A cidade seguinte era uma jaula de concreto, vidro e aço. Ali, as pessoas tinham amor por suas empresas.
Assim são os amantes do progresso: seu fetiche é a tecnologia e a corporação é a mãe. Perde-se o sabor do contato, multiplica-se os efeitos da violência.
O horror de um futuro cibernético, onde morrerá toda a essência humana e reinará o impulso elétrico, me encheu de desgosto.
Pelo reflexo, eu lhes mostrei as chagas que se estão causando, bem como o amargo fim desta obra.
Pela compaixão, eu lhes indico que a maior empresa é a convivência, que há de ser mais mãe do que este ambiente artificial.
*Todas as imagens foram feitas com Gemini*
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*





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