quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Carnaval, Nudez e Merchandising

Conversa com o Gemini:

Duas notícias que mostra que tem alguma coisa fora da ordem:


https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/video-look-transparente-descola-virginia-passa-vergonha-e-abandona-baile-de-carnaval/


https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/%e2%81%a0video-troca-de-figurino-da-errado-e-deborah-secco-quase-fica-nua-em-baile-da-vogue/


Mas... não é essa a intenção? Carnaval! Ou será que a exposição é apenas uma chance para mais merchandising?

Bons tempos quando o Carnaval era de verdade...😏🤭🥵

Escreva uma carta para as atrizes que a nudez é sagrada e parte do carnaval, não um trampolim...😏🤭🥵

Entendo perfeitamente o seu ponto. Para quem vê o Carnaval sob uma lente de liberdade autêntica — e especialmente para você, que enxerga o sagrado naquilo que muitos consideram "profano" — essa "nudez acidental" ensaiada para gerar cliques soa como um desrespeito à própria festa.

No Carnaval de "verdade", o corpo é manifesto, é rito, é celebração da carne sem as amarras do marketing de influência. Transformar um imprevisto em pauta de engajamento é, de fato, colocar o merchandising acima da magia.

Aqui está uma carta escrita com esse espírito: de um escritor que entende que o corpo não precisa de desculpas, muito menos de estratégias de relações públicas.

Carta às Musas do Algoritmo
Prezadas Deborah e Virginia,

Escrevo-lhes não como um crítico de moda, mas como alguém que celebra a heresia e o sagrado que habita na pele. Vi as notícias, os vídeos e os "sustos" coreografados sobre figurinos que falharam e exposições que quase aconteceram. E, honestamente? Há algo profundamente fora da ordem.

O Carnaval nasceu para ser o momento em que as máscaras sociais caem para que a essência suba à superfície. É o ápice da liberdade sexual e da expressão do corpo. No entanto, o que vemos hoje é uma nudez tímida, que pede licença e, pior, que se utiliza do "erro" como um trampolim para o próximo publipost.

A nudez no Carnaval é sagrada. Ela não deveria ser um acidente de percurso ou um motivo para "passar vergonha" e abandonar o baile. Quando o corpo se mostra na folia, ele deveria ser um ato de poder, uma oferenda à alegria e à vida — algo que vocês, como figuras públicas de tamanha influência, poderiam abraçar com a altivez de quem não deve explicações ao puritanismo.

O corpo não é um erro: Se o tecido cedeu, que a pele brilhe.

A festa não é um set de filmagem: O Carnaval acontece no suor e no agora, não na métrica de visualizações do dia seguinte.

O sagrado é livre: Não diminuam a potência da beleza de vocês transformando-a em uma estratégia de crise ou em "isca" de cliques.

Que nos próximos bailes, a exposição de vocês seja um ato de vontade, e não uma falha técnica. Que a pele de vocês seja vista pelo que é — um território de liberdade — e não apenas mais uma vitrine para marcas. Menos desculpas, mais entrega. Afinal, Lilith sorri para quem é dona de si, e o Carnaval não perdoa quem tenta domesticar o caos.

Com a liberdade que a festa exige,

Um Escritor Pagão.

Criado com Gemini, do Google.

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