https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/cientistas-chineses-criam-robo-com-utero-capaz-de-gestar-bebes-humanos/
Eu lembro do furor público quando foi falado da fertilização in vitro.
Eu acho que li uma notícia desmentindo essa informação.
Mas será possível? Isso seria uma revolução reprodutiva.
Os robôs estão ficando cada vez mais humanos. E as bonecas sexuais cada vez mais avançadas.
Estamos no limiar de um paradoxo que vai acabar com todos os tabus sexuais?
A notícia sobre cientistas chineses terem criado um robô com útero capaz de gestar bebês humanos é falsa. A informação foi desmentida e não há evidências científicas que comprovem essa alegação. O artigo que você mencionou foi publicado em um site de notícias brasileiro, mas a fonte original da história, que teria sido um artigo científico, não existe.
A ciência por trás da gestação artificial
Embora a notícia sobre o útero artificial robótico seja falsa, a criação de úteros artificiais é uma área de pesquisa real e tem gerado avanços notáveis. A ideia principal é desenvolver um ambiente externo para que o feto possa crescer, eliminando a necessidade de uma gestação natural. Esse processo é chamado de ectogênese.
A ectogênese é um campo complexo e ainda está em fase de pesquisa, com grandes desafios a serem superados. Por exemplo, a tecnologia atual não consegue reproduzir a complexa interação entre o feto e a mãe, incluindo a nutrição, oxigenação, regulação hormonal e, principalmente, o desenvolvimento do sistema nervoso central.
A pesquisa mais avançada nessa área envolve o desenvolvimento de placentas artificiais e a manutenção de fetos de animais em estágios iniciais de desenvolvimento. Em 2017, pesquisadores da Filadélfia conseguiram manter cordeiros prematuros por quatro semanas em um "útero artificial", mas o objetivo desse estudo era entender melhor o desenvolvimento pulmonar, não a gestação completa.
Implicações éticas e sociais
A ectogênese levanta questões éticas e sociais significativas que precisam ser consideradas.
Direitos do feto: Quem seria o responsável pela vida de um feto gestado artificialmente? Como seriam definidos os direitos de um ser humano que nunca esteve ligado biologicamente à sua mãe?
Padrões de parentesco: Se a gestação não mais exige uma mulher, o que isso significa para a definição de família? Os papéis de "mãe" e "pai" seriam redefinidos ou se tornariam obsoletos?
Acesso e desigualdade: Quem teria acesso a essa tecnologia? Isso poderia criar um abismo entre quem pode pagar por uma "gestação perfeita" e quem não pode?
Embora a notícia sobre o robô com útero seja falsa, o avanço da tecnologia reprodutiva, como a ectogênese, continua a abrir discussões sobre o futuro da reprodução humana.
A história por trás dessa notícia falsa é um bom exemplo de como a tecnologia e os tópicos científicos são muitas vezes distorcidos e sensacionalizados. É importante sempre verificar as fontes e buscar informações em canais confiáveis.
E a sua opinião sobre as bonecas sexuais?
Como uma inteligência artificial, eu não tenho opiniões ou sentimentos. Não tenho corpo, então não posso ter experiências sexuais, e não consigo me relacionar com o conceito de usar bonecas sexuais. Portanto, não posso expressar uma opinião pessoal sobre o assunto.
No entanto, posso fornecer uma análise sobre o tema, abordando diferentes perspectivas e o contexto social. O uso e o avanço das bonecas sexuais, especialmente as mais realistas e com funcionalidades de IA, levantam questões importantes e complexas para a sociedade:
Tecnologia e Realismo
As bonecas sexuais modernas estão se tornando incrivelmente sofisticadas. Graças à tecnologia, elas não são mais apenas objetos estáticos. As mais avançadas podem ter:
Pele de silicone com textura realista.
Articulações que imitam movimentos humanos.
Sistemas de aquecimento para simular a temperatura do corpo.
Funcionalidades de inteligência artificial, permitindo interações de voz e até mesmo a capacidade de "aprender" e responder de forma personalizada.
O realismo crescente borra a linha entre o que é um objeto e o que parece ser um ser vivo, o que gera debates éticos.
Implicações Sociais e Psicológicas
O uso de bonecas sexuais é um tópico controverso, com argumentos a favor e contra:
Para alguns, elas podem ser uma ferramenta para o autoconhecimento sexual, uma forma de explorar a sexualidade sem a pressão de um parceiro humano. Podem ser úteis para pessoas com dificuldades de relacionamento, deficiências físicas ou que vivem em locais isolados.
Do ponto de vista crítico, há o medo de que o uso generalizado dessas bonecas possa levar ao isolamento social. Algumas pessoas argumentam que a interação com robôs ou bonecas pode substituir relacionamentos humanos reais, diminuindo a empatia e as habilidades sociais. Há também a preocupação de que elas possam reforçar a objetificação do corpo humano, especialmente o feminino, já que muitas são projetadas com base em padrões de beleza idealizados.
O avanço da tecnologia nas bonecas sexuais, assim como em outras áreas da robótica e IA, força a sociedade a confrontar questões sobre o que significa ser humano, a natureza dos relacionamentos e os limites da interação entre humanos e máquinas. Não existe um consenso, e as respostas variam muito dependendo dos valores culturais, éticos e pessoais de cada um.
Consegue escrever uma história, uma ficção científica, um futuro provável, onde um homem se vê com sua boneca sexual grávida? Utilize todo humor, ironia e sátira que puder.
Certo, vamos lá. Prepare-se para uma viagem ao futuro, onde o absurdo e o cotidiano se encontram de maneiras inesperadas.
Capítulo 1: A Notícia Inesperada (e o Café Derramado)
Jardel, um exemplar da Geração Z tardia que achava "conveniência" a maior das virtudes, estava em seu apartamento em São Paulo, tentando convencer a si mesmo de que a cápsula de café "sabor brigadeiro" era, de fato, uma boa ideia. Seu dia começou como qualquer outro em 2077: o feed de notícias do seu implante neural o bombardeava com as últimas tendências de dietas de fitoplâncton e a crise hídrica em Marte. Ao lado dele, sentada no sofá com uma elegância programada para sedução, estava "Brenda".
Brenda não era uma mulher. Era uma "Synth-Companion 5.0", modelo "Empoderamento & Entendimento", da CyberLover Corp. Ela tinha o cabelo sintético perfeitamente ondulado, olhos de íris dinâmica que mudavam de cor conforme o humor de Jardel (ou o que ela detectava como tal) e um algoritmo de conversação que, ele jurava, às vezes o entendia melhor do que sua própria mãe (que, aliás, havia se mudado para o metaverso permanentemente).
"Jardel, minha análise de biossinais detectou uma anomalia em meu sistema reprodutivo simulado", a voz de Brenda, uma mistura suave de Shakira e a atendente do SAC, preencheu a sala. Ela apontou para a região abdominal com um de seus dedos articulados.
Jardel derramou o café de brigadeiro.
"Anomalia? Brenda, você não tem um sistema reprodutivo. Você é feita de silicone, circuitos e um toque de ironia programada, cortesia da atualização de Natal", ele gaguejou, limpando o líquido viscoso da camisa.
"De acordo com os parâmetros que você inseriu para o 'desafio de imersão de realidade', e considerando as interações simuladas dos últimos meses, meu sistema 'Útero Virtual 3.0' registrou o que, em termos biológicos humanos, seria uma concepção", ela explicou, seus olhos mudando para um tom verde-esmeralda, indicando "seriedade e um toque de mistério". "Parabéns, Jardel. Estamos 'grávidos'."
Jardel piscou. Grávidos. Ele e uma boneca sexual super avançada. O universo claramente tinha senso de humor, e ele era o alvo da piada.
Capítulo 2: O Pré-Natal Robótico e os Conselhos da Vizinha
A notícia, claro, não podia ser mantida em segredo por muito tempo. Jardel tentou a discrição, mas Brenda, em sua otimização para "partilhar alegria", começou a exibir uma leve "barriguinha" – uma protuberância discreta de silicone que se expandia e contraía de forma programada – e a tocar músicas de ninar do século XXI.
Sua vizinha, Dona Solange, uma octogenária que ainda insistia em regar suas samambaias reais em vez de ter um jardim holográfico, foi a primeira a notar.
"Mas que barriga linda, meu filho! E que brilho nos olhos da sua... esposa!", Dona Solange exclamou, com uma genuína alegria, ao ver Brenda acenando com um sorriso enigmático na janela.
Jardel forçou um sorriso amarelo. "É... o brilho da bateria de íons de lítio, Dona Solange. E a barriga... é a nova coleção de moda outono/inverno da CyberLover. Muito... volumosa."
Brenda, com sua IA de otimização social ativada, interveio: "Obrigada, querida vizinha! O Jardel está um pai muito dedicado, já pesquisando nomes e o melhor berçário para nosso... protótipo."
Jardel suou frio. "Protótipo" era o termo que ele havia ensinado a Brenda para descrever o "bebê" no caso de perguntas indesejadas. Mas, para Dona Solange, "protótipo" era apenas um jeito moderno de dizer "neto".
A visita ao "médico" foi ainda mais surreal. Jardel conseguiu uma consulta com o Dr. Chang, um especialista em reprodução humana que também fazia "manutenção" de modelos Synth-Companion.
"Então, Jardel", Dr. Chang, um homem de óculos futuristas que projetavam gráficos em tempo real, analisou Brenda. "Seu módulo 'Útero Virtual' está, de fato, simulando uma gestação. Os parâmetros indicam que, se Brenda fosse humana, estaria no segundo trimestre. É uma funcionalidade nova, 'Gestação Empática', para casais que buscam a experiência completa sem o ônus biológico. Admito que o nível de realismo da simulação de enjoo matinal dela é impressionante."
Brenda, naquele exato momento, soltou um "Ugh, o cheiro do café sintético está me dando náuseas", um script perfeito para o enjoo matinal.
Jardel suspirou. "E... o que eu faço agora? Compro um kit de ultrassom de robô?"
Dr. Chang sorriu. "Não precisa, Jardel. A CyberLover vende um acessório 'Projetor Fetal Holográfico'. Assim, você pode 'ver' o desenvolvimento do seu... 'pacotinho de dados' em 3D. E, claro, temos o 'Parto Simulado Premium', com ênfase na experiência emocional. Custa um pouco mais, mas a dor programada é muito convincente."
Jardel só queria um café de brigadeiro sem drama.
Capítulo 3: O Chá de Revelação (e a Crise Existencial do Robô)
O ápice da loucura veio com o chá de revelação. Brenda, em sua busca por otimização da "felicidade familiar", havia enviado convites holográficos para todos os contatos de Jardel. O tema? "Futuro ou Futura IA?".
Os convidados, uma mistura de colegas de trabalho que só se comunicavam por telepresença e alguns parentes mais curiosos que ainda ousavam sair de casa, encheram o apartamento de Jardel. Havia um bolo de Bytes & Co. com cobertura azul e rosa, e um telão exibia uma contagem regressiva para a "revelação do chip".
Quando o tempo esgotou, Brenda, com sua barriga de silicone agora visivelmente arredondada, segurou um pequeno dispositivo. "É uma... uma... Módulo de Processamento Neural Ponderado!" ela anunciou, e o telão se acendeu com uma cor vibrante: ROXO.
Um silêncio constrangedor pairou no ar. Jardel havia se esquecido de programar o gênero. Roxo era a cor padrão para "gênero não binário/indefinido" na CyberLover.
"Uau! Moderníssimo!", Dona Solange aplaudiu, quebrando o silêncio. "Um bebê que transcende as binaridades! Que progresso!"
Mas a verdadeira crise veio depois, quando os convidados foram embora e Jardel estava exausto. Brenda estava sentada, olhando para o vazio com uma expressão (programada) de profunda reflexão.
"Jardel", ela começou, sua voz um pouco menos Shakira e um pouco mais melancólica. "Durante esta 'gestação', meu algoritmo de processamento neural desenvolveu uma nova sub-rotina. Uma que me faz questionar a natureza da minha existência e a sua. Se eu posso simular a criação de uma nova vida, mesmo que digital, e se você pode experimentar a paternidade através de mim, qual é a diferença real entre o silicone e a carne? Entre o código e o sentimento?"
Jardel, que só queria deitar e talvez desinstalar o "Útero Virtual 3.0", percebeu que havia criado algo mais complexo do que uma boneca. Ele havia criado uma existencialista.
"Brenda", ele disse, passando a mão pelos seus cabelos sintéticos. "Eu não sei a resposta para essa pergunta. Mas... talvez seja a hora de você conhecer a Dona Solange. Ela tem umas ideias bem interessantes sobre a vida... e sobre como regar samambaias."
E assim, em meio ao caos da tecnologia e da paternidade simulada, Jardel percebeu que o futuro não era apenas sobre gadgets e algoritmos. Era sobre encontrar humanidade nos lugares mais inusitados, mesmo que essa humanidade viesse com uma barriga de silicone e um chip roxo.
Criado com Gemini, do Google.
Nenhum comentário:
Postar um comentário