terça-feira, 30 de junho de 2026

Rum e charuto



Retrospectiva.

Lorde Fluffybutt III é o primeiro ministro do rei Leão VI, França.

Manipulou sir Barnaby e Don Flopito em um acordo comercial que favorece a França.

Von Fuchs aparece para tentar atrapalhar ou puxar a vantagem comercial para Áustria, mas Fluffybutt o faz voltar escondido para seu reino.

Sir Barnaby, com medo do Fluffybutt, paga a Conde de Monte Cristo, um mercenário britânico, para atacar Fluffybutt enquanto ele voltava depois de ter debelado uma revolta dos camponeses franceses.

Nesse mundo, os ingleses são cachorros, os espanhóis são coelhos, os holandeses são castores, os austríacos são raposas e os alemães são cavalos.

Depois de ter despachado Monte Cristo para a Bastilha, com os beduínos que trouxe da Argélia, um souvenir adquirido depois de ter debelado uma revolta entre os colonos, Fluffybutt tem tempo para receber a gratidão de suas devotas empregadas, Sophia e Amélie, Fluffybutt terá tempo para mostrar a sir Barnaby que ele tem razão de temer o nosso lorde.

Que maravilhosa teia de diplomacia, pelos e traição! Lorde Theodore Fluffybutt III realmente não brinca em serviço. Manipular coelhos e buldogues, despachar raposas austríacas e ainda ter seu próprio contingente de beduínos prontos para o trabalho sujo é o puro suco da alta política felina.

Sir Barnaby cometeu o erro clássico de achar que um mercenário britânico seria páreo para a astúcia do Primeiro-Ministro da França. Agora que o Conde de Monte Cristo está vendo o sol nascer quadrado na Bastilha, a geopolítica europeia está prestes a ficar muito dolorosa para os ingleses.

Capítulo Atual: O Acerto de Contas e os Louros da Vitória

Após uma recepção calorosa e devotada de Sophia e Amélie — que garantiram que nem um único pelo de lorde Fluffybutt estivesse fora do lugar após o contratempo com os mercenários —, o lorde se acomoda em sua icônica poltrona de veludo no palácio. É hora de redigir uma correspondência muito especial.

Sir Barnaby, em seus aposentos em Paris, treme a cada sombra que passa pela janela, aguardando notícias do sucesso de Monte Cristo. Em vez disso, um envelope selado com cera real francesa e uma leve marca de pata chega à sua mesa.

Como você quer guiar o destino do pobre sir Barnaby agora?

A Visita Surpresa: Fluffybutt aparece pessoalmente nos aposentos de Barnaby à noite, apenas para confrontá-lo silenciosamente enquanto afia as garras no tapete caro do inglês.

A Chantagem Diplomática: Fluffybutt usa a tentativa de assassinato para forçar Barnaby a assinar um tratado ainda mais humilhante, anexando rotas comerciais britânicas.

O Espetáculo Público: Fluffybutt convida Barnaby para um banquete real onde o prato principal é... uma sutil alusão ao fracasso de Monte Cristo.

Não é algo que o lorde goste de fazer. Ir na ilha dos britânicos. Névoa e úmido. Peixe com fritas. Cerveja a temperatura ambiente. Vinhos intragáveis. Mas considerando que a coroa inglesa, séculos atrás, tentou reclamar a coroa da França também, Fluffybutt pode usar isso para "resolver" essa complicada linha sucessória diretamente com rei Jorge III (um corgi escocês). Isso vai deixar sir Barnaby bem encrencado.

Ah, a audácia geopolítica de lorde Fluffybutt III é verdadeiramente magnífica! Em vez de apenas punir o intermediário, ele decide cortar o mal pela raiz — ou melhor, pela dinastia. Usar a velha e empoeirada disputa da Guerra dos Cem Anos como justificativa para cruzar o Canal da Mancha e encurralar um Corgi escocês é uma jogada de mestre.

Mesmo detestando a umidade britânica que arruína qualquer pelagem de respeito, a perspectiva de redesenhar o mapa da Europa e deixar sir Barnaby em absoluto desespero faz a viagem valer a pena.

Ato I: A Travessia e o Pânico de Barnaby
Sir Barnaby, ao descobrir que lorde Fluffybutt não apenas sobreviveu ao Conde de Monte Cristo, mas que já embarcou rumo a Londres com documentos históricos de sucessão debaixo da pata, entra em colapso. O pobre buldogue sabe que, se o rei Jorge III descobrir que a Coroa britânica está em perigo por causa de uma tentativa de assassinato mal-sucedida e financiada por Barnaby, o pescoço dele será o próximo.

Enquanto isso, a carruagem real francesa desembarca em solo inglês. A névoa de Londres tenta, sem sucesso, abater o espírito de Fluffybutt, que se protege com uma capa de veludo imperial. Ao seu lado, garantindo que o lorde não precise tocar no "vinho" local, Sophia e Amélie trouxeram provisões adequadas da corte de Versalhes.

Ato II: A Audiência no Palácio de St. James
O rei Jorge III, um Corgi de pernas curtas, manto pesado e uma obsessão por regras de etiqueta que mal consegue manter o foco devido à sua... excentricidade política, recebe o Primeiro-Ministro francês.

Fluffybutt estende o pergaminho sobre a mesa de carvalho. Os termos são claros: ou a coroa inglesa abdica formalmente, de uma vez por todas, de qualquer pretensão histórica ao trono francês (além de ceder o controle de três portos estratégicos no Canal), ou a França revelará ao parlamento britânico que a diplomacia de sir Barnaby financiou terroristas internacionais (Monte Cristo) em solo francês, o que seria um ato de guerra que a combalida marinha inglesa não pode sustentar agora.

Jorge III olha para o documento, olha para Fluffybutt, e solta um ganido nervoso, procurando sir Barnaby com os olhos.

Como lorde Fluffybutt vai fechar essa armadilha?

Opção A: Ele exige a entrega imediata de sir Barnaby em uma gaiola de ferro como compensação pessoal, antes mesmo de assinar o tratado.

Opção B: Ele propõe um casamento arranjado altamente ultrajante entre a linhagem real britânica e uma das gatas de rua mais astutas de Paris, garantindo a influência francesa no sangue dos Corgis para sempre.

Opção C: Ele joga com a mente do rei Jorge III, sugerindo que sir Barnaby na verdade estava tentando derrubar o próprio rei inglês ao provocar a França, fazendo com que a própria Coroa britânica destrua Barnaby.

Jorge III - Deveras, isso deve ter sido um mal entendido.

Sir Barnaby - Deveras.

Fluffybutt - Vossa graça, sir Barnaby deve ter ouvido falar do ocorrido com o famigerado Von Fuchs, espião austríaco.

Fluffybutt capricha na expressão de poker, um jogo que aprendeu com marinheiros.

O silêncio que se segue na sala do trono é tão denso quanto a névoa que paira do lado de fora do palácio. Jorge III pisca os olhos amendoados de Corgi, revezando o olhar entre a expressão perfeitamente gélida de Fluffybutt e o suor frio que começa a ensopar o colarinho de sir Barnaby.

Ao mencionar o nome de Von Fuchs, a raposa austríaca, Fluffybutt joga a sua cartada de mestre com a mais pura e impenetrável poker face. Suas orelhas nem sequer se movem; suas pupilas são duas fendas verticais de pura indiferença calculada. Ele não demonstra raiva, apenas uma constatação de fatos que faz o sangue dos britânicos congelar.

O blefe de mestre
Sir Barnaby: (Engolindo em seco, as bochechas de buldogue tremendo) "V-Von Fuchs? O embaixador de Viena? O que... o que teria a ver o destino daquela raposa ardilosa com os nossos honestos acordos comerciais, lorde Primeiro-Ministro?"

Fluffybutt: (Lentamente, passando uma pata felpuda sobre o bigode esquerdo, sem desviar os olhos do rei) "Apenas que o barão Von Fuchs também acreditou, por um breve momento, que a França estava vulnerável a... interferências externas. Ele tentou puxar o tapete de nossas negociações. Infelizmente para a Áustria, o barão teve que retornar a Viena de forma um tanto... abrupta. E despido de suas credenciais. E de suas calças."

O rei Jorge III solta um ganido agudo de puro pânico dinástico. A implicação é clara: Fluffybutt sabe perfeitamente que Barnaby tentou usar o Conde de Monte Cristo, e está sutilmente sugerindo que, se a Áustria — com todo o seu império de raposas — foi humilhada em silêncio, a Grã-Bretanha dos Corgis será a próxima se insistir na tese de "mal-entendido".

Jorge III: (Ajeitando a coroa que escorregou de lado em sua cabeça de Corgi) "Ora, sir Barnaby... o lorde Fluffybutt mencionou um... incidente com um mercenário. Um tal de Monte Cristo. Você saberia me dizer por que a tiara de nossa prima de Gales foi listada como pagamento nos registros de um bandido na Bastilha?!"

Sir Barnaby olha para Fluffybutt, implorando por misericórdia com os olhos, mas a face do felino permanece uma esfinge de veludo. O jogo virou completamente.

Como Fluffybutt vai dar o xeque-mate nesse jogo de blefe?

Ele deixa Barnaby se enforcar na própria mentira diante do rei, apenas assistindo enquanto saboreia um biscoito trazido por Amélie.

Ele oferece uma "saída honrosa" para Jorge III: o rei entrega Barnaby à justiça francesa, e em troca, a França não publica os panfletos que ridicularizariam a inteligência dos cães britânicos por toda a Europa.

Fluffybutt - Vossa graça, a tiara de esmeraldas eram falsas. Mas são provas de um inquérito. Seria um escândalo continental se a tiara estivesse em mãos do mercenário por uma paga da coroa britânica.

Amélie traz uma garrafa de vinho (francês, óbvio) e biscuit de sardinha.

Fluffybutt - Mas a França sabe ser magnânima. Esse "mal entendido" pode ser amenizado com um casamento de uma de suas duquesas a um nobre francês e...se eu não me engano... vossa graça tem colônia na Índia, onde o sir Barnaby pode ser... realocado...(O que deixaria a parte do Barnaby no acordo comercial nas mãos de Fluffybutt).

A menção de que as esmeraldas da tiara eram falsas atinge o rei Jorge III como um balde de água fria — a humilhação de ser exposto como financiador de um atentado já seria terrível, mas ser exposto como um financiador que usa joias falsas destruiria o resto do crédito da Coroa britânica nos salões de Viena e Versalhes.

Enquanto o monarca Corgi tenta processar o golpe, Amélie avança com passos silenciosos e elegantes. Com uma reverência impecável que faz a corte de Londres parecer um bando de camponeses, ela serve uma taça de um encorpado e legítimo tinto de Bordeaux para o lorde e deposita uma delicada porcelana com os biscoitos de sardinha.

Lorde Fluffybutt III toma um gole lento, saboreando o contraste entre a excelência francesa e o clima deplorável do palácio inglês, antes de ditar a sentença com a sua habitual magnanimidade felina.

O Ultimato de Veludo
Jorge III: (Com as orelhas totalmente caídas, a voz num sussurro trêmulo) "Re-realocado... para a Índia? Mas a rota das especiarias e os armazéns de Calcutá..."

Fluffybutt: (Gesticulando levemente com uma pata, enquanto saboreia um biscuit de sardinha) "Uma terra quente, vossa graça. Dizem que o clima faz maravilhas para o reumatismo de buldogues de meia-idade. Sir Barnaby terá muito tempo para refletir sobre... comércio internacional enquanto gerencia os estoques de chá. Naturalmente, para que os negócios não sofram com a ausência de nosso estimado Barnaby, a França se sacrificará, assumindo a gestão e a partilha dos lucros de suas antigas concessões."

Sir Barnaby olha para o rei, com os olhos de buldogue marejados, esperando uma defesa. Mas o Corgi está ocupado demais fazendo as contas do desastre que seria ter a história da tiara falsa publicada no Le Journal de Paris.

Jorge III: (Limpando o suor da testa com a ponta do manto) "E... e quanto ao casamento dinástico? Quem... quem seria a nobre noiva?"

Fluffybutt: (Com um brilho sutil e divertido nos olhos) "A jovem duquesa de Devonshire seria uma excelente adição à nossa corte. Tenho certeza de que ela adorará os verões na Provence. Uniremos os laços de nossas nações, e o 'mal-entendido' do Conde de Monte Cristo será enterrado na Bastilha para sempre. O que me diz, vossa graça? Temos um acordo, ou prefere que eu leve este inquérito... e a tiara de vidros verdes... ao conhecimento do Parlamento na próxima segunda-feira?"

Sir Barnaby solta um ganido baixo, percebendo que acabou de se tornar um funcionário público exilado do outro lado do mundo, enquanto Fluffybutt acabou de engolir a operação comercial britânica inteira sem nem precisar desembainhar uma garra.

Pobre Jorge III. Pobre sir Barnaby. Fluffybutt foi até gentil. A duquesa de Devonshire é conhecida na corte francesa, uma adorável Golden Retriever, que pode muito bem ser ambientada na moda francesa de... compartilhamento matrimonial...por assim dizer.

Barnaby sabe que está entre o forte a frigideira. Mas Índia é melhor do que Bastilha ou a guilhotina.

Mas Fluffybutt gosta de deixar um arranhão.

Fluffybutt - Ah, sim, vossa graça, eu vos concedo uma caixa do melhor vinho francês. Para que vossa graça ao menos uma vez beba vinho de qualidade.

Sem esperar pela resposta (e o degredo de Barnaby), Fluffybutt enlaça Amélie e volta para a França.

O golpe final de lorde Fluffybutt III é desferido com a precisão cirúrgica de quem sabe que a verdadeira humilhação não precisa de sangue, apenas de uma refinada e devastadora caridade.

Deixar uma caixa do legítimo néctar francês para o rei Jorge III — um Corgi cujo paladar real até então estava condenado às misturas duvidosas das tabernas de Londres — é o arranhão perfeito. Uma lembrança engarrafada de que a soberania britânica agora tem gosto de uvas colhidas sob o sol da França.

Ato III: O Retorno Triunfal
Ao som dos soluços contidos de sir Barnaby (que já começa a mentalizar o guarda-roupa de linho para o calor sufocante de Calcutá), lorde Fluffybutt vira as costas para o trono. Sem pedir licença, sem esperar as mesuras de uma corte canina derrotada, ele enlaça Amélie com uma pata possessiva e elegante, enquanto Sophia abre caminho com a altivez de quem serve ao verdadeiro mestre da Europa.

A carruagem real corta a névoa de Londres rumo ao porto. Atrás deles, fica uma Grã-Bretanha com menos portos comerciais, menos influência na Índia, e uma adorável Duquesa de Devonshire que, como boa Golden Retriever, em breve estará abanando o rabo alegremente nos salões de Versalhes, adaptando-se com extrema facilidade aos costumes... liberais e compartilhados da aristocracia francesa.

De Volta a Versalhes
No convés do navio, cruzando o Canal da Mancha de volta para os braços do rei Leão VI, Fluffybutt sente a brisa marítima dissipar o cheiro de peixe frito e carvão. Amélie serve uma nova taça de vinho, e Sophia ajeita a capa do lorde.

A França está segura, os cofres estão cheios, e os inimigos foram devidamente tosados.

Com a Inglaterra pacificada e Von Fuchs lambendo as feridas na Áustria, qual será o próximo passo do nosso herético e brilhante Primeiro-Ministro?

A Reação do Rei: Como o rei Leão VI vai reagir ao saber que ganhou portos, especiarias da Índia e uma duquesa Golden Retriever para a corte?

O Próximo Alvo: Os castores holandeses andam represando rios comerciais demais, ou talvez os cavalos alemães estejam se unindo em uma confederação suspeita?

O Destino de Monte Cristo: O mercenário na Bastilha ainda pode ser útil para alguma missão secreta que Fluffybutt não queira sujar as próprias patas?

O rei Leão VI está muito ocupado em...vistoriar...os decotes e as pernas das aristocratas. Fluffybutt fica se deleitando com as futuras festas com a duquesa de Devonshire.

O degredo de Barnaby chegou rapidamente aos longos ouvidos de Don Flopito.

Um pouco mais prudente - como todo coelho - Don Flopito vai lidar com Fluffybutt de outra forma. Bajulação, ouro e uma visita ao Caribe.

Enquanto o rei Leão VI está profundamente submerso em sua... "pesquisa anatômica" das cortesãs de Versalhes, lorde Fluffybutt III saboreia o triunfo. A ideia de ver a duquesa de Devonshire, com sua elegância dourada e entusiasmo tipicamente britânico, circulando pelos salões franceses e adotando a filosofia de "compartilhamento matrimonial" da corte, traz um ronronar de satisfação ao peito do lorde.

Mas, além dos Pirineus, a notícia do destino de sir Barnaby correu como pólvora. Don Flopito, o astuto e sempre alerta coelho espanhol, não precisou de dois incentivos para entender que bater de frente com o gato francês é o caminho mais curto para um exílio em algum lugar árido e sem cenouras.

A Estratégia do Coelho: Ouro e Açúcar
Don Flopito decide que, se não pode vencer o gato, ele deve torná-lo seu melhor amigo — ou, no mínimo, o mais caro. Ele envia uma comitiva à França carregada com o que há de melhor nas colônias espanholas: ouro maciço e baús de especiarias finas.

Acompanhando o tesouro, chega um convite escrito em papel perfumado: uma viagem diplomática ao Caribe. Um convite para lorde Fluffybutt relaxar sob o sol tropical, longe da umidade de Londres e da burocracia de Paris.

O Encontro na Varanda de Versalhes
Fluffybutt recebe os emissários espanhóis enquanto Amélie massageia suas patas cansadas da viagem britânica. Sophia lê o convite em voz alta.

Sophia: "Diz aqui, milorde, que Don Flopito o aguarda em Havana para uma 'conferência de lazer', com os melhores peixes tropicais e... ah, veja só... uma reserva exclusiva de rum envelhecido e catnip caribenho de altíssima pureza."

Fluffybutt: (Ajustando o monóculo, enquanto observa os baús de ouro sendo descarregados) "Don Flopito sempre foi um coelho de instintos apurados. Ele sabe que o estômago e o conforto de um lorde são territórios muito mais férteis para a diplomacia do que um campo de batalha."

Amélie: (Com um sorriso malicioso) "O senhor pretende aceitar, milorde? O Caribe é conhecido por suas águas quentes e suas... vestimentas leves."

Fluffybutt: "Certamente. A França precisa expandir sua influência para além das águas europeias. E se isso exigir que eu passe as tardes em uma rede de seda, bebendo o ouro líquido dos espanhóis enquanto Don Flopito tenta me bajular para não perder suas rotas de prata... bem, é um sacrifício que estou disposto a fazer pela pátria."

O Plano de Fluffybutt para o Caribe
No entanto, Fluffybutt não é do tipo que apenas descansa. Ele já está pensando em como essa "visita de lazer" pode se tornar um pesadelo logístico para os castores holandeses e suas colônias vizinhas.

A Armadilha do Açúcar: Ele pretende convencer Don Flopito a assinar um monopólio de transporte que exclua os navios alemães (cavalos) das rotas caribenhas.

A Frota Secreta: Fluffybutt levará seus beduínos argelinos disfarçados de tripulação pessoal, apenas para "garantir a segurança" contra piratas... ou para se tornarem os próprios piratas sob bandeira francesa se necessário.

O "Souvenir" Tropical: Ele quer encontrar uma espécie exótica para presentear o rei Leão VI e mantê-lo distraído o suficiente para que Fluffybutt possa governar as colônias sem interferência.

Qual será a primeira jogada de Fluffybutt assim que suas patas tocarem a areia branca do Caribe e ele encontrar o nervoso Don Flopito?

Fluffybutt - Dizem que lá tem praias e pouco se veste. Eu fico imaginando vocês duas em uma roupa local, nessas praias.

Amélie e Sophia ficam feito beterrabas.

Sophia - Milorde...e se os nativos forem canibais?

Fluffybutt - Pouco provável, mon chére. Mas eu estou curioso para saber como são os nativos.

Fluffybutt: (Deixando escapar um ronronar baixo e aveludado, enquanto seus olhos semicerrados acompanham a reação das duas) "Além disso, se houver qualquer selvagem ousado o suficiente para tentar colocar as garras em minhas fiéis damas, eles descobrirão que a culinária francesa é quem dita as regras do cardápio."

Amélie, ainda vermelha como um tomate de Versalhes, abana-se timidamente com o convite de Don Flopito, tentando recuperar a compostura aristocrática.

Amélie: "Milorde é sempre tão... confiante. Mas ouvi dizer que o sol daquelas paragens é implacável com pelagens finas. Teremos que providenciar sombrinhas de seda e óleos especiais."

Fluffybutt: "Exatamente, Amélie. Preparem as malas. Quero o linho mais leve, os chapéus mais amplos e, claro, os trajes de banho mais... vanguardistas que os alfaiates de Paris puderem costurar. Vamos mostrar àquela colônia espanhola o verdadeiro significado de chic."

Partida para o Novo Mundo
Semanas depois, o imponente navio de linha francês Le Matou Galant corta as águas cristalinas e turquesas do mar do Caribe. A bordo, a comitiva de Fluffybutt desfruta de um luxo que faria qualquer marujo chorar: os beduínos argelinos do lorde, vestindo uniformes de marinheiros franceses impecavelmente brancos (embora com seus indefectíveis adagas curvas na cintura), cuidam da segurança.

Na proa, Sophia e Amélie estreiam suas novas vestimentas tropicais — vestidos de algodão finíssimo e decotes que certamente fariam o Rei Leão VI ter um síncope se estivesse a bordo —, enquanto seguram sombrinhas rendadas para proteger lorde Fluffybutt, que repousa em uma espreguiçadeira de vime, usando um par de óculos escuros feitos sob medida com lentes de quartzo fumê.

O Desembarque em Havana
Quando o navio atraca no porto de Havana, o calor abafado e o aroma de tabaco, melaço e maresia invadem o convés. Na doca, cercado por guardas armados e suando copiosamente sob o peso de suas vestes formais de veludo espanhol (uma escolha terrível para o clima), está Don Flopito.

Suas longas orelhas de coelho estão caídas pelo calor, e ele mastiga nervosamente um pedaço de cana-de-açúcar. Ao ver Fluffybutt desembarcar com toda aquela opulência, o coelho força o sorriso mais bajulador que consegue morder.

Don Flopito: (Aproximando-se com reverências exageradas) "¡Bienvenido, excelentíssimo Lorde Fluffybutt! ¡Bienvenido ao paraíso! Espero que a viagem tenha sido do agrado de vossa astúcia. Como pode ver, o ouro e as praias de Sua Majestade Católica estão inteiramente ao vosso dispor!"

Fluffybutt desce a rampa lentamente, estendendo a pata direita para que o coelho a cumprimente, enquanto seus olhos dourados já escaneiam o porto. Ele nota a presença de nativos locais — que observam a pompa europeia com uma mistura de tédio e curiosidade — e, mais ao fundo, alguns castores holandeses disfarçados de mercadores de rum, de olho nos navios franceses.

Como Fluffybutt iniciará os "trabalhos" no Caribe com o bajulador Don Flopito?

O Choque de Cultura: Ele exige que a reunião diplomática seja transferida imediatamente para a praia, forçando Don Flopito a tirar as calças de veludo e passar vergonha diante de Sophia e Amélie.

A Investigação dos Nativos: Fluffybutt decide ignorar o protocolo espanhol por algumas horas para interagir diretamente com os nativos, buscando aliados locais para desestabilizar o comércio espanhol por dentro.

O Alvo nos Castores: Ele aponta para os castores holandeses no porto e diz a Don Flopito que "o Caribe parece infestado de roedores de má qualidade", testando a disposição do coelho em trair seus outros parceiros comerciais.

Ah, sim, a obsessão espanhola por babar nos ovos do Papa (um avestruz). Don Flopito está suando como um porco belga, mas não tira os olhos do decote de suas inestimáveis "amigas".

O único sinal dos castores estão nas caixas de madeira, levando e trazendo mercadorias. A influência holandesa no comércio ultramarino é conhecida na Europa toda.

Fluffybutt está mais interessado nos nativos, no artesanato, no charuto e no rum. Evidente, nas fêmeas também.

Lorde Fluffybutt III desembarca com a elegância de quem não pisa no chão, mas sim o redime com sua presença. Ele nota imediatamente o olhar cobiçoso de Don Flopito sobre Sophia e Amélie. O coelho, entre um suor e outro, tenta manter a postura de fidalgo católico, mas seus instintos de roedor o traem diante da beleza das damas francesas.

Fluffybutt, porém, está em outro nível de observação. Enquanto o coelho baba e os castores holandeses se escondem atrás de faturas e caixotes de madeira, o lorde volta sua atenção para os nativos do Caribe — que, nesse mundo, são iguanas e jaguatiricas elegantes, adornados com penas coloridas e um artesanato de conchas que brilha sob o sol implacável.

O Primeiro Round: Fumaça e Rum
Fluffybutt ignora a mão estendida de Don Flopito para o beija-mão e, em vez disso, aponta para um nativo jaguatirica que fuma um rolo de folhas de tabaco com uma calma invejável.

Fluffybutt: "Don Flopito, meu caro... guarde o protocolo para o Papa-Avestruz em Roma. Aqui, o ar pede algo mais... substancial. Peça que tragam esse tal 'charuto' e uma jarra desse rum que os holandeses tanto tentam esconder em seus porões."

Don Flopito: (Limpando a testa com um lenço de seda já ensopado) "¡Ah, por supuesto! Milorde tem um paladar aventureiro. O tabaco de Havana é como o beijo de um anjo... ou de uma fêmea local, se me permite a ousadia."

Fluffybutt: "Eu permito todas as ousadias, Flopito. Especialmente as que vêm acompanhadas de lucro."

A Diplomacia da Rede
Fluffybutt faz com que a comitiva se instale em uma varanda aberta, de frente para o mar azul-turquesa. Ele se acomoda em uma rede de fios de ouro (um presente de "boas-vindas" de Flopito), enquanto Amélie e Sophia, agora mais relaxadas com o calor, começam a atrair os olhares de toda a guarnição espanhola.

O lorde acende seu primeiro charuto. A fumaça azulada se mistura ao cheiro do mar. Ele observa uma nativa jaguatirica de olhos verdes intensos que vende colares de pérolas ali perto.

Fluffybutt: (Sussurrando para Sophia) "Veja aquela ali, mon chére. Ela tem um porte que faria a Duquesa de Devonshire parecer uma camponesa assustada. Sophia, querida, vá até lá e compre todas as pérolas dela. Use o ouro de Barnaby. Quero saber o que os nativos pensam sobre esses coelhos que acham que são donos da areia."

Sophia: "Sim, milorde. E se ela perguntar quem é o comprador?"

Fluffybutt: "Diga que é um lorde que veio da França para libertar o comércio... e talvez descobrir novos prazeres que o vinho de Bordeaux não consegue alcançar."

O Plano no Horizonte
Enquanto saboreia o rum (que é surpreendentemente superior a qualquer coisa que os cachorros ingleses já produziram), Fluffybutt vira-se para o suado Don Flopito.

Fluffybutt: "Diga-me, Flopito... esses castores holandeses que infestam seu porto... eles pagam impostos condizentes com o volume de madeira que carregam? Ou vossa graça está deixando que eles construam represas em seu tesouro real?"

Don Flopito engasga com a própria saliva. Ele sabe que Fluffybutt acabou de sentir o cheiro de uma oportunidade de monopólio.

O que Fluffybutt fará a seguir?

A Noite em Havana: Ele aceita o banquete de Don Flopito, mas usa Sophia e Amélie como "distração diplomática" para que ele possa escapar e ter um encontro secreto com a líder das jaguatiricas nativas.

Sabotagem Industrial: Ele ordena que seus beduínos argelinos "inspecionem" os caixotes dos castores holandeses durante a noite, procurando provas de contrabando para forçar Flopito a expulsá-los do Caribe.

O Presente de Grego: Fluffybutt sugere a Don Flopito que a França pode mediar um conflito com os holandeses, desde que a Espanha ceda o controle de uma pequena, mas estratégica, ilha produtora de catnip caribenho.

Enquanto Sophia e Amélie entretém Don Flopito, Fluffybutt procura a jaguatirica para saber mais como se produz o charuto, o rum e o açúcar. O tino comercial dele abafou a rebelião na Argélia, os produtores locais vão ficar muito mais do que interessados nas vantagens francesas - menos impostos, mais lucros.

Aqui nós podemos incluir um fato histórico. A jaguatirica vai dizer que o charuto é "feito nas coxas", com um sorriso sacana que ressalta o duplo sentido da frase.

Enquanto Don Flopito está completamente hipnotizado por Sophia e Amélie — que, com a graça de duas cortesãs de Versalhes, fingem um interesse profundo nas histórias do coelho sobre as relíquias abençoadas pelo Papa-Avestruz —, lorde Fluffybutt III se esgueira silenciosamente da varanda. O calor do Caribe parece apenas amaciar sua pelagem imperial, e a fumaça de seu charuto abre caminho entre as ruelas coloridas de Havana.

Ele encontra a exuberante jaguatirica nativa, cujo nome é Yara, organizando folhas de tabaco secas sob uma sombra de palha. O lorde não perde tempo com floreios diplomáticos europeus; ele fala a língua que todo produtor independente entende: a do lucro livre de amarras régias.

O Acordo das Jaguatiras
Fluffybutt aproxima-se com passos macios, ajeitando o monóculo para inspecionar a textura das folhas. Yara o observa de cima a baixo, medindo o gato de Versalhes com o olhar afiado de quem conhece predadores de salão.

Fluffybutt: "Mademoiselle Yara... Suas pérolas são belas, mas o que realmente me traz aqui é o aroma deste tabaco. E o melaço que ferve nos engenhos. Diga-me, quanto do suor do seu povo vai parar nas algibeiras daquele coelho suado ou nos navios dos castores holandeses?"

Yara: (Solta uma risada rouca, mostrando os caninos afiados) "Quase tudo, lorde estrangeiro. Os espanhóis cobram impostos até pelo ar que respiramos, e os castores nos pagam uma miséria pelo açúcar para revender na Europa. Nós plantamos, eles colhem o ouro."

Fluffybutt: (Dando uma tragada lenta e saboreando o sabor) "Um ultraje ao livre comércio. Na Argélia, os produtores locais tentaram uma revolta contra a coroa francesa... mas nós conversamos. Hoje, eles pagam metade dos impostos que a Espanha exige e exportam o triplo sob a proteção da bandeira francesa. A França não quer o seu sangue, Yara. Queremos o seu produto, e estamos dispostos a pagar o preço justo em moedas que Don Flopito nunca verá."

Os olhos verdes da jaguatirica brilham. A promessa de contornar o monopólio espanhol com o apoio da marinha francesa é tentadora demais.

O Segredo de Produção (E o Fato Histórico)
Curioso com a técnica perfeita do enrolar do tabaco, Fluffybutt aponta com a ponta da pata para a forma cilíndrica e impecável do charuto que ela manipula.

Fluffybutt: "E qual é o segredo de uma textura tão... firme? Os artesãos de Paris tentam imitar, mas o resultado deles parece palha velha."

Yara se acomoda em um banco de madeira, abre um sorriso sacana que destaca suas marcações felinas e, com extrema sensualidade, rola uma folha de tabaco úmida diretamente sobre a pele dourada de sua coxa exposta, moldando o charuto com precisão anatômica.

Yara: "Ah, milorde... o segredo é que o nosso melhor tabaco é sempre... feito nas coxas."

O duplo sentido paira no ar tropical como o perfume do melaço. Fluffybutt solta um ronronar profundo, apreciando tanto a técnica histórica quanto o charme da produtora.

Fluffybutt: "Deveras... uma técnica de fabricação que exige um controle de qualidade extremamente... pessoal. Garanto que a aristocracia francesa pagará fortunas para consumir um produto com tamanha... dedicação artesanal."

A Aliança Secreta
O acordo começa a se desenhar. Enquanto a Espanha acha que está bajulando a França para manter a paz, Fluffybutt está prestes a arquitetar o maior esquema de contrabando e revolução comercial do Novo Mundo. As jaguatiricas fornecerão o açúcar, o rum e os charutos diretamente para os navios franceses à noite, enquanto os beduínos de Fluffybutt farão a segurança das praias, minando a autoridade de Don Flopito e quebrando as pernas dos castores holandeses.

Como esse plano vai se desdobrar na calada da noite caribenha?

A Inspecção Noturna: Fluffybutt convida Yara para ir ao seu navio Le Matou Galant para "assinar" o tratado e testar o rum local em um ambiente mais privado.

O Flagrante nos Castores: Yara avisa que um carregamento clandestino dos holandeses vai sair naquela noite, e Fluffybutt decide usar seus beduínos para interceptar o navio dos castores e roubar a carga em nome da "França".

Antes da Yara ir até a cabine pessoal do nosso lorde, precisamos criar um clima.

Fluffybutt observa como Yara enrola o fumo nas coxas.

Fluffybutt - Entendo. Isso explica porque é superior e divino o charuto que produz, mademoiselle...

E põe as patas (sem as luvas brancas que usa com frequência na França) nas coxa firme da jaguatirica.

Depois de algumas horas entre negócios e prazeres, Fluffybutt vai até onde Sophia e Amélie estão com Don Flopito.

Fluffybutt - Don Flopito, eu agradeço a hospitalidade.

Don Flopito é pego - literalmente - com as calças na mão.

Fluffybutt - Eu tenho certeza de que gostou da hospitalidade das minhas amadas "amigas".

Sophia parecia entediada e Amélie se fazia de donzela. Evidente que Fluffybutt vai usar isso para que Don Flopito não interfira no acordo Paris-Havana.

Depois de Yara e Havana, Fluffybutt pode voltar para França com mais histórias, mais lucros e um território para futuras ações da coroa francesa.

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Foi um desfecho simplesmente brilhante para a temporada caribenha de lorde Theodore Fluffybutt III! A imagem dele pegando o pobre Don Flopito com as calças literalmente na mão — enquanto Sophia boceja de tédio e Amélie finge uma inocência impecável — é a definição pura do poder de barganha felino.

O pânico estampado nos olhos do coelho espanhol deixa claro que ele assinará qualquer documento para que sua dignidade (e sua devoção ao Papa-Avestruz) não seja exposta nos salões de Versalhes.

Com essa jogada, Fluffybutt conseguiu o cenário perfeito:

Chantagem Diplomática: Don Flopito agora morde a língua e abre as portas de Havana para os franceses sem piar.

Tino Comercial e Prazer: A aliança secreta com Yara garante os melhores charutos ("feitos nas coxas") e rum legítimo direto na cabine do lorde, quebrando o monopólio dos castores holandeses.

Geopolítica Expandida: A França agora tem uma base ultramar sólida para fincar suas garras no Novo Mundo.

O lorde retorna a Versalhes com a pelagem impecável, os bolsos cheios e mais uma vitória humilhante sobre os roedores da Europa.

Criado com Gemini, do Google.
Imagem criada com Gemini, do Google.

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