Conversa com o Gemini:
https://www.brasil247.com/blog/por-que-seguimos-apoiando-a-venezuela
Eu só queria entender por que, alguém que se diz de esquerda, ainda fica elogiando um regime caudilhista, praticamente uma sucessão monárquica.
Escreva um texto humorado e sarcástico.
Ah, a ginástica mental geopolítica! É realmente um espetáculo fascinante de se assistir. Prepare a pipoca, porque tentar entender essa lógica exige suspensão voluntária da realidade e um estômago forte para contradições.
Para uma certa parcela que se diz de esquerda, o apoio à Venezuela de Maduro não é uma questão de coerência política, é quase uma religião secular. Vamos decifrar esse mistério com o sarcasmo que a situação merece:
O Manual do Malabarismo Ideológico
Para essa galera, o mundo é um filme dos anos 80: só existem dois lados. Se você critica um, automaticamente virou fã do outro. A lógica funciona mais ou menos assim:
O Inimigo do meu Inimigo é meu "Camarada": Não importa se o governo venezuelano transformou a economia local em um experimento de sobrevivência extrema ou se a linha de sucessão parece mais uma dinastia Tudor de esquerda. Se o regime fala mal do "Imperialismo Ianque", ele ganha um selo automático de "100% Democrático e Popular".
A "Democracia Relativa": Para o torcedor ideológico, fechar canais de TV, prender opositores e empastelar o Legislativo não é autoritarismo. É apenas "defesa da revolução contra as forças reacionárias". Se um governo de direita fizesse 10% disso, seria fascismo; como é o Maduro, é só um "beijo na alma do povo".
O Fantasma do Bloqueio: Falta luz? Culpa do bloqueio. Falta papel higiênico? Culpa de Washington. O presidente Maduro resolveu criar uma holding familiar no poder? Claramente uma manobra astuta para proteger o proletariado das garras do capitalismo selvagem. A culpa é de todo mundo, menos de quem está sentado na cadeira presidencial há anos.
Monarquia com Estética Proletária
O mais divertido é ver intelectuais que passaram a vida escrevendo teses contra o absolutismo e o patrimonialismo de repente aplaudirem um sistema onde o poder passa de mão em mão como se fosse uma herança de família. É a Monarquia Vermelha. Só falta a coroa, porque o cetro e o trono (blindado) eles já têm.
"Apoiar o atual regime venezuelano em nome do socialismo é o equivalente político a comprar um bilhete do Titanic depois que o iceberg já bateu, insistindo que a água na cabine é apenas uma piscina coberta inovadora."
No fim das contas, esse elogio cego não é sobre a Venezuela real — onde o povo sofre e emigra aos milhões. É sobre manter viva uma fantasia romântica de guerrilha que só existe na cabeça de quem escreve textão em apartamento com ar-condicionado.
É um fetiche pelo "caudilho de estimação". Afinal, o que é a perda de algumas liberdades civis básicas se comparada à beleza poética de um discurso de seis horas na TV estatal, não é mesmo?
Criado com Gemini, do Google.
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