Inflamado, varei a turba, subi no andor, retirei todos os mantos bordados e os enfeites sacros, levando a mulher para a liberdade.
Nenhum pintor conseguiria uma imagem da Senhora mais bela que esta mulher de anágua.
Corra, amada alma, fuja da loucura de um amor sem contato, sem corpo, sem paixão.
Fugir de braços que me podem abraçar e de um corpo que me corresponde? Pela Arte nossos destinos se mesclaram, pela Arte nossos corpos devem se consumir.
Aos que cercam as mulheres de cautelas desnecessárias que sintam a prova que o amor, a sensualidade e a sexualidade são coisas naturais, puras e belas.
*Todas as imagens foram feitas com Gemini*
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*





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