O que vejo é velhice, eu como pai de três filhas, uma vai divorciar, outra casar e a mais nova está gravida de seu primeiro namorado.
A filha velha é figura da geração anterior, que deixou a decepção tornar o carinho em amargura.
A filha seguinte é figura de nossos dias, que tem esperança ao mesmo tempo que tem medo de se entregar a uma ilusão.
A filha temporã é figura do que vem. Por amargura do passado e insegurança do hoje, avança afoito, rumo a uma maturidade enganosa.
Para as sombras amargas, que seja lembrada a imagem que não matou o sonho e que seja reavivado o sabor da paixão adolescente.
*Todas as imagens foram feitas com Gemini*
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*





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