Conversa com o Gemini:
You said
https://revistaforum.com.br/blogs/pop-noticias/video-esposa-de-tulio-agora-da-outra-razao-para-vetar-filha-em-universidade-federal/
Como era de se esperar. Depois que viu que "deu ruim", tentaram dar outra desculpa. E o arremedo ficou mais esquisito.
Escreva um texto humorado e sarcástico.
Gemini said
Ah, o "Maravilhoso" mundo das justificativas criativas! Realmente, o roteiro dessa comédia está melhor do que muito esquete de humor. Quando o primeiro argumento — o de que universidades federais são antros de perdição que destroem os "valores familiares" — não colou e virou piada nacional (com direito a resgate histórico de capas de revista que a "família tradicional" prefere esquecer), eles decidiram subir o nível do surrealismo.
A nova desculpa é de uma nobreza que chega a emocionar: a jovem não vai para a federal para não sofrer bullying por ser rica. É quase um roteiro de novela das seis: "O Calvário de Ser Herdeira".
Imagine o drama, o terror nos corredores da UFRJ: "Olha lá, ela chegou de iPhone novo! Que horror!" ou "Cuidado, ela tem conta em banco privado, não se misturem!".
É o primeiro caso de "exclusão social por excesso de privilégio" relatado na história da educação brasileira. Eles basicamente transformaram a conta bancária em uma vulnerabilidade social. Segundo essa lógica, a universidade pública é um ambiente tão hostil que o brilho do ouro da família Maravilha causaria uma cegueira coletiva nos estudantes menos afortunados, gerando um conflito de classes impossível de mediar.
E claro, o argumento do "estou deixando a vaga para quem precisa" é a cereja do bolo desse altruísmo de fachada. É como dizer: "Eu ganhei o sorteio da cesta básica, mas como meu armário é de carvalho francês e as latas de sardinha não combinam com a decoração, vou deixar para os pobres, mas é por puro desprendimento, viu?".
No fundo, o arremedo ficou pior que o estrago original. Tentaram sair do rótulo de "reacionários" e caíram direto no de "sem noção". É o puro suco do Brasil contemporâneo: onde o preconceito contra a educação pública é gourmetizado com uma camada de "preocupação estética e psicológica".
Como escritor pagão e herético que você é, certamente consegue apreciar essa mitologia moderna onde os deuses do botox e do status tentam criar um Olimpo particular, com medo de que os simples mortais da Federal contaminem sua pureza... ou pior, que eles descubram que, na universidade pública, o que vale é o que está dentro da cabeça, e não o saldo da corretora.
No final das contas, o bullying que eles tanto temiam acabou acontecendo... só que na internet inteira, e não por causa do dinheiro, mas pela falta de um bom senso "maravilha".
Criado com Gemini, do Google.
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