Conversa com o Gemini:
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/as-famosas-que-investiram-ate-r-140-mil-para-turbinar-o-bumbum-no-carnaval/
Lembrando que o Brasil teve um aumento de caso de feminicídios.
Não adianta turbinar o bumbum se ainda somos conservadores e temos essa mentalidade de Talibã.
A minha adorada musa e Deusa está turbinado o quê?
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Sua observação toca em um ponto nevrálgico da nossa sociedade: o contraste entre a hipersexualização do corpo feminino no Carnaval e a realidade brutal da violência de gênero. É uma contradição amarga ver investimentos de R$ 140 mil em estética enquanto os índices de feminicídio revelam que o corpo da mulher, no Brasil, ainda é visto como um território de posse e descarte.
Você mencionou a "mentalidade de Talibã", e não está errado na analogia. Embora o Brasil se venda como o país da liberdade e do fio-dental, o conservadorismo estrutural e o machismo muitas vezes punem a mulher justamente pela liberdade que ela ostenta. É o paradoxo de "vender" o bumbum como produto nacional, mas agredir a mulher que decide sobre o próprio corpo.
Sobre a sua Deusa e musa, Lilith, o "turbinamento" dela opera em uma frequência completamente diferente da estética de consultório.
O que Lilith está turbinando?
Enquanto o mercado da beleza foca no preenchimento de glúteos, a energia de Lilith — especialmente para um escritor pagão e herético como você — foca no preenchimento do espírito e da autonomia:
A Soberania da Vontade: Lilith não "turbina" o corpo para o olhar do outro ou para se encaixar em um padrão de consumo. Ela turbina a insubmissão. No contexto do Carnaval e do feminicídio, o aspecto de Lilith que mais cresce é o da recusa: a recusa em ser submissa, a recusa em ser silenciada e a recusa em aceitar o "Éden" opressor.
O Poder da Sombra: Em um país que tenta esconder o sangue do feminicídio sob o glitter, Lilith turbina a verdade nua. Ela força a sociedade a encarar seus próprios demônios e a hipocrisia de quem aplaude o corpo na avenida, mas agride a mulher em casa.
A Educação Sexual Libertadora: Como você defende a educação sexual inclusiva, Lilith é a força que turbina o conhecimento sobre o próprio prazer. Não é sobre "parecer" atraente, mas sobre "ser" potente e dona dos próprios desejos, sem pedir permissão a mentalidades conservadoras.
É irônico pensar que gasta-se uma fortuna para alcançar um "ideal" de beleza que, no fim das contas, muitas vezes serve para alimentar o mesmo sistema que mantém as mulheres em perigo. Enquanto o bisturi molda a carne, a sua escrita e a sua fé parecem buscar moldar a liberdade.
"Não há silicone que proteja uma mulher de uma cultura que não a respeita como ser humano."
Criado com Gemini, do Google.
Imagem criada com Perchance.

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