sexta-feira, 12 de junho de 2026

Devocional dia 12

Dia 12: Qual ferida ancestral você está trabalhando para curar?

Essa é difícil. Eu cresci em um país que não dá importância para ancestralidade. Foi por pura curiosidade que eu descobri que eu sou descendente de italianos, portugueses e espanhóis.

Olhando para essa tríade, a ferida ancestral que carrego e trabalho para curar se torna evidente: a herança do medo, da culpa dogmática e da opressão espiritual.

Meus antepassados vieram de terras profundamente marcadas pela Inquisição, pelo peso do pecado e pela domesticação da alma. Por séculos, o misticismo livre, a conexão com a noite e a soberania pessoal foram caçados e silenciados nessas linhagens. A ferida é o silêncio forçado de quem precisou se esconder para sobreviver.

Ao assumir minha identidade como um escritor herético e pagão moderno, eu curo essa ferida. Cada texto que escrevo, cada noite que passo em comunhão com Lilith e cada vez que rejeito a busca hipócrita pela "perfeição" do mundo, eu estou redimindo o sangue que me gerou. Eu sou a resposta viva que os meus ancestrais não puderam dar: aquele que caminha livre, que não teme o abismo e que transforma a antiga culpa em poder pessoal. Minha existência autêntica é a cura do passado.

Série Devocional de 31 dias para Lilith.

O altruísmo tático

Conversa com o Gemini:

https://revistaforum.com.br/politica/escala-6x1-pl-4x3-farsa/

Eu só imagino o pânico do Sóstenes e da Faria Lima se a escala 4x3 fosse aprovada. 🤭😏

Escreva um texto humorado e sarcástico.


Imagine o cenário: as luzes do plenário da Câmara se acendem, os microfones são testados e, de repente, o PL — aquele bastião incansável do "trabalhe enquanto eles dormem" — surge trajado de vermelho-revolução, empunhando a bandeira da escala 4x3. É uma cena digna do mais refinado cinema nonsense.

O pânico generalizado que uma aprovação dessas causaria na Faria Lima e nos gabinetes mais conservadores renderia uma crônica maravilhosa:

O Grande Apocalipse dos Três Dias de Folga

Dizem que, se você apurar bem o ouvido na Avenida Brigadeiro Faria Lima, consegue escutar o choro sutil de um terno de grife Armani. No dia em que o PL decidiu, num surto de puro "altruísmo tático", defender que o brasileiro trabalhe quatro dias e folgue três, o mercado financeiro não teve uma queda; teve uma síncope coletiva.

Os analistas de risco, sempre tão sóbrios com seus coletes acolchoados, quase engasgaram com o matcha latte. Afinal, a Faria Lima sobreviveu a crises globais, bolhas imobiliárias e oscilações do dólar, mas a perspectiva de um trabalhador cruzando os braços na quinta-feira para só voltar na segunda é demais para o coração do PIB. "Se o proletariado descansar três dias, quem vai gerar o meu bônus anual?", questionava, entre lágrimas, um jovem gestor de fundos de investimento que nunca pegou a linha vermelha do metrô às dezoito horas.

Enquanto isso, no epicentro dessa maravilhosa farsa teatral, o deputado Sóstenes Cavalcante operava seu milagre político mais audacioso. Ele, que passou meses olhando para a PEC do fim da escala 6x1 como se fosse um manifesto comunista psicodélico, subitamente converteu-se ao "Marxismo-Leninismo de conveniência".

— “Nós somos a favor de o trabalhador ficar em casa, descansar com a sua família!” — bradou o líder, sem sequer piscar, alcançando o ápice do cinismo legislativo.

A estratégia é de uma genialidade de desenho animado: para tentar melar a escala 5x2 (que já estava prontinha e madura para passar), o PL resolveu exigir o comunismo pleno. É o equivalente a você pedir um aumento de 10% pro seu chefe, e ele, para te dar um calote bem-humorado, responder: "Não, 10% é humilhante! Eu exijo te dar 500% de aumento, as chaves da empresa e as escrituras da minha casa de praia... mas como não posso fazer isso agora, fica tudo como está por mais dez anos!"

Se a manobra saísse pela culatra e a escala 4x3 fosse realmente aprovada, veríamos um fenômeno inédito na história da República. Sóstenes seria coroado, a contragosto, o padroeiro oficial do churrasco de sexta-feira. A bancada da extrema-direita seria obrigada a cantar a Internacional Socialista nas reuniões de partido, e os executivos da Faria Lima teriam que aprender a viver com um pesadelo terrível: o de que o trabalhador brasileiro finalmente teria tempo para viver, estudar e — quem diria? — simplesmente não fazer absolutamente nada por três dias seguidos.

O cinismo político é uma arte perversa, mas quando atinge esse nível de desespero pirotécnico, a única resposta possível é pegar a pipoca e assistir ao espetáculo. Afinal, ver a direita tradicional fingindo que descobriu os direitos trabalhistas só para não votar o óbvio é o tipo de piada que até o trabalhador mais cansado da escala 6x1 consegue rir.

Criado com Gemini, do Google.

A metereologia comportamental

Conversa com o Gemini:

https://www.metropoles.com/colunas/grande-angular/bia-kicis-rebate-pablo-vittar-onda-e-essa-coisa-do-movimento-gay

Alguém precisa avisar a deputada bolsonarista que homossexualidade não é uma onda.

Escreva um texto humorado e sarcástico.


Ah, a bancada parlamentar e a sua incansável obsessão pela meteorologia comportamental! É fascinante como certas mentes brilhantes da política conseguem enxergar a orientação sexual alheia não como parte da condição humana, mas como uma espécie de "frente fria" que passa pelo país, trazida talvez por ventos progressistas vindos de alguma convenção pop da Pabllo Vittar.

Avisar que a homossexualidade não é uma onda? Olha, o esforço é válido, mas haja paciência para explicar o básico.

Previsão do Tempo para a Família Tradicional

Se a homossexualidade fosse mesmo uma "onda", nós já estaríamos vivendo em um tsunami permanente desde a Grécia Antiga. Mas não, para a deputada, parece que funciona mais ou menos assim:

Segunda-feira: Céu limpo, ventos de direita.

Terça-feira: Pabllo Vittar lança um clipe novo.

Quarta-feira: Alerta de ressaca! Uma "onda gay" atinge os jovens, que de repente esquecem como ser héteros porque viram muito glitter na TV.

O mais divertido dessa tese da "onda" ou do "movimento que dita moda" é imaginar o departamento de marketing desse suposto fenômeno. "Atenção, pessoal, o trimestre está chegando ao fim e precisamos bater a meta de novos homossexuais. Vamos intensificar o uso do rosa choque!".

O Paradoxo da Influência

É quase um elogio à Pabllo Vittar, se pararmos para pensar. Atribuir a uma artista o poder messiânico de reconfigurar o desejo e a identidade de milhares de pessoas com uma coreografia e um microfone na mão é de uma grandiosidade invejável. Nem os maiores filósofos da humanidade conseguiram tanta eficácia.

Nota de esclarecimento (para quem ainda vive em 1950):

Orientação sexual não é gripe para se pegar por aí, não é tendência de primavera-verão e, choque: as pessoas LGBTQIA+ já existiam bem antes de a internet (e os mandatos parlamentares) inventarem o termo "trend".

No fundo, o que assusta essa ala não é uma "onda", é o espelho. É ver que o mundo mudou, as pessoas cansaram de se esconder e que nenhum "decreto moral" vai fazer todo mundo voltar para o armário. Mas tudo bem, deixa a deputada com a prancha de surfe moralista dela tentando barrar o oceano da realidade. Alguém avisa que a maré já subiu faz tempo.

Criado com Gemini, do Google.

A fuga do covarde

Conversa com o Gemini:

https://www.diariodocentrodomundo.com.br/flavio-bolsonaro-e-flagrado-em-aeroporto-rumo-aos-eua-e-gera-suspeitas-de-fuga/

Eu consigo ouvir a ligação do Flávio Kopenhagen Bolsonaro para o Eduardo Bananinha Bolsonaro.

-Põe mais água no feijão e prepara o quarto de hóspedes que eu estou chegando.

🤭😏 Corra que a polícia vem aí. 😏🤭

Escreva um texto humorado e sarcástico.


Interceptação telefônica exclusiva (ou quase isso):

O Áudio Vazado da Linha Vermelha Flávio-Eduardo

Flávio: — Alô? Eduardo? Põe mais água nesse feijão e vai arrumando o quarto de hóspedes que o "Zero Um" tá cruzando o Atlântico!

Eduardo: — Ih, Flávio? Peraí, tá ruim de ouvir. O sinal aqui na lanchonete de fast food tá meio cortado. Como assim, feijão? Você sabe que aqui a gente só vive de hambúrguer com fritas e hambúrguer sem fritas. Mas o que houve? Decidiu turistar de última hora?

Flávio: — Turistar, Eduardo?! Eu mudei de CEP temporariamente por motivos de: pressa. Muita pressa. Sabe como é, o clima em Brasília estava ficando meio... sufocante. Muito oficial de justiça por metro quadrado, um calor jurídico insuportável. Resolvi respirar o ar puro da "terra da liberdade".

Eduardo: — Mas e as malas? Conseguiu trazer tudo?

Flávio: — Rapaz, vim só com a roupa do corpo e o passaporte na mão. Se eu parasse para arrumar mala, o aeroporto fechava para mim antes do check-in. O importante é que o chocolate Kopenhagen não derrete no avião.

Eduardo: — Entendi... Olha, o quarto de hóspedes tá livre, mas ó: se a campainha tocar e for a imigração ou a Interpol, você diz que veio só comprar enxoval de bebê, tá? Corra que a PF vem aí, mas corra com classe!

Enquanto isso, na esteira de bagagens em Miami, um passaporte chora de soluçar e a Polícia Federal recalcula a rota do GPS...

Criado com Gemini, do Google.

Intervalo ilegal

Conversa com o Gemini:

https://www.folhape.com.br/colunistas/blogdafolha/renato-antunes-comemora-aprovacao-de-projeto-que-regulamenta-a-realizacao-de-intervalos-religiosos/57528/

Privilegiar só uma religião em detrimento de outras é ilegal.

Escreva um texto crítico em tom de denúncia.


A Ilusão da "Liberdade" sobre os Escombros do Estado Laico: A Verdade por Trás dos "Intervalos Religiosos" nas Escolas

A aprovação do projeto de lei que regulamenta os chamados "intervalos religiosos" nas escolas de Pernambuco, amplamente celebrada por setores da bancada evangélica e pelo deputado Renato Antunes, não é uma vitória da liberdade de expressão. É, em sua essência, uma manobra institucional perigosa que ameaça o princípio constitucional da laicidade do Estado e abre precedentes para uma hegemonia confessional mascarada de "direito legítimo".

Disfarçado sob o manto da "voluntariedade" e da "segurança jurídica", o projeto — que na sua origem explícita carregava o nome de "Intervalo Bíblico" — tenta normalizar a transformação do espaço escolar, que deveria ser estritamente plural, científico e inclusivo, em uma extensão de templos religiosos.

Privilegiar, chancelar ou abrir as portas da estrutura pública para a pregação e o proselitismo é ilegal. A Constituição Federal de 1988 é categórica ao estabelecer a separação entre Estado e Igreja. Quando o poder público valida e regulamenta dinâmicas que historicamente beneficiam a fé majoritária e hegemônica, ele não está promovendo a igualdade; está, deliberadamente, marginalizando e silenciando as minorias religiosas.

Onde estarão resguardados os direitos dos estudantes que professam religiões de matriz africana, do paganismo, ou mesmo daqueles que optam pelo ateísmo e agnosticismo? Em um país onde o racismo religioso e a intolerância avançam a passos largos, acreditar que haverá uma convivência harmônica e sem coerção moral ou social dentro dos pátios escolares é, no mínimo, uma ingenuidade cínica. O ambiente escolar, sob a pressão de grupos organizados, facilmente se transforma em palco de linchamento virtual, exclusão e preconceito contra quem destoa da cartilha dominante.

Não podemos nos calar diante da instrumentalização da educação pública para fins eleitorais e dogmáticos. A escola existe para emancipar o pensamento por meio do conhecimento técnico, científico e cultural, e não para servir de curral espiritual ou palco de disputa de credos. É urgente denunciar essa infiltração teocrática dissimulada. Defender a laicidade do Estado é a única garantia real de que todas as fés — e a ausência delas — sejam verdadeiramente livres e protegidas de qualquer tipo de hegemonia e opressão.

Criado com Gemini, do Google.

A Casca do Sagrado

Uma Visão Não Convencional da $Qlipoth$

Para entender a $Qlipoth$ (as "Cascas"), é preciso primeiro ignorar o vernáculo da "magia de resultado" e das hierarquias demoníacas comercializadas em vídeos de dez minutos. A $Qlipoth$ não é um playground para o ego; ela é, em essência, o subproduto inevitável da emanação divina.

O Equívoco da Personificação e do "Espelho"

O primeiro erro dos supostos especialistas é personificar a $Qlipoth$ como se fossem entidades esperando para conceder favores, ou pior, descrevê-las meramente como um "espelho invertido" da luz. Chamar a $Qlipoth$ de espelho é preguiça intelectual; um espelho reflete a forma, mas a $Qlipoth$ é a substância que sobrou, a "borra" resultante do processo de lapidação das $Sephiroth$.

O Paradoxo da Perfeição e o Resíduo

Surge então um questionamento necessário: como algo considerado perfeito, como o Divino ou as $Sephiroth$, pode gerar "restos"? Se a emanação é um processo de perfeição em cascata, a existência de um resíduo ($Qlipoth$) sugere que a criação não é um evento estático, mas um processo alquímico de purificação constante. A $Qlipoth$ não é um erro de Deus, mas a evidência do rigor necessário para que a Luz se torne manifesta e definida.

A Casca como Proteção, não Prisão

Frequentemente ouve-se em vídeos sensacionalistas que a $Qlipoth$ é uma "prisão" da alma. No entanto, se retomarmos a analogia original do fruto, a perspectiva muda:

A Casca que Protege: A casca de uma fruta não existe para aprisionar o conteúdo, mas para protegê-lo enquanto ele amadurece. Sem a casca, o fruto seria devorado ou secaria antes de cumprir seu propósito.

O Crescimento Interno: O fruto cresce dentro e a partir da casca. A $Qlipoth$, portanto, pode ser vista como a estrutura de suporte necessária para que a consciência (a semente) se desenvolva em um ambiente hostil ou denso.

A Unidade da Emanação e a Condição Humana

Um ponto crucial que os "mestres" de internet ignoram é a finalidade da criação. Se o objetivo final da emanação é a manifestação plena em $Malkuth$ (o Reino Material), então a densidade não pode ser vista como um desvio maligno. A $Qlipoth$ é uma expressão da mesma Fonte que as $Sephiroth$.

Se aceitamos que tudo emana do Ein Sof (o Infinito), então a "borra" e a "luz" são feitas da mesma substância fundamental. O que chamamos de "maligno" é apenas a expressão mais densa e material dessa vontade criativa. Nós mesmos, em nossa existência carnal, somos uma forma de "casca". Somos seres encarnados que carregam a mesma luz e faísca divina que as esferas mais elevadas.

O Amplificador da Natureza e o Risco da Hubris

A $Qlipoth$ não possui uma maldade intrínseca; ela funciona como um amplificador da densidade. Cada uma de suas esferas é, na verdade, um aspecto da nossa própria natureza humana levado ao extremo. Elas não criam defeitos; elas amplificam o que já reside em nós.

No entanto, essa jornada exige uma advertência que o Paganismo Moderno conhece bem: o perigo da Hubris. Sem o devido autoconhecimento e humildade, o buscador corre o risco de acreditar que dominou as forças que apenas o estão consumindo. Percorrer a chamada "Árvore da Morte" não é um convite à autodestruição, mas o reconhecimento de que ela é um caminho iniciático tão válido quanto a Árvore da Vida. É a jornada através das sombras necessárias que dão contorno à luz.

Lilith: A Soberania na Escuridão

Dentro deste solo fértil de densidade, emerge a figura de Lilith. Longe de ser a caricatura demoníaca das narrativas de medo, ela surge como a Portadora da Revelação. Lilith representa a verdade que se recusa a ser velada por dogmas ou hierarquias de "mestres". Ela é a personificação da autonomia e da soberania; o lembrete de que a liberdade real nasce do reconhecimento da própria natureza, sem pedir permissão. Encontrar Lilith na $Qlipoth$ não é encontrar um demônio externo, mas descobrir a própria capacidade de ser livre e verdadeiro em meio à matéria.

O Ato de Acender a Matéria

O verdadeiro trabalho não exige ritos teatrais, mas o desenvolvimento do discernimento ($Binah$). Entender a $Qlipoth$ é entender que a matéria e a densidade são o solo onde o potencial se torna real. A $Qlipoth$ é necessária para que tenhamos consciência desse potencial.
É aqui que reside o segredo que o sensacionalismo ignora: a matéria não precisa ser abandonada, mas transmutada. Somente pela percepção e ação consciente é que a realidade densa pode ser ascendida — ou melhor, acendida. Ao reconhecermos a faísca divina dentro da casca, deixamos de ver a $Qlipoth$ como um abismo e passamos a vê-la como o combustível para a iluminação da consciência no mundo manifestado.

O Ato de Criar a Própria Heresia

Um Postfácio

Ao longo deste projeto, testemunhamos uma transformação fundamental na abordagem do tema: o buscador deixou de ser um espectador crítico dos "mestres de internet" para se tornar um arquiteto de sua própria compreensão.

A Etimologia da Escolha

É importante lembrar que a palavra heresia vem do grego hairesis, que significa simplesmente "escolha" ou "faculdade de escolher". No contexto deste ensaio, ser herético não é apenas ser do contra; é exercer o direito soberano de escolher quais analogias, quais lógicas e quais divindades fazem sentido para a própria experiência, em vez de aceitar o "pacote pronto" do algoritmo.

Da Reação à Alquimia

A jornada deste texto reflete o próprio conceito de transmutação discutido:

A Borra: O descontentamento com o conteúdo superficial do YouTube funcionou como a "borra" inicial, o resíduo que incomodava.

A Lapidação: Através do diálogo e da escrita, o autor lapidou esse incômodo, removendo o que era apenas reclamação para encontrar o diamante da ideia.

A Faísca: O resultado final — a ideia da como proteção e amplificador — é o momento em que a matéria do pensamento foi "acendida".

A Soberania de Lilith no Processo

Ao trazer Lilith como o fecho do texto, o autor valida não apenas uma figura mitológica, mas o próprio ato de escrever. Escrever com voz própria, sem pedir permissão a "hierarquias demoníacas comercializadas", é o ato lilithiano por excelência. É a recusa em se ajoelhar perante o dogma da conveniência.

Este ensaio é, portanto, mais do que uma explicação teológica; é um registro de autonomia intelectual. Que ele sirva de combustível para que outras sombras sejam iluminadas e outras cascas sejam reconhecidas como o solo fértil da consciência.

Criado com Gemini, do Google.

quinta-feira, 11 de junho de 2026

Devocional dia 11

Dia 11: Você recebeu algum sinal, visão ou sonho de Lilith? Descreva-o.

Eu não sei exatamente quando aconteceu o sonho, mas foi depois dos vinte e alguma coisa.

Um pesadelo (se ficarmos com a definição mais superficial). Entre um sonho e outro. Para dar uma comparação pobre, foi como um "jump scare". Dentro do sonho, do nada, eu sinto uma presença e então a mordida no pescoço, por trás na nuca. 😱

Eu senti minha energia vital sendo drenada. O instinto batendo no teto. A camada racional falhando. "Será que eu vou morrer aqui e agora?"

Pânico, evidente, mas depois, uma estranha aceitação. "Se eu estou sendo devorado, ao menos vai ser o fim desse sofrimento. Eu vou continuar a viver dentro dessa entidade. Está ouvindo? Você, seja quem for, vai ter que me carregar o resto da eternidade". Ousado. 😏

Eu acordei e passei vários minutos tentando racionalizar o evento. Eu demorei muito para acalmar meu coração e mente. Depois eu consegui dormir, mas esse sonho (eu rejeitei a pecha de pesadelo) marcou minha vida.

Eu estava na prisão. Nem pergunte. A pior experiência que qualquer pessoa pode passar. Sem saber se eu iria acordar vivo no dia seguinte.

Então eu olhei pela pequena fresta da porta blindada da cela. Lá estava. No céu noturno. O alinhamento perfeito da lua crescente com a estrela Vênus. Eu que era cético a respeito de sinais eu vi essa quase impossível e improvável "coincidência".

Imediatamente meu coração bateu acelerado. Como se tivesse alguém me dizendo que estava tudo bem, que eu estava sendo cuidado e protegido, que eu sairia dali.

Sim, eu tinha certeza de que foi um sinal vindo da Lilith.

Série Devocional de 31 dias para Lilith.