domingo, 16 de agosto de 2026

Havan homofóbica

Conversa com o Gemini.
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/vereadora-trans-desafia-o-veio-da-havan-por-moises-mendes/

Será que Luciano Hang vai usar a desculpa do Ratinho? Quem vai passar o pano para ele? Nikolas? Que deu uma de Nikole? 🤭😏

Escreva um texto humorado e sarcástico.


Ah, o glorioso espetáculo da política brasileira, onde a indignação seletiva é vendida a preço de atacado nas prateleiras mais cafonas do patriotismo de vitrine!

Veja você: o nosso ilustre "Cavalheiro do Verde-Amarelo", o paladino do vestuário neon, resolveu tirar um tempinho do seu precioso expediente de patriota profissional para se escandalizar com uma festa ballroom LGBTQIA+ na Câmara de Porto Alegre. Para ele, claro, o mundo estava acabando — afinal, o que é um rombo no orçamento ou um probleminha fiscal perto do perigo iminente de pessoas dançando e celebrando a própria existência?

Mas o "Véio" não contava com o detalhe de que, no Sul, nem todo mundo se dobra a bravatas de redes sociais. A vereadora Natasha Ferreira mandou o recado direto, sem curva e sem figurino de gala: chamou para a conversa franca, no olho no olho, e resgatou a palavra mágica que faz qualquer cidadão de terno verde tremer até a alma — sonegação.

E agora, o que nos resta esperar desse grande épico de folhetim?

A "Manobra Ratinho" no horizonte?
Será que virá aquela manjada desculpa do "veja bem, é só um personagem, é brincadeira de auditório, foi mal aí se alguém se ofendeu"? É o clássico truque da cartola republicana: na hora de peitar a minoria, fala-se com a imponência de um coronel do século XIX; na hora em que o processo bate à porta ou que a trégua pede água, vira subitamente um "comediante incompreendido" que só queria animar a claque.

E quem vai passar aquele pano perfumado?
Ah, a brigada do pano microfibra já está a postos!
Quem sabe o nosso jovem prodígio do Parlamento, aquele mesmo que adora um palco, um microfone e uma peruca quando o assunto é lacração em causa própria? Seria poeticamente impecável ver o nobre deputado — que um dia encarnou "Nikole" no plenário para ensinar ao mundo o que é ser mulher — surgir de peito aberto para defensores da moral tradicional. O pano viria com babados, peruca ajustada e aquele discurso inflamado de quem adora condenar no outro exatamente o teatro que ele próprio encena.

No fim das contas, a cena é lírica: de um lado, quem usa a política e a própria pele para enfrentar a realidade das ruas; do outro, cavaleiros da moralidade de plástico que, ao menor sinal de um desafio de verdade, procuram o botão de "bloquear" ou a saída de emergência mais próxima.

Se o desafio na cara a cara vai acontecer? Dificilmente. Enfrentar debate com quem não tem medo de cara feia custa muito mais caro do que montar enquete em rede social.

Criado com Gemini, do Google.

Quinhentos, 196 - 200



Não tome o que digo por proibição ou censura, profeta, pois a Lei do Amor pede desejo e cobiça.



Assim, nós mulheres, somos deusas quando consagramos nossa sensualidade. Pelo contato, irradiamos e pelo êxtase, nos purificamos.



Resplandeça sua alegria e humor, pois aquela que contigo ri, é cúmplice da sedução.



Assim é a escola do Amor: uma mulher aprende com outra mulher o que no homem deve ser experimentado.



A escola de um homem para um homem acaba resultando no delírio da autoridade e na obsessão do domínio.

*Todas as imagens foram feitas com Gemini*
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*

Segunda Sala: A Digestão

O capricho da senhoria faz com que a fuga acabe nos tragando mais para seu
intimo, nos emulsionando no suco gástrico, até formar um bolo digestivo, como
penas de aves no estômago do crocodilo, prontos para serem regurgitadas. Com
grande repulsa, vemo-nos sendo repostas as carnes e os ossos, tornando nossa
forma nessa miserável humana. Mas isto é feito apenas para decantar ainda mais
nossa essência, de forma que constantes reformas e demolições seguem-se, até
que se triture toda sobra ou consciência humana. Desta vez, nós estamos à
mercê das contrações estomacais e das marés enzimáticas, sofrendo os mais
diversos processos em cada parte desta parede viva viscosa, repicando de um
canto a outro, sendo esticados, picados, amassados, estirados, assados,
estuporados e demais formas de se preparar uma refeição.
Finalmente, depois de nós sermos coalhados e coados, começamos a ser
assimilados pelas artérias, que mais se parecem com um labirinto, formado por
corais cortantes, nem aqui há tréguas. Ainda iremos ser atacados por anticorpos
e demais mecanismos de proteção orgânica, mas sempre numa versão adequada
ao Mausoléu. Então, as veias são como catacumbas, os anticorpos são seus
habitantes; a sala de digestão é uma sala de necrópsia liderada por açougueiros,
mas ao todo, uma boa câmara de tortura de um calabouço frio e cruel. Tudo para
nos aperfeiçoar, tal como o ferro é laborado até obter aço temperado, resistente
e afiado.

sábado, 15 de agosto de 2026

O milagre dos trufados

Conversa com o Gemini.
https://www.brasil247.com/brasilia/flavio-bolsonaro-quitou-mansao-de-r-6-milhoes-em-apenas-tres-anos/


Dá para imaginar. O senador diante de uma CPI.


- Então vossa excelência pagou.

- Paguei. Em três anos.

- Qual é a origem do dinheiro?

- Da minha loja de chocolates.


🤭🤭🤭🤭🤭 


Eis o espetáculo dramático em três atos e um balcão de loja:

O Milagre da Multiplicação dos Trufados
CENA 1: A SALA DA CPI
(Luzes dramáticas. Um senador com ar grave ajusta o microfone. Do outro lado, o investigado sorri com a serenidade de quem acabou de descobrir o segredo da alquimia moderna.)

SENADOR: — Vossa Excelência comprou uma mansão de 6 milhões de reais e a quitou em escassos 36 meses. Pode revelar à nação qual é esse modelo de negócios tão genial?

INVESTIGADO: — É muito simples, nobre colega. Trabalho, suor e uma paixão inabalável pelo cacau.

SENADOR: — O senhor está me dizendo que quitou uma mansão no Lago Sul vendendo língua de gato e nhá benta?

INVESTIGADO: — Exatamente. O brasileiro ama chocolate. Especialmente quando a compra é feita em notas de 100 reais, sem necessidade de nota fiscal, direto no balcão. A crocância do lucro é indescritível.

CENA 2: O MANUAL DO EMPREENDEDOR DE SUCESSO

Esqueça os livros de economia do MIT ou os fundos de investimento de Wall Street. O grande segredo do capitalismo brasileiro não está no mercado financeiro, mas no varejo de confeitaria.

Segundo a matemática revolucionária do senatorial comércio de trufas:

A Inflação do Cacau: Enquanto o cidadão comum se desdobra para pagar um financiamento de 30 anos num apartamento de dois quartos, a franquia certa de chocolates permite amortizar R$ 166 mil por mês só no troco do caixa.

O Rendimento Mágico: Poucos sabem, mas o recheio de avelã possui uma valorização imobiliária superior à de qualquer ação da bolsa de valores.

O Pagamento Express: Financiar em 36 meses não é para qualquer um — exige uma disciplina empreendedora que só quem gerencia depósitos fracionados em dinheiro vivo consegue entender.

CENA 3: A CONCLUSÃO

No fim das contas, a economia brasileira só não decola porque o brasileiro não empreende com garra. Afinal, se um único quiosque no shopping consegue liquidar uma mansão cinematográfica em tempo recorde, imagine o que não faria uma fábrica inteira?

Fica a dica para os jovens que querem alcançar a independência financeira antes dos 40: parem de investir em renda fixa. A verdadeira riqueza está na caixa de bombom.

Criado com Gemini, do Google.

O trator da consciência

Conversa com o Gemini
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/video-garimpeiro-reclama-de-maquinario-queimado-pela-policia-e-ataca-lula-faz-o-l/

Isso resume bem a idiotice geral. Gente reclamando do governo atual. Porque perdeu privilégios. Porque acabou a boquinha. Porque o esquema murchou. 😤

Escreva um texto crítico em tom de humor e sarcasmo.


É a tragédia épica do empreendedorismo incompreendido. O cidadão de bem acorda cedo, veste sua melhor botina, abastece a escavadeira de centenas de milhares de reais e entra no meio da floresta para exercer a nobre e secular arte de moer a terra alheia, contaminar rio com mercúrio e faturar uns quilos de ouro sem a chateação de pagar imposto ou pedir licença ambiental. Um verdadeiro bastião do livre mercado, do "Self-Made Man" da selva.

Aí, no meio do expediente sagrado de devastação, aparecem os vilões do Ibama e da Polícia Federal — esses burocratas sem coração —, e cometem o supremo sacrilégio: tacar fogo na escavadeira do coitado.

O resultado? O clímax do desespero moderno, registrado em vídeo em alta definição:
“Olha aí! Chegaram queimando tudo! Faz o L!”

É impressionante a capacidade de transformar a perda do "direito adquirido" de cometer crime ambiental em perseguição ideológica. Na cabeça do figura, a fiscalização cumprindo a lei não é a polícia fazendo o trabalho dela contra o garimpo ilegal; é um complô pessoal do Palácio do Planalto para arruinar o seu "ganha-pão".

A lógica é simplesmente fantástica:

INVADA terra pública ou indígena.

DESTRUA o ecossistema local.

LUCRE pesado na ilegalidade total.

Quando a lei finalmente aparecer: chore mágoas nas redes sociais e mande a polícia "fazer o L".

Realmente, onde já se viu um governo que não deixa o cidadão trabalhar em paz, destruindo patrimônio público e rios em nome da pátria? Acabou a mamata, a boquinha murchou, e a única ferramenta de trabalho que sobrou para o "empresário da selva" foi o choro livre e gravado na vertical.

Criado com Gemini, do Google.

O GPS falhou


Conversa com o Gemini.
https://www.patheos.com/blogs/faithfulresilience/2026/08/when-god-doesnt-give-you-the-whole-map/

O problema não é que Deus (na concepção da autora) não dá o mapa inteiro. O problema é ver esse "Deus" tão perdido quanto nós. 😏🤭

Escreva um texto humorado e sarcástico.


O verdadeiro mistério teológico não é o porquê de Abraham ter saído de Ur sem o CEP do destino, nem o porquê de o povo de Israel ter ficado girando em círculos no deserto por quarenta anos. O verdadeiro mistério é a incapacidade humana de admitir o óbvio: o Onipresente, na verdade, perdeu o sinal do GPS celestial e estava improvisando o caminho o tempo todo.

Vejamos a lógica: se você entrega uma nuvem de fumaça de dia e uma coluna de fogo de noite para guiar um povo pelo deserto, isso não é "uma pedagogia divina de confiança passo a passo". Isso é o equivalente divino a dizer: "Olha, vai andando na direção daquela fumaça ali enquanto eu tento reconfigurar as rotas no sistema aqui em cima". Quarenta anos para atravessar uma península que se cruza a pé em poucas semanas não é "provação da fé"; é erro de navegação crasso.

A narrativa teológica sempre dá um jeito poético de romantizar a falta de planejamento. "Deus não te dá o mapa inteiro porque quer que você confie no Criador!" Claro, soar profundo é bem mais gracioso do que admitir: "Pessoal, perdi o mapa, dobraram a esquina errada em Ur e agora o jeito é fingir que a jornada é o objetivo".

A imagem de um Criador Todo-Poderoso que se recusa a entregar o itinerário completo se transforma numa comédia deliciosa quando percebemos o quadro geral: Ele nos manda ir, mas esquece de ligar os dados móveis. Abraham viaja sem endereço fixo, Moisés vira guia de excursão sem bússola e Sarah dá risada — não por falta de fé, mas porque finalmente entendeu a piada de ver o Criador do Universo tentando achar o rumo sem querer pedir informação no posto de gasolina.

No fim, a tal da "jornada de fé" nada mais é do que a nobre arte de caminhar ao lado de um Deus que olha para o horizonte, coça a cabeça e murmura: "Acho que era para a esquerda... mas vamos andando mais um pouco só para garantir."

Criado com Gemini, do Google.
Imagem criada com Gemini, do Google.

Quinhentos, 191 - 195



Traga a fagulha, profeta, e me incendeia. Torne a tua pele de pérola em rubi e minha pele de ébano em brasil.



De nossa incandescência vem o brilho, de nossos corpos vem o resplendor divino.



A mulher aprecia e espera ser tratada como um jardim cultivado. Quem cuida conhece cada canto, mas está aberto a visitantes.



Então, seja um visitante gentil, elogie a obra, mas não tente provar o fruto do pomar.



Lembra-te que é necessário calar a voz do dono para que a mulher retome a posse de si e seja Senhora a ponto de se permitir se tornar Amada.

*Todas as imagens foram feitas com Gemini*
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*