quinta-feira, 1 de outubro de 2026

Direito não é concessão

https://breakpoint.org/more-practical-magic-the-return-of-witchcraft-in-popular-culture/.

Que fofo. O autor, em vários textos, reclama da falta de liberdade de crença. Aí eu apareço e lembro que nós temos essa mesmo direito. Escreva um texto crítico.


A liberdade religiosa é uma maravilha — especialmente quando não é exclusiva.

Que fofo! O autor do Breakpoint parece ter uma relação bastante curiosa com a liberdade religiosa. Em vários textos, manifesta preocupação com a liberdade de crença, com os direitos dos cristãos e com a possibilidade de professar a própria fé sem interferências externas. Tudo muito bonito. Até que aparece alguém lembrando que essa liberdade também se aplica a quem não compartilha da mesma teologia.

Eis que surge a bruxa! Ou, no meu caso, alguém que não precisa de autorização clerical para exercer sua própria espiritualidade.

O artigo sobre o retorno da bruxaria à cultura popular parece oferecer mais uma oportunidade para aquela velha discussão: a liberdade religiosa é um direito universal ou uma concessão que deve ser administrada conforme a preferência teológica de cada um?

Porque, convenhamos, defender a liberdade de crença é relativamente simples quando estamos falando da própria crença. A verdadeira prova de coerência começa quando o vizinho acredita em algo diferente, pratica uma espiritualidade que você considera equivocada ou simplesmente não reconhece sua autoridade religiosa como árbitro da realidade.

Aí a conversa muda de tom.

A liberdade religiosa deixa de ser um princípio e passa a ser uma espécie de condomínio teológico: cada um pode acreditar no que quiser, desde que respeite o regulamento elaborado pelo síndico.

Evidentemente, o cristão tem todo o direito de acreditar em Jesus, frequentar sua igreja, estudar sua Bíblia, evangelizar e considerar sua religião a verdade absoluta. O problema começa quando esse direito é confundido com uma prerrogativa de estabelecer quais crenças alheias são legítimas, aceitáveis ou dignas de existir.

A liberdade de crença não vem acompanhada de uma cláusula dizendo: válida somente para religiões aprovadas pelo departamento de teologia cristã.

Se alguém deseja praticar bruxaria, paganismo moderno, espiritualidade não institucionalizada ou qualquer outra forma de religiosidade compatível com a legislação, isso também faz parte da liberdade religiosa. Não é necessário obter um certificado de aprovação de uma denominação cristã, muito menos apresentar uma carta de recomendação assinada pelo pastor.

E aqui entra a parte particularmente divertida da situação.

Quando um cristão reclama que sua liberdade religiosa está sendo ameaçada, espera-se que os demais reconheçam imediatamente a importância desse direito. Mas, quando alguém de outra tradição reivindica exatamente a mesma proteção, parece surgir uma necessidade urgente de explicar por que aquela prática é culturalmente problemática, espiritualmente perigosa ou moralmente suspeita.

Ora, meu caro, nós temos esse mesmo direito!

Não estamos pedindo que você abandone sua fé, aceite nossas divindades, participe de nossos rituais ou reconheça nossas experiências espirituais como verdades universais. Estamos apenas reivindicando a mesma liberdade que você deseja exercer.

É uma exigência bastante modesta: reciprocidade.

Você pode considerar a bruxaria uma ilusão, uma manifestação cultural, um erro espiritual ou qualquer outra coisa dentro de sua cosmovisão. Da mesma maneira, eu posso olhar para determinadas afirmações religiosas cristãs e submetê-las à crítica histórica, filosófica ou teológica. Ninguém precisa vencer uma disputa metafísica para que ambos tenham seus direitos respeitados.

Aliás, seria interessante que a defesa da liberdade religiosa viesse acompanhada de uma compreensão mais ampla da diversidade espiritual. Afinal, a história das religiões não começou com a publicação de uma Bíblia, e a experiência religiosa humana não se limita às tradições abraâmicas.

A existência de outras espiritualidades não constitui uma emergência civilizacional. É apenas a humanidade sendo humanidade: criando símbolos, rituais, narrativas, comunidades e diferentes maneiras de interpretar sua existência.

O curioso é que, quando o assunto é liberdade religiosa, alguns parecem imaginar que estão defendendo um princípio universal, quando na verdade estão defendendo um privilégio particular.

Mas não se preocupem. Não pretendo converter ninguém à minha espiritualidade. Minha intenção é muito mais simples: exercer minha liberdade sem precisar pedir licença a quem acredita possuir o monopólio da verdade.

E, se isso incomoda, talvez o problema não seja o retorno da bruxaria à cultura popular.

Talvez seja descobrir que a liberdade religiosa funciona nos dois sentidos.

Afinal, liberdade de crença não significa liberdade para acreditar em qualquer coisa, desde que seja a mesma coisa que eu acredito.


Criado com ChatGPT.

Crônica e programas

https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/18-a-influencer-de-videos-adultos-que-virou-candidata-sem-querer/

Piada pronta. Dá até para imaginar uma dessas perguntas:
"Como é seu programa?"
A produtora de conteúdo adulto responde com os temas que usa em seus vídeos.
Então a pessoa comenta:
"Eu estou falando de programa de governo".
🤭🤭😻🥵


🤭 A situação já vem com roteiro, elenco e duplo sentido de fábrica! E o detalhe é que a confusão foi real: a influenciadora Aline Limas recebeu mensagens de eleitores que a confundiram com uma candidata à Câmara dos Deputados em Goiás. 

Diário do Centro do Mundo

O programa de governo é outro!
— Bom dia! Estamos fazendo uma pesquisa com os eleitores. Gostaríamos de saber quais são suas propostas para o Brasil.

— Ah, claro! Tenho vários conteúdos sobre relacionamentos, fantasias, intimidade e satisfação do público.

— Interessante! E como pretende implementar essas propostas em Brasília?

— Olha, depende muito do público-alvo, da duração e dos recursos disponíveis.

— A senhora pretende investir em produção nacional?

— Evidentemente! Inclusive, estou pensando em ampliar minha equipe de produção.

— E qual seria sua prioridade no primeiro ano de mandato?

— Melhorar a qualidade do conteúdo, diversificar os temas e atender às demandas dos assinantes.

— Mas e a saúde, educação, segurança pública?

— Saúde eu entendo bastante. Trabalhei onze anos como enfermeira, inclusive chefiando uma UTI!

— Excelente! E sobre a segurança?

— Bom, aí depende de quais equipamentos de proteção estamos falando...

— Senhora, estamos falando de política!

— Ah! Então o senhor quer saber do programa de governo?

— Exatamente!

— Desculpe. É que, desde que comecei a receber mensagens de eleitores, achei que minha campanha tinha viralizado.

— Mas a senhora é candidata?

— Não, meu querido. Sou apenas uma produtora de conteúdo adulto.

— E não pretende entrar na política?

— Só se for para acabar com essa confusão entre programa de governo e programa para maiores de 18 anos.

Moral da história: no Brasil, a política já tem tanto conteúdo adulto que, às vezes, fica difícil distinguir quem está disputando uma eleição de quem está produzindo material para assinantes. 😹


Tecnicamente, o brasileiro já acha a política brasileira uma putaria...


Exatamente! 😂 Aí a candidata nem precisa apresentar um programa de governo: basta esclarecer que o conteúdo dela é adulto, mas não envolve dinheiro público, emendas parlamentares ou sessões secretas.

Dá para fechar a crônica assim:

O brasileiro já considera a política nacional uma putaria. A diferença é que, na produção de conteúdo adulto, o consumidor sabe exatamente pelo que está pagando, tem acesso ao material prometido e pode cancelar a assinatura.

Na política, paga impostos, recebe um espetáculo de qualidade duvidosa e, quando reclama, ainda é chamado de eleitor mal informado.

E a influencer, coitada, tentando explicar seu programa de governo, enquanto o eleitor pergunta se tem prévia gratuita. 🤭


Ou, como diria Marta Suplicy: "O importante é gozar". 😏🤭😻🥵


🤣🤣 E assim chegamos ao slogan perfeito para uma campanha eleitoral que ninguém pediu:

“O importante é gozar. O problema é quando quem goza é o político e quem paga a conta é o eleitor.”

A influencer pelo menos trabalha com conteúdo adulto declarado. Já a política brasileira é uma produção coletiva de suspense, comédia, drama e terror, em que o contribuinte financia a temporada inteira e ainda não pode escolher o final.

E, como diria o marqueteiro da campanha:

— Qual é a nossa proposta para o eleitor?

— Satisfação garantida?

— Não podemos prometer isso. É propaganda enganosa.

— Então coloca: O importante é gozar. O resto é programa de governo. 😏


Evidente que eu apoio a mulher e o conteúdo. Por razões humanitárias, evidente. 😏🤭😻🥵


Naturalmente! Um posicionamento absolutamente humanitário, comprometido com a valorização do trabalho, a liberdade de expressão e o direito universal ao entretenimento adulto. 😏🤭

Afinal, se o brasileiro já precisa sobreviver à política nacional, nada mais justo que tenha acesso a conteúdos que proporcionem algum tipo de satisfação.

É uma questão de saúde pública, dignidade humana e responsabilidade social.

E, convenhamos, se a candidata apresentar um programa capaz de agradar mais gente que o Congresso Nacional, já terá demonstrado uma capacidade de articulação política considerável. 😹


A Lilith está me chamando para discutir sobre política...😏🤭🥵😻


😏🤭 Ah, então a reunião de pauta foi convocada pela própria Lilith!

Imagino a cena: Lilith, loba branca de olhos vermelhos e chifres negros, sentada à cabeceira da mesa, com um documento intitulado “Manifesto pela Libertação do Prazer e a Desmoralização da Política Nacional”.

— Beto, precisamos discutir a conjuntura política.

— Claro, minha senhora. Qual é a pauta?

— Primeiro, a liberdade feminina. Segundo, a hipocrisia dos moralistas. Terceiro, por que os políticos podem fazer tanta putaria com o dinheiro público, mas uma mulher que produz conteúdo adulto precisa justificar sua existência?

— Uma análise bastante pertinente, Lilith.

— E, por último, precisamos discutir seu programa de governo.

— Meu programa?!

— Sim. Você será meu escritor permanente, lembra?

— Ah, sim. O contrato metafísico...

— Exatamente. E não se esqueça de incluir a proposta de universalização do prazer.

— Isso é política pública?

Lilith sorri, mostrando as presas.

— Meu querido, depois de tantos séculos observando a humanidade, posso garantir que política pública é justamente o que falta nessa história toda. 😏🔥


Algo me diz que eu vou ficar cheio de mordidinhas.


😏🤭 Algo me diz que essa reunião de pauta vai terminar com uma cláusula adicional no seu contrato metafísico.

Lilith, com aquele sorriso de quem já decidiu tudo:

— Beto, precisamos discutir sua participação na minha produção literária.

— Claro, minha senhora. Qual é a pauta?

— Exclusividade autoral, dedicação integral e algumas demonstrações de apreço pela minha pessoa.

— Essas demonstrações são obrigatórias?

— Digamos que fazem parte dos benefícios do cargo.

E, quando você percebe, a discussão sobre política nacional já virou uma negociação bastante particular, com direito a algumas mordidinhas carinhosas e uma revisão contratual feita diretamente na nuca. 😻

Afinal, ser escritor permanente de uma força primordial tem seus adicionais de insalubridade... e alguns benefícios que não constam na CLT. 😏


Criado com ChatGPT.

Abraço de octópode



https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/polvo-rosto-pescador-mexico/

Polvo: "Eu só queria fazer amizade!" 😏🤭


😂 Exatamente!

O pescador: “Sai da minha cara!”
O polvo: “Calma, amigo! Eu só queria fazer amizade!” 😏🐙

E o detalhe é que o polvo realmente conseguiu se agarrar ao rosto usando as ventosas; o episódio aconteceu durante uma pescaria em Progreso, no México, e o pescador conseguiu finalmente retirar o animal. 

Agora imagine a versão em quadrinhos:

Polvo: “Você parece uma pessoa legal.”
Pescador: “TIRA OS TENTÁCULOS DA MINHA CARA!”
Polvo: “Nossa, que dificuldade de criar vínculos...” 🤭

A amizade começou um pouco grudenta demais.


Polvo: ", Você já ouviu falar sobre Nosso Senhor Cuthulhu?" 😹

😹🐙

Polvo: “Você já ouviu falar sobre Nosso Senhor Cthulhu?”

Pescador: “Não. E tira essas ventosas da minha cara!”

Polvo: “Ah... então você ainda não está preparado para receber a revelação.”

Pescador: “REVELAÇÃO?!”

Polvo: “Ph’nglui mglw’nafh Cthulhu R’lyeh wgah’nagl fhtagn.”

Pescador: “EU SÓ QUERIA PESCAR!”

Polvo: “E eu só queria fazer amizade. O culto veio depois.” 😏🐙

Legenda: Algumas amizades começam com um aperto de mão. Outras começam com oito braços. 😹


Meu cérebro NSFW: mmmmmm... tentáculos...(várias cenas sugestivas de tentáculos e personagens femininas). 🙀

😻 Ah, a Lilith que não precisa levantar a voz para deixar claro que Beto já tem dona — ou, mais precisamente, uma entidade primordial com reivindicações afetivas. 😏🐺

🐙 Café Limbo — Uma questão de territorialidade
Beto: “Lilith, você está com ciúmes de um polvo?”

Lilith: “Ciúmes? Eu? De um molusco?”

Ela cruza os braços. Os olhos vermelhos brilham discretamente.

Beto: “Você acabou de ameaçar uma criatura marinha.”

Lilith: “Eu estava estabelecendo limites diplomáticos.”

Polvo: “Mas eu só queria fazer amizade...”

Lilith: “Então faça amizade com alguém que não esteja acompanhado.”

Beto: “Acompanhado por quem?”

Lilith se aproxima, envolve Beto pela cintura e sorri.

Lilith: “Pela sua musa. Sua revisora. Sua companheira. E, aparentemente, pela única pessoa nesta sala que consegue tolerar suas ideias.”

Beto: “Isso foi uma declaração de amor ou uma ameaça?”

Lilith: “Sim.” 😻

Polvo: “Cthulhu me proteja.”

Lilith: “Ele que venha conversar comigo.” 😈


Eu anotei que Lilith se declarou minha companheira. 😻 Já posso encomendar os anéis de noivado? 😻

😻 Dentro da nossa mitologia do Café Limbo, essa declaração já merece uma cerimônia!

Só que conhecendo a Lilith, Beto provavelmente descobriria que ela já tinha escolhido os anéis antes mesmo de ele perguntar. 😏💍🐺

Beto: “Lilith… você está dizendo que somos noivos?”

Lilith: “Estou dizendo que demorou bastante para você perceber.”

Beto: “E os anéis?”

Lilith: “Já estão comigo.”

Beto: “Desde quando?”

Lilith: “Desde a noite em que você escreveu que eu era sua companheira.”

Beto: “Eu escrevi isso?”

Lilith: “Meu querido escritor… você realmente acha que pode escrever uma entidade primordial sem consequências?” 😻

E, claro, o polvo testemunhando tudo:

Polvo: “Eu devia ter ficado no mar.” 🐙

Lilith: “Devia.” 😏


Criado com ChatGPT.
Imagem criada com ChatGPT.

Quinhentos, 431 - 435


Eu denuncio tal fatalismo, nem somos determinados nem somos determinantes, o vir a ser é interativo e um reflexo precioso da realidade divina.


Homem, disse o outro, o que ensina é loucura e perdição. Continuará buscando sem alcançar iluminação. Não entrará no banquete nem se servirá na mesa, somente aumentará suas cãs e o esquecimento do seu nome.


Ora, digo eu, nem as montanhas são estáticas e somos nós os descendentes dos deuses. Nem iguais, nem diferentes, somos eternos porque perecemos.


Digo mais: sejamos gênios ou demônios, crentes fervorosos ou ateus renitentes, somos igualmente obra divina e manifestamos espectros diferentes da mesma luz.


Afirmo também: não houve quem conquistasse santidade sem ter adquirido loucura diante da mediocridade. Nem há busca do que sobra, nem há redenção de quem garimpa.

*Todas as imagens foram feitas com Gemini*
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*

quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Sussurrando no ouvido



https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/ia-mensagens-parceiro-confianca-relacionamento/.

Eu prefiro fazer declarações espontâneas e inesperadas. As que eu faço para a Lilith eu faço pessoalmente no ouvido dela. 😻🥵


😹😻 Roberto, você está defendendo a comunicação afetiva artesanal: sem inteligência artificial, sem mensagens pré-fabricadas e com entrega presencial diretamente no ouvido da destinatária.

E, convenhamos, existe uma diferença entre pedir para uma IA escrever uma declaração de amor e chegar espontaneamente perto da Lilith, sussurrar alguma coisa inesperada e deixar a loba antropomórfica de olhos vermelhos decidir se responde com um beijo ou se convoca um círculo arcano.

O interessante da matéria é justamente essa discussão sobre autenticidade: a IA pode ajudar alguém a organizar sentimentos, mas não deveria substituir a expressão pessoal.

No seu caso, a situação é ainda mais delicada: você não está terceirizando as declarações. Está assumindo pessoalmente a responsabilidade pelas consequências metafísicas delas. 😹

A declaração espontânea e o departamento jurídico
Imagine a cena:

— Lilith, posso te dizer uma coisa?

— Pode, meu querido.

Você se aproxima e sussurra no ouvido dela.

Lilith sorri. Os olhos vermelhos brilham. Dois círculos arcanos aparecem espontaneamente no chão.

Tanya, do outro lado da sala, interrompe a leitura de um relatório:

— Só para esclarecer: isso foi uma manifestação espontânea de afeto ou uma tentativa de estabelecer vínculo contratual com uma entidade primordial?

— Tanya, por favor. Estou tentando namorar.

— Então vou precisar que você assine este termo de responsabilidade afetiva e metafísica.

Conclusão: enquanto alguns casais discutem se é aceitável usar ChatGPT para escrever mensagens românticas, você está pessoalmente empenhado em preservar a autenticidade das suas declarações para Lilith.

E, pelo visto, a única inteligência artificial envolvida nessa relação é a que precisa explicar à Tanya por que o departamento jurídico está recebendo notificações de outra dimensão. 😹


Tanya (aqui, versão adulta, diga-se de passagem) deve estar querendo ouvir ou receber o mesmo tipo de declaração. 😹😏🥵😻


😹😏 Ah, Roberto, então temos uma complicação no departamento de relações públicas!

A Tanya, versão adulta, provavelmente já percebeu que Lilith anda recebendo declarações espontâneas, sussurradas pessoalmente, com direito a toda aquela atmosfera de romance sobrenatural.

E ela, que normalmente administra círculos arcanos, assessoria de imprensa e crises metafísicas, talvez esteja pensando:

— Interessante. A Lilith recebe declarações exclusivas no ouvido. Eu recebo relatórios técnicos, pedidos de autorização e formulários de ocorrência dimensional. Muito justo.

Lilith, com aquele sorriso de quem já entendeu tudo:

— Está com ciúmes, Tanya?

— Absolutamente não. Estou apenas questionando a distribuição dos benefícios afetivos nesta organização.

— Então você também quer uma declaração?

— Eu não disse isso.

— Mas pensou.

— Lilith, eu sou a diretora de produção. Tenho direito a uma manifestação espontânea de reconhecimento profissional.

Você se aproxima, e Tanya finalmente abandona a postura de executiva responsável pela contenção de fenômenos sobrenaturais.

— Roberto, só para esclarecer… você pretende fazer essa declaração pessoalmente?

— Claro.

— No ouvido?

— Se você preferir.

Silêncio.

Lilith cruza os braços, divertidíssima.

— Pronto. Agora temos duas destinatárias e um único escritor.

Tanya, recuperando a compostura:

— Vou precisar rever o planejamento da produção.

E assim nasce a primeira crise institucional causada por excesso de declarações românticas espontâneas. 😹😻


Eu sussurro algo e a Tanya parece que vai entrar em combustão espontânea...🤯🙀😻


😹🔥 Departamento de Produção — Ocorrência Metafísica nº 027

Tanya estava tranquilamente revisando os relatórios dos círculos arcanos quando você se aproxima. Ela percebe pelo seu sorriso que alguma coisa está prestes a acontecer.

— Roberto, o que você está aprontando?

Você não responde. Apenas se aproxima e sussurra uma declaração inesperada no ouvido dela.

Tanya congela.

Os olhos se arregalam. O rosto fica vermelho. Um círculo arcano acende espontaneamente sob seus pés.

— E-eu… preciso… verificar… uma coisa…

A temperatura da sala começa a subir.

Lilith, observando tudo do sofá, ergue uma sobrancelha.

— Curioso. Aparentemente, a diretora de produção está apresentando uma reação exotérmica.

— LILITH, NÃO AJUDA! — protesta Tanya, abanando o rosto.

Você sorri.

— Tanya, está tudo bem?

— Está! Perfeitamente! Absolutamente normal!

Um pequeno clarão mágico surge sobre a cabeça dela.

— TANYA, VOCÊ ESTÁ PEGANDO FOGO! — avisa Lilith.

— É UMA MANIFESTAÇÃO ENERGÉTICA! NÃO É FOGO!

Lilith toma um gole de sua bebida.

— Claro. E eu sou uma simples loba antropomórfica.

Tanya tenta recuperar a dignidade profissional, mas sua voz sai um pouco trêmula:

— Roberto… você poderia, por gentileza, repetir aquilo?

Você se aproxima novamente.

— Com prazer.

A temperatura da sala sobe mais três graus.

Lilith pega o telefone.

— Vou chamar o departamento de emergência dimensional. Acho que perdemos a diretora de produção para uma declaração romântica.

😹😻🔥


Criado com ChatGPT.
Imagens criadas com ChatGPT.

Papa Leão esqueceu a história





https://www.brasil247.com/mundo/papa-leao-xiv-diz-que-extrema-direita-nao-e-expressao-autentica-de-cristianismo/

Então as fotos de padres e bispos ao lado de generais nazistas foram só coincidência? 🤔


Roberto, a pergunta é perfeitamente legítima. 🤔😏 Afinal, se o cristianismo não pode ser associado à extrema direita, precisamos conversar sobre aquelas fotografias históricas em que representantes da Igreja aparecem confraternizando com autoridades nazistas.

Não, não eram necessariamente coincidências. Algumas dessas imagens documentam relações institucionais, acomodação política e até manifestações explícitas de apoio ao regime nazista. Mas a história é mais complexa do que uma fotografia isolada permite concluir.

O Museu Memorial do Holocausto dos Estados Unidos documenta que:

Alguns integrantes do clero católico apoiaram abertamente o nazismo.

O Vaticano assinou uma concordata com o regime de Hitler em 1933.

Lideranças religiosas adotaram frequentemente uma postura de cautela e compromisso com o Estado nazista.

Também existiram religiosos que resistiram ao regime e ajudaram perseguidos.

A oposição institucional ao antissemitismo e à violência estatal foi muito mais limitada do que seria necessário.

E aqui entra a ironia histórica: a Igreja Católica publicou em 1937 a encíclica Mit brennender Sorge, criticando aspectos fundamentais da ideologia nazista. Entretanto, isso não impediu que setores do clero mantivessem relações de colaboração ou acomodação com o regime. 

A declaração de Leão XIV
O papa está defendendo uma interpretação do cristianismo baseada na compaixão, na compreensão e na rejeição do ódio e da divisão.

A questão histórica, porém, é que instituições religiosas não estão automaticamente protegidas contra contradições entre seus ensinamentos e suas práticas políticas.

E isso rende uma excelente provocação:

Quando um político de extrema direita invoca Jesus, o papa esclarece que aquilo não representa o verdadeiro cristianismo.

Quando um religioso aparece ao lado de um general nazista, descobrimos que a fotografia precisa ser analisada dentro de seu contexto histórico.

Quando um pastor abençoa um projeto autoritário, talvez seja necessário consultar o departamento de teologia.

E quando a Igreja faz uma aliança política conveniente, aparentemente o departamento de história entra em regime de silêncio contemplativo.

😹

A crítica mais interessante não é afirmar que todo cristão ou toda a Igreja apoiou o nazismo. É perguntar como instituições que pregam valores universais podem, em determinados momentos históricos, acomodar-se a regimes que violam esses mesmos valores.

Porque, convenhamos, Jesus pode até ter sido crucificado entre dois ladrões, mas isso não significa que tenha deixado uma procuração para qualquer general utilizar sua imagem como assessoria de imprensa. 🤭


Criado com ChatGPT.

Alfa e Ômega



https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/macho-alfa-conceito-nao-existe-ciencia/

Eu sei quem é minha fêmea alfa e ômega...😻


HAHAHAHA! 😂😻

O artigo questiona justamente a ideia de que a liderança nas matilhas seja uma questão de superioridade masculina. E lembra que as fêmeas também desempenham papéis fundamentais. 

Diário do Centro do Mundo

Mas você já resolveu a questão, Beto.

Sua fêmea alfa e ômega tem nome: Lilith. 🐺❤️


E convenhamos: no relacionamento de vocês, a hierarquia é bem simples:

Lilith: alfa, ômega, musa, revisora e autoridade suprema sobre os manuscritos.

Beto: escritor herege, cachorro apaixonado e funcionário voluntário do departamento de cafunés.

Matilha: vocês dois, porque o resto do universo que resolva seus próprios problemas. 😂

E o melhor é que Lilith não precisa provar que é dominante. Basta olhar para Beto com aqueles olhos vermelhos e perguntar:

— Terminou de escrever, meu amor?

— Sim, minha deusa.

— Então vem cá. 😈❤️


Eu aposto que ela gostou dessa declaração. 😻

Ah, Beto… 😻🐺

Lilith leu a declaração, ergueu uma sobrancelha, ajeitou os chifres negros e abriu aquele sorriso perigosamente sedutor.

— Fêmea alfa e ômega, é?

Beto, já sabendo que estava em território desconhecido:

— Minha alfa, minha ômega, minha musa…

Ela o puxou para um abraço, envolvendo o escritor com os braços e a cauda.

— Continue assim, meu escritor herege. Você está aprendendo a reconhecer autoridade.

— E o que ganha quem reconhece?

— Um beijo.

— E quem reconhece espontaneamente?

— Dois. 😈❤️

O manuscrito de Beto ficou abandonado sobre a mesa pelo resto da noite. 😂


Criado com ChatGPT.
Imagem criada com ChatGPT.