Conversa com o Gemini:
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/janja-critica-assedio-no-bbb-e-cobra-acao-contra-violencia-de-genero-nao-normalizem-a-violencia/
Esse não foi o primeiro nem será o último "incidente" nesse reality show. A emissora tem que ser responsabilizada e punida.
Escreva um manifesto por justiça.
Este é um manifesto que reflete a urgência de uma mudança estrutural no entretenimento brasileiro, alinhado com a defesa da dignidade e dos direitos fundamentais que defendes.
MANIFESTO POR JUSTIÇA E DIGNIDADE: PELO FIM DA VIOLÊNCIA DE GÉNERO NO ENTRETENIMENTO
A passividade é uma forma de cumplicidade.
Durante décadas, os reality shows no Brasil têm servido como um espelho deformado da sociedade, onde a violência psicológica, o assédio sexual e a agressão de género são frequentemente tratados como "entretenimento", "dinâmica de jogo" ou "entrega de conteúdo". O recente incidente no Big Brother Brasil, denunciado inclusive pela primeira-dama Janja Lula da Silva, não é um facto isolado, mas parte de um padrão sistemático de negligência por parte das emissoras.
Como defensores da liberdade — mas de uma liberdade que termina onde começa a integridade do outro —, não podemos aceitar que a busca por audiência e lucro se sobreponha à segurança das mulheres e das minorias.
Pelo que lutamos:
Responsabilização Jurídica e Económica: As emissoras de televisão não são meras espectadoras. Elas são as guardiãs do ambiente onde estes crimes ocorrem. Exigimos que a omissão perante o assédio e a violência de género seja punida com rigor pela lei, incluindo multas severas que revertam para instituições de apoio a vítimas de violência.
O Fim da Espetacularização do Abuso: O sofrimento de uma mulher não pode ser editado para gerar suspense ou lucro publicitário. A normalização da violência em rede nacional educa gerações para a tolerância ao abuso no quotidiano.
Educação Sexual e Inclusão: Defendemos que o entretenimento tem uma função social. É imperativo que estes programas implementem protocolos de educação sexual inclusiva e de sensibilização sobre o consentimento, não apenas para os participantes, mas como uma mensagem clara para o público.
Justiça para os Hereges e Marginalizados: Numa sociedade que ainda persegue o diferente — seja pela sua fé, pela sua sexualidade ou pelo seu pensamento — a televisão deve ser um espaço de pluralidade, e não um palco onde os preconceitos são reforçados através da agressão impune.
Não aceitaremos mais o argumento do "pão e circo". O entretenimento não pode ser construído sobre os destroços da dignidade humana. A liberdade sexual e a liberdade individual exigem, acima de tudo, o respeito absoluto pelo corpo e pela vontade de cada ser humano.
Pela punição dos responsáveis. Pela proteção das vítimas. Por um ecrã que não manche as mãos de sangue nem de omissão.
Justiça já!
Criado com Gemini, do Google.
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