Ainda te assombra o Amor? Não há mistério, é necessário ser volátil senão não queima, não vive.
Eu mesma, a primeira que devia ser desapegada, me custa despedi-lo, pois muito me agradou sua companhia e esforço.
O que vê em minha aparência é tua própria ingenuidade e se foi amargo provar as pedras do amor, o que será de ti ao me encontrar como Anciã?
Pobre profeta, te prepara pois vem o Inverno e deve sustentar teu credo, a todo custo.
Tal como desvaneceu a Taverna, desembaraça-se em brumas a Cidade dos Magos, tira-se mais um véu do corpo da Senhora.
*Todas as imagens foram feitas com Gemini*
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*





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