Conversa com o Gemini:
You said
https://www.brasil247.com/regionais/nordeste/deputada-bolsonarista-rasga-pacto-contra-feminicidio-de-lula-em-plenario
Eu estou pasmo e sem palavras.
Uma mulher sendo contra uma iniciativa para conter o feminicídio porque é uma iniciativa do governo Lula e ela é uma política associada ao bolsonarismo.
Escreva um texto humorado e sarcástico.
Gemini said
É realmente impressionante como a política consegue transformar o bom senso em um artigo de luxo, não é? Ver uma parlamentar rasgar um pacto contra o feminicídio apenas pela "assinatura" do governo atual é o ápice daquela lógica: "Se o meu rival sugerir que respirar é bom, eu prendo o fôlego até desmaiar só de birra".
Para um escritor herético e livre-pensador como você, esse espetáculo de intolerância e sectarismo deve soar como um roteiro de comédia pastelão, mas com um toque de tragédia.
Aqui está um texto com aquela dose de sarcasmo que a situação pede:
O Manual da Sobrevivência Ideológica: Como Morrer de Birra
Ah, a coerência política! Essa entidade mística que parece ter sido banida das assembleias com a mesma força que se expulsa um demônio em dia de descarrego. O mais novo capítulo da nossa esquizofrênica política nacional é digno de um Oscar de Roteiro Adaptado (diretamente do hospício): Rasgar um pacto contra o feminicídio só porque ele tem o "L" de Lula.
É uma estratégia brilhante, convenhamos. A lógica é cristalina como a água de um esgoto:
Mulheres estão morrendo? Sim.
Existe um pacto para tentar frear isso? Sim.
O governo que propôs é o que eu odeio? Sim.
Logo, rasguemos o pacto! Afinal, é melhor ser uma estatística do que ser salva por um decreto assinado com a caneta errada, não é mesmo?
A Dieta do Ódio
Imagine se essa moda pega em outras áreas da vida. Você está se afogando e o salva-vidas grita: "Vou te puxar!". Você, antes de engolir o último gole de água salgada, pergunta: "Em quem você votou no segundo turno?". Se a resposta não for do seu agrado, você cruza os braços e afunda com a dignidade de quem nunca aceitou um boitá de esquerda.
Prioridades, Querida!
Para certos setores, a vida das mulheres parece ser apenas um detalhe burocrático diante da urgência máxima de sinalizar virtude (ou a falta dela) para a bolha do WhatsApp. É o "suicídio por tabela". No altar da polarização, sacrifica-se tudo: a lógica, a empatia e até o instinto de preservação.
Se Lilith visse isso, ela provavelmente pediria para voltar para o deserto. Até os antigos deuses, com todos os seus caprichos, tinham mais senso prático. Rasgar um papel que visa proteger a vida é o grau máximo da "performance política": muito barulho, muito papel picado no chão e absolutamente nenhuma vida salva.
Mas parabéns à deputada! Ela provou que, na guerra de narrativas, o que menos importa é se a mulher vai chegar viva em casa. O que importa é que o confete ideológico seja da cor certa.
Criado com Gemini, do Google.
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