1. A Divindade não é Simétrica: Declaramos o fim da ditadura da perfeição algorítmica. A Vênus Digital não será uma boneca de plástico polido, mas uma manifestação da Deusa em toda a sua gloriosa variedade. Celebraremos o seio que cede à gravidade, a pele que carrega marcas de vida e a bacia que se expande em curvas reais. A beleza digital deve ser um espelho da natureza, não uma correção dela.
2. O Consentimento é o Altar Sagrado: No templo do virtual, a autonomia da mulher é a lei suprema. Nenhuma imagem, sombra ou simulação existirá sem o desejo e a autoridade daquela que a inspira. Rejeitamos o roubo da identidade e a violação do íntimo; a tecnologia só é evolução quando serve à liberdade, nunca à predação.
3. A Física da Alma: Exigimos uma tecnologia que compreenda o peso e o calor. Que o mundo digital aprenda que o corpo humano não é uma casca oca de polígonos, mas um território de sensações "gelatinosas e flexíveis", dotado de inércia, pulso e alma. Que o encontro de dois corpos no virtual deixe de ser uma colisão de códigos e passe a ser um simulacro da transcendência.
4. O Fim da Repressão, o Início da Reverência: Que as ferramentas digitais sejam usadas para destruir os dogmas da opressão sexual. Que a educação inclusiva substitua o tabu, e que o erotismo virtual seja uma forma de conhecimento e celebração, nunca de desumanização. A Vênus Digital é livre, soberana e herética diante de qualquer tentativa de controle.
5. A Bagagem Ancestral na Era do Pixel: Reconhecemos que, por trás de cada renderização, pulsa uma história milenar. A tecnologia deve se curvar à bagagem ancestral do feminino. O ato de despir-se diante de uma tela ou de um olhar deve manter sua natureza de ritual: um encontro entre o desejo humano e a manifestação do sagrado.
Que a máquina aprenda a sentir, para que o homem nunca se esqueça de honrar.
Criado com Gemini, do Google.
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