Conversa com o Gemini:
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/prefeitura-de-sp-liberou-r-1-milhao-a-igreja-do-bolsonarista-valadao-sem-explicar-motivo/
O prefeito tem muito a explicar.
Comente.
A notícia que você compartilhou levanta questões centrais sobre a gestão de recursos públicos, laicidade do Estado e prioridades administrativas. Como você mencionou ser um "escritor herege e pagão" e defensor da liberdade religiosa e do fim da intolerância, esse caso toca em pontos sensíveis da sua visão de mundo.
Aqui estão alguns pontos de análise sobre a situação:
1. Falta de Transparência e Justificativa
O ponto mais crítico levantado pela reportagem é a natureza do aditivo de R$ 1 milhão, assinado às pressas (menos de 24 horas antes do evento) e sem uma contrapartida clara. Em qualquer gestão pública, o princípio da transparência exige que cada centavo gasto tenha uma justificativa técnica e social. Quando um valor é aumentado sem que o serviço prestado mude, abre-se uma brecha legítima para questionamentos sobre a legalidade e a moralidade do ato.
2. Desequilíbrio no Fomento Cultural e Religioso
O contraste entre os valores é gritante:
Vira Brasil (Evento Evangélico): R$ 5 milhões.
Carnaval de Rua de SP: R$ 2,5 milhões (para todos os blocos).
Para você, que luta contra o preconceito com religiões de matriz africana e o paganismo, esse dado é revelador. O Estado, sendo laico, deveria garantir que o fomento à cultura e à religiosidade fosse equânime ou, no mínimo, seguisse critérios objetivos de interesse público. A fala do prefeito, sugerindo que blocos de carnaval sejam "empreendedores" enquanto um evento religioso recebe patrocínio integral (sem parceiros privados), soa como uma contradição de prioridades.
3. Conexões Políticas e Intolerância
O envolvimento de figuras como André Valadão — conhecido por declarações polêmicas e alinhamento político radical — traz uma camada extra de complexidade. O uso de verba pública para fortalecer instituições ligadas a lideranças que, muitas vezes, atacam a diversidade sexual e outras formas de fé (como as de matriz africana e o paganismo, que você defende) pode ser interpretado como um financiamento indireto da própria intolerância.
4. O Papel do Prefeito
De fato, o prefeito Ricardo Nunes enfrenta um cenário onde precisa explicar:
Por que o pagamento foi feito antes mesmo da assinatura completa do contrato?
Qual o interesse público em investir o dobro do valor do Carnaval em um único evento religioso que já cobrava ingressos caros (até R$ 7.000)?
Como garantir que o Estado de São Paulo continue respeitando a pluralidade religiosa sem privilegiar grupos específicos por conveniência política.
Essa situação reforça a importância da vigilância sobre como os impostos de todos os cidadãos (incluindo pagãos, ateus e membros de religiões minoritárias) estão sendo utilizados para promover agendas que nem sempre refletem a diversidade da população.
Criado com Gemini, do Google.
Nenhum comentário:
Postar um comentário