Vejo agora meu papel como um caçador, por oras necessitado da presa, por outras, pela simples satisfação de predar.
Não há culpa, remorso, rancor ou vingança. Tal como o Amor passa da palavra ao fato, a Vida mantém o equilíbrio pelo sangue.
Na carnagem existe duplo amor: a da presa que se entrega no momento certo e o do predador que caça na medida certa.
Uma espécie que constrói em torno de si um ambiente e um equilíbrio artificial, em breve ficara sufocada com o excedente populacional.
Uma espécie que extrai mais recursos do que necessita, repõe ou recupera, em breve será vítima de uma miséria sem solução.
*Todas as imagens foram feitas com Gemini*
*Da obra Nisf el Alf, "Meio Milhar", de minha autoria, com o pseudônimo Houssin Olnaum*





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