Conversa com o Gemini:
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/vereador-pastor-exclui-cultos-de-projeto-que-preve-multa-por-barulho-em-sao-paulo/
- Mas... vereador...tem a Lei do Psiu.
- Nenhuma lei pode proibir o clamor do povo de Deus.
- Tudo bem, vereador. Nós vamos liberar também os decibéis dos tambores dos terreiros.
Tela azul do Windows. 🤭😏
Escreva um texto humorado e sarcástico.
A clássica e infalível "Tela Azul do Windows" no debate público brasileiro. Nada como o feitiço virando contra o feiticeiro em tempo recorde para alegrar a nossa timeline, não é?
A hipocrisia é uma arte maravilhosa, mas ela exige um pré-requisito básico: a capacidade de prever o próximo lance do xadrez. Quando falta essa peça, o circuito simplesmente entra em pane.
Aqui está uma crônica sarcástica sobre esse momento sublime de pane no sistema:
O Milagre da Isenção Seletiva e o Bug do Sistema
Ah, a sagrada engenharia das leis brasileiras! Existe uma beleza quase poética na tentativa de um vereador-pastor de criar uma bolha de vácuo acústico divina em plena capital paulista. A premissa é simples, pura e, acima de tudo, incrivelmente conveniente: o barulho do meu sagrado é um "clamor celestial" que eleva a alma; o barulho do seu profano é poluição sonora passível de multa pesada. O Psiu que lute.
Aí o parlamentar, blindado por sua própria convicção de que o paraíso fiscal de decibéis é um direito exclusivo, apresenta o projeto. Ele já consegue ouvir o silêncio triunfal dos bares, dos pancadões, dos escapamentos de moto... e, claro, o som cristalino das suas próprias caixas de som de 50.000 watts ecoando pelas paredes do bairro às sete da manhã de um domingo. Afinal, nenhuma lei dos homens pode silenciar o "clamor do povo de Deus". É uma questão de jurisprudência cósmica!
Mas o universo — ou pelo menos a bancada da oposição — adora uma reviravolta dramática.
"Tudo bem, nobre colega. Se o clamor espiritual está acima do decibelímetro, vamos estender essa maravilhosa graça. Estão oficialmente liberados os tambores, os atabaques e as giras dos terreiros até o amanhecer! Axé e amém!"
E é exatamente aí que o tempo para. O ar condicionado do plenário parece congelar.
O cérebro do nobre vereador tenta processar a informação, mas o algoritmo de sua lógica legislativa foi programado apenas para o modo unilateral. O conceito de "isonomia jurídica" atua como um vírus no sistema.
Loading...
Processando contradição...
Erro 404: Argumento não encontrado.
De repente, os olhos se fixam no horizonte, a mandíbula dá uma leve travada e, no fundo da mente do parlamentar, ecoa aquele clássico som de inicialização do Windows 95, seguido imediatamente pelo ruído de um disquete mastigado. BUM. Tela azul. O sistema operacional da intolerância gourmet encontrou um erro fatal e precisa ser reiniciado.
Como explicar, sem parecer inconstitucional, que o "clamor" de um tem passe livre, mas o "batuque" do outro precisa de silenciador? Como dizer que a física das ondas sonoras deve discriminar a religião de quem segura o microfone?
Não há saída. Para salvar o próprio privilégio, ele teria que engolir o tambor alheio. Para proibir o tambor alheio, vai ter que abaixar o volume do próprio microfone. Que dilema terrível para um sábado de sol!
No fim das contas, a física e a Constituição Federal continuam sendo as maiores estraga-prazeres do fundamentalismo de bancada. Alguém avisa o TI da Câmara que o vereador travou e precisa de um Ctrl + Alt + Del urgente.
Criado com Gemini, do Google.
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