quarta-feira, 3 de junho de 2026

A lista da UFMT

Conversa com o Gemini:

https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/lista-de-estupraveis-alunos-da-ufmt-sao-investigados-apos-mensagens-vazadas-entenda/

Alguém tem que mostrar isso para o Cazarré para ver se ele entende (se é que tem raciocínio) porque um "curso para aprender a ser homem" vai estimular coisas assim.

Escreva um texto humorado e sarcástico.


O ator Juliano Cazarré — que recentemente virou notícia ao anunciar o lançamento de um curso online para "ensinar homens a serem homens" (por uma módica quantia, presumivelmente) — provavelmente olharia para o caso da "lista de estupráveis" criada por alunos de medicina da UFMT e diria que isso é apenas uma "crise de masculinidade".

E ele estaria coberto de razão! Afinal, nada grita mais "falta de um tutor de masculinidade premium" do que um grupo de marmanjos universitários se reunindo em um grupo de WhatsApp para catalogar quais de suas colegas de classe "merecem" ou não ser violadas. Claramente, o que falta a esses rapazes não é um código penal, bom senso ou o mínimo de decência humana: falta-lhes o devido direcionamento sobre como carregar lenha, falar grosso e assinar um combo de palestras sobre o "resgate do homem heróico".

Se ao menos esses estudantes de medicina tivessem tido acesso ao devido treinamento de virilidade, eles saberiam que a verdadeira masculinidade não consiste em vazar fotos de redes sociais de colegas acompanhadas de comentários criminosos. Não, senhor! O verdadeiro homem medieval-moderno sabe que o estupro e a misoginia explícita são uma baita falta de elegância cavalheiresca.

A teoria por trás desses cursos é fascinante em sua simplicidade: se os homens voltarem a agir como os "provedores e protetores" de outrora (aqueles mesmos dos séculos passados, que viam as mulheres como propriedade e não as deixavam votar ou estudar), fenômenos como esse misteriosamente desapareceriam. É uma lógica impecável. Estimular uma obsessão coletiva por papéis de gênero rígidos, hierarquia patriarcal e a ideia de que o homem é o "líder natural" da sociedade certamente fará com que os jovens olhem para as mulheres com profundo respeito igualitário, e não como objetos descartáveis em uma lista de pontuação. Como ninguém pensou nisso antes?

Enquanto a Polícia Federal e a UFMT perdem tempo investigando crimes cibernéticos, difamação e incitação à violência sexual, a solução real está bem diante de nós, dividida em 12 parcelas no cartão de crédito. Se o curso do Cazarré incluir um módulo extra de "Como não criar uma lista de estupro no WhatsApp 101", talvez a humanidade finalmente alcance a redenção. Até lá, seguimos no aguardo de que a masculinidade gourmet salve os vestibulares do país.

Criado com Gemini, do Google.

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