Conversa com o Gemini:
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/huck-detona-bolsa-familia-enquanto-fatura-com-bets-e-vende-iate-a-bicheiro/
O isentão não sendo tão isentão. O mesmo que fez propaganda para o Madeiro (hamburgueria gourmet bolsonarista) e para o cartão Will (de um banco associado ao Master).
Os dados mostrando que a maioria das pessoas que recebem bolsa família voluntariamente optam por não receber o benefício? Não vem ao caso.
Escreva um texto humorado e sarcástico.
A Incrível Saga do Isentão de Boteco: Como Salvar o Brasil Entre um Iate e uma Bet
Ah, o "isentismo". Essa arte sublime de caminhar em cima do muro usando sapatos de cromo italiano, equilibrando-se perfeitamente para não cair nem para a esquerda, nem para a direita — mas sempre dando uma inclinada estratégica para onde o vento do faturamento sopra mais forte.
O nosso herói do bom mocismo dominical cansou de ajudar os assistidos pelo Lar Doce Lar e resolveu palestrar. O alvo da vez? O Bolsa Família. Afinal, nada expressa melhor a "preocupação social" de um bilionário do que criticar o dinheiro que a base da pirâmide usa para... bom, comer. Segundo a lógica de quem passa as férias em Angra, o programa social deve ser um problemão. Deve ser por isso que os dados oficiais mostram que milhões de beneficiários, ao conseguirem emprego e dignidade, voluntariamente pedem para sair do programa. Mas quem se importa com dados factuais quando se tem um microfone na mão e um telão iluminado atrás? Fake news do bem? Disso o Projac não fala.
O mais fascinante é a coerência estética do nosso paladino da moralidade. Ele critica a transferência de renda para os mais pobres enquanto, nos bastidores, o motor da sua própria economia gira de forma... digamos, exótica. De um lado, fatura alto surfando na onda das bets — afinal, tirar o dinheiro do feijão para apostar no "Green" faz super bem para a economia doméstica, não é mesmo? Do outro, vende iate de luxo para bicheiro. É a verdadeira fita do empreendedorismo brasileiro: o capitalismo consciente que une o entretenimento digital dos cassinos virtuais ao clássico e analógico jogo do bicho. Só falta o mascote ser o Louro José de terno.
E para quem acha que isso é novidade, esquece o histórico de ouro do nosso garoto-propaganda da "terceira via". Quem não se lembra do apoio caloroso àquela hamburgueria gourmet cujo dono achava que o Brasil não podia parar por "cinco ou sete mil mortes" na pandemia? Ou do romance comercial com o cartão Will, aquele banco digital com conexões profundas com o Banco Master? É o suco do progressismo de condomínio fechado.
No fundo, a lição que fica é linda: você pode apontar o dedo para o prato de quem tem fome, desde que faça isso sorrindo, com uma música emocionante de fundo, prometendo reformar a casa de alguém e, logo após os comerciais, lucrando com a aposta do urubuzinho do PIX.
O cinismo, meus amigos, não é apenas um traço de personalidade. No topo do PIB, ele é um modelo de negócios altamente lucrativo.
Criado com Gemini, do Google.
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