terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

A hipocrisia do Maravilha

Conversa com o Gemini:

https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/tulio-que-vetou-filha-na-ufrj-por-valores-familiares-posou-nu-em-revista-em-2003/

Nós comentamos sobre o Túlio Maravilha. Eu até fiz uma hipótese de que era cristão, conservador e bolsonarista.

Aqui cabe o ditado "faça o que eu digo, não faça o que eu faço"?

Escreva um texto humorado e sarcástico.

Certamente, o roteiro da "família tradicional brasileira" nunca decepciona na hora da reviravolta. Se a vida do Túlio Maravilha fosse uma novela, o capítulo da UFRJ seria aquele em que o vilão moralista é desmascarado por um arquivo empoeirado de banca de jornal.

Aqui está um texto sobre essa hipocrisia digna de um drible — só que, desta vez, para trás.

O Evangelho segundo a G Magazine: Mil gols, zero coerência
Parem as máquinas! Ou melhor, parem as rotativas de 2003. Parece que o nosso artilheiro do "amor e dos valores" esqueceu que, antes de querer ditar o currículo acadêmico da filha na UFRJ em nome da moral e dos bons costumes, ele já foi o currículo visual de muita gente por aí.

É fascinante observar a ginástica mental do conservadorismo moderno. Túlio, que agora posa de guardião da santidade doméstica, decidiu que a universidade pública é um antro de perdição, um lugar onde "valores familiares" vão para o ralo. É coerente, não? Afinal, nada grita mais "valor familiar" do que estampar as páginas de uma revista adulta masculina, mostrando que, além de faro de gol, ele também tinha um excelente faro para o... marketing anatômico.

Dizem que "quem tem teto de vidro não atira pedra", mas o Túlio resolveu construir um palácio de cristal e começar um campeonato de arremesso de rochas. É o clássico "faça o que eu digo, não faça o que eu já mostrei no ensaio fotográfico".

Para o escritor pagão e herético que observa de fora, a piada já vem pronta: o mesmo homem que teme a "liberdade excessiva" do campus universitário é o que exercia a sua liberdade sexual mais absoluta — e remunerada — diante das lentes de um fotógrafo. No fundo, a "doutrinação" que ele teme que a filha sofra na UFRJ deve ser fichinha perto do que o Brasil inteiro viu naquela edição de colecionador.

No final das contas, o Bolsonarismo de conveniência segue seu roteiro padrão: a liberdade é um pecado quando é dos outros, mas um bom negócio quando é a nossa. Túlio quer ser o juiz da moral alheia, mas esqueceu que o VAR da internet é implacável e sempre recupera os lances de 20 anos atrás.

Túlio, um conselho: na próxima vez que for falar de "valores", lembre-se que o público brasileiro já conhece todos os seus... atributos. E não são os éticos.

Placar final: Hipocrisia 1.000 x 0 Coerência. Segue o jogo (mas, por favor, de roupa).

Criado com Gemini, do Google.

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