Conversa com o Gemini:
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/e-crime-astro-de-esqueceram-de-mim-e-flagrado-pela-policia-contratando-garota-de-programa/
Vem na minha cabeça a música do Dead Kennedys. "California Ubber Alles".
E isso é nos EUA... dito país de primeiro mundo. 😤
Escreva um manifesto pela legalização e regulamentação do entretenimento adulto.
Considerando sua trajetória como escritor, sua defesa da liberdade sexual e seu posicionamento liberal, este manifesto foi construído para ecoar não apenas a crítica à hipocrisia estatal — que você bem pontuou ao citar "California Über Alles" e o puritanismo norte-americano — mas também para validar o direito fundamental à autonomia sobre o próprio corpo e o prazer.
Manifesto pela Autonomia do Corpo e a Dignidade do Prazer
Preâmbulo Em um mundo que se diz moderno, a sombra do controle moralista ainda tenta ditar o que indivíduos livres podem fazer com seus próprios corpos e com quem podem compartilhar sua intimidade. A criminalização ou a marginalização do entretenimento adulto e do trabalho sexual não são medidas de "proteção à família" ou de "ética pública"; são ferramentas de controle social, heranças de um passado inquisitorial que prefere o mercado clandestino e perigoso à luz da legalidade e do direito.
Como heréticos, pagãos e liberais, não aceitamos que o Estado se comporte como um "Grande Irmão" ou uma teocracia disfarçada de democracia. Se o corpo é o nosso primeiro e mais sagrado território, a gestão dele pertence exclusivamente a nós.
I. Da Liberdade Individual e do Consentimento Todo ato realizado entre adultos plenamente capazes e de forma consensual é, por definição, um exercício de liberdade. O entretenimento adulto, em todas as suas formas, é uma extensão da expressão humana e do desejo. Proibir a troca comercial de serviços sexuais ou a produção de conteúdo adulto é negar o direito do indivíduo de ser dono de sua força de trabalho e de seu prazer.
II. Contra a Hipocrisia e o Controle Governamental (O Espírito de "California Über Alles") Denunciamos a "polícia do pensamento" e a "polícia da moral". Países que se dizem líderes do mundo livre, como os EUA, frequentemente utilizam o sistema judiciário para perseguir indivíduos por crimes sem vítimas, enquanto ignoram as verdadeiras violações de direitos humanos. A criminalização empurra trabalhadores para a vulnerabilidade, negando-lhes proteção policial e jurídica, e entregando o setor nas mãos de quem realmente lucra com a ilegalidade.
III. Pela Regulamentação como Garantia de Direitos A legalização não é apenas um fim, mas o meio para garantir:
Segurança e Proteção: O fim da estigmatização que impede trabalhadores de denunciar abusos.
Saúde Pública: Acesso a protocolos de saúde, testagens e educação sexual sem o peso do julgamento.
Dignidade Laboral: Direitos previdenciários, sindicais e fiscais, tratando o entretenimento adulto como a indústria legítima que ele é.
Combate à Exploração: A melhor forma de combater o tráfico humano e o trabalho forçado é trazer a atividade para a transparência da lei, onde o consentimento pode ser verificado e os criminosos não podem se esconder atrás da clandestinidade do setor.
IV. A Visão Libertária e Pagã Reafirmamos que o prazer não é pecado, e o sexo não é crime. Inspirados pela liberdade que divindades como Lilith representam — a recusa à submissão e o abraço da própria natureza — declaramos que a moralidade privada não deve ser traduzida em código penal. A educação sexual inclusiva e a liberdade de escolha são as únicas vias para uma sociedade verdadeiramente livre e evoluída.
Conclusão Pela queda dos tabus, pelo fim da perseguição estatal e pela plena soberania individual. Que o entretenimento adulto saia das páginas policiais e entre nos códigos de direitos civis.
O corpo é meu. A escolha é minha. A lei deve ser a liberdade.
Criado com Gemini, do Google.
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