Conversa com o Gemini.
https://www.tupi.fm/mundo/escavacoes-em-nazare-encontram-estruturas-antigas-preservadas-por-2-mil-anos-e-revelam-detalhes-da-vida-na-antiga-galileia/
Até que os arqueólogos encontram uma ânfora ou um afresco com Jeová ao lado da Asherah (como em Kuntillet Ajrud).
- Melhor enterrar. O mundo não está pronto para saber do passado de Jeová.
😏🤭
Escreva um texto humorado e sarcástico.
Separação de Bens no Olimpo Semítico
(Ou: Por que certos cacos de cerâmica devem continuar convenientemente enterrados)
Escavações na antiga Galileia. Pá de pedreiro, pincel macio de cerdas de camelo, poeira milenar na cara, um calor insuportável e aquela expectativa romântica dos arqueólogos de encontrar a colher de pedreiro usada por São José ou o comprovante de pagamento de impostos da Nazaré do século I.
Até que a pá bate em algo mais duro. Não é uma moeda romana comunzinha. É uma ânfora. E na cerâmica, para o desespero visceral de dez entre dez teólogos dogmáticos de plantão, lá está o grafite: uma inscrição bem ao estilo Kuntillet Ajrud, mostrando o Monoteísmo Inflexível™ posando ternamente ao lado de sua digníssima esposa, Asherah, com direito a desenho de árvore sagrada e bênção conjunta.
"Querida, apaga essa foto do feed antigo que o pessoal da teologia sistemática está chegando..."
O pânico na trincheira da escavação é palpável. O jovem estagiário de Arqueologia empalidece e quase engole o pincel. O chefe da expedição olha para o caco, olha para o céu, olha para o relatório acadêmico que precisará enviar à imprensa e toma a única decisão madura, responsável e academicamente covarde possível:
— "Bota a terra de volta. O mundo não está pronto!" 🤫
Afinal, como explicar para o conselho editorial que o Deus das Teocracias tinha um passado conjugal? Que antes da grande reforma editorial do século VI a.C. — quando o departamento de marketing bíblico resolveu cortar custos e transformar a administração do cosmos em carreira solo — havia quadros na sala de estar divino, culto em bosques e, quem sabe, até DRs cosmogônicas sobre de quem era a vez de mandar a chuva na colheita?
Imagine o caos na política internacional e nas redes sociais! O divórcio mais antigo da história da humanidade exposto sem direito a segredo de justiça. Asherah exigindo metade da Criação na partilha de bens — incluindo as florestas de cedro do Líbano, os pomares de oliveiras da Galileia e os direitos autorais sobre as bênçãos de fertilidade — enquanto os arqueólogos tentam redigir uma nota oficial explicando que o "Deus Único" na verdade só esqueceu de atualizar o status de relacionamento nas inscrições em pedra de 2.800 anos atrás.
É por isso que certos artefatos exigem a sutil e milenar arte da refutação arqueológica voluntária. Vinte centímetros de terra por cima, uma pedra média em cima do monte e uma frase sussurrada entre os assistentes:
— "Aqui só tinha resto de tigela de lentilha. Vamos escavar ali do outro lado, onde só tem prego enferrujado."
O passado divino, afinal de contas, merece um pouco de privacidade. E a humanidade, convenhamos, não tem a menor estrutura emocional para lidar com a ex de ninguém — quanto mais com a ex do Criador. 😏🤭
Criado com Gemini, do Google.
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