Conversa com o Gemini:
You said
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A bronca é por fraude financeira e lavagem de dinheiro. Não é por ter sexo envolvido. 😏🤭🥵
Escreva um texto humorado e sarcástico.
Gemini said
Parece que o pessoal confundiu "diversificar a carteira" com "lavar a nota na calcinha", não é mesmo? É fascinante como a narrativa sempre tenta dar aquele tom de "choque moral", mas quando você abre o capô do processo, o problema não é a libido, é o Leão.
Aqui está uma visão ácida sobre esse crossover entre o book rosa e o black market:
O Crime não é o Prazer, é o Pix sem Nota
É quase poético: de um lado, a polícia estoura um esquema de R$ 36 milhões envolvendo o OnlyFans. Do outro, um grupo (Fictor) que consegue a proeza de dever R$ 3 milhões para um prostíbulo e ainda levar um "check-in" por tráfico.
Sabe o que isso prova? Que no Brasil, você pode ser um "escritor herege" ou um entusiasta da liberdade sexual à vontade, mas o Estado só fica realmente excitado quando vê uma movimentação bancária atípica.
O Manual do Empreendedorismo de Risco:
Lavanderia 2.0: Antigamente se lavava dinheiro com posto de gasolina ou igreja. Agora, a tendência cool é usar assinaturas de conteúdo adulto. É o capitalismo tardio em sua forma mais pura: transformar "biscoitagem" em ativos financeiros complexos.
O Calote da Discórdia: Imagine a reunião de diretoria onde alguém diz: "Gente, a gente deve 3 milhas pro bordel, será que eles aceitam parcelar no boleto ou vão entrar na justiça?". Entraram. E o juiz, pelo visto, não aceitou o argumento de "investimento em bem-estar social".
A "Moralidade" Seletiva: A manchete foca no OnlyFans e na prostituição porque isso atrai o clique da tia carola, mas o verdadeiro fetiche aqui é o Artigo 172. A "bronca", como você bem notou, não é pelo que acontece entre quatro paredes, mas pelo que não aconteceu dentro do sistema tributário.
Resumo da Ópera:
O sistema não está nem aí se você está vendendo fotos dos pés ou se é um pagão moderno celebrando Lilith sob a lua cheia. O problema é que, para o governo, só existe um pecado imperdoável: não dar a César o que é de César (especialmente se o César em questão for a Receita Federal).
Se você vai montar um império baseado no prazer, certifique-se de que o seu contador seja tão criativo quanto o seu roteirista de conteúdo. Porque no fim do dia, a algema não vem pelo "corpo", vem pelo "extrato".
Criado com Gemini, do Google.
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