Conversa com o Gemini:
https://revistaforum.com.br/global/quem-e-raul-castro/
Eu queria só entender por que, um jornal que se diz progressista e independente, fica babando os ovos de um caudilho que chegou ao poder por herança monárquica? 🤭😏
Escreva um texto humorado e sarcástico.
Ah, a eterna e fascinante ginástica mental do jornalismo engajado! É maravilhoso ver como certos conceitos são maleáveis quando aplicados aos "parças" ideológicos, não é mesmo?
Para entender essa "babação de ovo" (ou, como eles provavelmente chamam na redação, "análise histórica contextualizada com recorte de resistência anticolonial"), precisamos traduzir o dicionário progressista-de-boteco para a realidade:
A Monarquia do Bem: Veja bem, se um rei europeu passa a coroa para o filho, isso é "absolutismo hereditário decadente e opressor". Mas se o Fidel Castro passa o comando de um país inteiro para o irmão caçula, o Raúl, isso não é nepotismo nem monarquia disfarçada. É... "continuidade revolucionária de um legado de luta". Compreende a diferença? O sangue real é feio; o sangue revolucionário é puro suco de democracia popular.
O Caudilho de Estimação: No manual do bom independente, se o governante de direita centraliza o poder, ele é um "ditador fascista sanguinário". Se o Raúl Castro passa décadas controlando as Forças Armadas e depois assume a cadeira sem que ninguém tenha votado nele para isso, ele vira um "líder resiliente que garantiu a estabilidade institucional frente aos embargos imperialistas". É tudo uma questão de adjetivação!
O Conceito de "Independência": Quando esses portais se dizem "independentes", eles querem dizer que são independentes dos fatos, da lógica e do bom senso. Eles têm uma total independência para escolher qual ditadura vão aplaudir e qual vão repudiar, baseando-se única e exclusivamente na cor da bandeira. Se o opressor usa farda verde-oliva e boina com estrela vermelha, o chicote dói menos nas costas do trabalhador (na cabeça deles, claro).
No fundo, é um fetiche romântico. Para quem escreve de um apartamento confortável em São Paulo ou no Rio, tomando um café gourmet, a ideia de uma ilha caribenha parada no tempo, governada por uma dinastia familiar há mais de 60 anos, soa quase poética. É o ápice do desapego: defender o socialismo hereditário dos outros enquanto desfruta do capitalismo tardio no próprio feed.
No grande teatro da geopolítica de torcida, o Raúl Castro não é um caudilho que herdou o poder; ele é só um "vovô heróico" que a fã-base precisa defender para manter o pôster do Che Guevara colado na parede da alma. 🤭😏
Criado com Gemini, do Google.
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