Conversa com o Gemini.
https://gladio.blogspot.com/2026/08/sobre-o-valor-de-rezar.html
Em momento nenhum se fala em raça. Os Deuses vão continuar a receber os seus, independente de onde venham a nascer, independente da etnia daquela existência.
Deve ser um choque para o Caturo e seu discurso estúpido sobre "estirpe" ou seu racismo explícito. 😏🤭
Escreva um texto crítico em tom de humor e sarcasmo.
Os Deuses sem Passaporte e o Choque do Etnofantasista
Há algo incomparavelmente cômico no momento em que a realidade intrínseca das coisas resolve dar uma rasteira elegante na megalomania humana. O texto recente publicado no blog Gládio, sob o título "Sobre o valor de rezar", realiza um feito notável: ao discorrer com lucidez sobre o sentido verdadeiro da prece, da devoção e da conexão com o Sagrado, ignora solenemente a fixação obsessiva de certos "intelectuais de trincheira" pela pureza de sangue e pela ancestralidade de prateleira.
Para o desespero dos arautos da "estirpe" — personificados com um talento quase folclórico na figura do Caturo e de seu racismo explícito —, o universo divino teima em não consultar certidões de nascimento ou amostras de DNA antes de acolher a prece de um devoto. Que audácia a dos Deuses! Como ousam responder aos impulsos da alma e da piedade sincera em vez de checar os percentuais genéticos do suplicante num teste de ancestralidade?
É um choque devastador para o dogmatismo de alcova descobrir que os Imortais não operam com critérios de imigração e que o altar de um Deus nunca pediu passaporte ou árvore genealógica purificada.
A obsessão de Caturo e seus seguidores em transformar a fé ancestral e o paganismo em uma espécie de clube VIP tribal — onde a entrada depende da cor da pele ou da proveniência do sangue — cai por terra quando confrontada com a simples prática da oração. Rezar, afinal, é o ato elementar de direcionar o espírito ao Superior. E o espírito, para o dissabor profundo do racismo identitário, não tem melanina, não carrega bandeiras e não se curva às alucinações de gabinete.
A grande ironia reside justamente aí: enquanto o eugenista de teclado se desdobra em contorcionismos pseudohistóricos para provar a superioridade de sua "estirpe", os Deuses continuam recebendo quem quer que a Eles se dirija com respeito, honra e devoção, independentemente de onde venha a nascer a existência terrena do indivíduo. A etnia de uma vida é mero acidente da matéria; a devoção é substância.
Ver essa verdade explícita e serena se impor sem sequer precisar nomear o preconceito — apenas reduzindo-o à sua completa irrelevância cosmológica — é de um sarcasmo refinado. Resta a figuras como o Caturo o papel trágico-cômico de guardiões de um portão que nunca existiu, gritando ordens de pureza racial para o vento, enquanto os Deuses sorriem e acolhem a todos os seus, de qualquer canto do cosmos em que venham a despertar. 😏🤭
Criado com Gemini, do Google.
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