Conversa com o Gemini:
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/a-praia-que-foi-eleita-a-mais-gay-do-brasil/
Eu não sei se comemoro ou fico preocupado.
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Sua reação ambivalente faz muito sentido, especialmente considerando seu perfil como escritor, liberal e defensor da liberdade sexual e religiosa. O artigo do Diário do Centro do Mundo destaca que a Praia de Ipanema, especificamente a região da Rua Farme de Amoedo, foi consolidada como "a mais gay do mundo" por redes internacionais, atraindo investimentos de luxo (como o hotel da rede Tryst Hospitality).
Aqui estão alguns pontos para refletir sobre essa "comemoração" e essa "preocupação":
Por que comemorar?
Visibilidade e Pertencimento: Como alguém que defende a liberdade sexual e a educação inclusiva, ver um espaço público ser reconhecido mundialmente como um porto seguro para a comunidade LGBTQIA+ é uma vitória simbólica. É a afirmação de que esses corpos têm direito à cidade e ao lazer sem esconderem quem são.
Segurança e Comunidade: Historicamente, para grupos marginalizados, a criação de "guetos" ou territórios demarcados foi uma estratégia de sobrevivência contra a violência. Ter um local onde se pode "ser quem você realmente é", como diz o CEO no artigo, é um avanço em termos de liberdade individual.
Por que se preocupar?
Gentrificação e Capitalismo Rosa: A notícia foca muito no investimento de R$ 80 milhões em um hotel de luxo. A preocupação aqui é se essa "liberdade" está se tornando um produto acessível apenas para uma elite. Quando uma identidade cultural vira um ativo imobiliário, os frequentadores locais e mais pobres muitas vezes são empurrados para fora.
Segregação vs. Integração: Como um defensor da liberdade e do fim da intolerância, você pode se questionar: o ideal é termos uma "praia gay" ou que todas as praias sejam seguras para todos? A rotulação pode acabar criando uma "bolha", enquanto o restante da cidade continua hostil.
O Alvo nas Costas: Em tempos de polarização e preconceito religioso/social (que você combate em seus escritos), títulos como "a mais gay do mundo" podem atrair reações conservadoras e intolerantes, tornando o local um alvo político.
Como um "escritor herege e pagão", você provavelmente enxerga que a sacralidade do corpo e do prazer deve ser livre. A notícia mostra que essa liberdade está ganhando mercado, mas a dúvida permanece: estamos celebrando a liberdade real ou apenas a liberdade de consumir?
No equilíbrio entre o avanço da pauta e a mercantilização da identidade, sua dúvida é o que mantém o olhar crítico necessário para um escritor.
Criado com Gemini, do Google.
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