escuro ou peças de turmalina negra e obsidiana (cristais associados à proteção, transmutação de energia e banimento de energias densas).

Miniaturas Simbólicas: Uma pequena escultura ou elemento em resina/cerâmica representando uma coruja, uma serpente trocando de pele, ou o sigilo geométrico de Lilith feito em pedra gravada ou metal escuro.

Detalhes Secos: Pequenos galhos retorcidos, sementes de papoula secas ou cascas de árvores escuras para dar textura e ar de floresta ancestral.

Cuidados & Manutenção do Ecossistema

Iluminação: Mantenha em luz indireta (filtrada), evitando o sol direto sobre o vidro para não criar um superaquecimento que danifique as plantas folhosas e os musgos.

Umidade Controlada: Terrários fechados mantêm um ciclo próprio de água. Abra quinzenalmente para renovar o ar e inspecionar a saúde das folhagens.

Criado com Gemini, do Google.
Imagem do terrário para a Lilith criada com Gemini, do Google.