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quinta-feira, 6 de agosto de 2026
Bônus stage
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terça-feira, 4 de agosto de 2026
quinta-feira, 16 de julho de 2026
Quem escreve o Verbo
Lilith nos Arcanos Maiores.
O Mago: A vontade soberana. A compreensão de que você é o único criador da sua realidade. Representa o poder de manifestar seus desejos sem pedir permissão.
Canto Um: O Mago
A mão que tateia o vazio não pede licença, Comanda o átomo, o sopro, a centelha raiz. Não há deus, nem mestre, nem lei que convença Aquela que entende o que o sangue já diz.
O deserto, outrora destino incerto e profundo, Torna-se a mesa onde os elementos estão: O fogo, o metal, a vontade que cria o mundo Em cada gesto altivo da própria mão.
"Manifesto", ela diz, e a matéria obedece, Pois entende o espelho: o externo é o eu. Quem espera por ordens, na sombra fenece, Quem dita o comando, reclama o que é seu.
Não sou serva do Verbo, sou eu quem o escreve, A tinta é o desejo, o papel é o que sou. A realidade, que dantes pesava e era breve, Dobra-se aos pés de onde o livre emanou.
Criado com Toolbaz.
Imagem criada com Dreamina.
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quinta-feira, 9 de julho de 2026
Quinhentos, 6 - 10
(Imagem criada com Gemini, do Google)
Vivemos em um mundo dualista. Os sussurros da união dos duplos cala toda fúria dialética.
(Imagem criada com Dreamina)
Não há santa que seja mais sagrada quando se torna vadia. Não há vadia tão perdida a ponto de um profeta não ir buscá-la e achá-la.
(Imagem criada com Dreamina)
Escolha: uma farpa de madeira na carne ou um fiapo de seda na pele. Viver em sofrimento e privação ou em alívio e satisfação. Um Redentor que se imolou na cruz ou uma Rendeira que se imola na cama.
(Imagem criada com Gemini, do Google)
Os lírios são admirados por sua roupagem natural, mas mais magnifica é esta echarpe que se encaixa dobrada entre as pernas da Amada.
(Imagem criada com Dreamina)
A Amada é como um presente: se embrulha, se enfaixa, se enfeita. Nos braços do Escolhido, tudo é desfeito, amassado, rasgado e lambuzado.
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*
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quarta-feira, 8 de julho de 2026
Quinhentos, 1 - 5
(Imagem criada com Dreamina)
Encravado no santuário de laterais bordadas, por baixo do vaso que aninha o Universo e por entre as colunas de Vênus, não há Deus maior.
(Imagem criada com Gemini, do Google)
Mil ventos passam pela porta do Escolhido, mas somente o sopro dos lábios da Amada o faz sair de casa e erguer a cabeça.
(Imagem criada com Gemini, do Google)
Aos que gostam de batalha, este é o campo. Ao herói, bom prêmio; ao arqueiro, a aljava; para a seta, a seteira.
(Imagem criada com Gemini, do Google)
O principio de toda coisa é o desejo. Para alcançar o domo, todo homem tem de ajoelhar.
(Imagem criada com Gemini, do Google)
A mulher é como uma caixa: tem uma forma externa, feita com diversas matérias, texturas e grossuras. Poucos são os homens que penetram a ponto de conhecer a alma dela em sua plenitude.
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*
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domingo, 14 de junho de 2026
Mito Note
Conversa com o Gemini
https://www.brasil247.com/brasil/preso-bolsonaro-prepara-lista-de-candidatos-que-deve-apoiar
A versão eleitoral do anime Death Note. 🤭😏
Escreva um texto humorado e sarcástico.
Se o universo da política brasileira já parecia uma ficção exagerada, a realidade de 2026 resolveu assumir de vez a estética dos animes. Imagine a cena: isolado em sua residência, privado de comícios, cercado por restrições e sob a vigilância atenta de Alexandre de Moraes, o ex-presidente decide que é hora de jogar sua última cartada estratégica. Senhoras e senhores, preparem-se para o lançamento do "Mito Note".
Na versão nacional desse clássico do suspense psicológico, o protagonista não usa um caderno preto para eliminar criminosos do mundo; ele usa um pedaço de papel timbrado do PL para tentar ressuscitar politicamente seus aliados — ou afundar de vez os "caroneiros" que tentam pegar carona na sua outrora onipotente máquina de votos.
O enredo ganha contornos dramáticos dignos de Light Yagami. Sem poder pisar nos palanques, o "Shinigami do Alvorada" (versão domiciliar) precisa guiar seus discípulos apenas com o poder da escrita. Cada nome colocado naquela lista sagrada recebe, instantaneamente, a bênção do "capitão". Quem fica de fora? Bem, esses são condenados ao esquecimento político ou à terrível vala comum do Centrão puro e simples.
Mas, como em todo bom anime, o palácio dos planos infalíveis está cheio de reviravoltas e disputas de poder nos bastidores:
O Clã contra a Rainha: De um lado, Carlos e Eduardo tentam decifrar os enigmas do pai para garantir que São Paulo e Santa Catarina sigam a cartilha ideológica. Do outro, Michelle Bolsonaro atua como uma jogadora independente, tentando emplacar suas próprias favoritas (como Caroline de Toni e Priscila Costa), criando um verdadeiro racha familiar sobre quem realmente detém a "caneta bic" espiritual.
O Pacto dos Deuses: Valdemar Costa Neto faz o papel daquela entidade corporativa que só quer ver os números crescerem. O acordo é claro: o ex-presidente dita os nomes para o Senado (com o plano megalomaníaco de eleger 35 senadores para derrubar ministros do STF), enquanto Valdemar dita os governos estaduais. É o pragmatismo da velha política operando nas sombras.
O mistério de São Paulo: Eduardo Bolsonaro teve que ir às redes sociais explicar o inexplicável — o apoio a André do Prado, o homem do Centrão e de Tarcísio, deixando de lado o favorito do próprio pai, Mello Araújo. Uma manobra digna de um plot twist que deixa os fãs (leia-se: a militância) completamente confusos.
Enquanto os candidatos nos estados aguardam ansiosamente para saber se seus nomes aparecerão no pergaminho oficial — alguns até exibindo bilhetinhos escritos à mão como se fossem relíquias sagradas —, o Brasil assiste a essa temporada eleitoral.
Resta saber se o poder do "Mito Note" ainda mantém o mesmo efeito avassalador de outrora ou se, desta vez, o feitiço vai funcionar apenas como uma curiosa lista de recomendações direto do isolamento. Que comecem os jogos (e os memes)!
Ou, se eu puder ser otimista, essa lista vai matar (politicamente) os listados...
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segunda-feira, 8 de junho de 2026
Dark Horse director cut
Conversa com o Gemini:
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/caiu-na-rede-a-cena-extra-de-bolsonaro-que-todos-querem-ver-em-dark-horse/
A cena que todo mundo quer ver é Vorcaro levando todos os cúmplices para a cadeia. Inclusive certos políticos e donos de jornais. 😏🤭
Crie uma charge mostrando essa ironia.
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Como eu vou torcer
Conversa com o Gemini:
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/video-camisa-vermelha-do-brasil-bomba-na-25-e-evangelicos-enxergam-demonio-na-estampa/
Por falar em prioridades...a camisa vermelha (aquela que foi desenhada e depois descartada por causa da reação) virou sucesso.
Porque vale tudo para perturbar o bolsonarista e o cristão. Que às vezes são as mesmas pessoas.
Onde eu encomendo uma? Com a silhueta da Lilith, de preferência. 😏🤭
Escreva um texto humorado e sarcástico.
Ah, a geopolítica das estampas têxteis! Quem diria que o maior desafio tático da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo não seria a recomposição do meio-campo, mas sim sobreviver ao teste de Rorschach do fundamentalismo gospel?
A história é simplesmente fascinante. A CBF e a Nike tentaram inovar com aquela linha inspirada em "brasas incandescentes" — o que já foi um prato cheio para quem passa o dia caçando mensagens subliminares. Bastou o tecido apresentar alguns traços estilizados (que os designers juram de pé junto ser a textura da pele de um sapo-flecha venenoso da nossa fauna) para que o brasileiro médio ativasse o modo Detetive do Oculto.
Esqueça a inflação, a taxa de juros ou o transporte público lotado. O verdadeiro inimigo nacional, o vilão que ameaça a soberania da pátria, está confortavelmente instalado nas tramas de poliéster dry-fit de um uniforme esportivo. Olhando a camisa de cabeça para baixo — e, convenhamos, fazendo uma ginástica mental digna de medalha de ouro olímpica —, os fiscais da moralidade conseguiram enxergar chifres, ombros, contornos e o próprio Baphomet prontinho para entrar em campo no segundo tempo. É a pareidolia levada ao nível de doutorado.
Se uma estampa de anfíbio tropical já é capaz de causar um princípio de enfarte coletivo na bancada evangélica e fazer o bolsonarismo pedir intervenção divina na alfaiataria da CBF, imagine o potencial revolucionário da sua ideia.
Uma camisa vermelha encarnada — a cor que por si só já faz o cidadão de bem ver comunistas brotando do chão —, estampada não com um sapo, mas explicitamente com a silhueta elegante, imponente e assumidamente herética de Lilith. Isso não seria apenas uma afronta estética; seria um portal interdimensional de puro desespero para os nossos queridos patriotas.
Onde encomendar? Bem, as confecções independentes da Rua 25 de Março e do Brás — sempre muito ágeis em monetizar o caos e a discórdia — deveriam abrir uma linha de produção exclusiva sob demanda. Uma estampa dessas não é só vestuário; é um item de utilidade pública para testar os limites da pressão arterial da extrema-direita.
Enquanto eles continuam comprando camisas de R$ 750 para exorcizar o tecido com óleo ungido no culto de domingo, nós ficamos aqui aguardando o lançamento oficial do "Manto Sagrado da Oposição". Afinal, se é para o Brasil ser "Brasa", que seja com a classe e o magnetismo da primeira mulher da criação. Avante, Seleção! 😏🤭
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domingo, 7 de junho de 2026
A metamorfose do gado
Conversa com o Gemini:
https://www.cartacapital.com.br/politica/datafolha-88-dos-eleitores-de-flavio-querem-senador-na-disputa-a-presidencia-apesar-do-escandalo-vorcaro-dark-horse/
Isso é lealdade ou enfiaram a cabeça no chão?
Escreva um texto humorado e sarcástico.
Ah, a política brasileira e sua eterna capacidade de desafiar as leis da física, da lógica e da psicologia social! Diante desses impressionantes 88%, a resposta correta não é uma escolha entre "lealdade" ou "cabeça no chão". É, na verdade, uma evolução biológica: os eleitores desenvolveram a habilidade de enfiar a cabeça na terra com tanta lealdade que acabaram encontrando petróleo, convicção e, quem sabe, o financiamento que faltava para o filme.
Sejamos justos. Chamar isso de "enfiar a cabeça no chão" é subestimar o esforço. O avestruz esconde a cabeça por medo; o eleitorado fiel faz isso por pura estratégia cinematográfica. Afinal, o escândalo envolve a produção de um longa-metragem chamado Dark Horse ("Cavalo Azão", em uma tradução livre para o drama). Diante de áudios vazados e conversas íntimas com banqueiro, o eleitorado fiel olhou para o abismo ético e pensou: "Mas veja bem, a fotografia do filme deve estar belíssima!".
Dizer que 88% querem o senador na disputa presidencial após um escândalo desse tamanho não é apenas lealdade, é um nível de fidelidade que faria o Hachiko (aquele cachorro japonês que esperou o dono por anos na estação) parecer um amador descompromissado. É o tipo de devoção que transcende a realidade material. Se o Datafolha perguntar a esse mesmo grupo se eles apoiariam o candidato caso ele fosse flagrado pilotando o cometa que vai destruir a Terra, a resposta provavelmente seria: "Pelo menos ele tem liderança espacial, e o cometa vai acabar com o comunismo".
O que testemunhamos é a consagração do "fator entretenimento" na urna. Para esse nicho, o escândalo com Daniel Vorcaro não é um desvio de conduta; é apenas o plot twist do segundo ato, aquela reviravolta necessária no roteiro para dar mais emoção antes do clímax das eleições. 53% dos apoiadores acham que ele agiu corretamente ao pedir o dinheiro. Ou seja, na cabeça desse pessoal, o senador não estava se envolvendo em um rolo financeiro, estava apenas exercendo a nobre função de produtor executivo independente, lutando contra o fomento estatal e praticando o verdadeiro livre mercado de bastidores.
Portanto, relaxe. Não há cabeça no chão. O que há é um imenso outdoor invisível onde se lê: "Não me importo com o roteiro, eu comprei o ingresso e vou até o final da sessão". Se o navio estiver afundando, eles não vão para os botes; vão exigir que a banda continue tocando a trilha sonora oficial.
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sábado, 30 de maio de 2026
Pior do que Titanic
Conversa com o Gemini:
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/o-balde-de-agua-fria-na-campanha-de-flavio-para-evangelicos-investidores-e-empresarios-do-agro/
Crie uma charge mostrando a candidatura do Flávio Bolsonaro morrendo na praia.
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/o-ultimato-do-pl-para-flavio-bolsonaro-conter-crise/
Agora Flávio Bolsonaro deve estar analisando as alternativas. Em quinze dias ele pode fazer uma retirada estratégica para os EUA e morar com o Eduardo Bolsonaro. Ou pode ir até Marrocos para fazer a transição de gênero, trocando até de nome. 🤭😏
As coisas parecem estar bem tensas nos bastidores políticos para o Flávio Bolsonaro. Esse ultimato do PL mostra que a pressão interna para conter os danos e alinhar o discurso está forte, e os desdobramentos dessa crise ainda devem dar muito o que falar nos próximos dias.
Seja qual for o próximo passo dele no tabuleiro político — seja uma "retirada estratégica" para o exterior, uma mudança de postura ou qualquer outra manobra para se preservar —, o cenário atual exige decisões rápidas para evitar um desgaste ainda maior.
A política brasileira sempre guarda reviravoltas. Vamos acompanhar para ver qual será a real estratégia adotada por ele e pelo partido para lidar com essa tempestade.
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/malafaia-diz-que-pode-abandonar-flavio-bolsonaro-sera-dificil-apoiar/
A coisa está feia. Até o Mala Sem Alça está pensando em sair do barco. 😏🤭
O clima de "salve-se quem puder" parece estar ditando o ritmo nos bastidores. Quando os aliados mais próximos ou figuras que sempre estiveram na linha de frente começam a recalcular a rota e a ensaiar uma saída estratégica, é um sinal claro de que o barco está enfrentando águas bem turbulentas.
Em momentos de crise aguda, a lealdade política costuma ser colocada à prova, e o pragmatismo — ou o puro instinto de sobrevivência eleitoral — acaba falando mais alto. Resta saber se o desembarque vai ser discreto ou se vai desencadear um efeito dominó no restante da base.
Quem você acha que vai ser o próximo a pular do barco se a pressão continuar aumentando?
Crie uma charge onde a candidatura do Flávio Bolsonaro é comparado com o Titanic.
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quarta-feira, 27 de maio de 2026
Protegendo quem?
Imagem publicada em um blog de um retardado, que se diz pagão moderno e fala em estirpe, como se Portugal não fosse tão miscigenado como o Brasil, ou os outros países europeus.
Do jeito que os países europeus estão com baixa natalidade, crie uma paródia/sátira onde os países europeus rogam pela vinda de imigrantes. 🤭😏
Charge criada com Gemini, do Google.
Cá entre nós. Qual é o problema mental do Caturo? Portugal simplesmente não se encaixa nessa iconografia (nazista) da mulher branca e loira.
O nó da questão é justamente esse: a contradição estética, histórica e antropológica. Esse tipo de propaganda tenta forçar uma barra imensa ao misturar o neopaganismo (que historicamente é focado na conexão com a terra, pluralidade e forças da natureza) com uma agenda política de extrema-direita que flerta abertamente com o etnonacionalismo e a chamada "remigração".
A ironia e os problemas dessa lógica se dividem em alguns pontos bem claros:
1. O "Complexo de Ariano" em Terras Românicas
Portugal, assim como o restante da Península Ibérica, é historicamente um dos maiores caldeirões genéticos e culturais da Europa. Foram séculos de convivência, trocas e miscigenação entre:
Celtas e Iberos (os celtiberos)
Romanos
Povos germânicos (suevos e visigodos)
Cartagineses e Fenícios
Mouros (árabes e berberes), que passaram mais de 700 anos na região.
Tentar aplicar a estética Völkisch (aquele idealismo romântico-nacionalista alemão de "sangue e solo", com tranças loiras e camponeses alpinos) a Portugal é ignorar a própria realidade do povo português. A projeção de uma "pureza nórdica" em um contexto mediterrâneo/atlântico chega a ser caricata.
2. A Distorção do Paganismo Moderno
Para quem estuda ou vivencia o paganismo de forma séria, o foco costuma ser o resgate de mitologias, o respeito à ancestralidade e o culto às forças naturais. No entanto, há uma vertente minoritária, mas barulhenta (frequentemente chamada de folkish ou supremacista), que tenta sequestrar esses símbolos.
Eles usam o paganismo não como espiritualidade, mas como um escudo estético para justificar discursos de exclusão, usando termos como "estirpe" ou "tradição" para mascarar o racismo e a xenofobia. É a tentativa de criar um passado idílico e homogêneo que nunca existiu.
3. A Contradição da Demografia Real
A própria imagem foca na ideia de que a expulsão de imigrantes "protege as mulheres" ou preserva o futuro do país. Só que, matematicamente, a Europa enfrenta um inverno demográfico severo. Sem a força de trabalho e a taxa de natalidade que os imigrantes trazem, a economia e os sistemas de previdência desses países simplesmente colapsariam no longo prazo. O cartaz foca no medo ideológico, ignorando a matemática básica da sobrevivência de uma nação.
No fim das contas, não se trata de um "problema mental" isolado, mas sim de uma dissonância cognitiva ideológica. A pessoa consome tanta propaganda de fóruns e canais de extrema-direita internacionais (geralmente norte-americanos ou do norte europeu) que tenta transplantar essa mesma estética e narrativa para a realidade de Portugal, mesmo que o espelho e a história mostrem algo completamente diferente.
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terça-feira, 26 de maio de 2026
A Fontenelle da hipocrisia
Conversa com o Gemini:
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/zambelli-esta-apanhando-na-cadeia-diz-antonia-fontenelle/
Para usar o "raciocínio" de um bolsonarista:
- Está com pena? Leva para casa.
Ou:
- Mais uma babá de bandido.
Voltando ao normal. Ah, como a hipocrisia é doce...
Escreva um texto humorado e sarcástico.
Ah, a ironia é mesmo uma iguaria que se serve fria — e, no banquete da política brasileira, o cardápio de contradições é sempre fartíssimo.
É fascinante observar como a física quântica parece operar no debate público: um mesmo indivíduo consegue ocupar duas realidades paralelas dependendo de quem está vestindo a tornozeleira eletrônica ou visitando o parlatório.
Se fôssemos aplicar a "Cartilha Padrão de Comentários de Portal" (edição revisada e ampliada), o roteiro para o caso seria quase automático. O gerador de lero-lero ideológico tem respostas prontas que servem como luva, bastando trocar o CPF do personagem da semana:
Opção A (O clássico humanista seletivo): "Veja bem, os direitos humanos são para humanos... bem, para os meus humanos favoritos."
Opção B (O desapego domiciliar): "Se a Antônia está com tanta pena da colega, por que não assina um termo de responsabilidade e leva para passar o fim de semana em casa?"
Opção C (A fiscalização de berçário): "Lá vem mais uma defensora de quem quebrou as regras do jogo. Virou babá agora?"
Mas o verdadeiro charme da política tupiniquim está nessa elasticidade moral. Regras rígidas e o famoso "rigor da lei" são conceitos maravilhosos, desde que aplicados estritamente ao quintal do vizinho. Quando o calo aperta do lado de cá, o figurino muda num piscar de olhos: o antigo paladino da "justiça implacável" subitamente descobre a importância do devido processo legal, da empatia e, quem diria, das condições do sistema prisional.
É quase poético ver o jargão do "direitos humanos para humanos direitos" derreter mais rápido que gelo no asfalto de Cuiabá quando a realidade bate à porta. No fim das contas, a hipocrisia não é apenas doce; ela é o combustível mais eficiente e de queima mais limpa do nosso cenário político. Segue o baile, porque o próximo plot twist já deve estar na fila do Sedex do presídio.
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sábado, 23 de maio de 2026
Karma é detergente implacável
Conversa com o Gemini:
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/constantino-reclama-de-bolsonaristas-que-se-arrependem-de-ter-orado-ele-apos-caso-flavio-vorcaro/
O karma é foda. O karma funciona. 🤭😏
Escreva um texto humorado e sarcástico.
Ah, a maravilhosa e implacável engrenagem do universo! Não há nada como o doce sabor do karma matinal, especialmente quando ele vem acompanhado de um cafezinho e do choro de quem passou anos a recrutar fiéis para o "exército do bem" e agora vê as ovelhas a fugir do aprisco.
A situação do nosso querido analista Rodrigo Constantino é de cortar o coração — se você tiver um coração feito de pedra e muita vontade de rir. Ver o paladino da moralidade liberal-conservadora a reclamar publicamente dos bolsonaristas que se "arrependem" de ter orado pelo clã após o escândalo dos áudios de Flávio Bolsonaro com o banqueiro Daniel Vorcaro é pura poesia trágica. Ou melhor, uma comédia pastelão de alta qualidade.
Pense bem na ironia: durante anos, a receita do sucesso foi baseada em "fé cega, jejum e oração" em prol do projeto político. Se alguém questionasse, era comunista. Se apontasse um deslize, era traidor. Mas agora que vazou o áudio do "filho 01" a cobrar uns míseros 134 milhões de reais (puro "patrocínio privado" para um filme biográfico, claro, quem nunca?), alguns crentes resolveram ler as letras miúdas do contrato espiritual e pediram o reembolso das preces.
E o que faz o Constantino? Fica chateado! Como ousam esses infiéis retirar o apoio espiritual só porque a realidade bateu à porta com um extrato bancário de Miami e negócios com o Banco Master? Onde está a resiliência dessa gente em continuar a passar pano, mesmo quando o pano já está encardido e a rasgar-se pelas costuras?
É realmente um espetáculo fascinante. O homem que ajudou a criar o monstro da cobrança purista e da indignação seletiva agora descobre que os "tios e tias do zap" também sabem cobrar — e, quando se sentem feitos de parvos, o arrependimento vem com a força de um detergente que limpa até a alma.
Para quem assiste de fora, resta apenas pegar nas pipocas e contemplar. Quem diria que o mercado da fé política também sofria de inflação e que o preço da lealdade começaria a ser cotado em milhões de dólares? O karma não falha; ele apenas aguarda o momento em que o áudio é gravado em alta definição. Rezem menos, investiguem mais!
Detergente? Só se for Ypê. 😏🤭😀
Ah, o clássico! Detergente Ypê, a escolha oficial da família tradicional brasileira para limpar as maiores manchas — sejam elas de gordura na panela ou de escândalos no extrato bancário.
E vamos combinar: para tentar desengordurar essa história do Flávio Bolsonaro com o banqueiro Vorcaro, a "fórmula concentrada" vai ter de trabalhar horas extraordinárias. Nem o toque suave de aloe vera consegue suavizar o ranço que ficou na boca dos apoiadores que passavam o dia a rezar e agora descobriram que o "patrocínio" para o filme biográfico era de singelos 134 milhões de reais.
O Constantino que se cuide, porque se o arrependimento dos fiéis continuar a render esse tanto de espuma, não vai haver Ypê suficiente no mercado para limpar a imagem do clã. É o verdadeiro milagre do livre mercado: a paciência do eleitorado flutua, mas o deboche é sempre garantido e de alta qualidade! 🧼🤭
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terça-feira, 19 de maio de 2026
A próxima convocação
Conversa com o Gemini:
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/flavio-e-neymar-neymar-e-flavio-bolsonaristas-comemoram-convocacao-do-jogador/
🤔 Se o senador da chocolateria que era usada para lavagem de dinheiro for cassado e preso, significa que o Peter Pan do futebol brasileiro será afastado dos jogos e será preso? 🤭😏
Crie uma charge mostrando essa ironia.
Para ilustrar essa ironia, criei uma charge que retrata uma conversa entre duas figuras que representam os personagens envolvidos na sua pergunta, em um cenário de um suposto julgamento.
A charge mostra duas figuras caricatas sentadas em um banco de réus, com trajes e características que remetem a cada um deles. Uma delas, com terno e uma caixa de chocolates, diz: "Puxa, companheiro! Se eu for cassado e preso pela história da 'chocolateira', acho que você também não escapa, o 'Peter Pan' do futebol...".
O outro personagem, com uma camisa de time e uma bola nos pés, responde: "Relaxa! No futebol e na política, 'driblar' a lei é uma 'jogada' de craque! Mas se um 'cai', o outro pode até 'escalar' novos rumos... ou pelo menos 'pular' o muro de outro estádio!".
Com essa imagem, procurei capturar o tom irônico e crítico da sua pergunta, relacionando os desafios éticos e legais enfrentados por figuras da política e do esporte.
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sexta-feira, 15 de maio de 2026
Desobstruindo o rio
Conversa com o Gemini:
https://www.patheos.com/blogs/freedhearts/2026/05/06/we-are-not-the-resistance-we-are-the-river/
🤔 Um rio que recusa a água.
Então eu penso nessa presença que tem me inspirado. E fico pensando em como deixar de criar obstáculos para ser o canal dela.
O que Lilith diria?
Essa metáfora do rio é poderosa porque sugere que a força já existe e já está em movimento; o esforço humano, muitas vezes, é gasto inutilmente tentando represar ou direcionar o que é, por natureza, indomável.
Considerando a arquetípica presença de Lilith — frequentemente associada à autonomia primordial, à recusa de submissão e à verdade visceral — a resposta dela para alguém que busca ser um "canal" sem obstáculos passaria, provavelmente, por alguns eixos fundamentais:
1. A Autenticidade como Correnteza
Lilith não é uma força que pede permissão. No mito, ela prefere o exílio no Mar Vermelho à negação de sua própria natureza. Para ela, o maior "obstáculo" no rio é a tentativa de se moldar às margens impostas por outros. Ela diria que ser um canal não é sobre se tornar vazio, mas sobre ser plenamente quem você é, sem as camadas de verniz social ou moralidades externas. O rio só flui quando para de tentar ser uma estrada.
2. O Medo da Própria Profundidade
Muitas vezes, os obstáculos que criamos são mecanismos de defesa contra a nossa própria intensidade. Lilith representa a face da "Noite" — aquilo que a sociedade tenta esconder ou rotular como perigoso. Ela questionaria: “Do que você tem medo que aconteça se a água correr livre?” Ser um canal para essa inspiração exige coragem para aceitar as partes de si que são selvagens, caóticas e não lineares.
3. A Recusa do Sacrifício Inútil
Existe uma diferença entre ser um "canal" e ser um "escravo" de uma ideia. Lilith é a personificação da soberania. Ela diria que você não precisa se anular para que a inspiração passe; pelo contrário, a inspiração precisa da sua voz única, da sua "heresia" e da sua perspectiva para ganhar corpo no mundo. O obstáculo, muitas vezes, é a crença de que você não é digno ou pronto o suficiente.
Práticas de "Desobstrução":
Para deixar a água correr, talvez o caminho não seja "fazer" algo, mas "parar de fazer":
Identifique as "Margens Artificiais": Quais são as regras que você segue na escrita ou na vida que não são suas, mas de uma tradição que você não respeita?
Abrace a Sombra: Em vez de polir seus pensamentos para que sejam "aceitáveis", experimente escrever o que é cru e desconfortável. É lá que o rio costuma ser mais profundo.
O Silêncio da Presença: Lilith é uma presença que se sente no corpo, não apenas no intelecto. Às vezes, o obstáculo é o excesso de racionalização.
Se o rio é a vida e a inspiração, e você é o leito por onde ele passa, Lilith diria apenas: "Pare de construir barragens com as pedras da culpa alheia." Deixe que a inundação limpe o que precisa ser levado.
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quinta-feira, 14 de maio de 2026
De pecador para humano
https://www.patheos.com/blogs/pastorkelly/2026/03/three-words-that-changed-history-jesus-became-sin/
Só que para o pagão moderno não existe pecado nesse sentido das religiões abraâmicas...😏🤭
Crie uma história em quadrinhos com esse conceito.
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quarta-feira, 13 de maio de 2026
When She comes
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Pânico diante dos fatos
Conversa com o Gemini:
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/video-a-resposta-de-trump-a-reporter-brasileira-sobre-encontro-com-lula/
Imagina o pânico entre os bolsonaristas.
Crie uma história em quadrinhos com esse enredo.
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terça-feira, 12 de maio de 2026
O prisma
Crie uma história em quadrinhos com o seguinte enredo:
Quadro 1
Cenário: Uma sala de aula antiga, em tons de cinza e bege. Um professor de terno rígido aponta para um quadro onde se lê apenas "A = B" e "C = D".
Texto (Professor): "O mundo é binário. O sol e a lua, o sim e o não. Tudo o que foge disso é caos."
Ação: Um estudante no fundo da sala observa um pequeno prisma de cristal em sua mão.
Quadro 2
Cenário: Close-up no estudante. Ele levanta o prisma em direção a uma fresta de luz solar que entra pela janela.
Texto (Estudante): "Mas e se a luz não for uma coisa só? E se ela for um espectro?"
Quadro 3
Cenário: A luz passa pelo prisma e projeta um arco-íris vibrante sobre a parede cinza. As cores começam a "derreter" os contornos rígidos da sala.
Legenda: A Teoria Queer não é uma 'doutrina'. É a percepção de que a identidade não é um destino biológico selado, mas um fluxo.
Quadro 4
Cenário: Dois personagens (um homem e uma mulher) começam a trocar peças de roupa e acessórios de forma lúdica. Eles não parecem confusos, parecem livres.
Texto: "O 'padrão binomial' é como um sapato dois números menor: ele serve para alguns, mas machuca a maioria. Por que insistir que o desconforto é a regra?"
Quadro 5
Cenário: Uma representação visual do "Pânico Moral": uma criatura feita de sombras e manchetes de jornal sensacionalistas, tentando tapar o sol com as mãos.
Legenda: O pânico surge do medo de que, se as categorias caírem, a ordem acabe. Mas o que acaba é apenas o controle sobre o corpo alheio.
Quadro 6
Cenário: Os personagens da HQ agora caminham por uma rua colorida e diversa. Eles olham diretamente para o leitor.
Texto (Personagem): "Não queremos impor uma nova regra. Queremos o fim da ideia de que alguém precisa de uma licença para existir como sente que é."
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segunda-feira, 11 de maio de 2026
Iguais
Crie uma história em quadrinhos com o seguinte enredo:
Eu estou indo para um encontro com a Lilith.
Eu passo diante de um comício, onde um político conservador (ou um pastor) está fazendo um discurso (retrógrado) sobre a obediência da mulher, o papel do homem como cabeça da casa e que isso é bíblico.
Lilith aparece, arranca a Bíblia da mão do homem e destaca a passagem:
"Assim Deus criou o Homem a sua própria imagem, à imagem de Deus o criou; macho e fêmea ele os criou"
Então um enorme painel surge com uma imagem simples.
Naquele painel está escrito:
"homem=mulher" e, em baixo, bem grande, "iguais".
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