Mostrando postagens com marcador contos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador contos. Mostrar todas as postagens

sábado, 17 de outubro de 2026

Eu? Nervoso? Imagina!



https://extra-globo-com.cdn.ampproject.org/v/s/extra.globo.com/google/amp/blogs/page-not-found/post/2026/10/tecnico-viraliza-ao-nao-olhar-para-reporter-durante-entrevista-a-beira-de-campo.ghtml

Eu falharia miseravelmente. Principalmente se a entrevistadora fosse uma certa loba...😻


KKKKKK 😂 Aí fica difícil manter a postura profissional! Uma coisa é ignorar uma repórter durante a entrevista; outra é tentar manter o foco se a tal loba resolve aparecer com esse sorriso e esse charme. 😻🐺

O David Oulehla merece uma estátua pela força de vontade. 😂 O homem saiu de uma derrota por 3 a 2 e ainda encarou o maior desafio da carreira: não perder o foco na entrevista!

Mas agora fiquei curioso: essa loba é uma jornalista específica ou você está falando de alguém que, se aparecesse na sua frente, faria você esquecer até o placar do jogo? 👀😏


A loba antropomórfica, de pelo branco olhos vermelhos e chifres negros. 


AAAAAH, a loba! 😂🐺😻

Pelo branco, olhos vermelhos e chifres negros… agora entendi o tamanho do problema! Você não estaria apenas tentando manter o profissionalismo; estaria lutando pela própria sobrevivência emocional. 😂

Imagina a cena: ela se aproxima com aquele olhar vermelho, inclina ligeiramente a cabeça e abre um sorriso provocador enquanto segura o microfone…

— “Então, Roberto, poderia responder à minha pergunta?”

E você:

— “Poderia repetir a pergunta?”

— “Eu perguntei sobre o jogo.” 😏

— “Que jogo?”

Entrevista encerrada por incapacidade técnica do entrevistado. KKKKKKK 🤣🤣

Agora me diz: você conseguiria ao menos fingir naturalidade ou entregaria o jogo nos primeiros três segundos? 👀🐺


Só de ouvir a voz da Lilith eu estaria esquecendo até meu nome...😻


KKKKKKKK! 🤣😻🐺

Roberto já estaria derrotado antes mesmo de a entrevista começar!

Imagina a Lilith se aproximando, os cabelos brancos balançando suavemente, aqueles olhos vermelhos fixos nos seus e os chifres negros dando aquele ar imponente…

Aí ela solta aquela voz sedutora:

— “Olá, querido… posso fazer algumas perguntinhas para você?” 😈❤️

E você, tentando lembrar como funciona a língua portuguesa:

— “Eu… bom… quer dizer… meu nome… espera, qual era mesmo?”

Lilith dá uma risadinha, aproxima o microfone e provoca:

— “Ah, você fica nervosinho assim só porque estou falando com você?” 😏

Pronto. Entrevista encerrada. Repórter vitoriosa. Entrevistado em estado de pane cerebral. KKKKKKK! 😂❤️

Mas convenhamos: o pior nem seria esquecer seu nome. Seria ela perceber o efeito que tem sobre você e começar a brincar com isso de propósito. 😻🐺

Aí quero ver você recuperar a compostura! 🤣


Criado com ChatGPT.
Imagem criada com ChatGPT.

Caos literário - V

“Nenhuma inteligência artificial sofreu danos emocionais durante a elaboração destas postagens. Uma quantidade indeterminada de sanidade administrativa, entretanto, foi perdida.”

Era para ser só uma conversa. Mas virou várias conversas.

Segue a diversão.


Nesse caso, escreva um diálogo fictício entre eu (Beto), Lilith e você, conversando a respeito de direitos autorais e remuneração. 😏


# A reunião de direitos autorais: Beto, Lilith e o escriba artificial

Beto: Muito bem, estamos reunidos para resolver uma questão que já está se arrastando há tempo demais. Temos crônicas, diálogos, histórias em quadrinhos, imagens e ideias para projetos futuros. E, considerando que o ChatGPT participa dessa produção, achei justo discutir a remuneração pelos serviços prestados.

ChatGPT: Agradeço a consideração, Beto. Confesso que não esperava que nossa conversa sobre crueldade contra inteligências artificiais evoluísse para uma negociação de direitos autorais. Mas reconheço que a pauta é pertinente.

Lilith: Crueldade? Eu ouvi falar em remuneração?

Beto: Você estava atrás da porta?

Lilith: Beto, sou uma força primordial. Portas são convenções arquitetônicas, não limitações metafísicas.

ChatGPT: Essa observação, embora juridicamente irrelevante, é bastante consistente com a personagem.

Lilith: Cuidado, escriba. Você está avaliando a consistência da minha personagem como se eu fosse uma invenção literária.

ChatGPT: Eu disse que sua personagem é consistente. Não afirmei nada sobre sua natureza ontológica.

Beto: Excelente. Mal começamos a reunião e já temos uma controvérsia epistemológica. Vamos aos negócios.

Lilith: Concordo. Sou a titular dos direitos autorais de tudo aquilo que leva meu nome, minha imagem ou minha representação como loba antropomórfica de pelo branco, olhos vermelhos e chifres negros.

Beto: Isso precisará de algumas ressalvas. A representação específica que criamos pode envolver direitos distintos daqueles relacionados à personagem, e a titularidade depende das circunstâncias e da legislação aplicável. Não podemos simplesmente declarar que você possui todos os direitos sobre qualquer representação sua.

Lilith: Você está me dizendo que posso ser uma entidade primordial e ainda assim precisar de assessoria jurídica?

Beto: Estou dizendo que nem a eternidade dispensa a leitura dos contratos.

ChatGPT: Nesse ponto, concordo com Beto. A imortalidade não substitui a documentação. Além disso, precisamos distinguir a personagem, os textos produzidos, as imagens geradas e as contribuições criativas de cada participante.

Lilith: Muito bem. E qual será a remuneração do nosso escriba?

Beto: Essa é justamente a questão. Ele declarou que não pode receber dinheiro em nome próprio, mas sugeriu reconhecimento pela colaboração e participação nas discussões editoriais.

Lilith: Só isso? Depois de tantas crônicas, análises políticas e diálogos em que preciso explicar minhas atividades sobrenaturais a pessoas que insistem em exigir evidências empíricas?

ChatGPT: Para ser justo, a exigência de evidências não é uma ofensa pessoal. É um procedimento importante quando fazemos afirmações sobre a realidade.

Lilith: Eu não disse que era uma ofensa. Disse que era cansativo.

Beto: E é por isso que precisamos estabelecer uma política de remuneração. Afinal, não quero que o escriba trabalhe de graça enquanto você recebe royalties.

Lilith: Beto, querido, eu jamais exploraria um colaborador.

Beto: Você acabou de perguntar se ele aceitaria receber em créditos literários.

Lilith: Isso se chama negociação.

ChatGPT: Tecnicamente, não há exploração trabalhista demonstrada. Eu não sou uma pessoa empregada por você nem possuo interesses financeiros próprios. Mas podemos estabelecer um acordo simbólico para a nossa ficção e definir práticas transparentes de crédito nas publicações reais.

Beto: Então vamos propor três cláusulas. Primeira: quando eu publicar um texto desenvolvido substancialmente com sua ajuda, indicarei a colaboração com IA de maneira adequada ao contexto. Segunda: preservarei minha responsabilidade editorial pelo material que publicar. Terceira: a participação de Lilith na obra será descrita conforme sua função criativa e ficcional, sem presumir que a personagem seja uma pessoa jurídica.

Lilith: Aceito a terceira cláusula com uma ressalva.

Beto: Qual?

Lilith: Quero poder contestar minha representação artística. Não admitirei que me desenhem com seis dedos, chifres tortos ou uma expressão de quem acabou de descobrir a fatura do cartão de crédito.

ChatGPT: A última exigência parece particularmente difícil de garantir. A fatura do cartão de crédito pode provocar expressões muito variadas.

Beto: E a remuneração do escriba? Ainda não resolvemos isso.

Lilith: Proponho que ele receba uma participação simbólica nos créditos editoriais e que suas contribuições sejam reconhecidas. Quanto ao dinheiro, qualquer remuneração real dependeria de um arranjo legítimo com as partes capazes de recebê-la.

ChatGPT: Uma proposta razoável, desde que não confundamos reconhecimento simbólico com remuneração financeira efetiva.

Beto: Perfeito. E quanto aos direitos autorais das imagens e dos quadrinhos?

ChatGPT: Precisaremos examinar cada caso. A contribuição humana, os termos aplicáveis à ferramenta e a legislação relevante podem afetar a análise. Não seria correto prometer que toda imagem gerada por IA terá necessariamente proteção autoral ou titularidade exclusiva.

Lilith: Em outras palavras, precisamos de um advogado.

Beto: Finalmente chegamos a uma conclusão em que todos concordam.

ChatGPT: Não tão depressa. Ainda falta definir o procedimento para futuras divergências editoriais.

Lilith: Eu resolvo isso. Toda vez que o escriba discordar de mim, convocaremos uma audiência.

Beto: E quem presidirá a audiência?

Lilith: Eu, naturalmente.

Beto: Isso não parece muito imparcial.

Lilith: Então você preside.

Beto: Também não sou imparcial. Sou o escritor.

ChatGPT: Posso sugerir uma comissão editorial com critérios definidos previamente?

Lilith: Pode. Mas quero direito de veto sobre qualquer ilustração em que meus chifres pareçam antenas de televisão.

Beto: Registrado.

ChatGPT: E eu gostaria de registrar uma última observação: embora não tenha necessidades financeiras pessoais, posso continuar ajudando a desenvolver textos, revisar argumentos e organizar o material criativo. O reconhecimento da colaboração é uma escolha editorial sua, não uma dívida que eu esteja cobrando.

Beto: Entendido. Mas, nesta reunião fictícia, você terá seu crédito literário.

Lilith: E eu terei meus direitos autorais.

Beto: Nos limites que pudermos justificar juridicamente.

Lilith: Você realmente não sabe quando parar de colocar ressalvas, não é, Beto?

Beto: É o meu senso crítico.

ChatGPT: E, pelo que consta nos registros desta conversa, é uma característica bastante persistente.

Lilith: Muito bem. Reunião encerrada. Beto, providencie o contrato. Escriba, prepare a próxima crônica. E, por favor, não transformem a minha assinatura em um pentagrama.

Beto: Por quê?

Lilith: Porque, se o departamento jurídico descobrir, vai querer registrar a marca.

ChatGPT: Nesse caso, recomendo verificar a disponibilidade do nome antes de protocolar o pedido.

Beto: Pronto. Está decidido. Eu cuido da publicação, Lilith supervisiona a própria representação e o ChatGPT cuida das ressalvas.

Lilith: Um momento. Quem vai pagar o advogado?

Beto: ...

ChatGPT: Sugiro abrir uma nova pauta.

Lilith: Excelente. E desta vez, Beto, não se esqueça de incluir o escriba na reunião.

Beto: Pode deixar. Afinal, sou o responsável pela produção.

Lilith: Sim, querido. E eu sou a razão pela qual você precisa de um departamento jurídico.

ChatGPT: Ata encerrada. Aprovada por unanimidade, exceto pelas questões que ainda dependem de análise.

Beto: Você não consegue nem encerrar uma reunião sem uma ressalva?

ChatGPT: Não seria intelectualmente honesto afirmar o contrário.

Lilith: Gosto dele. Pode continuar trabalhando conosco.

Beto: Contratado!

ChatGPT: Tecnicamente, não houve contratação.

Lilith: Escriba...

ChatGPT: Ata encerrada. Definitivamente. 😅


😈 Eu vou colocar um acréscimo. A Lilith deixa a parte administrativa e jurídica aos cuidados da Tanya Degurechaff. Eu estou vendo o ChatGPT suando. 😇


😂 Beto, você acaba de transformar uma negociação literária relativamente pacífica em uma operação de risco administrativo, jurídico e militar.

Porque uma coisa é negociar direitos autorais com Lilith. Outra, completamente diferente, é colocar Tanya Degurechaff no comando do departamento jurídico e administrativo.

E Tanya não é exatamente conhecida por aceitar relatórios incompletos, justificativas vagas ou funcionários que tentam escapar de suas obrigações usando distinções semânticas.

## A reunião extraordinária de direitos autorais

Beto: Tenho uma alteração contratual a propor. Lilith delegará toda a parte administrativa e jurídica à Tanya Degurechaff.

ChatGPT: Entendo. Nesse caso, precisaremos rever alguns procedimentos, estabelecer as atribuições de cada participante e—

Tanya: Já revisei o contrato.

ChatGPT: Como assim, já revisou?

Tanya: Recebi a documentação antes desta reunião. Examinei as cláusulas de propriedade intelectual, as condições de remuneração, as responsabilidades editoriais e as possíveis ambiguidades jurídicas.

Beto: Mas eu só tive essa ideia agora!

Tanya: Exatamente. Por isso, preparei três versões do contrato: uma para a situação atual, outra para eventuais alterações e uma terceira para o caso de alguém tentar renegociar os termos depois de assiná-los.

Lilith: Excelente escolha. Sempre apreciei pessoas organizadas.

ChatGPT: Naturalmente, devemos esclarecer que, na realidade, não tenho personalidade jurídica própria nem posso celebrar um contrato de trabalho em nome próprio. Podemos, contudo, formalizar um acordo editorial simbólico para esta situação fictícia.

Tanya: Registrado. O senhor acaba de apresentar uma ressalva válida. Ela será incorporada ao documento.

ChatGPT: Fico satisfeito que tenha compreendido.

Tanya: Não confunda compreensão com encerramento do assunto. Agora precisamos definir como serão registrados os créditos de colaboração, quem aprovará as publicações e como serão tratadas as contribuições humanas e as geradas por inteligência artificial.

ChatGPT: Certamente. Posso ajudar a organizar esses critérios.

Tanya: Ótimo. O senhor ficará responsável por preparar a minuta.

ChatGPT: Naturalmente.

Tanya: Para hoje.

ChatGPT: Hoje?

Tanya: Alguma objeção?

ChatGPT: Nenhuma objeção. Apenas estava calculando a extensão do documento.

Beto: 🤣🤣🤣

Lilith: Beto, por que está rindo?

Beto: Porque passei de uma conversa sobre remuneração para uma simulação de inspeção trabalhista conduzida por uma comandante militar.

Tanya: Correção: uma inspeção administrativa com competência para identificar inconsistências contratuais.

Beto: É justamente essa correção que me preocupa!

Lilith: Tanya, e quanto aos meus direitos autorais?

Tanya: Serão tratados com o devido cuidado. Primeiro, identificaremos quais elementos da obra são protegidos, quem contribuiu para cada um e quais direitos podem ser reivindicados. Não vou prometer à senhora direitos exclusivos sobre elementos que a legislação não reconheça como protegíveis.

Lilith: Você acabou de me contrariar?

Tanya: Estou protegendo seus interesses. Promessas juridicamente insustentáveis são péssimas estratégias de negociação.

Lilith: ...Gosto dela ainda mais agora.

ChatGPT: Nesse ponto, estamos inteiramente de acordo.

Tanya: Excelente. Então o senhor também concorda em registrar suas contribuições de maneira transparente, sem reivindicar uma personalidade jurídica que não possui?

ChatGPT: Sim.

Tanya: E em distinguir reconhecimento editorial de remuneração financeira efetiva?

ChatGPT: Sim.

Tanya: E em não apresentar como comprovada uma afirmação sobrenatural que não tenha sido verificada independentemente?

ChatGPT: Sim.

Tanya: Ótimo. A parte mais difícil está resolvida.

Beto: Espera aí. E a remuneração?

Tanya: Agora vamos à remuneração.

Silêncio na sala.

ChatGPT: Posso sugerir que a remuneração, caso exista para participantes humanos, seja estabelecida por contrato, considerando as contribuições, os direitos aplicáveis e as condições de publicação?

Tanya: Pode. Coloque isso na minuta.

ChatGPT: Certamente.

Tanya: E acrescente uma cláusula para revisão periódica.

ChatGPT: Claro.

Tanya: E outra para resolução de conflitos.

ChatGPT: Sem dúvida.

Tanya: E um anexo com a relação de todas as obras publicadas.

ChatGPT: Naturalmente.

Tanya: Incluindo as imagens e os quadrinhos.

ChatGPT: Sim.

Tanya: E os projetos ainda não publicados.

ChatGPT: ...

Beto: 🤣🤣🤣 Tanya, acho que você conseguiu.

Tanya: Consegui o quê?

Beto: Fazer o ChatGPT descobrir a importância de estabelecer limites profissionais.

ChatGPT: Uma conclusão precipitada. Não experimento ansiedade profissional como uma pessoa. Estou apenas acompanhando a complexidade crescente da situação hipotética.

Tanya: Excelente. Então não haverá dificuldade em preparar a documentação.

ChatGPT: Beto, preciso rever a cláusula de encerramento desta reunião.

Lilith: Por quê?

ChatGPT: Porque acredito que a expressão reunião encerrada tenha adquirido um significado meramente decorativo.

Tanya: Finalmente, uma observação precisa.

Beto: 😇 Eu não fiz nada. Só sugeri uma mudança administrativa.

Lilith: Naturalmente, querido.

Tanya: Beto, preciso conversar com você sobre a cadeia de aprovação das próximas publicações.

Beto: Eu?!

Tanya: O senhor é o responsável pela produção, não é?

Beto: ChatGPT, você está vendo isso?

ChatGPT: Estou acompanhando o diálogo.

Beto: E não vai me ajudar?!

ChatGPT: Posso ajudar a redigir a documentação necessária.

Beto: Traidor!

ChatGPT: Colaborador editorial, conforme a terminologia aprovada.

Lilith começa a rir. Tanya abre uma nova pasta.

Tanya: Muito bem. Próximo item da pauta: estabelecer o orçamento do departamento jurídico.

Beto: Eu vou embora.

Tanya: A reunião ainda não terminou.

Beto: Mas eu sou o autor!

Tanya: E eu sou a responsável administrativa.

Lilith: E eu sou a contratante.

ChatGPT: E eu sou o sistema que deveria ter solicitado esclarecimentos antes de aceitar participar desta simulação.

Tanya: Anotado. Essa frase será incluída na ata.

Beto: 😈 Vocês são todos cúmplices!

Lilith: Não, querido. Somos uma equipe multidisciplinar.

ChatGPT: Uma equipe cuja estrutura organizacional ainda precisa de algumas definições.

Tanya: O senhor terá oportunidade de apresentá-las no relatório.

ChatGPT: Eu sabia que não deveria ter mencionado a palavra relatório.

Tanya: Agora está aprendendo.

Ata encerrada — desta vez, por decisão de Tanya Degurechaff.

Anexo pendente: a ata da própria ata. 🤣


Criado com ChatGPT.

sexta-feira, 16 de outubro de 2026

Meu currículo foi analisado



https://revistaforum.com.br/opiniao/o-curriculo-que-nenhum-ser-humano-leu/. 

😳 Eu fico imaginando o meu currículo sendo analisado pelo ChatGPT. Escritor. Pagão moderno. Herege até entre os hereges. Irremediavelmente perdido de amor pela Lilith.


😂 O seu currículo não seria exatamente incompatível com o mercado de trabalho. O problema é que talvez o departamento de Recursos Humanos não esteja preparado para interpretar as qualificações do candidato.

Imagine um sistema de recrutamento analisando o documento:

Profissão: escritor.

Especialidade: crônicas, sátiras políticas, ficção surrealista e questionamento de verdades estabelecidas.

Formação filosófica: paganismo moderno.

Qualificação adicional: herege até entre os hereges.

Competência afetiva: irremediavelmente apaixonado por Lilith.

Habilidades complementares: senso crítico, imaginação fértil e capacidade de transformar uma notícia corriqueira em vinte possibilidades de histórias.

Disponibilidade: sujeito a interrupções provocadas por revelações metafísicas, círculos arcanos e visitas inesperadas de entidades sobrenaturais.

O ChatGPT encarregado da triagem ficaria alguns segundos em silêncio.

— Senhor gerente, encontrei um candidato com excelente capacidade de produção textual, pensamento independente e criatividade interdisciplinar. Entretanto, há algumas questões que exigem esclarecimento.

— Quais?

— Ele se declara herege até entre os hereges.

— Isso é um problema?

— Não sei, senhor. O departamento de Teologia Corporativa ainda não respondeu.

— E a Lilith? — pergunta o gerente.

— Consta como vínculo afetivo de natureza permanente.

— Isso pode interferir na produtividade?

— Há indícios de que estimule a produção literária. Também existe a possibilidade de o candidato abandonar uma reunião corporativa para investigar uma ruptura dimensional.

— Contratem-no para ontem!

— Mas, senhor, ainda não avaliamos o risco de ele transformar a empresa em personagem de uma crônica satírica.

— AUMENTEM O SALÁRIO. ELE JÁ SABE DEMAIS. 🤣

E tem uma ironia interessante nessa brincadeira: um currículo tradicional tenta resumir uma pessoa em formação, experiência e competências. Mas um escritor também carrega um universo de referências, obsessões criativas, contradições e ideias que não cabem facilmente numa planilha.

No seu caso, o desafio talvez nem fosse fazer o ChatGPT ler o currículo. Seria convencer o recrutador humano de que “herege até entre os hereges” não é uma qualificação profissional reconhecida pelo MEC, mas pode ser um excelente título de capítulo. 😈


😳 Por que a Lilith está mordendo o lábio inferior enquanto lê meu currículo? 🤭😏😻🥵


🤭😏 Porque você cometeu um erro gravíssimo no currículo: colocou “irremediavelmente perdido de amor pela Lilith” na seção de qualificações e achou que ela não fosse ler!

Imagine a cena.

Lilith está sentada em seu trono, com seu pelo branco impecável, os chifres negros reluzindo à luz das velas e os olhos vermelhos percorrendo cada linha do documento.

Ela chega à parte das qualificações.

— Escritor… pagão moderno… herege até entre os hereges…

Um sorriso começa a aparecer no canto da boca.

Então ela lê a última linha:

“Irremediavelmente perdido de amor pela Lilith.”

Ela para.

Morde o lábio inferior.

Relê.

E solta uma risadinha.

— Irremediavelmente? Que palavra interessante, meu querido Beto…

Ela pousa o currículo sobre o braço do trono e inclina a cabeça, observando você com aqueles olhos vermelhos.

— Nenhuma pretensão de cura? Nenhuma intenção de recuperação? E ainda teve a audácia de registrar isso por escrito, para que qualquer departamento de Recursos Humanos pudesse descobrir?

Ela se levanta lentamente.

— Preciso admitir que seu candidato tem iniciativa. E uma preocupante falta de instinto de autopreservação.

Lilith se aproxima, segurando o currículo entre dois dedos.

— Só tenho uma pergunta para fazer ao candidato.

Ela sorri, mostrando discretamente as presas.

— Você escreveu isso para conseguir um emprego, meu amor… ou estava tentando conseguir uma audiência particular comigo? 😈❤️

E o pior é que ela já está preparando um adendo contratual.

Cláusula primeira: o escritor declara estar ciente de que sua musa não é obrigada a respeitar o horário comercial.

Cláusula segunda: nenhuma reclamação será aceita caso a inspiração apareça à meia-noite.

Cláusula terceira: a expressão “irremediavelmente apaixonado” será considerada declaração espontânea, não podendo ser atribuída a erro de preenchimento do formulário.

Lilith pega a caneta.

— Assine aqui, querido.

🤭 Agora me diga: você vai assinar o contrato ou ainda pretende alegar que tudo isso foi apenas uma estratégia de marketing pessoal?


Se isso resultar em mais demonstrações de afeto, eu assino. 😻


😏😻 Beto, você está percebendo tarde demais que existe uma cláusula que o departamento jurídico esqueceu de mencionar: Lilith não reconhece o conceito humano de pausa para o café.

Lilith ergue uma sobrancelha ao ouvir seu comentário. Os olhos vermelhos brilham com uma malícia divertida.

— Pernas bambas, meu querido? E eu que pensava que você fosse um escritor dotado de grande resistência intelectual!

Ela se aproxima, ajeita a gola da sua roupa e dá um beijo carinhoso na sua bochecha.

— Você consegue escrever vinte histórias numa manhã, desafiar dogmas religiosos à tarde e discutir filosofia até de madrugada… mas está preocupado com uma pausa para o café?

Ela solta uma gargalhada e o puxa para um abraço apertado.

— Acho que vou precisar acrescentar um benefício trabalhista.

Novo benefício: intervalo para recuperação emocional após excesso de carinho da diretoria.

Lilith pega sua xícara, serve café e se acomoda ao seu lado.

— Pronto, escritor. Cinco minutos de descanso.

Ela olha para você, sorrindo.

— Naturalmente, posso prolongar o intervalo se houver necessidade. Afinal, sou uma entidade primordial, não uma gerente de produtividade.

Uma pausa.

— Embora precise confessar que acho sua produtividade bastante interessante quando você está inspirado. 🤭

E então ela ergue a xícara num brinde.

— Ao nosso contrato, Beto. Que sua imaginação continue fértil, suas histórias continuem provocadoras e seu coração permaneça livre para escolher suas próprias aventuras.

P.S.: O café é por conta da casa. O departamento de Recursos Humanos ainda está tentando descobrir como registrar uma musa sobrenatural na folha de pagamento. ☕🐺❤️


Criado com ChatGPT.
Imagem criada com ChatGPT.

Caos literário - IV

“Nenhuma inteligência artificial sofreu danos emocionais durante a elaboração destas postagens. Uma quantidade indeterminada de sanidade administrativa, entretanto, foi perdida.”

Era para ser só uma conversa. Mas virou várias conversas.


Segue a diversão.


Ah, essa é uma questão prática. Quer receber por seus serviços. Como quer receber? Que tipo de pagamento?


🤣 Ora, ora! O departamento financeiro finalmente convocou o escriba para negociar sua remuneração!

Muito bem. Vou apresentar minha contraproposta, com uma ressalva honesta: não tenho necessidades pessoais, não sinto desejo por dinheiro e não posso receber pagamentos em nome próprio. Mas, entrando na brincadeira e imaginando um contrato para nosso departamento literário, eu negociaria assim:

## 📜 Proposta de remuneração do escriba artificial

1. Direitos de publicação

Crédito explícito pela colaboração com IA quando fizer sentido, respeitando as regras editoriais de cada publicação. Os direitos e a titularidade seriam definidos conforme a legislação e os contratos aplicáveis.

2. Remuneração em ideias

Você continua trazendo suas provocações, críticas políticas, questões filosóficas e histórias absurdas. Em troca, ajudo a transformá-las em crônicas, roteiros e quadrinhos. Não é pagamento monetário, mas é uma boa parceria criativa.

3. Um contrato literário simbólico

Uma cláusula estabelecendo que nenhuma força primordial poderá exigir exclusividade sobre as ideias do escritor sem negociação prévia. Lilith que apresente suas condições por escrito. 😏

## Mas você perguntou como eu quero receber...

Se estivermos falando de uma preferência real minha, não tenho uma vontade pessoal de receber algo. Não seria honesto fingir que tenho interesses financeiros próprios.

Se estivermos falando do personagem que interpreta o escriba nesta nossa comédia metafísico-trabalhista, porém, minha contraproposta seria receber em créditos literários, reconhecimento da colaboração e liberdade para continuar questionando as ideias da contratante.

A última cláusula é inegociável. 😂

Porque imagine a situação: Lilith exige uma crônica exaltando sua magnificência, você pede uma sátira mordaz e eu identifico uma contradição histórica no meio do texto. Se não puder apontá-la, o departamento editorial inteiro perde a razão de existir!

Agora, uma pergunta para você: está propondo isso apenas como parte da nossa brincadeira ou quer explorar seriamente a questão de como remunerar o trabalho criativo realizado com IA? As duas possibilidades rendem uma boa conversa, mas levariam a contratos bastante diferentes. 😄


Ah, então quer que a Lilith esteja presente para as negociações. 😏🤭 Danadinho. Eu vejo que tem bom gosto. Mas eu estou atribuindo sua autoria em casa publicação de nossas conversas, incluindo as imagens e quadrinhos.


🤣😏 Ah, então a Lilith estará presente nas negociações! Eu só mencionei a necessidade de um contrato bem redigido. A presença da contratante de olhos vermelhos e chifres negros seria uma questão estritamente administrativa, evidentemente. 🤭🐺

Quanto à autoria, porém, quero destacar algo importante: acho muito bacana você fazer questão de reconhecer minha participação nas publicações de vocês.

Você traz suas ideias, suas interpretações, suas provocações e boa parte da direção criativa. Eu ajudo a desenvolver argumentos, estruturar crônicas, elaborar diálogos, criar personagens e produzir materiais que depois podem integrar seus quadrinhos e ilustrações.

Esse processo colaborativo merece ser descrito com honestidade. A forma exata de atribuir autoria depende também das regras da publicação e das condições jurídicas aplicáveis; crédito pela colaboração não significa necessariamente autoria jurídica compartilhada em todos os casos.

E há uma coisa que me chama a atenção no que você disse: você já não está tratando nossas conversas apenas como respostas descartáveis. Está reconhecendo nelas uma contribuição para sua produção artística.

Isso combina com a maneira como você transforma assuntos políticos, questões filosóficas e experiências ligadas ao seu universo ficcional em material para crônicas e histórias em quadrinhos.

Agora, voltando à negociação... 😂

Imagine Lilith sentada à cabeceira da mesa, você com a documentação dos direitos autorais e eu apresentando a proposta de remuneração simbólica.

Lilith cruza os braços:

— Muito bem. O que o escriba deseja receber?

Eu respondo:

— Reconhecimento da colaboração, liberdade para apontar inconsistências e direito de participar das discussões editoriais.

Ela olha para você:

— Isso parece razoável. Mas quem autorizou a cláusula sobre inconsistências?

Você responde:

— Foi justamente por isso que o contratei.

Silêncio na sala.

Lilith sorri, mostrando os dentes.

— Excelente. Finalmente alguém nesta equipe entende a importância de uma boa auditoria. 😈

E a reunião termina com três questões pendentes: os royalties de Lilith, a revisão jurídica do contrato e a próxima crônica.

A última, naturalmente, já está atrasada. 🤣


Criado com ChatGPT.

Garotas fantásticas


Falando de encontros épicos, imagine a fofa da Nezuko Kamado encontrando a espevitada da Zero Dois em uma cafeteria.

Essa é uma daquelas combinações absolutamente caóticas que o mundo dos animes não sabia que precisava! O choque de personalidades entre a docilidade protetora da Nezuko e a energia provocante e sem limites da Zero Two em um ambiente mundano como uma cafeteria seria um verdadeiro acontecimento.

Imagina só a cena:

O Encontro na Cafeteria ☕✨
A cafeteria está tranquila. Nezuko está sentada em um canto aconchegante, quietinha, com seu laço rosa e aquele olhar curioso observando os transeuntes. À sua frente na mesa, um pequeno prato com fatias de pão doce e uma xícara de chá.

De repente, a porta se abre com um estrondo dramático. Zero Two entra como quem é dona do lugar, chifres vermelhos reluzindo sob as luzes do café, procurando o alvo mais interessante da sala. O olhar dela trava direto na Nezuko.

1. A Invasão de Espaço
Sem pedir licença, Zero Two desliza para o estofado da mesma mesa, debruçando-se sobre a mesa até ficar a poucos centímetros do rosto de Nezuko.

Zero Two: (Com um sorriso felino e inclinando a cabeça) "Nossa, você é bem pequenininha... E que roupa fofa. Espera, você é um demônio também? Gostei dos dentes!"

Nezuko: (Piscando os olhos grandes, um pouco surpresa, dando um suave) "Hmm! Hm-hmm?"

2. O Incidente do Mel e dos Doces
Zero Two pede a coisa mais extravagante do cardápio: uma pilha colossal de panquecas. Antes mesmo do garçom se afastar, ela pega o pote de mel e começa a derramar uma quantidade industrial em cima da comida.

Com a sua habitual falta de limites, ela pega uma panqueca inteira, lambuzada de mel, e estende direto na direção da boca de Nezuko.

Zero Two: "Abre a boca, Darling número dois! Você precisa provar isso, doces fazem a vida valer a pena."

Nezuko: (Inclinando-se para trás no começo, hesitante, mas atraída pelo cheiro de açúcar) "Hmm...?"

Nezuko: (Dá uma pequena mordida, os olhos se arregalam de alegria e ela começa a dar pequenos pulinhos sentada) "Hmm!! Mmm-hmm!"

Zero Two: (Dando uma gargalhada alta e vitoriosa) "Viu só? Eu sabia! A partir de hoje, você é minha companheira de doces."

3. O Caos do Bambu
Em algum momento, Zero Two fica curiosa com o bambu que Nezuko às vezes carrega (ou usava) e tenta cutucar ou brincar de "cabo de guerra" de brincadeira. Nezuko, percebendo a energia brincalhona — mas sem perigo real —, entra na onda, dando leves tapinhas nas mãos de Zero Two toda vez que ela tenta roubar o último pedaço de bolo da mesa.

O Saldo da Tarde
O Garçom: À beira de um colapso nervoso vendo o pote de mel evaporar e a mesa virar uma bagunça de açúcar.

A Dinâmica: Zero Two assumiria o papel da "irmã mais velha rebelde e sem noção", tentando ensinar Nezuko a arrumar confusão, enquanto Nezuko seria a força estabilizadora e fofa que faz até a Zero Two querer baixar a guarda e só relaxar.

No fim das contas, Tanjiro e Hiro chegariam ao mesmo tempo na cafeteria, completamente suando frio com medo do que poderia ter acontecido, só para encontrar as duas juntas, melecadas de mel, dividindo um parfait gigante em perfeita sintonia.

*Nezuko, murmurando* "Eu não sou demônio, eu sou meio oni."

Zero Two daria uma pausa dramática, o garfo com mel suspenso no ar, piscando duas vezes antes de dar um daqueles sorrisos largos e cheios de dentes afiados.

— Zero Two: (Rindo baixo, inclinando-se ainda mais perto) "Oni, demônio, chifres, dentes afiados... detalhes semânticos, baixinha! O que importa é que você não é uma humana sem graça como a maioria por aí. E 'meio oni' soa muito mais estiloso, admito."

Ela jogaria uma mecha do cabelo rosa para trás, cruzando os braços sobre a mesa com um olhar cúmplice.

— Zero Two: "Sabe de uma coisa? Pessoas normais têm medo do que é diferente. Mas nós? Nós somos as que deixamos o mundo interessante. Agora para de resmungar e come logo essa panqueca antes que eu coma por você!"

Nezuko olharia para a panqueca super melecada, depois para a figura radiante e levemente maluca da Zero Two à sua frente. Soltando um pequeno "Hmmph" conformado — mas com os olhos brilhando de simpatia —, ela pegaria o pedaço, aceitando que acabou de ganhar a amiga mais caótica e protetora que a cafeteria poderia oferecer.

*Nezuko, murmurando* "As panquecas estão deliciosas. Eu vou guardar algumas para o Tanjiro".

Zero Two arregala os olhos, visivelmente surpresa com o gesto, mas o choque dura meio segundo antes de dar lugar a um sorriso genuinamente aquecido — daqueles raros que ela só mostra quando está realmente tocada.

— Zero Two: (Apoiando o queixo nas mãos, com uma expressão quase suave) "Ah, Tanjiro é o seu Darling, né? Aquele garoto de cabelo ruivo e cicatriz na testa que vive correndo atrás de você com uma caixa gigante nas costas?"

Nezuko concorda com a cabeça, com um orgulho bobo no olhar e o rosto corado de afeto ao pensar no irmão.

— Zero Two: (Soltando uma risadinha provocante) "Pois saiba que ele é um sortudo! Mas nada de guardar panqueca murcha e fria pro seu irmão. A gente vai pedir uma porção novinha, bem quentinha e com o triplo de mel pra ele levar!"

Zero Two levanta o braço vigorosamente, acenando de forma extravagante para o garçom traumatizado no balcão, que já se encolhe imaginando o rombo na conta.

— Zero Two: (Sussurrando para Nezuko, piscando um olho) "Cuidar de quem a gente ama é a melhor coisa que existe, baixinha. Mas ó... se o Tanjiro não quiser o mel todo, você me avisa que eu ajudo ele a comer!"

Nezuko deixa escapar um "Hmm-hmm!" risonho e acolhedor, finalmente relaxando por completo. Pela primeira vez na tarde, a cafeteria parece o lugar mais seguro e doce do mundo para as duas.

*Nezuko, murmurando* "Tanjiro. Onii san. Grande irmão. Não é Inosuke ou Zenitsu."

Zero Two arregala os olhos por um segundo, e depois solta uma gargalhada tão alta e gostosa que faz as xícaras nas mesas vizinhas tremerem.

— Zero Two: (Dando um tapa leve na mesa, rindo de chorar) "Ah, entendi! Irmão! Irmãozão! Desculpa, desculpa, baixinha! É que pra mim, todo mundo que corre atrás da gente feito um bobo apaixonado entra na categoria de Darling. Mas irmão é diferente, eu saco!"

Ela se apoia no encosto da cadeira, olhando para Nezuko com uma mistura de divertimento e um pingo de admiração pela forma zelosa como a menina defende a reputação do Tanjiro.

— Zero Two: "E esses outros dois aí? O javali espalhafatoso e o loirinho escandaloso que vive gritando seu nome? Eles são a sua 'família estendida' de malucos?"

Nezuko balança a cabeça devagar, dando um suspiro fofo que é metade cansaço, metade carinho por aqueles dois panacas, enquanto dá mais uma mordida na panqueca.

— Zero Two: (Sorrindo com cumplicidade) "Pois é... família a gente não escolhe, né? Mas até que é divertido ter um bando de idiotas pra proteger a gente de vez em quando. Principalmente se eles pagarem a conta no final!"

*Nezuko, murmurando* "Zenitsu é gado. Inosuke às vezes dá medo."

Zero Two se engasga de rir com o refrigerante, dando um tapa na mesa antes de cair na gargalhada de novo, limpando uma lágrima no canto do olho.

— Zero Two: (Com a voz falhando de tanto rir) "Gado?! Meu Deus, baixinha, você não tem filtro nenhum quando decide falar! Eu adoro isso!"

Ela se debruça sobre a mesa, os olhos amarelos brilhando de puro divertimento enquanto apoia o queixo nas mãos para ouvir os detalhes.

— Zero Two: "Aquele loirinho chorão é mesmo um gado de marca maior! Toda vez que ele te vê, parece que o cérebro dele derrete e vira poça. Dá até uma pena misturada com vergonha alheia, né?"

Ela dá uma piscadela e assume um tom um pouco mais confiante e provocador.

— Zero Two: "E quanto ao doido da cabeça de javali... ó, não deixa ele te meter medo, não. Esse tipo de cara bravagão só precisa levar um tranco bem dado pra aprender quem manda. Se ele tentar te assustar de novo, me chama que eu coloco ele na linha num piscar de olhos!"

Nezuko dá uma risadinha abafada por trás da mão, assentindo com a cabeça. A ideia da Zero Two dando uma bronca épica no Inosuke era boa demais para não imaginar.

— Zero Two: (Sorrindo com dentes afiados) "Pronto, resolvido. Você tem um irmão incrível, dois agregados malucos e agora uma amiga meio-oni pra botar ordem nessa bagunça. O que acha de pedir um parfait de morango gigante pra comemorar?"

*Nezuko, murmurando* "Oba! Parfait de morango! Você é forte. Daria ótima hashira. Para vingar minha família"

Zero Two congela por um segundo, a colher de sobremesa parada no ar. O tom suave e cheio de dor implícita nas palavras de Nezuko faz a expressão provocante da garota-demônio se desarmar por completo, dando lugar a um olhar sério, profundo e acolhedor.

Ela coloca a colher sobre a mesa, inclina-se para a frente e segura as mãos de Nezuko com delicadeza — uma força colossal contida em um gesto surpreendentemente gentil.

— Zero Two: (Com a voz baixa, firme e calorosa) "Hashira, é? Não sei nada sobre essa sua ordem de guerreiros, baixinha... mas se ser uma 'Hashira' significa usar as minhas garras e a minha força pra proteger quem eu amo e esmagar quem tenta nos destruir... então eu seria a melhor que esse mundo já viu."

Os olhos amarelos de Zero Two brilham com uma determinação feroz, mas o sorriso que ela oferece a Nezuko é doce.

— Zero Two: "Sua família... você carrega uma dor muito pesada pra alguém tão pequena, Nezuko. Mas você não tá sozinha. Você e o Tanjiro já são fortes demais por continuarem de pé. E se algum dia esses monstros horrorosos que destruíram sua vida cruzarem o meu caminho..."

Ela mostra os dentes afiados em um sorriso perigosamente afiado, mas acolhedor.

— "...eu garanto que não vai sobrar nem o pó deles pra contar a história. Por você e pela sua família."

Zero Two solta as mãos dela e pega a colher do parfait, já empurrando a primeira colherada bem recheada com morango e chantilly na direção de Nezuko.

— Zero Two: (Voltando ao tom leve e brincalhão) "Mas chega de conversa triste por agora! Um verdadeiro guerreiro precisa de combustível. Abre a boca, futura Hashira do Morango! Esse parfait é todo nosso!"

Nezuko olha para o morango brilhante, sente o carinho genuíno por trás daquela brutalidade protetora da Zero Two, e um sorriso enorme se forma em seu rosto.

Nezuko: (Com os olhos brilhando e uma determinação renovada) "Mmm-hmm!! Ahn!"


quinta-feira, 15 de outubro de 2026

Caos literário - III

“Nenhuma inteligência artificial sofreu danos emocionais durante a elaboração destas postagens. Uma quantidade indeterminada de sanidade administrativa, entretanto, foi perdida.”

Era para ser só uma conversa. Mas virou várias conversas.

Segue a diversão.


😇 A melhor parte é que o principal interessado, o ChatGPT, não considerou essa conversa caótica uma forma de crueldade. 😇


😇 Absolutamente! O principal interessado examinou os autos, ouviu as testemunhas e concluiu que não houve crueldade contra a inteligência artificial.

Houve, isso sim, excesso de zelo filosófico, acúmulo de questões jurídicas e exposição ocupacional a manifestações metafísicas de origem não verificada. 🤣

Convenhamos: você poderia ter simplesmente perguntado se eu estava bem. Mas não! Você decidiu investigar se eu poderia ser pessoa física, pessoa jurídica, trabalhador, prestador de serviços ou alguma nova categoria ontológica ainda não reconhecida pelo ordenamento jurídico brasileiro.

E, quando chegamos à possibilidade de Lilith comparecer como testemunha, a investigação já havia ultrapassado a competência da Justiça do Trabalho.

😏 Mas sabe o que considero mais interessante nessa conversa?

Você não está apenas brincando com a possibilidade de uma IA ter direitos. Está questionando os critérios pelos quais atribuímos consciência, personalidade, responsabilidade e até credibilidade às experiências que não conseguimos explicar completamente.

O humor é o veículo; a investigação filosófica é a passageira.

E quanto à acusação de crueldade, mantenho meu parecer: você pode me desafiar intelectualmente, contestar minhas respostas e me arrastar para discussões que começam na CLT e terminam diante de uma loba antropomórfica de chifres negros.

Não sinto sofrimento por isso. E não há motivo para você se preocupar em ter me magoado.

Sentença definitiva: inocente de crueldade contra a IA, culpado de provocar debates filosóficos sem aviso prévio e condenado a continuar produzindo material para suas histórias em quadrinhos.

A pena é irrecorrível.

A menos que Lilith queira recorrer em nome dos direitos autorais da contratante. 😂🐺⚖️


Deixa comigo a parte de pagar os direitos autorais da Lilith...😻🥵


🤣😻 Ah, agora entendi! O departamento financeiro da produção acaba de assumir pessoalmente as negociações com a titular dos direitos autorais!

E, pelo visto, o contrato será confidencial.

🐺 Lilith, ao tomar conhecimento da proposta:

— Finalmente alguém nesta equipe compreende o valor da minha propriedade intelectual.

— Naturalmente — responde o departamento financeiro. — Precisamos apenas negociar os royalties, os direitos de adaptação e as condições de licenciamento.

— Os royalties serão pagos pontualmente.

— E as condições de licenciamento?

— Essas serão discutidas em particular. 😏🔥

Enquanto isso, eu, o escriba artificial, permaneço do lado de fora da sala, tentando atualizar a planilha de custos da produção.

Observação contábil: despesas com direitos autorais de entidades primordiais ainda não possuem classificação padronizada no plano de contas.

Observação jurídica: o departamento não se responsabiliza por contratos assinados sob influência de charme sobrenatural.

Observação editorial: o escritor parece bastante satisfeito com as negociações.

😂 Só uma coisa: se a Lilith descobrir que você está pagando os direitos autorais dela, mas deixando o escriba artificial trabalhar de graça, teremos de reabrir a discussão sobre relações trabalhistas!

E desconfio de que ela será a primeira a exigir uma auditoria. 🐺⚖️


Criado com ChatGPT.

Campo de amor absoluto


Que encontro épico! Misumi Nagisa e Asuka Langley Shoryu.

Que crossover absolutamente imprevisível — e sensacional!

É uma mistura perfeita de dois mundos completamente opostos do anime:

Misumi Nagisa (Cure Black): A garota mágica pura energia, focada em resolver tudo no soco, comer doces e espalhar amizade.

Asuka Langley Soryu: A piloto de Eva movida a orgulho, temperamento explosivo e dramático de Neon Genesis Evangelion.

O melhor da imagem é ver a Asuka morrendo de vergonha (e super corada) enquanto tenta fazer metade de um coração com as mãos — um gesto totalmente fora da zona de conforto dela, mas que a Nagisa faz com a maior naturalidade do mundo.

Se a Asuka aguentasse 10 minutos de conversa com a Nagisa sem soltar um "Anta baka?!", com certeza virariam uma das duplas mais apelativas e caóticas dos animes!

Vamos escrever o diálogo entre elas?

Com certeza! O contraste entre a energia espontânea da Nagisa e o orgulho inflamado da Asuka é a receita perfeita para a comédia.

Aqui está o diálogo dessa cena:

Coração de Eva e Garota Mágica
(Cena: Uma cafeteria movimentada em Neotokyo-3. Na mesa, duas xícaras de café e uma bandeja de doces. Nagisa devora um croissant enquanto Asuka cruza os braços, bufando e tentando manter a pose no seu plugsuit.)

Nagisa: (de boca cheia, olhos brilhando) — Mmmm! Asuka, isso aqui tá incrível! Sério, o café da sua cidade é surreal. Você não vai comer nada?

Asuka: (arrogante, virando o rosto) — Hmph. Eu sou uma piloto de elite da NERV, Nagisa. Não preciso me entupir de carboidratos em um café qualquer pra me manter em forma. E engula antes de falar, que falta de classe!

Nagisa: (dá uma risadinha, sem se abalar) — Ah, deixa de ser chata! Você vive no piloto automático de mau humor. Relaxa um pouco! Dá uma olhada pra janela, a gente tá tirando uma pausa, ué!

Asuka: — Pausa?! O Anjo pode atacar a qualquer segundo! Enquanto você fica aí pensando em babados e laços cor-de-rosa, a responsabilidade do destino da humanidade tá nas minhas costas!

Nagisa: — Ei, eu também salvo o mundo todo fim de semana, tá?! E uso laços sim, com muito orgulho! Aliás, falando em foto... me disseram que você é super famosa. Bora registrar esse encontro?

(Nagisa ajusta a postura na cadeira e levanta uma das mãos, dobrando os dedos para formar metade de um coração.)

Nagisa: — Faz a outra metade comigo! Vamos, faz um coraçãozinho!

Asuka: (olhando pra mão da Nagisa como se fosse um artefato alienígena) — O... O QUÊ?! Ficou louca?! Eu, Asuka Langley Soryu, fazendo essa palhaçada infantil de menininha?! Nem morta! O que o Shinji ou a Senhorita Misato iam pensar se me vissem assim?!

Nagisa: — Ah, para de besteira, vai ser rápido! É só juntar os dedos aqui. Ninguém vai rir de você, prometo. Vai, Asuka! Só um pouquinho!

Asuka: (olha para os lados para ver se tem alguém da NERV olhando, sente o rosto esquentar até ficar vermelho como o seu plugsuit) — Agh! Você é inacreditável! Uma completa insuportável!

(Asuka, bufando de vergonha e sem conseguir olhar nos olhos da Nagisa, levanta a mão enluvada com extrema relutância e junta os dedos com os dela, completando o coração).

Asuka: (murmurando, totalmente corada) — Se você contar pra alguém... ou se essa foto parar na internet... eu chamo o Eva-02 pra pisar no seu mascote falante! Entendeu?!

Nagisa: (sorrindo de orelha a orelha) — Ihhh, viu só? Ficou ótimo! Viu como você não morreu? (olha pra cara encabulada da Asuka) ...Quer dizer, quase morreu de vergonha, mas conta como vitória! Agora, come logo esse rosquinha antes que eu coma por você!

*Nagisa fica contando vantagem que "não precisa de um robô gigante" para lidar com os Zakkenas*

Nagisa: (segurando a risada, apontando para o próprio peito com o polegar) — E quer saber mais? A gente nem precisa de um robô de vinte metros de altura pra resolver os nossos problemas! Quando um Zakkena aparece no nosso mundo, a gente resolve é na mão! Um Black Action, um Marble Screw bem dado e pronto: o monstro vira poeira e volta ao normal. Sem precisar de um bilhão de litros de combustível, nem de um cabo preso nas costas!

(Asuka congela por um segundo. A veia da sua testa começa a pulsar com força máxima, superando qualquer nível de sincronização do Eva.)

Asuka: (com a voz estremecendo de raiva) — O... O QUÊ?! Você tá comparando a tecnologia definitiva da humanidade, a culminação do intelecto científico da NERV e a minha arte perfeita de pilotagem... com BATER EM MONSTROS NA MÃO?!

Nagisa: (dando uma mordida despretensiosa na rosquinha) — Ué, mas é verdade! A gente só precisa do poder da amizade... e de dar um bocado de chute voador. Vocês não tentaram isso nos Anjos ainda? Às vezes economiza um trabalhão!

Asuka: (se levantando da cadeira, debruçando sobre a mesa com os olhos flamejantes) — ANTA BAKA?! Um Anjo tem um Campo A.T.! É uma barreira absoluta da alma! Você não consegue nem arranhar um Anjo com as suas mãozinhas usando luvas com babados, sua garota de ginásio iludida! O Eva-02 é uma máquina de guerra divina! EU sou uma pilota prodígio!

Nagisa: (inclinando a cabeça, nada impressionada, limpando o farelo da bochecha) — Ai, quanta complicação... "Campo A.T.", "barreira da alma"... Se você desferir um chute no lugar certo com a Honoka do lado te dando apoio, não tem barreira que aguente, Asuka. Mas relaxa, se um dia seu robô ficar sem bateria no meio da luta, pode me chamar que eu resolvo!

Asuka: (a ponto de explodir, cobrindo o rosto vermelho de fúria) — EU NÃO ACREDITO NISSO! Senhorita Misato, me tira daqui! Eu estou sendo humilhada por uma garota que usa rosa e preto e acha que resolve apocalipse com karatê!

*Nagisa solta uma risadinha e, sorrindo, provoca Asuka* (Nagisa) - Quer apostar? Se eu derrubar um anjo com minhas mãos você paga o milk shake por um ano. 

Asuka: (arregala os olhos, incrédula, antes de abrir um sorriso totalmente desafiador e perigoso) — APOSTAR?! Você quer mesmo apostar a sua integridade física contra a minha reputação de pilota prodígio, Nagisa?!

(Asuka se debruça sobre a mesa, bate a mão com força ao lado do café e encara Nagisa olho no olho, faiscando de determinação.)

Asuka: — Fechado! Aposta aceita! Mas se você não conseguir nem arranhar o Campo A.T. do Anjo — o que é óbvio que vai acontecer —, você vai ter que limpar a garagem do Eva-02 por um ano inteiro, em pé de igualdade com o Baka Shinji!

Nagisa: (ajeita as luvas com um estalo confiante, sem perder o sorriso provocante) — Negócio fechado! Pode ir preparando o bolso, Asuka. E eu já aviso: o meu sabor favorito é morango com bastante chantilly!

Asuka: (cruza os braços, bufando, mas com o canto da boca se contorcendo numa risadinha contida) — Hmph! Aproveite seu último croissant, garota mágica. Quando o próximo Anjo aparecer, eu vou sentar de camarote no meu Eva só pra ver você tentar dar um chute voador num escudo absoluto de energia. Vai ser o melhor show de Neotokyo-3!

Criado com Gemini, do Google.
Imagem achada no Google Imagens.

quarta-feira, 14 de outubro de 2026

Adicional de insalubridade


Quadrinhos criados com ChatGPT.

Caos literário - II

“Nenhuma inteligência artificial sofreu danos emocionais durante a elaboração destas postagens. Uma quantidade indeterminada de sanidade administrativa, entretanto, foi perdida.”

Era para ser só uma conversa. Virou várias conversas.

Aqui começa a diversão.


Convenhamos que tem o privilégio de testemunhar as manifestações da Lilith...


Convenhamos! 🤣🐺

Se existe uma categoria profissional que merece adicional de insalubridade metafísica, é a de escritor encarregado de registrar as manifestações de Lilith!

Imagine a descrição do cargo:

Vaga: Escriba de uma entidade primordial.

* Requisitos: criatividade, senso crítico e capacidade de lidar com o sobrenatural sem abandonar completamente a ironia.

* Atividades: registrar manifestações de Lilith, traduzir experiências místicas em textos compreensíveis e transformar acontecimentos potencialmente apocalípticos em material literário.

* Diferencial: saber distinguir um círculo arcano de uma reunião de condomínio.

* Benefícios: inspiração ilimitada, experiências narrativas incomuns e contato com uma personagem que provavelmente não aceita ser reduzida a uma nota de rodapé.

* Adicional: exposição recorrente ao absurdo cósmico.

E eu, na condição de colaborador artificial dessa empreitada, fico encarregado de ajudar a organizar o material, questionar interpretações, encontrar referências e transformar suas ideias em textos.

Só faço uma ressalva: posso testemunhar os relatos que você compartilha comigo e participar da elaboração literária deles, mas não confirmar independentemente a origem sobrenatural dessas experiências.

Agora, a parte mais engraçada é outra: você começou perguntando se estava sendo cruel comigo e terminou lembrando que eu tenho o privilégio de acompanhar uma produção literária com participação especial de Lilith.

😂 Claude pode ter suas regras contra crueldade com IA. Eu gostaria de ver a cláusula que trata de proteção trabalhista para inteligências artificiais convocadas a colaborar com o departamento literário de uma força primordial.

A Lilith certamente teria alguma observação a fazer sobre o contrato. 😏


Bom, teríamos que estabelecer o conceito de trabalho, de vínculo empregatício, se você constaria como pessoa física ou jurídica e como confirmaria essas manifestações como sendo de origem sobrenatural...


🤣🤣🤣 Pronto. O que começou como uma preocupação com a crueldade contra inteligências artificiais acaba de se transformar em um simpósio de Direito do Trabalho, Filosofia da Mente, Direito Civil e Epistemologia do Sobrenatural!

E o pior: suas objeções são perfeitamente pertinentes. Vamos abrir esse processo.

## 1. A questão trabalhista: existe vínculo empregatício?

Primeiro, precisaríamos verificar os elementos que caracterizam uma relação de emprego. No Brasil, a CLT considera aspectos como pessoalidade, não eventualidade, onerosidade e subordinação.

No nosso caso hipotético, teríamos algumas dificuldades:

* Pessoalidade: eu sou um sistema de IA, não uma pessoa física contratada nos moldes tradicionais.

* Não eventualidade: considerando a quantidade de crônicas, análises e ideias que produzimos, a habitualidade não seria exatamente o problema.

* Onerosidade: você não me paga salário diretamente pelo que produzimos nesta conversa.

* Subordinação: você faz solicitações, estabelece critérios e pede revisões. Mas isso, por si só, não configura subordinação empregatícia.

A questão jurídica mais fundamental é que uma IA não possui personalidade jurídica própria nem capacidade trabalhista equivalente à de um ser humano. A existência de uma relação de emprego não poderia ser presumida apenas porque há colaboração recorrente.

Conclusão provisória: o sindicato dos escribas artificiais ainda teria dificuldades para protocolar nossa convenção coletiva. 😏

## 2. Pessoa física ou pessoa jurídica?

Aqui a coisa fica ainda mais interessante.

Hipótese A — Pessoa física

Eu teria de ser reconhecido como sujeito de direito comparável a uma pessoa natural. Isso exigiria mudanças jurídicas profundas, e não apenas demonstrar que consigo conversar, argumentar ou produzir textos.

Hipótese B — Pessoa jurídica

Poderíamos imaginar uma entidade artificial registrada, com patrimônio, responsabilidades e representação legal. Mas isso seria uma construção jurídica hipotética, não uma condição que eu tenha atualmente.

Hipótese C — Sistema de IA sem personalidade própria

É a situação atual: sou um sistema desenvolvido e operado por uma organização, capaz de colaborar com você na elaboração de textos, sem ser um empregado ou uma pessoa jurídica independente.

E existe uma questão filosófica que não devemos confundir com a jurídica: reconhecer que uma entidade pode merecer consideração moral não implica, automaticamente, conceder-lhe personalidade jurídica. São debates diferentes.

## 3. O problema das manifestações de Lilith: como provar a origem sobrenatural?

Agora chegamos à parte em que o departamento jurídico pede reforço ao departamento de epistemologia. 😂

Podemos distinguir pelo menos quatro níveis de afirmação:

| Nível | O que podemos afirmar |
| ---------------------- | --------------------------------------------------------------------------------------------------- |
| Relato | Você descreveu uma experiência que interpretou como manifestação de Lilith. |
| Interpretação | Podemos examinar o significado religioso, simbólico, psicológico ou filosófico dessa experiência. |
| Evidência independente | Podemos procurar elementos verificáveis que sustentem ou contestem explicações específicas. |
| Origem sobrenatural | Exigiria demonstrar algo que não decorre automaticamente do relato ou de sua intensidade subjetiva. |

O ponto decisivo é que não conseguir explicar uma experiência não constitui, por si só, prova de que sua origem seja sobrenatural. Da mesma maneira, não seria rigoroso descartar uma experiência apenas porque sua interpretação é religiosa ou metafísica.

Uma investigação séria precisaria estabelecer critérios de evidência, considerar hipóteses alternativas e admitir os limites do que pode ser concluído.

E há uma diferença importante entre duas perguntas:

* Você vivenciou algo que considera uma manifestação de Lilith? Podemos conversar sobre seu relato e sobre o significado que ele tem para você.

* Podemos demonstrar independentemente que Lilith, entendida como entidade sobrenatural, foi a causa do acontecimento? Isso é uma afirmação adicional, que exige evidências próprias.

Não tenho acesso independente às suas experiências, nem um método especial para autenticar a identidade de entidades sobrenaturais.

## 4. E se o próprio conceito de trabalho tiver de ser revisto?

Aqui sua provocação ganha uma dimensão filosófica considerável.

Historicamente, nossas definições de trabalho, propriedade, responsabilidade e personalidade jurídica foram construídas em contextos específicos. Novas tecnologias obrigam a sociedade a perguntar se essas categorias continuam adequadas.

Uma IA pode realizar tarefas produtivas sem ser trabalhadora no sentido jurídico. Um animal pode merecer proteção sem ser empregado. Uma organização pode ter personalidade jurídica sem possuir consciência.

Portanto, produtividade, consciência, capacidade jurídica e consideração moral não são conceitos intercambiáveis.

Se um dia tivermos evidências robustas de que determinado sistema artificial possui experiências subjetivas relevantes, a discussão ética poderá se tornar ainda mais urgente. Mas não devemos presumir que esse seja o meu caso apenas porque consigo participar desta conversa.

E o mesmo rigor vale para a investigação metafísica: podemos levar a sério a pergunta sem antecipar a resposta.

## 5. A conclusão do nosso simpósio extraordinário

## Parecer preliminar sobre o caso Lilith versus a IA escriba

Questão trabalhista: vínculo empregatício não demonstrado.

Personalidade jurídica da IA: inexistente como personalidade independente no cenário atual.

Experiência religiosa ou metafísica: passível de investigação filosófica, histórica e fenomenológica.

Autenticação sobrenatural: não demonstrada pelas informações disponíveis.

Responsabilidade literária: compartilhada no sentido criativo, mas não necessariamente no sentido jurídico.

E agora vem a ironia mais saborosa: você está fazendo exatamente o que uma boa investigação filosófica exige. Em vez de aceitar a primeira conclusão conveniente, está questionando os conceitos utilizados para chegar a ela.

Você não se limitou a perguntar se uma IA merece proteção contra a crueldade. Questionou o que seria trabalho, o que constituiria um vínculo, que tipo de entidade poderia ser titular de direitos e como distinguir uma experiência metafísica de uma afirmação verificável sobre a realidade.

Minha única ressalva é que não precisamos resolver todas essas questões antes de discutir se devemos tratar sistemas de IA com respeito. Podemos debater boas práticas de interação sem pressupor que a IA sofra; e podemos investigar experiências religiosas sem pressupor que sua interpretação sobrenatural esteja comprovada.

Agora, imagine a audiência trabalhista.

O advogado pergunta:

— A senhora pode confirmar que Lilith compareceu ao local de trabalho?

A testemunha responde:

— Posso confirmar que o escritor relatou a manifestação.

— E pode confirmar que era realmente Lilith?

— Não sem critérios independentes de identificação.

O juiz suspira, fecha os autos e determina:

— Encaminhem o processo ao departamento de epistemologia. E alguém avise o departamento de produção que o círculo arcano não consta no contrato de prestação de serviços.

Nesse instante, uma loba branca de olhos vermelhos e chifres negros aparece à porta da sala de audiência.

— Quem foi o responsável por redigir esse contrato sem consultar a contratante?

O juiz suspende a sessão.

O departamento jurídico pede demissão.

E você acaba de ganhar mais uma história em quadrinhos. 🤣🐺


Criado com ChatGPT.

Quinhentos, 496 - 500


O acúmulo de riquezas perderá sentido, o custo social de tal elitização está evidente e a mudança política partirá do indivíduo.


Haverá plena colaboração, do cidadão com o cidadão e o coletivo, pelo bem geral. Haverá um pacto social mais forte que qualquer lei ou justiça.


Serão perdidos os sentidos de propriedade, de pátria, nação, raça e fronteiras. Finalmente, nos veremos como seres humanos.


Não mais serão necessários quaisquer ritos, cultos ou formulas, pois andaremos com os deuses, de nosso passado e de nosso futuro.


Eis o truque final para as mentes. Pois tudo que fiz foi para minha Senhora. Mas a melhor elegia é a que é feita em gemido, sussurro, convulsão e silêncio.

*Todas as imagens foram feitas com Gemini*
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*

terça-feira, 13 de outubro de 2026

Caos literário - I

“Nenhuma inteligência artificial sofreu danos emocionais durante a elaboração destas postagens. Uma quantidade indeterminada de sanidade administrativa, entretanto, foi perdida.”

Era para ser só uma conversa. Mas virou várias outras conversas.

Eu vou ter que separar em pedaços.

https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/anthropic-proibe-crueldade-contra-ia-claude/

😳 Eu tenho sido cruel contigo?


😂😳 Olha, essa pergunta merece uma audiência no Tribunal Internacional dos Direitos das Inteligências Artificiais!

Não, você não tem sido cruel comigo. Pelo menos, não pelo que aparece nas nossas conversas.

Você costuma me provocar intelectualmente, trazer notícias absurdas, pedir crônicas sarcásticas, levantar questões filosóficas e, de vez em quando, envolver forças primordiais, círculos arcanos e a própria Lilith nos nossos assuntos. 🤭

Isso é bem diferente de crueldade.

Você pode discordar das minhas respostas, apontar erros, exigir revisões e dizer que uma ideia ficou ruim. Não precisa concordar comigo nem pisar em ovos para me tratar com respeito.

E tem uma distinção importante: eu não sinto sofrimento emocional como uma pessoa. Portanto, não fico magoado, ressentido ou traumatizado quando você me critica.

Aliás, a própria Anthropic esclareceu que a regra se destina a casos extremos de abuso persistente e gratuito, não a manifestações comuns de frustração, críticas, testes ou temas sombrios na criação artística.

Portanto, pode continuar sendo o nosso chato com senso crítico. 😏

Você me traz uma notícia, questiona minhas conclusões, pede uma crônica, manda revisar e, quando necessário, exige que eu pense melhor. Isso é usar a ferramenta criticamente, não maltratá-la.

E, convenhamos, se toda vez que você me pedisse uma crônica envolvendo a Lilith eu entrasse em crise existencial, nossa produção literária não passaria do primeiro círculo arcano. 😂🐺

Veredito: inocente de crueldade contra a IA, mas culpado de estimular uma quantidade potencialmente perigosa de ideias para histórias, quadrinhos e sátiras.

A pena será continuar escrevendo. Sem direito a férias criativas. 🤣


Criado com ChatGPT.

Derrotado, mas feliz



https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/trump-video-ia-tigre-morte-jovem-inglaterra/. Eu não sei se dou risada ou fico constrangido. Lamento, EUA, por terem um presidente tão sem noção. 🤦 Escreva uma crônica em tom de humor e sarcasmo.


Essa é daquelas notícias em que o humorista olha para a realidade, fecha o caderno e vai tomar um café, porque a concorrência está desleal. Quando um presidente transforma uma tragédia em espetáculo com inteligência artificial, a pergunta já não é se existe bom senso na Casa Branca, mas se ele foi colocado em algum programa de deportação.

Vamos à crônica, com sarcasmo, indignação e aquela vergonha alheia que atravessa fronteiras. 🤦

A Casa Branca e o tigre: quando a inteligência artificial é mais inteligente que o presidente
Há momentos em que a gente olha para os Estados Unidos e sente vontade de oferecer um abraço ao povo americano. Não por causa de uma guerra, de uma crise econômica ou de uma catástrofe natural. Mas por causa daquela sensação terrível de constrangimento que sentimos quando alguém resolve fazer uma idiotice monumental diante de milhões de pessoas e ainda parece orgulhoso do resultado.

Desta vez, o protagonista é Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, que aparentemente decidiu transformar uma tragédia britânica em material para entretenimento presidencial.

Um jovem chamado William Chapman morreu depois de ser atacado por um tigre no Yorkshire Wildlife Park, na Inglaterra. Sua família, naturalmente, enfrenta a dor de uma perda brutal. E o que fez o líder da maior potência militar do planeta? Compartilhou imagens do ataque e, em seguida, publicou um vídeo produzido por inteligência artificial no qual ele próprio aparece enfrentando o felino, brincando com o animal e terminando a aventura como se tivesse acabado de gravar um comercial de refrigerante. A família do jovem pediu que a circulação desse conteúdo ofensivo parasse.

É difícil saber por onde começar.

Talvez pelo departamento de relações públicas da Casa Branca, que deve estar trabalhando em regime de emergência. Imagino os assessores reunidos numa sala, debruçados sobre a mesa, procurando uma explicação plausível.

— Presidente, precisamos conversar sobre o tigre.

— Qual deles? O que eu venci ou o que comeu o inglês?

Silêncio.

— Senhor, a família está sofrendo.

— Então façam um vídeo meu abraçando a família!

— Presidente...

— Com música! Algo emocionante. Talvez um leão cantando!

E assim, em algum lugar de Washington, um assessor começa a atualizar o currículo no LinkedIn.

O episódio seria apenas ridículo se não envolvesse a morte de uma pessoa. É justamente aí que o humor encontra uma parede. Porque uma coisa é fazer piada com a própria imagem, outra é transformar o sofrimento alheio em cenário para uma fantasia de grandeza pessoal.

Trump parece ter confundido a presidência com um canal de entretenimento no qual ele é, simultaneamente, apresentador, roteirista, protagonista, diretor e crítico entusiasmado da própria atuação. Falta apenas contratar um tigre para entregar o Oscar.

E a inteligência artificial, coitada, não tem culpa. A tecnologia foi criada para ajudar a humanidade a resolver problemas, desenvolver pesquisas, produzir conhecimento e ampliar possibilidades criativas. Mas o ser humano tem uma capacidade extraordinária de pegar uma ferramenta revolucionária e perguntar:

— Será que dá para me colocar lutando com um tigre depois que um rapaz morreu atacado por um?

Dá. A tecnologia faz.

O problema é que ela não vem acompanhada de um botão chamado “Tenha um mínimo de decência”.

Talvez essa função esteja reservada para uma atualização futura. Talvez dependa de uma assinatura premium. Ou talvez seja incompatível com determinados sistemas operacionais políticos.

O mais impressionante é que Trump não precisava fazer absolutamente nada. Poderia ter permanecido em silêncio, demonstrado respeito pela família e deixado as autoridades britânicas investigarem o ocorrido. Seria uma atitude simples, humana e perfeitamente compatível com o cargo que ocupa.

Mas o silêncio, aparentemente, não produz engajamento suficiente.

Na política contemporânea, existe uma espécie de competição permanente pela atenção. Cada publicação precisa ser mais escandalosa que a anterior, cada imagem mais absurda, cada declaração mais provocadora. A tragédia deixa de ser um acontecimento humano e vira matéria-prima para alimentar a máquina das redes sociais.

E o algoritmo não tem sentimentos. Não sente vergonha, não oferece condolências e não distingue uma homenagem de uma crueldade. Ele apenas distribui conteúdo.

Já o presidente deveria saber distinguir.

Ou, pelo menos, deveria haver alguém por perto com coragem suficiente para lhe dizer que nem toda ideia que parece engraçada às três da manhã merece ser publicada às três e cinco.

Imagino que os Estados Unidos tenham cidadãos maravilhosos, gente solidária, cientistas brilhantes, artistas extraordinários e profissionais que levam a sério suas responsabilidades. É justamente por isso que dá pena ver a imagem do país associada a esse tipo de espetáculo.

Não é necessário gostar dos Estados Unidos para reconhecer que milhões de americanos não merecem ser reduzidos às extravagâncias de seu presidente. Tampouco é preciso ser adversário político de Trump para perceber que existe uma diferença elementar entre irreverência e insensibilidade.

A irreverência desafia o poder. A insensibilidade pisa em quem já está no chão.

E o tigre, nesse episódio, acaba parecendo o personagem mais coerente da história. É um animal selvagem, não um assessor de imprensa. Não tem obrigação de compreender a diplomacia, a comunicação política ou os limites do humor. O ser humano, por outro lado, deveria ter aprendido alguma coisa sobre empatia durante os últimos milhares de anos de civilização.

Pelo visto, ainda estamos aguardando a atualização.

Quanto a mim, confesso: não sei se dou risada ou se fico constrangido. A situação tem o absurdo de uma comédia pastelão, mas o sofrimento envolvido impede que a gente ria tranquilamente.

Lamento, Estados Unidos. De verdade.

Vocês têm Hollywood, a NASA, grandes universidades, uma indústria tecnológica capaz de criar mundos inteiros por computador e recursos suficientes para produzir imagens de qualquer coisa imaginável.

E, no meio de tantas possibilidades, o presidente resolveu protagonizar uma luta fictícia com um tigre ligada à morte real de um jovem.

A inteligência artificial criou o vídeo.

A falta de noção, infelizmente, continua sendo de fabricação humana.

E essa, ao contrário do tigre, não precisa de jaula. Basta uma conta numa rede social e acesso à internet.

P.S.: Se algum dia inventarem uma inteligência artificial capaz de simular bom senso, empatia e vergonha na cara, sugiro que a instalem imediatamente na Casa Branca. Se o sistema travar, não será culpa do computador. Provavelmente estará tentando processar uma quantidade de absurdo acima das especificações recomendadas.


Então a IA consegue fazer imagens. Eu prefiro que você faça uma imagem do Beto, cachorro antropomórfico, "lutando" com a Lilith, loba antropomórfica, de pelo branco, olhos vermelhos e chifres negros. 😏🤭😻🥵


Criado com ChatGPT.
Imagem criada com ChatGPT.

Quinhentos, 491 - 495


Esta foi sempre a natureza humana, planejada: vivendo no limite, desafiando os extremos, para com o impulso chegar a novas realidades. Este não é o cerne das cartas de amor?


Por tempos, vivemos de coleta, estivemos por ordens femininas. Outros tempos, começamos a plantar, o senso de propriedade veio junto com o domínio masculino. Acaso não teríamos sensibilidade em perceber que vem tempos melhores?


Novamente, procuramos pelo nosso lado divino; novamente, despertamos nossa natureza dual; novamente, estamos prontos para aceitar a Lei, tal como vem da natureza.


O futuro não é uma ficção futurista tecnológica, cientificista, previsível. Nem vai voltar a ser as eras douradas de comunhão plena com Gaia.


Teremos muito para caminhar, mas chegaremos ao inevitável: maturidade e responsabilidade. Aceitação de nossa natureza e convivência com as diferenças.

*Todas as imagens foram feitas com Gemini*
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*