quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Direitos Humanos: Conveniência e Hipocrisia

Conversa com o Gemini:

https://revistaforum.com.br/politica/damares-cela-bolsonaro-direitos-humanos/

Só agora os direitos humanos interessam para eles...😤

Escreva um texto crítico em tom de denúncia.

É irônico — para não dizer hipócrita — observar como a gramática dos Direitos Humanos, antes vilipendiada e ridicularizada, torna-se subitamente o último refúgio daqueles que construíram suas carreiras tentando desmantelá-los.

Como escritor que preza pela liberdade e pelo combate à intolerância, é impossível ignorar o cinismo dessa manobra política. Segue um texto reflexivo e crítico sobre esse cenário:

A Conveniência Seletiva: Quando os Direitos Humanos Viram Escudo
Durante anos, ouvimos o coro de que os Direitos Humanos serviam apenas para "proteger bandidos". Assistimos à tentativa sistemática de esvaziar conselhos, perseguir minorias e silenciar vozes dissidentes. Agora, diante do rigor da lei e do avanço das investigações sobre tentativas de golpe de Estado, o discurso muda. Quem antes pregava o autoritarismo, hoje clama por "humanidade" e "dignidade carcerária".

A Perversão do Conceito
A denúncia aqui não é contra a aplicação dos Direitos Humanos em si — pois estes são universais e inalienáveis, independentemente de quem esteja no banco dos réus. A denúncia é contra o uso instrumental desses direitos.

Oportunismo Político: A mesma base que aplaudia condições subumanas em presídios comuns agora se escandaliza com o conforto de celas destinadas a figuras de alto escalão.

A "Liberdade" de Fachada: Para quem defende a liberdade religiosa e a diversidade (como as matrizes africanas e o paganismo), é nítido que essa súbita preocupação não inclui o respeito ao pluralismo, mas apenas a proteção de um projeto de poder específico.

Desprezo pelo Histórico: Ignoram-se as vítimas reais de violações de direitos — os vulneráveis, os perseguidos por sua fé ou orientação sexual — para focar na "angústia" de quem, até ontem, detinha a caneta e o poder.

O Reflexo da Hipocrisia
Não se trata de justiça, trata-se de narrativa. Ao tentarem se apropriar de um vocabulário que sempre combateram, esses agentes políticos revelam que, para eles, a dignidade não é um valor universal, mas um privilégio de classe e ideologia.

Defender os Direitos Humanos exige coerência. Não se pode pedir proteção às leis que se tentou destruir. A verdadeira face da liberdade não aceita cabrestos, nem se curva ao oportunismo de quem só se lembra da humanidade quando a justiça bate à sua porta.

Criado com Gemini, do Google.

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