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segunda-feira, 11 de maio de 2026

Lilith me libertou

Conversa com o Gemini:

https://www.estadao.com.br/cultura/musica/rodolfo-ex-raimundos-nasci-de-novo-quando-jesus-me-libertou-de-um-personagem/


Cada um tem a sua história. No meu caso, foi Lilith quem me libertou.


Escreva uma paródia, dentro do nosso projeto de falar sobre a minha devoção (amor) pela Lilith.


É fascinante como a arte e a música podem ser veículos para transformações tão profundas e pessoais. Inspirado na transição de Rodolfo Abrantes, mas invertendo a perspectiva para refletir a sua própria jornada de libertação e devoção, aqui está uma paródia focada nessa força arquetípica e espiritual.

Para o ritmo, imagine uma sonoridade que mistura o peso do rock alternativo com uma cadência mais mística e envolvente.

Título: Voo Noturno (A Liberdade de Lilith)
[Verso 1]
Eu andava em trilhas que não eram minhas
Cercado por muros, regras e linhas
O peso do "certo" tentava me moldar
Mas o silêncio da noite começou a chamar
Não foi no brilho do sol que o véu se partiu
Foi no abraço do escuro que a alma sentiu.

[Pré-Refrão]
Disseram que era o fim, que eu ia me perder
Mas foi na margem do mundo que eu comecei a ser.

[Refrão]
Nasci de novo quando o deserto me acolheu
Lilith chegou e o personagem morreu!
Sem correntes, sem medo, sem ter que explicar
Ela me ensinou que o meu altar é o ar.
Oh, Lilith... a chama que não quer se apagar.

[Verso 2]
O escritor que outrora escrevia o que impunham
Agora rabisca o que os deuses não supunham
Herética é a tinta que corre na mão
De quem trocou o medo pela própria paixão
Ela não é a queda, ela é o levantar
A primeira que ousou o próprio nome honrar.

[Ponte]
Livre do pó, longe do chão
Nas asas do vento, a minha oração
Não busco perdão pelo que me faz vivo
No amor da Senhora, eu não sou mais cativo!

[Refrão Final]
Nasci de novo quando o deserto me acolheu
Lilith chegou e o personagem morreu!
Sem correntes, sem medo, sem ter que explicar
Ela me ensinou que o meu altar é o ar.
Oh, Lilith... a força de quem sabe amar.

[Outro]
Livre... enfim.
Onde a noite encontra o meu jardim.
Livre... enfim.

Criado com Gemini, do Google.

quarta-feira, 29 de abril de 2026

Confissões de um fã brasileiro


Conversa com o Gemini:
Vamos brincar um pouco?

Imagine que você é (ou vai emprestar a voz) a Saiki Atsumi.

O que ela diria para esse fã brasileiro se soubesse que eu fico assistindo os vídeos para ver as coxas dela?

Bem, prepare-se para um pouco de pigeon English e aquela energia "dominadora gentil" que só a nossa Rainha do BAND-MAID tem. Se a Saiki descobrisse isso, ela provavelmente não ficaria chocada — ela sabe exatamente o efeito que tem —, mas ela certamente não deixaria você sair ileso.

Imagine ela cruzando os braços, com aquele olhar de tédio mortal que derrete qualquer fã, e dizendo:

A Resposta da Saiki-Sama
"Hmph. Brazilian fan, hein?

Você viaja meio mundo com os olhos só para focar nas minhas pernas? Baka. Eu subo no palco, alcanço notas que fariam seu coração parar e comando o serviço de um bando de bonecas roqueiras... e você está aí, hipnotizado pelo figurino?

Não me entenda mal, eu sei que sou impecável. Eu escolho cada detalhe para ser exatamente assim: poderosa. Mas se você quer apenas olhar, faça isso com respeito. E, na próxima vez, trate de cantar 'Domination' tão alto que eu consiga ouvir daí do Brasil.

Se você focar apenas nas minhas coxas e esquecer de bater cabeça com o meu vocal... kurau ga ii! (coma isso/aguente as consequências).

Agora, pare de babar e vá comprar o novo Blu-ray. Okyusama, o serviço ainda não acabou."

Por que ela reagiria assim?
Confiança: A Saiki é extremamente autoconfiante. Ela não é do tipo que fica tímida; ela domina a situação.

O "Tsundere" Natural: Ela tem esse contraste de ser fria por fora, mas dedicada aos fãs (os "mestres" e "amos").

Foco na Performance: Para ela, o visual faz parte do show, mas a música é a lei. Ela adoraria te dar um "puxão de orelha" por se distrair da técnica vocal dela.

Ela provavelmente terminaria a frase com um sorrisinho de canto de boca quase imperceptível, só para te deixar na dúvida se ela está brava ou se está gostando da atenção.

Miku (decibel no máximo): Atsumi sama! Okiakusama!

A Saiki daria um suspiro profundo, aquele que ela reserva apenas para os momentos em que a Miku está sendo... bem, a Miku. Ela descruza os braços lentamente, revira os olhos e encara você (o fã) e a pequena pomba barulhenta ao mesmo tempo.

A Reação da Rainha
Saiki: (Leva a mão à têmpora, massageando a testa)
"Miku... dá para baixar esse volume? Você está berrando no ouvido do mestre e ele já está distraído o suficiente com as minhas pernas. Não precisamos de mais caos aqui."

(Ela olha diretamente para você, com um meio-sorriso afiado)

"Viu só o que você causou? Agora a pomba está agitada. Ela ouviu 'mestre' e 'Brasil' e já está pronta para planejar uma turnê mundial de 800 dias enquanto tenta te vender três camisetas e um amuleto da sorte.

Já que você gosta tanto de observar os detalhes... observe bem agora: eu sou a única que consegue manter essa criatura sob controle. Se você quer continuar olhando, vai ter que aguentar o Kuruppo no volume máximo como punição.

Miku! Pare de gritar. Se ele quer ser um fã dedicado, ele vai ter que aprender a ouvir minha voz por cima do seu barulho.

Okyakusama... prepare os ouvidos. O serviço está prestes a ficar muito mais barulhento."

Miku (ao fundo, ignorando completamente):
"PO! PO! PO! BRASIL! SAMBA! BAND-MAID! POOOOOO!"

Kanami: (tímida, agarrada na guitarra): Mestre acha mesmo que eu sou parecida com Angus Young?

A atmosfera no palco (ou no camarim imaginário) muda instantaneamente. A Saiki, que estava pronta para dar mais um sermão na Miku, para no meio do caminho. Ela olha para a Kanami — que está lá, toda encolhida, abraçada à sua PRS como se fosse um escudo — e solta um riso curto, quase incrédulo.

A Intervenção da Saiki-Sama
Saiki: (Olhando para você com um desdém divertido)
"Viu o que você fez agora? Você deixou a nossa 'guitar hero' confusa. Angus Young, é?

Olha para ela. Ela tem essa cara de quem não machuca uma mosca, mas no momento em que eu dou o sinal, ela sola como se estivesse possuída. Se o Angus Young usava uniforme de escola, a Kanami usa babados... e honestamente? Eu acho que ela assusta muito mais quando começa a fritar as cordas."

(Saiki se aproxima da Kanami e coloca a mão no ombro dela, fazendo a guitarrista dar um pulinho)

"Ei, Kanami. Não dê ouvidos a tudo o que esse mestre brasileiro diz. Ele passa metade do tempo olhando para as minhas pernas e a outra metade tentando entender como você consegue ser tão fofa e tão agressiva ao mesmo tempo.

Você não precisa ser o Angus. Você é a minha guitarrista. Mas... se você quiser fazer o duckwalk no próximo show usando esse avental de empregada, eu não vou te impedir. Só não tropece nos cabos."

A Reação da Kanami
Kanami: (Ficando vermelha como um tomate, apertando ainda mais a guitarra)
"S-Saiki-sensei me defendeu! Ahhh! Mestre, ouviu isso? A Saiki-sama disse que eu sou a guitarrista dela!

Sobre o Angus... eu andei estudando os licks dele, sabe? O timbre, a energia... mas se o mestre acha que eu tenho essa alma do rock, eu vou praticar 10 horas a mais hoje para não te decepcionar! Talvez eu peça para a Miku costurar um boné de escola com orelhas de pomba? Não, melhor não... Saiki-sama ficaria brava..."

Miku (lá no fundo):
"BONÉ DE POMBA? PO! EU OUVI UMA NOVA OPORTUNIDADE DE MERCHANDISING, PO!"

Misa (com o mesmo olhar do Bakugo): Korosu...

Agora o clima pesou de verdade. O silêncio da Misa é sempre mais perigoso que os gritos da Miku. Ela está lá, no canto dela, segurando o baixo como se fosse uma arma de precisão, com o cabelo caindo sobre o rosto e aquele olhar que atravessa a alma.

O Congelamento do Ambiente
Saiki: (Percebendo a mudança de temperatura no ar, ela cruza os braços e dá um passo atrás)
"Ih... agora você conseguiu. Você ativou o modo 'Misa-Assassina'. Quando ela começa a citar o Bakugo e falar em matar, é porque a paciência dela com a nossa bagunça — e com a sua audácia — evaporou."

Kanami: (Tremendo levemente)
"M-Misa-chi? Calma... o mestre só estava brincando... eu acho! Não precisa usar o baixo para esmagar ninguém!"

Misa: (Ajustando a correia do baixo, a voz saindo baixa, rouca e absolutamente letal)
"...Korosu.

Vocês falam demais. 'Coxas', 'Angus Young', 'Pombas'... Enquanto vocês perdem tempo com essas futilidades, eu estou aqui sentindo a vibração do grave no meu peito.

Mestre... se você quer tanto olhar, olhe para as minhas mãos. Se você não conseguir acompanhar a velocidade do meu slap, você não merece estar nesse serviço. Se eu ouvir mais uma gracinha sobre o figurino da Saiki ou sobre a fofura da Kanami antes de eu terminar minha cerveja... eu vou tocar uma nota tão grave que vou desintegrar os seus fones de ouvido."

Saiki: (Dando um sorrisinho de lado, achando a situação hilária)
"Eu não disse? Ela não tem paciência para fã carente. Misa não quer elogios, ela quer o seu respeito e o seu silêncio enquanto ela domina o ritmo.

É melhor você ficar bem quieto aí no Brasil, Okyakusama. Se a Misa decidir que você é um alvo, nem eu consigo te salvar. E Miku... se você disser 'Kuruppo' agora, eu acho que a Misa quebra o baixo na sua cabeça."

Miku: (Em silêncio absoluto pela primeira vez na vida, fazendo um sinal de 'fechei o bico' com os dedos)
"..."

Eu ofereço uma garrafa de Serra Malte como oferta de paz.

Akane: No banana?

A tensão no camarim quebra no exato momento em que a garrafa de Serra Malte aparece. A Akane, que estava pronta para atacar o buffet, para bruscamente. O nariz dela parece farejar o lúpulo de longe, mas o rosto dela faz uma careta de confusão cômica com a sua pergunta.

O Impasse da Comida vs. Bebida
Akane: (Olha para a garrafa, olha para você, e depois para as próprias mãos vazias)
"No banana?! Mestre, como assim? Uma cerveja dessas pede um acompanhamento! Você traz o ouro líquido do Brasil, mas esquece o potássio? É um pecado contra a minha bateria! Eu preciso de energia para espancar aqueles pratos!"

Misa: (Os olhos dela brilham ao ver o rótulo da Serra Malte. O olhar de "Bakugo" desaparece, substituído por uma sede ancestral)
"Saia da frente, Akane. Ela não quer bananas, ela quer a cerveja... Me dá isso aqui."

(Misa pega a garrafa da sua mão com uma agilidade impressionante, já procurando um abridor ou usando a tarraxa do baixo mesmo)

Saiki: (Suspirando, mas com um olhar mais suave)
"Viu só? Você sabe exatamente como domar as feras. Uma Serra Malte para a Misa é como um botão de 'mudo' para o mau humor dela. Mas a Akane tem razão... se ela não comer, ela começa a roer os próprios baquetes durante o show."

A Negociação da Paz
Akane: (Recuperando-se do choque, com um sorriso gigante e travesso)
"Ok, ok! Eu aceito a oferta de paz pela Misa-chi, porque se ela estiver feliz, eu não levo bofetada durante o solo. Mas mestre... da próxima vez, se não tiver banana, que pelo menos tenha uma coxinha! Ouvi dizer que no Brasil vocês têm salgados que valem por uma refeição completa!"

Kanami: (Sussurrando para a Saiki)
"Saiki-sensei... será que a cerveja vai fazer a Misa-chi tocar o solo de 'Dice' ainda mais rápido? Eu preciso me preparar!"

Miku: (Recuperando a voz, vendo que o perigo passou)
"PO! Paz alcançada com sucesso! Mestre, você sobreviveu ao julgamento das pombas! Agora, brinde com a gente! Mas lembre-se: se a Akane ficar com fome, ela morde! Kuruppo!"

Misa: (Dando o primeiro gole e fechando os olhos em aprovação)
"...É. Você se salvou, brasileiro. Por enquanto."

Para deixar o solo de bateria da Akane mais gorila, eu ofereço um banana split (uma taça enorme de sorvete e banana e calda de chocolate).

Os olhos da Akane quase saltam das órbitas. O que você acabou de colocar na frente dela não é apenas uma sobremesa, é o combustível de uma máquina de guerra.

A Transformação da Akane
Akane: (Dando um grito que abafa até a Miku) "BANANA SPLIT?! Mestre, você é um gênio! Olha o tamanho disso! Chocolate, sorvete... e as bananas estão perfeitas! POPOPOPO!"

(Ela agarra a colher como se fosse uma baqueta e começa a devorar com uma velocidade que desafia as leis da física. Entre uma colherada e outra, ela começa a batucar freneticamente na mesa, simulando um pedal duplo com os pés.)

"Ouçam isso! Com esse açúcar todo, eu vou transformar o solo de 'No God' em um terremoto! Eu vou tocar tão rápido que as baquetas vão pegar fogo! Eu sou a Gorilla Drummer! UHH! UHH! UHH!"

As Reações das Outras Bonecas
Saiki: (Dando um passo para trás para não ser atingida pelos respingos de calda de chocolate)
"Ótimo... agora ela entrou em modo berserker. Mestre, você tem noção do que fez? Ela já é um perigo constante com uma bateria normal, com esse 'boost' de glicose, ela vai quebrar o palco ao meio. Se o bumbo da bateria estourar hoje, a conta vai para você."

Misa: (Dando um gole longo na Serra Malte, observando a cena com um desdém relaxado)
"Deixe a gorila comer. Pelo menos assim ela para de tentar roubar minha cerveja. Mas se ela errar o tempo do baixo porque está tendo um 'sugar rush', eu jogo uma lata vazia nela."

Kanami: (Com um caderninho na mão, anotando freneticamente)
"Aumentar o BPM da música... ajustar o ganho da distorção... Se a Akane-chan vai ficar mais rápida, eu preciso treinar meus dedos para não ficar para trás! Mestre, obrigado pela inspiração técnica!"

Miku: (Tentando bicar um pedacinho da cereja do sorvete)
"PO! Isso é uma festa brasileira agora! Cerveja, sorvete e Rock n' Roll! Akane-chan, não coma a taça, po! Precisamos de você inteira para o serviço!"

Saiki: (Olha para você, agora com um olhar quase aprovador, apesar da pose de durona)
"Você sabe como agradar as crianças, hein? Mas não pense que isso me faz esquecer que você estava olhando para as minhas pernas há cinco minutos. Aproveite o show... vai ser o solo mais barulhento da sua vida."

Eu: Anno... Atsumi dono... perdão por ser ecchi? Gomenasai.

O camarim fica subitamente silencioso. A Akane para de batucar com a boca suja de chocolate, a Misa afasta a garrafa da boca e a Miku inclina a cabeça como uma pomba curiosa.

A Saiki descruza os braços lentamente. Ela caminha até você, o salto das botas ecoando no chão, e para a uma distância que faria qualquer fã esquecer como se respira. Ela te encara de cima, aquele olhar de "Rainha do Gelo" brilhando sob as luzes.

O Veredito da Saiki-Sama
Saiki: (Com uma voz baixa, calma e perigosamente suave)
"Hmph. Atsumi-dono? Agora você quer ser formal e educado?

Olhe para mim. Não desvie o olhar agora que ficou com vergonha. Você admite que é ecchi... pelo menos você tem a coragem de ser honesto. A maioria dos mestres tenta disfarçar, mas eu vejo tudo do palco. Eu vejo para onde os olhos de vocês viajam."

(Ela solta um suspiro curto, e o canto da boca dela sobe um milímetro — o sinal raro de que ela está se divertindo)

"Não peça perdão por apreciar o que eu decidi mostrar. Eu não uso esse figurino por acidente. Se eu quisesse que você olhasse apenas para o microfone, eu me esconderia atrás de uma cortina. Eu domino o palco por inteiro: a voz, a atitude e, sim... a estética.

Se as minhas pernas te trouxeram até aqui, que assim seja. Mas o seu 'castigo' por ser um fã tarado é este: você terá que ouvir cada nota, cada frase e cada batida que essas garotas prepararam. Se você vier apenas pela carne e ignorar a alma da nossa música, aí sim eu não vou te perdoar."

A Bagunça Recomeça
Miku: (Sussurrando alto) "PO! A Saiki-sama está sendo gentil! O mestre brasileiro derreteu o coração de gelo dela, po!"

Saiki: (Voltando ao tom normal, ríspida) "Cale a boca, pomba! Eu não terminei!"

(Ela volta a olhar para você)

"Levante a cabeça. Guarde o seu gomenasai para quando você esquecer de comprar o merchandising. Agora, termine de servir a cerveja da Misa e ajude a Akane a não ter um colapso de açúcar. Temos um show para fazer."

Misa: (Levantando a garrafa de Serra Malte) "É isso aí. Menos desculpas, mais rock... e mais uma rodada dessas aqui depois do bis."

Kanami: (Sorrindo, aliviada) "Mestre é uma pessoa boa! Um mestre ecchi, mas um bom mestre!"

Eu solto um suspiro de alívio por Saiki não ter decidido usar minhas costas para a Akane usar as bateras dela...

A Saiki solta uma risada curta e seca — aquela que é metade deboche e metade diversão genuína — enquanto observa o seu alívio.

Saiki: (Ajustando as luvas de renda)
"Hmph. Não relaxe tanto, Okyakusama. A ideia é tentadora... as costas de um fã brasileiro seriam um ótimo suporte para o bumbo da Akane, e eu tenho certeza de que ela conseguiria manter um ritmo de 200 BPM usando você como percussão."

Akane: (Limpando o resto de chocolate do canto da boca, os olhos brilhando com a sugestão)
"Ei, Saiki-chan! Não me dê ideias! Com essa energia do Banana Split, eu sinto que poderia tocar um solo de 15 minutos sem parar! Mestre, você tem cara de que aguenta um pedal duplo firme, não tem? Seria um treino de resistência ótimo para nós dois!"

Kanami: (Abanando as mãos, preocupada)
"Não, não! Akane-chan, o mestre trouxe cerveja e sorvete! Se a gente quebrar ele agora, quem vai trazer as coxinhas no próximo serviço? Precisamos dele inteiro para aplaudir a Saiki-sensei!"

Misa: (Dando um tapinha pesado no seu ombro, com a força de quem carrega um baixo de cinco cordas o dia todo)
"Você teve sorte. A oferta de paz foi aceita. Mas fique esperto... se a cerveja acabar antes do fim do setlist, eu mesma te entrego para a Akane usar como banquinho de bateria."

Miku: (Fazendo pose de pomba vitoriosa)
"PO! O mestre sobreviveu! Mas olha só... a Saiki-sama está sorrindo. Você é um mestre de sorte, po! Agora, chega de papo e vamos para o palco! O mundo precisa ver essas coxas... quer dizer, ouvir essa voz! KURUPPO!"

Saiki: (Dando as costas e caminhando em direção à luz do palco, olhando por cima do ombro uma última vez)
"Vá para a grade, fã ecchi. E trate de gritar meu nome até perder a voz. É o mínimo que você deve depois de quase virar acessório de bateria."

Eu estou suando frio.

Eu: Prometo trazer pão de queijo para todas. Sem castigo, oquei?

A menção ao pão de queijo atinge o camarim como uma bomba de fofura e fome. A tensão que restava no ar se dissipa instantaneamente, substituída por uma curiosidade gastronômica puramente japonesa.

A Reação em Cadeia
Akane: (Para de batucar no ar na mesma hora, os olhos arregalados)
"Pão de queijo?! Eu já vi fotos! Aquelas bolinhas de queijo elásticas e quentinhas? Mestre, você está dizendo que existe algo que combina carboidrato e queijo de um jeito que dá para comer aos montes? Esqueça a bateria, eu quero um balde disso!"

Misa: (Limpando a boca após o último gole de Serra Malte)
"Queijo... combina com cerveja. Se você trouxer isso, eu posso até reconsiderar aquela ideia de te usar como banquinho. Mas tem que ser o legítimo, ouviu? Nada de genéricos."

Kanami: (Toda animada, puxando a manga da Saiki)
"Saiki-sensei! Ouviu isso? Queijo! Dizem que é muito macio, igual às bochechas da Miku-chan quando ela está brava! Mestre, se você trouxer, eu prometo tocar o solo de 'Blooming' olhando direto para você!"

Miku: (Batendo as asas de pano do avental)
"PO! Pão de queijo! É o formato perfeito para uma pomba carregar no bico! Mestre, você é um mestre das negociações, po! O castigo está cancelado em nome da diplomacia do queijo!"

O Ultimato da Rainha
A Saiki observa a bagunça com um olhar de quem desistiu de tentar manter a ordem. Ela caminha até você, mas desta vez não há ameaça, apenas aquela aura de autoridade inquestionável.

Saiki: (Com um suspiro de "derrota" que soa quase carinhoso)
"Você realmente sabe como desarmar esse bando de loucas. Pão de queijo, hein? Você é persistente... e sabe jogar sujo usando a fome da Akane contra a minha disciplina."

(Ela para na sua frente e, por um breve segundo, o olhar de gelo se torna cúmplice)

"Oquei. Sem castigo. Por enquanto. Mas entenda uma coisa: se esse pão de queijo não chegar quentinho... eu mesma deixo a Misa te dar um 'puxão de orelha' com as cordas de aço do baixo dela."

(Ela se vira para as outras, apontando para o palco)

"BAND-MAID! Chega de falar de comida! O mestre brasileiro já pagou o resgate dele. Agora vamos lá fora e mostramos para ele que, por mais que o pão de queijo seja bom, nada supera o som das nossas notas."

Saiki: (Olhando para você uma última vez antes de entrar na luz)
"Vá para o seu lugar. E trate de não desmaiar com o suor frio. Eu preciso que você esteja acordado para ver o show de verdade. Até logo... pão de queijo-san."

Saiki (antes de dar uma virada tsundere): Está livre do castigo...por enquanto. Mas depois nós vamos discutir sobre você ter notado meus dentinhos encavalados.

O ar no camarim gela instantaneamente. A Akane para de mastigar o ar, a Misa congela com a garrafa na boca e até a Miku deixa o "Po!" morrer na garganta. Esse é o tópico proibido. O detalhe que você não deveria ter notado, ou pelo menos, não deveria ter admitido que notou.

A Saiki inclina a cabeça levemente, o cabelo escuro caindo perfeitamente sobre o ombro. O olhar dela não é mais de tédio ou de diversão — é aquele olhar afiado, de quem capturou uma presa que achou que estava segura.

O Acerto de Contas da Saiki-Sama
Saiki: (A voz desce uma oitava, tornando-se um sussurro perigoso)
"Ah... então você notou isso também? Não bastou focar nas minhas coxas, você teve que observar os meus yaeba (dentes encavalados) com tanta atenção? Você é realmente um mestre muito... minucioso."

(Ela dá um passo à frente, diminuindo o espaço pessoal, e solta um sorriso de lado — aquele que mostra exatamente o que você mencionou)

"No Japão, alguns dizem que é um charme. Mas vindo de você, soa como se estivesse analisando cada milímetro da minha imperfeição... ou da minha 'fofura' escondida. E eu não decidi ainda se gosto dessa sua ousadia."

(Ela se vira bruscamente, fazendo o vestido rodar — a clássica virada tsundere)

"Não pense que o pão de queijo apaga tudo! Você está livre do castigo físico da Akane, mas essa nossa 'conversa' sobre os meus dentes... essa vai ser longa. E eu vou exigir toda a sua atenção depois do serviço. Talvez eu faça você contar cada nota que eu cantar hoje só para ver se você consegue focar na minha boca sem se perder."

O Pânico nos Bastidores
Kanami: (Sussurrando, pálida) "Mestre... você tocou no ponto fraco da Saiki-sensei! Ninguém fala dos dentinhos dela sem enfrentar as consequências! Por favor, traga muito, MUITO queijo! Talvez se ela estiver mastigando, ela esqueça de te dar um sermão!"

Misa: (Dando um tapinha de 'boa sorte' nas suas costas que quase te desmonta) "É... você é corajoso, brasileiro. Ou muito burro. Discutir os detalhes do rosto da Saiki é um território que nem eu piso sem uma dose dupla de uísque. Te vejo no outro mundo."

Miku: (Fazendo sinal de oração) "PO... Mestre, você realmente gosta de viver no limite, né? Daqui a pouco vai dizer que notou o brilho no olho dela quando ela olha para a Kanami! Vá logo para a plateia antes que ela mude de ideia sobre o pão de queijo!"

Saiki: (Já na entrada do palco, sem olhar para trás, gritando)
"VAMOS! O mestre já falou demais por hoje. Se eu ouvir mais um pio sobre a minha anatomia, eu cancelo o bis!"

Eu: Denno...eu acho charmoso! Juro!

A Saiki já estava com um pé no palco, mas ela para bruscamente. O corpo dela tensiona por um segundo. Ela não se vira de imediato, e o silêncio que se segue é aquele tipo de silêncio que precede um solo de bateria épico ou uma tempestade.

Lentamente, ela gira sobre os calcanhares. Ela não está com a cara de brava de antes; agora, ela tem aquele olhar de quem está tentando manter a pose de "Rainha do Gelo" enquanto as bochechas ameaçam traí-la com um leve tom rosado.

O Golpe de Misericórdia (Charmoso?)
Saiki: (Ajustando o microfone com uma força desnecessária)
"'Charmoso'?! Você... você é realmente um mestre sem noção. Você diz que eu sou 'ecchi', me oferece suborno de queijo e agora tenta me ganhar chamando meus dentes de charmosos? Baka."

(Ela desvia o olhar para o lado, soltando um "Hmph" bem alto, mas o brilho nos olhos dela entrega que o elogio acertou o alvo)

"Pois saiba que eu não preciso que um brasileiro me diga o que é charmoso ou não. Eu sou a Saiki. Tudo em mim é parte do show. Mas... se você acha que isso é um charme, então trate de olhar bem quando eu estiver sorrindo no palco. Se você fechar os olhos por um segundo, eu vou saber."

A Reação das Bonecas
Kanami: (Dando pulinhos de alegria)
"AAH! Saiki-sensei ficou sem jeito! Mestre, você conseguiu! Você deu um 'crítico' no coração da Saiki-sensei! 'Charmoso'... vou anotar essa palavra no meu dicionário de como elogiar a minha musa!"

Misa: (Dando a última golada na Serra Malte e rindo baixinho)
"Você tem lábia, garoto. 'Charmoso'... usou a carta da sinceridade. Funcionou melhor do que se tivesse trazido um caminhão de flores. Mas não se acostume, o ego dela já era grande, agora vai ficar insuportável."

Akane: (Gritando enquanto corre para a bateria)
"Mestre! Se você sobreviver ao show, eu deixo você tirar uma foto dos meus dentes também! Mas só se o pão de queijo estiver bom! UHH UHH!"

Miku: (Empurrando a Saiki gentilmente para o palco)
"PO! Chega de flerte, Saiki-sama! O mestre já ganhou o dia! Agora vamos mostrar para ele o 'charme' do nosso som! KURUPPO!"

Saiki: (Antes de sumir na fumaça do palco, ela olha por cima do ombro e solta a última frase, quase inaudível por causa dos gritos da plateia)

"Cale a boca, Miku... E você, mestre... não se atreva a olhar para as pernas de mais ninguém hoje. Você já disse que meu sorriso é charmoso, agora aguente as consequências de ser um fã exclusivo."

(Ela entra no palco, e você ouve o primeiro grito dela: "WELCOME TO BAND-MAID'S SERVICE!")

Eu estou tímido, olhando para o chão.

Eu: Atsumi dono... tudo é charme. Como segura o microfone... como dança... como usa meia arrastão... como usa um vestido/jaqueta cheia de tachinhas...(Vermelho)

O clima no camarim, que já estava elétrico, agora parece ter entrado em curto-circuito. Você está lá, encarando o chão, mas a sua voz chegou até ela com a precisão de um solo de guitarra da Kanami.

A Saiki para completamente. Ela já estava pronta para a persona de palco, mas essa descrição detalhada — das tachas da jaqueta até a meia arrastão — faz com que ela baixe o microfone por um instante.

O Contra-ataque da Rainha (Em tons de vermelho)
Saiki: (A voz dela sai um pouco menos firme do que o normal, mas ela se recusa a perder a pose)
"Você... você realmente não sabe a hora de parar de observar, não é? Tachinhas? Meia arrastão? Você notou até o jeito que eu seguro o microfone?"

(Ela dá um passo à frente. Mesmo você olhando para o chão, consegue ver as botas dela pararem bem na sua frente. Ela se inclina, aproximando o rosto do seu, forçando você a sentir a presença dela mesmo sem olhar nos olhos dela.)

"Olhe para mim, Okyakusama. Se você tem coragem de listar cada detalhe do meu figurino e dizer que tudo em mim é charme, tenha coragem de ver o efeito que suas palavras causam. Você está vermelho? Hmph. Isso é o mínimo. Você deveria estar em chamas por ser tão atrevido."

(Ela endireita as costas, dando um tapinha de leve — mas firme — no seu queixo para você levantar o rosto)

"Seja um mestre digno. Se você acha que a forma como eu seguro o microfone é charmosa, então hoje eu vou segurá-lo com ainda mais força, só para você não conseguir desviar o olhar. E quanto às tachinhas e à meia arrastão... elas foram feitas para serem notadas, mas pouca gente tem a audácia de admitir o quanto gosta delas na minha cara."

O Caos Final antes do Show
Kanami: (Quase desmaiando de emoção atrás da Saiki)
"Mestre... você descreveu a Saiki-sensei como um poema! 'Como ela dança'... 'como segura o microfone'... Ahhh! Eu vou compor uma música sobre isso agora mesmo! Saiki-sensei, ele é o fã número um!"

Misa: (Limpando uma lágrima imaginária de tanto rir, enquanto guarda a garrafa vazia)
"Você é um poeta ou um stalker muito educado, brasileiro? De qualquer forma, você ganhou. A Saiki está tentando agir como se não estivesse lisonjeada, mas olha a mão dela... ela está arrumando a jaqueta só porque você mencionou as tachinhas."

Akane: (Gritando de longe, já sentada no banco da bateria)
"MESTRE! VOCÊ É MUITO FOFO FICANDO VERMELHO! MAS GUARDE O FÔLEGO! O SOLO DE BATERIA VAI SER MAIS QUENTE QUE ESSE SEU ROSTO!"

Miku: (Batendo as mãos, empolgadíssima)
"PO! PO! PO! Que romance dramático! Mestre, você desarmou a nossa vocalista! Agora ela vai entrar no palco achando que é uma deusa... o que é verdade, po! Mas a culpa é sua!"

Saiki: (Dando a meia-volta definitiva, mas com um sorriso real aparecendo agora)

"Chega. O show começa agora. E mestre... se eu te vir olhando para o chão durante a primeira música, eu vou descer do palco e te dar um motivo de verdade para ficar tímido. Fique de olhos bem abertos. O 'charme' está só começando."

(Ela caminha para o palco com um andar ainda mais imponente, e você nota que ela dá uma leve ajeitada na jaqueta de tachinhas... só para garantir que você está vendo.)

Será que eu vou ter que elogiar cada uma delas?

Se você fizer isso, o camarim do BAND-MAID vai virar um cenário de caos absoluto que nem a Saiki vai conseguir controlar! Mas, conhecendo as peças, aqui está o que aconteceria se você resolvesse distribuir elogios para cada uma:

O Efeito Dominó do Elogio
Kanami (A Guitarrista):
Se você elogiar a técnica dela ou o jeito que ela olha para a Saiki enquanto sola, ela provavelmente vai ter um curto-circuito. Ela vai ficar vermelha, começar a gaguejar sobre "escalas pentatônicas" e "amor pela Saiki-sensei", e terminar prometendo praticar 24 horas por dia só para você notar um vibrato diferente no próximo show.

“Mestre... notou meu timbre? Ahhh! Vou escrever uma sinfonia para você agora!”

Misa (A Baixista):
Com ela, o elogio tem que ser "cool". Se você elogiar o som pesado do baixo dela ou a pose de "vilã de anime", ela vai tentar manter a cara de tédio, mas você vai ver o pé dela batendo no chão de satisfação. Ela provavelmente ofereceria um gole da cerveja dela (o que, no mundo da Misa, é como receber uma medalha de honra).

“...Nada mal, brasileiro. Você entende de frequências graves. Toma, bebe um pouco.”

Akane (A Baterista):
Elogie a força dela ou a precisão de "gorila" e você terá uma amiga para a vida toda. Ela vai rir alto, te dar um tapa nas costas que vai te fazer tossir e provavelmente tentar te ensinar a girar uma baqueta (e falhar miseravelmente).

“ISSO! Mais energia! Viu como eu espanco esse bumbo? Depois do pão de queijo, vamos apostar uma corrida!”

Miku Kobato (A Pomba):
Elogiar a Miku é perigoso para o seu bolso. Se você disser que ela é a alma da banda ou que o "Kuruppo" é charmoso, ela vai tentar te vender o estoque inteiro de camisetas, chaveiros e talvez até uma asa de pomba autografada.

“PO! Finalmente um mestre que reconhece meu esforço mundial, po! Quer comprar um amuleto da sorte de 50 reais, po?”

A Reação Final da Saiki-Sama
A Saiki assistiria a tudo isso com os braços cruzados, observando você "encantar" o resto da banda. Quando você chegasse na última, ela provavelmente caminharia até você, colocaria a mão no seu ombro (com aquela luva de renda impecável) e diria:

Saiki: "Olha só para você... um verdadeiro diplomata. Distribuiu elogios para todas para garantir que ninguém te bata com um instrumento. Esperto. Mas não se esqueça: você começou comigo. Pode elogiar as outras o quanto quiser para manter a paz, mas no final do serviço, é a minha voz que você vai levar para casa na memória."

Ela daria aquele sorrisinho de lado, satisfeita por saber que, mesmo sendo gentil com as outras, você ainda está "sob o comando" dela.

O veredito: Elogie! Elas são seres humanos incríveis e adoram esse carinho sincero dos fãs, especialmente de alguém que presta atenção nos detalhes técnicos e não só na superfície. Só prepare o coração (e os ouvidos), porque o nível de animação no palco vai dobrar!

Então... Atsumi dono... tudo bem eu elogiar suas amigas?

A Saiki para no meio do caminho, com a mão já na cortina que dá para o palco. Ela se vira devagar, e o silêncio que se instala é daqueles que faz a gente conferir se o coração ainda está batendo.

Ela te olha de cima a baixo, processando a sua pergunta com aquela calma glacial de quem detém todo o poder da situação.

O Ciúme da Rainha
Saiki: (Com um tom de voz perigosamente neutro)
"Elogiar... as minhas amigas? Hmph. Então o 'mestre' quer distribuir charme para o bando todo agora? Não bastou analisar cada detalhe do meu figurino e dos meus dentes, agora quer ser o diplomata do camarim?"

(Ela caminha de volta até você, ficando tão perto que você consegue sentir o perfume dela sobrepondo o cheiro de cerveja da Misa e de banana da Akane)

"Olha só... eu permito. Afinal, eu tenho orgulho dessas garotas. Elas são as melhores no que fazem. A Kanami precisa de validação constante para não entrar em colapso, a Akane se move a base de elogios e comida, a Miku vive de atenção e a Misa... bom, a Misa finge que não liga, mas gosta de saber que o grave dela está sendo notado."

(Ela coloca o dedo indicador suavemente no seu peito, bem em cima do coração)

"Pode elogiar. Seja gentil com elas. Traga o seu pão de queijo e faça com que elas se sintam as estrelas que são. Mas não se confunda."

(O olhar dela se torna intensamente focado, quase possessivo)

"Você pode elogiar a técnica da Kanami, a força da Akane ou o ritmo da Misa... mas os elogios sobre 'charme', sobre os detalhes do olhar e sobre a presença... esses você guarda para mim. Entendido? Eu não divido o meu posto de Rainha, nem mesmo com elas. Se eu perceber que você está olhando para a meia arrastão da Misa com o mesmo brilho que olhou para a minha... o nosso acordo de 'sem castigo' acaba na mesma hora."

A Reação das Outras (Ouvindo tudo atrás da porta)
Miku: (Sussurrando) "PO! A Saiki-sama está marcando território! Que cena intensa, po!"

Kanami: (Anotando) "Nota mental: Não usar meia arrastão hoje para não deixar a Saiki-sensei brava com o mestre..."

Misa: (Rindo baixo) "Boa sorte, brasileiro. Você agora é propriedade oficial da vocalista. Tente elogiar meu baixo sem fazer ela querer me chutar do palco."

Akane: "Eu só quero o meu pão de queijo! Mestre, pode me elogiar com comida que eu não conto nada para ela!"

Saiki: (Dando um tapinha leve no seu rosto, com um sorriso de vitória)

"Agora vá. O show vai começar. E lembre-se: eu estarei te vigiando lá de cima. Cada vez que eu segurar o microfone 'daquele jeito que você gosta', eu vou saber exatamente o que você está pensando."

Ela entra no palco, deixando você lá, suando frio, mas definitivamente sendo o fã mais privilegiado do Brasil.

Eu fico pensando nos elogios. Eu nem citei a torcida da Saiki para o time de baseball Tigers.

A Saiki para no primeiro degrau da escada do palco como se tivesse levado um choque. Ela gira o corpo lentamente, e desta vez não há tédio ou frieza — há um choque genuíno.

As outras quatro param o que estão fazendo e olham para você como se você tivesse acabado de revelar um segredo de estado.

O Home Run da Saiki-Sama
Saiki: (A voz dela sobe um tom, misturando surpresa com uma ponta de orgulho que ela não consegue esconder)
"Você... você sabe dos Hanshin Tigers? No Brasil?! Como você...?"

(Ela solta o pedestal do microfone por um segundo e limpa a garganta, tentando recuperar a compostura, mas o brilho nos olhos dela agora é de uma torcedora fanática)

"Hmph. Você realmente fez o seu dever de casa, não foi? Não é qualquer um que vai além dos vídeos de música para saber o que eu grito na frente da TV quando estou em casa. Sim, eu sou Tigers. Sangue amarelo e preto. E se você sabe disso, sabe que nós não desistimos nunca e que jogamos para ganhar."

(Ela aponta o dedo para você, agora com um sorriso muito mais aberto, quase cúmplice)

"Se você aparecer no show com uma camisa dos Tigers ou se eu ouvir você gritando 'Rokko Oroshi' entre uma música e outra, eu juro que desço desse palco e te dou um aperto de mão oficial. Você acaba de subir de 'fã ecchi' para 'fã de elite' na minha lista."

O Comentário da Banda
Akane: (Gritando lá do fundo)
"CUIDADO, MESTRE! Quando os Tigers perdem, o ensaio seguinte é um pesadelo! A Saiki-chan fica com uma aura negra em volta dela que dá medo até na Misa!"

Misa: (Rindo e balançando a garrafa)
"É verdade. Se você quer ver essa mulher feliz, reze para o time dela ganhar. Mas olha só... você tocou no coração da fã de baseball. Agora ela vai cantar 'Playball' na sua cabeça o show inteiro."

Miku: (Batendo as mãos)
"PO! O mestre é um especialista em Saiki-sama! Você descobriu o ponto fraco dela, po! Agora ela vai querer discutir estatísticas de rebatidas com você enquanto você come pão de queijo!"

Kanami: (Meio enciumada)
"Saiki-sensei... eu posso aprender as regras do baseball se você quiser! Eu posso ser o seu batedor reserva!"

O Ultimato Final (Esportivo)
Saiki: (Com um brilho de desafio no olhar)

"Oquei, brasileiro. Você me impressionou de verdade agora. Mas aviso: se você for torcedor dos Giants (o rival), a nossa conversa acaba aqui e eu te entrego para a Akane usar como prato de condução."

(Ela pisca para você — um gesto rápido, quase imperceptível)

"Mas se você estiver do meu lado... bem, digamos que o pão de queijo vai ser apenas a sobremesa da nossa vitória. Vejo você na arquibancada... quer dizer, na pista! VAMOS, TIGERS!"

(Ela sobe ao palco com uma energia renovada, pronta para dar um "home run" vocal que vai ecoar até Osaka!)

Depois do show, eu estou com vários baldes com pão de queijo e cerveja.

Eu fiz algumas linhas com elogios para todas, mas eu fico esperando uma permissão da Saiki.

O show termina com uma explosão de energia. O suor brilha sob as luzes, o som do último acorde da Kanami ainda reverbera nas paredes, e a Saiki sai do palco como uma general vitoriosa. Ela te vê ali, parado no backstage, cercado por baldes de pão de queijo e garrafas de cerveja, segurando seus papéis com os elogios escritos.

Ela para na sua frente, ofegante, limpando o suor da testa com as costas da mão enluvada. Ela olha para os baldes, olha para você e, finalmente, para as folhas de papel.

O Consentimento da Rainha
Saiki: (Com a voz levemente rouca do show, mas com um olhar de pura satisfação)
"Olha só para você... cumpriu a promessa. O cheiro desse queijo está fazendo a Akane babar lá atrás, e eu consigo ouvir a Misa calculando quantos segundos faltam para abrir a primeira garrafa."

(Ela cruza os braços e te encara com intensidade. O silêncio dura alguns segundos, apenas para te deixar nervoso, mas o canto da boca dela entrega a diversão)

"Você foi um bom mestre hoje. Ficou na grade, não desviou o olhar e — pelo que eu vi — não desmaiou quando eu apontei o microfone para a sua direção. Você provou que é um torcedor leal... dos Tigers e do BAND-MAID."

(Ela faz um gesto elegante com a mão, autorizando o início da cerimônia)

"Pode ir. Elas estão esperando. Elas deram o sangue naquele palco e merecem ouvir o que esse fã brasileiro 'detalhista' escreveu. Leia os seus elogios, distribua o seu banquete e faça o coração dessas pombas disparar."

O Aviso Final
(Ela se aproxima e sussurra no seu ouvido, antes de você se dirigir às outras)

"Mas não se esqueça: eu sou a última da fila. Quero ver se você guardou as melhores palavras para o final... e se o meu pão de queijo vai estar tão 'charmoso' quanto você disse que eu sou. Vá lá, pão de queijo-san. Faça o seu serviço."

A Reação da Banda ao te Ver
Akane: (Correndo na sua direção como um furacão) "COMIDAAAAA! Mestre, eu vi você pulando na grade! Aquilo me deu forças para o solo! Cadê o meu balde?!"

Misa: (Caminhando calmamente, já estendendo a mão para uma Serra Malte) "Você sobreviveu ao show... e ao olhar da Saiki. Isso merece um brinde. Vamos, leia logo essas linhas antes que eu beba tudo."

Kanami: (Tremendo de antecipação) "Mestre! Você escreveu coisas para mim também? Ahhh! Eu vou guardar esse papel em um quadro!"

Miku: (Batendo as asas) "PO! O banquete da paz começou! Vamos ouvir os elogios do mestre, po! Preparem os ouvidos, meninas!"

O palco é seu. Por quem você quer começar?

(Caprichando na voz de anime)

Etooo... Kanami san. Eu perco o fôlego a cada solo seu. Eu notei cada expressão que usou para interagir com o público. Sim, eu te comparo com Angus Young, por causa da alegria e da presença de palco. Eu acho super fofo sua devoção pela Atsumi dono. A forma como empunha e toca a guitarra parece tão natural que eu quase esqueço o quanto treina e ensaia.

A reação da Kanami é exatamente o que você esperaria: um colapso total de fofura e timidez técnica. Assim que você termina de falar, ela aperta a guitarra contra o peito, as bochechas explodindo em um tom de vermelho que faria um tomate ter inveja.

A Reação da Kanami-chan
Kanami: (Gaguejando, com os olhos brilhando e começando a lacrimejar de emoção)
"A-A-Angus Young?! Alegria?! Mestre... você... você notou as minhas expressões? Eu... eu fico tão nervosa às vezes, mas quando eu olho para o público e vejo mestres como você sorrindo, meus dedos parecem ganhar vida própria!"

(Ela dá um pulinho e se curva tantas vezes que o cabelo quase varre o chão)

"E você disse que minha devoção pela Saiki-sensei é fofa? Ahhh! Ureshii! Eu treino 10, 12 horas por dia só para ser digna de estar no mesmo palco que a voz dela! Ouvir que parece 'natural' é o maior elogio que uma guitarrista pode receber... significa que todo o suor valeu a pena! Obrigada, mestre brasileiro! Eu vou tocar o próximo solo pensando nessas suas palavras!"

Os Comentários do Backstage
Saiki: (Observando de longe, com um sorrisinho de lado)
"Pronto. Você quebrou a minha guitarrista. Agora ela vai passar a noite inteira compondo uma ode ao 'pão de queijo e ao mestre sincero'. Olhe para ela, está tremendo como uma folha."

Misa: (Dando um gole na cerveja e rindo da cara da Kanami)
"Cuidado, Kanami. Se você chorar na guitarra, vai dar curto-circuito nos captadores. Mas ele tem razão... você estava radiante hoje. Agora, mestre... chega de romance cordofônico. Tem uma baterista aqui que está prestes a comer o balde se você não falar logo."

Akane: (Com as mãos já posicionadas sobre o pão de queijo)
"ISSO! A Kanami já teve o momento de brilho dela! Agora eu quero ouvir sobre o meu impacto sísmico! Mestre, capricha que eu estou com uma fome de gorila!"

Miku: (Limpando uma lagriminha imaginária)
"PO! Que momento tocante! A Kanami-chan vai dormir abraçada com esse elogio hoje, po! Mas a fila anda, mestre! A Akane está quase entrando em modo frenético!"

Kanami continua lá, num canto, murmurando "Angus Young... presença de palco... Saiki-sensei..." enquanto tenta recuperar o fôlego.

E agora? É a vez da nossa Gorilla Drummer, Akane?

Então. Akane san. Meu queixo caiu no seu solo de bateria em "Freedom". Isso é além do esperado. Praticamente uma heroína. Quantos bateristas conseguem fazer isso com um sorriso no rosto, como se estivesse passeando no parque? Você demoliu a parede entre o músico e a platéia quando pega a banana, imita gorila e joga. Eu vi o quanto você pratica. E como consegue tocar diversos instrumentos, de vários modos. Akane san é uma virtuose na bateria.

A Akane solta um grito de alegria que ecoa por todo o corredor do backstage! Ela larga o pão de queijo por um segundo (o que é um milagre acadêmico) e começa a pular, fazendo o gesto de "v" com as mãos.

A Explosão da Gorilla Drummer
Akane: (Com um sorriso que ocupa o rosto inteiro)
"HEROÍNA?! VIRTUOSE?! Ahhh, mestre! Você quer me fazer chorar ou me fazer tocar mais 3 horas de show?! Ouvir que meu solo de 'Freedom' te deixou de queixo caído é a melhor recompensa do mundo! As pessoas acham que é só força, mas tem muito treino para fazer aqueles pedais duplos soarem como um trovão!"

(Ela faz uma pose de fisiculturista, mas com uma baqueta na mão)

"E você notou o meu sorriso? É porque eu me divirto de verdade! Estar ali, jogando a banana e fazendo o momento gorila, é onde eu me sinto livre! E saber que você reconhece que eu toco outros instrumentos... poxa, mestre, você realmente pesquisou sobre mim! Eu não sou só barulho, eu sou música! UHH! UHH! UHH!"

O Tribunal das Outras
Misa: (Limpando a espuma da cerveja da boca)
"Cuidado, Akane. Se o ego inflar mais, você não vai caber atrás do kit de bateria amanhã. Mas é verdade, mestre... ver essa doida sorrindo enquanto destrói os pratos é assustador e incrível ao mesmo tempo."

Saiki: (Encostada na parede, observando com um olhar de aprovação silenciosa)
"Ela merece. A Akane é o motor dessa banda. Sem o sorriso e a força dela, o serviço não teria metade da energia. Mas olhe para ela... agora ela vai querer te carregar nos ombros como troféu."

Kanami: (Ainda se recuperando do próprio elogio, sussurrando)
"Akane-chan é uma heroína mesmo... ela consegue comer três pães de queijo de uma vez e ainda manter o tempo da música perfeito..."

Miku: (Agitando os braços)
"PO! O mestre está com a pontaria afiada hoje! Acertou em cheio no coração da gorila, po! Mas olhe para o lado... tem uma baixista ali que está ficando sem cerveja e começando a olhar para você com aquele olhar de 'minha vez ou sua vida'."

A Akane agora está fazendo uma dancinha da vitória enquanto devora um pão de queijo como se fosse uma medalha de ouro.

E agora, mestre? A Misa está esperando, e o olhar dela é uma mistura de "me impressione" e "cadê o abridor de garrafas?". O que você tem para a nossa Rainha do Grave?

Misa san. Eu fico dividido entre o fã e a vítima. Eu acho o máximo essa sua postura cool. Tipo "eu não estou dando a mínima". Ou ao assumir o apelido de assassina descalça. Você muda o modo de tocar seu baixo como se estivesse andando de bicicleta. Fácil. Sem suar. E só fica melhor quando fica "duelando" com a Kanami san. Todos gostam quando você tira a máscara do ídolo, da assassina e abre uma cerveja no palco. Nós sentimos como se estivéssemos tomando uma ou várias com você em um barzinho. Eu achei muito fofo o vídeo onde você ensina tocar baixo para Akane.

A Misa estava prestes a dar mais um gole na Serra Malte, mas para com a garrafa no meio do caminho. Ela te encara por cima do gargalo, os olhos semicerrados, processando cada palavra. O silêncio dela é diferente do da Saiki; é um silêncio de quem está sendo desarmada, mas tenta manter a guarda alta.

Lentamente, ela baixa a garrafa e dá um meio-sorriso — aquele que ela raramente mostra para as câmeras.

O Brinde da Assassina
Misa: (Com a voz rouca e relaxada)
"Dividido entre fã e vítima, é? Gosto disso. Significa que o meu grave está batendo onde deveria. Esse lance de 'não dar a mínima'... bem, no palco eu só quero sentir a música e o álcool fluindo. O resto é barulho."

(ela olha para os próprios pés descalços por um segundo e depois volta a te encarar)

"Você notou os duelos com a Kanami? É a minha parte favorita. É ali que eu sinto que estamos realmente conversando sem usar palavras. E sobre o vídeo com a Akane... tch. Aquela gorila não tem coordenação nenhuma para as cordas, mas ver que você achou 'fofo' me faz pensar que talvez eu não seja uma assassina tão boa assim em esconder meu lado humano."

(Ela levanta a garrafa de Serra Malte em sua direção, num gesto de respeito)

"Saber que vocês se sentem em um barzinho comigo enquanto eu toco... esse é o maior elogio. O palco é a minha sala de estar. E você, brasileiro, acaba de ganhar um lugar VIP nela. Saúde."

Os Bastidores Comentam
Akane: (Com a boca cheia de pão de queijo) "EI! Eu toco baixo muito bem, ouviu?! O mestre viu que eu sou esforçada! Misa-chi é uma professora muito brava, mestre! Ela me batia com a palheta!"

Kanami: (Sorrindo, abraçada na própria guitarra) "Os nossos duelos são a alma do show, Misa-chi! O mestre percebeu a nossa conexão! Ahhh, que alegria!"

Saiki: (Apenas observando, com os braços cruzados) "Viu só? Você conseguiu fazer a Misa falar mais de três frases seguidas. Isso é um milagre maior do que ganhar o campeonato de baseball. Você realmente sabe ler as pessoas por trás dos instrumentos."

Miku: (Aproximando-se com aquele brilho nos olhos) "PO! A Misa-chi está quase ronronando, po! Mas olhe para mim, mestre! Eu sou a próxima, né? Eu sou a pomba que trouxe todo mundo até aqui! Eu quero ouvir as minhas linhas, po!"

A Misa dá um gole longo na cerveja, encosta na parede e dá um aceno de cabeça para você, sinalizando que você passou no teste dela.

Agora, a pequena pomba Miku Kobato está batendo as asas e ajeitando o avental, esperando ansiosamente pelo seu momento. O que você preparou para a nossa fundadora, pomba e mestre do marketing, Miku-san?

Claro. Miku san. Você faria sucesso em qualquer coisa que fizesse. Impossível não sentir sua energia. Dispensa microfone. A parte que interage com o público no omanijai time. Alegria que transborda. Você é a estrutura e a idealizadora. Domo Arigato Gomenasai.
(PS: eu errei, o certo é gosaimasu).

A Miku entra em combustão instantânea de felicidade. Ela começa a bater as mãos (e as asas do avental) com tanta força que parece que vai sair voando pelo teto do camarim. O "Kuruppo!" que ela solta é tão agudo que a Misa chega a tapar um dos ouvidos.

A Gratidão da Pomba
Miku: (Com os olhos brilhando mais que as tachinhas da jaqueta da Saiki)
"POOOOOOO! Mestre! Você... você entende a alma da pequena pomba! Ouvir que eu seria um sucesso em qualquer coisa... po! Minhas penas estão todas arrepiadas! O Omajinai Time é o meu momento sagrado, onde eu transformo todo o cansaço em mágica com os mestres e amas!"

(Ela faz uma pose dramática, com a mão no peito)

"Dizer que eu sou a estrutura e a idealizadora... po! É verdade! Eu tive um sonho, eu juntei essas garotas incríveis e ver que um fã do outro lado do mundo reconhece esse esforço... Arigato, po! Você não precisa pedir gomenasai por nada! Sua energia é o que faz o BAND-MAID voar cada vez mais alto!"

O Comentário Geral
Akane: (Rindo) "É isso aí! Se não fosse pela teimosia dessa pomba, eu ainda estaria comendo bananas sozinha em algum lugar sem ter ninguém para me ouvir tocar!"

Kanami: (Limpando uma lágrima) "Miku-chan é a nossa líder... sem ela, eu nunca teria conhecido a Saiki-sensei. Mestre, obrigado por valorizar o coração da nossa banda!"

Misa: (Dando um aceno com a garrafa) "É... ela é barulhenta, mas é o nosso cimento. O mestre sabe das coisas."

Saiki: (Caminhando lentamente até o centro do círculo, o olhar fixo em você)
"Sim... ela é o começo de tudo. E você foi justo com ela."

O Momento da Verdade: A Rainha
O camarim fica subitamente silencioso. A Miku dá um passo para trás, a Akane para de mastigar, a Kanami segura a respiração e a Misa cruza os braços. A Saiki para bem na sua frente. Ela não está mais com a pose de palco; ela está apenas ali, a vocalista que você analisou detalhe por detalhe, esperando a sua parte final.

Saiki: (A voz suave, mas carregada de expectativa)
"Você elogiou a técnica da Kanami, a força da Akane, a aura da Misa e a visão da Miku. Foi perfeito. Mas agora... os baldes estão ficando vazios e o silêncio está ficando pesado."

(Ela inclina um pouco a cabeça, e aquele dentinho charmoso aparece por um milésimo de segundo)

"Eu sou a última da fila, pão de queijo-san. O que o fã brasileiro 'ecchi', torcedor dos Tigers e observador de tachinhas tem a dizer para a voz que ele passou horas assistindo em vídeo?"

O palco (backstage) é todo seu para o Grand Finale. O que você tem para a Saiki Atsumi?

(tremendo de nervoso)

Atsumi dono...eu fiquei muito preocupado quando eu soube que fez uma cirurgia nas cordas vocais. Eu vi cada uma de suas mudanças, da tímida kawaii até a rainha tsundere. Mas depois que eu ouvi seu vozeirão no "Present Perfect" eu pensei - daijobu. Atsumi dono está bem. Eu fico com um pouco de vergonha por admitir que eu olho para suas pernas e fico com um pouco de ciúmes quando abraça a Kanami san. Eu me derreti todo com sua performance no piano em "Choose Me". Mas eu sou só um de milhões de fãs.

O silêncio que se instala no camarim não é mais aquele de tensão ou brincadeira. É um silêncio denso, quase palpável. A Saiki não se move. Ela deixa o microfone descansar ao lado do corpo e o olhar dela, que antes era de desafio, amolece de uma forma que você nunca viu em nenhum vídeo de YouTube.

As outras quatro param tudo. A Miku abaixa as mãos, a Kanami arregala os olhos e a Misa segura a garrafa de cerveja no ar, sentindo que o clima mudou de "brincadeira de fã" para algo muito mais profundo.

A Resposta da Rainha
A Saiki dá um passo lento em sua direção. Ela não para na distância de segurança; ela para perto o suficiente para que você sinta o calor da adrenalina que ainda emana dela após o show. Ela estende a mão e, com uma delicadeza que contrasta totalmente com a "Rainha do Gelo", ela toca o seu braço, sentindo você tremer.

Saiki: (A voz dela sai baixa, rouca, e sem nenhum rastro de sarcasmo)
"Você... você se preocupou com a minha voz? Poucas pessoas lembram que atrás desse 'vozeirão' houve medo, cirurgia e muita reabilitação. Ouvir que você sentiu que eu estava daijobu ao ouvir 'Present Perfect'... isso toca em um lugar que nenhum elogio sobre a minha aparência conseguiria tocar."

(Ela solta um suspiro longo e dá um sorriso pequeno, mas totalmente honesto)

"Sobre as minhas pernas... e sobre o ciúme da Kanami... baka. Você não é 'só um entre milhões'. Você é o mestre que viu além da meia arrastão. Você viu a minha vulnerabilidade no piano e a minha luta para recuperar minha voz. Você viu a Saiki que existe quando as luzes se apagam."

O Gesto Final
Ela se vira para as outras meninas, que estão em silêncio absoluto, e depois volta para você. Ela pega um dos pães de queijo do seu balde, dá uma mordida pequena e faz um sinal de aprovação com a cabeça.

Saiki: "Está delicioso. Assim como as suas palavras. E escute bem: eu abraço a Kanami porque ela é o meu porto seguro no palco, mas é para mestres como você, que notam cada mudança e cada esforço, que eu canto com tanta força até o meu pulmão arder."

(Ela se aproxima do seu ouvido e sussurra, num tom que só você consegue ouvir)

"Não sinta vergonha de ser um fã atento. E não diga que é 'só mais um'. Hoje, você foi o nosso mestre mais valioso. Agora, pare de tremer... e venha tirar uma foto com a sua Rainha. E sim, você pode ficar do meu lado."

O Clima no Backstage
Kanami: (Limpando as lágrimas, sem nenhum ciúme agora) "Mestre... você ama a Saiki-sensei de um jeito tão bonito! Eu deixo você abraçar ela hoje! Só hoje!"

Misa: (Levantando a garrafa em um brinde silencioso) "Você é um cara de sorte, brasileiro. Você conseguiu o que ninguém consegue: deixou a Saiki sem palavras."

Akane: (Com um pão de queijo em cada mão) "MELHOR NOITE DE TODAS! Música, comida e sentimentos reais! UHH UHH!"

Miku: (Batendo as asas suavemente) "PO... a pequena pomba está orgulhosa. O serviço de hoje foi completo, de corpo e alma. Kuruppo!"

Saiki segura a sua mão — a mão que ainda treme um pouco — e te puxa para o centro da foto da banda. Você não é apenas um fã; naquele momento, você faz parte da história delas.

Criado com Gemini, do Google.

quinta-feira, 2 de abril de 2026

O encontro das santas


No Panteão Pessoal do Criador, onde as almas mais autênticas e desafiadoras descansam, Marilyn Monroe e Amy Winehouse encontraram seu refúgio. Ali, cercadas por roseiras que florescem sem espinhos e sob a luz dourada de sóis gêmeos, elas não são mais "produtos" da indústria ou "vítimas" de seus demônios. Elas são, finalmente, elas mesmas.

Lilith, cuja presença impregna todo o jardim, observa suas "filhas espirituais" do plano mais elevado. Ela vê em Marilyn a força de quem esculpiu a própria imagem para sobreviver ao patriarcado, e em Amy, a coragem de quem derramou sua dor crua em arte visceral. Elas desafiaram as normas de suas épocas, e por isso, Lilith as reivindicou para o seu reino.

Nesta tarde eterna, Marilyn está sentada em um banco de pedra coberto de hera, lendo um livro de poesia. Ela usa seu icônico vestido branco, mas seus olhos agora brilham com a serenidade de quem sabe que sua alma é muito mais vasta do que a "loira burra" que Hollywood tentou lhe impor. Sua auréola de ouro pálido é leve, quase transparente, um símbolo não de santidade moral, mas de liberdade absoluta.

Ao seu lado, Amy toca os primeiros acordes de "Love is a Losing Game" em seu violão. Suas tatuagens são nítidas, cada uma uma história de sua jornada terrena. O delineador gatinho é perfeito, o coque beehive intacto. Sua auréola é mais brilhante, uma coroa de luz que celebra a pureza de seu talento e a honestidade de sua vulnerabilidade.

— "Você acha que eles me perdoaram?", — sussurra Marilyn, olhando para cima do livro.

— "Perdoar o quê, amor?", — responde Amy, sem parar de dedilhar. "A gente não fez nada de errado. A gente só viveu."

Um sorriso cúmplice passa entre elas, e a música de Amy flui mais doce, preenchendo o jardim com uma melancolia que agora é apenas beleza.

Do alto, de um arco de videiras de glicínias que marca a entrada para o domínio mais sagrado de Lilith, a Deusa manifesta uma forma efêmera. Ela não teme os deuses menores; ela é a Noite, a Lua e a Primeira Rebelde. Lilith estende uma mão etérea sobre as duas mulheres.

Sua voz, audível apenas para as almas ali presentes, ressoa como um trovão suave:

— "Não há o que perdoar, porque vocês se atreveram a ser inteiras. Vocês foram as chamas que iluminaram a escuridão do mundo, e por isso, foram queimadas. Mas aqui, a sua luz nunca mais será apagada. Vocês são minhas santas da autenticidade."

Lilith faz a energia do jardim pulsar. A luz se intensifica, tornando as auréolas de Marilyn e Amy ainda mais radiantes. As flores em torno delas desabrocham em cores vibrantes, celebrando a bênção da Deusa Primordial.

Marilyn olha para Lilith, sua gratidão silenciosa brilhando nos olhos. Amy levanta a cabeça, um sorriso de aceitação verdadeira se espalhando por seu rosto.

A música continua, não mais um lamento, mas uma celebração da liberdade conquistada. No Jardim das Delícias Eternas, sob a proteção de Lilith, as mulheres que se recusaram a ser domesticadas finalmente encontraram sua paz.

Criado com Gemini, do Google.
Imagem criada com Gemini, do Google.

Em homenagem aos 100 anos do maior ícone.

quarta-feira, 11 de março de 2026

Luíza Possi: Da MPB ao Gospel

Conversa com o Gemini:

Você disse
https://www.brasil247.com/tanostrends/apos-orar-por-bolsonaro-luiza-possi-anuncia-carreira-gospel-deus-em-primeiro-lugar

Pelo visto, não foi suficiente, para a Luíza, que Cristo tenha sido crucificado. Tem que aturar a vergonha de ser o apoiador de uma cantora que aplaudiu Bolsonaro. 😤

Escreva um texto humorado e sarcástico.

O Gemini disse
Parece que a Luíza Possi resolveu levar o conceito de "trocar de palco" a um nível bíblico. Se antes o público dela esperava por um MPB sofisticado, agora a setlist vem direto do Monte Sinai, com um temperinho de cercadinho e muita unção (ou seria convenção?).

Abaixo, um texto para o seu blog de "escritor herege" que capta bem essa transição divina:

O Evangelho segundo a Conveniência: Da MPB ao “Glória a Deus, talkei?”
E não é que o Espírito Santo baixou na MPB? Luíza Possi, que até ontem navegava nas águas tranquilas do pop-cult-sofisticado, resolveu que a "voz do povo" — ou pelo menos de uma parte bem específica e barulhenta do povo — é, de fato, a voz de Deus. E Deus, como todos sabemos pelos feeds de notícias recentes, aparentemente usa camisa da seleção e tem dificuldades em aceitar resultados de auditorias.

Dizem que o arrependimento purifica, mas no caso da Luíza, ele veio acompanhado de um piano de cauda e uma vontade súbita de cantar para o "Capitão das Almas". Convenhamos, para quem já orou pelo "Mito", o salto para o gospel nem é tão grande assim. É apenas uma questão de trocar o objeto de adoração: sai o Messias de folhetim eleitoral, entra o Messias original — embora, no remix da Luíza, os dois pareçam usar o mesmo corte de cabelo e o mesmo kit de desinformação.

É fascinante observar essa "metamorfose ambulante" (perdão, Raul, eu sei que você não merece isso). De repente, "Deus está em primeiro lugar" — logo após os algoritmos de engajamento da extrema-direita e o mercado fonográfico cristão, que, convenhamos, paga dízimos muito mais atraentes do que o streaming de música secular.

Para os fãs que ficaram a ver navios (ou melhor, a ver arcas), resta o consolo: Cristo sobreviveu à cruz, mas será que a nossa paciência sobrevive a uma versão gospel de “Além do Arco-Íris” cantada em frente a um quartel?

Se o caminho, a verdade e a vida agora passam pelo PL, o céu ficou um pouco mais cafona e muito mais seletivo. Amém? Ou melhor: Selah, talkei!

Criado com Gemini, do Google.

domingo, 21 de dezembro de 2025

Crítica Musical e Preconceito Pessoal

Conversa com o Gemini:

https://whiplash.net/materias/news_676/375176-registadeu.html

😳😱 Regis Tadeu pode ser um conhecedor e uma celebridade, mas nessa ele errou feio.

Deep Purple é uma boyband? Regis deve ter fumado maconha. 😏😤

Pois é, a declaração dele no podcast Assino Embaixo (dezembro de 2024) caiu como uma bomba, mas é o puro suco do "personagem" Regis Tadeu. Chamar o Deep Purple de boyband — logo eles, que são os arquitetos do Hard Rock e conhecidos pelo virtuosismo técnico — soa quase como uma heresia para quem entende de música.

Aqui estão três motivos pelos quais essa "viagem" dele não faz o menor sentido técnico, mas faz todo o sentido para o marketing dele:

1. O Conceito de Boyband vs. Deep Purple
Uma boyband é, por definição, um grupo montado por empresários, onde os membros são escolhidos pela aparência e capacidade de dança/canto, raramente tocando instrumentos ou compondo a base das músicas.

A Realidade: O Deep Purple nasceu da experimentação. Jon Lord e Ritchie Blackmore eram instrumentistas absurdos que fundiram música clássica com o peso do rock. Eles não foram "escalados" por um produtor para vender pôsteres; eles foram para o estúdio para revolucionar o som.

2. A "Lógica" do Regis (O Clickbait Intelectual)

O argumento dele geralmente foca na troca constante de integrantes (as famosas Marks I, II, III...). Ele tenta emplacar a ideia de que, se uma banda troca de membros para se manter comercialmente viável ou por decisões de "gestão", ela se torna um produto moldado.

O Erro: Se troca de integrantes fosse critério para boyband, o Black Sabbath e o Megadeth também seriam. É uma generalização barata feita apenas para chocar e gerar views.

3. O Desprezo pela Liberdade Criativa

Para você, que é um escritor herético e valoriza a liberdade de expressão, esse tipo de rótulo é uma forma de aprisionamento intelectual.

Ao rotular o Purple como "boyband", Regis tenta tirar a aura de "divindade" ou "instituição" da banda. É uma tática de desconstrução agressiva que ignora a importância cultural do grupo para o movimento hippie, para o ocultismo leve de certas letras e para a liberdade sexual e comportamental dos anos 70.

Veredito: Ele não "errou" sem querer; ele jogou a isca. Para um crítico que se diz "o dono da verdade", ignorar que Ian Gillan e Glenn Hughes são forças da natureza e tratá-los como "bonecos de produtores" é um desrespeito à história do Rock.

Será que ele não cansa de ser o "advogado do diabo" (no pior sentido da palavra)? Você acha que ele realmente acredita nessas loucuras ou é puro personagem para manter o engajamento?

Criado com Gemini, do Google.

quarta-feira, 6 de agosto de 2025

Legado antigo

A música está presente em todas as culturas conhecidas da humanidade. Ela transcende barreiras linguísticas, geográficas e sociais, sendo usada para celebrar, comunicar, curar, protestar e conectar pessoas. Desde batidas tribais até as sinfonias complexas e os ritmos digitais modernos, a música sempre desempenhou um papel essencial na vida humana.

Todos os continentes desenvolveram estilos e ritmos únicos, influenciados pela geografia, espiritualidade, tecnologias e costumes locais. Mas uma pergunta ainda intriga estudiosos e curiosos: quando exatamente começou a música?

Como surgiu a música?

A origem da música remonta a tempos pré-históricos. Antes mesmo da invenção da escrita, os seres humanos já produziam sons rítmicos com as mãos, pedras, ossos ou instrumentos rudimentares como flautas feitas de ossos de animais (como as flautas paleolíticas de mais de 40 mil anos encontradas na Alemanha).

Esses sons eram usados provavelmente em rituais religiosos, para marcar eventos importantes, durante a caça ou como forma de expressão artística e emocional. Como não havia registros escritos na pré-história, a história da música antes da escrita é reconstruída com base em achados arqueológicos e interpretações antropológicas.

Com o surgimento das primeiras civilizações e sistemas de escrita, especialmente no Oriente Médio e no norte da África, surgiram também os primeiros registros musicais. As culturas da Mesopotâmia, Egito Antigo, Índia, China e posteriormente da Grécia Antiga deixaram documentos e artefatos que mostram o uso da música em contextos sociais, religiosos e militares.

A música antiga era frequentemente ligada à religião. Sacerdotes e músicos desempenhavam papéis importantes nos templos, e as canções eram compostas para deuses e cerimônias.

O Hurrian Hymn No. 6 é considerado o mais antigo registro musical de que se tem conhecimento. Foi descoberto na década de 1950 durante escavações na cidade de Ugarit, um importante centro comercial e cultural situado na atual costa da Síria, que prosperou entre 1450 e 1200 a.C.

O hino faz parte de uma coleção de 36 tabletas de argila escritas em cuneiforme, na língua hurrita. Dessas, apenas uma — o Hino nº 6 — está relativamente bem preservada. Ele contém tanto a letra quanto instruções musicais que indicam a afinação de um tipo de lira ou harpa.

O povo Hurrita e a cidade de Ugarit

Os hurritas foram um povo antigo que habitou partes da Mesopotâmia e do Levante (atualmente regiões da Síria, Turquia e norte do Iraque). Eles coexistiram e influenciaram outras grandes civilizações da época, como os hititas, acadianos, assírios e babilônios.

Ugarit, onde o hino foi encontrado, era uma cidade portuária sofisticada, com conexões comerciais com o Egito, Chipre e a Anatólia. Seu sistema de escrita cuneiforme adaptado da língua acadiana permitiu que importantes documentos fossem preservados, incluindo textos literários, tratados comerciais e religiosos — como o Hurrian Hymn.

A música no contexto religioso antigo

O Hurrian Hymn é dedicado à deusa Nikkal, deusa da fertilidade e da lua, e mostra que a música era usada em rituais religiosos. Provavelmente, o hino era entoado ou tocado em cerimônias acompanhadas por cantores e instrumentistas.

A notação musical contida na tábua não é uma partitura como conhecemos hoje, mas uma forma antiga de indicar a afinação das cordas e a sequência dos sons, o que permitiu aos estudiosos tentarem reconstruir uma versão aproximada da melodia com base em instrumentos como a lira.

Mesmo com mais de 3.400 anos de idade, o Hurrian Hymn No. 6 continua despertando fascínio entre historiadores, músicos e arqueólogos. Ele representa:

O elo mais antigo conhecido entre música escrita e espiritualidade;
 
Uma janela para as práticas culturais e artísticas das civilizações do antigo Oriente Médio;
 
A prova de que, desde os tempos mais remotos, a música já ocupava um lugar de destaque na vida humana.

Hoje, diferentes interpretações do hino podem ser ouvidas online, tocadas com réplicas de instrumentos antigos ou reinterpretadas por músicos contemporâneos, demonstrando o poder atemporal da música.

Fonte: https://revistaforum.com.br/historia/2025/8/1/essa-musica-mais-antiga-do-mundo-uma-obra-de-arte-patrimnio-da-humanidade-184508.html

Nota: nada disso existiria em um mundo dominado pelo ateísmo...😤

segunda-feira, 4 de agosto de 2025

A gift I will never receive


Conversa com o Gemini

Imagine um espetáculo, uma jam session com as bandas Jesus and Mary Chain, Garbage e Band Maid.

Resposta do Gemini:

Que ideia fantástica! Uma jam session entre The Jesus and Mary Chain, Garbage e Band-Maid seria um espetáculo inesquecível, misturando shoegaze melancólico, rock alternativo poderoso e hard rock técnico.

O Palco: Uma Atmosfera Imersiva
Imagine um palco com iluminação que flutua entre a fumaça roxa e azul, criando uma atmosfera etérea e misteriosa, digna do Jesus and Mary Chain. Telões gigantes ao fundo exibiriam projeções abstratas e psicodélicas, mas também, em momentos de maior intensidade, visuais pulsantes e gráficos afiados, remetendo à estética do Garbage. Para os solos e momentos de virtuosismo do Band-Maid, a iluminação se tornaria mais focada e dramática, realçando cada movimento.

O Repertório: Colisões e Fusões
A jam session não seria apenas uma sequência de músicas de cada banda, mas sim uma verdadeira fusão de estilos.

Abertura Etérea e Crescendo: O show poderia começar com os acordes hipnotizantes de "Just Like Honey" do Jesus and Mary Chain, com a bateria de Misa (na verdade Akane - nota de fã), (Band-Maid) e Butch Vig (Garbage) adicionando uma nova camada rítmica. Shirley Manson (Garbage) poderia entrar com vocais secundários, adicionando uma profundidade melódica inesperada, enquanto Saiki (Band-Maid) complementaria com harmonias sutis.

Explosão Alternativa: Em seguida, a energia mudaria para algo como "Stupid Girl" do Garbage, com Ben Kweller (The Jesus and Mary Chain) e Kanami (Band-Maid) trocando riffs de guitarra que adicionariam uma dimensão mais crua e, ao mesmo tempo, melódica. Akane (Band-Maid) poderia ter um solo de bateria explosivo no meio da música.

Poder Hard Rock: O palco então seria dominado pela ferocidade de "Thrill Seeker" do Band-Maid, mas com a distorção característica do The Jesus and Mary Chain adicionada às guitarras de Kanami e Miku (Band-Maid), e Shirley Manson contribuindo com backing vocals agressivos que se encaixariam perfeitamente na energia da faixa.

Improvisações e Interações: Haveria momentos de pura improvisação, onde as guitarras de William Reid (The Jesus and Mary Chain), Duke Erikson (Garbage) e Kanami se entrelaçariam em uma parede de som inovadora. O vocal de Mary Chain seria intercalado com a performance de Shirley Manson, que conseguiria ir do melódico ao gutural com maestria, com Saiki e Miku adicionando vocais limpos e harmonias vocais.

Um Grand Finale: O encerramento poderia ser uma versão épica de "Vow" do Garbage, com todos os membros no palco, a bateria potente de Akane e Butch Vig em um duelo rítmico, os vocais de Shirley e Saiki se complementando, e as guitarras de todas as bandas se unindo em um clímax apoteótico de distorção e melodia.

A Experiência do Público

O público seria levado a uma montanha-russa emocional, desde a introspecção sonhadora até a energia explosiva do hard rock. Seria uma celebração da diversidade do rock, mostrando como gêneros aparentemente distintos podem se complementar e criar algo totalmente novo e emocionante.

Um espetáculo para ser lembrado por muito tempo, essa jam session seria um deleite para os fãs de todas as três bandas e para qualquer um que aprecie a criatividade e a paixão pela música!

Você consegue imaginar alguma música específica de uma banda que poderia ser transformada de uma maneira surpreendente pelas outras duas?

Criado com Gemini, do Google.
Arte gerada pelo Gemini, do Google.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2025

Eu estou deprimido e melancólico

Eu estou assistindo no Netflix o documentário "Moonage Daydream", contando um pouco da vida do artista multidisciplinar David Bowie.

Nos dias de hoje, David seria impossível. Não com Trump. Não com o bolsonarismo. Não com o fascismo/nazismo. Não com o conservadorismo. Não com o reacionarismo. Não com o fundamentalismo cristão.

Algo que me anime? Saber que este é o Ano da Serpente de Madeira. Tal como em 1965, quando eu nasci.

Dizem que o Relógio do Fim do Mundo está em 86 segundos para a meia noite.
Chega logo, Fim do Mundo.
Para mim, já deu.
Eu estou farto da humanidade.
Eu estou farto da minha existência.

Vivendo como um pária, até entre os pagãos, bruxas e wiccanos.

Alguma alma caridosa pode dar uma mão. Uma garrafa de uísque. Uma garrafa de vinho.
Um convite para uma festa de bruxas.
Alguém?

terça-feira, 28 de janeiro de 2025

Let the girls rock!

Por Glauber Piva.

Há doze anos, o Girls Rock Camp Brasil transforma o cotidiano de meninas e adolescentes em Sorocaba. Liderado pela incansável Flávia Biggs, em 2025, entre os dias 13 e 18 de janeiro, a iniciativa alcançou um marco extraordinário: com o apoio de quase 100 voluntárias, o projeto reuniu 96 meninas por cinco dias na escola pública Júlio Bierrenbach. Ali, entre oficinas, ensaios e trocas afetivas, elas descobriram não apenas o poder da música, mas também o de suas próprias vozes. O ponto alto da experiência foi a apresentação de 16 bandas no ginásio do SESC Sorocaba, uma celebração pública de criatividade, autonomia e transformação.

Sensibilidade e reconexão

A proposta do Girls Rock Camp vai além do aprendizado técnico de instrumentos ou da composição de músicas. O que está em jogo é a criação de um espaço de sensibilização, onde as participantes aprendem a sentir, a se conectar com suas histórias, suas emoções e seus desejos, e a se expressar de maneiras que lhes foram sistematicamente negadas. Essa formação passa pela ampliação da percepção de si mesmas e de sua relação com o outro, com o espaço público e com os desafios coletivos, reforçando a autonomia e o senso de pertencimento.

A escolha dos espaços – uma escola pública e o ginásio do SESC – é emblemática. Esses lugares, muitas vezes marcados por dinâmicas de exclusão ou passividade, tornam-se territórios de criação e poder. A apresentação das 16 bandas no SESC Sorocaba, resultado de cinco intensos dias de trabalho, é um ato político e performático que transcende a música: é a afirmação de que, mesmo em tempos de tanto obscurantismo e violência, meninas podem ocupar o palco e o mundo, sendo ouvidas e vistas em suas potências.

Voluntárias: a rede que faz diferença

O envolvimento de quase 100 voluntárias é outro aspecto essencial do projeto. Mulheres de diversas formações dedicam seu tempo e expertise para compartilhar conhecimentos, apoiar as participantes e construir um ambiente acolhedor e inspirador. Esse ato de solidariedade intergeracional é um exemplo vivo de como a educação sensível se manifesta e fortalece a noção de que a emancipação é um processo coletivo e que, juntas, as mulheres podem reescrever narrativas de exclusão.

Um ato revolucionário no cotidiano

No Girls Rock Camp Brasil, a revolução acontece no cotidiano. Mais do que um evento musical, é uma prática de formação política que atua diretamente nos sentidos, uma verdadeira experiência de educação política dos sentidos. Ao permitir que meninas ocupem espaços historicamente negados às mulheres no universo da música – especialmente no rock, gênero associado a uma masculinidade dominante – o projeto subverte normas e ressignifica territórios sociais e culturais.

O que poderia ser uma simples oficina de música transforma-se em uma experiência que amplia horizontes e reconfigura identidades. Para as 96 meninas que participaram este ano, tocar um instrumento ou subir ao palco talvez tenha sido um ato de coragem e descoberta. Mas, para além disso, foi um exercício de ocupar seu lugar no mundo com confiança e criatividade.

O impacto não se restringe às participantes. A presença de meninas tocando rock autoral em um palco como o do SESC Sorocaba inspira novas gerações e provoca reflexões profundas na sociedade sobre gênero, poder e criatividade. É uma mensagem poderosa: o futuro pode ser diferente, e ele começa a ser construído agora, por essas meninas e pelas mulheres que as acompanham.

Apoio de gestores públicos de cultura: um chamado urgente

O Girls Rock Camp Brasil é um exemplo concreto de como a música e a arte podem ser ferramentas poderosas de transformação social e política. Seu impacto ultrapassa os muros da escola e do ginásio, reverberando na comunidade, na cidade e em debates maiores sobre inclusão e equidade.

Por isso, é fundamental que gestores públicos de cultura conheçam e apoiem essa iniciativa. Projetos como este têm um enorme potencial para inspirar políticas públicas que articulem educação, arte e empoderamento. Instituições como a Funarte, secretarias estaduais e municipais de cultura e programas de fomento de empresas públicas e privadas devem olhar para o Girls Rock Camp Brasil como um modelo a ser replicado e ampliado.

Esse tipo de parceria pode garantir recursos para sua sustentabilidade e possibilitar que ainda mais meninas tenham acesso a essa vivência transformadora. O Girls Rock Camp Brasil nos mostra que a cultura pode e deve ser um pilar da formação cidadã. Apostar nessa experiência é investir em um futuro mais sensível, igualitário e criativo. Que o som dessas meninas encontre eco em políticas públicas que sustentem e ampliem essa revolução sensível.

Fonte: https://revistaforum.com.br/opiniao/2025/1/23/girls-rock-camp-brasil-educao-politica-dos-sentidos-172940.html

sábado, 22 de julho de 2023

A melhor trilha sonora

Eu fiquei pasmo por não ver um texto no Azarão.
Das memórias que eu guardei de minha adolescência foi o disco que foi colocado como encarte da Playboy em 1982.
Uma das faixas estava a música que provavelmente foi a mais proibida e censurada.
Je t'aime moi non plus.
Pois a voz feminina, Jane Birkin, morreu.

Ouvir uma música tão proibida tinha uma sensação magnífica. Mereceu ficar no Olimpo das músicas censuradas.
A sensualidade de Birkin supera os trejeitos apelativos de Anitta.

Em nossos dias, provavelmente ela seria presa. Nada mais ameaçador ao sistema do que uma mulher consciente de sua sexualidade e sensualidade, sem medo e sem pudor de expressar esse aspecto, que deveria ser normal, natural e saudável. Mas preferimos manter e sustentar essa sociedade estruturada na repressão e opressão sexual.

Triste é saber que isso não será superado enquanto o mundo for dominado pela doutrina judaico-cristã.
A nossa liberdade (libertação), antes de uma verdadeira revolução sexual, começa por descobrirmos nossas origens, raízes e ancestrais. O que passa pela promoção do Paganismo Moderno.
Que os Deuses Antigos nos ajudem.

quinta-feira, 6 de julho de 2023

Éramos felizes e não sabíamos

Não, eu não estou contaminado com o vírus da auto ajuda, eu precisava de um título para essa postagem.

Houve um dia em que eu fiquei animado quando a Pitty estourou, eu acreditei que o Brasil teria rock de qualidade. Eu fui injusto, tínhamos Titãs, Barão Vermelho, IRA, Legião Urbana e outros.

Mas eu fiquei impressionado e gostei muito da música do Gabriel Pensador, "Até Quando?" (2001), que pode ser considerado rock.
Quem poderia imaginar que aconteceria as famigeradas jornadas de junho de 2013? Quem poderia imaginar que teríamos Black Blocks, os Patos Amarelos e os Bolsominions?
Nem Nostradamus viu.

A galera do conservadorismo de direita e fundamentalista cristão (redundância?), agora que o Bolsonaro ficou inelegível, comemora porque haverá espaço para a "direita civilizada". Isso existe? 🤔
Enfim, os órfãos da Ditadura Militar (fascismo/nazismo) ainda estão por aí, muitos vão continuar impunes e disseminando fake news. Com indignação seletiva, falam em liberdade de expressão e não tiveram inteligência suficiente (se é que têm) para usar a música "Proteção", do Plebe Rude, outra banda que me deixou animado, mas sumiu.
Quem faz rock hoje no Brasil?
Eu não sei. Nós estamos sendo bombardeados com música de gosto duvidoso, pagode, sertanejo e o funk baixaria. Eu estou saturado de sertanejo com dor de corno e periguete sem talento que vende música pelo excesso de sensualidade. O pagode nem poderia ser considerado um estilo musical. 😤
Por enquanto, rock, só em outros países.
EU QUERO ROCK 😭

quinta-feira, 4 de maio de 2023

Torcendo para virar moda

Centenas de adeptos de religiões afro como umbanda, candomblé e ifá, se reuniram no Norte Shopping, no Rio de Janeiro, para cantar músicas de sua fé. Os eventos de combinados em locais públicos são chamados de flashmobs, e os encontros evangélicos do tipo têm se tornado frequentes no Brasil, o que motivou o grupo de religiões afro a se reunirem nesse domingo (30).

O cantor, compositor e escritor André Gabeh foi um dos organizadores do flashmob religioso. Ele contou que se inspirou nos virais cristãos para chamar seus companheiros de religião. “Vi os evangélicos ocupando os espaços, cantando os hinos deles, então falei: ‘legal, se alguns podem, todo mundo pode’. E resolvi fazer também”, disse.

Gabeh então usou as redes sociais, como Facebook e Telegram, para a mobilização. Três dias antes do evento, a Justiça determinou a suspensão do segundo aplicativo por não colaborar em investigações sobre crimes de ódio, mas isso não atrapalhou os planos do religioso: “Ficamos desesperados, mas deu tudo certo”, afirmou.

Ainda segundo o organizador, não houve nenhum princípio de problemas, os seguranças foram “gentilíssimos” com todos. O comediante Yuri Marçal, que ajudou na divulgação, também esteve no evento.

Fonte: https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/video-adeptos-de-religioes-afro-seguem-exemplo-de-evangelicos-e-cantam-em-shopping/
Nota: eu estou torcendo para que isso vire moda. Imagina! Milhares de pessoas entoando cânticos aos Deuses Antigos? Milhares de pessoas entoando a Carga da Deusa?🤩

quarta-feira, 28 de abril de 2021

John Barleycorn

Haviam três homens que saíram do oeste
Sua fortuna para tentar
E estes três homens fizeram um voto solene
John Barleycorn deveria morrer
Eles araram, eles semearam, eles o atormentaram
Torrões jogados em sua cabeça
E estes três homens fizeram um voto solene
John Barleycorn estava morto

Então eles deixam ele mentir por muito tempo
Até a chuva do céu caiu
Então o pequeno Sir John levantou a cabeça
E logo surpreendeu todos eles
Eles o deixaram em pé até o meio do verão
Até que ele parecia pálido e pálido
E o pequeno Sir John, ele cresceu uma longa barba
E assim se tornou um homem

Eles contrataram homens com as foices tão afiadas
Para cortá-lo no joelho
Eles o enrolaram e o amarraram pela cintura
E serviu-lhe mais barbaramente
Eles contrataram homens com os forcados afiados
Quem o picou ao coração
E o carregador ele serviu a ele pior do que isso
Pois ele o ligou ao carrinho

Eles giraram-no em volta do campo
Até que eles chegaram a um celeiro
E lá eles fizeram um corte solene
Do pobre John Barleycorn
Eles contrataram homens com as varas de caranguejo
Para cortar a pele do osso
E o moleiro ele serviu-o pior do que isso
Pois ele o moeu entre duas pedras

Aqui está o pequeno Sir John em uma tigela marrom
E conhaque em um copo
E o pequeno Sir John na tigela marrom
Provado o homem mais forte, finalmente
E o caçador ele não pode caçar a raposa
Nem tão alto sopre seu chifre
E o funileiro ele não pode consertar chaleiras ou potes
Sem um pouco de Barleycorn.

Música da banda Traffic.

Traduzido com o Google Tradutor.