Conversa com o Gemini.
https://revistaforum.com.br/politica/video-pastor-de-honduras-ligado-a-trump-unge-flavio-bolsonaro-presidente-do-brasil/
Faz sentido. Afinal, as pesquisas mostram que o candidato está mal.
Então tem que buscar um milagre.
Para quem Flávio Vorcaro Kopenhagen Bolsonaro vai reclamar quando não for eleito? 🤭😏
Escreva um texto humorado e sarcástico.
A conta não fecha nem com unção internacional, nem com oração em aramaico fluente. Quando a matemática eleitoral falha, o desespero cobra seu preço e o jeito é terceirizar a culpa. Se o milagre hondurenho não se concretizar nas urnas, a lista de reclamações já deve estar sendo rascunhada.
Para quem reclamar após a apuração?
Ao Pastor de Honduras: Cobrança formal por garantia do serviço. A unção veio com selo de validade? O óleo era batizado ou adulterado? Caberá exigir o reembolso do investimento espiritual ou, no mínimo, um cupom de desconto para a próxima tentativa.
Ao "Conselho Superior de Vênus": Se a bênção veio da terra do Tio Sam via rede de influência trumpista, o Procon diplomático precisará ser acionado. Como é que a diplomacia da fé vendeu um resultado que a margem de erro engoliu?
Ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE): O clássico e infalível bode expiatório. O sistema, as urnas, o algoritmo, a física quântica — qualquer coisa serve para explicar por que os votos não brotaram por força divina.
Aos Chocolates Kopenhagen e aos Bancos: Afinal, a gestão do orçamento de campanha e dos negócios familiares sempre rende boas narrativas de perseguição. Se o eleitor não comprou a ideia, a culpa só pode ser do "boicote comercial".
No fim das contas, tentar consertar índice de rejeição com show fé-show gringo é como tentar tapar o sol com uma bíblia de bolso: faz barulho, rende vídeo para o Instagram, mas na hora em que o zero a zero da urna aparece, não há milagre importado que salve a fatura.
Criado com Gemini, do Google.
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