sábado, 5 de novembro de 2022

Por que étnico?

Autor: Dennis Dorn (Dinamarca).

Muitos ficam surpresos ao apertar ou até assustados quando viram a palavra étnico em nosso nome. A palavra é limpeza étnica étnica? Não vale a pena para uma nova ideologia de raça pura? Preciso pertencer a um povo há muito perdido para ser étnico? A etnia grisalha não é objeto de estudo na Ciência? A etnia não está associada a nada do acima, o significado dessa palavra é muito mais fácil. Etnia é uma palavra grega que significa povo, e significado étnico associado a certas pessoas, ou seja, tudo o que define a nação: sua língua, tradições, comportamento cotidiano, comida... ou perspectiva espiritual. Recentemente chamamos de religião étnica. Esta é uma coleção de tradições, crenças, estilos de vida associados às pessoas. Muitas vezes, mas nem sempre, envolve a adoração de ancestrais.

Tudo parece óbvio: todos pertencemos ao povo e fazemos jus às regras e costumes estabelecidos. Então, qual é o significado de religiões “étnicas”?

A ideia de que as religiões étnicas estão ameaçadas de extinção. Em uma época em que reconhecemos que uma variedade de espécies vegetais e animais é necessária para a sobrevivência da natureza, o mesmo princípio deve se aplicar às pessoas: durante os séculos de religiões étnicas apagadas uma após a outra, com a face da terra em nome de uma “melhor” cultura ou “fé” indefinida. ” Às vezes isso acontecia (e ainda acontece) de forma brutal – pela destruição física – às vezes – pela doutrinação gradual das jovens gerações.

Hoje, as religiões étnicas na Europa, Austrália e Américas estão lutando para reviver o que mais pode ser revivido dos destroços deixados pelas várias “religiões” ou “ideologias”, que prometem um futuro brilhante, uma sociedade perfeita e felicidade eterna, mas eles eram apenas mais uma forma de conquista, destruindo tudo, tanto físico quanto mental e espiritual.

No entanto, nem tudo foi destruído. Das Grandes Planícies da América do Norte às aldeias da Lituânia, a alma permaneceu viva e esperando para ser despertada novamente. A orgulhosa cultura nativa da Índia nunca foi quebrada e bem, embora sob constante pressão, tanto com o leste quanto com o oeste.

Por sua natureza, a cultura étnica é muito independente. Nenhum deles não se considera superior, mas todos insistem no respeito pela sua originalidade. E todos eles têm a mesma chance: estejam lutando pela sobrevivência ou pelo renascimento, eles precisam se comunicar e manter contato.

Fonte (citado parcialmente): https://ecer-org.eu/why-is-ethnic-by-dennis-dorn-denmark/
Traduzido com Google Tradutor.

Os pecados da Universal

Autor: Ricardo Neggo Tom.

A arrogância do bispo Edir Macedo em se julgar capaz de perdoar Lula e convocar o seu rebanho de ovelhas alienadas para acompanhá-lo em seu gesto de grandeza e benevolência, não deveria ter sido respondida pela presidente do PT, Gleisi Hoffman. Era só ter o ignorado, da mesma forma que o líder evangélico ignorou as mortes de centenas de milhares de pessoas durante a pandemia, além de não ter curado nenhuma delas, apesar de sua igreja ser conhecida como realizadora de grandes milagres. Apesar de concordar com a resposta dada pela dama de ferro do PT, acredito que a declaração possa provocar desgaste político, uma vez que Ma cedo é o dono do partido Republicanos, e reacender a chama do ódio bolsonarista, que ainda está badernando pelas ruas inconformado com a derrota de seu mito.

A verdade é que Lula não precisa do apoio de Edir Macedo para governar, pois ganhou sem tê-lo e ainda enfrentando os mais baixos níveis de Fake News produzidas e disseminadas no ambiente dito evangélico, principalmente, por parte de Macedo, que chegou a declarar que a esquerda era do diabo e Lula um enviado do mal para destruir as famílias brasileiras. Contudo, há quem pense o contrário e apresente bons argumentos par sustentar a sua tese. A pacificação do país, após um longo e tenebroso inverno de polarização, seria um deles. No entanto, eu considero isso o mesmo que você decidir se casar com a lguém que tentou mata-lo um dia. E eu duvido que essa ideia não possa passar novamente pela cabeça do seu, digamos, imprevisível cônjuge.

Obviamente, em se tratando de política as coisas não devem ser analisadas em condições normais. Até porque, a normalidade não faz parte de tal ambiente onde as coisas sempre podem mudar e inimigos podem se tornar aliados. Mesmo sendo uma figura desprezível e sorrateira, Macedo é “dono” de muitas cabeças entre o gado bolsonarista e mentor de suas mentes pouco pensantes. E também é detentor de grande poder econômico, podendo utilizá-lo, por exemplo, para causar instabilidade no governo Lula ajudando a patrocinar manifestações supostamente populares e democráticas, para se vinga r da rejeição imposta sobre ele. E ele ainda pode fazer tudo isso em nome de Deus, o que é uma marca registrada do seu mau-caratismo religioso.

Edir Macedo, juntamente com Jair Bolsonaro, incentivou a morte de pessoas por covid, aconselhando os seus fiéis a desobedecerem ao isolamento social, a recusarem a vacina porque ela seria a marca da besta e a acreditarem que a pandemia era uma farsa comunista. Porém, o fariseu do Templo de Salomão foi tomar vacina às escondidas nos USA, enquanto suas ovelhas penavam aguardando a boa vontade do presidente que ele apoiava para comprar a vacina. Aceitar o aceno de um canalha como esse, seria começar o governo muito mal, provocar desconfiança nos eleitores e potencializar a influência dos evangélicos na política brasileira. Dando a eles a sensação de que são fundamentais para dar sustentação a base de qualquer governo. O que seria, ao meu ver, mais uma porrada na cara do estado laico que tanto defendemos.

O que Lula deveria fazer, era instituir um imposto para que as Igrejas evangélicas que faturam milhões anualmente com o dízimo de seus fiéis paguem, como toda empresa faz, e, a maioria dessas grandes igrejas são empresas, e direcionar os recursos para o bolsa família e outros programas assistenciais do governo. Tenho a certeza absoluta de que Jesus aprovaria a ideia, mas os mercenários da fé como Edir Macedo, diriam que era o início da perseguição comunista aos cristãos e incitariam os seus fiéis a uma nova versão do “’não é só por 20 centavos”, para darem um novo golpe no governo. Que o PT fique longe dessa raça de víboras e não decepcione os mais de 60 milhões de brasileiros que elegeram Lula e que estavam do lado oposto à Macedo e sua plêiade de fascistas gospel.

Vale ainda chamar a atenção para uma fala de Macedo no vídeo, quando ele diz que perdoar Lula significa ficar bem com Deus e não perder a salvação por seguir nutrindo ódio no coração. Ou seja, ela não retira nada das inverdades que propagou sobre o presidente eleito durantes as eleições, mas está disposto a perdoar Lula por tudo aquilo que ele inventou a respeito do petista, para não ir para o inferno. A distopia continua e de maneira ainda mais diabólica. As Madalenas falsamente arrependidas estão sentindo o cheiro da recuperação do país e do crescimento econômico, e querem garantir de alguma forma o seu quinhão. Macedo é dono de uma concessão de um canal de televisão, que precisa de verba do governo para manter o seu bom funcionamento. É uma equação de fácil resolução. Difícil vai ser ele conseguir nos enganar. Que Lula esteja atento a mais essa marmota evangélica. Tá repreendido!

Fonte: https://www.brasil247.com/blog/edir-macedo-a-madalena-falsamente-arrependida?amp

sexta-feira, 4 de novembro de 2022

Embaraçosos detalhes do Islamismo

Não ouvimos falar disso na religião anterior. Isso não passa de uma invenção. Surata 38,7

O dileto e eventual leitor deve se perguntar por que não falo dos muçulmanos. Justo, afinal, o Judaísmo, o Cristianismo e o Islamismo alegam serem a religião de Abraão. E aqui começa o problema.

Abraão, o Patriarca Mítico de três religiões monoteístas, habitava Ur, cidade dos Sumérios, Caldeus e Babilônicos.
Como Cananeu, Abraão provavelmente fazia culto a diversos Deuses e Deusas [os Hebreus eram, originalmente, politeístas], entre eles o Deus El, de onde vem o termo Elohim, ou Filhos de El, um termo muito usado nas escrituras sagradas para se referirem ao Deus de Israel, Jeová, que é um dos dez Elohim. (A falsa promessa)
O povo Hebreu, tal como seus muitos vizinhos (incluindo os povos que deram origem aos Árabes), era originalmente politeísta. O monoteísmo foi o resultado de um longo e agressivo projeto das autoridades, seculares e eclesiásticas. As pistas e indícios das antigas crenças foram sendo apagadas diligentemente, expediente que foi copiado pelo Cristianismo e também pelo Islamismo.
Eu convido o dileto e eventual leitor a ver a série que eu escrevi sobre os detalhes embaraçosos da história do Cristianismo.
Os muçulmanos alegam que são herdeiros de Abraão por Ismael que, tal como Isaque, é um personagem mítico. Abraão causou-se com a própria irmã, Isaque causou-se com sua prima e Maomé causou-se com Aisha, menor de idade, como José (aos quarenta) causou-se com Maria (provavelmente aos doze). E seus seguidores (hipócritas) querem controlar e censurar a sexualidade alheia.
Se você acha isso perturbador, saiba que a genealogia de Cristo remonta a Rute, a Moabita, uma descendência considerada maldita pelo próprio texto sagrado. Como os Profetas poderiam errar tanto? Ou será que a verdadeira mensagem de Cristo é outra, originada dos antigos cultos de mistérios?
Enfim, Maomé não foi o primeiro (nem o mais original) reformador religioso. Zoroastro fez o mesmo para os Persas, milhares de anos antes. Não foi original porque copiou trechos da Torah e dos Evangelhos. Algo que foi feito também pelos rabinos e padres. Por isso que o Islamismo é tão dogmático (e fanático) quanto o Judaísmo e o Cristianismo.
Nem ao fazer apologia da sua crença ou fazer crítica, os muçulmanos são originais ou coerentes, não aplicam à sua crença os mesmos critérios que usa para analisar outras crenças ou ideias.
Eu acredito que a humanidade só terá paz quando superar esse domínio das religiões abraãmicas e resgatar suas verdadeiras raízes e origens, junto aos Ancestrais e Deuses Antigos.
Assim seja, assim é, assim será.

quinta-feira, 3 de novembro de 2022

Sobre religião e superstição

Pois a religião foi distinguida da superstição não apenas pelos filósofos, mas por nossos 72 ancestrais. As pessoas que passavam dias inteiros em oração e sacrifício para garantir que seus filhos sobrevivessem a eles eram chamadas de "supersticiosas" (de superstes, um sobrevivente), e a palavra mais tarde adquiriu uma aplicação mais ampla. Aqueles, por outro lado, que revisavam cuidadosamente e, por assim dizer, refaziam todo o conhecimento do ritual eram chamados de "religiosos" de relegere (refazer ou reler), como "elegantes" de eligere (selecionar), "diligentes" de diligere (cuidar), 'inteligente' de intellegere (entender); pois todas essas palavras contêm o mesmo sentido de 'escolher' (legere) que está presente em 'religioso'. Assim, 'supersticioso' e 'religioso' passaram a ser termos de censura e aprovação, respectivamente.

Original: Cícero, De natura deorum , 72.
Fonte: https://imperiumromanum.pl/en/curiosities/cicero-on-religion-and-superstitions/amp/
Traduzido com Google Tradutor.

quarta-feira, 2 de novembro de 2022

Amaldiçoando em latim

Autor: Katarzyna Burek.

Uma das curiosidades é o fato de que na Roma antiga , a magia negra era muito comum e praticada com frequência, e assim o lançamento de maldições. Existem vestígios deste fato que remontam ao século V aC ao século V dC.
Com a ajuda de um ritual especial dirigido à pessoa odiada, as pessoas tentavam prejudicá-la e até matá-la. Os motivos eram diferentes e praticamente não diferiam do que está acontecendo no mundo de hoje. O objeto da maldição era um rival no amor ou na política, um oponente nos esportes ou no comércio, ou simplesmente alguém que era odiado por motivos pessoais.

Em uma folha de chumbo chamada defixiones - uma folha contendo texto com conteúdo mágico - os antigos romanos escreviam, ou realmente raspavam ou gravavam com grande precisão o nome de uma pessoa, sobrenome, uma função frequentemente realizada na sociedade, bem como todas as coisas que lhe aconteceriam , incluindo sua morte. Muitas vezes as cartas eram escritas de cabeça para baixo.

Às vezes, era acompanhado por um desenho com vários símbolos, bem como partes específicas do corpo sobre as quais a maldição deveria agir. Era sempre a língua, as mãos, os pés, o cérebro, às vezes até o cabelo, assim como a inteligência ou alma de uma determinada pessoa. Tudo isso para que os deuses da vida após a morte tenham um campo de atuação claramente definido.

Quando a folha estava terminada e tudo cuidadosamente escrito, ela era enrolada e bloqueada com um prego, que era comprido, e enrolava a folha em volta dela para que não pudesse ser aberta. Muitas vezes era nesse prego que se riscava o nome do destinatário da maldição. O próximo passo era colocar tal lençol em algum lugar profundo, porque era o lugar onde se acreditava que os deuses da vida após a morte viviam. Na maioria das vezes, esses lençóis eram enterrados em sepulturas existentes, jogados em poços ou fontes termais e simplesmente enterrados no solo. Alguns desses rolos enrolados foram encontrados e sobreviveram até hoje, como o da foto, encontrado em Roma em 2009.

Como comprova o texto na folha, a maldição foi dirigida ao árbitro de uma competição esportiva e sua ação foi perder a visão do árbitro. Junto com esta folha, foram encontrados recipientes de chumbo lacrados de 21 e 14 semelhantes que, além de inscrições, contêm figuras antropomórficas feitas de material orgânico dobradas de cabeça para baixo. As folhas e figuras nos falam de uma presença tão tangível da magia negra na vida cotidiana dos antigos romanos.

Fonte: https://imperiumromanum.pl/en/curiosities/ancient-romans-cast-curses/amp/
Traduzido com Google Tradutor.

terça-feira, 1 de novembro de 2022

Quem são os eleitores de Bolsonaro?

Autor Liszt Vieira.

Durante muito tempo, boa parte da esquerda rejeitava qualquer tema que se afastasse do que então se entendia por luta de classes, vista apenas numa chave economicista.

Assim, as lutas feministas, antirracistas e anti-homofóbicas eram rejeitadas como “pautas identitárias” que enfraqueciam a luta revolucionária do proletariado contra a burguesia.

E a questão indígena não era percebida como problema social, e sim como uma questão puramente ambiental. O índio era visto como natureza.

Essa visão equivocada afastou os partidos e organizações políticas da esquerda de setores sociais que lutavam por seus direitos contra a opressão de que eram vítimas.

Mas a esquerda tradicional não via opressão social e cultural, só via a exploração econômica dos trabalhadores.

Com isso, se afastou de uma agenda crítica da sociedade patriarcal e não enfrentou na luta política os valores conservadores.

Lembrei disso para explicar, por outro ângulo, os 51 milhões de votos recebidos por Jair Bolsonaro no primeiro turno.

Entre esses votos, temos os neoliberais que consideram o teto de gastos como questão de princípio, os militares reacionários – a grande maioria – os evangélicos e católicos de direita, e os que são ideologicamente fascistas. Mas esse contingente está longe de ser a maioria.

A grande maioria dos eleitores de B. é constituída por conservadores que rejeitam, assustados, o empoderamento das mulheres que não aceitam mais o seu papel tradicional como mãe de família e dona de casa.

Nostálgicos da Casa Grande e da Senzala, ficam intimidados com a luta dos negros pela igualdade e verdadeiramente escandalizados com a luta dos gays (LGBTQIA+) pelo reconhecimento de seus direitos.

Por exemplo, casamento entre pessoas do mesmo sexo é visto como algo vergonhoso.

Além disso, associam desmatamento a progresso.

No eleitorado de B. não existem apenas interesses econômicos do empresariado capitalista, interesses corporativos dos militares, ou interesses de uma grande massa de evangélicos ludibriados em sua boa-fé por pastores corruptos.

A grande maioria é composta por conservadores que introjetaram os valores da sociedade patriarcal, ignorados durante muito tempo pela esquerda como assunto secundário, fora do foco da luta de classes.

Esse grande contingente de eleitores conservadores não pode ser classificado de fascista. Mas não se deve ignorar que eles apoiariam uma ditadura fascista que levantasse bem alto o lema “Deus, Pátria e Família”.

São, antes de tudo, conservadores que se identificam com os governantes que, mesmo de forma hipócrita, anunciam aos quatro ventos seus valores retrógrados como política oficial.

Por exemplo, defendem a vida desde a concepção, mas não defendem as crianças que morrem de fome ou vítimas de “balas perdidas” nas favelas.

Esse eleitorado conservador transforma seu líder em mito e apoiaria uma ditadura de natureza fascista. Quer um governo forte para impedir as mudanças sociais, principalmente na esfera comportamental.

O fascismo italiano e o nazismo alemão servem de modelo, ressalvadas as diferenças e as adaptações necessárias.

Mas as palavras de ordem, como “Brasil Acima de Tudo”, “Deus, Pátria e Família”, “O Trabalho Liberta”, “Uma Nação, Um Povo, Um Líder” e outras, o gestual, os passeios de motocicleta, muita coisa é copiada diretamente do nazi-fascismo europeu.

Os conservadores detestam a liberdade. Precisam de um chefe autoritário para dar ordens, estão ansiosos por obedecer.

Combatem a mudança, principalmente no que se refere a valores morais. Esse substrato do bolsonarismo terá de ser atacado de forma permanente, mesmo correndo o risco de romper depois a atual frente democrática antifascista de apoio a Lula.

As lutas das desprezadas “questões identitárias” terão de ser travadas em articulação com as lutas econômicas da classe trabalhadora e com a luta pela redução da desigualdade social.

O que está hoje em questão não é uma disputa eleitoral “normal” entre dois candidatos, como a imprensa gosta de apresentar.

Há um confronto entre democracia e ditadura dentro das próprias instituições, como o episódio surrealista do Roberto Jefferson demonstrou.

Já estamos convivendo com medidas de um Estado de exceção. O presidente cometeu dezenas de crimes e nem processado foi, tamanha a cumplicidade criminosa das instituições de controle.

O que está em jogo é a sobrevivência da democracia em luta contra a ditadura que, com o apoio dos conservadores, certamente seria implantada com a vitória do candidato hoje no poder.

Após a provável vitória de Lula, por margem mais apertada do que imaginávamos, a luta contra os valores conservadores da sociedade patriarcal será inadiável.

Teremos de articular essas lutas “identitárias” com as lutas econômicas dos trabalhadores.

Na linguagem da filósofa norte-americana Nancy Fraser, trata-se de articular o “reconhecimento” com a “redistribuição”, que não podem mais andar separados.

Fonte: https://www.viomundo.com.br/politica/liszt-vieira-afinal-quem-sao-os-eleitores-de-jair-bolsonaro.html
Nota: análise publicada em 28/10/2022. Eu agendei para publicação posterior para o paulistano pensar. Quem são os eleitores de Tarcísio? Como o paulistano pode ter elegido alguém que fraudou o domicílio eleitoral e defende a redução da maioridade penal? Tem interesses financeiros por detrás dessa guinada do paulistano para a extrema direita.

Os Mistérios Romanos

Autor: Michał Pleskacz.

Os antigos romanos adoravam muitos deuses e, como os antigos gregos, realizavam mistérios e participavam de cerimônias de culto, muitas vezes de natureza orgiástica. Muitos deles ainda estão envoltos em mistério e pouco se pode dizer sobre essas práticas.

Até a Trácia , a partir de 46 aC, sendo uma província romana, era conhecida por sua deusa - Kotyto. Seu culto assumiu um caráter orgiástico. A mesma coisa aconteceu com outra deusa – Cibele . Este personagem vem da Frígia e é bastante difundido.

Também vale a pena prestar atenção a feriados como, por exemplo, Neptunalia . Apenas mestres como Marco Terêncio Varrão ou o grande poeta romano da época Otaviano Augusto – Horácio . Este último é excepcionalmente superficial e dedica apenas um Carmina (Carmina 28) a este evento, mencionando Netuno , vinho e figuras mitológicas, como as Nereidas – deusas do mar, filhas de Nereu.

Na própria mitologia, existem muitas figuras femininas que evocam imagens das deusas primitivas da fertilidade – as arcaicas Grandes Mães da Terra. Há, por exemplo, Agaue, que, junto com outras bacantes, despedaçou seu filho.

São personagens pouco conhecidos, claro que culturalmente adotados pelos romanos a partir de modelos anteriores: acréscimos orientais, gregos. O sincretismo e o ecletismo peculiares também se referem às imagens mais antigas da Grande Mãe, figuras arquetípicas, fato que nem todos conhecem. Curiosamente, tais representações das antigas deusas da fertilidade também influenciaram significativamente a imagem desenvolvida posteriormente da feiticeira-sedutora. Sua linhagem é antiga, intimamente relacionada ao antigo culto da carne, que mais tarde se tornou o maior pecado e imundície à luz do mundo cristão.

Com o desenvolvimento posterior do Império, muitas crenças tornaram-se mais comerciais por natureza, com vários talismãs e amuletos de proteção vendidos em barracas. A adivinhação, quase de tudo (entranhas de animais, que foram descritas com precisão, como um mapa), estava na ordem do dia. Era proibido apenas anunciar a situação ao mais alto nível. Era impossível discutir quanto o atual governante ainda viveria, nem prever sua morte. Com o tempo, porém, os romanos se afastaram das práticas orgiásticas que mais tarde foram apenas demonizadas e colocadas em forte oposição: paganismo imundo – cristianismo sem pecado .

Fonte: https://imperiumromanum.pl/en/curiosities/roman-mysteries/amp/
Traduzido com Google Tradutor.