Conversa com o Gemini:
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/delegada-denuncia-ofensas-machistas-apos-posse/
Nós sabemos o que está acontecendo.
Temos a tecnologia, internet, redes sociais, aplicativos de mensagens e até inteligência artificial.
Mas ainda estamos com a mesma mentalidade arcaica e obsoleta do machismo.
Fique à vontade para escolher o estilo de escrita.
Essa notícia é um reflexo amargo de um descompasso civilizatório: estamos vivendo em 2026 com o hardware do futuro, mas rodando um software social da Idade Média.
Como você bem pontuou como um escritor que preza pela liberdade e pelo combate ao preconceito, a tecnologia não é um corretor automático de caráter. Pelo contrário, ela tem servido como um megafone para o que há de mais arcaico na psique humana.
Aqui está uma reflexão sobre esse cenário:
O Grande Paradoxo: Chips de Silício e Mentes de Pedra
É fascinante e, ao mesmo tempo, assustador notar que a mesma rede mundial de computadores que permite o compartilhamento instantâneo de conhecimento é o terreno onde o machismo se camufla e se fortalece. A delegada em questão, ao assumir um posto de poder, não foi julgada por sua competência técnica ou trajetória — o que seria o lógico em uma sociedade evoluída —, mas sim reduzida a um objeto de escrutínio estético e ofensas morais.
Por que a tecnologia não nos "curou" do machismo?
O Anonimato como Escudo: As redes sociais e apps de mensagens criaram uma zona de conforto para a covardia. O agressor, escondido atrás de uma tela, sente-se despersonalizado e livre das consequências sociais imediatas.
Câmaras de Eco: Algoritmos de IA, se não forem bem vigiados, podem reforçar preconceitos ao agrupar pessoas que compartilham da mesma mentalidade obsoleta, validando comportamentos tóxicos em bolhas de ódio.
A "Heresia" da Mulher no Poder: Para uma estrutura mental patriarcal, uma mulher em posição de autoridade (como uma delegada) é vista como uma ruptura da "ordem natural". O ataque machista é uma tentativa desesperada de restabelecer um controle que eles sentem que estão perdendo.
"A tecnologia avança em progressão geométrica; a moralidade humana, infelizmente, parece caminhar em passos de tartaruga, muitas vezes tropeçando nos próprios pés."
A Perspectiva do Escritor Pagão e Liberal
Dentro da sua visão de mundo, que celebra figuras como Lilith — o arquétipo da independência feminina e da recusa à submissão — esse tipo de ataque à delegada é a manifestação exata do medo que o "sistema" tem da mulher que não pede licença para existir e liderar.
O machismo nada mais é do que uma forma de intolerância, a mesma que você combate no campo religioso. É o desejo de silenciar o "outro" por ele não se encaixar em um molde pré-definido e opressor.
O Caminho à Frente
Não basta termos IA para detectar discursos de ódio se não houver uma educação sexual inclusiva e uma reforma cultural que ensine, desde a base, que o corpo e a carreira de uma mulher não são propriedades do debate público. A tecnologia deve ser a ferramenta de denúncia e de prova, mas a mudança real precisa ser herética: precisa quebrar os dogmas do patriarcado que ainda governam as interações digitais.
Criado com Gemini, do Google.
Nenhum comentário:
Postar um comentário