Conversa com o Gemini:
You said
https://jornalggn.com.br/artigos/dos-bares-fechados-a-ascensao-da-direita-por-luis-felipe-miguel/
Trecho interessante:
"O ponto não é a bebida, muito menos o tabaco (ou a loteria, já que os bar-tabacs também vendem os bilhetes da Française des Jeux, a loteria nacional francesa). É o encontro."
Nesse caso, não precisa ser um bar (o que já é bom), pode ser também uma boate ou um cabaré. 🤭😏🥵
Escreva um texto humorado defendendo os bares e outros locais onde as pessoas possam se encontrar.
Gemini said
O artigo de Luis Felipe Miguel toca em um ponto nevrálgico da nossa civilização: a política não se faz apenas em gabinetes, mas no "olho no olho" (e, às vezes, no "copo no copo"). Como você bem notou, e considerando sua veia de escritor herético e defensor da liberdade, o que importa é o sagrado direito ao encontro — seja ele regado a café, cerveja ou ao brilho de um globo espelhado.
Aqui está um manifesto humorado em defesa desses templos da convivência:
Manifesto pelo Direito de se Aglomerar (com Segundas e Terceiras Intenções)
Diz o ditado que "quem não se comunica, se trumbica". Mas a verdade é que, quem não frequenta um balcão, acaba perdendo a fé na humanidade (ou, no mínimo, perdendo a fofoca da semana).
Defender o bar, a boate ou o cabaré não é apenas defender o consumo de substâncias lícitas — ou aquelas que a gente finge que não vê. É defender a geopolítica da proximidade. Luis Felipe Miguel está certo: o foco não é a loteria ou o tabaco, mas o fato de que, entre um trago e outro, as pessoas deixam de ser "perfis de rede social" e voltam a ser gente de carne, osso e hálito questionável.
O Bar: O Parlamento do Povo O bar é o único lugar onde um PhD em astrofísica e um mestre de obras podem chegar a um consenso sobre como salvar o país após a terceira rodada. É onde a democracia é testada: se você consegue conviver com alguém que torce para o rival e ainda dividir a porção de batata frita, você está pronto para a paz mundial.
A Boate e o Cabaré: A Igreja da Carne e do Glitter E já que você mencionou os cabarés e boates, vamos dar a eles o devido valor herético! Se o bar é o parlamento, a boate é o templo. Ali, sob as luzes estroboscópicas, ninguém quer saber do seu CPF. É o espaço do encontro sensorial, onde o "eu" se perde no "nós" (e, com sorte, se encontra no "outro" em algum canto mais escuro). Defender esses espaços é defender a liberdade sexual e o direito de ser feliz sem pedir licença à moral conservadora de plantão.
O Perigo do Isolamento A direita sobe quando as pessoas se isolam em suas bolhas digitais, alimentadas pelo ódio algorítmico. Mas é difícil odiar o próximo quando você está tentando convencer esse mesmo próximo a pagar a próxima saideira. No balcão, a intolerância se dissolve no gelo do copo.
Portanto, ocupemos os bares! Frequentemos as pistas! Se a revolução não puder ser dançada — ou discutida entre um petisco e um decote — ela nem vale a pena.
Pelo fim dos bares fechados e pela abertura de todos os caminhos que levam ao encontro. Afinal, como bons pagãos modernos, sabemos que o divino se manifesta onde há festa, corpo e, acima de tudo, liberdade.
Saúde, prazer e bons encontros! 🍻💃🔥
Criado com Gemini, do Google.
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