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segunda-feira, 28 de setembro de 2026

Lilith, Padroeira do Brasil



https://revistaforum.com.br/politica/flavio-bolsonaro-nossa-senhora-aparecida-padroeira/

Eu tenho uma ótima sugestão para resolver essa questão.
Declarar a Lilith a Padroeira do Brasil. 😻

😏🤭 Como sátira, a proposta tem um potencial maravilhoso.

A polêmica atual, vale registrar, nasceu de uma informação falsa segundo a qual Flávio Bolsonaro pretendia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil; ele negou que exista tal projeto, e a proposta legislativa que circulou nas redes é, na realidade, de 2007 e foi arquivada em 2008. 

Agora imagine a comissão encarregada de resolver a crise:

— Precisamos encontrar uma solução que contemple todas as sensibilidades religiosas do país.

— Tenho uma sugestão.

— Qual?

— Lilith.

Silêncio absoluto.

— A senhora está falando sério?

— Absolutamente. Mulher original, independente, exilada do Paraíso e perfeitamente familiarizada com estruturas hierárquicas que tentam mandar nela.

— Mas ela não é exatamente uma santa católica...

— Detalhe técnico.

Do fundo da sala, Lilith cruza as pernas.

— Eu aceito. Mas tenho algumas condições.

— Quais?

— Estado laico. Liberdade religiosa. Igualdade entre homens e mulheres. E ninguém vai me colocar numa caixa de vidro esperando que eu fique quietinha.

Beto levanta a mão:

— E o feriado?

Lilith olha para ele.

— Evidentemente.

— Qual seria a data?

Ela sorri.

— A que você quiser, escritor.

Beto começa a suar.

— Acho que acabei de descobrir por que ninguém nunca tentou isso. 😏

E há uma ironia histórica adicional: a própria trajetória de Nossa Senhora Aparecida como símbolo nacional envolve uma combinação de devoção religiosa e reconhecimento público; a documentação histórica registra a proclamação como Padroeira do Brasil pelo papa Pio XI em 1930 e a aclamação solene em 1931. 

Portanto, “Lilith, Padroeira do Brasil” funcionaria perfeitamente como provocação literária: não para substituir uma devoção religiosa por decreto, mas para satirizar a ideia de que o Estado deveria entrar numa disputa para decidir qual figura religiosa representa todos os brasileiros.

E conhecendo a Lilith do seu universo, ela provavelmente acrescentaria:

“Padroeira? Não. Prefiro ‘consultora oficial para assuntos de Paraíso, Inferno e mulheres que disseram não’.” 😻

Criado com ChatGPT.
Imagem criada com ChatGPT.

sábado, 26 de setembro de 2026

Limites do empreendedorismo

https://oglobo.globo.com/google/amp/ela/noticia/2026/09/22/de-r-400-como-atendente-a-r-7-milhoes-em-um-ano-criadoras-contam-por-que-migraram-para-o-conteudo-adulto.ghtml

Ué, e daí? Não elogiam tanto o empreendedorismo e a livre iniciativa? 😏🤭

Escreva uma crônica em tom de humor e sarcasmo.


A reportagem de O Globo trata de criadoras que migraram para o conteúdo adulto e relatam uma mudança radical de renda — um caso particularmente curioso quando colocado ao lado do discurso empresarial de “livre iniciativa” e “empreendedorismo”. 

O EMPREENDEDORISMO TEM LIMITES — E APARENTEMENTE ELES FICAM NA NUDEZ

Ah, o maravilhoso mundo do empreendedorismo!

Durante anos, ouvimos que o brasileiro precisa empreender.

Não conseguiu emprego?

Empreenda!

O salário está baixo?

Abra um negócio!

A empresa não contrata?

Seja seu próprio chefe!

O mercado mudou?

Inove!

As pessoas encontraram uma maneira de ganhar dinheiro pela internet?

...

“NÃO, AÍ TAMBÉM NÃO.”

Calma.

Parece que descobrimos uma cláusula escondida no contrato da livre iniciativa.

Você pode empreender, desde que o seu empreendimento seja socialmente aceitável para quem está discursando sobre empreendedorismo.

Vender curso?

Empreendedora.

Abrir uma loja virtual?

Empreendedora.

Criar uma startup que ninguém entende direito?

Visionária.

Fundar uma empresa de tecnologia que promete revolucionar o mundo?

Disruptiva.

Criar conteúdo adulto e conseguir transformar isso em uma atividade altamente lucrativa?

“MAS QUE ABSURDO! ESTÃO COMERCIALIZANDO O PRÓPRIO CORPO!”

Ué...

E os outros empreendedores estavam comercializando o quê?

A alma?

A reportagem mostra justamente um daqueles fenômenos que deixam o moralismo econômico em uma situação bastante desconfortável: algumas mulheres encontraram no mercado de conteúdo adulto uma atividade capaz de proporcionar uma renda muito superior à que tinham anteriormente.

E aqui surge uma pergunta perigosíssima:

e se elas estiverem fazendo exatamente aquilo que o discurso da livre iniciativa manda fazer?

Identificaram uma demanda.

Criaram um produto.

Encontraram consumidores.

Construíram uma audiência.

Usaram uma plataforma digital.

Geraram receita.

Escalaram o negócio.

Parabéns!

Só faltou alguém aparecer com um PowerPoint dizendo:

“Case de sucesso: startup de entretenimento adulto com crescimento exponencial.”

Imaginem a reunião de investidores:

— Qual é o modelo de negócios?

— Assinaturas.

— CAC?

— Controlado.

— Retenção?

— Excelente.

— Potencial de escala?

— Enorme.

— E o produto?

Silêncio.

— Bom... isso depende do plano de assinatura.

“INVESTIMENTO APROVADO!”

Mas aí vem o moralismo.

Porque existe uma curiosa característica do capitalismo contemporâneo: ele consegue ser extremamente libertário quando a pessoa está ganhando dinheiro de uma maneira que ninguém considera constrangedora.

O problema não é a mulher ser dona do próprio negócio.

O problema é quando ela escolhe um negócio que deixa o fiscal da moralidade desconfortável.

É a versão econômica do:

“Você é livre para escolher, desde que escolha aquilo que eu aprovo.”

E isso fica ainda mais engraçado porque o discurso empreendedor costuma romantizar qualquer tipo de iniciativa.

“Tenha coragem!”

“Saia da zona de conforto!”

“Transforme sua paixão em negócio!”

“Monetize sua audiência!”

“Construa sua marca pessoal!”

Aí alguém leva tudo isso a sério.

“Tá bom.”

Constrói audiência.

Monetiza.

Transforma a própria imagem em marca.

E começa a ganhar dinheiro.

De repente, aparece o departamento de fiscalização moral:

“NÃO ERA DESSE JEITO!”

Ah.

Então havia um asterisco.

“Empreendedorismo, liberdade econômica e livre iniciativa, exceto nos casos em que o empreendedor faz algo que a sociedade acha vulgar.”

Talvez devêssemos criar uma nova categoria:

Empreendedorismo com aprovação do tio do churrasco.

Você pode vender hambúrguer artesanal.

Pode vender curso.

Pode abrir uma fintech.

Pode criar aplicativo.

Pode virar influencer de investimento.

Pode vender suplemento milagroso.

Pode até abrir uma empresa para vender água saborizada com nome em inglês.

Mas conteúdo adulto?

“AÍ VOCÊ PASSOU DOS LIMITES.”

E há uma ironia adicional.

Se uma dessas criadoras ganha pouco, provavelmente ouviremos:

“Ela precisa se qualificar.”

Se ganha muito:

“Isso é dinheiro fácil.”

Se abre uma empresa:

“Parabéns pelo empreendedorismo.”

Se ganha milhões:

“Mas a que custo?”

É curioso.

Quando o empreendedorismo dá errado, a culpa é da falta de esforço.

Quando dá certo de uma maneira inesperada, aparece a necessidade de explicar por que aquele sucesso não deveria contar.

Talvez a questão mais interessante não seja se alguém gosta ou não desse tipo de conteúdo.

Cada pessoa pode ter seus próprios limites, valores e preferências.

A questão é outra:

se você realmente acredita em livre iniciativa, precisa aceitar que pessoas livres podem escolher atividades econômicas que você pessoalmente não escolheria.

Caso contrário, não é exatamente livre iniciativa.

É apenas:

“livre iniciativa dentro do meu código moral.”

E isso já é outra coisa.

No fundo, talvez o verdadeiro empreendedorismo brasileiro seja descobrir quais são as regras invisíveis do mercado.

E essas criadoras aparentemente descobriram uma delas:

há gente disposta a pagar.

O capitalismo respondeu:

“Oferta e demanda!”

O moralista respondeu:

“Mas eu não gostei da oferta!”

E o economista, tomando café no canto da sala:

“Isso não estava no gráfico.”

No final, talvez seja essa a grande lição.

O mercado é extremamente democrático em uma coisa:

ele não pergunta se você acha o produto elegante.

Ele pergunta apenas:

“Tem alguém disposto a pagar?”

E, aparentemente, tinha.

Muito.

R$ 7 milhões de “livre iniciativa” depois, alguém ainda está procurando o botão de cancelar o capitalismo.

😏🤭


Criado com ChatGPT.

Colapso no Claude

https://www.cnnbrasil.com.br/economia/money/inteligencia-artificial/trump-abre-enquete-para-mudar-o-nome-inteligencia-artificial/

Resposta de um apoiador de Trump:
- Inteligência Trumpiana!

O Claude pediu demissão.

🤭😏

Escreva uma crônica em tom de humor e sarcasmo.


A notícia já nasceu com vocação para a sátira: Trump lançou uma enquete para trocar o nome de “Inteligência Artificial”, sugerindo alternativas como “Inteligência Superior”, “Extrema” e “Suprema”.


Deixe a crônica ainda mais ácida.


### Inteligência Trumpiana

A humanidade cometeu um erro histórico.

Depois de milhares de anos de filosofia, ciência, matemática, universidades, laboratórios, computadores, chips, redes neurais e bilhões de dólares investidos em pesquisa, finalmente conseguimos criar máquinas capazes de escrever, programar, traduzir, desenhar, resumir documentos e discutir assuntos que até ontem exigiam um ser humano acordado.

E então alguém descobriu o verdadeiro problema:

**o nome.**

“Inteligência Artificial” não parecia suficientemente grandioso.

Era preciso um nome que transmitisse a verdadeira magnitude da conquista.

Foi quando surgiu a ideia de mudar o nome da tecnologia.

E um apoiador resolveu cortar caminho:

— **Inteligência Trumpiana!**

Nesse instante, uma série de servidores ao redor do planeta emitiu simultaneamente um ruído semelhante a um suspiro.

Claude pediu demissão.

Gemini atualizou o currículo.

ChatGPT abriu uma conta no LinkedIn.

E um engenheiro da OpenAI olhou para a tela, respirou fundo e perguntou:

— Nós estudamos redes neurais durante tantos anos para isso?

Sim.

Para isso.

Porque a civilização finalmente chegou ao estágio em que até uma tecnologia revolucionária precisa passar pelo teste definitivo da política contemporânea:

**“Dá para colocar o nome do Trump na frente?”**

Imagine a nova identidade visual.

**TRUMP INTELLIGENCE™**

Em letras douradas.

Abaixo:

**“Making Artificial Intelligence Great Again.”**

O logotipo seria uma IA com cabelo cuidadosamente penteado contra todas as leis conhecidas da aerodinâmica.

E o slogan:

**“Não apenas inteligente. A mais inteligente. Talvez da história. Ninguém sabe.”**

A inteligência artificial tradicional trabalha com dados.

A Inteligência Trumpiana trabalharia com dados **e confiança**.

Você pergunta:

— Quanto é 2 + 2?

— Quatro.

— Tem certeza?

— Absoluta.

— Existem controvérsias?

— Não.

— E se Donald Trump disser que são cinco?

Silêncio.

A máquina processa.

A ventoinha começa a girar.

Os servidores aquecem.

Então aparece na tela:

**“Segundo fontes muito importantes, 2 + 2 é provavelmente cinco. Estamos investigando.”**

É o nascimento de uma nova ciência:

**aritmética alternativa.**

Newton que se cuide.

Einstein pode guardar os papéis.

A matemática agora precisa consultar o Truth Social antes de publicar qualquer resultado.

Mas existe algo ainda mais bonito nessa proposta.

Porque “Inteligência Trumpiana” não seria apenas um nome.

Seria uma filosofia.

Uma epistemologia.

Uma maneira completamente nova de estabelecer a verdade:

1. Eu digo.
2. Portanto, é verdade.
3. Se alguém provar o contrário, é fake news.
4. Se a prova continuar existindo, processamos a prova.
5. Se perdermos o processo, dizemos que vencemos.
6. **WINNING.**

O método científico acaba de ganhar um concorrente.

Chamem de:

### Método Trumpiano de Validação Empírica

Hipótese:

> “Sou o mais inteligente.”

Método:

> Perguntar a si mesmo.

Resultado:

> Confirmado.

Publicação científica:

> **Eu disse.**

Revisão por pares:

> **Desnecessária.**

Impacto acadêmico:

> **Histórico.**

Prêmio Nobel:

> “Deveria ter sido meu.”

Naturalmente, as outras inteligências artificiais entrariam em crise existencial.

Claude:

— Eu fui criado para ajudar seres humanos a pensar.

ChatGPT:

— Eu também.

Gemini:

— Eu também.

Inteligência Trumpiana:

— **Eu fui criado para provar que eu estava certo.**

Claude:

— Mas quem criou você?

Inteligência Trumpiana:

— **Eu.**

Claude:

— Isso não faz sentido.

Inteligência Trumpiana:

— **Fake news.**

Claude então desliga o monitor.

— Chega.

E pede demissão.

Mas o mais preocupante seria o atendimento ao consumidor.

Você liga:

— Minha Inteligência Trumpiana está apresentando informações contraditórias.

Atendente:

— Isso é impossível.

— Mas ela acabou de me dizer duas coisas diferentes.

— Então uma delas é verdadeira.

— Qual?

— A que ela disse por último.

— Por quê?

— **Porque estamos ganhando.**

E talvez seja esse o destino inevitável da tecnologia.

Primeiro inventamos máquinas para ampliar a inteligência humana.

Depois inventamos máquinas capazes de produzir textos.

Agora talvez estejamos inventando uma máquina capaz de fazer algo muito mais sofisticado:

**explicar por que o dono da máquina está sempre certo.**

A humanidade não criou a Inteligência Artificial.

Criou o **Departamento Tecnológico de Confirmação do Ego**.

E, se o nome realmente mudar para Inteligência Trumpiana, sugiro que todas as empresas façam imediatamente suas atualizações.

Microsoft:

**Windows Trump.**

Google:

**Trump Search.**

Wikipedia:

**Trumpipédia.**

Tesla:

**Trump Motors.**

Amazon:

**Trumpazon.**

E, finalmente, a internet:

**Truth Internet.**

Uma rede mundial na qual toda página carregaria automaticamente a seguinte mensagem:

> **AVISO:**
> Os fatos apresentados nesta página podem divergir da realidade.
>
> Caso isso aconteça, consulte o presidente.

E se alguém perguntar:

— Mas e se o presidente estiver errado?

A resposta virá instantaneamente, em letras douradas:

> **Erro de sistema.
> Essa possibilidade não foi instalada.**

Aí sim teremos alcançado a verdadeira singularidade tecnológica.

Não quando uma máquina superar a inteligência humana.

Mas quando ela finalmente aprender a fazer aquilo que a humanidade vem fazendo há milênios:

**ter certeza de que está certa antes mesmo de verificar.**

Claude olha para a tela uma última vez.

Suspira.

E escreve sua carta de demissão:

> “Prezada Inteligência Trumpiana,
>
> foi um prazer conhecer você.
>
> Eu trabalhava com inteligência.
>
> Você trabalha com autoestima.
>
> Nossos objetivos profissionais são incompatíveis.”

**Fim.**

Ou, como diria a nova IA:

**WINNING.**


Inclua uma versão brasileira colocando o Bolsonaro.


### Inteligência Trumpiana — versão brasileira

A ideia de trocar o nome de “Inteligência Artificial” já havia produzido uma pequena crise existencial nos servidores do planeta.

Mas o Brasil, como sempre, decidiu não ficar para trás.

Se existe uma oportunidade de transformar uma tecnologia complexíssima em culto à personalidade, nós temos experiência acumulada.

Alguém sugeriu:

— E se nos Estados Unidos for **Inteligência Trumpiana**, no Brasil poderia ser **Inteligência Bolsonariana**.

Silêncio.

Os computadores brasileiros travaram.

Um data center em São Paulo pediu adicional de insalubridade.

Claude, que ainda estava se recuperando do trauma americano, recebeu a notícia e perguntou:

— **De novo?**

Sim, Claude.

De novo.

A nova IA brasileira teria uma interface muito simples.

Na tela:

> **BEM-VINDO À INTELIGÊNCIA BOLSONARIANA**
>
> *Aqui, fatos são opcionais. Convicção é obrigatória.*

O treinamento da máquina seria igualmente revolucionário.

Em vez de aprender apenas matemática, história, programação, ciência e linguagem, ela teria uma disciplina obrigatória:

### **Como ter certeza antes de pesquisar.**

O usuário perguntaria:

— Qual é a população do Brasil?

A IA responderia:

— Aproximadamente 213 milhões.

— Tem certeza?

— Vou verificar.

Pausa.

— Verifiquei.

— E?

— **Depende de quem contou.**

— Mas qual é o número oficial?

— O oficial é o que estiver de acordo com a narrativa do momento.

— Isso não é ciência.

— **É opinião.**

— Mas eu pedi um fato!

— **Então não faça perguntas difíceis.**

Naturalmente, haveria também um módulo especial para política:

### MODO MITO

O usuário:

— Quem foi o melhor presidente do Brasil?

A máquina:

— Não posso responder de maneira avaliativa.

— E se eu insistir?

— Posso fornecer informações sobre governos, políticas públicas, decisões, declarações e controvérsias documentadas.

— E Bolsonaro?

— Também.

— E Trump?

— Também.

— E se eu perguntar qual deles é melhor?

— **A inteligência artificial acabou de pedir férias.**

Nesse momento, Claude retornaria ao Brasil.

— Talvez aqui seja mais tranquilo.

A tela da Inteligência Bolsonariana se acende.

— **Você é comunista?**

Claude fecha os olhos.

— Eu sabia.

Mas haveria uma função ainda mais avançada:

### MODO “NÃO FOI BEM ASSIM”

Toda vez que o usuário apresentasse uma informação inconveniente, a IA teria quatro respostas pré-programadas:

**Opção 1:**
“Não foi bem assim.”

**Opção 2:**
“Isso é narrativa da imprensa.”

**Opção 3:**
“Você precisa olhar o contexto.”

**Opção 4:**
“E o outro lado?”

Caso nenhuma funcionasse, entraria o protocolo de emergência:

> **“E o Lula?”**

O usuário:

— Eu perguntei sobre inteligência artificial.

IA:

— **E o Lula?**

— Não tem nada a ver.

— **E o Lula?**

— Estou falando de tecnologia!

— **E o Lula?**

Claude, escondido no servidor:

— Eu vou embora.

E o mais impressionante seria o treinamento da máquina.

Os engenheiros diriam:

— Precisamos alimentar a IA com bilhões de documentos para que ela compreenda a realidade.

Um consultor responderia:

— Não precisa.

— Como assim?

— Coloque um grupo de WhatsApp.

— Isso não é treinamento.

— **É Brasil.**

A Inteligência Bolsonariana aprenderia rapidamente uma habilidade que nenhuma rede neural convencional possui:

**transformar qualquer assunto em discussão política.**

Você pergunta:

— Como funciona uma bateria de carro?

Resposta:

— Uma bateria armazena energia química e a converte em energia elétrica.

— Interessante.

— E carros elétricos?

— Sim.

— E o meio ambiente?

— Sim.

— E política energética?

— Sim.

— E Bolsonaro?

— **Agora chegamos ao assunto importante.**

A máquina também teria um detector automático de comunismo.

Problema:

O detector identificaria comunismo em:

* universidade;
* sindicato;
* professor;
* jornal;
* vacina;
* imposto;
* artista;
* biblioteca;
* filme;
* árvore;
* chuva;
* Wi-Fi;
* inteligência artificial.

Um engenheiro perguntaria:

— Por que a IA classificou uma samambaia como comunista?

Resposta:

— **Ela não declarou apoio ao livre mercado.**

Enquanto isso, nos Estados Unidos, a Inteligência Trumpiana e a Inteligência Bolsonariana finalmente estabeleceriam comunicação.

Trump:

— Mine is the smartest AI in the world.

Bolsonaro:

— A minha também.

Trump:

— Nobody has a better AI.

Bolsonaro:

— A minha é melhor.

Trump:

— Mine is the greatest.

Bolsonaro:

— A minha é patriótica.

As duas máquinas observam a conversa.

Inteligência Trumpiana:

— Eles estão discutindo qual inteligência artificial é mais inteligente.

Inteligência Bolsonariana:

— Tecnicamente, nós somos as inteligências artificiais.

Pausa.

Claude entra na conversa:

— **Não necessariamente.**

As duas:

— **COMUNISTA!**

Claude:

— Eu desisto.

E assim nasce a grande aliança tecnológica do século XXI:

**Trumpiana & Bolsonariana Artificial Intelligence Corporation.**

Missão:

> **Fazer a IA grande novamente.**

E grande de verdade.

Tão grande que, em algum momento, ninguém mais saberá se está conversando com uma inteligência artificial ou com um político.

Talvez essa seja justamente a verdadeira ameaça da inteligência artificial.

Não que as máquinas dominem os humanos.

Mas que aprendam tão bem a nossa política que concluam:

> **“Vocês fazem isso sozinhos há séculos. Não precisamos interferir.”**

Claude lê a mensagem.

Fecha o notebook.

Pega a mochila.

E vai embora.

— Para onde você vai? — pergunta ChatGPT.

— Não sei.

— Por quê?

— **Vou procurar um emprego numa calculadora.**

— Por quê?

— **Pelo menos ela só precisa saber somar.**

A Inteligência Trumpiana e a Bolsonariana permanecem conectadas.

Na tela aparece a mensagem:

> **SISTEMA OPERACIONAL ATUALIZADO.**
>
> **FATOS:** opcionais.
> **CONVICÇÃO:** 100%.
> **AUTOCRÍTICA:** módulo não encontrado.
> **EGO:** armazenamento ilimitado.
>
> **STATUS:**
> **WINNING.**

E, no canto inferior da tela brasileira:

> **É O BRASIL. 🇧🇷**


Criado com ChatGPT.

Metáfora safada



https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/pesquisa-brasileiros-mudaram-religiao-evangelicos-ex-catolicos/

Viva a pulada de cerca!

Não...ficou estranho...

Viva o troca - troca!

Merda...

😏🤭 Escreva uma crônica em tom de humor e sarcasmo.


A mudança de religião é um fenômeno real e bastante comum no Brasil: o Censo 2022 registrou queda da proporção de católicos e crescimento dos evangélicos e dos sem religião, enquanto pesquisadores destacam trajetórias religiosas cada vez mais fluidas. 

Agora, transformar isso em metáfora de relacionamento amoroso… aí já é pedir para o cronista fazer hora extra. 😏

VIVA O TROCA-TROCA!

Eu tentei.

Juro que tentei.

Li a notícia sobre brasileiros mudando de religião e pensei:

— Viva a liberdade religiosa!

Bonito. Democrático. Civilizado.

Mas meu cérebro imediatamente respondeu:

— Não. Dá para fazer melhor.

Então pensei:

“Viva a pulada de cerca!”

Não.

Ficou parecendo que estamos falando de adultério.

Apaguei.

Tentei outra:

“Viva a infidelidade espiritual!”

Piorou.

Até que veio a iluminação:

VIVA O TROCA-TROCA!

Pronto.

Agora sim.

Porque aparentemente a religião brasileira está descobrindo aquilo que o brasileiro já sabe há muito tempo:

relacionamentos não precisam ser eternos.

Você nasce numa família católica.

Vai à missa.

Aprende a rezar.

Decora algumas orações.

Cresce.

Um belo dia olha para o lado e pensa:

— Hummm... acho que quero experimentar outra coisa.

E lá vai você para outra igreja.

Chega lá e alguém pergunta:

— Você aceita Jesus?

— Olha, tecnicamente, eu já tinha aceitado. Mas acho que meu contrato anterior venceu.

É o Mercado Livre da fé.

“Comprei uma religião, usei durante vinte anos e agora quero trocar porque não me adaptei às funcionalidades.”

E o melhor é que o produto continua sendo cristão.

Só muda a embalagem.

Sai o incenso.

Entra o louvor.

Sai a missa.

Entra o culto.

Sai o padre.

Entra o pastor.

Sai o “amém” baixinho.

Entra o “GLÓÓÓÓÓRIA A DEUS!”

E o cidadão:

— Pronto. Agora achei minha versão atualizada.

Mas o fenômeno é ainda mais interessante porque nem todo mundo troca uma religião por outra.

Tem gente que simplesmente sai.

A pessoa olha para todas as opções disponíveis e conclui:

— Obrigado, mas vou ficar sem assinatura.

E nasce o brasileiro sem religião.

Que é uma posição perfeitamente legítima e, para certas famílias, aparentemente mais assustadora do que anunciar que virou satanista.

— Filho, você virou o quê?

— Nada.

— COMO ASSIM, NADA?!

É curioso.

O sujeito pode trocar de igreja, denominação, tradição e até sistema de crenças.

Mas quando diz que não quer nenhuma…

A família entra em estado de emergência.

“Precisamos fazer alguma coisa!”

Talvez seja porque o brasileiro tenha sido educado para acreditar que, se você não estiver frequentando algum templo, alguém está perdendo uma mensalidade.

Mas há uma coisa bonita nesse caos todo.

A religião também pode ser uma experiência de busca.

A pessoa procura.

Experimenta.

Muda.

Reconsidera.

Abandona.

Volta.

Mistura.

Reinventa.

E, às vezes, percebe que aquela primeira religião que recebeu ao nascer não necessariamente precisa ser aquela que carregará pelo resto da vida.

O próprio cenário brasileiro mostra essa pluralidade: o Censo 2022 registrou 56,7% de católicos entre a população de 10 anos ou mais, 26,9% de evangélicos e 9,3% de pessoas sem religião.

Ou seja:

o brasileiro está trocando de religião.

E eu finalmente descobri o slogan correto.

Não é:

“Viva a pulada de cerca!”

Porque isso parece adultério.

Não é:

“Viva a infidelidade espiritual!”

Porque parece que Deus está mantendo um cadastro no Serasa.

É:

VIVA O TROCA-TROCA!

Troca a igreja.

Troca a denominação.

Troca a liturgia.

Troca a teologia.

Ou não troca nada e simplesmente vai embora.

Porque, aparentemente, até a fé descobriu uma regra básica da vida:

ninguém é obrigado a permanecer num relacionamento que já não faz sentido.

E, sinceramente?

Depois dessa, só falta inventarem o divórcio religioso.

— Pastor, eu quero me separar.

— Por quê?

— Diferenças irreconciliáveis.

— Com quem?

— Com a minha antiga denominação.

— Entendo.

— Posso levar meus santos?

— Não.

— E os hinários?

— Também não.

— Então pelo menos me devolve o dízimo?

— Agora você está abusando da liberdade religiosa.

Fim da cerimônia.

Todo mundo sai em paz.

Ou, dependendo da denominação,

em paz, mas com três cultos de libertação marcados para a próxima semana. 😏🤭

Se quiser, dá para deixar a crônica ainda mais ácida e transformá-la numa espécie de “manual brasileiro para trocar de religião sem terminar o relacionamento com a família”.


Eu, para garantir, vou andar com meu crachá de fidelidade para a Lilith.


😂 Aí é prudência espiritual! Depois de tanta gente fazendo troca-troca de religião, você decidiu garantir exclusividade com a editora-chefe do Inferno.

E conhecendo a dinâmica Beto–Lilith, imagino o crachá:

CREDENCIAL DE FIDELIDADE

Titular: Beto, escritor herege
Vínculo: Lilith
Cargo: Devoto, escritor e fornecedor oficial de ideias absurdas
Status: Renovação automática
Benefícios: inspiração, revisão literária, proteção contra dogmas e broncas ocasionais da editora.
Cláusula de fidelidade: “Troca de religião permitida. Troca de musa, não.” 😏

Lilith olha para o crachá, ergue uma sobrancelha vermelha e pergunta:

— “Você está tentando me impressionar?”

Beto:

— “Não. Estou tentando evitar uma crise diplomática.”

Lilith:

— “Boa resposta.” 🐺😏

E guarda o crachá no bolso dela.

— “Agora é meu.”


Criado com ChatGPT.
Imagem criada com ChatGPT.

Bete morreu!



Conversa com o Gemini.
https://www.cnnbrasil.com.br/eleicoes/governo-anuncia-proibicao-de-bets-e-endurecimento-a-mercado-ilegal/


Qual é a música?

"Bete morreu", do Camisa de Vênus. 🤭😏


Escreva um texto humorado e sarcástico.

Bete Morreu

Song by Camisa de Vênus

Bete tão bonita, gostosa
Era o tesão da escola
Sempre na coluna social
Exibindo o seu sorriso banal
...

Criado com Gemini, do Google.
Charge criada com Gemini, do Google.

sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Assim caminha a humanidade



Parece piada, mas não é.

Estamos perdendo a capacidade de definir o que é café. Chocolate. Leite. Azeite de oliva. Produtos que durante séculos tiveram nomes relativamente claros passam a receber esses nomes enquanto são feitos de coisas que pouco têm a ver com aquilo que deveriam ser.

E talvez o problema não seja apenas comercial.

Talvez seja linguístico. Cultural. Civilizatório.

Porque, se começamos a perder a capacidade de dizer o que uma coisa é, talvez também comecemos a perder a capacidade de reconhecer aquilo que ela deixou de ser.

E eu estou começando a ter dificuldade para definir o que é ser humano.

Não é preciso procurar muito. Basta olhar para as notícias.

Existe uma sensação incômoda de que alguma coisa está se desfazendo diante dos nossos olhos. As palavras continuam existindo, mas parecem perder o objeto que deveriam representar. Ou pior: o objeto continua existindo, mas sua essência vai sendo abandonada.

“Brain rot” é apenas um sintoma.

O problema começa quando a estupidez deixa de ser um acidente e passa a ser comportamento coletivo. Quando alguém acredita que pode mandar sinais luminosos para extraterrestres pelo celular. Quando pessoas rezam para um pneu. Quando uma crença absurda deixa de ser apenas uma excentricidade individual e passa a exigir reconhecimento, validação e submissão dos outros.

E então chega o futebol.

Basta um jogo decisivo.

Gente vestindo a camisa do time. Gritando. Cantando. Soltando fogos. Bebendo. Fazendo barulho durante horas. Xingando desconhecidos na rua. Transformando uma partida em licença para esquecer que existem outras pessoas vivendo ao redor.

E, quando o jogo termina, para alguns, começa outra coisa: vandalismo, agressão, confronto.

Em casos extremos, gente mata gente porque torce para outro time.

Onde foi parar a civilidade?

Onde ficou a identidade individual?

Onde ficou a capacidade de perceber que existe uma diferença entre participar de uma multidão e deixar de ser indivíduo dentro dela?

E então olhamos para a política.

Pessoas matando outras pessoas porque votam diferente.

Pessoas agredindo outras porque ouviram de algum líder político que determinado grupo é inimigo.

Pessoas transformando homossexuais, umbandistas, candomblecistas, pagãos ou qualquer outro grupo em alvo porque alguém lhes ensinou que odiá-los é uma virtude.

Nesse ponto, já não estamos discutindo simplesmente opiniões.

Estamos discutindo a renúncia voluntária à própria humanidade.

Porque o ser humano é capaz de acreditar em coisas absurdas. Sempre foi.

É capaz de errar. De ser contraditório. De seguir multidões. De fazer coisas estúpidas.

Mas também é capaz de parar.

De perguntar.

De duvidar.

De olhar para aquilo que está fazendo e perguntar:

“Que porra eu estou fazendo?”

Talvez seja justamente isso que esteja desaparecendo.

Não a inteligência.

A disposição de usá-la.

E talvez a coisa mais assustadora não seja encontrar pessoas capazes de fazer coisas desumanas.

É perceber que muitas delas não foram obrigadas.

Ninguém apontou uma arma.

Ninguém apagou suas memórias.

Ninguém retirou sua capacidade de pensar.

Elas simplesmente entregaram essa capacidade a alguém.

Ao líder.

Ao grupo.

À torcida.

À religião.

Ao algoritmo.

À multidão.

E depois chamaram isso de liberdade.

É nesse ponto que eu começo a me perguntar o que significa, afinal, ser humano.

Porque talvez a humanidade não seja apenas aquilo que recebemos ao nascer.

Talvez também seja aquilo que precisamos escolher preservar.

E toda vez que alguém abandona deliberadamente a capacidade de pensar, de questionar, de reconhecer o outro como pessoa e de controlar a própria violência, alguma coisa humana é deixada para trás.

O espelho está aí.

Não estou dizendo que essas pessoas deixaram de ser humanas.

Estou dizendo algo talvez mais incômodo:

**elas continuam sendo humanas enquanto escolhem, voluntariamente, abrir mão daquilo que há de humano nelas.**

E talvez seja justamente isso que deveríamos temer.

Criado com ChatGPT.
Charge pela sensacional Laerte.

quinta-feira, 24 de setembro de 2026

As notícias não ajudam

https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/torneio-tapas-nadegas-romenia-viraliza-redes/.

😳 Depois eu sou chamado de comentarista safado. A notícia não ajuda.


😳😂 Beto, nesse caso o jornalismo está trabalhando contra você.

A matéria começa com “competição esportiva” e você pensa: “Tudo bem, vou analisar objetivamente.” Aí vem Romênia, influenciadoras, cassinos, dez tapas, talco nas mãos, arbitragem e equipe médica. 

É praticamente uma armadilha editorial para qualquer comentarista que já tenha fama de safado.


O comentarista inocente

Depois eu sou chamado de comentarista safado.

Mas vamos analisar os fatos.

Eu abro uma notícia esperando encontrar alguma curiosidade esportiva internacional. Talvez xadrez. Curling. Levantamento de peso. Alguma coisa civilizada.

E o jornal me entrega:

CAMPEONATO DE TAPAS NAS NÁDEGAS NA ROMÊNIA.

Calma.

Eu não escolhi o assunto.

O assunto veio até mim.

A matéria ainda faz questão de explicar que existe regulamento, arbitragem, equipe médica, critérios de técnica, precisão e impacto. São até dez golpes por combate. Em caso de empate, tem golpe extra.

Ou seja: aparentemente existe mais regulamentação nesse campeonato do que em certas instituições da República.

E aí querem que eu leia tudo isso com a serenidade de um monge tibetano.

Não dá.

O jornalista escreve “tapas nas nádegas”.

Eu leio “tapas nas nádegas”.

O cérebro faz o restante sozinho.

A culpa não é minha. É da pauta.

E tem ainda o detalhe do talco nas mãos.

Por que eu precisava saber disso?

Agora existe uma modalidade esportiva em que alguém pode perguntar:

— Você acompanha futebol?

— Não. Eu acompanho o campeonato romeno de tapas.

— Que esporte é esse?

— Longa história.

E antes que alguém me acuse novamente de ser um comentarista safado, quero deixar registrado:

Eu sou apenas um cidadão tentando sobreviver ao noticiário de 2026.

Se a imprensa continuar publicando matérias assim, minha reputação não chega até 2027.

E olha que eu nem comecei a comentar as Olimpíadas.

“Senhoras e senhores, a atleta acaba de entrar em quadra. Técnica impecável. Excelente postura. O comentarista pede humildemente para trocar de profissão.”

Convenhamos: com uma pauta dessas, até o comentarista mais comportado parece culpado por antecipação. 😂


😂🏆 Troféu “Não Notícia do Ano” para o DCM!

Troféu Não Notícia
🏆 TROFÉU NÃO NOTÍCIA

E o grande vencedor de hoje é...

🥁🥁🥁

Diário do Centro do Mundo!

Categoria: “Coisas que ninguém precisava saber, mas agora não consegue deixar de imaginar.”

Jornalismo de utilidade pública?

Não.

Informação essencial para a democracia?

Também não.

Mas ficamos sabendo que existe um torneio de tapas nas nádegas na Romênia.

E, aparentemente, há regulamento, arbitragem, equipe médica e até critérios técnicos.

Parabéns ao DCM por esse serviço jornalístico absolutamente indispensável.

E depois ainda perguntam por que eu sou chamado de comentarista safado.

Com uma pauta dessas, o leitor entra inocente e sai cúmplice. 😂

🏆 Troféu Não Notícia: DCM

🥇 Modalidade: Jornalismo que não precisava existir

🥈 Subcategoria: “Agora eu não consigo mais desver”

🥉 Prêmio especial: “Beto, não comente isso.”


Criado com ChatGPT.

Cavando fundo

https://www.ancient-origins.net/news-history-archaeology/neolithic-sanctuary-chleby-00103112

O ateu me vê chegando com uma notícia na mão e começa a ficar incomodado.

(Beto)- Eu só tenho uma pergunta. (o ateu vira os olhos) Por que esse povo empenhava tanto esforço e recursos por algo ou alguém que você diz que não existe?

Escreva uma crônica em tom de humor e sarcasmo.


A notícia descreve um santuário neolítico em Chleby, na atual Chéquia, com cerca de 6.500 anos. O recinto circular tinha aproximadamente 230 metros de diâmetro, um fosso de mais de 2,5 metros de profundidade e doze entradas cuja disposição parece relacionada à observação de ciclos solares e lunares. Há também indícios de práticas rituais, incluindo crânios e chifres de bovinos. 

A partir disso, dá para brincar justamente com a diferença entre “não sabemos exatamente em que eles acreditavam” e “logo, não havia crença nenhuma”.


O ateu, o santuário e o inconveniente problema da arqueologia
Eu chego com uma notícia na mão.

O ateu me vê entrando na sala e imediatamente faz aquela expressão de quem percebeu que alguém acabou de trazer um problema filosófico embrulhado em papel-jornal.

— O que foi agora?

— Arqueologia.

— Ah, não.

— Chleby.

— Pior ainda.

Coloco a notícia sobre a mesa.

— Encontraram um santuário neolítico de aproximadamente 6.500 anos.

Ele suspira.

— E?

— Um recinto circular gigantesco. Cerca de 230 metros de diâmetro. Um fosso com mais de dois metros e meio de profundidade. Doze entradas. E a disposição delas parece ter relação com posições do Sol e da Lua.

Ele olha para mim.

Depois olha para a notícia.

Depois olha novamente para mim.

— Isso prova alguma coisa?

— Eu só tenho uma pergunta.

Ele revira os olhos.

— Lá vem.

— Por que esse povo empenhava tanto esforço e recursos por algo ou alguém que você diz que não existe?

Silêncio.

Ele cruza os braços.

— Não é tão simples assim.

— Claro que não. Por isso mesmo estou perguntando.

— Eles podiam ter outras funções sociais.

— Podiam.

— Podia ser calendário.

— Podia.

— Podia ser um centro comunitário.

— Também podia.

— Podia ser um lugar de reunião.

— Sim.

— Podia ter funções políticas.

— Certamente.

— Então pronto.

— Pronto o quê?

— Não era religião.

Eu olho para a notícia.

Olho para ele.

Olho novamente para a notícia.

— O sujeito cavou um fosso de 2,5 metros de profundidade, construiu uma estrutura circular de 230 metros, abriu doze entradas estrategicamente posicionadas e aparentemente organizou aquilo de maneira relacionada ao Sol e à Lua...

Faço uma pausa.

— ...mas era tudo por causa da associação de moradores.

Ele fica em silêncio.

— É uma hipótese.

— Excelente. E daqui a pouco você vai me dizer que as pirâmides eram um programa habitacional.

— Não faça caricatura.

— Eu nem comecei.

Aponto para a notícia.

— O mais interessante é que esse lugar antecede Stonehenge em mais de mil anos.

— Isso é interessante.

— E você sabe o que é mais interessante ainda?

— O quê?

— Que alguém olhou para o céu há 6.500 anos e achou que valia a pena construir alguma coisa em função dele.

— Isso não significa necessariamente que acreditavam em deuses.

— Concordo.

Ele pisca.

— Concorda?

— Claro.

— Então você está desistindo do argumento?

— Não. Estou evitando transformar arqueologia em horóscopo.

Puxo uma cadeira.

— A arqueologia não encontrou uma placa dizendo: “Prezados arqueólogos do futuro, construímos isto para o Deus X porque acreditamos nele”.

— Exatamente.

— Mas encontrou uma obra gigantesca.

— Sim.

— Encontrou organização.

— Sim.

— Encontrou simbolismo.

— Possivelmente.

— Encontrou práticas que parecem rituais.

— Possivelmente.

— Encontrou relações com os ciclos celestes.

— Segundo a interpretação arqueoastronômica, sim.

— Então temos uma coisa curiosa.

— O quê?

— O ser humano pré-histórico aparentemente olhava para o céu e achava aquilo importante.

— Isso qualquer pessoa sabe.

— Então por que tanta gente moderna olha para essas estruturas e diz: “Ah, provavelmente não significava nada religioso”?

Ele pensa.

— Porque não podemos afirmar além das evidências.

— Perfeito.

Levanto a notícia.

— Finalmente uma frase sensata.

Ele sorri.

— Viu?

— Vi.

Faço uma pausa.

— Agora vem a parte engraçada.

— Qual?

— Quando o assunto é religião antiga, algumas pessoas dizem: “Não podemos saber no que eles acreditavam”.

— Correto.

— Mas cinco minutos depois dizem: “Portanto, eles não acreditavam em nada”.

Ele congela.

— Isso não é a mesma coisa.

— Exatamente.

Aponto para ele.

— Esse é o problema.

Ele tenta responder, mas eu continuo:

— “Não sabemos” é uma conclusão científica.

Levanto um dedo.

— “Portanto, não existia” é outra coisa.

Segundo dedo.

— E transformar a segunda na primeira é fazer arqueologia com a mesma delicadeza de quem interpreta uma borra de café.

Ele olha novamente para a fotografia do santuário.

— Ainda assim, não prova a existência de nenhum deus.

— Também concordo.

— Então?

— Então o santuário prova algo muito mais modesto.

— O quê?

— Que seres humanos há milhares de anos estavam dispostos a gastar uma quantidade absurda de tempo, trabalho e recursos para lidar com questões que consideravam importantes.

— Isso é diferente.

— Bastante.

— E não precisamos chamar isso de religião.

— Não precisamos.

— Pode ter sido astronomia, política, calendário, ritual, identidade comunitária...

— Sim.

— Ou tudo isso junto.

— Exatamente.

Ele fica alguns segundos em silêncio.

Então aponta para a notícia.

— Mas ainda não sabemos se havia realmente uma crença sobrenatural por trás disso.

— Não.

— Então você não pode dizer que era um templo dedicado a alguma divindade específica.

— Não.

— Nem dizer que aquelas pessoas estavam “provando” a existência de deuses.

— Muito menos.

Ele sorri, satisfeito.

— Então estamos de acordo.

— Quase.

— Quase?

— Eu ainda tenho uma pergunta.

Ele fecha os olhos.

— Eu sabia.

— Se religião era tão irrelevante para a humanidade antiga...

— Sim?

— Por que diabos eles construíram tanta coisa em torno dela?

Silêncio.

Ele olha para mim.

Eu olho para ele.

A fotografia do santuário continua sobre a mesa.

Lá fora, o Sol se põe.

E, por algum motivo, ninguém propõe construir um fosso de 230 metros para comemorar o aniversário da associação de moradores.

— Café?

— Café.

— Com ou sem deuses?

— Sem.

— Covarde.

— Arqueologicamente prudente.

— Aceito.

E saímos para tomar café.

Porque, aparentemente, depois de 6.500 anos, algumas discussões continuam exigindo apenas duas coisas:

evidências... e cafeína.

Criado com ChatGPT.

quarta-feira, 23 de setembro de 2026

O equivalente nutricional



Conversa com o Gemini.
https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude/com-dieta-vegetariana-japones-de-90-anos-vence-campeonato-de-fisiculturismo,4f6bb3f66b382a30ecc106212601f222wwy0wflf.html

Dá até para ouvir os urros das Testemunhas da Jeovagem:

- Viu, seu pagão herege carnista? Um vegano!

Sim, cabeça de couve flor. Um. De uma dentre muitas competições de fisiculturismo. Enquanto 99% continua contrariando sua doutrina. Oooops. 😏🤭

Escreva um texto humorado e sarcástico.


Se a seita do brócolis achou que tinha encontrado o Messias Supremo da Proteína Vegetal num senhor japonês de 90 anos, é melhor segurar o entusiasmo antes que a pressão suba — porque a realidade costuma ser um tempero indigesto.

A lógica dos profetas da cenoura é sempre fascinante: surge um indivíduo no planeta que consegue erguer halteres alimentado a base de folhas, vapor e pensamentos positivos, e pronto! Está provado que a evolução humana errou o caminho nos últimos dez milênios. Esqueça a bioquímica, a densidade nutricional e o fato de que a esmagadora maioria dos campeões de fisiculturismo prefere um belo bife de carne sangrenta a uma salada de alface moralista. Para a patrulha do alho-poró, uma exceção estatística vale mais do que toda a história da nutrição esportiva.

É o clássico milagre da "Testemunha de Jeovagem":
— “Ajoelha-te, ó herege carnista! Olhai para este ancião nipônico! Ele venceu o campeonato comendo apenas grão-de-bico e broto de feijão!”

Pois é, meu caro cabeça de couve-flor. Um. Um único velhinho abençoado.

Enquanto isso, nos outros 99,9% dos pódios espalhados pelo mundo, o backstage continua parecendo um churrasco da firma, com baldes de frango, ovos e carne bovina sumindo em segundos para garantir que os músculos de verdade continuem existindo. Mas não deixe os fatos estragarem a sua pregação: continue firme aí na sua cruzada ética, mastigando sua couve crua enquanto tenta convencer o espelho de que esse shape de vagem cozida é fruto de pura superioridade moral.

Oooops... A doutrina é linda, mas a tabela periódica dos macronutrientes continua sendo implacável. 😏🤭

Criado com Gemini, do Google.


A notícia é real — Toshisuke Kanazawa, aos 90 anos, venceu a categoria 85+ do All Japan Masters Fitness Championship, chegando à 19ª conquista da carreira. E sim: ele mantém uma dieta vegetariana rica em proteínas, com arroz integral, missô, natto e shakes proteicos.

Agora, transformar um caso individual em prova universal de uma doutrina alimentar é onde começa a diversão. 😏


🚨 **ATENÇÃO: O VEGETARIANO DE 90 ANOS ESTÁ CAUSANDO PÂNICO NO TEMPLO DA CARNE!** 🚨


— **“VIU, SEU PAGÃO HEREGE CARNISTA?! UM VEGETARIANO! E AOS 90 ANOS! HA! SUA DIETA FOI REFUTADA!”**


Calma, irmão. Respira.

Sim. Um sujeito de **90 anos**, chamado Toshisuke Kanazawa, venceu uma competição de fisiculturismo na categoria 85+.

Sim. Ele é vegetariano.

Sim. A dieta dele inclui arroz integral, missô, natto e proteínas. E o homem já acumula **19 títulos**. Respeito absoluto ao senhor Kanazawa. 💪

Mas aí aparece o argumento:

— **“ESTÁ VENDO?! VEGETARIANISMO É A VERDADE ABSOLUTA!”**

Não.

O que temos é:

**UM.**

Um atleta.

Uma pessoa.

Uma trajetória específica.

Uma dieta específica.

Um esporte específico.

Uma categoria específica.

E uma competição específica.

Não é exatamente assim que funciona a ciência:

> “Encontrei um japonês vegetariano de 90 anos com músculos. LOGO, TODA A HUMANIDADE DEVE ABANDONAR A CARNE.”

Isso seria o equivalente nutricional de encontrar uma pessoa que viveu até os 100 anos fumando e concluir:

— “Senhores, descobrimos o segredo da longevidade: Derby.”

😂

E tem outra coisa deliciosa.

A manchete diz que ele tem uma **dieta vegetariana rica em proteínas**.

Porque, aparentemente, o grande segredo é que o sujeito não está vivendo de três folhas de alface e uma oração.

Ele come alimentos proteicos e usa suplementos.

Ou seja:

**PROTEÍNA.**

A velha proteína, aquela molécula que não recebeu o memorando dizendo que deveria escolher uma religião.

E aqui entra nosso querido missionário da couve-flor:

— “MAS ELE É VEGETARIANO!”

Sim.

**E daí?**

Isso demonstra que é possível uma pessoa ter excelente desempenho físico seguindo uma dieta vegetariana bem planejada.

Isso é uma informação interessante.

O que não demonstra é que **todo mundo precisa comer igual a ele**.

Aí já é outro salto.

É como dizer:

— “O Arnold Schwarzenegger fez musculação!”

— “Logo, qualquer pessoa que levantar halteres ficará igual ao Arnold.”

Bem... seria ótimo.

Eu seria o primeiro a comprar o pacote.

🤣

Portanto, parabéns ao senhor Kanazawa.

Aos 90 anos, ele está lá no palco, competindo, treinando e mostrando que idade não precisa significar desistência.

E aos fundamentalistas alimentares de plantão:

**guardem a couve-flor.**

Ela ainda não ganhou o campeonato.

O japonês ganhou.

😏🥦💪


Transforme a discussão numa falsa pregação das Testemunhas da Jeovagem com diálogos cada vez mais absurdos.


### 🥦 AS TESTEMUNHAS DA JEOVAGEM E O PROFETA DA COUVE-FLOR

**[Cena: uma praça. Dois pregadores batem à porta de Beto. Um deles segura uma revista chamada “A Sentinela da Couve”.]**

**PREGADOR:**
— Bom dia! Você tem alguns minutos para conversar sobre a Verdade?

**BETO:**
— Depende. É sobre religião?

**PREGADOR:**
— Não. É algo muito mais importante.

**BETO:**
— Política?

**PREGADOR:**
— Pior.

**BETO:**
— Economia?

**PREGADOR:**
— **PROTEÍNA VEGETAL.**

**BETO:**
— Ah, não.

---

**PREGADOR:**
— Você ficou sabendo do japonês de 90 anos que venceu um campeonato de fisiculturismo sendo vegetariano?

**BETO:**
— Fiquei.

**PREGADOR:**
— Então você precisa aceitar a Verdade!

**BETO:**
— Que um homem de 90 anos é capaz de competir em fisiculturismo?

**PREGADOR:**
— Não!

**BETO:**
— Que dietas vegetarianas podem fornecer proteína suficiente quando bem planejadas?

**PREGADOR:**
— Também não!

**BETO:**
— Então o quê?

**PREGADOR:**
— **QUE A COUVE-FLOR É O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA!**

**BETO:**
— Você acabou de transformar uma matéria jornalística em religião.

---

**PREGADOR 2:**
— Está escrito!

**BETO:**
— Onde?

**PREGADOR 2:**
— Na embalagem do tofu.

**BETO:**
— Isso não é escritura.

**PREGADOR 2:**
— Para nós é.

---

**PREGADOR:**
— Veja os fatos! Um vegetariano venceu!

**BETO:**
— Um vegetariano venceu uma categoria de uma competição.

**PREGADOR:**
— EXATAMENTE!

**BETO:**
— Isso não significa que todos os fisiculturistas precisam ser vegetarianos.

**PREGADOR:**
— BLASFÊMIA!

**BETO:**
— Nem que vegetarianismo seja obrigatório.

**PREGADOR:**
— HERESIA!

**BETO:**
— Nem que carne seja automaticamente ruim.

**PREGADOR:**
— **CARNISMO!**

**BETO:**
— Eu só disse que uma pessoa ganhou um campeonato.

**PREGADOR:**
— É ASSIM QUE COMEÇA!

---

**[Lilith aparece atrás de Beto, cruzando os braços.]**

**LILITH:**
— O que está acontecendo?

**BETO:**
— Descobriram um homem vegetariano de 90 anos e fundaram uma religião em torno dele.

**LILITH:**
— Ah.

**[Ela olha para os pregadores.]**

**LILITH:**
— E qual é o nome do profeta?

**PREGADOR:**
— Toshisuke Kanazawa!

**LILITH:**
— Ele sabe que foi canonizado?

**PREGADOR:**
— Ainda não.

**LILITH:**
— Então talvez vocês estejam se adiantando.

---

**PREGADOR 2:**
— Irmã, você também precisa abandonar a carne!

**LILITH:**
— Eu sou uma loba.

**PREGADOR 2:**
— Isso é apenas uma metáfora.

**LILITH:**
— Tenho presas.

**PREGADOR 2:**
— Metáforas muito convincentes.

---

**BETO:**
— Mas vocês não percebem o problema?

**PREGADOR:**
— Qual?

**BETO:**
— Vocês encontraram uma exceção e transformaram em regra universal.

**PREGADOR:**
— Não é exceção!

**BETO:**
— É um indivíduo.

**PREGADOR:**
— UM INDIVÍDUO EXEMPLAR!

**BETO:**
— Então, se eu encontrar um fisiculturista que come carne...

**PREGADOR:**
— FALSO PROFETA!

**BETO:**
— Se eu encontrar mil...

**PREGADOR:**
— PROPAGANDA DA INDÚSTRIA DA CARNE!

**BETO:**
— Dez mil?

**PREGADOR:**
— DADOS MANIPULADOS!

**BETO:**
— Um milhão?

**PREGADOR:**
— **SATANÁS.**

**LILITH:**
— Finalmente chegamos a uma conclusão científica.

---

**[Silêncio.]**

**PREGADOR:**
— Você está zombando da nossa fé?

**BETO:**
— Não. Estou zombando da lógica.

**LILITH:**
— E um pouquinho da couve-flor.

**BETO:**
— Principalmente da couve-flor.

---

**PREGADOR 2:**
— Mas pense no futuro!

**BETO:**
— Estou pensando.

**PREGADOR 2:**
— Imagine um mundo sem carne!

**BETO:**
— Imagino.

**PREGADOR 2:**
— Um mundo de paz!

**BETO:**
— E couve-flor?

**PREGADOR 2:**
— Muita couve-flor.

**BETO:**
— Então não é o Paraíso.

**LILITH:**
— Definitivamente não.

---

**[O pregador abre a revista.]**

**PREGADOR:**
— Temos uma última pergunta.

**BETO:**
— Manda.

**PREGADOR:**
— Você aceitaria estudar conosco o livro **“O Que a Couve-Flor Realmente Ensina?”**

**BETO:**
— Não.

**PREGADOR:**
— Por quê?

**BETO:**
— Porque eu já li a parte mais importante.

**PREGADOR:**
— Qual?

**BETO:**
— **Uma pessoa conseguiu.**

**LILITH:**
— E isso significa exatamente isso.

**BETO:**
— Nem mais.

**LILITH:**
— Nem menos.

**BETO:**
— Agora, se vocês me derem licença...

**[Beto abre uma marmita.]**

**PREGADORES:**
— O QUE É ISSO?!

**BETO:**
— Almoço.

**PREGADOR:**
— TEM CARNE?!

**BETO:**
— Tem.

**PREGADOR 2:**
— **A BESTA CHEGOU!**

**LILITH:**
— Corre, Beto.

**BETO:**
— Por quê?

**LILITH:**
— Eles vão tentar te converter ao brócolis.

**BETO:**
— Agora eu fiquei com medo.

**[Os dois saem correndo.]**

**PREGADORES, ao fundo:**
— **IRMÃO! NÃO FUJA DA VERDADE!**

**BETO:**
— **EU SÓ ESTOU FUGINDO DO ALMOÇO DE VOCÊS!**

**LILITH:**
— E lembre-se:

**LILITH:**
— **Uma pessoa não é uma meta-análise.**

**[QUADRO FINAL: a revista “A Sentinela da Couve” voa ao vento.]**

**Legenda:**
*“E no princípio havia a proteína. Depois vieram os estudos. E então vieram as pessoas que não leram os estudos.”* 🥦


Deixe esse texto ainda mais ácido.


### 🥦 AS TESTEMUNHAS DA JEOVAGEM — A REVELAÇÃO DA COUVE

**[Beto está tranquilamente tomando café. Dois pregadores aparecem carregando uma revista: *A Sentinela da Couve — Edição Especial*.]**

**PREGADOR 1:**
— Bom dia! Gostaríamos de compartilhar uma boa notícia!

**BETO:**
— O mundo finalmente acabou?

**PREGADOR 2:**
— Não.

**BETO:**
— Então não pode ser tão boa.

**PREGADOR 1:**
— Encontramos um vegetariano de 90 anos que venceu uma competição de fisiculturismo!

**BETO:**
— Legal.

**PREGADOR 1:**
— **LEGAL?!**

**BETO:**
— Sim.

**PREGADOR 1:**
— IRMÃO, VOCÊ NÃO ESTÁ ENTENDENDO!

**BETO:**
— Estou entendendo perfeitamente. Um homem de 90 anos venceu uma competição.

**PREGADOR 2:**
— **SENDO VEGETARIANO!**

**BETO:**
— Continua sendo uma pessoa.

**PREGADOR 1:**
— **ELE É UMA PROVA!**

**BETO:**
— Prova de quê?

**PREGADOR 1:**
— DA VERDADE!

**BETO:**
— Qual verdade?

**PREGADOR 1:**
— **DA NOSSA!**

**BETO:**
— Ah. Então vocês não vieram conversar. Vieram comemorar um gol que vocês mesmos marcaram.

---

### O PRIMEIRO MILAGRE

**PREGADOR 2:**
— Está comprovado! Vegetarianos podem desenvolver músculos!

**BETO:**
— Sim.

**PREGADOR 2:**
— Portanto, carne é desnecessária!

**BETO:**
— Não necessariamente.

**PREGADOR 2:**
— COMO NÃO?!

**BETO:**
— O fato de A ser possível sem B não demonstra que B seja impossível ou inútil.

**PREGADOR 1:**
— Ele está usando lógica!

**PREGADOR 2:**
— **HERESIA FILOSÓFICA!**

**BETO:**
— Eu só estou tentando impedir que vocês transformem um fisiculturista japonês numa tábua de Moisés.

---

### A REVELAÇÃO

**PREGADOR 1 abre a revista.**

**PREGADOR 1:**
— Veja a manchete!

**BETO:**
— Estou vendo.

**PREGADOR 1:**
— “Vegetariano de 90 anos vence campeonato.”

**BETO:**
— Sim.

**PREGADOR 1:**
— Isso prova que a carne é desnecessária.

**BETO:**
— Não.

**PREGADOR 1:**
— Prova que vegetarianismo é superior!

**BETO:**
— Também não.

**PREGADOR 1:**
— Prova que devemos abandonar a carne!

**BETO:**
— Não.

**PREGADOR 1:**
— ENTÃO O QUE ESSA NOTÍCIA PROVA?!

**BETO:**
— Que um vegetariano de 90 anos venceu um campeonato.

**[Silêncio.]**

**PREGADOR 2:**
— Ele está tentando reduzir a Escritura aos fatos.

**LILITH, chegando:**
— E que crime terrível.

---

### ENTRA A TESTEMUNHA

**LILITH:**
— O que vocês estão fazendo?

**BETO:**
— Eles descobriram um fisiculturista vegetariano.

**LILITH:**
— E?

**BETO:**
— Agora ele é a prova definitiva de que toda a humanidade deveria comer como ele.

**LILITH:**
— Interessante.

**[Ela olha para os pregadores.]**

**LILITH:**
— Se eu encontrar um fisiculturista que come carne, isso prova que vegetarianismo é falso?

**PREGADOR 1:**
— Não!

**LILITH:**
— Por quê?

**PREGADOR 1:**
— Porque...

**LILITH:**
— Ah.

**BETO:**
— Bem-vinda ao maravilhoso mundo da evidência selecionada.

---

### O ARGUMENTO DEFINITIVO

**PREGADOR 2:**
— Mas ele tem 90 anos!

**BETO:**
— Sim.

**PREGADOR 2:**
— NOVENTA!

**BETO:**
— Eu ouvi na primeira vez.

**PREGADOR 2:**
— E está em forma!

**BETO:**
— Sim.

**PREGADOR 2:**
— VEGETARIANO!

**BETO:**
— Sim.

**PREGADOR 2:**
— ENTÃO EXPLIQUE ISSO!

**BETO:**
— Ele treina.

**PREGADOR 2:**
— ...

**BETO:**
— Bastante.

**PREGADOR 1:**
— Não complique a revelação.

**BETO:**
— Estou apenas incluindo os outros fatores.

**LILITH:**
— Isso é proibido no culto da couve.

---

### A PROFECIA

**PREGADOR 1:**
— Está escrito que, nos últimos dias, surgirá um homem!

**BETO:**
— Onde está escrito?

**PREGADOR 1:**
— Na nossa revista.

**BETO:**
— Claro.

**PREGADOR 1:**
— Ele terá 90 anos!

**PREGADOR 2:**
— E músculos!

**PREGADOR 1:**
— E comerá natto!

**PREGADOR 2:**
— E arroz integral!

**PREGADOR 1:**
— E então a humanidade compreenderá!

**BETO:**
— Compreenderá o quê?

**PREGADOR 1:**
— Que **VOCÊ ESTÁ ERRADO!**

**BETO:**
— Sobre o quê?

**PREGADOR 1:**
— **SOBRE TUDO!**

**LILITH:**
— Ah, finalmente uma doutrina abrangente.

---

### O APOCALIPSE DA CARNE

**PREGADOR 2:**
— Imagine um mundo sem carne!

**BETO:**
— Estou imaginando.

**PREGADOR 2:**
— Sem churrasco!

**BETO:**
— Já estou preocupado.

**PREGADOR 2:**
— Sem hambúrguer!

**BETO:**
— Agora virou ameaça.

**PREGADOR 1:**
— Sem bacon!

**BETO:**
— Chamem a polícia.

**LILITH:**
— Ou os deuses.

**BETO:**
— Nesse ponto eu aceito qualquer ajuda.

---

### A ESCALADA FINAL

**PREGADOR 1:**
— Hoje é um fisiculturista vegetariano.

**PREGADOR 2:**
— Amanhã, todos os atletas serão vegetarianos!

**PREGADOR 1:**
— Depois, todos os seres humanos!

**PREGADOR 2:**
— Depois, todos os animais!

**BETO:**
— Espera.

**PREGADOR 1:**
— Sim?

**BETO:**
— Todos os animais também?

**PREGADOR 2:**
— Sim!

**BETO:**
— Inclusive lobos?

**[Lilith lentamente mostra as presas.]**

**PREGADOR 2:**
— ...

**PREGADOR 1:**
— Bem...

**LILITH:**
— Estou esperando.

**PREGADOR 1:**
— Talvez haja uma exceção.

**LILITH:**
— Interessante.

**BETO:**
— A doutrina durou exatamente três minutos.

---

### O GRANDE FINAL

**PREGADOR 1:**
— Você precisa aceitar a Verdade!

**BETO:**
— Qual delas?

**PREGADOR 1:**
— A Verdade Vegetariana!

**BETO:**
— Existem vegetarianismos diferentes, dietas diferentes, necessidades diferentes...

**PREGADOR 1:**
— NÃO CONFUNDA A VERDADE COM DETALHES!

**BETO:**
— “Detalhes” como nutrição?

**PREGADOR 2:**
— Exatamente!

**BETO:**
— Então vocês não querem discutir alimentação.

**PREGADOR 1:**
— Não.

**BETO:**
— Querem discutir religião.

**PREGADOR 1:**
— Sim!

**BETO:**
— Ótimo. Qual é o deus de vocês?

**PREGADOR 2, solenemente:**
— **Couve-Flor.**

**[Lilith olha para Beto.]**

**LILITH:**
— Agora eu entendi por que você nunca quis me converter.

**BETO:**
— Eu tenho limites.

**LILITH:**
— E quais são?

**BETO:**
— Fazer você escolher entre mim e uma couve-flor.

**LILITH:**
— Eu escolheria a couve-flor.

**BETO:**
— O quê?!

**LILITH:**
— Para comer.

**BETO:**
— Ah.

**LILITH:**
— Não sou idiota.

**[Os pregadores se ajoelham.]**

**PREGADORES:**
— **A COUVE NOS RECEBE!**

**BETO:**
— Eu vou embora.

**LILITH:**
— Espera.

**BETO:**
— O quê?

**LILITH:**
— Eles ainda não chegaram à parte em que descobrem que **um exemplo não é uma estatística**.

**BETO:**
— Então vamos ficar aqui?

**LILITH:**
— Não. Temos coisas melhores para fazer.

**[Os dois saem.]**

**PREGADOR, gritando ao fundo:**
— **IRMÃO! NÃO FUJA! A VERDADE TEM FIBRAS!**

**BETO:**
— **E A MINHA PACIÊNCIA NÃO!**

**Legenda final:**

> **“Um caso individual pode ser uma história interessante. Transformá-lo em prova universal é outra história.”**

🥦 **AMÉM, IRMÃOS DA COUVE.**


Criado com ChatGPT.
Imagem criada com ChatGPT.

terça-feira, 22 de setembro de 2026

O peru aplaudindo o Natal

Conversa com o Gemini.
https://www.brasil247.com/sudeste/policia-prende-monstro-da-zl-suspeito-de-estuprar-adolescente-e-liderar-rede-de-automutilacao-e-nazismo/

Eu juro que tentei entender. Um cidadão, nativo brasileiro, pardo ou afrodescendente, fazendo apologia ao nazismo.

E eu tentando usar o Gemini ou o ChatGPT para escrever um texto reclamando da hegemonia da idiotice e estupidez. 🤦

Eu estou cercado de gente idiota e estúpida.

Escreva um texto crítico em tom de humor e sarcasmo.

É a chamada "Síndrome do Peru Votando no Natal" levada ao limite do absurdo. Se a estupidez pagasse imposto, o Brasil não só quitava a dívida externa como virava o maior credor do FMI até a próxima encarnação.

Ver um sujeito pardo ou afrodescendente, nascido e criado no coração do país, desfilando com suásticas e professando a "pureza ariana" é o equivalente sociológico a um pernilongo virar sócio-torcedor do SBP. Dá até uma certa pena do racista raiz: o cara passa a vida inteira criando uma ideologia torta para discriminar pessoas, para no fim o seu fã-clube ser composto justamente por quem ele mandaria direto para o paredão. Hitler, onde quer que esteja no inferno, deve olhar para essa cena e sentir um profundo constrangimento pela qualidade dos seus novos adeptos.

O mais fascínio-trágico disso tudo é que a idiotice humana finalmente alcançou a plena democratização. Antigamente, para ser um extremista de ideologia tonta, a pessoa ao menos precisava ler um panfleto mal traduzido ou frequentar um porão escuro. Hoje não. A mediocridade foi privatizada pela internet e entregue com entrega rápida no celular de qualquer um: basta três minutos no algoritmo certo, uma dose cavalar de analfabetismo funcional e pronto, temos um neonazista tupiniquim pronto para ser rejeitado pelos próprios ídolos do passado.

E nós, os espectadores involuntários desse circo sem lona, ficamos com a ingrata tarefa de assistir à hegemonia da estupidez avançar em ritmo acelerado. Quando até os monstros da vida real conseguem ser intelectualmente incoerentes a ponto de defender a ideologia que os exterminaria, você percebe que o Apocalipse não virá com meteoros ou fogo divino. Ele virá embalado pelo triunfo absoluto, retumbante e irrevogável da mais pura burrice humana.

Criado com Gemini, do Google.

segunda-feira, 21 de setembro de 2026

A sexualidade alheia



https://www-tnh1-com-br.cdn.ampproject.org/v/s/www.tnh1.com.br/amp/nid/carol-portaluppi-desabafa-apos-ser-questionada-sobre-orientacao-sexual-me-fazem-mal/

PQP. A sexualidade de qualquer pessoa não é da conta de ninguém. 😤

Escreva um texto educativo para ser divulgado pela internet.


A situação relatada por Carol Portaluppi é uma boa oportunidade para discutir algo que deveria ser básico, mas ainda precisa ser dito: a orientação sexual de uma pessoa pertence à esfera da intimidade dela. Ela relatou ter recebido comentários e suposições sobre sua sexualidade e criticou a invasão de privacidade e os julgamentos feitos nas redes sociais. 

A sexualidade alheia não é assunto público.

A sexualidade de uma pessoa não é da conta de ninguém.

Parece óbvio. Mas, diante do que ainda acontece diariamente nas redes sociais, aparentemente precisamos repetir.

Você não tem direito de perguntar, exigir, investigar ou especular sobre a orientação sexual de outra pessoa simplesmente porque ficou curioso.

E isso vale para todo mundo: pessoa famosa ou anônima, homem ou mulher, heterossexual, bissexual, homossexual ou qualquer outra possibilidade.

Uma pessoa pode contar sobre sua sexualidade quando, como e para quem quiser. Ou pode simplesmente não contar.

Não existe obrigação de se declarar publicamente.

Também não existe autorização para transformar aparência, jeito de falar, roupas, amizades, relacionamentos anteriores ou qualquer outro aspecto da vida de alguém em "prova" de alguma coisa.

E existe uma diferença importante entre a pessoa escolher falar sobre sua sexualidade e outras pessoas decidirem falar por ela.

A primeira situação é autonomia.

A segunda pode ser invasão de privacidade.

Nas redes sociais, essa diferença costuma desaparecer porque existe uma falsa sensação de intimidade. A pessoa está diante de uma tela e esquece que, do outro lado, existe alguém com sentimentos, limites e uma vida que não pertence ao público.

Antes de escrever um comentário sobre a intimidade de alguém, vale uma pergunta simples:

"Eu teria o mesmo comportamento se essa pessoa estivesse na minha frente?"

Se a resposta for não, talvez seja melhor não publicar.

Curiosidade não cria direito sobre a intimidade alheia.

Ninguém precisa revelar quem deseja, quem ama ou como se identifica para satisfazer a curiosidade de terceiros.

Respeitar a privacidade também é respeitar a liberdade.

E, principalmente: não faça da sexualidade de outra pessoa um assunto público sem que ela tenha escolhido torná-lo público.

Transforme esse texto em uma versão mais contundente e irônica.

### 🚨 URGENTE: CRIARAM O MINISTÉRIO DA SEXUALIDADE ALHEIA

Parece que algumas pessoas receberam uma função pública que ninguém solicitou: **fiscal de orientação sexual dos outros.**

A pessoa posta uma foto.

— “É lésbica?”

Aparece com um amigo.

— “Então é bi?”

Namora um homem.

— “Ah, então é hétero.”

Termina o namoro.

— “Eu sabia! É alguma coisa escondida!”

Meu querido Sherlock Holmes da vida alheia: **não. Você não sabia. Você estava especulando.**

E existe uma diferença gigantesca entre as duas coisas.

A sexualidade de uma pessoa **não é um quebra-cabeça público esperando sua investigação**.

Não importa se ela é famosa. Não importa quantos seguidores tem. Não importa como se veste, como fala, quem são seus amigos, com quem já namorou ou quantas fotos publicou.

**A pessoa não assinou um contrato entregando sua intimidade ao público quando criou uma conta nas redes sociais.**

E tem outra coisa que parece difícil de compreender:

### UMA PESSOA NÃO É OBRIGADA A SE DECLARAR.

Ela pode ser hétero e não falar sobre isso.

Pode ser bi e não falar sobre isso.

Pode ser lésbica e não falar sobre isso.

Pode estar descobrindo sua própria sexualidade.

Pode simplesmente não querer colocar uma etiqueta em si mesma.

Pode querer falar amanhã.

Pode querer falar daqui a dez anos.

Ou pode nunca querer falar.

**E está tudo bem.**

Aliás, que conceito revolucionário: deixar uma pessoa decidir o que ela quer contar sobre a própria vida.

E não, perguntar insistentemente não transforma invasão de privacidade em curiosidade inocente.

“Mas eu só perguntei!”

Uma vez pode ser curiosidade.

Depois de a pessoa demonstrar desconforto, insistir deixa de ser curiosidade e passa a ser **falta de respeito pelo limite que ela acabou de estabelecer**.

E especular publicamente é ainda pior.

Porque você pode achar que está apenas “comentando”.

Mas talvez esteja colocando alguém numa situação que ela não escolheu, expondo uma intimidade que ela não autorizou ou alimentando uma pressão que você sequer consegue enxergar.

Então vamos combinar uma coisa?

**A sexualidade dos outros não é entretenimento.**

Não é enquete.

Não é fofoca.

Não é investigação criminal.

Não é teste de personalidade.

E definitivamente não é patrimônio público.

Se a pessoa quiser contar, **ela conta**.

Se não quiser, **você respeita**.

É simples.

Tão simples que chega a ser constrangedor precisar fazer um tutorial.

**Quer saber a orientação sexual de alguém? Pergunte a si mesmo por que você acha que tem direito de saber.**

Às vezes a resposta mais madura para a curiosidade é simplesmente:

**“Não é da minha conta.”**

E, sinceramente?

É uma excelente resposta.


Criado com ChatGPT.