sexta-feira, 13 de julho de 2007

Eu não sirvo fast-food

Quando uma pessoa fica cansada da mesmice e não agüenta mais a carolice dos padres, procura por alternativas.
Nós estamos numa época em que, pro bem ou pro mal, nos deparamos com múltiplas escolhas de religiões (no que eu incluo o ateísmo e seu fundamentalismo religioso em torno da Ciência).
Quando o mundo estava pronto, apareceram as alternativas. Isto começou na década de 60, com a chamada onda New Age. Hoje, temos várias páginas e listas disponíveis na Internet, revistas e livros sobre bruxaria e Wicca.
Para um curioso ou interessado em seguir o caminho dos bosques sagrados, tudo parece confuso e contraditório.
A Wicca e a bruxaria não é uma loja de conveniências, nem um drive thru de um Mac Donald's, onde você entra, pede um kit ou faz seu próprio combo, devora tudo sem sentir o gosto (o que, diga-se de passagem, não tem, já que os sabores são todos artificiais), sai satisfeito e paga a conta.
Aprenda, meu caro visitante: somente pode ser um bruxo ou Wiccan quem é treinado, iniciado ou é filho de um bruxo/Wiccan. Não entre em furadas, não vá atrás de gente que diz em auto-iniciação, que o que vale é a intenção e que por uma módica quantia te ensina TUDO de bruxaria e Wicca.
Caso o ilustre visitante tenha entrado aqui com a intenção de copiar alguma receita ou de se apropriar de minhas palavras para distorcê-las, eu sinto muito, mas eu não sirvo fast-food.

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