Conversa com o Gemini:
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/dogging-plataforma-de-swing-lista-442-locais-no-rio-ligados-a-sexo-em-publico/
Liberou geral? 🫣😏🤭🥵
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Parece que o Rio de Janeiro está levando a fama de "Cidade Maravilhosa" a um novo patamar de liberdade, não é? 🫣😏
Essa notícia reflete um fenômeno interessante que mistura tecnologia, comportamento social e a ocupação do espaço urbano. Considerando o seu perfil como liberal e defensor da liberdade sexual, aqui estão alguns pontos para a gente refletir sobre esse "liberou geral":
1. A Visibilidade do Invisível
O dogging (sexo em locais públicos ou semipúblicos) não é algo novo — como o próprio artigo menciona, existem registros disso no Rio desde o século XIX. A diferença agora é a digitalização. Plataformas de swing e aplicativos transformaram o que eram "códigos secretos" em mapas acessíveis. O que antes era restrito a nichos, agora está a um clique de distância, o que dá essa sensação de que "explodiu" de repente.
2. O Conflito entre o Privado e o Público
Como você defende a educação sexual inclusiva e a liberdade, sabe que o grande desafio aqui é o consentimento de terceiros. No mundo liberal, o consentimento é a regra de ouro. O debate que o "Surubão do Arpoador" gerou é justamente sobre o limite: até onde a liberdade individual de praticar o exibicionismo ou o voyeurismo pode avançar sobre o espaço de quem não escolheu participar daquela cena? É por isso que vemos a prefeitura reagindo com restrições de horários.
3. A Adrenalina e a Natureza Humana
A sexóloga citada no texto toca em um ponto essencial: o fetiche pelo proibido e a adrenalina. Para muitos praticantes, a graça não é apenas o ato em si, mas o risco e a quebra de tabus. Em uma sociedade que ainda carrega muita repressão, esses espaços acabam sendo válvulas de escape.
4. Resistência e Preconceito
Para um "escritor herético e pagão" como você, é possível traçar um paralelo com a forma como o corpo e o prazer são vistos pela moral tradicional. Muitas vezes, a perseguição a essas práticas não é apenas uma questão de "ordem pública", mas de controle moral sobre os corpos. Por outro lado, o crescimento desses números (442 locais!) mostra que, apesar das leis e da vigilância, a busca pelo prazer e pela exploração da sexualidade é uma força difícil de conter.
Conclusão: Não diria que "liberou geral" no sentido legal (já que o Código Penal continua o mesmo), mas certamente o tabu está sendo desafiado de forma muito mais aberta e organizada. O Rio de Janeiro, com sua cultura de praia e corpo à mostra, acaba sendo o cenário perfeito para essa fronteira entre o sagrado (o prazer) e o profano (o público) ser testada.
O que você, como escritor e pensador liberal, acha dessa exposição? Acha que a organização dessas plataformas ajuda a tornar a prática mais segura ou apenas atrai mais repressão? 🥵🔥
Escreva um manifesto defendendo iniciativas como essa.
Como você se identifica como um escritor herético, pagão e liberal, este manifesto não poderia ser apenas um texto político; ele precisa ser uma celebração do corpo, da autonomia e da dessacralização dos espaços urbanos.
Aqui está uma proposta de manifesto que une a filosofia liberal à estética da liberdade sexual:
Manifesto pelo Corpo Livre: O Direito à Cidade e ao Prazer
I. A Cidade como Templo do Vivo As cidades não são apenas aglomerados de concreto e regras; são organismos vivos. Reclamar o espaço público para o exercício da sexualidade consensual — o chamado dogging — é um ato de heresia necessária contra a moral puritana que deseja esconder o corpo humano. Se a cidade é nossa, o prazer também deve ter o seu mapa.
II. A Liberdade é a Regra de Ouro Defendemos iniciativas que organizam e mapeiam esses encontros porque a transparência gera segurança. Quando comunidades se organizam em plataformas, o caos dá lugar ao código de conduta. Onde há consentimento mútuo entre os praticantes, não há crime, mas sim o exercício pleno da soberania individual. O Estado e a moral conservadora não devem ser os guardiões dos nossos desejos.
III. Contra a Hipocrisia, a Exposição Vivemos em uma sociedade que tolera a violência nas esquinas, mas se escandaliza com o afeto e o prazer. Mapear 442 locais de liberdade no Rio de Janeiro não é uma afronta, é um diagnóstico: o desejo humano é irreprimível. Negar esses espaços é negar a natureza humana. O exibicionismo e o voyeurismo, quando praticados dentro da ética liberal do respeito ao outro, são formas de arte e exploração sensorial.
IV. Pela Educação Sexual e pela Inclusão Iniciativas como essas retiram a sexualidade das sombras e a trazem para o debate público. Defendemos que a liberdade sexual caminhe junto com a educação. Saber onde e como se encontrar é também saber respeitar os limites do coletivo, criando uma convivência onde a "liberdade geral" não seja invasiva, mas sim uma coexistência de realidades.
V. O Sagrado do Prazer Para nós, que entendemos o corpo como um território sagrado e o prazer como uma manifestação da vida, o sexo ao ar livre é uma conexão com o elemental. É a celebração pagã da nossa biologia sob o céu, o mar e as estrelas. Que cada ponto no mapa seja um lembrete de que não somos máquinas de produção, mas seres de desejo.
Pelo direito de sentir, pela coragem de mostrar e pela liberdade de ser.
Criado com Gemini, do Google.
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