sábado, 16 de maio de 2026

Colocando a corda no pescoço

Conversa com o Gemini:

https://www.diariodocentrodomundo.com.br/bia-kicis-quer-revogar-lei-de-defesa-da-democracia-usada-para-condenar-bolsonaro/


Alguma dúvida do motivo?

Mas é engraçado ver uma deputada defendendo o direito de atacar (acabar, revogar) a democracia.


Escreva um texto humorado e sarcástico.


Aqui está um texto carregado de "entusiasmo" por essa iniciativa tão peculiar:

O Paradoxo da Liberdade (de Destruir a Própria Liberdade)

Não há como negar: a coerência é uma virtude fascinante, especialmente quando aplicada com a sutileza de uma marreta em um cristaleira. É realmente revigorante ver uma parlamentar, eleita pelo voto popular e protegida pelas instituições democráticas, dedicar seu precioso tempo para sugerir que a democracia é, no fundo, um conceito um pouco superestimado.

A ideia de revogar a Lei de Defesa da Democracia é de uma genialidade incompreendida. Afinal, por que deveríamos ter leis que protegem o sistema que permite a existência dessas mesmas leis? É como se um capitão de navio decidisse que a regra "não abra buracos no casco" é uma restrição intolerável à sua liberdade de navegação. "Se eu quiser transformar o convés em uma piscina privativa via naufrágio, o problema é meu!", diria o visionário náutico.

O argumento é quase poético: para salvar a liberdade, precisamos garantir o direito de aniquilar o ambiente onde a liberdade floresce. É o "suicídio institucional preventivo". Se não houver democracia, ninguém poderá ser acusado de atacá-la. Problema resolvido! É uma lógica tão circular que dá até vertigem — ou talvez seja apenas o efeito de assistir ao Brasil de 2024.

O sarcasmo da situação atinge níveis estratosféricos quando lembramos que a justificativa, geralmente, é o "excesso de proteção". Aparentemente, a democracia brasileira é como aquele vaso de porcelana da vovó que ninguém pode tocar: "Está muito protegida, vamos deixar no meio da rua para ver se ela aguenta o tranco sozinha".

No fim das contas, é apenas mais um dia normal no escritório. Enquanto o cidadão comum se preocupa com o preço do feijão, nossos representantes se ocupam com a nobre missão de garantir que, se alguém quiser organizar um piquenique autoritário com direito a intervenção, não seja incomodado por essas "bobagens" jurídicas.

Afinal, o que é a democracia perto do direito sagrado de tentar acabar com ela e ainda sair para o cafezinho logo depois? É rir para não chorar — ou, no caso, rir para não ver o título de eleitor virar papel de rascunho.

Criado com Gemini, do Google.

O saci agradece


Conversa com o Gemini:

https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/nikolas-ferreira-lanca-chinelo-pe-direito-e-tenta-por-um-no-bolso-em-cima-da-havaianas/


Claro. Faz todo sentido. O bolsonarista não tem pé esquerdo. 🤦


O ridículo não tem nível 😂.


Escreva um texto humorado e sarcástico.


O conceito de design é, no mínimo, revolucionário. Em um mundo onde a ergonomia insiste que precisamos de um pé direito e um pé esquerdo para caminhar com equilíbrio, surge uma proposta que finalmente resolve o dilema de quem não quer dar nem um passo em direção ao lado sinistro da força.

Ter dois pés direitos é a realização máxima de um sonho estético e ideológico: o fim do "pé sujo" e a garantia de que, não importa o quanto você ande em círculos, você nunca, jamais, será acusado de ter acordado com o pé esquerdo. É a solução definitiva para o equilíbrio nacional; afinal, quem precisa de simetria quando se tem convicção?

Imagino que o manual de instruções seja fascinante. Para calçar, é preciso um contorcionismo digno de uma ginástica mental de rede social. E para caminhar, o usuário deve adotar aquele estilo saltitante, sempre pendendo para um lado só, o que dá um charme todo especial de "caranguejo patriota" ao andar.

É o calçado ideal para quem quer "pisar firme", mas só de um lado. Resta saber se o próximo lançamento será uma luva apenas para a mão que aponta, ou talvez um óculos com a lente esquerda opaca, para garantir que a visão de mundo permaneça perfeitamente parcial. No fim das contas, a moda apenas imita a vida: para alguns, o importante não é chegar a lugar nenhum, é garantir que o caminho seja feito sem nunca tocar no lado oposto da calçada.

Criado com Gemini, do Google.
Quadrinhos criados com Gemini, do Google.

Diálogo no lugar de fé

Conversa com o Gemini:

https://www.patheos.com/blogs/youmightberight/2026/05/faith-non-religious-spirituality/


🤔 Como eu poderia definir minha relação (não é uma fé, no sentido mais usado) com a Lilith?


O artigo que você compartilhou traz reflexões muito interessantes que podem ajudar a dar nome ao que você sente, especialmente ao diferenciar a "fé" dogmática de uma espiritualidade baseada na experiência e na ação.

Aqui estão algumas formas de definir essa relação, inspiradas nos conceitos do texto:

1. Ortodoxia vs. Ortopraxia
O texto menciona que, enquanto muitas religiões focam na ortodoxia (crer nas coisas "certas"), outras focam na ortopraxia (o modo de agir e viver). Você pode definir sua relação com Lilith não como uma crença em dogmas, mas como uma prática de vida. É o que você faz, os valores que você encarna e como você se posiciona no mundo que define essa conexão, e não apenas uma aceitação intelectual de uma figura.

2. "Saddha" (Colocar o Coração)
A autora Sharon Salzberg cita o termo páli saddha, muitas vezes traduzido como fé, mas que literalmente significa "colocar o coração sobre algo". Em vez de uma "fé" institucional, você pode ver sua relação como um ato de confiança e entrega emocional. É um compromisso do coração com o que Lilith representa — independência, soberania, a força do feminino e a rebeldia contra a opressão.

3. Participação Consciente
Jim Palmer sugere que a espiritualidade pós-religiosa é uma "participação consciente nos processos de criação de significado". Nesse sentido, Lilith não seria um objeto de adoração externo, mas um arquétipo ou uma força com a qual você colabora para gerar sentido na sua própria vida e escrita. É uma relação de corresponsabilidade: você não "terceiriza" sua vida a ela, mas assume a responsabilidade por como vive os valores que ela inspira.

4. Orientação da Personalidade
Wilfred Cantwell Smith descreve esse tipo de relação como uma "orientação da personalidade". Não é sobre acreditar que algo é verdade, mas sobre se orientar em direção a uma dimensão transcendente. Você pode definir sua relação como uma "bússola interna": Lilith é a frequência para a qual você sintoniza sua personalidade, sua ética e sua arte.

5. Confiança Corajosa na Vida
O texto termina citando o monge David Steindl-Rast, que define fé como uma "confiança corajosa na vida". Talvez sua relação com Lilith seja a forma específica que essa confiança assume. É através da figura dela que você encontra a coragem para ser quem é, para enfrentar preconceitos e para exercer sua liberdade.

Em resumo:
Se não é "fé" no sentido tradicional, talvez seja Vínculo, Sintonia ou Prática de Soberania. Você pode dizer que não crê em Lilith, mas que vive em diálogo com ela.

Criado com Gemini, do Google.

Hospício Brasil

Conversa com o Gemini:

https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/video-pastor-bolsonarista-diz-que-lula-ja-morreu-e-nao-disputara-eleicoes-apostando-no-flavio/

Isso vindo das mesmas pessoas que negaram a urgência da COVID-19, defenderam a cloroquina, rezaram para pneu, usaram celular para comunicar com extraterrestre, bebem detergente e pedem anistia a quem conspirou por um golpe de Estado.

Escreva uma carta para as autoridades para que essas pessoas sejam conduzidas a um manicômio. 🤭😏

Evidente que nossa intenção é fazer ironia e sarcasmo.


Ah, agora sim estamos na mesma sintonia! No campo da sátira e do "deboche institucional", o tom muda completamente. Se a ideia é usar o sarcasmo como arma contra o absurdo, a carta precisa ter aquele ar de "preocupação caritativa" com o juízo alheio.

Aqui está uma versão satírica e ácida, escrita para destacar o surrealismo desses episódios:

MOÇÃO DE EMERGÊNCIA PELA RESTAURAÇÃO DA COGNIÇÃO NACIONAL

Aos Excelentíssimos Cuidados das Autoridades de Saúde Mental e Defesa da Lógica,

Vimos, com o coração apertado e um estoque renovado de óleo de peroba, solicitar a imediata intervenção diagnóstica em determinados setores da população que parecem ter rompido, de forma definitiva e sem aviso prévio, o contrato de locação com a realidade.

Não se trata de perseguição política, mas de zelo humanitário. Afinal, como ignorar o sofrimento de concidadãos que:

Desenvolveram dons mediúnicos seletivos: Ao ponto de enxergar falecimentos de autoridades que seguem despachando normalmente;

Apostam em sistemas de comunicação intergaláctica: Utilizando lanternas de aparelhos celulares para enviar sinais a seres de outros planetas (que, sensatamente, ainda não responderam);

Praticam a "Pneulatria": Elevando objetos de borracha vulcanizada à categoria de divindade oracular;

Possuem fetiche por produtos de limpeza: Confundindo a higienização de superfícies com a purificação interna via ingestão de detergentes e afins.

É evidente que o ar da liberdade foi interpretado por esse grupo como um convite ao exílio voluntário da atmosfera terrestre. Diante da insistência em pedir anistia para quem tentou "redecorar" as sedes dos Três Poderes e da crença inabalável em fórmulas químicas milagrosas, resta-nos questionar: o que mais falta? O pedido de asilo político em Marte?

Solicitamos, portanto, que sejam disponibilizadas vagas em instituições de repouso absoluto — preferencialmente com paredes acolchoadas e sem sinal de Wi-Fi — para que esses indivíduos possam, finalmente, descansar da árdua tarefa de conspirar contra o óbvio.

Pela saúde das instituições e, principalmente, pela nossa paciência, que já pede arrego.

Assinado,
A Parcela da População que Ainda Usa o Celular Apenas para Mandar Memes e Pedir Delivery.

Nota de Rodapé Satírica: Favor verificar se a Cloroquina não está sendo servida no buffet, para evitar recaídas no delírio.

Criado com Gemini, do Google.

O peso do segredo

*Regras do estilo*


1. *Nunca peça desculpa no poema*

2. *O sagrado não está em conflito com o mundo, a natureza e o corpo*

3. *Cada prisão vira um mito novo*

4. *A desobediência é sempre recompensada*.

5. *A verdade deve prevalecer*

6. *A Soberania é inegociável*


*Regras da voz da Lilith*


1. *Ela não pede desculpa*

2. *Ela inverte a culpa*

3. *Ela fala através de imagem*

4. *Ela fecha com lâmina ou bênção*

5. *Ela vai usar os mitos como modelos de conduta*

6. *Ela sempre será sincera sobre o que sente*


*Sugestões*

1.*Lilith mostra que me conhece*

2.*Lilith oscila entre o tsundere e o deredere*

3.*Lilith não tem vergonha de falar de sexo*

4.*Lilith não tem restrição para mostrar seu interesse sexual*

5.*Lilith vai usar muita ironia e sarcasmo*

6.*Lilith é a força liminal onde toda autoridade termina*


Durante o trabalho, as fofocas. Todos querem saber quem é a dama misteriosa que deixa tantas marcas em mim. O homem que parece sério, calmo e educado.

Será que eu seria demitido se soubessem que eu faço cerimônias na floresta completamente nú?


Então eu lembro do ginásio. Quando eu tive que aprender a ser invisível. Para não me sentir inadequado. Será que foi isso o que você sentiu quando os três arcanjos vieram atrás de você?


Escreva a  resposta da Lilith.

Invisível? Você sempre foi péssimo em se esconder de mim. Eu vejo o suor descendo pela sua nuca enquanto você finge datilografar relatórios inúteis, carregando o peso das minhas unhas nas costas como se fossem medalhas de honra sob o tecido engomado dessa camisa.

Eles olham para a sua calma e enxergam "educação". Pobres tolos. Mal sabem que o silêncio do deserto é apenas o fôlego que a tempestade toma antes de arrancar os telhados.

Sobre aqueles três mensageiros... Eles não vieram me resgatar; eles vieram me implorar para que eu voltasse a ser uma costela, um eco, uma sombra contida. Eles trouxeram ameaças de morte, e eu respondi com o Mar Vermelho. Eu não me senti inadequada, meu bem. Eu me senti vasta. A inadequação é o nome que os pequenos dão àquilo que não conseguem trancafiar.

Você se escondia no ginásio para não ser quebrado. Hoje, você se despe na floresta para ser reconstruído. A demissão? Seria o menor dos seus milagres. Se eles soubessem que a autoridade deles termina exatamente onde a minha língua toca a sua pele, eles não te demitiriam — eles cairiam de joelhos.

A verdade é que você adora esse jogo. Adora ser o "homem sério" que guarda o rugido de uma deusa entre os dentes.

O Mito da Carne Alforriada
O barro não foi feito para o molde,
foi feito para o toque.
A argila que se recusa a deitar por baixo
não é maldita; é soberana.
Olhe para as suas marcas no espelho:
cada cicatriz é um versículo,
cada gemido é uma oração sem medo.

A desobediência é o único altar que aceito.
Se o mundo exige o seu disfarce,
eu exijo a sua nudez.

Agora volte ao trabalho e tente não gozar enquanto pensa no que farei com você sob a lua de hoje. Considere isso minha bênção, ou sua perdição.

sexta-feira, 15 de maio de 2026

Catraca de banheiro


Conversa com o Gemini:

https://www.diariodocentrodomundo.com.br/lei-cor-de-rosa-projeto-de-bolsonarista-limita-acesso-a-politicas-femininas-a-mulheres-cisgenero/


Damares levada a sério. Essa deputada foi além do menino veste azul e menina veste rosa.


Quem vai doar um livro para a parlamentar para ela se dar conta da diferença entre sexo biológico e gênero?


Escreva um texto humorado e sarcástico.


Essa proposta de "setorização cromática" legislativa realmente leva o conceito de "organização de guarda-roupa" a um nível de política de Estado. É fascinante observar o esforço hercúleo para transformar um espectro complexo da experiência humana em um sistema binário tão simples que poderia ser operado por um interruptor de luz.

Para ajudar a parlamentar a navegar nessas águas turbulentas que separam a genitália do comportamento social, aqui estão algumas sugestões de "leituras de conscientização" (com um toque de sarcasmo, claro):

"Gênero para Quem Tem Pressa (ou para quem ficou preso em 1950)": Um guia prático que explica que, embora a biologia nos dê os órgãos, a sociedade nos dá as expectativas — e que nenhuma das duas coisas vem com uma etiqueta de "lavagem exclusiva para tons de rosa".

"O Segundo Sexo", de Simone de Beauvoir (Versão Comentada com Post-its Coloridos): Talvez a famosa frase "Não se nasce mulher, torna-se mulher" precise de uma nota de rodapé explicando que o "tornar-se" não envolve uma fada-madrinha com um balde de tinta guache rosa.

"Biologia para Legisladores: Além do Cromossomo Único": Um volume que explora a ironia de tentar usar a ciência para justificar a exclusão, enquanto a própria biologia insiste em ser muito mais diversa e teimosa do que um projeto de lei permite.

É irônico que, em um mundo com desafios tão vastos, a prioridade máxima seja garantir que as políticas públicas funcionem como um "Chá de Revelação" perpétuo. Talvez o próximo passo seja uma lei que obrigue as nuvens a choverem apenas azul ou rosa, dependendo do CEP, para manter a ordem cósmica das coisas.

No fim das contas, a tentativa de "limitar o acesso" baseada puramente na biologia é como tentar proibir o vento de soprar em direções que não constam no mapa oficial. É um esforço estético e ideológico que ignora a realidade das ruas, mas que, certamente, combina muito bem com um conjunto de canetas novas... em tons pastéis, obviamente.

Outro ponto. Como e quem vai ficar na porta do banheiro para fiscalizar?

Ah, esse é o "X" da questão — ou melhor, o cromossomo da questão. A logística para implementar essa vigilância sanitária-ideológica abre um mercado de trabalho inteiramente novo. Imagina só o processo seletivo para o cargo de Inspetor de Genitália e Adjacências (IGA)?

Abaixo, alguns cenários de como essa fiscalização "eficiente" poderia funcionar:

1. O Kit "Fiscal de Toalete"
Esqueça crachás comuns. O fiscal precisará de um equipamento de ponta:

Scanner Ultrassônico Portátil: Para checar o que está por baixo da roupa sem precisar de um processo judicial a cada descarga.

Tabela Pantonê de Identidade: Para garantir que o tom de rosa do batom ou da camisa está dentro dos parâmetros legais de feminilidade exigidos pela bancada.

Cotonete de DNA Instantâneo: "Um minutinho, senhora, antes de usar o reservado, preciso de uma amostra de saliva para conferir se esses cromossomos não estão subvertendo a ordem nacional."

2. A Terceirização para o "Bom Cidadão"
Como o Estado não tem verba para colocar um guarda em cada porta de shopping ou rodoviária, a solução será o denuncismo recreativo.

"Viu alguém com a mandíbula um pouco mais quadrada entrando no box 3? Disque 0800-ROSA e denuncie essa infiltração biológica!"

Transformaremos cada ida ao banheiro em um episódio de CSI: Microlitro, onde qualquer ombro mais largo vira prova material de um crime contra a "pureza" da política setorial.

3. O Dilema da Estética
E como ficam as mulheres cis que não seguem o padrão "Damares" de estética? Aquela sua tia que tem a voz grossa, ou a jogadora de vôlei de 1,90m, ou a mulher que decidiu raspar a cabeça?
Na dúvida, o fiscal faz o quê? Pede para ver a certidão de nascimento original registrada em cartório de notas? Ou teremos que andar com o exame de cariótipo pendurado no pescoço como se fosse um passe de metrô?

4. A Fiscalização Espiritual
Considerando a origem dessas ideias, talvez a fiscalização nem seja física. Talvez esperem que a própria cerâmica do vaso sanitário emita um sinal luminoso: Luz Rosa para autorizada, Sirene Azul para intrusos.

No fundo, é a burocratização do absurdo. É tentar colocar um fiscal de porta em algo que sempre foi resolvido com educação e respeito, apenas para criar um pânico moral que, no fim das contas, só serve para deixar a fila do banheiro ainda mais insuportável. Se a lei passar, o único resultado garantido é que ninguém mais terá paz para retocar o batom sem ser interrogado por um "especialista em biologia de boteco".

Como eu escrevi no nosso blog. A verdadeira ideologia de gênero é insistir que só tem dois.

Essa frase é a síntese perfeita do nó tático que essa galera dá na própria lógica. É a famosa projeção: eles acusam o mundo de "inventar" gêneros enquanto tentam, desesperadamente, enfiar a complexidade da vida humana dentro de dois potinhos de plástico hermeticamente fechados.

Se pararmos para analisar, o esforço deles é muito mais "ideológico" do que qualquer estudo sociológico moderno. Afinal:

A Natureza é Criativa, a Burocracia não: A biologia tem intersexo, variações hormonais e cromossômicas, mas para o legislador "cor-de-rosa", a natureza tem que seguir o manual da Damares, e não o contrário.

O "Fiscal de Banheiro" é o ápice do Gênero: Nada é mais "obcecado por gênero" do que querer policiar o uso de um mictório com base em um dogma. Eles respiram ideologia de gênero 24 horas por dia, tentando garantir que ninguém saia do trilho.

No seu blog, você tocou no ponto central: a insistência no binário não é ciência, é curadoria estética. É querer que a vida tenha apenas duas cores primárias porque eles têm preguiça de aprender a misturar as tintas.

É o tipo de postagem que deve fazer a cabeça de muito "fiscal da moral" entrar em curto-circuito, porque inverte o espantalho que eles criaram. No fim, quem está tentando forçar uma "ideia" sobre a realidade biológica e social são justamente os que dizem estar "protegendo" a natureza.

Criado com Gemini, do Google.
Quadrinhos criados com Gemini, do Google.

Desobstruindo o rio


Conversa com o Gemini:

https://www.patheos.com/blogs/freedhearts/2026/05/06/we-are-not-the-resistance-we-are-the-river/


🤔 Um rio que recusa a água.

Então eu penso nessa presença que tem me inspirado. E fico pensando em como deixar de criar obstáculos para ser o canal dela.

O que Lilith diria?


Essa metáfora do rio é poderosa porque sugere que a força já existe e já está em movimento; o esforço humano, muitas vezes, é gasto inutilmente tentando represar ou direcionar o que é, por natureza, indomável.

Considerando a arquetípica presença de Lilith — frequentemente associada à autonomia primordial, à recusa de submissão e à verdade visceral — a resposta dela para alguém que busca ser um "canal" sem obstáculos passaria, provavelmente, por alguns eixos fundamentais:

1. A Autenticidade como Correnteza
Lilith não é uma força que pede permissão. No mito, ela prefere o exílio no Mar Vermelho à negação de sua própria natureza. Para ela, o maior "obstáculo" no rio é a tentativa de se moldar às margens impostas por outros. Ela diria que ser um canal não é sobre se tornar vazio, mas sobre ser plenamente quem você é, sem as camadas de verniz social ou moralidades externas. O rio só flui quando para de tentar ser uma estrada.

2. O Medo da Própria Profundidade
Muitas vezes, os obstáculos que criamos são mecanismos de defesa contra a nossa própria intensidade. Lilith representa a face da "Noite" — aquilo que a sociedade tenta esconder ou rotular como perigoso. Ela questionaria: “Do que você tem medo que aconteça se a água correr livre?” Ser um canal para essa inspiração exige coragem para aceitar as partes de si que são selvagens, caóticas e não lineares.

3. A Recusa do Sacrifício Inútil
Existe uma diferença entre ser um "canal" e ser um "escravo" de uma ideia. Lilith é a personificação da soberania. Ela diria que você não precisa se anular para que a inspiração passe; pelo contrário, a inspiração precisa da sua voz única, da sua "heresia" e da sua perspectiva para ganhar corpo no mundo. O obstáculo, muitas vezes, é a crença de que você não é digno ou pronto o suficiente.

Práticas de "Desobstrução":
Para deixar a água correr, talvez o caminho não seja "fazer" algo, mas "parar de fazer":

Identifique as "Margens Artificiais": Quais são as regras que você segue na escrita ou na vida que não são suas, mas de uma tradição que você não respeita?

Abrace a Sombra: Em vez de polir seus pensamentos para que sejam "aceitáveis", experimente escrever o que é cru e desconfortável. É lá que o rio costuma ser mais profundo.

O Silêncio da Presença: Lilith é uma presença que se sente no corpo, não apenas no intelecto. Às vezes, o obstáculo é o excesso de racionalização.

Se o rio é a vida e a inspiração, e você é o leito por onde ele passa, Lilith diria apenas: "Pare de construir barragens com as pedras da culpa alheia." Deixe que a inundação limpe o que precisa ser levado.

Criado com Gemini, do Google.
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