segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Conversão, Carnaval e Sarcasmo

Conversa com o Gemini:

Você disse
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/video-evangelica-ex-tiazinha-detona-carnaval-o-mal-se-apresenta-prazeroso/

Mais uma declaração que mostra que os evangélicos são todos iguais.

Nós comentamos sobre arrependidas/convertidas. Eu acho que gente assim merece ser ironizada.

Escreva um texto humorado e sarcástico.

O Gemini disse
Ah, o clássico fenômeno da "amnésia seletiva pós-conversão". É fascinante como a trajetória de certas celebridades segue um roteiro mais previsível que filme da Sessão da Tarde: primeiro, o país inteiro as conhece por um acessório (uma máscara, um chicote, um biquíni de metal); depois, vem o momento "eu era infeliz cercada de luxo"; e, por fim, a epifania espiritual onde o Carnaval vira uma filial do umbral.

Considerando o seu histórico de defesa da liberdade sexual e seu olhar crítico sobre a intolerância, aqui está um texto que usa o sarcasmo para cutucar essa "santidade" de conveniência:

A Máscara Agora é Outra: O Milagre da Vista Cansada

Parece que o plano espiritual decidiu instalar um filtro de realidade aumentada nos olhos da nossa eterna ex-Tiazinha. Segundo suas recentes e "iluminadas" declarações, o Carnaval não é mais aquela festa onde ela brilhava e faturava, mas sim um desfile de demônios — que, curiosamente, só resolveram aparecer para ela agora, com décadas de atraso e um contrato de exclusividade com a gratidão evangélica.

É realmente comovente. Durante anos, o "mal" se apresentou de forma tão prazerosa que incluía capas de revista, recordes de audiência e um chicotinho que fazia a alegria da família tradicional brasileira (aquela mesma que hoje aplaude a pregação). Naquela época, os demônios deviam estar disfarçados de notas de cem ou, quem sabe, de purpurina de alta qualidade, porque ninguém ouviu um "vade retro" enquanto o cachê estava caindo na conta.

Mas o auge da mística carnavalesca foi o carro alegórico que pegou fogo. Para o cidadão comum, foi um curto-circuito ou falta de manutenção; para a convertida, foi um "sinal de Deus". É a teologia do extintor: se o carro queima, é aviso divino; se o carro passa ileso, é apenas um dia comum no escritório de Vênus.

O mais irônico é ver quem lutou tanto para "enterrar a personagem" e "queimar as roupas" (com um luto de dez anos e muita terapia, coitada) usar justamente a fama construída no "pecado" para conseguir palanque na santidade. É o marketing da redenção: você usa a máscara que jurou odiar para atrair os cliques de quem adora odiar quem você foi.

No fim das contas, a mensagem é clara: o Carnaval é terrível, os demônios estão na avenida e o mal é sedutor. Mas fiquem tranquilos! Se você for uma celebridade arrependida, o "mal prazeroso" de ontem vira o "testemunho lucrativo" de amanhã. Afinal, não há nada que o mercado da fé goste mais do que uma ex-pecadora profissional ensinando como é que se vive "em conserva".

Só fica a dúvida: os demônios que ela viu no desfile usavam máscara e chicotinho ou esses eram acessórios exclusivos da "essência verdadeira" da época?

Espero que o texto reflita bem o sarcasmo que esse tipo de "conversão espetáculo" costuma despertar em quem preza pela coerência e pela liberdade!

Criado com Gemini, do Google.

Nenhum comentário: