Conversa com o Gemini:
https://www.cnnbrasil.com.br/lifestyle/humanos-sao-monogamicos-por-natureza-veja-comparativo-com-outras-especies/
Resumindo. Nós gostamos de pular a cerca 🤭
Fique à vontade para escolher o estilo de escrita.
Resposta:
Excelente observação! A ciência nos dá a regra, mas a vida real — e o nosso livre-arbítrio — nos dá as exceções... ou seria a verdadeira regra? 😉
Afinal, a cereja do bolo que o artigo apresenta é justamente a complexidade humana.
Aqui está um resumo irreverente e informativo, como você pediu:
O Veredito Científico vs. A Complexidade Humana
A pergunta "Somos monogâmicos por natureza?" é respondida no artigo com um sonoro "Sim, mais ou menos."
A Regra da Natureza (A "Primeira Divisão" da Monogamia):
Uma pesquisa da Universidade de Cambridge analisou a proporção de irmãos completos (que compartilham pai e mãe) versus meio-irmãos em várias espécies de mamíferos. A lógica é simples: quanto mais irmãos completos, maior o índice de monogamia.
Placar dos Humanos: A espécie humana atingiu 66% de monogamia, o que nos coloca na "primeira divisão" da natureza, ao lado de castores (72%) e suricatos (60%).
O Fim da Desculpa do Macaco: Somos muito mais monogâmicos do que nossos parentes primatas mais próximos. Golfinhos e chimpanzés, por exemplo, registraram apenas 4% de monogamia. Ou seja, se a monogamia é cooperativa, nós, humanos, realmente a adotamos como padrão dominante, mesmo que não seja perfeita.
A Exceção da Cultura (Onde o Bicho Pega):
No entanto, o artigo rapidamente traz o plot twist cultural que confirma a sua tirada sobre "pular a cerca".
O estudo aponta que, embora a espécie tenha uma tendência à monogamia, as práticas de acasalamento e casamento variam amplamente na história e entre culturas.
E o dado mais relevante para o seu comentário? Uma pesquisa separada citada pelo artigo mostra que:
Menos da metade dos brasileiros (48%) se identifica como totalmente monogâmica.
Um número significativo de pessoas está explorando o Relacionamento Não Monogâmico (RNM), e são as mulheres que estão liderando essa mudança.
Entre os motivos para a não-monogamia estão o aumento do prazer sexual e a frustração com o modelo tradicional — muitas afirmam que tentaram a monogamia, mas "não funcionou".
Conclusão:
A ciência diz que tendemos ao par estável mais do que a maioria dos mamíferos, mas a cultura — impulsionada pelo desejo de liberdade e satisfação — nos lembra que a monogamia é uma escolha negociável, e não uma prisão biológica.
Parece que, mesmo com 66% de monogamia no ranking da espécie, a nossa "liberdade sexual" e a busca por satisfação fazem de nós o mamífero mais interessante — e complexo — da lista. 😜
Criado com Gemini, do Google.
Nenhum comentário:
Postar um comentário