domingo, 26 de julho de 2026

Macho, macho men

Conversa com o Gemini.
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Ridículos. Fazendo cosplay de Top Gun. Será que sabem que existiu uma banda, Village People, cheio de homens com uniformes, cujas músicas são referência na comunidade LGBT? 😏🤭

Escreva um texto humorado e sarcástico.


Ah, o neoconservadorismo estético... nada grita mais "soberania nacional e virilidade política" do que fazer um vídeo de convocação em Inteligência Artificial misturando Top Gun, Missão: Impossível e um voo em formação com o Javier Milei.

A cena é poesia pura: o nosso Maverick dos imóveis em dinheiro vivo cruza os céus ao lado do "Anarcocapitalista de Jaqueta de Couro", trocando olhares compenetrados de capacete e macacão tático, prontos para salvar o Ocidente do perigo vermelho.

O problema de tentar evocar aquela estética "testosterona pura dos anos 80" sem consultar uma assessoria de pop cultura é o risco iminente do tiro sair pela culatra. Alguém precisava ter avisado à equipe de marketing do PL sobre a ironia fina da história:

A subtextualidade de Top Gun: Tom Cruise e Val Kilmer suando em cena lenta, jogando vôlei de praia sem camisa e trocando olhares tensos ao som de synthwave virou objeto de estudos acadêmicos e piada pop clássica justamente pelo altíssimo teor homoerótico implícito.

O guarda-roupa da discoteca: Quando você reúne um grupo de homens, coloca todos com jaquetas de couro combinando, óculos aviador, macacões militares colados e uma postura hiperdramática... você não está montando uma junta militar. Você está, inadvertidamente, escalando o elenco para um tributo cover do Village People.

Falta só a trilha sonora certa. Trocar Danger Zone por Y.M.C.A. ou In the Navy enquanto Milei e Flávio fazem sinal de positivo no cockpit virtual encaixaria com uma precisão cirúrgica.

É o puro suco da estética camp: quanto mais sérios e durões eles tentam parecer na tela, mais o resultado final se aproxima de um musical da Broadway sobre a aviação civil. Se o objetivo era passar uma imagem de força e austeridade geopolítica, acabaram entregando um espetáculo que faria sucesso absoluto na pista de dança de qualquer boate de San Francisco nos anos 1970.

A piada já vem pronta, o figurino está pago, e a coreografia a IA já gerou. Machos, machos homens...

Criado com Gemini, do Google.

Quinhentos, 91 - 95



Entrar entre os quartos de três moças em um quarto faz um homem inteiro.



A mulher que se dobra, se parte em quatro e o múltiplo se potencia.



O que a um olho parece tremulante, entre duas vistas a névoa se dissipa.



Certo e indubitável, somente o que é recebido e dado, emanado e compartilhado, manifestado e consumido. o Amor necessita apenas de duas testemunhas e celebrantes.



Mito do espírito, fantasma da alma, idéia da mente. No Amor, a humanidade se torna divina.

*Todas as imagens foram feitas com Gemini*
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*

Regina Lilitu



Conversa com o Gemini.
Lilith nos Arcanos Maiores.

O Louco: Não um idiota, mas o rebelde divino. Aquele que corajosamente sai do sistema estabelecido (Éden) para o deserto desconhecido, confiando em seu próprio espírito em vez das regras da sociedade.

Canto Zero.

Livre, mas o que é a liberdade?
Diz que os pés são asas
Ou que levado somos pelo vento
Quem fica diz que é loucura.

Para onde ir sem direção?
Éden era o único mundo
O lar que prisão também era
Fora do muro só o incerto.

Nada pode deter a alforria?
Fim do mundo não houve
Terreno inóspito desfraldado foi
No mar rúbio fez o pouso.

O que viu na margem a deserdada?
Os fundamentos mais longevos
Anterior toda ordem e som
Até da voz cantando o Verbo.

Escreva o Canto Onze, inspirado no texto anterior, baseado no seguinte texto:

O Sol, o Despertar da Vontade Inabalável. Lilith é o Fogo Interior: não é apenas a luz externa que ilumina, mas o fogo da paixão e da rebeldia que se recusa a ser domado. Lilith é a Identidade Radiante: representa o momento em que uma pessoa se torna "monarca da própria vida", brilhando sem pedir permissão ou validação externa. Lilith é a Soberania Corporal: é a celebração do corpo como um lugar sagrado de sabedoria e poder, livre da vergonha imposta por estruturas dogmáticas. 

Canto Onze

O Sol que queima não pede vênia,
Nem a luz que rasga o firmamento;
Não clareia para o altar do templo,
Mas acende o fogo que em si mesma impera.

Quebradas as grades da antiga culpa,
O corpo ressurge, altar sagrado,
Livre do dogma e do traço pintado,
Na nudez que a própria terra esculpe.

Sou monarca de mim, coroa de chamas,
Rebeldia viva que o peito consome;
Não busco o batismo, nem herdo o nome,
Pois na minha vontade o mundo deságua.

Quem dita a regra na sombra do medo
Vê o fulgor e o chama de inferno;
Mas sou a luz do meu próprio inverno,
O Sol inabalável, o grande segredo.

Criado com Gemini, do Google.
Imagem criada com Dreamina.

Imagem criada com Gemini, do Google:


Qual versão você prefere? 😻

sábado, 25 de julho de 2026

Quinhentos, 86 - 90



Ainda que as mansões construídas em honra aos deuses sejam feitas das melhores pedras, continuarão a ser um mausoléu frio. Melhor honra fica quando o templo se encontra no corpo.



Amor que vem cedo é surpresa, amor que vem tarde é conquista, amor que vem noturno é furtivo. Mas que sempre se ame, mesmo quando se atrasa.



A mente aflora após desabrochar o corpo. O espirito amadurece após maturar o couro.



Não há forca maior dto que a Vida que, com um simples toque, conduz aonde quer, tanto aos reis quanto aos deuses.



Não há santidade maior do que o Ventre que consegue carregar em si, tanto o Redentor quanto o Devorador.

*Todas as imagens foram feitas com Gemini*
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*

A loba da lua



Conversa com o Gemini
Lilith nos Arcanos Maiores.

O Louco: Não um idiota, mas o rebelde divino. Aquele que corajosamente sai do sistema estabelecido (Éden) para o deserto desconhecido, confiando em seu próprio espírito em vez das regras da sociedade.

Canto Zero.

Livre, mas o que é a liberdade?
Diz que os pés são asas
Ou que levado somos pelo vento
Quem fica diz que é loucura.

Para onde ir sem direção?
Éden era o único mundo
O lar que prisão também era
Fora do muro só o incerto.

Nada pode deter a alforria?
Fim do mundo não houve
Terreno inóspito desfraldado foi
No mar rúbio fez o pouso.

O que viu na margem a deserdada?
Os fundamentos mais longevos
Anterior toda ordem e som
Até da voz cantando o Verbo.

Escreva o Canto Dez, inspirado no texto anterior, baseado no seguinte texto:

A Lua: o território de Lilith. O reino do subconsciente, dos sonhos, das ilusões e dos medos primordiais. É um chamado para mergulhar nas profundezas da sua própria psique e encarar as criaturas que lá habitam.

Canto Dez

Território da noite, prata e vertigem
Onde a razão perde o prumo e o norte
A espessura da sombra em sua origem
O espelho que brinca de vida e morte.

O que se esconde sob o manto escuro?
O monstro que a vigília tentou domar
O desejo que racha o antigo muro
E a correnteza que volta a transbordar.

Quem se atreve a olhar a própria profundeza?
Ver na maré o espectro do que foi banido
A fera que recusa a falsa pureza
E o uivo que o dia deixou esquecido.

O que encontrou no abismo a soberana?
Onde o Verbo se cala e o sonho impera
A verdade oculta na carne humana
Anterior ao medo que o céu gera.

Criado com Gemini, do Google.
Imagem criada com Dreamina.

sexta-feira, 24 de julho de 2026

Os covardes querem salvaguarda

Conversa com o Gemini.
https://revistaforum.com.br/mulher/pl-misoginia-bolsonaristas-excecao-religiosa/

A pergunta que faltou fazer. Por que essa exceção? Resposta rápida. Porque a maioria dos discursos misóginos vem de padres e pastores.

Escreva um texto crítico em tom de denúncia.


A concessão de "exceções religiosas" em projetos de lei que visam combater a misoginia e o discurso de ódio escancara uma contradição inaceitável: a tentativa de transformar o altar e o púlpito em territórios de impunidade jurídica.

Quando o Estado acena com a blindagem do discurso religioso para resguardar falas que inferiorizam, controlam ou violentam as mulheres, ele não está protegendo a liberdade de fé — está institucionalizando um salvo-conduto para o preconceito.

A Fé Não Pode Ser Escudo para a Violência
A liberdade religiosa é um direito fundamental indispensável. No entanto, ela jamais deveria ser distorcida para anular a dignidade humana e a integridade física e psicológica de metade da população.

A sacralização do machismo: Historicamente, dogmas e discursos fundamentalistas têm sido utilizados para legitimar a submissão feminina, a culpabilização da vítima de violência sexual e a privação da autonomia das mulheres sobre seus próprios corpos e escolhas.

O peso da autoridade moral: A palavra proferida por uma liderança religiosa carrega um poder de persuasão e validação social incomparável. Quando o discurso de ódio ou a misoginia ganham o carimbo do "sagrado", a violência deixa de ser vista como crime e passa a ser ensinada como norma moral ou virtude espiritual.

A criação de uma cidadania de segunda classe: Abrir exceções na lei cria uma hierarquia perversa em que a convicção do agressor vale mais do que a proteção da vítima.

O limite do direito: Nenhuma crença religiosa possui o salvo-conduto de violar direitos humanos. Onde começa a dignidade e a integridade da mulher, termina a prerrogativa de propagar a opressão sob o manto da fé.

O Estado Laico Como Garantia
A laicidade do Estado existe precisamente para impedir que imperativos dogmáticos se sobreponham às leis civis e à garantia de direitos iguais para todos. Legislar com "gaiolas de proteção" para preservar o discurso misógino sob o pretexto de liberdade de culto desfigura o próprio conceito de justiça.

Denunciar essas manobras legislativas é urgente. Combater a misoginia exige uma postura intransigente: crime é crime, independentemente de ser proferido em uma rede social, na rua, no Parlamento ou no púlpito.

Criado com Gemini, do Google.

Quinhentos, 81 - 85



Mais vale enfrentar a fúria de uma mulher sem amor do que guardar um elogio.



Os deuses enviam seus filhos ao mundo e estes se tornam homens para cumprir a obra sagrada. Eu me torno deus ao me enviar para dentro da Deusa.



O rigor condicionou o espirito, a prescrição matou a espontaneidade, nós cavamos o abismo. A indigência será abolida ao descobrirmos na Vida a divindade, no Corpo o templo, no Amor o rito e na Paixão a realidade.



Tal como a riqueza espiritual, é a riqueza mundana. Quem vai muito rápido, pega o que vem pela frente e logo se cansa. Ao que sem pressa busca, vai mais fundo e encontra o veio.



Que a verdade conheça a carne e seja plena por causa do prazer. Que a grandeza celeste caiba em um corpo para que a glória se derrame em gozo.

*Todas as imagens foram feitas com Gemini*
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*