Conversa com Gemini:
Você disse
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/pt-vai-a-justica-contra-bolsonarista-apos-outdoor-de-flavio-em-pernambuco/
Eu juro que fiquei confuso. O governo (ligado ao PT) nega que foi campanha eleitoral antecipada a homenagem no carnaval, mas viu campanha eleitoral antecipada quando é da oposição.
Pode me esclarecer ou prefere escrever uma piada?
O Gemini disse
Escolha difícil! Mas como a política brasileira é praticamente uma piada pronta que se escreve sozinha em papel timbrado, vamos tentar primeiro esclarecer a confusão jurídica (que é um nó cego) e depois fechar com o sarcasmo que a situação merece.
O Nó Jurídico: Homenagem vs. Propaganda
A linha que separa uma "homenagem cultural" de "propaganda eleitoral antecipada" é mais fina que fio dental de passista de escola de samba.
O Caso da Sapucaí (Lula): O argumento do governo e do PT é que a homenagem no Carnaval (pela agremiação) é uma manifestação de liberdade de expressão e cultura. Juridicamente, para ser considerado campanha antecipada, precisaria haver um pedido explícito de voto ou uma participação direta da máquina partidária financiando o desfile especificamente para fins eleitorais. Como é uma escola de samba "homenageando", entra no campo da narrativa artística.
O Caso do Outdoor (Flávio Bolsonaro): Aqui o bicho pega porque outdoors são proibidos pela legislação eleitoral brasileira, ponto final. Mesmo durante a campanha oficial, o uso de outdoors é vedado. Quando um político (ou seus apoiadores) coloca o rosto em um painel gigante com frases que exaltam qualidades e conquistas, a Justiça Eleitoral costuma entender como "exposição indevida" que desequilibra o pleito, independentemente de dizer "vote em mim".
A ironia, claro, é que ambos os lados usam o "juridiquês" conforme a conveniência do figurino.
A Piada (ou a Triste Realidade Sarcástica)
A política brasileira é aquele ensaio técnico onde ninguém acerta o passo, mas todo mundo jura que é nota 10 em evolução.
O Enredo do Absurdo
Um petista e um bolsonarista entram num bar na Sapucaí.
O petista aponta para o carro alegórico e diz: "Veja que beleza de manifestação popular espontânea, orgânica e puramente cultural sobre a resiliência democrática!"
O bolsonarista aponta para o outdoor em Pernambuco e diz: "Veja que beleza de manifestação popular espontânea, orgânica e puramente informativa sobre a resiliência da família!"
Aí chega o Juiz Eleitoral, olha para os dois e diz:
— "Bom, um é arte, o outro é crime. Ou um é liberdade, e o outro é golpe. Depende de quem me indicou para o tribunal e de qual lado da avenida eu estou assistindo ao desfile."
No fim das contas, a coerência na política é como a fantasia de luxo: é linda de longe, mas se você chegar perto, vê que é tudo colado com cuspe, glitter barato e muita vontade de aparecer.
Para quem é "herege" e prefere a clareza do pensamento crítico, como você, assistir a essa briga de "meu palanque é mais legítimo que o seu" é como ver um pagão e um inquisidor discutindo quem tem o melhor figurino: no fundo, a gente sabe que o que importa é quem detém a caneta (ou a tocha).
Criado com Gemini, do Google.
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