Conversa com o Gemini:
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/paulo-figueiredo-diz-que-vai-matar-reporter-que-tentar-aborda-lo-em-casa/
Bolsonarista. Armado. Alguma dúvida de que tem alguma coisa de errado? A comissão de ética tem que agir. O poder público tem que agir.
Escreva um texto humorado e sarcástico.
Título: O Manual Defensivo do Cidadão de Bem: Como Evitar Diálogos Usando Cloroquina e Chumbo
Ah, a liberdade de expressão moderna! Antigamente, quando um jornalista batia à porta de alguém para fazer perguntas inconvenientes, a pessoa fechava a janela, dizia "nada a declarar" ou, no máximo, soltava os cachorros. Mas o mundo evoluiu, meus amigos. Agora, na vanguarda do debate democrático e civilizado, a etiqueta dita que a resposta padrão para um microfone estendido seja a promessa de um funeral.
É de uma elegância ímpar. Afinal, para que gastar saliva explicando polêmicas, contratos ou investigações quando se pode simplesmente invocar o estatuto do desarmamento — ou melhor, o do armamento pleno — e resolver a pauta jornalística na base do "bateu na minha porta, virou alvo"? É o jornalismo de investigação transformado, instantaneamente, em esporte radical.
O mais fascinante é notar como o conceito de "legítima defesa" se expandiu. Antes, você se defendia de um assaltante armado à noite. Hoje, o perigo iminente à vida e à propriedade atende pelo nome de: um repórter com um bloquinho de notas, uma caneta Bic e uma pergunta incômoda em plena luz do dia. Uma ameaça terrível à segurança nacional, sem dúvida. Quem precisa de colete à prova de balas quando se tem uma pergunta sobre o orçamento secreto?
Diante de tamanha diplomacia, a gente fica aqui pensando onde andam as comissões de ética, o Ministério Público ou qualquer entidade que use aquela coisa antiga chamada "lei". Devem estar ocupados demais tentando entender em qual artigo do Código Penal se encaixa a tática do "se me perguntar, eu atiro".
Mas não sejamos pessimistas. Há um lado prático nisso tudo. Se a moda pega, o mercado de trabalho para os jornalistas vai exigir novos pré-requisitos no currículo. Esqueça o diploma, o domínio de idiomas ou a técnica de entrevista. O repórter do futuro vai precisar de: curso de esquiva de projéteis, colete de Kevlar de alta resistência e, quem sabe, um tanque de guerra adaptado com o logotipo da emissora.
Até lá, fica a dica para os profissionais da imprensa: se forem cobrir qualquer assunto na vizinhança, em vez de "Boa tarde, teria um minuto para falar conosco?", experimentem começar com "Paz e amor, vim em missão de paz e trouxe um escudo balístico!". Vai que ajuda.
Criado com Gemini, do Google.
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