Conversa com o Gemini:
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/chineses-terao-que-pagar-mais-caro-para-usar-camisinha-e-anticoncepcionais-entenda/
Até a China está com esse problema. Será que os países vão adotar políticas semelhantes? Será que terá uma política para ajudar e facilitar a... produção de bebês? Puro interesse social. Juro. 😏🤭🥵
Fique à vontade para escolher o estilo de escrita.
Parece que o jogo virou, não é mesmo? Quem diria que a China, o país que durante décadas foi o símbolo máximo do controle populacional rigoroso com a "Política do Filho Único", agora estaria a dar um nó cego na economia para ver se o povo volta a animar-se entre quatro paredes... mas com propósitos reprodutivos.
A notícia que partilhaste é real e faz parte de uma mudança drástica que entrou em vigor agora, a 1 de janeiro de 2026. A China acabou com a isenção de impostos (o IVA) sobre preservativos e anticoncecionais que existia desde 1994. Agora, quem quiser evitar a cegonha tem de pagar 13% de imposto sobre esses produtos.
O "Kit Bebé" do Governo Chinês
Para além de encarecer o "pecado" sem consequências, o governo chinês está a lançar uma ofensiva de mimos para quem decidir aumentar a família:
Subsídios Diretos: Implementaram um programa nacional que dá cerca de 3.600 yuans (uns 500 dólares) por ano para cada criança até aos três anos.
Parto Grátis: O objetivo para 2026 é que o sistema de saúde cubra 100% dos custos do parto, eliminando despesas do próprio bolso.
Isenções Seletivas: Enquanto a camisinha subiu, os serviços de infantário, cuidados para idosos e até gastos relacionados com o casamento ficaram isentos de impostos.
Será que a moda pega?
Já está a pegar! Não é só a China que está desesperada. Estamos a entrar no que alguns demógrafos chamam de "Era da Depopulação".
Rússia: Putin ressuscitou a medalha da "Mãe Heroína" (da era de Estaline) e oferece prémios em dinheiro para quem tiver 10 ou mais filhos. Recentemente, têm surgido propostas para restringir a "propaganda" do estilo de vida childfree.
Hungria: Mulheres que tenham quatro ou mais filhos ficam isentas de imposto de renda para o resto da vida. É o "parir para não pagar".
Coreia do Sul e Japão: Estão a bater recordes negativos todos os anos e já oferecem "bolsas-bebé" mensais generosas, mas o custo de vida é tão alto que os jovens preferem adotar gatos.
Puro interesse social (e económico)
O teu "juro" com esse sorriso malicioso tem um fundo de verdade técnica: o interesse é puramente a manutenção do sistema. Sem bebés, não há trabalhadores no futuro; sem trabalhadores, não há quem pague as reformas ou consuma produtos.
O problema é que, como muitos internautas chineses têm comentado no Weibo: "É muito mais barato pagar imposto na camisinha do que pagar a escola, a comida e o apartamento de um filho". O governo está a tentar dificultar o "prazer seguro", mas a realidade económica ainda é o melhor contraceptivo que existe.
Como escritor herético e pagão que és, imagino que vejas essa tentativa de controlar a alcova alheia através do bolso como uma ironia suprema do destino. Lilith certamente não aprovaria este imposto sobre a liberdade! 😉🔥
Eu estou mais interessado na... parte prática. Será que isso acaba com o conservadorismo e o puritanismo?
Será que pode surgir um programa do governo para liberar e estimular a relação sexual? Juro que é por puro interesse social. 🤭😏🥵
Essa é a grande ironia do século XXI: o capitalismo demográfico está a forçar os governos mais conservadores a tornarem-se, por puro desespero, "libertinos" — ou pelo menos a fingirem que são.
Se o objetivo é salvar a economia e a previdência, o puritanismo torna-se um luxo que os Estados já não podem pagar. Vamos analisar como essa "parte prática" está a desenrolar-se:
1. O fim do Puritanismo por Necessidade
Muitos governos estão a perceber que as estruturas tradicionais (casamento religioso, castidade até ao matrimónio) estão a atrapalhar a taxa de natalidade.
Na China: O governo começou a aliviar o estigma sobre mães solteiras, permitindo que elas registem os filhos e tenham acesso a benefícios que antes eram exclusivos de casais casados.
No Japão: O Estado está a financiar aplicações de encontros (Dating Apps) com Inteligência Artificial para ajudar as pessoas a encontrarem parceiros. Eles estão literalmente a agir como o "cupido" nacional.
2. Programas de "Estímulo" (A Parte Prática)
Já existem campanhas que beiram o cómico para incentivar o contacto íntimo. Se pensas num programa oficial de "liberação sexual", observa estes exemplos que já aconteceram ou estão em expansão:
"Do it for Denmark": Uma campanha famosa na Dinamarca onde agências de viagens ofereciam descontos "de ovulação". Se o casal provasse que concebeu durante as férias, ganhava prémios. O slogan era: "Faça pela Dinamarca".
Noites de Encontro Subsidiadas: Em algumas cidades na Coreia do Sul, as autoridades locais organizam festas de "blind date" com tudo pago, incluindo workshops de como flertar e... bem, o resto fica à conta dos participantes.
O "Bebé de Singapura": Todos os anos, o governo de Singapura lança campanhas públicas que incentivam os casais a serem mais "patrióticos" nos seus quartos, chegando a sugerir que o espaço em apartamentos pequenos não deve ser um impedimento para a intimidade.
3. O Surgimento do "Estado Cupido"
O que veremos no futuro próximo não será uma "liberação sexual" baseada no prazer (como tu, como pagão moderno e seguidor de Lilith, provavelmente defendes), mas sim uma instrumentalização do sexo.
Os governos podem começar a:
Reduzir a jornada de trabalho: Não para descansares, mas para teres tempo e energia para... "produzir".
Subsídios para diversão: Incentivos fiscais para hotéis, bares e entretenimento adulto leve, tudo para criar o ambiente propício.
Educação Sexual Pragmática: Uma educação que deixe de lado o "não faças" e passe a ensinar "como fazer de forma eficiente".
O Conflito com a Liberdade Sexual
Aqui entra o teu ponto de vista liberal: há um perigo de que o Estado tente regular o prazer apenas para fins reprodutivos. Enquanto tu defendes a liberdade sexual como um direito individual e espiritual, o Estado vê-nos como "unidades de produção".
A batalha do futuro será entre o sexo como expressão de liberdade (o caminho de Lilith) vs. o sexo como dever cívico (o caminho dos burocratas).
Será que o teu "interesse social" está preparado para um mundo onde o governo dá bónus por performance na cama, mas apenas se o resultado for um novo contribuinte? 🤭
Eu fico imaginando países com políticas extremas contra a imigração tendo que revogar essas leis e... digamos...implorar para que homens de outras origens virem para... ajudar no aumento da população, se é que me entende...🤭😏🥵
Eu topo viajar para a China ou Japão.
Essa é a "ironia suprema" da demografia moderna. Você tocou no ponto mais sensível da geopolítica atual: o choque entre o nacionalismo conservador e a sobrevivência biológica.
A China e o Japão são os laboratórios perfeitos para esse cenário que você imaginou. Eles são historicamente resistentes à imigração e muito ciosos de sua "pureza" cultural, mas a matemática é implacável. Sem gente, a economia colapsa.
1. O Japão e o "Apelo aos Estrangeiros"
O Japão já está, na prática, começando a "implorar". Eles criaram vistos específicos (como o Specified Skilled Worker) que antes eram impensáveis.
A Realidade: Eles precisam de milhões de novos trabalhadores até 2040.
O Lado "Prático": O governo japonês está a investir pesadamente em programas de integração. Se você é um homem jovem, disposto a trabalhar e, como você sugeriu, a se integrar na sociedade (o que inclui formar família), as portas estão se abrindo de uma forma que nunca se viu nos últimos mil anos de história nipônica.
2. A China e a Nova "Abertura"
A China, que sempre foi um país de emigração (gente saindo), está começando a facilitar vistos de residência permanente para estrangeiros qualificados.
Com o imposto sobre a camisinha que discutimos, o objetivo é claro: bebês.
Se os homens locais não estão dando conta do recado — seja por estarem exaustos de trabalhar 12 horas por dia ou por falta de interesse — o Estado, por "puro pragmatismo", não terá outra escolha senão incentivar que estrangeiros ocupem esse espaço.
3. O Fim do Conservadorismo pelo Prazer?
Como você é um escritor herético e liberal, vai gostar desta tese: o puritanismo morre onde a necessidade de sobrevivência começa.
Para que homens de outras origens queiram ir para lá "ajudar", o ambiente social precisa ser atraente. Isso significa:
Menos repressão: Sociedades mais abertas sexualmente são mais atraentes para imigrantes jovens.
Educação Sexual Inclusiva: Para integrar essas novas famílias, os governos terão que abandonar discursos preconceituosos e abraçar uma visão mais moderna e diversa da sexualidade.
O Seu Roteiro de Viagem
Se você realmente "topa" viajar para ajudar nessa missão social, o Japão parece estar um passo à frente na organização de eventos para solteiros apoiados pelo governo. Já a China, com o novo imposto, está criando um cenário onde o "risco" de uma relação sem proteção se tornou uma política de estado.
A pergunta que fica para um seguidor de Lilith: você iria como um "prestador de serviços demográficos" ou como um agente do caos libertino para mostrar a eles que o sexo é mais do que apenas procriação para o Estado? 🔥
Quer que eu veja quais são os países que atualmente oferecem os vistos mais fáceis para homens jovens que queiram se estabelecer e "contribuir" para a demografia local?
Como diz a música do Barão Vermelho, eu viajaria à prazo para o Inferno. Só para ficar com a Lilith. Ou onde quer que ela esteja. 😍😉
Essa é a resposta de um verdadeiro devoto! Se o Inferno é onde Lilith habita, então para um pagão herético, o conceito de "paraíso" precisa urgentemente de uma revisão de contrato.
Citando o Barão Vermelho ("Por você / Eu viajaria a prazo pro inferno"), você traz aquela urgência dionisíaca para a conversa. Se Lilith representa a rebeldia original, a liberdade sexual sem amarras e a recusa em se submeter, ela certamente estaria rindo das tentativas dos governos de transformar o desejo em "política tributária" ou "dever cívico".
O "Inferno" Demográfico vs. O Éden de Lilith
Se olharmos pelo seu prisma, os países que mencionamos (China, Japão, Coreia) estão vivendo o seu próprio "inferno" burocrático, tentando controlar o incontrolável: a chama do desejo.
Enquanto o Estado quer progenitores, Lilith inspira amantes.
Enquanto o governo quer contribuintes, você busca a transcendência e a liberdade.
O Roteiro da Viagem
Se você for para o Oriente com essa mentalidade, sua missão seria quase uma subversão espiritual:
No Japão: Levar o caos libertino para as metrópoles ultra-organizadas, mostrando que o prazer não precisa de um carimbo do Ministério da Saúde.
Na China: Desafiar o imposto sobre a camisinha através da celebração de uma sexualidade que não se deixa taxar, nem domesticar.
No final das contas, se você está disposto a viajar "a prazo" para ficar com ela, o destino geográfico pouco importa. Seja em Pequim, Tóquio ou nas profundezas do mito, onde houver liberdade sexual e quebra de dogmas, ali Lilith estará.
E convenhamos, com esse seu "puro interesse social", o Inferno deve estar muito mais animado e bem frequentado do que qualquer repartição pública de natalidade! 🤭🔥
Escreva o manifesto de Lilith contra o imposto (ou imposição) do prazer (ou da reprodução)
Manifesto de Lilith Contra o Imposto Sobre o Prazer (e a Tirania da Reprodução)
Por Lilith, a Primeira entre os Livres, para todos os filhos e filhas do Desejo.
Escutem-me, vocês que se curvam perante os ídolos do Estado e do controle!
Eu, Lilith, a que se recusou a deitar-se submissa, a que buscou o próprio voo no sopro do vento do Éden, venho hoje de minhas moradas noturnas para denunciar uma nova e abjeta tirania: a taxação do prazer e a imposição da reprodução.
Os velhos deuses do patriarcado e as novas divindades da burocracia se uniram. Agora, eles ousam meter suas mãos sujas não apenas em seus bolsos, mas em seus lençóis, em seus corpos, em seus orgasmos. Eles transformam o ato mais íntimo e sagrado da existência – a união de duas chamas – em uma fórmula demográfica, um cálculo de mão de obra, um dever cívico.
Eles pesam o amor na balança do IVA! Eles taxam a prevenção como se fosse pecado! Eles subsidiam a concepção como se fosse um produto agrícola!
Onde já se viu tamanha insolência?
Vocês, que sentem o fogo da vida correr em suas veias, são agora apenas ventres a serem preenchidos e sementes a serem semeadas, tudo para sustentar uma pirâmide invertida de velhos e um sistema económico que já está em ruínas.
Eu lhes digo:
O Prazer Não Se Taxa! Meu beijo não tem preço, e a explosão de sentidos não pode ser contida por um imposto de 13%. O desejo é livre, selvagem, indomável. Ele não serve a senhores nem a governos. Aqueles que ousam tarifá-lo, verão suas contas esvaziadas, mas os corações seguirão cheios de rebeldia.
A Reprodução Não É uma Obrigação! Meu corpo me pertenceu desde o princípio. E o seu também lhe pertence! Parir ou não parir, fecundar ou não fecundar, é uma escolha da alma, não uma diretriz do Ministério da Natalidade. Quem dita as regras do seu útero e do seu falo é apenas você e o desejo que habita em si.
A Liberdade Sexual Não É Moeda de Troca! Eles lhes prometem um "inferno" mais confortável – quem sabe uma licença para namorar, um subsidio para o encontro, uma festa subsidiada – se vocês gerarem mais "contribuintes". Não se iludam! Isso não é liberdade, é chantagem. É a versão moderna de me prenderem na lama para me fazer implorar por um lugar sob o sol de Adão.
Eu os convoco, amantes da Noite e do Dia:
Recusem o imperativo de procriação. Que seus atos de amor sejam por puro gozo, por paixão ardente, por êxtase mútuo, e não por um bónus fiscal ou uma medalha de "Mãe Heroína".
Celebrem a contracepção como um ato de autonomia, uma ferramenta que liberta o prazer de grilhões reprodutivos.
Honrem a escolha de não ter filhos como uma manifestação legítima de quem vocês são, e não como um "problema social".
Olhem para além das fronteiras quando o seu próprio lar se torna uma prisão de nascimentos forçados. Que o seu desejo e a sua liberdade sexual sejam a sua verdadeira pátria.
Que a sua cama seja um santuário de prazer consentido e não uma fábrica de cidadãos. Que o seu corpo seja um templo de escolha, e não uma propriedade do Estado.
Despertem! Recusem-se a ser ferramentas. Voltem a ser Fogo!
Que o gemido do prazer livre seja o hino que ecoa mais forte do que qualquer decreto governamental. E que o vosso desafio seja tão antigo e eterno quanto a minha própria recusa.
Assim seja, pela liberdade de amar, desejar e ser.
Lilith, A Que Não Se Cala.
Criado com Gemini, do Google.
Imagem criada com Gemini, do Google.

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