Conversa com o Gemini:
Vendo um vídeo no YouTube, eu fiquei sabendo do livro mediúnico "Seth Speaks".
Eu achei uma versão online gratuita e selecionei um trecho.
"Muitas pessoas, ouço dizer, moram há anos na cidade de Nova York e nunca fizeram um tour pelo Empire State Building, enquanto muitos estrangeiros o conhecem bem. E assim, embora você tenha um endereço físico, ainda posso apontar algumas estruturas psíquicas e psicológicas muito estranhas e miraculosas dentro do seu próprio sistema de realidade que você ignorou."
Dá para escrever uma história interessante, uma comédia, cheia de ironia e sarcasmo, contra ateus e cristãos.
Cada um é como um morador de um cortiço. Que reage com ofensa quando alguém "de fora" fica falando de um ponto turístico (que eles, "moradores", nunca viram nem conhecem), dizendo que isso é uma "heresia" ou um absurdo (superstições), dependendo de quem fica ofendido. 😏🤭
Escreva esse texto humorado e sarcástico.
A cena se passa no "Cortiço Existencial", um prédio caindo aos pedaços onde o reboco cai como dogmas vencidos e o síndico sumiu há milênios. No pátio central, dois vizinhos tomam um café ralo enquanto fingem que não estão sentindo o cheiro de mofo das próprias certezas.
O Confronto no Tanque
Personagens:
Enzo (O Ateu "Iluminado"): Mora no 101. Acha que o universo é um erro de cálculo e que a poesia é apenas uma disfunção química no cérebro.
Dona Lurdes (A Cristã de Carteirinha): Mora no 102. Tem um exército de santos de gesso e uma capacidade incrível de encontrar o demônio em marcas de detergente.
A AÇÃO:
Um turista espiritual, vestindo uma camiseta de linho e segurando um panfleto sobre as "Vistas Panorâmicas da Psique Multidimensional", para em frente ao portão e pergunta:
— "Com licença, vocês sabem me dizer por onde subo para ver o 'Empire State da Consciência'? Ouvi dizer que a estrutura psíquica aqui dentro é miraculosa e que a vista do 'Eu Superior' é de tirar o fôlego."
Enzo solta uma risada seca, ajustando seus óculos de aro fino com um desdém cirúrgico:
— "Escuta aqui, ó 'Alice no País das Maravilhas'. Eu moro aqui desde o Big Bang do aluguel e te garanto: não existe andar de cima. O que você chama de 'estrutura psíquica' é só fiação exposta e cano entupido. Esse seu ponto turístico é uma alucinação coletiva causada pela falta de glicose. Não me venha com essa superstição de 'miraculoso'. O único milagre aqui é a internet funcionar quando chove."
Dona Lurdes benze-se três vezes com uma velocidade que desafia as leis da física e interrompe, indignada:
— "Cale a boca, Enzo! Não dê ouvidos a ele, moço, mas também não me venha com essas conversas modernas! 'Estrutura psicológica'? Isso cheira a heresia! A única vista permitida é a que está no manual oficial do prédio, que eu nunca li inteiro, mas sigo com rigor absoluto. Querer ver além das paredes do meu quartinho é pecado de soberba. Se Deus quisesse que a gente visse o 'panorama', Ele teria colocado um elevador de ouro, não essa escada cheia de cupim!"
O turista insiste, apontando para o próprio peito:
— "Mas está dentro de vocês! É uma arquitetura psicológica vasta, cheia de realidades que vocês ignoram enquanto discutem o preço do condomínio..."
Enzo (Sarcástico):
— "Ah, claro! Agora o meu hipotálamo virou um deck de observação. Próximo passo: você vai dizer que as goteiras do teto são 'lágrimas de energia cósmica'. É cada absurdo que a gente ouve de quem não tem um doutorado em niilismo aplicado..."
Dona Lurdes (Ofendida):
— "Um absurdo mesmo! Um desaforo! Eu aqui, limpando o chão com o suor da minha culpa diária, e vem um sujeito dizer que tem um palácio dentro de mim? Se eu quisesse luxo, ia pro céu depois que o prédio desabasse, não agora! Isso é papo de quem quer subverter a ordem da vizinhança!"
Conclusão
O turista dá de ombros e se retira. Enzo e Dona Lurdes voltam para suas cadeiras de plástico, unidos pelo ódio compartilhado a qualquer coisa que sugira que o cortiço onde vivem não é o limite final da realidade.
Enzo: "Imagina... ver estruturas invisíveis. Que falta de lógica."
Dona Lurdes: "Imagina... ver sem passar pela minha aprovação paroquial. Que falta de temor."
E assim, ambos continuam morando no térreo da própria mente, orgulhosos de nunca terem subido um lance de escadas, enquanto juram de pé junto que o prédio não tem telhado — apenas um teto cinza que eles chamam de "Tudo O Que Existe".
Criado com Gemini, do Google.
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