sexta-feira, 22 de maio de 2020

Elfo é enforcado para o Natal

Direto do Caturo, mostrando como o Cristianismo é uma religião de paz, amor e tolerância.

Na igreja livre de Løkken, na cidade de Vendsyssel, Jutlândia, Dinamarca, o pastor Jon Knudsen ama de tal modo o Natal cristão que resolveu «enforcar um elfo de Natal», ou seja, colocar um boneco a imitar um elfo pendurado pelo pescoço no alto da sua igreja. Diz ele que o elfo é uma criatura que «vem do diabo».
Agarrado ao pescoço do elfo está uma placa a dizer «Rejeitamos Satanás e todos os seus trabalhos e todas as suas promessas vazias», em referência ao rito cristão do baptismo.
Alega o pastor dinamarquês, seguidor da religião do pastor alemão Lutero, que fazer decoração natalícia com imagens de elfos é «comparável a fazer decoração com bandeiras nazis» e descreveu os elfos de todos os tipos como «poltergeists que vêm do diabo e fazem com que as crianças adoeçam.»
Alguns dos seus paroquianos apoiaram-no; outros residentes da cidade protestaram e querem que o elfo seja retirado do local. Knudsen diz até que, bem humoradamente, lhe colocaram junto à casa vários gnomos de jardim, além de lhe terem enviado cartas «de elfos».
Os paroquianos fizeram uma vigília pela noite dentro para impedir que o boneco fosse retirado pelos que discordam da sua exposição pública. Todavia, na tarde de segunda-feira um residente conseguiu deitar abaixo a imagem e deixou escrito que o elfo «estava a ser mantido a salvo até depois do Ano Novo.» O pastor deu parte à polícia e o «culpado» confessou ter cometido «o crime», mas a polícia, assoberbada com outras tarefas, recusou-se a dar prosseguimento ao caso.
Fonte: Gladius (original perdido).
Texto resgatado com Wayback Machine.

terça-feira, 19 de maio de 2020

Além do aborto

Brasília, 5 dez (2010) (EFE).- A diretora de ONU Mulheres, Michelle Bachelet, afirmou que o debate sobre a saúde da mulher "vai além do aborto", que deve ser encarado segundo a "cultura" de cada país.
"Primeiro é preciso que haja políticas que outorguem direitos às mulheres" em relação a sua sexualidade, que devem estar dotadas de "elementos que vão desde a educação sexual até o planejamento familiar", disse a ex-presidente do Chile ao jornal "O Estado de São Paulo".
Em relação ao aborto declinou fixar uma posição universal, mas assinalou que "cada nação deve pensar o que as forças políticas e sociais determinam, para definir a que nível de profundeza pode chegar" em suas políticas.
"Cada país, a partir de suas culturas e tradições, deverá ver como conduzir esse tema", indicou.
Apontou, no entanto, que "na medida" em que o debate marca a questão do aborto, "isso significa que estamos chegando tarde".
Na opinião de Bachelet, "o aborto significa que não foi possível evitar uma gravidez não desejada, que não houve educação suficiente, que não foram usados os meios de prevenção conhecidos e que faltou o devido planejamento".
Segundo a diretora de ONU Mulheres, "com ou sem aborto, as taxas de mortalidade materna (no mundo) são altíssimas", o que classificou de "inaceitável".
Fonte: G1 (original perdido).
Nota da casa: Esta constatação da sra Bachelet combina e muito com as idéias de Riane Eisler [e as deste pagão] sobre a importância da conquista de direitos da mulher e a observação dos mesmos, especialmente quanto aos direitos de reprodução da mulher.
Texto resgatado com Wayback Machine.

sexta-feira, 15 de maio de 2020

A natureza ensina

Eu vejo com um costume mais do que usual ler textos de "sacerdotes" wiccanos dizendo aquela baboseira que a natureza ensina, blablabla.
Como pagão, eu concordo, mesmo quando aquilo que a natureza tem para nos "ensinar" possa nos ser prejudicial ou nos chocar.

Estudo de pesquisadores da Universidade de Zurique, na Suíça, indica que o incesto entre animais ajuda a acabar com agressões sexuais. A conclusão foi feita a partir de pesquisa com espécies em que os machos causam prejuízos a seus parceiros nas relações sexuais. As informações são do site da revista New Scientist.
Em algumas espécies, a competição entre os machos pode significar que as fêmeas são machucadas durante o sexo. Por exemplo, uma espécie de besouro, o caruncho do feijão, possui pênis com pequenos "espetos", que fura a parte interna da fêmea e, acredita-se, sirva para marcar a fêmea, depositando seu espermas nos furos, e evitando que outros machos se aproximem dela. Porém, a questão evolutiva entra em questão: se o macho prejudicar a fêmea de sua própria família, menos genes dela sobrarão, o que torna o incesto uma maneira de proteger a espécie e evitar a violência.
O estudo foi realizado em um sistema de computador em que os pesquisadores observaram se os machos eram mais ou menos agressivos com as fêmeas dependendo da proximidade familiar. O estudo descobriu que, em populações com parentes próximos, os machos machucam menos as fêmeas e são mais bem sucedidos em espalhar seus genes.
Fonte: Noticias Terra (original perdido).
Texto resgatado (parcialmente) com Wayback Machine.

terça-feira, 12 de maio de 2020

A tradição do casamento

Mais uma vez, o sr Ratzinger perdeu a oportunidade de ficar calado.

Cidade do Vaticano, 2 dez (2010) (EFE).- O papa Bento XVI disse nesta quinta-feira que a Europa "não seria mais a mesma se o casamento entre homem e mulher desaparecesse ou se tornasse outra forma de união sem base na história, na cultura e no direito europeu".

Mas será que a "base histórica, cultural e legal" do casamento na Europa é o católico? Definitivamente, não. Leiam o texto de Michel Rouche aqui.

O pontífice afirmou que o casamento e a família são imprescindíveis para um desenvolvimento "saudável" da sociedade civil, dos países e dos povos.

Certamente, especialmente que a família enquanto instituição e fundação social foi uma invenção dos Romanos, paganíssimos.

"O casamento deu à Europa seu aspecto e humanismo. A Europa não seria mais a mesma se essa célula básica da sua construção social desaparecesse ou fosse transformada", ressaltou o papa.

Ah, o sr Ratzinger e a mania de incutar medo, insegurança, ignorância e preconceito a nível mundial...

Bento XVI acrescentou que o casamento e a família correm riscos atualmente, devido "à erosão dos valores mais íntimos e à crescente liberalização do direito ao divórcio e do costume cada vez mais divulgado da convivência entre homem e mulher sem uma forma jurídica e a proteção do casamento".

Acontece que a Igreja foi contrária ao casamento, como eu citei no texto extraído da Psicopatologia Fundamental, no tópico "O modelo moral sexual da ICAR".

Também incluiu entre os "riscos" as "uniões que não têm nenhuma base na história, na cultura e no direito", em uma velada crítica aos casamentos homossexuais.

O sr Ratzinger não sabe coisa alguma da história da Europa.

"A Igreja não pode aprovar iniciativas legislativas que impliquem numa valorização de modelos alternativos de vida conjugal e de família. Essas iniciativas contribuem para debilitar os princípios do direito natural e da sociedade", ressaltou.

E o mundo não está nem aí com o que a Igreja aprova ou não.
APOSTASIA JÁ!
Texto resgatado com Wayback Machine.

quinta-feira, 7 de maio de 2020

Por que no te callas?

Muitos têm se manifestado em defesa do sr Ratzinger, tentando explicar a declaração que ele deu e que causou uma comoção pública.
Eu tenho visto na Internet textos de católicos e defensores da Igreja dizendo que a Imprensa exagerou, aumentou ou inventou que o sr Ratzinger “liberou” o uso de preservativos. Então vamos aos fatos: A citação foi extraída do livro, A Luz do Mundo, publicado com entrevistas do sr Ratzinger com o repórter Peter Seewald. O trecho explorado pela Imprensa refere-se a uma questão feita pelo repórter quanto à declaração que o sr Ratzinger fez na ocasião de sua visita à África, afirmando que o preservativo não deteria o avanço do HIV no continente.
Na época, os “especialistas” da Igreja saíram em defesa do sr Ratzinger, citando “estudos científicos” que comprovavam a ineficácia do produto. Estudos que foram citados de forma distorcida, desonesta e tendenciosa. Então o Dr. Edwar Green surgiu com uma nova interpretação ao que o sr Ratzinger declarou na África, colocando o enfoque no comportamento do usuário. Neste momento eu escrevi ao Dr Green e compartilhei com ele meu desacordo com esta interpretação dada por ele, mas ele preferiu dar o “benefício da dúvida” ao sr Ratzinger.
Infelizmente nenhum repórter entrevistou o sr Ratzinger depois da infeliz declaração, mas ele teria dito o mesmo que os “especialistas” da Igreja, afirmando que o uso de preservativos não evita o contágio, sem falar qualquer coisa em relação ao comportamento.
Evidentemente a Igreja, o Vaticano e o sr Ratzinger assimilaram e assumiram a ajuda dada pelo Dr Green e passaram a usar esta desculpa esfarrapada para explicar, defender e justificar a posição da Igreja contra o uso de preservativos.
O que o Vaticano tenta ocultar da opinião pública é que o que está em questão é o poder e o controle da Igreja sobre o corpo [e a sexualidade] de seus seguidores. Para defender as doutrinas da Igreja que condena toda e qualquer forma de controle de natalidade, seja o preservativo, seja a pílula, seja o aborto, essa instituição é capaz de fazer qualquer coisa. Para a doutrina da Igreja, a concepção é sagrada e o uso de qualquer contraceptivo é um atentado contra a vontade de Deus.
Depois da polêmica, a divulgação da entrevista foi descrita pelos católicos e defensores da Igreja como sendo uma “opinião pessoal” do sr Ratzinger, não um discurso de autoridade de Bento XVI. Mas na prática, para milhões de católicos, tudo aquilo que o Papa fala deve ser ouvido e obedecido sem questionamento, por toda a humanidade. Tanto que, na época, os católicos criticaram a Lancet por ter contestado o discurso do Papa.
O fato é que na África ele condenou o uso de preservativos, não o comportamento de risco e na entrevista ele admitiu que o uso de preservativos é justificado em certos casos. O resto é fogo de artifício, um jogo com espelhos e fumaça. O sr Ratzinger se contradisse.
Como eu comentei no blog do Jorge Ferraz [acena], há algo de muito errado se, sempre que um alto signatário diz o que dá na telha, o Vaticano tem que explicar ou contradizer o que foi dito. O problema é que a classe clerical não sabe o que diz. Seja como opinião pessoal ou discurso de autoridade. Com tanta confusão pela ou por causa da Igreja, está na hora da humanidade gritar, em plenos pulmões, para o sr Ratzinger, para o Vaticano e para a Igreja: “Por que no te callas?”
Texto resgatado com Wayback Machine.

terça-feira, 28 de abril de 2020

Não se pode elogiar!

Não tem jeito, a Igreja, o Vaticano e o sr Ratzinger continuam a decepcionar as esperanças e espectativas da humanidade [e as minhas] por uma atualização de suas doutrinas.
Duas notícias recentes mostram que a cada ensaio de avanço, voltam logo correndo para o atraso.

O Vaticano cobra do novo governo de Dilma Rousseff um compromisso para que não reabra o acordo que rege as relações bilaterais com o Brasil e que foi alvo de muita polêmica. O assunto foi debatido ontem em reunião do secretário da Santa Sé para Relações com os Estados, Dominique Mamberti, com Gilberto Carvalho, chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Definiu-se, no encontro, que Dilma fará uma viagem a Roma em 2012 para se reunir com o papa Bento XVI. A visita já está sendo organizada pelo Palácio do Planalto e pela Santa Sé e faz parte do projeto de uma "trégua" entre o Vaticano e Dilma depois da polêmica sobre o aborto, durante a campanha eleitoral.
O Vaticano solicitou a Carvalho que o Acordo Brasil-Santa Sé sobre o Estatuto Jurídico da Igreja Católica entre em vigor a partir do próximo mandato. O documento inicial, proposto pela Igreja em 2007, falava na obrigatoriedade do ensino de religião em escolas públicas, acesso às reservas naturais para missionários e isenção de impostos. O Itamaraty alterou o texto para uma mera declaração de boas relações com a Santa Sé.
Sancionado pelo presidente Lula no início deste ano, o texto esbarrou em um processo e está no Supremo Tribunal Federal (STF). "Não acreditamos que isso ofereça um risco para sua entrada em vigor", disse Carvalho.[Estadão](original perdido)

Nota 1: Isto foi devidamente denunciado no texto "A integra da Concordata".

CIDADE DO VATICANO, 23 Nov 2010 (AFP) -A homossexualidade é injusta, opõe-se à vontade de Deus e é inconciliável com a vocação sacerdotal, estima o Papa Bento XVI em seu livro-entrevista apresentado nesta terça-feira à imprensa, "Luz do Mundo".
"Enquanto seres humanos (os homossexuais) merecem respeito (...) não devem ser rejeitados por causa disso. O respeito ao ser humano é fundamental e decisivo", afirma ele.
"Mas isto não significa que a homossexualidade seja justa. Ela permanece como qualquer coisa que se opõe à essência mesma do que Deus quis na origem", precisa ele.
Bento XVI exprime-se de forma mais específica no livro, considerando que a "homossexualidade não é conciliável com a vocação sacerdotal". Senão, "correríamos um grande risco de fazer do celibato uma espécie de pretexto para fazer entrar no sacerdócio pessoas que não podem se casar", acrescentou.
"A seleção de candidatos ao sacerdócio deve, então, permanecer muito atenta. É preciso o maior cuidado para evitar uma confusão deste tipo fazendo com que o celibato dos padres seja, por assim dizer, assimilado à tendência à homossexualidade", concluiu ele.
A uma pergunta sobre a existência de uma homossexualidade nos "mosteiros, entre os religiosos", que talvez não seja vivenciada ou praticada", o papa respondeu: "as pessoas em questão devem, pelo menos tentar ativamente não se dominar por esta tendência, a fim de permanecerem fiéis à missão inerente a seu ministério".
As palavras suscitaram a condenação da principal associação italiana de defesa dos direitos dos homossexuais, Arcigay: "os dizeres do papa humilham milhões de vidas que devem suportar diariamente discriminações", estima em comunicado.[G1](original perdido)

Nota 2: Não é mera coincidência que existe tanta reação entre os Cristãos quando se fala em tornar a homofobia um crime.
Proposta: Mude a Igreja ou mude-se dela.

Texto resgatado com Wayback Machine.

sexta-feira, 24 de abril de 2020

Liberou geral!

O sr Ratzinger, finalmente, mudou de opinião quanto ao uso de preservativos.
Pela primeira vez, um Papa, Bento XVI, admite que o uso de preservativos é aceitável, "em certos casos", "para reduzir o risco de contaminação" da SIDA. A revelação faz parte de um livro de entrevistas que será publicado na próxima terça-feira, na Alemanha.

Segundo a France Presse, à pergunta "a Igreja Católica não é, fundamentalmente, contra o uso de preservativos?", Bento XVI respondeu: "Em alguns casos, quando a intenção é reduzir o risco de contaminação, ele ainda pode ser um primeiro passo para preparar o caminho para uma sexualidade mais humana, vivida de forma diferente".
Na obra, para explicar o seu ponto de vista, Bento XVI citou um exemplo de um "homem prostituído". "Pode haver casos isolados, como quando um prostituto usa um preservativo, pois isso pode ser um primeiro passo na direcção de uma moralização, o início de uma responsabilidade que permitirá renovar a consciência de que nem tudo é permitido e de que não podemos fazer tudo o que queremos ", disse Bento XVI.
"Mas esse não é o caminho para se vencer o mal da infecção da sida. Isso só deve realmente acontecer na humanização da sexualidade", acrescenta.
"A divulgação do preservativo conduz a uma banalização do sexo e é esse o perigo, porque muitas pessoas vêem o sexo, não como uma expressão do seu amor, mas como um tipo de droga que consomem", afirmou ainda Bento XVI.
Até agora, o Vaticano, opôs-se a qualquer forma de contracepção que não seja a da abstinência e desaprovou o uso do preservativo, mesmo para evitar a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis.
Recorde-se que, em Março de 2009, o Papa Bento XVI levantou uma enorme polémica, quando, no avião que o levou dos Camarões para Angola, afirmou que o uso "exagerado" do preservativo agravaria o problema da pandemia da da sida.
Fonte: Jornal de Noticias (original perdido).

Nota da casa: Por um lado, eu fico feliz, pois mostra que mesmo o sr Ratzinger pode mudar de idéia e isso [eu espero] deve encorajar os Católicos. Por outro, eu fico desconfiado, pois esta mudança de opinião pode ser muito bem uma estratégia política.
Proposta deste pagão aos fabricantes de preservativos: que tal lançar camisinhas com um "selo de aprovação papal"? }|D

Cidade do Vaticano, 21 nov (EFE).- Bento XVI considera errado afirmar que o papa é infalível, pois, segundo ele, mesmo o hierarca máximo da Igreja Católica também se equivoca, declaração que se soma à justificativa que fez do uso de preservativos "em alguns casos".
Ambas as declarações foram expressas no livro-entrevista do escritor Peter Seewald - baseado em entrevistas com Bento XVI -, que será lançado na próxima terça-feira, mas que teve algumas páginas divulgadas neste domingo pela imprensa italiana e alguns trechos publicados um dia antes pelo jornal vaticano "L'Osservatore Romano".
Bento XVI também disse que nunca pensou que seria eleito papa e que, embora Deus lhe dê forças para seguir adiante, ele nota que, aos seus 83 anos, "as forças vão diminuindo".
Além de justificar o uso do preservativo "em alguns casos", a primeira vez que um papa o faz, Bento XVI enfrenta no livro outros aspectos do Pontificado, da Igreja, de sua vida e do momento de sua eleição.
Perguntado se "o papa é verdadeiramente infalível, um soberano absoluto, cujo pensamento e vontade são lei", Bento XVI responde, de maneira categórica: "isso é um equívoco".
Segundo Bento XVI, o papa se comporta "como qualquer outro bispo", salvo em determinadas condições, "quando a tradição é clara e se sabe que não se atua arbitrariamente".
"Obviamente, o papa pode se equivocar. Ser papa não significa se considerar um soberano cúmulo de glória, mas alguém que dá testemunho de Cristo crucificado".
A infalibilidade do papa, aprovada pelo Concílio Vaticano I, é um dos pontos que separam as Igrejas Católica e Ortodoxa.
Fonte: G1 (original perdido).

Nota da casa: Isto não é novidade, mas ter o Ratzinger admitindo isto em público é ótimo. Quem sabe, com isso, o Jorge Ferraz [acena] começa a se libertar desse jugo.
Texto resgatado com Wayback Machine.