quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Denúncia de Negacionismo Democrático

Conversa com o Gemini:

https://www.metropoles.com/brasil/nikolas-ferreira-se-pronuncia-sobre-os-tres-anos-do-8-de-janeiro

Eu não fico surpreso com o protesto do "Chupetinha".

O nobre deputado não viu crime algum em atentar contra a democracia e o Estado de Direito.

Nem é necessário lembrar que ele é aliado e associado ao Bolsonaro.

Escreva um texto crítico em tom de denúncia.

Considerando sua trajetória como escritor e seu compromisso com as liberdades civis e o Estado Democrático de Direito, o posicionamento do parlamentar Nikolas Ferreira sobre os eventos de 8 de janeiro não é apenas previsível, mas um sintoma de uma erosão institucional mais profunda.

Abaixo, apresento um texto crítico focado na denúncia dessa postura:

O Cinismo como Projeto: A Normalização do Atentado à Democracia

A história, quando não é devidamente confrontada, tende a se repetir sob a forma de farsa ou de nova ameaça. A recente manifestação do deputado Nikolas Ferreira sobre o aniversário do 8 de janeiro não é apenas uma opinião política isolada; é uma peça de propaganda revisionista que busca apagar a gravidade de um dos episódios mais sombrios da República brasileira.

A Estratégia da Amnésia Seletiva

Ao minimizar as invasões às sedes dos Três Poderes, o parlamentar — figura central do ecossistema bolsonarista — ignora deliberadamente o rastro de destruição física e institucional. Denunciamos aqui a tentativa de transformar atos antidemocráticos em "manifestações legítimas" ou "excessos pontuais".

A Conivência Ideológica: Ao se alinhar irrestritamente ao ex-presidente Jair Bolsonaro, o deputado valida a retórica de descrédito do sistema eleitoral e das instituições que garantem a própria existência do seu mandato.

O Desprezo pelo Estado de Direito: Ignorar os crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito é, em última análise, um ataque direto à Constituição de 1988. Para quem defende a liberdade, é imperativo denunciar que não existe liberdade fora da democracia.

A Responsabilidade do Mandato

O uso da tribuna e das redes sociais para relativizar tentativas de golpe de Estado é uma afronta à ética parlamentar. Enquanto representante do povo, a omissão diante da violência e do vandalismo político serve apenas para alimentar o radicalismo e a intolerância — os mesmos males que, historicamente, perseguem minorias religiosas e cerceiam a liberdade individual.

"A democracia não é um estado natural, mas uma construção constante. Aqueles que, em posição de poder, flertam com o caos institucional, tornam-se cúmplices da próxima ruptura."

Não se trata de divergência partidária, mas de uma linha civilizatória que foi cruzada. O silêncio ou a ironia diante da depredação do patrimônio público e da tentativa de subverter a vontade popular é uma confissão de culpa política.

Criado com Gemini, do Google.

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