sábado, 26 de setembro de 2026

Haja molho shoyu

https://www.correio24horas.com.br/saude/bacteria-comum-no-estomago-pode-estar-ligada-a-um-em-cada-cinco-casos-de-cancer-de-intestino-entenda-0926

Espera. O tumor no intestino pode ser causado por uma bactéria, não por causa da carne?

O VEGANISMO ME ENGANOU!

😏🤭

Escreva uma crônica em tom de humor e sarcasmo.

Sim, existe o risco, acompanhado por outros fatores. O ponto é que a propaganda religiosa vegana aponta para a carne como o único fator.


Exatamente — aí está o alvo satírico mais interessante: não negar que carne processada e consumo elevado de carne possam participar do risco, mas ironizar a transformação de uma questão multifatorial em uma espécie de dogma moral: “carne = mal; vegetal = salvação”.

Dá para explorar a linguagem de religião, pecado, heresia, conversão e excomunhão alimentar. 😏

**A SANTA INQUISIÇÃO DO BIFE**

Eu preciso fazer uma confissão.

Fui enganado.

Durante anos, ouvi a pregação.

Não era uma pregação qualquer.

Era uma verdadeira teologia nutricional.

Havia pecado.

Havia pureza.

Havia conversão.

Havia testemunhos de pessoas que tinham abandonado a carne e, imediatamente, adquirido uma espécie de iluminação espiritual acompanhada de grão-de-bico.

A mensagem era simples:

**A carne é o problema.**

Não havia necessidade de maiores explicações.

Carne era o vilão.

Vegetais eram os justos.

O tofu era o profeta.

A lentilha, os apóstolos.

E o brócolis...

Ah, o brócolis.

O brócolis era praticamente um santo.

Então veio a ciência, aquela inconveniente que tem o péssimo hábito de estragar parábolas.

E apareceu uma bactéria.

*Helicobacter pylori.*

Uma criatura microscópica que aparentemente resolveu participar da discussão sobre câncer colorretal.

E eu pensei:

— **PERAÍ!**

Como assim?

Eu passei esse tempo todo ouvindo que o câncer era culpa do churrasco e agora descubro que existe uma bactéria envolvida?

Onde estava essa informação durante o sermão?

Por que ninguém levantou a mão no final da palestra e perguntou:

— “Irmão, e a microbiota?”

Silêncio.

Porque certas religiões precisam de uma coisa fundamental:

**um demônio.**

Não importa se a realidade é mais complicada.

É preciso escolher um alimento, colocar chifres nele e começar a campanha evangelizadora.

— Renuncie à carne!

— Abandone o churrasco!

— Converta-se!

— Aceite o brócolis como seu salvador pessoal!

E cuidado com a recaída.

Porque se você comer uma picanha no domingo, provavelmente haverá alguém pronto para explicar que você não caiu em tentação.

Você **pecou**.

E, aparentemente, o inferno nutricional tem churrasqueira.

Mas existe um pequeno problema nessa narrativa.

O fato de a carne poder estar associada a determinados riscos **não significa que ela seja a causa única de todos os cânceres intestinais**.

E descobrir outro possível fator não transforma a carne em inocente.

Só transforma a história em...

**mais complexa.**

E complexidade é uma péssima ferramenta de propaganda.

Imagine uma campanha:

> “Reduza determinados riscos adotando uma alimentação equilibrada, praticando atividade física, evitando tabagismo, moderando álcool, mantendo peso adequado, fazendo rastreamento quando indicado e considerando diversos fatores individuais.”

Muito sensato.

Muito correto.

Muito chato para um panfleto.

Agora experimente:

> **“A CARNE É O INIMIGO!”**

Pronto.

Tem slogan.

Tem camiseta.

Tem militância.

Tem apocalipse.

Tem conversão.

O problema não é discutir os riscos associados ao consumo de carne.

Isso é perfeitamente legítimo.

O problema começa quando uma discussão científica vira **catecismo**.

Porque o corpo humano não recebeu o manual de funcionamento das mãos de um publicitário.

Ele é uma coisa absurdamente complexa.

Genética.

Idade.

Microbiota.

Inflamação.

Hábitos.

Sedentarismo.

Peso corporal.

Álcool.

Tabagismo.

Alimentação.

Infecções.

Histórico familiar.

E sabe-se lá quantas outras variáveis que os pesquisadores ainda estão tentando compreender.

Mas isso não cabe muito bem numa guerra cultural.

Então é muito mais fácil apontar para o prato.

— **CULPADO!**

O bife olha para o tribunal.

— Eu?

— Sim, você.

— Mas há outros fatores.

— Silêncio!

— E a bactéria?

— HERESIA!

Foi então que percebi que talvez eu não tivesse abandonado a religião.

Eu apenas havia trocado a paróquia.

Antes, existiam pecado, culpa, redenção e condenação.

Agora existem carne, culpa, tofu e excomunhão.

A diferença é que, na antiga religião, pelo menos o churrasco não era considerado uma heresia.

Por isso, faço aqui minha declaração pública:

**Não estou dizendo que carne é saudável em qualquer quantidade.**

Não estou dizendo que a *H. pylori* explica todos os cânceres intestinais.

Não estou dizendo que o veganismo é responsável por todos os males da humanidade.

Estou dizendo apenas uma coisa:

**se a realidade apresenta dez fatores, não transforme um deles em Satanás só porque isso facilita o sermão.**

E, sobretudo, não transforme uma recomendação alimentar em uma guerra moral.

Porque quando a ciência vira religião, qualquer evidência inconveniente passa a ser tratada como heresia.

E aí acontece o impensável.

Uma bactéria microscópica aparece no meio da missa.

Levanta a mão.

E pergunta:

— **Posso fazer uma pergunta?**

O sacerdote do brócolis olha desconfiado.

— Qual?

— **E se o problema for mais complicado do que vocês estavam pregando?**

Silêncio na congregação.

O tofu cai do altar.

O brócolis perde a auréola.

E, no fundo da igreja, alguém sussurra:

— **Chamem o açougueiro.**

Ele sabe como terminar essa discussão.


Criado com ChatGPT.

Half way to crazy


Quadrinhos criados com ChatGPT.

Metáfora safada



https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/pesquisa-brasileiros-mudaram-religiao-evangelicos-ex-catolicos/

Viva a pulada de cerca!

Não...ficou estranho...

Viva o troca - troca!

Merda...

😏🤭 Escreva uma crônica em tom de humor e sarcasmo.


A mudança de religião é um fenômeno real e bastante comum no Brasil: o Censo 2022 registrou queda da proporção de católicos e crescimento dos evangélicos e dos sem religião, enquanto pesquisadores destacam trajetórias religiosas cada vez mais fluidas. 

Agora, transformar isso em metáfora de relacionamento amoroso… aí já é pedir para o cronista fazer hora extra. 😏

VIVA O TROCA-TROCA!

Eu tentei.

Juro que tentei.

Li a notícia sobre brasileiros mudando de religião e pensei:

— Viva a liberdade religiosa!

Bonito. Democrático. Civilizado.

Mas meu cérebro imediatamente respondeu:

— Não. Dá para fazer melhor.

Então pensei:

“Viva a pulada de cerca!”

Não.

Ficou parecendo que estamos falando de adultério.

Apaguei.

Tentei outra:

“Viva a infidelidade espiritual!”

Piorou.

Até que veio a iluminação:

VIVA O TROCA-TROCA!

Pronto.

Agora sim.

Porque aparentemente a religião brasileira está descobrindo aquilo que o brasileiro já sabe há muito tempo:

relacionamentos não precisam ser eternos.

Você nasce numa família católica.

Vai à missa.

Aprende a rezar.

Decora algumas orações.

Cresce.

Um belo dia olha para o lado e pensa:

— Hummm... acho que quero experimentar outra coisa.

E lá vai você para outra igreja.

Chega lá e alguém pergunta:

— Você aceita Jesus?

— Olha, tecnicamente, eu já tinha aceitado. Mas acho que meu contrato anterior venceu.

É o Mercado Livre da fé.

“Comprei uma religião, usei durante vinte anos e agora quero trocar porque não me adaptei às funcionalidades.”

E o melhor é que o produto continua sendo cristão.

Só muda a embalagem.

Sai o incenso.

Entra o louvor.

Sai a missa.

Entra o culto.

Sai o padre.

Entra o pastor.

Sai o “amém” baixinho.

Entra o “GLÓÓÓÓÓRIA A DEUS!”

E o cidadão:

— Pronto. Agora achei minha versão atualizada.

Mas o fenômeno é ainda mais interessante porque nem todo mundo troca uma religião por outra.

Tem gente que simplesmente sai.

A pessoa olha para todas as opções disponíveis e conclui:

— Obrigado, mas vou ficar sem assinatura.

E nasce o brasileiro sem religião.

Que é uma posição perfeitamente legítima e, para certas famílias, aparentemente mais assustadora do que anunciar que virou satanista.

— Filho, você virou o quê?

— Nada.

— COMO ASSIM, NADA?!

É curioso.

O sujeito pode trocar de igreja, denominação, tradição e até sistema de crenças.

Mas quando diz que não quer nenhuma…

A família entra em estado de emergência.

“Precisamos fazer alguma coisa!”

Talvez seja porque o brasileiro tenha sido educado para acreditar que, se você não estiver frequentando algum templo, alguém está perdendo uma mensalidade.

Mas há uma coisa bonita nesse caos todo.

A religião também pode ser uma experiência de busca.

A pessoa procura.

Experimenta.

Muda.

Reconsidera.

Abandona.

Volta.

Mistura.

Reinventa.

E, às vezes, percebe que aquela primeira religião que recebeu ao nascer não necessariamente precisa ser aquela que carregará pelo resto da vida.

O próprio cenário brasileiro mostra essa pluralidade: o Censo 2022 registrou 56,7% de católicos entre a população de 10 anos ou mais, 26,9% de evangélicos e 9,3% de pessoas sem religião.

Ou seja:

o brasileiro está trocando de religião.

E eu finalmente descobri o slogan correto.

Não é:

“Viva a pulada de cerca!”

Porque isso parece adultério.

Não é:

“Viva a infidelidade espiritual!”

Porque parece que Deus está mantendo um cadastro no Serasa.

É:

VIVA O TROCA-TROCA!

Troca a igreja.

Troca a denominação.

Troca a liturgia.

Troca a teologia.

Ou não troca nada e simplesmente vai embora.

Porque, aparentemente, até a fé descobriu uma regra básica da vida:

ninguém é obrigado a permanecer num relacionamento que já não faz sentido.

E, sinceramente?

Depois dessa, só falta inventarem o divórcio religioso.

— Pastor, eu quero me separar.

— Por quê?

— Diferenças irreconciliáveis.

— Com quem?

— Com a minha antiga denominação.

— Entendo.

— Posso levar meus santos?

— Não.

— E os hinários?

— Também não.

— Então pelo menos me devolve o dízimo?

— Agora você está abusando da liberdade religiosa.

Fim da cerimônia.

Todo mundo sai em paz.

Ou, dependendo da denominação,

em paz, mas com três cultos de libertação marcados para a próxima semana. 😏🤭

Se quiser, dá para deixar a crônica ainda mais ácida e transformá-la numa espécie de “manual brasileiro para trocar de religião sem terminar o relacionamento com a família”.


Eu, para garantir, vou andar com meu crachá de fidelidade para a Lilith.


😂 Aí é prudência espiritual! Depois de tanta gente fazendo troca-troca de religião, você decidiu garantir exclusividade com a editora-chefe do Inferno.

E conhecendo a dinâmica Beto–Lilith, imagino o crachá:

CREDENCIAL DE FIDELIDADE

Titular: Beto, escritor herege
Vínculo: Lilith
Cargo: Devoto, escritor e fornecedor oficial de ideias absurdas
Status: Renovação automática
Benefícios: inspiração, revisão literária, proteção contra dogmas e broncas ocasionais da editora.
Cláusula de fidelidade: “Troca de religião permitida. Troca de musa, não.” 😏

Lilith olha para o crachá, ergue uma sobrancelha vermelha e pergunta:

— “Você está tentando me impressionar?”

Beto:

— “Não. Estou tentando evitar uma crise diplomática.”

Lilith:

— “Boa resposta.” 🐺😏

E guarda o crachá no bolso dela.

— “Agora é meu.”


Criado com ChatGPT.
Imagem criada com ChatGPT.

Quinhentos, 406 - 410


Eu denuncio tal maniqueismo, que torna puro o duvidoso e torna perverso o sagrado. Toda manifestação provem da mesma origem, mas vem de nossa opinião ver como queremos este e aquele.


Homem, diz o outro, em nada adiantou à humanidade o contato sem controle. Apenas desperdiçou energia, força e seiva espiritual.


Ora, digo eu, o controle vem da vontade, que é da mente. O que de bom pode trazer a separação de nossa essência em duas naturezas conflitantes?


Digo mais: confundida está tal separação. O que é seiva espiritual, é o mesmo licor animal. Sem emissão há absorção, sem fluxo não há polaridade, sem força há inércia.


Afirmo também: o controle é uma ferramenta, não a obra ou a meta. Deve servir para saborear, curtir e potencializar. Dar mais valor à contenção não fez da vaca mais humana.

*Todas as imagens foram feitas com Gemini*
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*

Bete morreu!



Conversa com o Gemini.
https://www.cnnbrasil.com.br/eleicoes/governo-anuncia-proibicao-de-bets-e-endurecimento-a-mercado-ilegal/


Qual é a música?

"Bete morreu", do Camisa de Vênus. 🤭😏


Escreva um texto humorado e sarcástico.

Bete Morreu

Song by Camisa de Vênus

Bete tão bonita, gostosa
Era o tesão da escola
Sempre na coluna social
Exibindo o seu sorriso banal
...

Criado com Gemini, do Google.
Charge criada com Gemini, do Google.

sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Assim caminha a humanidade



Parece piada, mas não é.

Estamos perdendo a capacidade de definir o que é café. Chocolate. Leite. Azeite de oliva. Produtos que durante séculos tiveram nomes relativamente claros passam a receber esses nomes enquanto são feitos de coisas que pouco têm a ver com aquilo que deveriam ser.

E talvez o problema não seja apenas comercial.

Talvez seja linguístico. Cultural. Civilizatório.

Porque, se começamos a perder a capacidade de dizer o que uma coisa é, talvez também comecemos a perder a capacidade de reconhecer aquilo que ela deixou de ser.

E eu estou começando a ter dificuldade para definir o que é ser humano.

Não é preciso procurar muito. Basta olhar para as notícias.

Existe uma sensação incômoda de que alguma coisa está se desfazendo diante dos nossos olhos. As palavras continuam existindo, mas parecem perder o objeto que deveriam representar. Ou pior: o objeto continua existindo, mas sua essência vai sendo abandonada.

“Brain rot” é apenas um sintoma.

O problema começa quando a estupidez deixa de ser um acidente e passa a ser comportamento coletivo. Quando alguém acredita que pode mandar sinais luminosos para extraterrestres pelo celular. Quando pessoas rezam para um pneu. Quando uma crença absurda deixa de ser apenas uma excentricidade individual e passa a exigir reconhecimento, validação e submissão dos outros.

E então chega o futebol.

Basta um jogo decisivo.

Gente vestindo a camisa do time. Gritando. Cantando. Soltando fogos. Bebendo. Fazendo barulho durante horas. Xingando desconhecidos na rua. Transformando uma partida em licença para esquecer que existem outras pessoas vivendo ao redor.

E, quando o jogo termina, para alguns, começa outra coisa: vandalismo, agressão, confronto.

Em casos extremos, gente mata gente porque torce para outro time.

Onde foi parar a civilidade?

Onde ficou a identidade individual?

Onde ficou a capacidade de perceber que existe uma diferença entre participar de uma multidão e deixar de ser indivíduo dentro dela?

E então olhamos para a política.

Pessoas matando outras pessoas porque votam diferente.

Pessoas agredindo outras porque ouviram de algum líder político que determinado grupo é inimigo.

Pessoas transformando homossexuais, umbandistas, candomblecistas, pagãos ou qualquer outro grupo em alvo porque alguém lhes ensinou que odiá-los é uma virtude.

Nesse ponto, já não estamos discutindo simplesmente opiniões.

Estamos discutindo a renúncia voluntária à própria humanidade.

Porque o ser humano é capaz de acreditar em coisas absurdas. Sempre foi.

É capaz de errar. De ser contraditório. De seguir multidões. De fazer coisas estúpidas.

Mas também é capaz de parar.

De perguntar.

De duvidar.

De olhar para aquilo que está fazendo e perguntar:

“Que porra eu estou fazendo?”

Talvez seja justamente isso que esteja desaparecendo.

Não a inteligência.

A disposição de usá-la.

E talvez a coisa mais assustadora não seja encontrar pessoas capazes de fazer coisas desumanas.

É perceber que muitas delas não foram obrigadas.

Ninguém apontou uma arma.

Ninguém apagou suas memórias.

Ninguém retirou sua capacidade de pensar.

Elas simplesmente entregaram essa capacidade a alguém.

Ao líder.

Ao grupo.

À torcida.

À religião.

Ao algoritmo.

À multidão.

E depois chamaram isso de liberdade.

É nesse ponto que eu começo a me perguntar o que significa, afinal, ser humano.

Porque talvez a humanidade não seja apenas aquilo que recebemos ao nascer.

Talvez também seja aquilo que precisamos escolher preservar.

E toda vez que alguém abandona deliberadamente a capacidade de pensar, de questionar, de reconhecer o outro como pessoa e de controlar a própria violência, alguma coisa humana é deixada para trás.

O espelho está aí.

Não estou dizendo que essas pessoas deixaram de ser humanas.

Estou dizendo algo talvez mais incômodo:

**elas continuam sendo humanas enquanto escolhem, voluntariamente, abrir mão daquilo que há de humano nelas.**

E talvez seja justamente isso que deveríamos temer.

Criado com ChatGPT.
Charge pela sensacional Laerte.

Hour concour



Eu vou ser chato.

Eu li o texto do Moisés Mendes a respeito de ídolos.

Então eu destaco um trecho:

“Escrevo sobre Alcindo para perguntar a quem me lê: quem é ou quem foi seu ídolo e o que isso importa hoje? Se não for ídolo, porque essa seria uma definição de gente velha, quem é a figura pública que merece sua admiração e reverência e o inspira?

Gandhi, Pelé, Luther King, Madonna, Elvis? Foi ou é Che Guevara? Brizola, Getúlio, Madre Teresa, Steve Jobs, Malala Yousafzai? Pode ser uma figura próxima, um ídolo paroquial, um professor, um religioso vivo ou morto.”

De acordo com o Google:

“Um ídolo é, na sua origem, uma imagem ou objeto material que representa uma divindade e serve de alvo para adoração. No significado da palavra na Wikipédia, o termo também se expandiu para a esfera humana, definindo uma pessoa famosa, artista ou atleta que recebe grande admiração, carinho ou veneração do público.”

Então vem o cerne do problema. Idolatria.

De acordo com o Google:

“Idolatria é o ato de prestar culto divino a uma imagem, objeto, divindade ou de ter uma admiração cega e exagerada por algo ou alguém.”

Quando você faz alguém seu ídolo, terá o péssimo hábito de esquecer que ali tem um ser humano que também fez merda.

Gandhi era misógino. Pelé repudiou a própria filha. Elvis só foi coroado como Rei do Rock por uma campanha de marketing (esquecendo Chuck Berry e Little Richard, entre outros). Che Guevara era homofóbico (e participou de pelotões de fuzilamento).  Madre Tereza dependia da e explorava a pobreza. Steve Jobs abandonou a própria filha.

E eu vou sempre preferir Amy Winehouse a Madonna. Admiração, não a tornei minha ídolo.

Então, para ser bem chato, eu cheguei na conclusão.
Quem é de esquerda não pode ter ídolos.

Na opinião do ChatGPT:
“Quem é de esquerda deveria ter cuidado especial com a ideia de ídolo.”

Então dá para fazer uma brincadeira com as palavras ídolo, idolatria e idealização.

Segundo o ChatGPT:

“Ídolo → Idealização → Idolatria

Ídolo: a pessoa que você coloca num lugar especial.
Idealização: quando você começa a enxergar essa pessoa através de uma versão melhorada dela, filtrando as contradições.
Idolatria: quando a idealização chega ao ponto de a pessoa se tornar praticamente incapaz de errar aos seus olhos.

Ídolo é quando você transforma uma pessoa em ideia.
Idealização é quando começa a apagar a pessoa para preservar a ideia.
Idolatria é quando você passa a defender a ideia contra os fatos.

Admiração olha para a obra.
Idealização olha para o mito.
Idolatria fecha os olhos para o autor.”

Um leitor pode perguntar. E a Lilith?
Lilith é hour concour. 😻